frente a mim e recolhi tudo enquanto Cielo Riveros carregava o DVD, ver ela de costas pra mim, aquela bundinha pequena, branca e inocente e os peitinhos de perfil, iam me fazer gozar antes da hora. – Pau, tá quase começando, senta aqui no sofá, uma de cada lado de mim.
E assim fizeram, e com a mão esquerda acariciei a bucetinha pelada da Cielo Riveros, enquanto com a cabecinha da outra Pau, espera, mas também vou me despir, é justo, vamos ficar os três iguais, e rapidamente tirei a roupa e joguei em cima da mesa da sala, sentei com meu pau duro entre as duas gatas e elas só riram, e continuei esfregando a bucetinha virgem da Cielo Riveros, e Pau só olhou pro meu pau duro e riu, e eu falei Paucita, pega nele com sua mãozinha, como te mostrei da outra vez, lembra? Assim, peguei a mão dela e esfreguei no meu pau, e depois deixei ela continuar sozinha.
Tira a pausa, Cielo Riveros, e o vídeo começou, era de duas minas na cama delas através de uma webcam, e logo se beijaram, levantaram as blusas e mostraram os peitos, e as duas gatas viram e eu falei, viu como elas também brincam, mas a gente faz melhor, essa é a parte que quero que vocês vejam, e no vídeo uma montou em cima da outra no 69, sem calcinha, e começaram a chupar as bucetinhas uma da outra.
– Olha, olha, não perde nenhum detalhe, agora vocês vão fazer isso.
Pau, não para de esfregar enquanto olha.
E as minas estavam de tirar o fôlego, e eu tomei o controle e pausei.
– Ok, e vamos filmar, vocês já têm uma ideia de como continua o filme que a gente tá gravando os três.
– Acho que sim, disse Cielo Riveros. Muito bem, olha, Pau, vê a bucetinha da sua irmã.
Pau tava no sofá e eu parei a Cielo Riveros na frente dela, com meus dedos abri os lábios da Cielo Riveros, e ela tremeu um pouco, enquanto Pau via em detalhe, você vai chupar assim, me ajoelhei na frente da Cielo Riveros e coloquei minha boca nela e comecei a chupar, enquanto Pau tava a só 10 cm de distância.
Vendo em detalhe o que eu tava fazendo com minha boca.
Cielo Riveros começou a Suspirar e de repente eu parei e ela me disse – Por que você parou, tá gostoso? Mudei pras minas e mostrei pra Cielo Riveros, chupando o Pau, o Pau diferente da irmã dela se mexia mais e sorria.
Já pegou ele? "A gente acha que sim", disseram as duas.
Ok, mas vamos fazer assim, começamos nos beijos, os dois pelados, sentamos e agora vou arrumar vocês.
Coloquei a Pau tocando os peitos de maçã da Cielo Riveros, esfregando a bucetinha dela na Pau, quando ela diz ação se beijar e se acariciar na parte do outro, onde tão a mão e a ação, isso foi a coisa mais erótica que eu já vi na vida e me separar e a Cielo Riveros falar isso, mana, quero chupar sua bucetinha, ok e a Pau responde Cielo Riveros eu também quero chupar a sua, vou ser tão puta quanto você e beijar e cortar, minas sensacionais.
"Tão cansadas?" "Tô com a boca meio dolorida", disse a Cielo Riveros.
É por tantos beijos, não se preocupa, agora vão fazer outra coisa. Quando eu disser ação, Pau, você levanta do sofá, Cielo Riveros, você se deita, abre bem as pernas e Pau, você vai montar em cima dele igual no vídeo e vai lamber a bucetinha dele, enquanto a Cielo Riveros lambe a sua. Elas conseguem. Teve um ensaio e eu já estava posicionando elas, e parece que as minas entenderam, e eu falei: agora se a cena for bem, preparadas e ação... Não ri, Cielo Riveros, lambe, lambe a bucetinha da sua irmã mais nova igual a puta que você é. Pau, lambe, sei que você é torta, mas lambe como eu te ensinei. Que isso, meninas, relaxem, sintam uma a outra, isso aí, se deixem levar. Vocês sentem que são um par de vadias e querem experimentar todo tipo de sexo. Pau, não olha pra mim, continua... Isso, isso, isso, isso, já se encaixaram, não se soltem, continuem se lambendo, acelerem, gatinhas, é isso aí, não parem, continua Pau. Cielo Riveros se afasta e me diz: – Ah, sinto que quero mijar. Não é xixi, gostosa, é o seu gozo que vai sair, sua irmã mais nova tá tirando ele com a língua. – Ah, ah, já vem, me disse Cielo Riveros enquanto Pau não parava de lamber ela. Cielo Riveros, não tenha medo do que sair da boca da sua irmãzinha promíscua. E Cielo Riveros começou a ofegar enquanto tinha a bucetinha da Pau na boca, ela tava gozando. E respirando pesado. Ela se separou e disse: "que delícia, foi isso que eu senti". – Um orgasmo sujo. Vadias como vocês sentem quando são fodidas. E Pau para de lamber, abraça as pernas da irmã e começa a tremer. Cielo Riveros, lambe, lambe ela, você vai fazer ela gozar também.
Pau só arregalou os olhos e começou a respirar muito rápido, e Cielo Riveros se afastou, e dava pra ver o buraquinho da Pau tremendo, embora não saísse nada dele por causa da pouca idade dela. Não parei de filmar todos os ângulos; assim que o orgasmo da Pau terminou, Cielo Riveros se juntou: "Quero que a gente seja amantes lésbicas, uma da outra, quando as mães não estiverem por perto."
Ah, essas palavras safadas eram mel nos meus ouvidos, saindo da boca de uma menina tão angelical e inocente quanto Cielo Riveros. E Pau disse: "Sim, irmã, vou ser sua putinha e a gente vai foder... Grande Pau, e fala isso quando não tiver nenhum homem de pé pra nos foder."
Excelentes garotas, são atrizes de Hollywood. Vamos encerrar a cena com Pau dizendo: "Cielo Riveros, quero que me ensine a chupar um pau de pé." E ação, e digam: "Cielo Riveros, quero que a gente chupe um pau quente juntas e se banhe em porra, enquanto beija a pequena foxy."
Excelente, Cielo Riveros, fala com mais emoção e maturidade... Ah, garotas, vocês são minhas duas putinhas dos sonhos... Ah, já são 4 da tarde.
Como o tempo voa rápido.
Cielo Riveros, você vai esquentar a comida? Cielo Riveros olhava pra irmã mais nova com olhos de ternura, não sei se tinha despertado algo nessas meninas, e me disse: "Ah, sim, vou fazer, assim pelada mesmo, acho."
"É a regra, Cielo Riveros. A gente vai comer e depois vocês vão chupar meu pau, putinhas inocentes filhinhas da mamãe, e eu vou deixar vocês todas arrebentadas... Continua."
Ah, já são 4 da tarde.
Como o tempo voa rápido. Cielo Riveros, você vai esquentar a comida? Cielo Riveros? Cielo Riveros olhava pra irmã mais nova com olhos de ternura, não sei se tinha despertado algo nessas meninas, e me disse: "Ah, sim, vou fazer, assim pelada mesmo, acho."
"É a regra, Cielo Riveros. A gente vai comer e depois vocês vão chupar meu pau, putinhas inocentes filhinhas da mamãe, e eu vou deixar vocês todas arrebentadas..." Fomos pra cozinha, e Cielo Riveros rapidamente começou a tirar refratários da geladeira e colocar no forno, e cerca de meia hora depois de comer, estava pronto pras garotas. Chupariam e queriam que Pau fizesse a primeira mamada dela.
Bom, meninas... Vamos continuar brincando na sala de estar, antes que escureça e eu tenha que ir.
Cielo Riveros e Pau eram crianças e riam de qualquer besteira, se provocavam e diziam – lá vamos nós.
Chegaram na sala e sentaram no sofá, coloquei minha câmera filmando e falei pra Cielo Riveros me fazer um boquete como eu te ensinei, pequena foxy.
Cielo Riveros se levantou, se ajoelhou na minha frente, com a carinha de menina inocente dela, pegou meu pau nas mãos frias, colocou na boca e começou a chupar.
