16 marcas de sissy (brilho)

16 marcas de sissy (brilho)Julián era um nerd de manual, meio baixinho, piercing nas orelhas, cabelo comprido, vivia de oversized, nas aulas nunca se destacava, era o do fundão meio esquisitão, sempre com uns cards de Pokémon e jogando num portátil, podia faltar o ano todo que nem a coordenadora perceberia que ele não estava. Em casa a coisa era parecida, era o filho do meio, tinha uma irmã mais velha, privilegiada, bem-sucedida, era a queridinha, a melhor do mundo, um irmão mais velho também, gêmeo da irmã, menos bem-sucedido, mas já estava estudando numa universidade, com trabalho e carro próprio, uma namorada linda e também era um grande orgulho pra família toda, e depois tinha a irmãzinha caçula, a mais mimada do mundo, só 10 anos, era a princesinha, birrenta como só ela, atendiam todos os seus desejos, e bem, ali no meio estava o pobre Julián, sempre ignorado, como se não existisse, valia nada mesmo, ninguém lembrava dos seus gostos, do seu aniversário e às vezes nem da sua existência, preparavam a comida e muitas vezes nem chamavam ele pra comer, ainda por cima era de compleição franzina, mal devia pesar uns 60 e poucos quilos, andava meio afeminado sem um único grama de testosterona e com menos pelo que bebê recém-nascido, um bigode nem por acaso tinha.

Julián era de uma família classe média alta, não eram ricos mas nunca faltava nada e sobravam muitos luxos, tantos que praticamente ninguém vivia naquela casa, só o Julián mesmo, a irmã mais velha que estudava EAD, só estava em casa de manhã, à tarde passava o tempo fazendo ioga, pilates e passeando, a irmãzinha ia pra escola, tinha dança e patinação, o irmão mais velho estava em outra cidade estudando e bem, os pais trabalhavam e quando não estavam, corriam de um lado pro outro, então Julián sempre que voltava da escola ficava mais sozinho que o Chaves, até que por volta das 20h finalmente chegava alguém em casa.

Não foi surpresa que nessas horas intermináveis Julián começasse a desenvolver seus gostos, qualquer jovem pré-adulto se mataria de punheta, mas a testosterona não era uma característica de Julián, ele tinha outros tipos de gostos, estava desenvolvendo um gosto mais feminino e enquanto não tinha ninguém em casa ele experimentava os saltos da irmã, o que tinha sido uma vez um experimento, acabou virando algo normal, seus saltos, sua roupa, chamavam sua atenção, ele gostava de como ficava, sempre o zoavam na escola que parecia um femboy, que era um twink, ele nunca deu muita importância, mas em casa só percebeu que era verdade, a roupa feminina caía bem nele, ele gostava do que via.    O ponto de virada chegou quando experimentou a roupa íntima, aí já não tinha volta, uma vez que viu como ficava uma calcinha, começou a descobrir sua verdadeira orientação sexual e porque as mulheres não o atraíam, depois de experimentar essa vestimenta, passou a testar se sentia prazer experimentando com sua bunda, quando começou a gemer enquanto enfiava os dedos vestido de garotinha soube que seu destino não era ser homem.vadiaUm dia, sua irmã o pegou no flagra e, longe de se irritar, ela já suspeitava. Ela o apoiou, levando-o a um lugar que mudaria sua vida: o programa Gender Change male to female, onde Julián sairia transformado em Juliana. Embora sua família demorasse um pouco para perceber, em troca disso, Juliana receberia uma maldição: acima de sua nova buceta, havia a marca da maldição (brilho). Ela brilharia intensamente, atravessando qualquer roupa que ela vestisse sempre que se sentisse excitada ou envergonhada.

No começo, ela achou que tudo seria tranquilo e divertido, mas não esperava que a marca fosse tão brilhante. Não importava se ela usava vestido, fio-dental, camisola, leggings — a porra da marca brilhava e ficava marcada. Era impossível esconder aquele brilho exagerado. As pessoas notavam e encaravam, e, pior, Juliana ficava ainda mais nervosa. Aprender a aceitar foi difícil. Toda vez que acontecia, ela ficava mais vermelha que um tomate.masturbacao femininaCada vez que isso acontecia, ela ficava desconfortável, mesmo quando estava sozinha em casa. Às vezes, ela se colocava debaixo da torneira, molhando a buceta com água na esperança de que aquilo sumisse, que não ficasse marcado, que aquela marca desaparecesse. Mas tudo que ela conseguia era fazer a excitação baixar, fazendo com que sua marca parasse de brilhar e, assim, voltando ao normal.Traducao para o portugues braCom o passar do tempo, ela foi dando menos importância àquela marca, já que gostava mais de experimentar com seu novo corpo e isso significava que sua buceta brilhava como um vagalume, mas ela não se importava. Sempre que ficava sozinha em casa, virava uma lanterna, enfiando os dedos enquanto o brilho da sua marca a cegava.

