Ah, menina, já faz quatro meses assim. Você me paga metade e depois, quando consegue o resto, já tá quase vencendo o mês seguinte. Você sabe que eu gosto muito de você, mas não posso ficar esperando desse jeito todo mês" — disse seu Zé e, sinceramente, senti o quanto também custava pra ele ter que falar comigo assim. "Quer entrar? Não quero ficar aqui na porta quase pelada, hehe" — falei, mais pra tentar escapar daquele momento constrangedor em que eu estava, quase nua com a toalhinha minúscula. "Sim, menina, claro. Desculpa te deixar parada na porta assim" — disse seu Zé, antes de entrar atrás de mim no apartamento. Fomos pra sala do meu apê e indiquei pra ele sentar, e seu Zé, obediente, se acomodou num dos sofás. Eu fiquei de pé, principalmente porque se eu sentasse, a toalhinha minúscula não ia conseguir me cobrir toda e eu acabaria mostrando minha bunda pequena pro meu senhorio. "Bom, menina, então como é que a gente faz? Não quero te pressionar, mas é um dinheiro que eu também preciso e não posso ficar esperando ou você pagando aos poucos. Entendo sua situação, mas espero que você também me entenda e, principalmente, saiba que não tô fazendo isso pra dificultar sua vida" — disse seu Zé, sinceramente contrariado. "Sim, seu Zé, pelo contrário, agradeço a paciência que o senhor teve comigo. E pra te pagar, deve ter algum jeito, alguma solução. Bom, quer dizer... é... sim, né?" — respondi, e me surpreendi ao pensar no que estava prestes a sugerir pra cobrir o aluguel. O que acabou com minha vergonha foi que eu não lembrava que, como não recebo visitas, deixo minhas calcinhas e roupas íntimas na sala, nos sofás e tal, e pra minha má sorte, no sofá onde seu Zé estava, tinha um par de calcinhas minhas, obviamente limpas, mas no fim das contas ele saberia que tipo de calcinha eu uso. Quando ele encostou as costas no sofá, elas caíram em cima dele, e ele, meio surpreso, pegou com as mãos e esticou. Ele meio que disse: "Pega, pequena, acho que isso é teu", enquanto me entregava as peças. Eu olhei sutilmente, peguei e guardei entre minhas mãos, apertando com força. Eram calcinhas fio-dental minúsculas, iguais às que eu uso sempre. Eu tava me fazendo de boba sozinha. Sabia muito bem que não conseguiria a metade que faltava do aluguel. Não tinha conseguido em todo o mês, muito menos conseguiria em um dia. E a "solução" que tava passando pela minha cabeça era algo que nem em sonhos eu imaginava fazer. Mas será que eu tinha outra opção? Claro que não. Devagar, me sentei no sofá que tava na frente de onde seu Zé permanecia. Ao sentar, por causa da toalha curta, era óbvio que meu locador teria uma vista das minhas pernas, minhas coxas e minha bunda. Não satisfeita com isso, abri ligeiramente as pernas pra ele dar uma espiadinha na minha bucetinha. Fiz tudo fingindo descuido e colocando cara de quem tava pensando na tal "solução". Quer dizer, se minha intenção era convencê-lo do que eu pensava em propor, tinha que mostrar um pouco da mercadoria.
Você ia entrar no banho, né?" ouvi seu Pepe dizer e, de canto de olho, vi ele olhando pra minha virilha tentando ser discreto. "Sim, como te falei, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho", respondi me fazendo de sonsa. "Você me deixaria tomar banho com você e eu te perdôo metade do aluguel que você me deve?" disse seu Pepe meio tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor fala uma coisa dessas?" falei me fazendo de surpresa, mas por dentro agradecida por ter sido ele quem disse, evitando que eu parecesse a oferecida. "Você tem razão, menina. Me desculpe por ter dito isso. A verdade é que não sei o que estava pensando em te desrespeitar desse jeito. Por favor, esquece essa besteira que acabei de falar e vamos ver como você vai me pagar o dinheiro", foi a vez de seu Pepe ficar vermelho que nem um pimentão. "Caralho! Já tá recuando e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencer ele antes que se arrependa de vez", pensei comigo mesma. "Bom, seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que disse não foi pra abusar nem nada. E então... seria só tomar banho juntos e pronto? Sem nada de nada? Ou como? Me explica, por favor", respondi vendo o rosto dele passar de arrependimento pra tesão como num passe de mágica. "Bom, só entrar no banho. Eu esfrego seu corpo, ensaboo você toda e..." disse seu Pepe deixando aquele "e" no ar, como se tivesse algo mais a acrescentar. Olhei pra ele e levantei a sobrancelha, como quem diz que se tivesse mais alguma coisa, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou calado, ainda na dúvida se eu tava mesmo aceitando a proposta dele. "Então tá... parece bom. Aceito sua proposta de tomar banho juntos em troca da metade do pagamento do meu aluguel. Mas só banho e nada mais, ok? Esse é o trato, né?" falei, garantindo que não ia rolar sexo nem nada parecido, e seu Pepe respondeu que sim. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns dois minutos pra... Coloco a água e você já entra, ok? