Relato cuck: a casada ninfomaníaca 4

Relato cuck: a casada ninfomaníaca 4A parada tinha escalado tanto que já não bastava mais o Javier me comer dentro de casa, escondidos que nem ladrões. Cada vez que ele me fodia na sala, na cozinha ou na cama de casal, eu sentia que faltava alguma coisa. Um fogo mais escuro, mais perigoso, ardia dentro de mim. Eu queria risco de verdade. Queria que o perigo roçasse na minha pele, que alguém pudesse nos ver, nos ouvir, nos descobrir. A ideia de um vizinho, um entregador ou até o Alberto voltar de surpresa e nos pegar molhava minha buceta de um jeito que nenhum brinquedo ou nenhuma foda "segura" conseguia igualar. Naquela tarde, quando o Javier chegou "pra trabalhar" na cozinha, eu já tinha tudo planejado. O Alberto tava no escritório até tarde e meu filho numa festa de aniversário que ia até a noite. A casa tava vazia… mas eu não queria ficar dentro. Mal ele fechou a porta, eu empurrei ele contra a parede e mordi o lábio inferior dele. — Hoje não quero que você me coma dentro, Javier. Quero que você me foda lá fora. No jardim dos fundos. Onde qualquer um pode nos ver se espiar pela cerca. Ele levantou uma sobrancelha, aquele sorriso safado que eu tanto amava se desenhou no rosto moreno dele. — Você é uma puta cada vez mais perigosa, Mariela. Adoro isso. Eu vesti um legging branco, bem apertadinho, sem calcinha por baixo. O tecido se enfiava entre os lábios da minha buceta, marcando direitinho o cameltoe. Por cima, só uma camiseta larga sem sutiã, pra minhas tetas grandes balançarem soltas a cada passo. A gente saiu pro jardim dos fundos. O sol da tarde esquentava a grama, a cerca de madeira não era muito alta e os vizinhos dos dois lados tinham janelas que davam bem pra lá. Qualquer um que olhasse por acaso podia nos ver. Estendi uma manta velha no gramado, fiquei de quatro feito uma puta no cio e arqueei as costas, oferecendo minha bunda redonda e firme. O legging branco esticava obsceno nas minhas nádegas. O Javier quase não tirou nada. Só baixou a calça e a cueca até os joelhos. O pau preto dele, grosso e já completamente duro, saltou livre, aquela cabeça enorme como um cogumelo roxo brilhando de precum. Ele se ajoelhou atrás de mim, puxou minha legging até os joelhos de uma vez e, sem preâmbulos, colocou aquela monstruosidade na minha entrada. —Se prepara, mamita… hoje vou te partir no jardim do seu marido. Ele empurrou. Glop. A sensação foi deliciosa. Minha buceta já estava completamente acostumada com a grossura dele depois de tantas tardes de fodas selvagens. Senti ele entrar centímetro por centímetro, me abrindo ao máximo, preenchendo cada cantinho do meu interior. A cabeça grossa roçava meu ponto G a cada movimento e chegava até o fundo, pressionando contra meu colo do útero como se quisesse entrar no meu útero. Gemi alto, sem conseguir me segurar. —Aaaahhh… Javier… que gostoso que você tem…! Ele começou a se mover. Devagar, mas com estocadas duras e profundas. Cada vez que enterrava o pau todo, o quadril dele batia na minha bunda com um som molhado e carnudo. Ele me dava tapas fortes na bunda, as mãos grandes dele deixando marcas vermelhas na minha pele clara. A dor misturada com o prazer me deixava louca. Meus gemidos estavam cada vez mais altos. Não conseguia me calar. A buceta escorria, os fluidos desciam pelas minhas coxas e molhavam a legging abaixada. —Shhh… quietinha, puta —rosnou Javier—. Alguém pode te ouvir. Mas eu não conseguia. Gemia mais alto a cada estocada. Então ele tirou um lenço do bolso, enfiou na minha boca como uma mordaça improvisada e amarrou atrás da minha cabeça. Agora meus gemidos ficavam abafados, transformados em gemidos lamentáveis e excitantes. —Assim… boa raposa. Morde meu pau. Comecei a empurrar pra trás, fodendo ele também, sentindo como aquele pau grosso abria minha buceta até o limite. O sol batia nas minhas costas, o ar fresco roçava meus peitos que balançavam pesados debaixo da camiseta. Sabia que se alguém aparecesse na janela do vizinho da direita ou subisse no segundo andar da casa da frente, nos dava pra ver clarinho: eu de quatro, com a legging branca arriada até o joelho, a bunda grande no ar, sendo empalada por um senhor mais velho, careca e moreno que tava rasgando minha buceta no meio do jardim. A ideia já me fez gozar na primeira