Eu tava com um tesão doido vendo aquele anjo chupando, mas não queria gozar tão cedo e chamei a Pau.
Agora você, Pau, vem.
Cielo Riveros, ensina sua irmã a ser uma putinha igual você.
Pau, quero chupar teu pau. —Tá bom.
Quero... Ajoelha aqui com tua irmã.
Cielo Riveros, você vai pegar meu pau e oferecer pra Pau.
Pau, já viu como tua irmã chupa meu pau, é isso que você vai fazer, só com os lábios, sem encostar os dentes.
Devagar, devagar, isso, assim, ah, que delícia, Pau, sinto tua boca muito gostosa. Cielo Riveros, lambe as bolas que tão embaixo do meu pau.
—Essas? —Sim, meu amor, essas.
Só estica a língua e lambe elas igual uma putinha.
Pau, não para de chupar.
—Ah, meninas, vocês me enlouquecem, são de primeira, só se a mãe de vocês visse.
Não arranha.
—Ah, Pau, quase me mordeu... —Desculpa.
Não se preocupa, princesa, continua chupando. Cielo Riveros, lambe a lateral do meu pau com a língua, assim, tão gostoso.
A única coisa que se ouvia naquela casa eram meus sons de prazer que eu tirava das bocas das meninas e as bocas delas fazendo glu, glu, exaltando tudo.
—Puta safadas, vou gozar, quero que vocês me beijem e falem, rápido, queremos gozo na cara.
"Queremos gozo na nossa cara", falaram em uníssono.
Bsense, infelizmente. Comecei a esfregar meu pau o mais rápido que podia e em menos de 10 segundos comecei a disparar meus jatos na cara das meninas, enquanto elas se beijavam na boca, só riam e eu dizia pra elas não se mexerem.
1, 2, 3 jatos brancos saíram e se espalharam nas bochechas das duas, no cabelo da Pau, no olho da Cielo Riveros, meu pau pulsava muito gostoso, eu tava realizando meu sonho pedófilo com essas duas meninas inocentes.
Finalmente terminei de espremer toda minha rolha na cara delas e todas estavam banhadas em porra, que escorria do queixo até os peitos lisos.
– Você gosta de meninas? A Cielo Riveros lambeu a língua e disse – Sim, é muito gostoso, e a Pau limpou toda a porra melada do rosto com a mãozinha dela e eu falei pra Pau, espera. Cielo Riveros, quero que você coma a porra que escorre na cara da sua irmã mais nova, lembra que é parte do jogo e você tem que seguir as regras.
Cielo Riveros, toda nua e melada de porra, se aproximou da Pau, que só olhava com um olho semicerrado porque a porra escorria, e a Cielo Riveros virou pra me olhar e eu disse pra ela botar a língua pra fora e lamber tudo, e ela fez isso.
Ver a Cielo Riveros lambendo a cara da irmã mais nova pra comer minha porra me deixou totalmente louca, e pensar que essas meninas de semanas atrás eram meninas normais de 19 e 18 anos, brincando de boneca e no balanço, e agora eram minhas putinhas.
A Pau acabou de falar – Tô com cócegas – e riu, e a Cielo Riveros – Espera, idiota, tô te limpando, não mexe – e eu falei Cielo Riveros repete isso – Que delícia que você levou porrada de porra, irmãzinha.
Muito gostoso... E lamber isso, isso.
Pau, agora limpa o rosto da Cielo Riveros também. E Pau, que claramente era mais velha que a Cielo Riveros por causa disso, dava pra ver de longe, claro, sem deixar de ser uma menina inocente, começou a lamber o rosto da Cielo Riveros. "Beleza, meninas, vão tomar banho na banheira. Cielo Riveros, vai preparar tudo, que eu arrumo aqui."Me vesti, desliguei a câmera, limpei qualquer evidência suspeita, lavei os pratos e subi as escadas. Vi as duas meninas na banheira, rindo e espirrando água pra todo lado. Sentei na borda da banheira, peguei uma bacia e comecei a derramar água morna na cabeça das duas, pra garantir que não ficasse nenhum resto de porra nelas.
Quando iam se secar, dei pra elas umas toalhas que eu tinha na mochila. Seria muito suspeito se as meninas ficassem tomando banho direto, e nesse caso, as duas. Então, quando precisavam se lavar, eu trazia as toalhas e levava comigo pra não deixar nenhuma evidência.
Dei duas toalhas pra cada uma e uns roupões de banho pra meninas. Repito: eu carregava tudo isso na minha mochila. Cielo Riveros, feito uma mocinha, fechou o roupão, enrolou o cabelo na toalha e foi pro quarto dela. Pau só colocou a toalha como se fosse uma capa e ficou pelada... Ainda faltava uma hora e meia pra mãe chegar, mas eu queria que elas saíssem e que o banheiro arejasse pra não deixar nenhuma evidência.
Enquanto as meninas se secavam, tirei da mochila uma revista sobre pedofilia, em alemão. Deitei na cama da Cielo Riveros e chamei elas pra deitar do meu lado pra ver. As meninas, fazendo o máximo de fofura possível depois do banho na banheira onde até brincaram com o patinho de borracha, estavam prontas pra ver pedofilia comigo. Começamos a folhear a revista. Nela tinha fotos de meninas normais como elas, uma série completa que vimos, todas com roupinha de bebê. Lá estavam as mais inocentes, até serem espancadas e gozarem no cabelo.
Cielo Riveros me perguntou o que estavam fazendo naquela foto, e era de uma menina com meio pau enfiado na bucetinha dela. E eu respondi... disse – amor, isso se chama foder e é quando alguém como eu mete o pau na buceta de umas vadias putinhas que nem tu.
2, então com esse joguinho, eu me sinto gostoso e tu também.
Além disso, a Pau falou – Vamos fazer isso! E a Cielo Riveros balançava a cabecinha confirmando o que a irmã tinha dito e eu falei pra elas... – Eu adoraria umas minas gatas, mas hoje não.
Sua mãe vai chegar e lembra que se você não quiser morrer nas mãos do monstro, ninguém além de nós 3 pode saber dessas brincadeiras e mesmo que elas fizeram biquinho, a Cielo Riveros mudou de cara quando me disse – Ei, depois de ver essas fotos, tô com vontade de chupar teu pau de novo.
— Também falei Pau e disse pra elas — Não, meninas, vocês já tomaram banho e não podem se sujar de novo, nem tomar outro banho. — Ah, não é justo, responderam as duas, então o que a gente vai fazer?
Eu disse, sinto muito, lembram quando chuparam as borboletas uma da outra?
E sentiram como se estivessem urinando, não querem fazer de novo? E as duas — Sim!!! Cielo Riveros tirou o roupão e a toalha do cabelo e se deitou nua com as pernas abertas na cama, e Pau rapidamente subiu em cima dela, nem precisei falar nada e elas começaram a se lamber sozinhas.
Ficaram assim por um bom tempo, eu era só um espectador de pau duro, até que depois de um tempo Cielo Riveros começou a ofegar e disse — Tô sentindo a urina saindo, mas continuou lambendo a Pau e a irmãzinha dela também em cima de Cielo Riveros tremeu, até que as duas gozaram na boca uma da outra, respirando pesado e tremendo com a pele arrepiada.
— Gostou das minhas putinhas? E Cielo Riveros, — Sim, é muito gostosa.
Você conhece as vadias pequenas, hein.
Vocês podem fazer isso uma com a outra, mesmo quando eu não estiver aqui.
— Sério? Falaram em coro e eu disse que sim, mas prometam que não vão fazer quando sua mãe ou outra pessoa estiver em casa, só quando eu ou vocês estivermos aqui.
As duas completamente sozinhas, senão vocês já sabem que o monstro leva vocês.
A gente promete.
Que putinhas gostosas que são. Tirei a roupa dos armários e coloquei as calças e a camiseta na Cielo Riveros, também na Pau, coloquei as meias com babados, os vestidos delas.
Faltando mais ou menos meia hora pra mãe chegar, me despedi das minhas putinhas, dando em cada uma um belo beijo de língua e falei que elas já sabiam que o jogo tinha que ser secreto e que ninguém podia saber uma palavra sobre isso.
