Doces 28 Cap. 4

Dulce sentia que o coração ia explodir. O stripper mais alto continuava inclinado sobre ela, o pau enorme e duro balançando perigosamente perto do rosto dela. O calor entre as pernas dela era insuportável; a calcinha fio-dental preta de renda estava completamente encharcada e cada movimento mínimo fazia o tecido roçar no clitóris inchado dela, mandando ondas de prazer que nublavam a mente dela.

— Não… eu não… — ela gaguejou, mas a voz saiu trêmula e fraca.

O stripper sorriu safado e apontou pro adesivo verde no braço dela.

— Fica tranquila, aniversariante. Esse adesivo só permite conversa e dança. Não podemos te tocar… nem você a gente. Só curte o show.

Eles começaram a dançar em volta da mesa, se mexendo com uma sensualidade descarada. Um deles virou de costas pra Dulce e rebolou devagar, fazendo aquele rabo firme e oleado ficar a centímetros do rosto dela. Outro se ajoelhou na frente dela e passou as mãos pelo próprio corpo, se acariciando no peito e descendo devagar até envolver o pau grosso com os dedos, se masturbando lentamente só pra ela ver. Dulce não conseguia desviar o olhar. Comparados com o Héctor, esses caras pareciam de outro mundo: veiudos, pesados, com cabeças grandes e brilhantes. Ela sentia a boca seca e, ao mesmo tempo, uma vontade quase irresistível de esticar a mão.Doces 28 Cap. 4Tânia, sentada ao lado dela, observava tudo com um sorriso satisfeito. De repente, tirou algo de debaixo da manga do vestido: dois adesivos pretos que tinha pedido escondido pra recepcionista.
— Vamos, Dulce… — sussurrou, chegando perto do ouvido dela —. Tira esse verde tão sem graça e coloca um desses.
Te prometo que você vai amar.

Dulce olhou pro adesivo preto como se fosse veneno. O pânico tomou conta dela.
— Não! De jeito nenhum! — exclamou, levantando de repente do sofá.

Sem esperar resposta, abriu caminho entre os strippers e correu pro fundo do lugar, procurando desesperadamente o banheiro. O coração batia forte e as pernas tremiam pela mistura de excitação e medo. Empurrou a porta do banheiro feminino e entrou quase sem fôlego.

O lugar não era um banheiro comum. Era espaçoso, com luzes fracas e três cabines abertas em formato de U. Num canto, quase escondida na penumbra, Dulce viu a mesma garota jovem e tímida que tinha notado antes do show: estava sentada sozinha numa mesa afastada, com cara de inocente e olhar baixo. Agora, essa mesma garota estava de joelhos no centro da cabine, completamente nua, exceto por uns saltos altos.
Três buracos grandes nas três paredes da cabine deixavam sair três membros enormes e eretos, grossos e cheios de veias, idênticos aos que ela tinha visto na pista.relatoA garota não perdeu tempo. Foi direto no primeiro pau e esticou a língua, lambendo devagar da base até a cabeça inchada, saboreando com devoção. Depois abriu a boca e foi enfiando ele aos poucos, os lábios esticando ao máximo em volta daquela grossura. Chupava com força, balançando a cabeça pra frente e pra trás, enquanto a mão direita envolvia o segundo membro e batia uma com movimentos firmes e ritmados. O terceiro pau esperava a vez, escorrendo uma gota transparente.
Mas não parou por aí.eroticoA garota se levantou, se virou e, apoiando as mãos na parede, empurrou a própria bunda em direção a um dos buracos. O pau grosso entrou devagar no cu dela, abrindo ela centímetro por centímetro. Ela soltou um gemido longo e profundo quando sentiu ele inteiro lá dentro. Começou a rebolar pra trás, se fodendo contra a parede com movimentos cada vez mais rápidos e desesperados. Ao mesmo tempo, pegou outro pau com a mão e enfiou na boca, chupando com fome enquanto o cu dela era penetrado sem piedade.eroticoMudou de posição. Ficou de costas contra outra parede e guiou o segundo pau enorme pra dentro da buceta dela. Tava tão molhada que entrou de uma só vez, esticando ela até o limite. A mina gritou de prazer e começou a cavalgar com força, os peitos quicando enquanto o pau entrava e saía da boceta encharcada dela. O terceiro pau ainda tava na mão dela, masturbando ele no ritmo das sentadas.

Um por um, os paus começaram a gozar.

O primeiro gozou fundo no cu dela, enchendo ela com jorros quentes e grossos que logo começaram a escorrer pelas coxas. O segundo gozou dentro da buceta dela, tanto que quando tirou o pau, uma torrente de porra branca e grossa saiu de dentro, caindo no chão com um som molhado. O terceiro explodiu na boca aberta dela; a mina engoliu o que conseguiu, mas grande parte escorreu pelo queixo, pescoço e peitos, cobrindo ela quase toda.strippersDulce estava paralisada contra a parede, respirando ofegante, a calcinha fio dental encharcada e as pernas tremendo. Nunca tinha visto algo tão cru e lascivo.

Então a garota, escorrendo porra por todo lado, com a voz rouca e satisfeita, olhou para os buracos e disse claramente:

— Agora… mijem em cima de mim. Quero sentir tudo.infidelidadeDulce sentiu uma mistura brutal de nojo, tesão e curiosidade mórbida. Não conseguiu continuar olhando. Virou-se rapidamente e entrou em um dos cubículos individuais, fechando a porta com as mãos trêmulas.
Estava com uma vontade quase incontrolável de mijar. Levantou o vestido curto, abaixou a calcinha fio dental encharcada e sentou no vaso. O alívio foi imediato quando começou a mijar. Ao terminar, olhou para baixo por hábito… e percebeu que a urina tinha um tom levemente rosado, quase imperceptível. Franzindo a testa por um segundo, confusa, mas o calor que ainda ardia em seu corpo a impediu de pensar muito nisso. Se limpou, subiu a calcinha fio dental e saiu do banheiro rapidamente, ainda tremendo.traicaoEnquanto isso, no apartamento, Héctor continuava vendo os stories da Steph. Outro vídeo apareceu: a câmera focava na mesa VIP. Lá estavam Tania e Brenda. De repente, Tania se inclinou sobre Brenda, tirou o adesivo verde do braço dela e o substituiu por um preto, com um sorriso malicioso. Brenda riu, claramente excitada.

Imediatamente, três garçons sem camisa se aproximaram da mesa. Um se posicionou atrás de Brenda e começou a esfregar o pau duro nas costas dela enquanto sussurrava algo no ouvido dela. Outro se ajoelhou na frente dela e abriu suas pernas com cuidado, passando as mãos pelas coxas. O terceiro acariciou os peitos dela por cima do vestido, beliscando os bicos visíveis através do tecido. Brenda jogou a cabeça para trás, gemendo, enquanto os três caras a tocavam e roçavam sem nenhum limite.Doces 28 Cap. 4Héctor sentiu o estômago revirar. Aumentou a imagem. Não tinha dúvida: era a Brenda. E a Tânia tava filmando tudo com o celular, dando risada.

—Cadê a Dulce? —murmurou Héctor, o coração batendo forte. A preocupação começava a se transformar em algo muito mais sombrio.

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