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri as torneiras e, depois de regular a temperatura, entrei no chuveiro. No momento em que a água caiu sobre mim, um lampejo de sanidade me atingiu. Que porra eu estou prestes a fazer? Vou tomar banho junto com um senhor que poderia muito bem ser meu avô? E tudo isso pra não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho outra escolha e vai ser só dessa vez, pensei, tentando justificar o que eu mesma tinha provocado. Tava imersa nos meus pensamentos quando ouvi não só o Seu Pepe entrar no banheiro, mas também ele tirar a roupa. Porra! Pressa no passo ruim, pensei enquanto me virava de frente pra parede pra evitar vê-lo entrar no chuveiro e dar uma visão completa da minha bunda. "Já pode virar, sou feio, mas não é tanto assim, ha, ha", disse Seu Pepe, e não tive outra escolha senão virar, cobrindo meus peitos e minha buceta com as mãos e os braços. Enquanto me movia devagar pra encará-lo, pude ver Seu Pepe parado ao lado da cortina, completamente pelado. Embora o corpo dele mostrasse o desgaste normal de alguém da idade dele, também não tava tão acabado quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga, e acho que até mais alto do que quando eu o via de roupa, e dava pra ver que ele malhava. Mas o que obviamente prendeu minha atenção foi o pau dele. Se tem uma coisa que eu adoro ver toda vez que tô com algum cara é quando os cocks tão em estado de repouso. A forma quando tão num meio-termo. Nem duro nem mole. E principalmente como eles ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem endurecer, mas o próprio peso mantém eles pra baixo. E era exatamente assim que o cock do Seu Pepe tava. Comprido, muito comprido. Mas também bem grosso, um termo muito gostoso, grosso e comprido, muito comprido, uns 20 cm. A verdade é que fiquei surpresa, eu esperava que o corpo dele fosse bem flácido e um pau bem pequeno e murcho. Não era o contrário, um corpo atlético e o pau dele parecia muito bom e de um tamanho bem legal. E o jeito como ele balançava fazia ele parecer ainda mais comprido. E não que eu fosse expert em paus e soubesse de tamanhos e medidas só de olhar. Mas foi um dos mais longos que já vi até hoje. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Gostaria de te ver por inteira" disse seu Zé, me tirando do meu estado de choque visual. Esboçando um sorriso leve, aos poucos movi o braço que cobria meus peitos. A água, o nervosismo, ou sei lá o quê, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e durinhos. Assim que descobri meus seios, pude ver como o pau do seu Zé ganhava vida e começava a subir, apontando na minha direção. Fazia tempo que eu não tinha um parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área pubiana, então minha bucetinha estava coberta por uma moita de pelos castanhos. E isso, por algum motivo, me dava mais vergonha do que mostrar meus peitos. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha virilha, mas quando fiz, o pau do seu Zé ficou completamente duro. Agora parecia ainda mais comprido, mas grosso, e o que mais gostei é que as veias apareciam bem marcadas. Me lembrava o cassetete que os policiais usam para bater. Ri por dentro da comparação tão besta que fiz. Apontei onde estava o sabonete e a bucha e me virei de costas para ele, para, nem um minuto depois, sentir as mãos do seu Zé percorrendo meu corpo. A verdade é que não estava sendo tão desconfortável quanto pensei que seria. Senti ele me ensaboar, começando pelo meu pescoço, descendo por toda a minha costa. Fechei os olhos ao sentir as carícias suaves que seu Zé fazia enquanto esfregava a bucha devagar por toda a minha costa, de cima a baixo e subindo de novo. De vez em quando, sentia o pau dele tocar meu corpo ou sentia ele apoiado nas minhas costas.
Não demorou muito até que ele finalmente chegasse na minha bunda carnuda. Senti o toque das mãos dele hesitante no começo, mas logo foi ganhando confiança e não só ensaboou minhas nádegas, como também passou a mão pela racha que divide minhas bandas, roçando minha bucetinha. Sem nem pensar, abri minhas pernas pra dar melhor acesso à mão dele, pra que pudesse se enfiar no meio delas e ensaboar minha xota com mais facilidade. Eu ficava de olhos fechados, curtindo a carícia perversa que seu Pepe fazia em mim. Senti como ele passava a mão pela minha moita grossa de pelos, ensaboando e esfregando forte minha virilha. Não demorou pra eu sentir que começava a soltar meus sucos vaginais. A mão dele tava entre minhas bandas e ele tava me ensaboando inteira, sentindo os dedos dele na minha bunda e na minha buceta, basicamente me apalpando toda.
“Abre essas nádegas pra se limpar direitinho, mocinha” ouvi seu Zé falar, e de novo, sem nem hesitar, abri as pernas e peguei minha bunda e separei as bandas do meu cu, abrindo tudo de forma impudica, dando uma visão total do meu buraco mais secreto. As mãos do seu Zé passavam frenéticas por toda a fenda da minha bunda, até parar no meu cu, esfregando forte como se quisesse enfiar a barra de sabão. Não consegui evitar soltar um gemido quando um dos dedos magros e enrugados dele penetrou meu cu.