Saí no escuro, entrei no meu carro e fui embora com mais confiança que da primeira vez, com a cabeça cheia de planos, pra terminar de transformar princesinhas inocentes em vadias viciadas em sexo.
Eu tinha encontrado nessa casa, nessas duas garotas, Cielo Riveros e Paulina, uma de 18 e outra de 6, a oportunidade perfeita, como uma queda do céu, pra realizar todos os meus sonhos pedófilos mais loucos, a sincronia tinha sido perfeita, minha amiga morando ao lado, uma mãe ausente quase o dia todo, as garotas sozinhas uns dois dias por semana, a ingenuidade delas e a vontade de "brincar", além da capacidade comprovada de guardar segredo, tudo era perfeito, não podia ser melhor.
Então na minha cabeça comecei a pensar qual seria meu próximo passo com essas duas inocentes, com certeza já tinha ensinado elas a chupar minha pica, a se satisfazerem uma com a outra e a flertar com o lesbianismo, como se não fosse nada fora do normal.
Em casa, enquanto editava os vídeos que gravava delas, pra juntar numa sequência de frames coerentes, onde a gente vê elas sendo putas e apagar dos frames as instruções que eu dava, minha mente pensava: o que mais fazer com elas.
Com certeza eu queria uma menina, mas também não era um animal.
Paulina era muito nova e podia machucar ela, então descartei por um tempo, mas Cielo Riveros era outra coisa, na verdade com ela dava pra tentar enfiar parte do meu pau, mas queria ir devagar, aproveitar essas garotas, não por loucura fazer algo que depois me incomodasse mais do que me beneficiasse.
Com certeza minha fantasia sempre foram princesinhas como elas. vestidas com seus uniformes de colegiais e vê-las assim, sendo pervertidas por mim, me excitava pra caralho, mas o que mais eu podia fazer com elas? Bom, podia ensinar elas a se masturbar com um consolo, tive a ideia de comprar umas calcinhas fio dental, ligas e roupas sexy pra vesti-las como putas quando a gente brincava.
Considerei a possibilidade de fazer elas parecerem todas umas putinhas, ensinar elas a fumar e beber pra completar o quadro, e se um dia eu desvirginasse a Cielo Riveros e viciasse ela em sexo, podia prostituir ela pros meus amigos e ganhar uma boa grana pra mim; Insisto que a ideia de perverter totalmente essas duas mãezinhas inocentes me excitou pra cacete.
Talvez eu conseguisse levar um amigo pra casa e fazer com ele ou com eles, já que também queria torná-los bissexuais, pra que não só me dessem prazer, mas também sentissem desejo por meninas como elas e fizessem coisinhas com elas. Talvez algo escatológico, o banho dourado podia ser uma parada irada pra testar neles, ou quem sabe a escravidão, imaginei a Cielo Riveros, de coleira e corrente de cachorro, pelada no chão, e meu pau deu uma travada.
Muitas ideias fervilhavam na minha cabeça, mas eu queria jogar bem minhas cartas, devagar, sem pressa, na inteligência, sem riscos.
Já tinha passado uma semana desde minha segunda visita à casa das meninas e nesse tempo fiquei trancado em casa, vendo a versão final dos vídeos, uma porrada de vezes, e me masturbando com eles, mal tinha ido na casa das minhas princesas, nem sabia o que minhas pequenas andavam fazendo esses dias.
Chegou o dia em que voltei com meu carro e minha câmera pra casa das meninas, antes delas voltarem da escola, vi elas entrarem e depois de um tempo voltei pra casa e fui com a intenção de ser mais sexual com essas minas do que das outras vezes, peguei uma mala com umas paradas e toquei a campainha, a Cielo Riveros me viu, abriu a porta e entrei mais tarde.
Quando tava lá dentro, peguei a Cielo Riveros pelo rosto na hora e dei um beijo bem profundo, longo e safado na boca dela e falei quando me afastei: "Oi, putinha, vou brincar com você."
"Onde tá a putinha da sua irmã?" – "Foi no banheiro, já tava querendo mijar, hehehe."
"Ok, gostosa, sabe de uma coisa, Cielo Riveros? Nos dias em que eu quase certeza que vou vir brincar com você."
"O sexo vai ser terça e quinta, quero que você e sua irmã me esperem nesses dias."
"Olha o que comprei pra vocês", e tirei da minha mochila um par de celulares rosa, não muito baratos, mas também não muito caros, e a Cielo Riveros falou – "São pra gente?" E eu disse – "Sim, lindas, é um presente meu, por serem um par de meninas tão putinhas e terem cumprido bem as promessas de vocês."
"Promessas?" – "Sim, Cielo Riveros, não contar isso pra ninguém."
"Ah, sim, fica tranquilo, e olha, Quando por algum motivo eu não for vir nos dias que te falei, eu vou te ligar e vocês não vão me esperar.
Ou se você ou sua irmã acharem que não vão voltar pra casa e que vão ficar na escola por algum motivo, ou descobrirem que a mãe de vocês vai estar aqui ou mais alguém, qualquer um de vocês.
Ele dá um jeito de me ligar e me avisa pra não vir.
Se vocês prometerem que você e sua irmã vão cumprir isso, os telefones são de vocês, podem mostrar pros amigos, mas têm que esconder da mãe de vocês, ela nunca pode saber que vocês têm um celular.
Sem problema, tenho um esconderijo no meu quarto onde minha mãe nunca olha.
Nessa hora a Pau saiu e a gente mostrou os celulares pra ela e expliquei a mesma coisa que pra Cielo Riveros.
Então juram, putas.
"Juramos."
Ok, os telefones são seus, aproveitem, e não se preocupem com o crédito, vou manter funcionando.
– Que foda, que foda... Beijei a Cielo Riveros na boca e ela correspondeu, então abri o zíper do meu pau, tirei meu pau e empurrei a Cielo Riveros pra se ajoelhar, e ela já sabia o que tinha que fazer e começou a chupar meu pau sozinha, tava vermelho que nem tomate e suado, porque vinha da escola. A irmã mais nova dela, sentada na escada, viu a Cielo Riveros ajoelhada me fazendo um boquete.
Mas eu separei ela e ela disse: "Você não vai gozar na minha boca", e eu falei: "Vou gozar na sua boca e naquela puta também, mas primeiro quero testar uns jogos secretos novos com você.
E ela simplesmente sorriu para mim, toda meiga e inocente, e eu me levantei do chão, limpando a boca, e guardei o pau na calça. Olha, Cielo Riveros, antes de mais nada, quando eu vier brincar, quero que você vista o uniforme exatamente como vou mandar.
Agora mesmo você parece uma freira, mas quando eu chegar, vai me esperar assim.
Coloquei minhas mãos por baixo da saia dela e tirei a calcinha, ela entendeu, segurou na parede e levantou uma perna, depois a outra, coloquei as mãos na parte de cima da saia e comecei a dobrar.
Você tá usando uma saia muito comprida, quero que suas pernas apareçam mais, você é linda e tem que se mostrar tão gostosa quanto é.
"Você acha que sou bonita?" – Meu amor, você é a garota mais linda do mundo, e Cielo Riveros só sorria de orelha a orelha.
É assim que você tem que enrolar a saia pra deixar ela mais curta, entendeu? Levantei bem alto, quase dava pra ver onde começava a bunda dela, adoro ver essas meias, mas você usa muito pra cima, deixa eu baixar elas até abaixo da panturrilha, assim as pernas dela ficaram totalmente de fora, adoro seus tênis de borracha.
Agora em cima, o que você tem por baixo da blusa? Sua blusa, quero que você tire ela, levante os braços, tire a blusa e coloque de novo, e quero que você amarre essa blusa na barriga assim, entendeu como? – Já fez isso? Viu como é fácil? Só pega esse pedaço de pano, torce aqui e depois aqui, e assim seu umbigo fica bem visível, e olha, com esse batom (peguei ele entre as coisas que trouxe) você vai pintar os lábios.
Sabe se pintar sozinha? Ah, sim, uma prima ensinou uma vez, numa noite de pijama.
– Muito bem, Cielo Riveros! E é isso, minha raposinha, vira de costas, só de ver ela assim, meu pau já ficou duro.
