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A melodia da quarta gota de saliva brotando da gaveta central.
Transbordam no azahar… espasmos, convulsões.
Mentiras minúsculas cortejadas por um eu de cara tapada e olhos lacrimejantes.
É tantas vezes o ,como lhe é necessário.
A distância termina no barranco?
Me acorda ,no meio da noite …. que eu tô quebrado,
Sou um mortal que não lembra da última vez ,que viu teu corpo docemente pelado.
Alguém roubou meu fôlego,
(crônicas de um ser humano)
A melodia da quarta gota de saliva brotando da gaveta central.
Transbordam no azahar… espasmos, convulsões.
Mentiras minúsculas cortejadas por um eu de cara tapada e olhos lacrimejantes.
É tantas vezes o ,como lhe é necessário.
A distância termina no barranco?
Me acorda ,no meio da noite …. que eu tô quebrado,
Sou um mortal que não lembra da última vez ,que viu teu corpo docemente pelado.
Alguém roubou meu fôlego,
(crônicas de um ser humano)
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