“Ugh! Não, seu Pepe, não... me... fura por trás” “Você não gosta pelo cu?” seu Pepe perguntou sem tirar o dedo da minha bunda. “Gosto, sim. Mas não fiz cocô desde ontem e tô suja” respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele tirou o dedo do meu cu. Tava tão gostoso que eu mesma me virei, pra ficar de frente pra ele, como se desse permissão pra ele ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse que já tava fazendo tudo com toda a intenção. E embora tudo isso fosse por causa do pagamento do aluguel, seu Pepe não tava me forçando nada, eu tava adorando. Meu locador não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apossarem do par de balõezinhos que formavam meus peitos e, esquecendo o sabão, começou a apertá-los e amassá-los cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que excitou ainda mais seu Pepe. Imagino que ver meu rostinho de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos de puta, era um verdadeiro espetáculo pra aquele homem que podia ser meu avô. O próximo passo foi sentir a boca dele tomar conta dos meus peitos, chupando meus bicos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e empurrei pra ele continuar comendo meus bicos duros. Como ele era mais alto que eu, isso o obrigava a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma me levantava na ponta dos pés pra facilitar o serviço. Ele me pegou pelas nádegas com as mãos e me levantou no ar, me apoiando na parede sem parar de chupar meus peitos. Eu sentia a cabeça dura da rola dele pulsando na entrada da minha buceta. Só era questão de me deixar cair pra me empalar de vez no pau duro dele. A gente tinha passado de um banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina puta, e eu não tava nem um pouco desgostando da situação. “Menina... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina” seu Pepe disse tirando a boca dos meus Peitos, esperando minha resposta, preciso meter meu pau em você e te fazer minha, você me deixou muito excitado. Já era tarde demais para me parar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Ia transar com um homem muito mais velho que eu, e faria isso em troca de um benefício financeiro. O que isso me torna? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir agora. Será que minha puta tinha razão em me chamar de puta? "Ughh... seu Pepe, não... não... não me peça isso, por favor", falei entre gemidos. Morria de vontade de sentir o pau grande dele entrando em mim, mas os poucos neurônios que ainda funcionavam me diziam que eu devia pará-lo. "Por que não? Você quer tanto quanto eu, minha filha. Olha, você está escorrendo sucos", ele disse, passando a mão na minha buceta e lambuzando-a de sucos para depois me mostrar. "Não faça isso, seu Pepe... sério, não", continuei me recusando, mas sentindo cada vez mais minhas forças se esgotarem. Fazia tanto tempo que não transava que o velho tinha me acendido com só alguns minutos de apalpada. "Deixa eu te comer e te perdôo o aluguel inteiro, minha filha. Anda, menina. Você quer e precisa tanto quanto eu, só precisa dizer sim", respondeu meu senhorio, me surpreendendo. E quando ele disse que eu também precisava, não soube se ele se referia ao pagamento do aluguel ou a me foder, mas ele estava certo nas duas coisas. O velho safado sabia que eu não tinha dinheiro, e a opção de deixar ele me comer em troca de perdoar o aluguel era muito tentadora. E caralho, como eu precisava disso! Mas não podia me permitir cair tão baixo. Era uma jogada suja do velho, e recusar aquilo significava continuar presa no problema que me trouxera a essa situação. "Seu Pepe... por favor. Não me peça isso... não. Combinamos que era só tomar banho e pronto", respondi, gemendo mais alto e sentindo ele continuar chupando meus peitos e enfiando os dedos entre os pelos grudados da minha buceta. "Vamos, menina, você precisa e sabe disso. E também precisa de pau, e parece Você adora foder e levar porrada, uma putinha como você adora uma pica. Deixa eu te comer e você não precisa pagar o aluguel esse mês, garota!" — repetiu seu Zé de novo, enquanto forcejava comigo, me segurando pela cintura e tentando virar meu corpo de costas pra ele. Queria me comer por trás. "Mas eu não sou puta, não sou puta!" — continuei insistindo em recusar transar. Não me faço de santinha. Sabia bem que tínhamos chegado até aquele ponto porque eu tinha permitido. Mas uma coisa era tomar banho juntos, outra era foder por um benefício financeiro. Praticamente, isso já seria me prostituir. Finalmente cedi, e relaxando o corpo, deixei o velho me virar de costas pra ele, que, sem perder tempo, colocou a mão nas minhas costas e fez pressão pra eu abaixar o corpo e ficar de quatro na frente dele. Quando me virei, ele me deu um tapa enorme na bunda.
Apoiei as duas mãos na parede pra me segurar enquanto sentia o Dom Pepe passando as mãos na minha bunda. Ele abria e fechava minhas nádegas como se quisesse ver meu cu, e depois senti a cabeça do pau dele cutucando e esfregando a entrada da minha bucetinha encharcada. Enquanto eu falava "mas não temos camisinha", ele respondeu: "tô limpo, gostosa, e ainda compro a pílula do dia seguinte pra você, então fica tranquila.
Não sou uma vadia, seu Pepe. Não sou putaaaaa!" continuei com minha ladainha, que logo foi interrompida quando seu Pepe partiu pra cima de mim, me dando a primeira estocada que senti chegar até o útero. Por sorte consegui me apoiar com as mãos, senão teria batido de cara na parede de tão forte que ele me penetrou.
Aggghhhh, seu filho da puta! Não enfia tão... fundo não!!" Não consegui segurar um grito. Aquele velho desgraçado tinha enfiado tudo de uma vez, e foi como se tivesse metido um taco de beisebol dentro de mim, de tão grossa e comprida que era. "Nossa, como você é apertadinha, minha princesa! Não sabe quantas vezes imaginei te ter assim, meu amor", meu senhorio dizia enquanto começava a meter e tirar com fúria, me dando tapas na bunda e apertando meus peitos, falando que eu tinha uma bunda gostosa, que dava pra ver que eu malhava, e que eu era uma puta deliciosa, diferente da mulher dele.
Aaah... seu Pepe, seu Pepe... mas eu não sou uma puta, não sou uma vagabunda!" eu repetia entre gemidos, mais pra mim mesma do que pra ele. Tentava me convencer de que não estava me prostituindo. Mas a minha puta interior tinha razão, eu era uma puta vendendo o corpo por dinheiro e estava adorando. "Ah, minha filha, eu sei que você não é... mas você é tão gostosa que eu pagaria todo mês pra te comer assim, desse jeito" dizia seu Pepe entre ofegos. Ele estava me metendo tão forte e rápido que cheguei a temer que ele tivesse um infarto, e a pica dele me dava muito prazer de tão grande e grossa que era.
Ahh, ahh... espera, espera... sim, sim... devagar. Continua, continua... mas mais devagar... por favor" falei pro meu locador, já me sentindo um pouco melhor com o vai e vem. "Tá gostando, mocinha? Tá gostando como eu tô metendo?" perguntava seu José sem parar de me penetrar com o pau dele. "Sim... sim... mas vai com calma, por favor. Tá me machucando... um pouco" eu continuava levando porrada direto no útero a cada estocada, mas a fricção que ele fazia nas paredes da minha buceta com o vai e vem me deixava escorrendo melado. Comecei a sentir minhas pernas tremendo, anunciando um orgasmo chegando. Então fiquei na ponta dos pés e apertei minhas nádegas. Quando fiz isso, ele começou a gemer mais forte. Imagino que meus músculos da buceta estavam dando mais prazer pra ele, e verdade seja dita, eu também senti a diferença: sentia mais a fricção nas minhas paredes e tava gostando ainda mais, mas comecei a gemer mais alto. Seu José molhou os dedos no meu melado e enfiou o dedo de novo no meu cu. Tentei parar ele com uma das mãos, mas desisti e coloquei de novo na parede pra me segurar a cada estocada que ele dava. O velho tava me comendo gostoso, não dava pra negar, mas cada investida do pau dele me fazia ver estrelas.
