Olá a toda essa comunidade maravilhosa! Já encontrei muitas conversas incríveis por mensagem direta, pra falar a verdade não sabia com o que ia me deparar e adorei a boa vibe. Deixo aqui uma sequência com a minha putona da mãe que vinha antes, mas me enrolei um pouco na memória, como eu disse, tudo isso rolou durante o verão de 2007.
Uma noite quente, eu estava no MSN batendo papo com a Dalma. A gente vinha falando justamente sobre a putaria incrível da minha mãe e como os decotes profundos dela sem sutiã deixavam todos os homens babando nas tetas enormes dela. Naquela tarde, eu tinha me encontrado com a minha namoradinha, passamos o dia todo nos beijos e amassos, e meu tesão estava lá nas alturas. Tão alto que não conseguia dormir, e aproveitando essa insônia de pau duro, resolvi entrar no MSN. Não contei pra Dalma que tinha me visto com a minha namoradinha, mas ela sabia que eu estava com muito tesão. Lembro bem que perto de uma e meia da manhã, a Dalma foi dormir, então decidi me jogar na cama.
Completamente pelado e com o pau estralando de duro, me deitei, quando dois gritos, dois berros de paixão, me fizeram dar um pulo enorme na cama de solteiro. "AAAAAAA AAAAAAAAAAAA" gritou minha mãe com força. Ela estava recebendo um pauzão bem dado. Dava pra ouvir perto, e ainda com um gemido especial, mais tarado. É meio difícil de explicar, mas dava pra escutar no segundo round de gritos a respiração mais ofegante. O tesão era maior do que uma boa trepada, a coisa era mais pervertida. O terceiro round de gritos foi bem agudo: "aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiiii" – quebrou minha cabeça como um tijolada. O pau tinha ficado duríssimo, bem empinado, e o que fez explodir de vez foi quando percebi que, mesmo nossos quartos sendo colados, os gritos não vinham do quarto dela. Os gritos vinham do outro lado da porta do meu quarto e do da minha irmã. Fiquei ainda mais excitado quando, no próximo round de gritos – "aaaaaaaaaa aaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiii" –, uns golpes secos, tipo... de mão contra madeira se ouviu alto. A situação era mais do que óbvia: minha putona mãe estava transando contra a porta do meu quarto. Apenas alguns minutos depois e com o pau bem duro, mal me restavam dúvidas: estava minha mãe fodendo de pé apoiada contra a porta do meu quarto. O barulho dos seus gritos e gemidos vinha acompanhado do som que as palmas da mão faziam na porta a cada bombada de pau do seu chongo. Nos primeiros minutos da sua tremenda trepada, fiquei ali parado perto da porta escutando como ela estava sendo comida. Minha mãe tinha intensificado os gritos e cada vez ecoavam mais. Me explodia a cabeça saber que, estando nós dois no quarto, nossa putona mãe tivesse começado a transar contra a porta. Era tanta a tesão e o tesão que o tesão dela me gerava que aflorava um fogo tremendo pela pele. Acordei minha irmã, que já meio que tinha acordado com os últimos gritos. Contei rapidamente a sequência e ela, tão surpresa quanto maravilhada como eu, se aproximou também para escutar contra a porta. “Ah, mas ela tá curtindo pra caralho”, disse minha irmã, que naquele momento, assim como eu, estava completamente pelada. Ali de pé junto a mim, com seus peitinhos pequenos e sua bucetinha rosada exposta. Passamos uns quinze minutos curtindo os gritos dela em silêncio, enquanto ficávamos cada vez mais excitadas.
Minha irmã me diz: “Vamos fazer um barulho pra ver se ela é tão putona a ponto de continuar transando contra a nossa porta”. Meu pau estava latejando de tesão, então concordei com a cabeça. Joguei no chão uns cadernos que estavam numa cadeira e liguei um jogo no computador para que a introdução fizesse barulho. Do outro lado, ouvimos a voz do chongo dela: “E se seus filhos saírem?” perguntou com uma mistura de dúvida e tesão. A resposta da minha mãe acabou de nos deixar extremamente excitadas: “Que se foda, me arromba a buceta”. Estávamos com tanta tesão que, pelados como estávamos, decidimos sair pela janela para dar a volta e espiá-la transando. Não sem antes nos tocarmos um pouquinho pra dar ânimo e coragem. Minha irmã pegou na minha pica dura com a mão direita, batendo uma punheta de leve, enquanto eu tocava a buceta dela com meus dedos que encharcavam tudo com o mel dela. Quando finalmente demos a volta na casinha e entramos por trás, ficamos os dois peladinhos parados a poucos metros da minha mãe e do chongo dela. A cena era maravilhosa: um rockeiro tatuado de cabelão dando pica a bombadas na nossa mãe, que estava de pé mostrando a raba apoiada contra a porta do nosso quarto. O cara metia com vontade e minha mãe respondia com gritos e gemidos de prazer. Nós trocávamos olhares cúmplices e, devagar, a mão dela foi pra minha pica e a minha pra buceta dela. Começamos a nos tocar suavemente, tentando segurar a respiração ofegante. Tudo isso enquanto na nossa frente aquela putona MILF levava pica como uma mulher sedenta por rola. "Arrebenta toda a minha buceta, arrebenta ela todinha", repetia minha mãe enquanto o rockeiro, cada vez mais pirado, metia com tudo, fazendo minha mãe bater forte na nossa porta. "Você vai derrubar a porta", conseguiu dizer o rockeiro num momento de folga entre duas metidas; "que porra que eu tô ligando pra essa porta", respondeu nossa mãe mostrando ser a mãe mais puta. Nós queríamos continuar vendo, mas o amasso e o toque tinham ficado tão intensos que meus dedos estavam cheios do mel dela e minha pica estava prestes a explodir na mão dela.