Não te excita ver sua irmã assim, Pau? – O que é excitar? "Você não quer beijar ela, tocar nela ou fazer amor com ela?"
"Sim, ela tá muito gostosa.
Já viu, Cielo Riveros? Assim você fica mais putinha sem deixar de ser uma boa menina. As duas garotas só riram e Pau disse: "Eu também quero ficar assim" e tirou a calcinha, arregaçou a saia, abaixou as meias, tirou a camisa, mas não conseguiu se arrumar direito. "Vadia, ajuda sua irmã, tira a blusa dela e passa batom nos lábios." E Cielo Riveros foi até Pau, mas a altura da saia dela, sem calcinha e a visão das pernas nuas a deixavam muito gostosa.
No final, Pau ficou bem bonitinha, mas não tão sexy quanto minha Cielo Riveros, porque era mais velha e estava tão arrumada que parecia uma putinha de colégio, mesmo ainda estando no ensino fundamental.
E Cielo Riveros me perguntou: "Ei, podemos ir pra escola assim? Me sinto diferente." "Você gostaria?" E ambas: "Sim."
"Ok, suas putinhas, mas vocês têm que se vestir normal e quando chegarem na escola, vão ao banheiro, tiram a calça, abaixam as meias, enrolam as saias, tiram as blusas ou camisetas, guardam tudo na mochila, mas não podem se arrumar nem passar batom porque isso entregaria vocês. Esse passo só fazem aqui comigo. Nos dias que não brincamos, vão pra escola 'normais', arrumadas como antes, e assim a mãe de vocês nunca vai saber de nada."
Os olhos das meninas brilharam.
Cielo Riveros se sentia mais bonita assim, dava pra ver que ela florescia e não era surpresa, com 18 anos, ela estava espetacular mostrando a perna, com a microsaia e sem calcinha, além da barriga de fora e os lábios pintados.
Pau também não estava nada mal, parecia ainda mais bonitinha.
Com minhas duas pequenas sem vergonha, sentei elas no sofá, peguei minha câmera e comecei a filmá-las. Mandei abrirem as pernas e com as mãos separarem os lábios e mostrarem pra câmera, e elas fizeram isso. Filmei as bucetas delas, suas carinhas de cachorrinho, suas pernas peludas e gordinhas, suas bocas sexy pintadas — o sonho absoluto de qualquer pedófilo eram essas duas garotas, mas inocentes.
Então eu disse: "Corta!" E Cielo Riveros: "Ei, podemos lamber? Nossas coisinhas.
"Quem, você e sua irmã?" E ela – sim.
"Vocês gostam de princesas?" E elas gritaram sim, sim, em uníssono, "mas vão se vestir assim, ficam espetaculares, tá?" Cielo Riveros disse – "olha, sabe, na outra vez, de noite, quando já não se ouvia nada, acordei ela e a gente se lambeu até mijar."
Assim que eu gosto, vadia, deixa elas serem putinhas, só toma cuidado, sabe.
Não podia acreditar que essas minas tão gostosas, tão inocentes, tão virgens, agora sozinhas praticavam sexo oral uma na outra, sem precisar de mim.
Sentei na cadeira da sala e vi elas deitadas uma em cima da outra, lambendo as bucetinhas delas e gemendo igual cachorrinhas, enquanto a câmera gravava tudo.
Depois de ver que as duas tinham vindo, tirei o DVD-R com o que tinha gravado nas visitas anteriores e elas perguntaram "filmes?" E eu falei "querem ver?" E nós duas – sim, e Cielo Riveros disse, "a gente tira a roupa" e eu falei que não, dessa vez não, podem ficar como estão.
"Toma, Cielo Riveros, coloca o DVD, Pau, fica à vontade, enquanto eu vou no quarto da sua mãe e coloco minha fantasia."
– Fantasia? Sim, pro que a gente vai brincar hoje, já volto.
O filme começou e basicamente editei em dois vídeos, um só da Cielo Riveros e o outro da Cielo Riveros e da Pau. Elas se surpreenderam ao se ver na televisão e riram de como pareciam ao entrar em casa, tirar as coisas e começar a falar o que falavam... Agora que voltei, meninas, uma amiga que era dona de um sex shop me emprestou uma máscara de couro e um chicote, além de uns colares e correntes para jogos sexuais, que eu queria usar com elas. Era hora de perverter mais essas bonecas.A Cielo Riveros era uma menina muito bonita, branquinha, morena, magrinha, mas principalmente com cara de anjo que me deixava louca, totalmente pura e inocente, acreditando em tudo que eu falo. Ela tem uns lábios muito bonitos pintados com batom da Cielo Riveros, pareciam bem apetitosos, uns olhos tão lindos que ela fazia. Quando eu dava instruções, ela só abria os olhos e me olhava com aquela carinha de bebê.
A Laura era mais extrovertida que a irmã mais velha, que pra mim era tímida. A Laura era bruta, dava pra ver que gostava de jogar pesado com as amigas, era mais cheinha que a Cielo Riveros, mais baixinha obviamente e com uma cara, diferente da irmã, mais esperta. É como se essa mina tivesse nascido pra ser uma putinha, só precisava de alguém pra guiar ela. Também branquinha, loirinha e muito gostosa.
Mas elas eram minhas, eu mesma tinha pegado elas.
Fui pro quarto da mãe delas, enquanto assistiam o vídeo. Quando subi as escadas, fiquei olhando as fotos no corredor das meninas na praia, na feira, pintadas com carinhas de coelho da Cielo Riveros, brincando com os brinquedos. Era muito doentio pensar que ia transformar elas nas minhas escravas sexuais, me dava um tesão, a ponto de sentir um prazer desconhecido só de imaginar que um dia eu era as meninas e a mãe delas entrava pela porta e me via fazendo aquilo, com elas gemendo igual cachorras e sem saber o que dizer.
Até passava pela minha cabeça, mas eu não era idiota. Queria aproveitar meus anjos o máximo possível, não por uma fantasia besta de estragar tudo.
Entrei no quarto da mãe delas, e lá longe eu pude ouvir as vozinhas delas comentando o que viam no vídeo e as risadinhas, já estava pronta pra me despir por completo, só deixei a calcinha, enquanto procurava a máscara na minha mochila.
Era uma máscara de couro que cobria meu rosto inteiro, em sex shops vendiam por fetiches de dominação e escravidão, e era isso que eu queria fazer com esses anjos.
Mas não queria machucar elas, nunca me passaria uma ideia tão feia assim, nem mesmo assustá-las se fosse muito violenta, porque eu perderia, queria que vissem como uma brincadeira mais divertida, que fossem inocentes, mas totalmente cooperativas.
Coloquei a máscara e demorei um pouco pra me acostumar a respirar com ela, no meu pescoço tinha uns pinos que deixavam ela mais impressionante e eu ficava super gostosa com ela, tirei a calça e já estava de pau duro, queria voltar pro quarto assim, pra que as meninas pudessem me ver e ver como reagiam.
Peguei minha mala e desci as escadas. Do patamar, gritei pra elas: – Cielo Riveros, Pau, pausa o vídeo, já coloquei a fantasia e vou descer as escadas. Quero que vocês fechem os olhos e não abram até eu mandar. – Tá bom, tá bom, Cielo Riveros.
Comecei a descer, só dava pra ouvir o silêncio, e a empolgação dentro de mim crescia. Desci as escadas, cheguei na sala, e lá estavam elas de olhos fechados.
Falei: – Já tô aqui. Quando eu contar até três, vocês abrem.
Um, dois, três... Elas abriram os olhos e me encararam. Cielo Riveros arregalou os olhos, e não sei se viu minha pica dura ou a máscara. Pau também me olhou, elas se entreolharam e caíram na risada.
Ao contrário do que vocês podem pensar, foi um bom sinal. Elas não estavam com medo, e eu queria fazer elas rirem.
Cielo Riveros foi a primeira a falar: – Que porra é essa que você colocou?
– Uma máscara de Halloween – respondeu Pau, que é cega.
E nós três rimos. Eu disse: – Sim, meninas, é uma máscara de Halloween, mas dá pra usar em brincadeiras sexuais como as que a gente faz.