“Pelo cu não, seu Pepê. Por favor... tira o dedo... ahhh!” mal terminei de falar quando ele enfiou outro dedo no meu cu enquanto com a outra mão, de vez em quando, soltava minha cintura pra me dar uns tapas na bunda. Aquele segundo dedo foi como se tivessem ligado um interruptor dentro de mim que acionou meu primeiro orgasmo. “Ahhhhhh... seu Pepê! Meu Deus... aahhh!!” só consegui falar enquanto sentia minhas pernas bambiarem e comecei a soltar líquidos da minha buceta, que ainda estava ocupada pela pica do meu caseiro. Só porque ele me segurava pela cintura com uma das mãos, senão eu teria desabado ali mesmo no chão do chuveiro.
Minha princesa... que gostoso você aperta, bebê! Goza assim, minha filha, enche meu pau de sucos" – dizia seu Pepe sem parar de furar com o pau e tentando enfiar um terceiro dedo no meu cu. Eu teria parado ele se tivesse forças pra isso. "Ahhh, seu Pepe... espera. Dói" – falei gemendo que nem uma putinha e sentindo o pau dele começar a provocar um segundo orgasmo. Pensei que o velho não aguentaria a foda e era eu que tava ali dando a bunda, literalmente. "Quero te comer todo mês, minha filha. Deixa eu te comer todo mês e te perdôo o aluguel, bebê. Deixa eu te comer em todos os seus buracos e você não precisa mais se preocupar em pagar" – ouvia seu Pepe falar enquanto enfiava os dedos no meu cu, causando pontadas de dor, mas combinadas com a foda que ele me aplicava sem trégua. "Ahhh seu Pepe... mas eu não sou puta. Ahhh, ahh, não para... não para! Aaahhh!! Assim, assim!! Aaaah!! Meu Deeeus!!! Aaahh! Assim, assim! Continua... continua!" – eu falava entre gemidos, tentando me segurar na parede até com as unhas, sentindo meu segundo orgasmo chegando. "Minha rainha, tá saindo toda a crema" – ouvi seu Pepe dizer meio que escutando, e aí deduzi que meu corpo começava a soltar minha creminha vaginal. "Já, seu Pepe, já... dá uma paradinha. Tô me sentindo bem mole" – falei pro meu senhorio e, verdade, sentia minhas pernas de gelatina. Tava há uns meses sem transar e esses dois orgasmos seguidos me deixaram toda trêmula, sem forças, com as pernas tremendo pra caralho e bem arqueada, enquanto minha voz saía entrecortada. "Não... não, espera. Já tô quase terminando, minha filha" – disse seu Pepe agarrando minha bunda com as duas mãos e intensificando as estocadas na minha buceta já dolorida. Tava ardendo de tanta porra de roçada que o velho tava me dando.
Não, não, não... para, para! Não goza dentro, por favor! Não tô tomando pílula nem nada, espera aí!" falei sentindo ele enfiar com tudo, claramente com a intenção de se esvaziar dentro de mim. A verdade é que eu não tomava anticoncepcional nenhum, e com a pica comprida que ele tinha, com certeza ia depositar a porra toda no meu útero. "Não se preocupa, mocinha... pfft... eu pago a pílula pra você... pra não... pfft engravidar" disse seu Zé, já todo ofegante e sem fôlego, sinal de que ou ia soltar o esperma dentro de mim ou ia ter um infarto. Ou eu engravidava ou terminava com meu inquilino morto na minha banheira. Nenhuma das duas opções me agradava. "Ahhhh... ahh! Toma! Toma meu leite, putinha, tomaaa!" gritou seu Zé, enquanto eu sentia um, dois, três jatos de porra quente inundar minha boceta.
Não... não, não! Dentro nãooo...!" comecei a falar, mas meu grito foi abafado por um terceiro e último orgasmo provocado pelo rio de porra que o velho deixou dentro de mim. Tomara que meu caseiro já tivesse feito a vasectomia mesmo, porque não estava nos meus planos engravidar de um velho de 60 anos. Seu Pepe continuou colado em mim com o pau dentro, tentando deixar até a última gota lá dentro enquanto eu só me segurava na parede. Senti o pau dele perder a dureza e depois sair da minha boceta peluda, arrastando um rio de sêmen que escorria pelas minhas pernas. Vi ele se encostar na parede do chuveiro, tentando recuperar o fôlego. Eu também imitei os movimentos dele, me sentindo exausta depois da puta foda que ele tinha me dado. Ficamos um tempão em silêncio, só nos olhando e lutando pra respirar. "O senhor fez a vasectomia mesmo, né? Não quero surpresa, seu Pepe", falei enquanto me agachava de pernas abertas e comecei a fazer força pra expulsar o sêmen que tinha dentro de mim, e depois soltei um jorro grosso de mijo amarelo. "Não se preocupa, mocinha. Não tem mais risco de você engravidar. Mas, pra ser sincero, eu gostaria que acontecesse, que você fosse minha mulher e eu te fizesse um filho. E você?", disse meu caseiro, já mais recuperado da falta de ar. "Qual é, né? Claro que não quero que isso aconteça. Mal consigo me sustentar sozinha, quem dirá criar um pivete", falei, mas sorrindo pra ele não achar que eu tava puta. Seu Pepe não perdia detalhe do que eu fazia. Não tinha mais pudor nem vergonha da minha parte. Afinal, tinha acabado de trepar com meu caseiro. Que diferença fazia ele me ver mijar na frente dele? Quando terminei de soltar meus líquidos amarelos, juntei as mãos feito concha pra pegar um pouco da água que ainda caía do chuveiro e lavei minha boceta com ela. Não queria deixar nem uma gota do sêmen do meu velho fodedor dentro de mim. Quando terminei de me lavar, levantei em silêncio e, de novo sem nenhum pudor, fui embora. Me despiñei na sala e deitei no sofá de pernas abertas. Sentia um ardor forte na minha buceta por causa da trepada violenta que tinha acabado de levar e dor nas minhas nádegas das palmadas que ele tinha dado, tinha as marcas das mãos dele nas minhas nádegas por causa da sensibilidade da minha pele, assim como na minha cintura as marcas da pressão que ele fazia quando me segurava ali. Um tempo depois, seu Pepe saiu já vestido. Começou a falar alguma coisa, mas levantei a mão sinalizando que não queria conversar por enquanto. Ele só disse que depois me ligava e saiu do meu apartamento me deixando sozinha, ao mesmo tempo que deixava minha cadela entrar. Mal tinha entrado minha cadela quando pulou na minha entreperna guiado pelo meu cheiro, suponho, e começou a lamber meu buraco dolorido. A língua áspera dele era como um bálsamo para minha dor. Tinha acabado de transar com um velho em troca de não pagar o aluguel, que diferença fazia um maldito cachorro lamber minha buceta, no fim das contas era gostoso e aliviava o ardor de ser comida brutalmente? "Sabe de uma coisa, cadela? Acho que você tinha razão. Sou uma puta. E por mais que você não acredite, não tenho orgulho disso" falei para meu bichinho e depois fiquei em silêncio, mergulhada nos meus pensamentos. Tinha gostado de transar com o velho, me arrependi naquele dia de não deixar ele penetrar meu cu. Depois disso, ele acabou penetrando...