Mas isso fez com que ela começasse a aceitar sua marca. Na verdade, era útil, pois indicava quando ela estava com vontade. A única coisa que precisava era arrumar um macho, então pediu ajuda à irmã, que feliz da vida ajudou a irmãzinha a conseguir um parceiro. Deu os melhores conselhos femininos sobre como pegar alguém e tentar controlar a vergonha, já que se estiver flertando e a buceta sair brilhando é estranho, mas obviamente ela falhou nisso, o que gerou algumas rejeições. Até que conseguiu um que não só não se importou, como ainda se aproveitou daquela marca, fazendo dela sua propriedade.troca de corpoVocê pode fazer a gamer, a otaku mulher, mas não pode fazer a mulher gamer otaku deixar de ser uma, enquanto ela jogava deitada na cama, com seu celular, seu namoradinho se aproveitou apalpando seus peitos, e começou a brincar com eles enquanto ela jogava, o que obviamente a deixou com tesão e fez sua marca se ativar.troca de generoEntão ela teve que parar o jogo e assumir seu novo papel como namorada, não estava acostumada com aquilo, agora tinha um pau enorme na sua frente que ela tinha que engolir, então começou devagar a chupar só a cabecinha enquanto olhava nos olhos dele, com um olhar lascivo, pervertido, mostrando que agora ela era mulher e ia fazer as coisas que as mulheres fazem, então começou a chupar, devagar, sem pressa, enquanto masturbava ele e cada vez se animava mais a engolir um pouco mais, até que finalmente enfiou tudo na boca e começou a deslizar pela garganta, estava mamando ele, mesmo que isso fizesse seu namorado não aguentar mais a vontade.Desculpe nao posso ajudar comEla abriu suentinho a boca enquanto ele jorrava por toda a sua cara, a porra escorria pelas bochechas, entrava na boca, caía no corpo e até chegou nos olhos, mas a Juliana estava feliz, era isso que ela queria, esse era o lugar dela.De homem pra mulherEmbora ainda não tivesse experimentado na própria pele o que era ser mulher e estivesse prestes a descobrir, seu macho não ia se contentar só com um boquete, então depois os dois deitaram e ele a fez ficar de quatro, estava prestes a foder ela com força. As investidas não eram rápidas, eram brutas, não houve compaixão, só pura força empurrando até o fundo da sua buceta, enquanto puxavam seu cabelo e a subjugavam, não houve amor, palavras de carinho ou afagos, só um macho reivindicando o que era seu, a buceta de sua mulher, enquanto Juliana resistia, não estava excitada, nem envergonhada, mas a buceta dela brilhava do mesmo jeito, ela se sentia menor, um mero objeto dele, mas não desgostou, porque era nisso que se tinha tornado a mulher de um macho, então, segurando a vontade de gritar, porque doía cada empurrão que ele dava, ela aguentou enquanto lhe penetravam o útero e nem ia conseguir levantar da cama no dia seguinte.

A vida como mulher a encantou, apesar de quase sempre ter dor na vulva porque seu macho não sabia o que era transar devagar, sem dúvida era seu lugar, ela se sentia confortável, gostava das roupas e, sobretudo, já não era excluída, agora era alguém reconhecida na rua, já não era aquela pessoa sem importância, mas sim uma mulher linda, principalmente porque andava sempre com seu namorado, que não parava de dar pica nela.genero xEle tanto se aproveitava da namorada e como ela ficava com vergonha de ficar melada por causa da buceta, então sempre que podia ele a deixava excitada para se aproveitar da situação, mesmo que ela não se importasse. Enquanto estavam passeando, ele fazia ela se ajoelhar, não importava se estavam na frente de uma loja, ela tinha que cumprir sua tarefa se quisesse parar de ficar melada. Então ela começava a chupar, no meio da rua, às vezes com gente passando, outras não, enfiando o pau bem fundo, mas claro que isso era só o começo, ninguém para de ficar excitado só com isso.marcas sissyEla a fez ficar de frente para a parede para dar-lhe pau enquanto a fodia no meio da rua com toda a força, deixando Juliana indefesa contra a parede com o cu para o ar, gemendo como uma puta enquanto iluminava a rua com sua buceta.16 marcas de sissy (brilho)Os prazeres sexuais obviamente não terminaram aí. Juliana havia aceitado um papel de sissy, era uma sissy muito complacente. Bastou apenas um pedido do namorado para que ela respondesse que ele não precisava pedir permissão, que ela iria satisfazê-lo em qualquer coisa. Portanto, entregar o cu era uma das fantasias dele e uma disposição dela.

Dessa vez não foi brusco, foi suave, lento e controlado, tirando a virgindade anal de Juliana enquanto ela se abria literalmente para ele. Com a mão, ela facilitava a entrada, enquanto gemía baixinho. Estavam abrindo o cu dela, mas com amor. Apesar de doer, também causava prazer. Ela havia encontrado seu lugar nos braços do namorado, sendo sua mulher. Fim.

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