– Querem que eu conte como? As duas vadias colegiais rapidinho se animaram e gritaram: – Sim, sim, sim!
– Beleza, então vamos jogar esse jogo "os escravos e o amo". Deixa eu preparar minha câmera.
Enquanto isso, elas me disseram que tinham adorado o filme que fiz pra elas e perguntaram se eu podia dar de presente. Falei que hoje a gente ia se comportar bem e que eu ia pensar.
E fiquei tentada a dar, pra que elas pudessem sempre ver as putinhas que podiam ser, e que eu tava no caminho certo pra transformar essas garotas lindas e inocentes em umas putas.
– Primeiro de tudo, vocês vão fazer tudo o que eu mandar. Como parte do jogo, vou dar uma ordem, e quero que vocês respondam "sim, meu amo" ou "o que o senhor ordenar". Vou falar alto, mas não tô bravo nem com medo. Amo muito vocês, e isso é só uma brincadeira. Combinado? – "Sim", disseram os dois anjos.
– Olha o que tem dentro daquela mochila. Vai, vai. As meninas abriram e começaram a tirar o que tinha lá: eram uns colarzinhos pequenos da sex shop e algumas correntes. cachorros.
E elas ficaram estranhas, e eu disse: "não se preocupem, faz parte do jogo, meninas."
Cielo Riveros, quero que vá pra cozinha. Pau, sobe as escadas. Quando eu gritar, vocês descem e me dizem: "sim, meu mestre, chama."
– Combinado? Vi as meninas irem e meu pau pulsou gostoso imaginando o que dava pra fazer.
E comecei a filmar. Cielo Riveros, vem Pau. Cielo Riveros saiu da cozinha e ficou parada na porta, Pau na frente das escadas, e disseram com suas vozinhas: "sim, meu mestre, chama." "Sim, putas", respondi. Virei a câmera e apontei pra um espelho pra aparecer no vídeo como eu tava vestido, e apontei de novo pras meninas e falei: "corta!" Meninas, agora escutem: daqui pra frente vou dar instruções ou perguntas, e pra vocês também.
Só vão fazer ou responder. Não esqueçam de me dizer "sim, meu mestre". As duas riram e dava pra ver que queriam brincar. Prontas? E voltei pra onde tava a cena e falei: "Ei, putinha, quero que me diga que horas sua mãe chega." Cielo Riveros respondeu: "às 9." "Às 9 o quê?" E fiz sinal com a mão atrás do quadro pra ela completar a frase, e ela entendeu: "às 9 da manhã."
"É verdade, sua putinha", me dirigindo à Pau. "Sim, meu mestre" (ah, que bonitinhas elas são). "E sua mãe sabe que vocês são umas putinhas?" "Não, meu mestre", respondeu Cielo Riveros.
Quando brincam comigo, todas são putas ansiosas por sexo, não (se dirigindo ao Pau) – Sim, meu mestre. "Sua mãe acha que vocês são boazinhas, mas no fundo querem transar entre vocês"
Duas verdades e ambas – Sim, meu mestre.
Muito bem, hoje vou mostrar mais coisas, par de putas. Cielo Riveros, Pau, vão até a mala e vejam o que tem lá, e vistam isso, ok? – Sim, meu mestre.
E elas começaram a tirar as correntes e os colares.
O que é? Um par de coleiras de cachorro e uns colares, meu amo.
Isso mesmo, hoje vocês vão ser minhas cachorras obedientes e vão fazer tudo que eu mandar. Gostam do meu dom? – Sim, meu amo (já dava pra ver que estavam se acostumando com o "sim, meu amo"). Não parem de beber, putas muito boas. Quero que vocês vão até onde estão todos os uniformes, blusas, saias, sapatos, meias. Quero tudo completamente nuas. – Sim, meu amo, e as meninas começaram a tirar os uniformes. Já peladas, dava pra ver que o chão frio deixava os pezinhos delas meio desconfortáveis (outras vezes tinham ficado de meias). Pau, quero que você pegue essas roupas e deixe na mesa da sala de jantar. – Sim, meu amo.
Muito bem, putas, abram suas borboletas com os dedos como eu ensinei. Tão lindas que são minhas cachorras. Quero que digam: "Suas escravas, mamãe, somos suas duas filhinhas putas e fazemos isso quando vocês não estão por perto." – Mamãe... Essas são minhas cachorras, são umas putinhas, né? Sim, respondeu Cielo Riveros, sim, essa vadia.
— Sim, meu mestre.
Pausei o vídeo e fiz um sinal pras meninas relaxarem, não queria que ficassem nervosas nem assustadas, e falei que elas estavam curtindo o jogo, meninas, e Cielo Riveros, meu mestre disse algo.
Lembra que estamos atuando. Quando estou filmando, você tem que seguir tudo que eu mando, Cielo Riveros. Não me chame de "meu mestre" fora disso, só fala quando estou gravando. Tudo que eu peço e pra você.
Resposta: adiciona "meu mestre" na frase.
Tá bom, bonecas? Acredita, vocês vão se divertir.
Agora mais relaxadas, olhem pras minhas atrizes, esses colares abrem assim, viu? É muito fácil, a Cielo Riveros vai tentar abrir um, vamos ver, Pau, e o quanto elas são espertas, de verdade, pareciam felizes com meus elogios. Então olha, essas correntes abrem essa peça daqui e encaixam no colar aqui, viu, viu? Eu pratiquei, isso, muito bem, escuta quando eu começar a filmar e quando eu der a ordem, vocês vão seguir o jogo, e quero que cada uma coloque os colares no pescoço e depois as correntes que vão com cada um, ok.
Não vai machucar vocês, pelo contrário, vai ser divertido, vocês vão atuar, beleza? As meninas balançaram a cabeça aceitando o que eu dizia e eu falei prontas e comecei a filmar de novo.
Suas vadias, quero que cada uma coloque esses colares e correntes como as putas que são, as garotas começaram a seguir minhas instruções, eu vi elas abrirem os colares e a Cielo Riveros colocou o colar na Pau e fechou no pescoço dela, ficaram perfeitos, estavam lindas, depois ela se inclinou e a Pau colocou o dela na Cielo Riveros.
A Cielo Riveros pegou as correntes e deu uma pra Pau e a outra ela colocou no colar da Pau, e a Pau fez o mesmo com a Cielo Riveros.
Isso são umas putas, quero que vocês fiquem de joelhos, muito bem, e quero que agradeçam por sermos tão bons com vocês.
Obrigada por ser tão bom com a gente (e acenou com a mão) meu mestre.
De nada, avancem de joelhos até mim e quero que cada uma me entregue a corrente na mão, mostrando assim sua total submissão ao seu amo e senhor, as duas garotas estavam ajoelhadas no chão, vieram até mim e me deram suas correntes que ligavam aos colares.
Isso são umas putas.
Vocês vão ficar de joelhos assim enquanto isso durar e vão seguir minhas ordens, cachorras.
Sim, meu mestre.
Eu coloquei a câmera na mesa e estava prestes a andar pela sala de estar e pelo corredor puxando minhas duas cachorrinhas pelas coleiras.
Vocês.
Vão ficar no chão e latir como cachorras, vão ofegar e não vão falar palavras a menos que eu autorize. Entendeu? Sim, meu mestre.
Ambos disseram, comecei a andar com minha máscara, meu pau empalado e levava as coleiras na mão com minhas cachorras ao meu lado. As meninas estavam muito no personagem, latiam e ofegavam, e eu mandei elas calarem a boca, minhas putinhas. Vocês vão ficar aí onde estão, e se eu puxar a corrente de uma, significa que vão se aproximar de mim e cumprir meu pedido.
Cielo Riveros e Pau, com suas coleiras, estavam ajoelhadas ali, de língua de fora, e eu puxei a corrente da Pau e ela veio ajoelhada até mim.
Vadia, quero que você lamba meu pau com a boca, sem usar as mãos, só a boca mesmo. Apontei a câmera pro meu pau e a Pau entendeu na hora, começou a lamber meu pau só com a boca, sem mão nenhuma, muito boa vadia, continua ofegando que nem uma puta e volta pra sua casa.