Você ia entrar no banho, né?" ouvi seu Pepe dizer e, de canto de olho, vi ele olhando pra minha virilha tentando ser discreto. "Sim, como te falei, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho", respondi me fazendo de sonsa. "Você me deixaria tomar banho com você e eu te perdôo metade do aluguel que você me deve?" disse seu Pepe meio tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor fala uma coisa dessas?" falei me fazendo de surpresa, mas por dentro agradecida por ter sido ele quem disse, evitando que eu parecesse a oferecida. "Você tem razão, menina. Me desculpe por ter dito isso. A verdade é que não sei o que estava pensando em te desrespeitar desse jeito. Por favor, esquece essa besteira que acabei de falar e vamos ver como você vai me pagar o dinheiro", foi a vez de seu Pepe ficar vermelho que nem um pimentão. "Caralho! Já tá recuando e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencer ele antes que se arrependa de vez", pensei comigo mesma. "Bom, seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que disse não foi pra abusar nem nada. E então... seria só tomar banho juntos e pronto? Sem nada de nada? Ou como? Me explica, por favor", respondi vendo o rosto dele passar de arrependimento pra tesão como num passe de mágica. "Bom, só entrar no banho. Eu esfrego seu corpo, ensaboo você toda e..." disse seu Pepe deixando aquele "e" no ar, como se tivesse algo mais a acrescentar. Olhei pra ele e levantei a sobrancelha, como quem diz que se tivesse mais alguma coisa, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou calado, ainda na dúvida se eu tava mesmo aceitando a proposta dele. "Então tá... parece bom. Aceito sua proposta de tomar banho juntos em troca da metade do pagamento do meu aluguel. Mas só banho e nada mais, ok? Esse é o trato, né?" falei, garantindo que não ia rolar sexo nem nada parecido, e seu Pepe respondeu que sim. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns dois minutos pra... Coloco a água e você já entra, ok? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri as torneiras e, depois de regular a temperatura, entrei no chuveiro. No momento em que a água caiu sobre mim, um lampejo de sanidade me atingiu. Que porra eu estou prestes a fazer? Vou tomar banho junto com um senhor que poderia muito bem ser meu avô? E tudo isso pra não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho outra escolha e vai ser só dessa vez, pensei, tentando justificar o que eu mesma tinha provocado. Tava imersa nos meus pensamentos quando ouvi não só o Seu Pepe entrar no banheiro, mas também ele tirar a roupa. Porra! Pressa no passo ruim, pensei enquanto me virava de frente pra parede pra evitar vê-lo entrar no chuveiro e dar uma visão completa da minha bunda. "Já pode virar, sou feio, mas não é tanto assim, ha, ha", disse Seu Pepe, e não tive outra escolha senão virar, cobrindo meus peitos e minha buceta com as mãos e os braços. Enquanto me movia devagar pra encará-lo, pude ver Seu Pepe parado ao lado da cortina, completamente pelado. Embora o corpo dele mostrasse o desgaste normal de alguém da idade dele, também não tava tão acabado quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga, e acho que até mais alto do que quando eu o via de roupa, e dava pra ver que ele malhava. Mas o que obviamente prendeu minha atenção foi o pau dele. Se tem uma coisa que eu adoro ver toda vez que tô com algum cara é quando os cocks tão em estado de repouso. A forma quando tão num meio-termo. Nem duro nem mole. E principalmente como eles ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem endurecer, mas o próprio peso mantém eles pra baixo. E era exatamente assim que o cock do Seu Pepe tava. Comprido, muito comprido. Mas também bem grosso, um termo muito gostoso, grosso e comprido, muito comprido, uns 20 cm. A verdade é que fiquei surpresa, eu esperava que o corpo dele fosse bem flácido e um pau bem pequeno e murcho. Não era o contrário, um corpo atlético e o pau dele parecia muito bom e de um tamanho bem legal. E o jeito como ele balançava fazia ele parecer ainda mais comprido. E não que eu fosse expert em paus e soubesse de tamanhos e medidas só de olhar. Mas foi um dos mais longos que já vi até hoje. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Gostaria de te ver por inteira" disse seu Zé, me tirando do meu estado de choque visual. Esboçando um sorriso leve, aos poucos movi o braço que cobria meus peitos. A água, o nervosismo, ou sei lá o quê, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e durinhos. Assim que descobri meus seios, pude ver como o pau do seu Zé ganhava vida e começava a subir, apontando na minha direção. Fazia tempo que eu não tinha um parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área pubiana, então minha bucetinha estava coberta por uma moita de pelos castanhos. E isso, por algum motivo, me dava mais vergonha do que mostrar meus peitos. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha virilha, mas quando fiz, o pau do seu Zé ficou completamente duro. Agora parecia ainda mais comprido, mas grosso, e o que mais gostei é que as veias apareciam bem marcadas. Me lembrava o cassetete que os policiais usam para bater. Ri por dentro da comparação tão besta que fiz. Apontei onde estava o sabonete e a bucha e me virei de costas para ele, para, nem um minuto depois, sentir as mãos do seu Zé percorrendo meu corpo. A verdade é que não estava sendo tão desconfortável quanto pensei que seria. Senti ele me ensaboar, começando pelo meu pescoço, descendo por toda a minha costa. Fechei os olhos ao sentir as carícias suaves que seu Zé fazia enquanto esfregava a bucha devagar por toda a minha costa, de cima a baixo e subindo de novo. De vez em quando, sentia o pau dele tocar meu corpo ou sentia ele apoiado nas minhas costas.
