Oi, meus amores, vim contar uma história sexy que rolou com um amigo de infância. A história que vou contar é sobre o Marcos, um amigo meu de toda a vida... Ele era do meu bairro... A gente estudou junto até o ensino médio. Nossa amizade durou até os 20 anos, quando ele decidiu estudar arquitetura e foi embora da cidade pra capital pra realizar o sonho dele. A gente manteve contato por um tempo... mas depois que ele se formou, nunca mais soube dele... Fiquei sabendo que ele casou, mas divorciou rapidinho... Perdi o contato, mas de vez em quando os outros amigos do grupo (Fávio e Lucho) falavam dele... Na nossa época, éramos um grupo de 4... inseparáveis... éramos melhores amigos... tivemos várias aventuras, mas por causa da vida, a gente se perdeu de vista... O Lucho e o Fávio se afastaram de mim quando começaram a perceber minha orientação sexual, e nem te conto quando comecei a me transformar... aà eles pararam de falar comigo de vez (as mulheres deles proibiam eles de chegar perto de mim). Uma tarde, recebi um WhatsApp... Era o Marcos entrando em contato comigo. Marcos: Oi, Cris, como você tá? Quanto tempo!!! Sabe que vou passar perto do bairro e queria reunir a galera... um tempinho, mesmo que seja só pra conversar... tô com muita saudade de vocês, mano. Quero ver vocês. Eu: Que surpresa, Marquitos, que bom saber de você... tô disponÃvel quando você quiser. Adoraria saber de você. Marcos: Eu também, amigo, senti muita sua falta... tô doido pra te ver e ver os meninos. Eu: Faz tempo que não falo com os meninos, mas adoraria te ver... passa lá em casa. Marcos: Sábado vou reunir todo mundo no bar do Tito, como nos velhos tempos... ninguém sabe que os outros vão, então vai ser uma surpresa... Então, amigo, te vejo sábado à s 22h no bar. Eu: Show, amigo, estarei lá. Apesar de ter ficado muito feliz em rever meu amigo... não sabia como ele reagiria ao me ver assim... já que a última imagem que ele tinha de mim era a do amigo gordinho que era leal a ele... Mesmo com a dúvida, decidi ir. Como eu sou agora... ele tinha que saber a verdade e, se fosse meu amigo, ia aceitar. Chegou o sábado... me vesti como se fosse sair e cheguei no bar do Tito... um pouco depois das 10. Entro e os caras já estavam tomando cerveja... todo mundo me cumprimenta, já que me conheciam bem (outra história que conto depois) e eu me aproximo. Fávio e Lucho na hora perceberam que era eu, mas o Marcos não. Falo "Oi, galera" com alegria e sento. Marcos: "Desculpa, gata, mas essa cadeira tá ocupada pra um amigo..." Eu: "Eu sei... hahaha não me reconheceu?? Sou eu, amigo..." Marcos: "Cris, é você?? Não acredito, sério." Ele levanta pra me olhar direito... olha pros outros e eles falam: "Sim, Marquitos, é o Cris... ou melhor, a Gabriela." Marcos: "Não acredito, mano, o que aconteceu com você?? Tá falando sério?? Ou tão me fazendo uma piada de mau gosto?" Eu: "Sou eu, amigo... agora sou a Gabriela... não tive coragem de te contar antes com medo de você se assustar e não querer me ver... mas sou eu. Que estranho os caras não terem te contado." Fávio: "A gente não sabia que você vinha, por isso." Eu: "Se incomoda, eu vou embora, sem problema... depois me chama, Marcos." Marcos: "Imagina, Cris... digo, Gabi... você é meu amigo e não tô nem aà se agora se sente mulher... senti sua falta." Ele me abraça forte e aà a tensão sumiu. Eu me senti aliviada... e à vontade... os outros dois relaxaram e a gente começou a conversar numa boa. A noite foi perfeita... a gente se acabou de rir... colocou o papo em dia. Marquitos contou a vida dele (se formou, tentou casar, mas levou chifre e nunca mais confiou em mulher)... me perguntaram da minha vida e contei tudo... longe de me julgar, me deram força. Lucho e Fávio pediram desculpa por terem se afastado, e o Marcos deu uma bronca neles... ele era o elo entre a gente... era nosso melhor amigo. A gente tava alegre por causa da cerveja e, de repente, o Tito chegou falando que a gente tinha que ir porque ia ter um show privado... bem na melhor hora. SaÃmos do bar e os caras queriam continuar. Tavam alegres e não queriam voltar pra casa... Propus ir pra minha casa ouvir música e continuar bebendo... aceitaram, compramos bebidas e fomos. Em casa, a coisa ficou espetacular... começamos a beber e fumar maconha. Eles elogiavam minha roupa e diziam que eu era muito feminina.

