Cécile (II) - Minha melhor putinha

Cécile foi minha melhor submissa por causa do nível de obediência dela. Numa época difícil, eu tava sem grana e fazendo Uber entre uma aula e outra pra juntar uma merreca. Mandei mensagem pra ela e falei pra subir um pouco no meu carro, só meia hora. Fui até uma praça em Morón, perto de onde ela morava, e estacionei numa rua meio escura por causa da sombra das árvores. A praça tava iluminada e tinha um pouco de gente, apesar do frio. Uns dez minutos depois, a Cécile chegou andando e veio até a porta do carona. Eu já tava no banco de trás e abri a porta pra ela entrar. Ela tava de jeans e um suéter lilás. A gente tinha conversado nos dias anteriores e eu não tava tão na pegada de castigo, a gente queria algo mais suave. Então, quando ela chegou, a gente se beijou primeiro. Ela apoiou a cabeça nas minhas pernas, de barriga pra cima, e comecei a beijar ela e a tocar por baixo da roupa. Os peitinhos dela eram bem pequenos, mas divertidos de estimular. Eu chupava eles, enchia de saliva e depois beliscava bem de leve com o indicador e o polegar. Depois desci pra buceta e comecei a acariciar por dentro do jeans. Ela molhou rápido e, pra não gemer, levava a mão à boca, e eu mordia ela. Curtia muito o corpo esbelto e sensual dela. A Cécile já tava muito excitada e virou bem rápido. Me beijou na altura da braguilha e enfiou o nariz. Eu já tava pronto, então ela pediu ajuda pra tirar. Abaixei um pouco a calça, só até as coxas, e ela começou a saborear. Com o passar dos anos, fui ensinando muita coisa pra Cécile, inclusive a chupar bem uma rola. Agora ela era capaz de enfiar tudo e tirar sem raspar com os dentes. Mesmo assim, fazia com uns engasgos no meio. Por isso adorava enfiar um dedo na bunda dela enquanto ela fazia isso. Mandei ela abaixar a calça até os joelhos, e ela deixou a calcinha pra baixo. Ela chupava, e eu sentia que, a cada engasgo, o cu dela apertava o dedo que eu tinha dentro. A verdade é que a situação acabou me deixando com tesão. Já não era mais um ursinho carinhoso. Peguei ela pelo cabelo e Levei o rosto dela contra a janela oposta, deixando a bunda dela exposta pra mim. Com a outra mão, dei um tapa na calcinha e arranquei ela, rasgando tudo. Ela disse pra eu não fazer aquilo. Respondi com um tapa na cara dela, enfiei a calcinha amassada na boca dela. Cuspi nos meus dedos e introduzi saliva no cu dela. Repeti a operação mais duas vezes, dilatando a buceta dela aos poucos. Como não tinha camisinha, não tinha outro jeito. Não aguentei mais e meti no pelo pelo cu. Ela gemia, mesmo amordaçada. Eu tava dando porradas fortes e o carro balançava, tive que me segurar pra ninguém nos descobrir, mas isso não impediu de estourar a bunda dela com meu gozo. As batidas do meu pau dentro dela dilatavam ainda mais a buceta dela. Ainda fico excitado pensando em como um fio de gozo escorria por dentro da calça dela quando voltou pra casa.
Depois disso, ficamos assim, semidespidos no banco de trás do meu carro, estacionados numa rua escura perto de uma praça, conversando sobre livros e projetos loucos.

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