Não demorou muito até que ele finalmente chegasse na minha bunda carnuda. Senti o toque das mãos dele hesitante no começo, mas logo foi ganhando confiança e não só ensaboou minhas nádegas, como também passou a mão pela racha que divide minhas bandas, roçando minha bucetinha. Sem nem pensar, abri minhas pernas pra dar melhor acesso à mão dele, pra que pudesse se enfiar no meio delas e ensaboar minha xota com mais facilidade. Eu ficava de olhos fechados, curtindo a carícia perversa que seu Pepe fazia em mim. Senti como ele passava a mão pela minha moita grossa de pelos, ensaboando e esfregando forte minha virilha. Não demorou pra eu sentir que começava a soltar meus sucos vaginais. A mão dele tava entre minhas bandas e ele tava me ensaboando inteira, sentindo os dedos dele na minha bunda e na minha buceta, basicamente me apalpando toda.
“Abre essas nádegas pra se limpar direitinho, mocinha” ouvi seu Zé falar, e de novo, sem nem hesitar, abri as pernas e peguei minha bunda e separei as bandas do meu cu, abrindo tudo de forma impudica, dando uma visão total do meu buraco mais secreto. As mãos do seu Zé passavam frenéticas por toda a fenda da minha bunda, até parar no meu cu, esfregando forte como se quisesse enfiar a barra de sabão. Não consegui evitar soltar um gemido quando um dos dedos magros e enrugados dele penetrou meu cu.
“Ugh! Não, seu Pepe, não... me... fura por trás” “Você não gosta pelo cu?” seu Pepe perguntou sem tirar o dedo da minha bunda. “Gosto, sim. Mas não fiz cocô desde ontem e tô suja” respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele tirou o dedo do meu cu. Tava tão gostoso que eu mesma me virei, pra ficar de frente pra ele, como se desse permissão pra ele ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse que já tava fazendo tudo com toda a intenção. E embora tudo isso fosse por causa do pagamento do aluguel, seu Pepe não tava me forçando nada, eu tava adorando. Meu locador não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apossarem do par de balõezinhos que formavam meus peitos e, esquecendo o sabão, começou a apertá-los e amassá-los cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que excitou ainda mais seu Pepe. Imagino que ver meu rostinho de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos de puta, era um verdadeiro espetáculo pra aquele homem que podia ser meu avô. O próximo passo foi sentir a boca dele tomar conta dos meus peitos, chupando meus bicos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e empurrei pra ele continuar comendo meus bicos duros. Como ele era mais alto que eu, isso o obrigava a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma me levantava na ponta dos pés pra facilitar o serviço. Ele me pegou pelas nádegas com as mãos e me levantou no ar, me apoiando na parede sem parar de chupar meus peitos. Eu sentia a cabeça dura da rola dele pulsando na entrada da minha buceta. Só era questão de me deixar cair pra me empalar de vez no pau duro dele. A gente tinha passado de um banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina puta, e eu não tava nem um pouco desgostando da situação. “Menina... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina” seu Pepe disse tirando a boca dos meus Peitos, esperando minha resposta, preciso meter meu pau em você e te fazer minha, você me deixou muito excitado. Já era tarde demais para me parar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Ia transar com um homem muito mais velho que eu, e faria isso em troca de um benefício financeiro. O que isso me torna? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir agora. Será que minha puta tinha razão em me chamar de puta? "Ughh... seu Pepe, não... não... não me peça isso, por favor", falei entre gemidos. Morria de vontade de sentir o pau grande dele entrando em mim, mas os poucos neurônios que ainda funcionavam me diziam que eu devia pará-lo. "Por que não? Você quer tanto quanto eu, minha filha. Olha, você está escorrendo sucos", ele disse, passando a mão na minha buceta e lambuzando-a de sucos para depois me mostrar. "Não faça isso, seu Pepe... sério, não", continuei me recusando, mas sentindo cada vez mais minhas forças se esgotarem. Fazia tanto tempo que não transava que o velho tinha me acendido com só alguns minutos de apalpada. "Deixa eu te comer e te perdôo o aluguel inteiro, minha filha. Anda, menina. Você quer e precisa tanto quanto eu, só precisa dizer sim", respondeu meu senhorio, me surpreendendo. E quando ele disse que eu também precisava, não soube se ele se referia ao pagamento do aluguel ou a me foder, mas ele estava certo nas duas coisas. O velho safado sabia que eu não tinha dinheiro, e a opção de deixar ele me comer em troca de perdoar o aluguel era muito tentadora. E caralho, como eu precisava disso! Mas não podia me permitir cair tão baixo. Era uma jogada suja do velho, e recusar aquilo significava continuar presa no problema que me trouxera a essa situação. "Seu Pepe... por favor. Não me peça isso... não. Combinamos que era só tomar banho e pronto", respondi, gemendo mais alto e sentindo ele continuar chupando meus peitos e enfiando os dedos entre os pelos grudados da minha buceta. "Vamos, menina, você precisa e sabe disso. E também precisa de pau, e parece Você adora foder e levar porrada, uma putinha como você adora uma pica. Deixa eu te comer e você não precisa pagar o aluguel esse mês, garota!" — repetiu seu Zé de novo, enquanto forcejava comigo, me segurando pela cintura e tentando virar meu corpo de costas pra ele. Queria me comer por trás. "Mas eu não sou puta, não sou puta!" — continuei insistindo em recusar transar. Não me faço de santinha. Sabia bem que tínhamos chegado até aquele ponto porque eu tinha permitido. Mas uma coisa era tomar banho juntos, outra era foder por um benefício financeiro. Praticamente, isso já seria me prostituir. Finalmente cedi, e relaxando o corpo, deixei o velho me virar de costas pra ele, que, sem perder tempo, colocou a mão nas minhas costas e fez pressão pra eu abaixar o corpo e ficar de quatro na frente dele. Quando me virei, ele me deu um tapa enorme na bunda.