Eu agradecia e perguntava como eles se sentiam e se minha figura feminina incomodava eles... eles diziam que tava tudo bem e o papo continuou numa boa junto com a cachaça.
Tirei a jaqueta e os caras ficaram olhando enquanto eu rebolava pra eles. Já dava pra ver a minha fio dental, mas eles não tavam nem aÃ.
Surpresos... o tempo todo eu dizia pra eles que se incomodassem, eu podia me vestir mais, mas eles não deixaram e falaram pra eu ficar à vontade. Eu criei confiança e me soltei... coloquei música e a gente começou a dançar... a gente se acabou de rir, zoamos, dançamos e a cerveja acabou... abri uns vinhos que eu tinha e aquilo nos deixou eufóricos... eu tirei a camiseta, fiquei só de top, e os caras não paravam de me olhar.
A gente continuou dançando um pouco até que o vinho começou a bater forte em mim... Fiquei muito tonta e sentei, sem nem perceber que já tava mostrando demais.

Sem perceber, eu tava mó mamada e de pernas abertas mostrando a calcinha... Eu tava mó mamada... Ao ver isso, o Fávio e o Lucho começaram a ficar desconfortáveis e decidiram vazar... Marcos: Ei, caras, já vão embora?? Bem na melhor parte da noite??? Lucho: É, desculpa aÃ, galera... Nossas minas são mó tóxicas... Se a gente não for agora, vai dar merda feio... Ah, que otários, falei... Não sejam burras, essas aÃ, já sei que me odeiam... Fala pra elas que são umas putinhas... Eu tava mó mamada e soltei o que tava engasgado há anos... E vocês dois são mó por baixo do pano, para de palhaçada... Bando de cagões... Lucho: Viu como você sempre passa do ponto?? Por isso que a gente parou de falar com você... Eu: Tá, então caiam fora, bando de corno manso... Tentei levantar, mas tava com um puta pum.
Os caras gostosos decidiram vazar... o Marcos educadamente abriu a porta pra eles... Lá fora tava caindo um temporal... uma tempestade do caralho. Falei pro Marcos ficar, que não tinha problema.
Marcos: "Sério, não enche o saco?" Fico mais um pouco...
Eu: "É, fica aÃ, já foi."
Continuamos conversando e bebendo... a gente pegou um porre daqueles, os dois. Eu tava muito chapada e comecei a me sentir tão mal que comecei a falar um monte de merda e mostrar mais do que devia.
Tento me levantar e, do peido que eu tava, um peito escapa... eu lutava pra tentar me levantar, mas não conseguia... entre o peido que eu tava, pude perceber que o Marcos me olhava surpreso, e isso começou a me excitar... não queria dar mole... ele era meu melhor amigo... sabia que não podia rolar nada, mas com a puta que eu sou, mais o álcool no sangue, eu não tava nem aÃ. Marcos: Ei, ei, ei, amiga, para... você não tá bem... olha como você tá... vai se machucar assim... Eu: Desculpa, amigo... (com voz de bêbada) desculpa. Não aguento mais, te incomoda se eu deitar?? E não me chama de amigo... lembra que sou mulher agora. Marcos: Não, não incomoda nada... desculpa, amiga, é verdade... vem que te ajudo a deitar. Ele me leva até o quarto e eu falo: Para, eu não consigo deitar assim... desculpa, amigo, me ajuda a tirar a saia. Marcos: Amiga, não... não dá mole, tô aqui eu. Eu: Não tem problema... a gente tem intimidade... você é meu melhor amigo... além disso, é minha casa e eu durmo assim. Marcos: É, você tem razão, amiga, desculpa... fica à vontade, eu não olho... Eu tiro a saia.

Fico só de fio dental e o Marcos, longe de tampar os olhos, fica olhando com atenção... Ele me ajuda a deitar... Sinceramente, eu nem sabia mais meu nome... Tava com um porre do caralho... Tentei dormir, mas tudo girava... Precisava vomitar...


Eu me revirava na cama até que comecei a vomitar pro lado... um nojo... O Marcos trouxe um balde e me virou pra eu não me afogar... Me ajuda, amigo, eu pedia... Claro, lógico... e ele me virou. Eu tava tão pra trás que, sem perceber, fiquei de peito à mostra pra ele.

Eu, do jeito que dava, pedia desculpa por aquele show nojento, mas ele falava que não tinha problema... Ele disse: "Amiga, não posso te deixar assim."
Eu: "Anda, amigo, não é nada."
Ele revira os bolsos e descobre que tinha perdido a chave do hotel.
Marcos: "Nããão, amiga, perdi as chaves, porra, como é que eu vou agora?"
Eu: "Fica pra dormir, amigo... Tá caindo um temporal lá fora, não dá pra ir embora assim."
Marcos: "Tem certeza?? Não te incomoda??"
Eu: "Para. Nada, olha, vou deixar você ir embora com essa tempestade? Fica e de quebra ainda cuida de mim."
Marcos: "Fechou, valeu, amiga, vou ficar e te ajudo."
Eu, já bêbada, quase desmaiando, falo: "Deita comigo, vem."
Marcos: "Nããão, amiga, de jeito nenhum... Vou dormir no sofá..."
"Como quiser", falei... Sabendo que logo ele ia se tentar e vir pra cama comigo... Continua...