Então ficamos só mais um pouquinho vendo nossa mãe levar pica e o rockeiro aproveitando a posição pra apalpar bem aquelas tetas enormes. Assim, peladinhos e super excitados como estávamos, voltamos a sair por trás e entramos pela janela no nosso quarto. Estávamos fervendo de tesão e nos jogamos na minha cama pra nos tocar com mais vontade. Enquanto nos beijávamos loucamente entre irmãos e eu enfiava forte meus dedos na xereca dela, minha irmã soltou três gemidos altos demais. Ficamos com medo que minha mãe ouvisse, mas ou ela não ouviu ou ela tava nem aí. cuidado porque a putona continuou gritando enquanto levava rola. Nós nos deixamos levar completamente e nos perdimos no fogo de tanto tesão e safadeza. Minha irmã acabou com um lindo jato de lubrificação, até ela ficou surpresa com como molhou a cama. Ela estava com as pernas tremendo e eu, ainda todo duro, pedia para ela continuar me masturbando. Fechei os olhos por um momento e só conseguia ouvir os gemidos da minha mãe e suas batidas na porta; e sentir, ao mesmo tempo, minha irmã me punhetando. Não aguentei muito mais e acabei enchendo a mão dela de porra. Senti três jatos de leite saindo em alta velocidade da minha pica. Fiquei com minha irmã, os dois suados, ofegantes e ainda ouvindo como nossa mãe putona continuava transando.
Uma noite quente, eu estava no MSN batendo papo com a Dalma. A gente vinha falando justamente sobre a putaria incrível da minha mãe e como os decotes profundos dela sem sutiã deixavam todos os homens babando nas tetas enormes dela. Naquela tarde, eu tinha me encontrado com a minha namoradinha, passamos o dia todo nos beijos e amassos, e meu tesão estava lá nas alturas. Tão alto que não conseguia dormir, e aproveitando essa insônia de pau duro, resolvi entrar no MSN. Não contei pra Dalma que tinha me visto com a minha namoradinha, mas ela sabia que eu estava com muito tesão. Lembro bem que perto de uma e meia da manhã, a Dalma foi dormir, então decidi me jogar na cama.
Completamente pelado e com o pau estralando de duro, me deitei, quando dois gritos, dois berros de paixão, me fizeram dar um pulo enorme na cama de solteiro. "AAAAAAA AAAAAAAAAAAA" gritou minha mãe com força. Ela estava recebendo um pauzão bem dado. Dava pra ouvir perto, e ainda com um gemido especial, mais tarado. É meio difícil de explicar, mas dava pra escutar no segundo round de gritos a respiração mais ofegante. O tesão era maior do que uma boa trepada, a coisa era mais pervertida. O terceiro round de gritos foi bem agudo: "aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiiii" – quebrou minha cabeça como um tijolada. O pau tinha ficado duríssimo, bem empinado, e o que fez explodir de vez foi quando percebi que, mesmo nossos quartos sendo colados, os gritos não vinham do quarto dela. Os gritos vinham do outro lado da porta do meu quarto e do da minha irmã. Fiquei ainda mais excitado quando, no próximo round de gritos – "aaaaaaaaaa aaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiii" –, uns golpes secos, tipo... de mão contra madeira se ouviu alto. A situação era mais do que óbvia: minha putona mãe estava transando contra a porta do meu quarto. Apenas alguns minutos depois e com o pau bem duro, mal me restavam dúvidas: estava minha mãe fodendo de pé apoiada contra a porta do meu quarto. O barulho dos seus gritos e gemidos vinha acompanhado do som que as palmas da mão faziam na porta a cada bombada de pau do seu chongo. Nos primeiros minutos da sua tremenda trepada, fiquei ali parado perto da porta escutando como ela estava sendo comida. Minha mãe tinha intensificado os gritos e cada vez ecoavam mais. Me explodia a cabeça saber que, estando nós dois no quarto, nossa putona mãe tivesse começado a transar contra a porta. Era tanta a tesão e o tesão que o tesão dela me gerava que aflorava um fogo tremendo pela pele. Acordei minha irmã, que já meio que tinha acordado com os últimos gritos. Contei rapidamente a sequência e ela, tão surpresa quanto maravilhada como eu, se aproximou também para escutar contra a porta. “Ah, mas ela tá curtindo pra caralho”, disse minha irmã, que naquele momento, assim como eu, estava completamente pelada. Ali de pé junto a mim, com seus peitinhos pequenos e sua bucetinha rosada exposta. Passamos uns quinze minutos curtindo os gritos dela em silêncio, enquanto ficávamos cada vez mais excitadas.