Apoiei as duas mãos na parede pra me segurar enquanto sentia o Dom Pepe passando as mãos na minha bunda. Ele abria e fechava minhas nádegas como se quisesse ver meu cu, e depois senti a cabeça do pau dele cutucando e esfregando a entrada da minha bucetinha encharcada. Enquanto eu falava "mas não temos camisinha", ele respondeu: "tô limpo, gostosa, e ainda compro a pílula do dia seguinte pra você, então fica tranquila.
Não sou uma vadia, seu Pepe. Não sou putaaaaa!" continuei com minha ladainha, que logo foi interrompida quando seu Pepe partiu pra cima de mim, me dando a primeira estocada que senti chegar até o útero. Por sorte consegui me apoiar com as mãos, senão teria batido de cara na parede de tão forte que ele me penetrou.
Aggghhhh, seu filho da puta! Não enfia tão... fundo não!!" Não consegui segurar um grito. Aquele velho desgraçado tinha enfiado tudo de uma vez, e foi como se tivesse metido um taco de beisebol dentro de mim, de tão grossa e comprida que era. "Nossa, como você é apertadinha, minha princesa! Não sabe quantas vezes imaginei te ter assim, meu amor", meu senhorio dizia enquanto começava a meter e tirar com fúria, me dando tapas na bunda e apertando meus peitos, falando que eu tinha uma bunda gostosa, que dava pra ver que eu malhava, e que eu era uma puta deliciosa, diferente da mulher dele.
Aaah... seu Pepe, seu Pepe... mas eu não sou uma puta, não sou uma vagabunda!" eu repetia entre gemidos, mais pra mim mesma do que pra ele. Tentava me convencer de que não estava me prostituindo. Mas a minha puta interior tinha razão, eu era uma puta vendendo o corpo por dinheiro e estava adorando. "Ah, minha filha, eu sei que você não é... mas você é tão gostosa que eu pagaria todo mês pra te comer assim, desse jeito" dizia seu Pepe entre ofegos. Ele estava me metendo tão forte e rápido que cheguei a temer que ele tivesse um infarto, e a pica dele me dava muito prazer de tão grande e grossa que era.
Ahh, ahh... espera, espera... sim, sim... devagar. Continua, continua... mas mais devagar... por favor" falei pro meu locador, já me sentindo um pouco melhor com o vai e vem. "Tá gostando, mocinha? Tá gostando como eu tô metendo?" perguntava seu José sem parar de me penetrar com o pau dele. "Sim... sim... mas vai com calma, por favor. Tá me machucando... um pouco" eu continuava levando porrada direto no útero a cada estocada, mas a fricção que ele fazia nas paredes da minha buceta com o vai e vem me deixava escorrendo melado. Comecei a sentir minhas pernas tremendo, anunciando um orgasmo chegando. Então fiquei na ponta dos pés e apertei minhas nádegas. Quando fiz isso, ele começou a gemer mais forte. Imagino que meus músculos da buceta estavam dando mais prazer pra ele, e verdade seja dita, eu também senti a diferença: sentia mais a fricção nas minhas paredes e tava gostando ainda mais, mas comecei a gemer mais alto. Seu José molhou os dedos no meu melado e enfiou o dedo de novo no meu cu. Tentei parar ele com uma das mãos, mas desisti e coloquei de novo na parede pra me segurar a cada estocada que ele dava. O velho tava me comendo gostoso, não dava pra negar, mas cada investida do pau dele me fazia ver estrelas.
“Pelo cu não, seu Pepê. Por favor... tira o dedo... ahhh!” mal terminei de falar quando ele enfiou outro dedo no meu cu enquanto com a outra mão, de vez em quando, soltava minha cintura pra me dar uns tapas na bunda. Aquele segundo dedo foi como se tivessem ligado um interruptor dentro de mim que acionou meu primeiro orgasmo. “Ahhhhhh... seu Pepê! Meu Deus... aahhh!!” só consegui falar enquanto sentia minhas pernas bambiarem e comecei a soltar líquidos da minha buceta, que ainda estava ocupada pela pica do meu caseiro. Só porque ele me segurava pela cintura com uma das mãos, senão eu teria desabado ali mesmo no chão do chuveiro.