Puxei a corrente do Cielo Riveros e ele se aproximou, falei que quero que meu cachorro lamba minhas bolas com a língua, só isso.
A Pau ainda tava no lugar dela ofegando e latindo que nem um cachorro.
Muito bem, vadias, vocês ganharam um prêmio de cachorras e ficaram ajoelhadas ali ofegando, estavam lindinhas. Levantei e fui até a mesa com meus cachorrinhos atrás de mim.
Tirei um pacote de biscoitos de animal da minha mochila e falei que ia dar o prêmio de vocês, quero que peçam que nem cachorrinhas. As meninas colocaram a língua pra fora e ofegaram. Vou jogar no chão e vocês vão pegar cada uma com a boca e comer, sem usar as mãos.
Ah, vamos logo, putas. Joguei um biscoito pra um lado e outro pro outro, e elas se ajoelharam e correram cada uma pro seu lado, tentando levantar o biscoito com a boca. A Pau conseguiu primeiro e não parou de filmar essa humilhação que eu tava fazendo com elas.
Depois de comer o biscoito, ficaram me olhando fixo e eu falei pra continuarem fazendo isso que nem cachorras nojentas, porque é isso que vocês são, e elas ainda estavam ajoelhadas ali ofegando.
Muito bem, cachorros, agora eu quero vocês... Fiquei comovido com o quão submissamente faziam tudo que eu pedia, as duas meninas agiam como cachorros latindo e ofegando, pra elas era uma brincadeira inocente, pra mim era uma perversão; eu estava pervertendo elas, estava pensando em transformá-las em putas lactantes capazes de satisfazer qualquer capricho humano, pra mim imaginava todo o dinheiro que ganharia com esses dois tesouros, Meu pau estava duro vendo como continuavam correndo de quatro, com suas coleiras e nuas, riam entre si; às vezes eu pegava elas e puxava as coleiras dizendo que ia levá-las pra passear, levava até a porta e fingia abri-la, elas riam tapando a boca, não parava de filmar, Meu pau estava duro de desejo por elas, vi que ainda tinha tempo pra brincar com elas por mais um pouco, Peguei a Pau, a pequena, e levei ela com a coleira até o sofá, sentei nele e a ajoelhei ao meu lado, precisava das duas mãos, Cielo Riveros já sabia o que ia rolar, me seguiu esperando meus movimentos, lambeu os lábios, observando enquanto eu acariciava o cabelo da irmã dela enquanto guiava ela suavemente em direção ao topo que apontava o líquido pré-seminal ? Cielo Riveros, chega mais, pega a câmera, filma como a cadela da sua irmã aprende a chupar
Ela se aproximou e pegou a câmera, eu apontei pra irmã dela que, abruptamente com o rosto enfiado na minha virilha, me chupou, observei através da lente enquanto ela movia a cabeça em direção à Cielo Riveros, apoiei minha cabeça no encosto do sofá cheio de luxúria, minha mente viajou sentindo a boca quente e pequena da Pau, Enquanto ela chupava minha glande, ela queria que eu enfiasse mais na boca dela, mas não fiz sozinho, então segurei ela pelo pescoço e pela testa e, uma vez que segurei, puxei ela pra baixo pra enfiar mais fundo, instintivamente ela colocou as duas mãos nas minhas coxas pra não se afogar, mas eu era mais forte, movi meus quadris ao mesmo tempo que minhas mãos, Fiz isso sem perceber se ela gostava, talvez eu estivesse no paraíso.
Cielo Riveros filmou tudo, fez close-ups, se afastou, percebeu que estava excitada, sozinha tocou sua frestinha e abriu e fechou a boca enquanto se masturbava e filmou o boquete da irmã dela, Cielo Riveros, linda, aponta a lente pra onde você tá se tocando, quero que você filme também como você se toca sozinha Ela sorriu e me ouviu, agora foi o oral selvagem que deu na irmã mais nova e a punheta que ela fez, mexeu a câmera pros dois lados, fez de um jeito desajeitado como uma garota da idade dela faria, com certeza eu ia ficar tonto com tanto movimento de câmera quando visse o vídeo, mas já não pensei muito naquela hora, mexi minha cintura com mais tesão, coloquei minha mão direita na fresta da Pau e fiquei passando os dedos nela por um tempo, enfiei os dedos na boca pra babar eles e acariciar a fresta dela e a bunda dela que eram mais que apertadas, ia ser um verdadeiro ato heróico penetrar esses buracos, mas eu tava na minha missão e faria o que fosse preciso.
Segurei firme a cabeça da Pau, senti que meu orgasmo tava chegando e me esvaziei na boca da Pau que tossia forte, igual às minhas enfiadas na boca dela, soltei um grito de prazer, senti que tava sufocando ela com meu gozo enchendo a boca dela, mas não consegui parar de bombar forte, era como se eu fosse outra pessoa, senti o último jato ir direto na garganta dela, tava com a maior parte do meu pau na boca dela, dava pra sentir a faringe dela apertando minha cabeça, ela foi a melhor gozada até agora da minha vida nojenta, nem a puta mais experiente me deu tanto prazer, soltei ela quando o prazer tava passando, ela se levantou catapultada pela resistência dos braços, respirou fundo como se tivesse saído do fundo de uma piscina, tava com os olhos vidrados e cheios de lágrima, me olhou com um certo medo, puxei ela e abracei beijando o rosto dela pra acalmar
— Você é uma campeã, vai ser uma puta muito boa e foda, aguentou como poucas.
— Me senti como se tivesse me afogando
Disse a coitada, enxugando as lágrimas dos olhos, fazendo biquinho. — Sim, mas o prazer foi muito gostoso e você me deixou seco, vai ser o melhor cachorro, ganhou um prêmio.
Me virei pra ver Cielo Riveros, que de olhos fechados estava se esfregando com força. A câmera já nem filmava mais nada, só olhava pro chão. Me arrependi do evento, mas a imagem dela se masturbando como gente grande valeu a pena. Peguei a câmera, ela abriu os olhos e me olhou.
— Não, cachorrinho, continua com o que tá fazendo.
Ela sorriu e fechou os olhos de novo, passando os dedos pela fenda. Fez rápido, tinha aprendido nesses poucos dias. Pau, ajoelhada sobre os calcanhares, viu a irmã mais nova se tocando de olhos fechados, gemendo de prazer. Filmei o rosto atento de Pau e, com meu dedo, peguei porra que estava nos lábios dela e enfiei na boca dela, como se tivesse dando geleia. Ela chupou meu polegar sem tirar os olhos da irmã. Me inclinei pra trás pra filmar as duas coisas enquanto enfiava o dedo nela, enquanto a irmã mais nova estava parada no meio do quarto, de pernas abertas e meio dobradas — era dela. Era ouro puro o que eu tava conseguindo em material. Cielo Riveros cansou de se masturbar e abriu os olhos, nos dando um sorriso lindo, sem dentes. Ela sentou do meu outro lado e, sem eu mandar, chupou meu pau, tirando as últimas gotas de porra. Tudo foi filmado. Guiei Pau de novo pra ajudar a irmã mais nova. Elas pareciam tão inocentes e gostosas lambendo meu pau juntas. Senti que já era o suficiente, desliguei a câmera e tirei a máscara.
— Foram fabulosas, gostaram do jogo?
Cielo Riveros assentiu, mas não duvidou de Pau, achei que tinha exagerado no boquete, mas não tinha mais volta.— O que foi, Pau? — ela só me olhou — "Você é uma garota linda, sabia? Aguentou como uma campeã, mas da próxima vez a gente vai fazer mais devagar e sua irmã mais nova vai chupar sua fenda, tá bom?" Finalmente ela assentiu e lembrou que não podemos contar nada, senão o monstro vem atrás de você e sua irmã.
Ela fez uma careta de medo e assentiu rápido, o monstro realmente a assustou. Levantei e mandei elas tomarem banho juntas, pedi que se tocassem enquanto se lavavam, sorrindo, elas assentiram. Fui até onde tinha deixado minhas roupas, me vesti e me preparei para ir embora. Meu pau não parava duro, nem de brincadeira, mas mesmo assim eu tinha vergonha de ir vê-las.