Minha irmã me diz: “Vamos fazer um barulho pra ver se ela é tão putona a ponto de continuar transando contra a nossa porta”. Meu pau estava latejando de tesão, então concordei com a cabeça. Joguei no chão uns cadernos que estavam numa cadeira e liguei um jogo no computador para que a introdução fizesse barulho. Do outro lado, ouvimos a voz do chongo dela: “E se seus filhos saírem?” perguntou com uma mistura de dúvida e tesão. A resposta da minha mãe acabou de nos deixar extremamente excitadas: “Que se foda, me arromba a buceta”. Estávamos com tanta tesão que, pelados como estávamos, decidimos sair pela janela para dar a volta e espiá-la transando. Não sem antes nos tocarmos um pouquinho pra dar ânimo e coragem. Minha irmã pegou na minha pica dura com a mão direita, batendo uma punheta de leve, enquanto eu tocava a buceta dela com meus dedos que encharcavam tudo com o mel dela. Quando finalmente demos a volta na casinha e entramos por trás, ficamos os dois peladinhos parados a poucos metros da minha mãe e do chongo dela. A cena era maravilhosa: um rockeiro tatuado de cabelão dando pica a bombadas na nossa mãe, que estava de pé mostrando a raba apoiada contra a porta do nosso quarto. O cara metia com vontade e minha mãe respondia com gritos e gemidos de prazer. Nós trocávamos olhares cúmplices e, devagar, a mão dela foi pra minha pica e a minha pra buceta dela. Começamos a nos tocar suavemente, tentando segurar a respiração ofegante. Tudo isso enquanto na nossa frente aquela putona MILF levava pica como uma mulher sedenta por rola. "Arrebenta toda a minha buceta, arrebenta ela todinha", repetia minha mãe enquanto o rockeiro, cada vez mais pirado, metia com tudo, fazendo minha mãe bater forte na nossa porta. "Você vai derrubar a porta", conseguiu dizer o rockeiro num momento de folga entre duas metidas; "que porra que eu tô ligando pra essa porta", respondeu nossa mãe mostrando ser a mãe mais puta. Nós queríamos continuar vendo, mas o amasso e o toque tinham ficado tão intensos que meus dedos estavam cheios do mel dela e minha pica estava prestes a explodir na mão dela.
Então ficamos só mais um pouquinho vendo nossa mãe levar pica e o rockeiro aproveitando a posição pra apalpar bem aquelas tetas enormes. Assim, peladinhos e super excitados como estávamos, voltamos a sair por trás e entramos pela janela no nosso quarto. Estávamos fervendo de tesão e nos jogamos na minha cama pra nos tocar com mais vontade. Enquanto nos beijávamos loucamente entre irmãos e eu enfiava forte meus dedos na xereca dela, minha irmã soltou três gemidos altos demais. Ficamos com medo que minha mãe ouvisse, mas ou ela não ouviu ou ela tava nem aí. cuidado porque a putona continuou gritando enquanto levava rola. Nós nos deixamos levar completamente e nos perdimos no fogo de tanto tesão e safadeza. Minha irmã acabou com um lindo jato de lubrificação, até ela ficou surpresa com como molhou a cama. Ela estava com as pernas tremendo e eu, ainda todo duro, pedia para ela continuar me masturbando. Fechei os olhos por um momento e só conseguia ouvir os gemidos da minha mãe e suas batidas na porta; e sentir, ao mesmo tempo, minha irmã me punhetando. Não aguentei muito mais e acabei enchendo a mão dela de porra. Senti três jatos de leite saindo em alta velocidade da minha pica. Fiquei com minha irmã, os dois suados, ofegantes e ainda ouvindo como nossa mãe putona continuava transando.
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