vez. Meu corpo travou, a buceta apertou o pau dele e eu soltei um gemido abafado no lenço enquanto me inundava de prazer. Javier não parou. Continuou me comendo com aqueles movimentos lentos mas brutais, tirando quase o pau todo e enfiando de novo até o fundo. Meus peitos balançavam, o suor escorria pelas minhas costas. Depois de uns minutos, ele rosnou no meu ouvido: — Vou encher você, putinha... quer meu leite?vadiaAssenti desesperada, empurrando minha bunda contra ele. Gozou dentro de mim com força. Jatos quentes e grossos inundaram minha buceta enquanto eu gozava pela segunda vez, tremendo inteira, as pernas bambas, o lenço encharcado da minha saliva. Senti o sêmen transbordando, escorrendo ao redor do pau dele e escorrendo pelas minhas coxas. Quando ele finalmente tirou aquele pau ainda gotejando, um rio branco e grosso saiu da minha buceta aberta e caiu no cobertor. Fiquei ali, de quatro, ofegante, com a legging abaixada e a bunda marcada de palmadas. Nos limpiamos como deu com toalhas que eu trouxe de casa. Almoçamos algo rápido na cozinha: tacos que eu tinha preparado antes, cervejas geladas. Javier comia devagar, me olhando com aquele sorriso satisfeito. —Nena, isso foi muito prazeroso — disse enquanto limpava a boca—. Adoro foder sua buceta. Você é a melhor puta que tive em anos. Mas hoje entrego o trabalho pro seu marido e tenho uma má notícia… Fiquei paralisada, com o garfo no ar. —O que foi? Ele suspirou, mas os olhos ainda brilhavam com malícia. —Olha, Mariela… vou ficar fora da cidade por um bom tempo. Um trampo grande no norte, seis meses no mínimo. Talvez mais. Não vou poder vir te comer como até agora. O mundo desabou. Senti um vazio horrível no estômago e, ao mesmo tempo, um calor traiçoeiro entre as pernas. Seis meses sem aquele pau… sem aquela sensação de estar completamente cheia, aberta, usada. —Seis meses? — sussurrei, a voz falhando. Javier se aproximou, levantou meu queixo com dois dedos e me olhou direto nos olhos. —Mas não pense que vou te largar assim, mamita. Tenho planos pra você enquanto estiver fora. Quero que continue sendo minha puta… mesmo sem eu estar aqui. Quero que tire fotos e vídeos da sua buceta inchada depois de se masturbar pensando em mim. Quero que me mande áudios gemendo meu nome enquanto se fode com seus brinquedos. E quando eu voltar… — sorriu com aquele sorriso sujo— vou te foder mais forte do que nunca. Talvez até te coma o cu de verdade, agora que você já tá mais aberta. Mordi o lábio. O tesão voltou com força. A ideia de esperar por ele, de obedecer ele à distância, de me transformar na putinha virtual dele enquanto Alberto continuava sem desconfiar de nada… me excitava tanto quanto me entristecia. —Tá bom… —sussurrei—. Vou ser sua puta mesmo que você esteja longe. Mas me promete que quando voltar você vai me foder nesse mesmo jardim de novo… e que dessa vez você não vai parar mesmo que alguém nos veja. Javier soltou uma risada grave e apertou um dos meus peitos com força. —Eu prometo, rabuda. E talvez da próxima vez eu faça você gritar tão alto que a vizinhança inteira saiba que tipo de puta casada você é. Naquela noite, quando Alberto chegou e Javier entregou o “trabalho terminado” na cozinha (que na verdade tava igualzinho antes), meu marido pagou o último valor com um sorriso agradecido. Eu tava parada do lado deles, com a buceta ainda cheia de porra da fodida no jardim, as nádegas ardendo das palmadas e um sorriso inocente no rosto. Alberto apertou a mão de Javier sem imaginar que aquele mesmo homem tinha acabado de encher minha buceta na grama dos fundos. Quando Javier foi embora, fiquei olhando pela janela enquanto a caminhonete dele se afastava. Meu corpo ainda tremia de prazer e de expectativa. Seis meses. Seis meses esperando por ele, me masturbando pensando na pica grossa dele, mandando provas de como eu continuava sendo a putinha dele. Mas quando ele voltasse… eu ia deixar ele me comer onde quisesse, como quisesse, e com todo o perigo que eu pudesse aguentar. Porque agora eu sabia exatamente o que me deixava louca: não só a pica enorme dele… mas o risco de ser descoberta enquanto me transformava na rabuda infiel que sempre sonhei ser. E dessa vez, o jogo tava só começando de novo. Fim… por enquanto.infiel

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