Entrei no banheiro e atrás da cortina ouvi o som da água caindo e os gemidos de Cielo Riveros. Pensei rápido e desci correndo a câmera, subi e liguei ao entrar no banheiro. Me aproximei do chuveiro e abri a cortina, lá estavam as duas garotas. Pau estava ajoelhada na frente da irmã, Cielo Riveros segurava a cabeça dela com as duas mãos e guiava para chupar sua fenda. Estava com os olhos fechados e a boca aberta, movia a cabeça da irmã mais nova para se dar mais prazer. De verdade, tinha encontrado uma joia em Cielo Riveros, era uma garota que aprendia rápido e agora submetia a irmã mais nova para se satisfazer. Ela não ligava se a irmã gostava ou não, fazia e pronto.
Nenhuma das duas tinha percebido que eu estava ali filmando. Eu estava gravando tudo. Meu pau ficou duro quando vi Cielo Riveros puxar mais a cabeça da irmã mais nova no momento em que gemeu forte. Ela estava esvaziando a buceta na boca da irmã mais nova, apertou forte, tanto que Pau começou a resistir, mas Cielo Riveros não parou, puxou até chegar ao clímax. Abriu os olhos com um prazer e satisfação impróprios para a idade dela, se virou para me olhar. No começo ficou com medo, mas depois me deu um sorriso lindo.
— Você nos viu? S, consegui dizer: "Você foi fabulosa, tá ensinando sua irmã mais nova maravilhosamente bem".
S, mas de tanto chupar, quero mijar", sorri por dentro, minha mente voou.
"Mija na sua irmã, mija na cara dela".
Cielo Riveros sorriu, tapando a boca, e se aproximou do rosto de Pau, que estava ajoelhada. Com os dedos, abriu os lábios dela e deixou o jato de urina escapar. Pau quis se afastar, mas ela ordenou que ficasse e abrisse a boca para engolir a urina, senão o monstro viria. Pau não teve escolha e obedeceu. Meu pau estava explodindo dentro da calça. A boca de Pau ficou cheia de urina; ela virou o rosto para me olhar, e meu único olhar fez ela entender que precisava engolir. Ela fez isso fazendo biquinho e com uma careta de nojo.Cielo Riveros entrou no jato d'água do chuveiro e relaxou, fechando os olhos. Ela tinha esvaziado a buceta e a bexiga na boca da irmã, e aquilo não parecia afetá-la nem um pouco.
— Cielo Riveros, isso foi lindo, mas agora também preciso esvaziar minhas bolas. Pode me ajudar?
Cielo Riveros abriu os olhos e sorriu, se aproximando de mim. Ajoelhou-se, abriu minha braguilha e puxou meu pau para fora. Ele saltou, duro e grande. Ela o masturbou duas vezes e o levou à boca. Eu estava de volta ao paraíso. Era gostoso, mas precisei terminar rápido. Então, segurei sua nuca com a mão direita e bombeei com força meu pau dentro da boca dela. Segurei seu cabelo para poder guiá-la. Ela apenas fechou os olhos e se entregou. Não havia dúvida de que era um tesouro. Não levei nem 4 minutos para gozar na boca dela. Ela recebeu tudo sem problema nenhum. Terminei de jorrar e ela, com o esperma na boca, olhou para mim de baixo. Cielo Riveros engoliu me encarando direto nos olhos, adivinhando que eu gostava — e puta merda, eu amava. A câmera filmou tudo. O olhar dela se confundiu com um sorriso quase enquanto provava meu gozo na boca. Ela olhou pro meu pau molhado, que ainda pingava os últimos restos de porra, pegou com o dedo mindinho e levou à boca. Quando fez isso, deu um pulo como se quisesse acordar do torpor. Olhou pra mim de novo, e pra irmã, enquanto me dizia:
— E você também não quer mijar?
Uau! Eu estava pervertendo aquela garota, mas parecia que ela só estava ajustando os detalhes de uma puta de verdade. Me aproximei do chuveiro e Cielo Riveros puxou a irmã mais nova para se ajoelhar na minha frente, sem parar de filmar. Pegou meu pau e acariciou a glande para estimular minha mijada. Não demorou muito para o jato de urina sair, e eu direcionei para as duas. Cielo Riveros abriu a boca e fechou os olhos, Pau olhou e tentou imitar a irmã mais velha. Eu estava feliz apontando o jato para os dois rostos, foi longo, não tinha mijado o dia inteiro. Terminei e vi a cara de prazer de Cielo Riveros, de felicidade por ter feito ela mijar nas duas. Pau continuou fazendo cara de nojo. "Você gostava de mijar?" Perguntei pra Pau.
Ela balançou a cabeça e disse que não.
"Não, não gosto, tem gosto ruim, me dá nojo."
"Não tem gosto ruim não", interrompeu Cielo Riveros, "tem gosto bom, e se você não comer, o monstro vai ficar bravo, come." Cielo Riveros pegou um pouco de urina que escorria do rosto dela e colocou na boca. Pau, com medo, abriu a boca e engoliu.
Agora, se eu estivesse em choque, Cielo Riveros ameaçava a irmã mais nova com o monstro se ela não fizesse o que queria. Ela seria mesmo uma garota manipuladora e muito inteligente.
"Bom, agora se você vai tomar banho, Cielo Riveros, garante que a Pau se lave bem e não fique cheirando a mijo. Te espero lá embaixo.
Desci e olhei o material que tinha gravado. Não fazia ideia de como venderia aquilo, mas sabia que era ouro puro. Conhecia uns caras que iam me pagar só pra ver, não pra ter. Ia dar um jeito de contatar alguém pra comercializar.Os dois desceram trocados e penteados, vestindo roupas leves. Falei que ia embora e me despedi com um beijo de língua em cada um. O beijo foi mais longo com Cielo Riveros, que se pendurou no meu pescoço pra me beijar melhor.
Fui embora, mas não sem antes garantir que ninguém tava passando e fazer elas jurarem que não iam contar nada sobre a gente. Elas juraram, e eu fui pro meu carro, onde esperei até a mãe chegar e ser recebida feliz pelas filhas. Não rolou nada suspeito, saí do lugar numa boa.
Em casa, não consegui evitar e me masturbei vendo o vídeo que fiz com elas. Quanto mais empolgada eu ficava com a iniciativa que a Cielo Riveros tava desenvolvendo — ela tava mais esperta e ligada —, mais decidida eu ficava. Ela seria a primeira a experimentar os buracos íntimos dela.
Tava visitando a casa, ficava de pé por horas a um quarteirão de distância, na distância certa pra não levantar suspeitas, só olhando. Via a rotina delas e a pessoa que cuidava. Como sempre, brincavam o tempo todo. Fiquei tentado a me aproximar, levar a Cielo Riveros pro quintal dos fundos e fazer ela me chupar, mas era perigoso. Tive que ter paciência pra curtir sozinha minhas duas putinhas.
Me preparei com tudo que precisava pro dia que ia ver minhas duas pequenas. Comprei gel relaxante e dilatador anal. Minha mente tava perturbada com a Cielo Riveros, queria fazer ela minha. Sabia que com ela ia ser mais fácil.
Chegou o dia em que ficariam sozinhas, fui com cuidado até a casa, estacionei do lado de fora e esperei elas chegarem; Umas 20 minutos depois, elas chegaram do transporte e entraram correndo, como se soubessem que tinham que se preparar pra me ver, olhando pra todos os lados vi que não tinha testemunhas e, levando minha mala, fui em direção à casa. Bati na porta, não passou 3 segundos pra Cielo Riveros abrir a porta, os olhos dela brilharam quando me viram, o sorriso dela me iluminou. — Oi, entra, estamos sozinhas
Entrei e a Pao saiu da cozinha bebendo um copo d'água, me sorriu e acenou, com uma inocência típica da idade dela.
Sentei na sala, as duas se sentaram do meu lado, a Pao colocou o copo d'água na mesa de centro e me cumprimentaram me beijando na boca enquanto recebiam meus carinhos.
— Como se comportaram minhas cachorras?
? Tá bom, não falamos nada pra ninguém ? Excelente, sabe que senão o monstro vai aparecer
Cielo Riveros me olhou cúmplice, sabendo que não ia ter monstro nenhum, mas me apoiou pra manter o Pau calado.