Minha princesa... que gostoso você aperta, bebê! Goza assim, minha filha, enche meu pau de sucos" – dizia seu Pepe sem parar de furar com o pau e tentando enfiar um terceiro dedo no meu cu. Eu teria parado ele se tivesse forças pra isso. "Ahhh, seu Pepe... espera. Dói" – falei gemendo que nem uma putinha e sentindo o pau dele começar a provocar um segundo orgasmo. Pensei que o velho não aguentaria a foda e era eu que tava ali dando a bunda, literalmente. "Quero te comer todo mês, minha filha. Deixa eu te comer todo mês e te perdôo o aluguel, bebê. Deixa eu te comer em todos os seus buracos e você não precisa mais se preocupar em pagar" – ouvia seu Pepe falar enquanto enfiava os dedos no meu cu, causando pontadas de dor, mas combinadas com a foda que ele me aplicava sem trégua. "Ahhh seu Pepe... mas eu não sou puta. Ahhh, ahh, não para... não para! Aaahhh!! Assim, assim!! Aaaah!! Meu Deeeus!!! Aaahh! Assim, assim! Continua... continua!" – eu falava entre gemidos, tentando me segurar na parede até com as unhas, sentindo meu segundo orgasmo chegando. "Minha rainha, tá saindo toda a crema" – ouvi seu Pepe dizer meio que escutando, e aí deduzi que meu corpo começava a soltar minha creminha vaginal. "Já, seu Pepe, já... dá uma paradinha. Tô me sentindo bem mole" – falei pro meu senhorio e, verdade, sentia minhas pernas de gelatina. Tava há uns meses sem transar e esses dois orgasmos seguidos me deixaram toda trêmula, sem forças, com as pernas tremendo pra caralho e bem arqueada, enquanto minha voz saía entrecortada. "Não... não, espera. Já tô quase terminando, minha filha" – disse seu Pepe agarrando minha bunda com as duas mãos e intensificando as estocadas na minha buceta já dolorida. Tava ardendo de tanta porra de roçada que o velho tava me dando.
Não, não, não... para, para! Não goza dentro, por favor! Não tô tomando pílula nem nada, espera aí!" falei sentindo ele enfiar com tudo, claramente com a intenção de se esvaziar dentro de mim. A verdade é que eu não tomava anticoncepcional nenhum, e com a pica comprida que ele tinha, com certeza ia depositar a porra toda no meu útero. "Não se preocupa, mocinha... pfft... eu pago a pílula pra você... pra não... pfft engravidar" disse seu Zé, já todo ofegante e sem fôlego, sinal de que ou ia soltar o esperma dentro de mim ou ia ter um infarto. Ou eu engravidava ou terminava com meu inquilino morto na minha banheira. Nenhuma das duas opções me agradava. "Ahhhh... ahh! Toma! Toma meu leite, putinha, tomaaa!" gritou seu Zé, enquanto eu sentia um, dois, três jatos de porra quente inundar minha boceta.
Não... não, não! Dentro nãooo...!" comecei a falar, mas meu grito foi abafado por um terceiro e último orgasmo provocado pelo rio de porra que o velho deixou dentro de mim. Tomara que meu caseiro já tivesse feito a vasectomia mesmo, porque não estava nos meus planos engravidar de um velho de 60 anos. Seu Pepe continuou colado em mim com o pau dentro, tentando deixar até a última gota lá dentro enquanto eu só me segurava na parede. Senti o pau dele perder a dureza e depois sair da minha boceta peluda, arrastando um rio de sêmen que escorria pelas minhas pernas. Vi ele se encostar na parede do chuveiro, tentando recuperar o fôlego. Eu também imitei os movimentos dele, me sentindo exausta depois da puta foda que ele tinha me dado. Ficamos um tempão em silêncio, só nos olhando e lutando pra respirar. "O senhor fez a vasectomia mesmo, né? Não quero surpresa, seu Pepe", falei enquanto me agachava de pernas abertas e comecei a fazer força pra expulsar o sêmen que tinha dentro de mim, e depois soltei um jorro grosso de mijo amarelo. "Não se preocupa, mocinha. Não tem mais risco de você engravidar. Mas, pra ser sincero, eu gostaria que acontecesse, que você fosse minha mulher e eu te fizesse um filho. E você?", disse meu caseiro, já mais recuperado da falta de ar. "Qual é, né? Claro que não quero que isso aconteça. Mal consigo me sustentar sozinha, quem dirá criar um pivete", falei, mas sorrindo pra ele não achar que eu tava puta. Seu Pepe não perdia detalhe do que eu fazia. Não tinha mais pudor nem vergonha da minha parte. Afinal, tinha acabado de trepar com meu caseiro. Que diferença fazia ele me ver mijar na frente dele? Quando terminei de soltar meus líquidos amarelos, juntei as mãos feito concha pra pegar um pouco da água que ainda caía do chuveiro e lavei minha boceta com ela. Não queria deixar nem uma gota do sêmen do meu velho fodedor dentro de mim. Quando terminei de me lavar, levantei em silêncio e, de novo sem nenhum pudor, fui embora. Me despiñei na sala e deitei no sofá de pernas abertas. Sentia um ardor forte na minha buceta por causa da trepada violenta que tinha acabado de levar e dor nas minhas nádegas das palmadas que ele tinha dado, tinha as marcas das mãos dele nas minhas nádegas por causa da sensibilidade da minha pele, assim como na minha cintura as marcas da pressão que ele fazia quando me segurava ali. Um tempo depois, seu Pepe saiu já vestido. Começou a falar alguma coisa, mas levantei a mão sinalizando que não queria conversar por enquanto. Ele só disse que depois me ligava e saiu do meu apartamento me deixando sozinha, ao mesmo tempo que deixava minha cadela entrar. Mal tinha entrado minha cadela quando pulou na minha entreperna guiado pelo meu cheiro, suponho, e começou a lamber meu buraco dolorido. A língua áspera dele era como um bálsamo para minha dor. Tinha acabado de transar com um velho em troca de não pagar o aluguel, que diferença fazia um maldito cachorro lamber minha buceta, no fim das contas era gostoso e aliviava o ardor de ser comida brutalmente? "Sabe de uma coisa, cadela? Acho que você tinha razão. Sou uma puta. E por mais que você não acredite, não tenho orgulho disso" falei para meu bichinho e depois fiquei em silêncio, mergulhada nos meus pensamentos. Tinha gostado de transar com o velho, me arrependi naquele dia de não deixar ele penetrar meu cu. Depois disso, ele acabou penetrando...
4 comentários - Booty arrombada por minhas dívidas 2
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