Eu agradecia e perguntava como eles se sentiam e se minha figura feminina incomodava eles... eles diziam que tava tudo bem e o papo continuou numa boa junto com a cachaça.
Tirei a jaqueta e os caras ficaram olhando enquanto eu rebolava pra eles. Já dava pra ver a minha fio dental, mas eles não tavam nem aÃ.
Surpresos... o tempo todo eu dizia pra eles que se incomodassem, eu podia me vestir mais, mas eles não deixaram e falaram pra eu ficar à vontade. Eu criei confiança e me soltei... coloquei música e a gente começou a dançar... a gente se acabou de rir, zoamos, dançamos e a cerveja acabou... abri uns vinhos que eu tinha e aquilo nos deixou eufóricos... eu tirei a camiseta, fiquei só de top, e os caras não paravam de me olhar.
A gente continuou dançando um pouco até que o vinho começou a bater forte em mim... Fiquei muito tonta e sentei, sem nem perceber que já tava mostrando demais.

Sem perceber, eu tava mó mamada e de pernas abertas mostrando a calcinha... Eu tava mó mamada... Ao ver isso, o Fávio e o Lucho começaram a ficar desconfortáveis e decidiram vazar... Marcos: Ei, caras, já vão embora?? Bem na melhor parte da noite??? Lucho: É, desculpa aÃ, galera... Nossas minas são mó tóxicas... Se a gente não for agora, vai dar merda feio... Ah, que otários, falei... Não sejam burras, essas aÃ, já sei que me odeiam... Fala pra elas que são umas putinhas... Eu tava mó mamada e soltei o que tava engasgado há anos... E vocês dois são mó por baixo do pano, para de palhaçada... Bando de cagões... Lucho: Viu como você sempre passa do ponto?? Por isso que a gente parou de falar com você... Eu: Tá, então caiam fora, bando de corno manso... Tentei levantar, mas tava com um puta pum.
Os caras gostosos decidiram vazar... o Marcos educadamente abriu a porta pra eles... Lá fora tava caindo um temporal... uma tempestade do caralho. Falei pro Marcos ficar, que não tinha problema. Marcos: "Sério, não enche o saco?" Fico mais um pouco...
Eu: "É, fica aÃ, já foi."
Continuamos conversando e bebendo... a gente pegou um porre daqueles, os dois. Eu tava muito chapada e comecei a me sentir tão mal que comecei a falar um monte de merda e mostrar mais do que devia.
Tento me levantar e, do peido que eu tava, um peito escapa... eu lutava pra tentar me levantar, mas não conseguia... entre o peido que eu tava, pude perceber que o Marcos me olhava surpreso, e isso começou a me excitar... não queria dar mole... ele era meu melhor amigo... sabia que não podia rolar nada, mas com a puta que eu sou, mais o álcool no sangue, eu não tava nem aÃ. Marcos: Ei, ei, ei, amiga, para... você não tá bem... olha como você tá... vai se machucar assim... Eu: Desculpa, amigo... (com voz de bêbada) desculpa. Não aguento mais, te incomoda se eu deitar?? E não me chama de amigo... lembra que sou mulher agora. Marcos: Não, não incomoda nada... desculpa, amiga, é verdade... vem que te ajudo a deitar. Ele me leva até o quarto e eu falo: Para, eu não consigo deitar assim... desculpa, amigo, me ajuda a tirar a saia. Marcos: Amiga, não... não dá mole, tô aqui eu. Eu: Não tem problema... a gente tem intimidade... você é meu melhor amigo... além disso, é minha casa e eu durmo assim. Marcos: É, você tem razão, amiga, desculpa... fica à vontade, eu não olho... Eu tiro a saia.

Fico só de fio dental e o Marcos, longe de tampar os olhos, fica olhando com atenção... Ele me ajuda a deitar... Sinceramente, eu nem sabia mais meu nome... Tava com um porre do caralho... Tentei dormir, mas tudo girava... Precisava vomitar...


Eu me revirava na cama até que comecei a vomitar pro lado... um nojo... O Marcos trouxe um balde e me virou pra eu não me afogar... Me ajuda, amigo, eu pedia... Claro, lógico... e ele me virou. Eu tava tão pra trás que, sem perceber, fiquei de peito à mostra pra ele.

Eu, do jeito que dava, pedia desculpa por aquele show nojento, mas ele falava que não tinha problema... Ele disse: "Amiga, não posso te deixar assim." Eu: "Anda, amigo, não é nada."
Ele revira os bolsos e descobre que tinha perdido a chave do hotel.
Marcos: "Nããão, amiga, perdi as chaves, porra, como é que eu vou agora?"
Eu: "Fica pra dormir, amigo... Tá caindo um temporal lá fora, não dá pra ir embora assim."
Marcos: "Tem certeza?? Não te incomoda??"
Eu: "Para. Nada, olha, vou deixar você ir embora com essa tempestade? Fica e de quebra ainda cuida de mim."
Marcos: "Fechou, valeu, amiga, vou ficar e te ajudo."
Eu, já bêbada, quase desmaiando, falo: "Deita comigo, vem."
Marcos: "Nããão, amiga, de jeito nenhum... Vou dormir no sofá..."
"Como quiser", falei... Sabendo que logo ele ia se tentar e vir pra cama comigo... Continua...
3 comentários - Reencontro com um velho amigo