? Hoje vamos brincar bem gostoso, primeiro vou subir com a Cielo Riveros e depois, se der tempo, subo com você, Pao, tá bom?
As duas assentiram ao mesmo tempo. Abri minha mala, peguei um disco e pedi pra Cielo Riveros colocar no toca-discos. Puxei o Pau pra beijar e apalpar, enquanto a Cielo Riveros, como eu pedi, colocou a Pao na minha frente. Minhas mãos se perderam debaixo da saia dela, agarrei a bunda dela e puxei pra perto. Ela, rindo com o cócegas que sentiu, me recebeu de boca aberta. Minha língua entrou sem dificuldade. Levantei a saia e tentei tirar, não consegui. A Pao percebeu e, ela mesma, desabotoou a saia por trás, me olhando com um sorriso vitorioso, como quem diz "é assim que se faz". Sorri pra ela e abaixei a saia sem nenhum problema. Tirei a blusa dela eu mesmo, deixando o corpete à mostra. Adorei os peitinhos pequenos e sem desenvolvimento, mas que prometiam umas tetas suculentas. Ela só estava de calcinha, meia e sapato escolar. Meu pau pulou dentro da calça. Sentei ela de pernas abertas em cima de mim, e meu pau ficou posicionado na altura da fenda dela. Deslizei pra frente e pra trás segurando a bunda e o quadril dela.
Ela colaborou com os movimentos e foi ela mesma quem veio me beijar, enfiando a língua na minha boca. Fez isso de forma desajeitada, mas eu tava morrendo de emoção com a iniciativa dela. Ela foi acelerando cada vez mais, minhas mãos, loucas de tesão, se perderam por dentro da calça jeans dela, acariciando a buceta e o cu dela. Coloquei um dedo nesse último, ela deu um pulo, abrindo os olhos, mas fechou de novo e continuou me beijando.Cielo Riveros se aproximou da gente e ficou nos encarando, enquanto abraçava a irmã mais nova, acariciando as costas dela até descer pras nádegas, e eu me perdi na buceta dela. Tudo isso sem parar de beijar nem de mexer minha bunda. Me separei dela só pra beijar o pescoço e chupar ele por um tempo. Percebi Cielo Riveros meio com ciúme. Aí me acalmei e parei de beijar a Pao e de rebolar, só fiquei passando a mão nela, acariciando.
— E me diz, como é que você se comportou?
— Muito bem, a gente brincou sozinha sempre que deu.
— É, toda noite a gente chupava nossas "pepitas" — a Pao falou sorrindo.
— É o quê?
— "Nossas pepitas" — ela disse, apontando pra buceta dela.
— Ah, tá, mas não devia chamar de pepita. Chama de xota, buceta, racha, usa a palavra: buceta. Mas não chama mais de pepita.
— Tá bom.
— Vamos ver, repete.
— Xota, usa a palavra: buceta... Pano... quê? Esqueci.
— Buceta, e lembra que esse é o meu favorito.
— Ha, sim, boceta.
Sua vozinha soava tão gostosa repetindo as palavras obscenas que eu ensinei, mexia a boquinha como se estivesse mostrando a tabuada. Levei a Pao e mandei ela tirar toda a roupa. Na tela, um cara passava vaselina no cu de uma mina, abrindo ela com os dedos, preparando pra meter. A mina tava de quatro, com os peitos enfiados na cama, os olhos fechados. Cielo Riveros olhava pra tela sem perder um detalhe. Pao terminou de se despir e ficou na minha frente só de meias e sapatos de escola. Não deu pra segurar, abri minha braguilha, soltei meu pau e sentei no sofá do meu lado. Peguei a cabeça dela e guiei até meu pau. Ela, já sabendo como era, começou a chupar sem eu precisar ensinar. Segurei ela e fui subindo e descendo devagar, saboreando a boca dela no meu pau. Ela se deixou guiar mansa, de olhos fechados, as mãozinhas descansando leve na minha coxa. Eu tava sentado, então passei a mão à vontade na bunda dela e fui apertando com os dedos, de leve pra não assustar. Cielo Riveros olhava pra gente de boca aberta, respirando fundo enquanto lambia os lábios vendo a irmã mais nova, de quatro, com a cara enfiada na minha virilha, me dando um prazer sem fim.
Senti que a ação tava perdendo o ritmo e com um sinal pedi pra ela chegar mais perto, quando ela tava do meu lado puxei ela e beijei na boca, ela colocou a língua naquele cabelo enrolado com a mão, a boca dela tinha gosto de hálito estranho, talvez não tivesse escovado bem os dentes depois de comer, ainda assim me excitei porque queria beijar, abracei ela soltando a Pao, que não parou de chupar nem de mexer a cabeça pra cima e pra baixo como eu fiz, lamentei infinitamente não ter mais de duas mãos, queria continuar guiando a Pao no boquete enquanto abraçava e tocava a irmã mais nova dela, Cielo Riveros.Tirei a roupa da Cielo Riveros do melhor jeito que pude enquanto a Pao continuava no serviço dela, Cielo Riveros tava de olhos fechados e se deixou levar pelas minhas carícias, afrouxou a boca deixando minha língua entrar e saborear a língua e os lábios dela à vontade, as mãozinhas dela envolviam meu pescoço e se mexiam suavemente, me afastei um pouco dela
"Você gosta do que a gente faz?"
"Sim", ela respondeu, abrindo os olhinhos lindos e sorrindo feliz
"Você já pensou nisso?"
"Sim, todo dia, por que você não tinha vindo antes?"
A vozinha dela soou meio repreensiva, notei que o rostinho dela ficou um pouco sério
"Não consegui com a minha raposinha porque sempre tinha alguém cuidando de vocês"
"É, ela é nossa avó, vem 3 dias por semana e nos outros não pode porque é voluntária num hospital"
"Bom, lembra que a gente só pode brincar de putaria quando tiver sozinhas, se ela descobrir não deixa mais a gente brincar, você quer que isso aconteça?" Ela balançou a cabeça rapidamente: "Então, a gente tem que guardar segredo".
"Hoje quero que a gente toque em algo mais, vamos fazer no seu quarto, só você, eu e a Pao vamos ficar aqui vendo o filme, tá de acordo?"
"Sim" – respondi animado
Me afastei completamente dela, ela se levantou e separou a Pao do meu pau, quando fiz isso ela parecia uma chupeta, tinha saliva e líquido pré-seminal nos cantos da boca, sorriu enquanto continuava olhando pro meu pau ereto, falei pra Cielo Riveros lamber os cantos da boca dela e que subisse pra cama dela. Quarto pra preparar tudo.
Entrei no quarto onde os dois dormiam e coloquei minha câmera numa escrivaninha, apontada pra cama de um jeito que pegasse tudo que eu fosse fazer ali. Tirei a roupa e coloquei minha máscara preta, me certifiquei de que a câmera tava bem focada e, da mala, peguei uma segunda câmera — queria capturar todos os ângulos possíveis.
Assim que conferi que tava tudo perfeito, saí do quarto e, do andar de cima, liguei pra Cielo Riveros. Falei pra Pau continuar vendo o filme e brincar sozinho, que eu ia buscá-la daqui a pouco.
Entro Cielo Riveros e liguei a câmera que tava fixada no tripé e a que eu tinha na mão, ela olhou pra minha máscara e sorriu, me aproximei dela focando com minha lente e gravei todo o esplendor do corpinho dela, mandei ela se despir, ela fez com sorrisos nervosos, a pele branca dela deixava ela linda, o cabelo loiro e os olhos claros faziam ela parecer uma deusa pequenininha. ? Fala aí: "Eu pedi, ela já sabia que tava sorrindo e olhou pra câmera"
? Oi, sou a Cielo Riveros, tenho 18 anos e gosto de ser putinha, gosto que os homens me apalpem e me chupem inteira, também gosto de enfiar a coisa deles na minha boca
Olhei pra ela espantado, andei ao redor dela enquanto ela falava as palavras com cara agressiva, enquanto fazia isso também se virava contra si mesma, pra não parar de olhar pra lente, parei e virei pro lado oposto, quando fiz isso ela simplesmente me seguiu com a cabe
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