Miranda e seu corno 23 - as irmãzinhas querem mais

Carla e Juana não se conformaram com a explicação inicial. Ainda sentadas no quarto dos pais, com as caras vermelhas e os olhos bem abertos, continuaram fazendo perguntas. A curiosidade e a surpresa eram grandes demais.
Carla foi a primeira a continuar, com a voz trêmula mas insistente:
—Mas… por que você gosta de mendigos, mãe? Eles são sujos, velhos, fedem… não te dá nojo?
Miranda respirou fundo e respondeu com toda a honestidade, sem rodeios:
—É justamente por isso que eu gosto deles, filhinha. O contraste me excita. Eu me cuido muito: tomo banho todo dia, me depilo, hidrato a pele, me perfumo… sou limpa e feminina. Eles são o oposto: sujos, fedorentos, grosseiros e descuidados. Quando um homem assim me pega com as mãos imundas, quando me beija com a boca que cheira a tabaco e dentes sujos, quando me fode com força e me enche de porra… sinto que estou sendo usada por um macho de verdade. Isso me deixa muito puta.
Juana, ainda processando tudo, perguntou com a voz baixinha:
—E desde quando você gosta disso? O pai sempre soube?
Miranda olhou pro Eduardo com carinho antes de responder:
—Faz vários anos que descobri que me excitavam os homens marginais, os mendigos, os pedreiros sujos… no começo eu tinha vergonha de admitir, mas depois aceitei. Meu pai soube quase desde o início. No começo foi difícil pra ele, mas depois percebeu que também ficava excitado em me ver com outros homens. Por isso aceitou ser corno.
Eduardo interveio com voz calma, embora meio envergonhada:
—Sim… eu sou corno. Adoro ver sua mãe se entregar pra homens mais fortes e mais sujos do que eu. Me excita saber que não consigo satisfazer ela como eles. Por isso uso gaiola de castidade: pra não conseguir ter ereção e lembrar qual é o meu lugar.
Carla franziu a testa, ainda confusa.
—E não te dá ciúme, pai? Não te incomoda que a mamãe deixe esses caras nojentos comerem ela?
Eduardo balançou a cabeça e respondeu com sinceridade:
—No começo, sim, me dava ciúmes. Mas depois entendi que é isso que me excita. Ver como um velho sujo igual o Dogoberto ou os outros mendigos tratam ela como uma puta… me deixa muito tesudo. Meu prazer já não é mais foder. Meu prazer é olhar, limpar depois e saber que a mamãe tá satisfeita.
Miranda pegou na mão do marido e continuou explicando pras filhas:
—Nós temos uma relação diferente. Papai é submisso e corno. Ele gosta de me ver sendo usada. E eu gosto de me sentir desejada por uns brutamontes. Não é algo que a gente escolheu… é algo que excita nós dois. Por isso deixamos o Dogoberto morar aqui e a Camilita ser namorada dele. E por isso também aceitamos que vocês fiquem olhando.
Juana fez a pergunta mais direta:
—Então… você também é uma puta de mendigo igual a Camilita?
Miranda sorriu com naturalidade, sem vergonha:
—Sim. Mamãe também é uma puta de mendigos. Eu gosto de ser usada por homens feios, sujos e grosseiros. Me excita o cheiro forte deles, as mãos calejadas, o jeito deles falarem mal e me tratarem como uma qualquer. É minha forma de curtir minha sexualidade.
Carla perguntou, quase num sussurro:
—E a gente... pode continuar olhando quando esses homens te comerem?
Miranda olhou para as filhas com carinho e respondeu:
—Se quiserem, sim. Mas vocês precisam entender que é algo adulto e privado. Não podem contar pra ninguém nunca. Se gostarem de olhar, podem fazer isso. Mas também podem decidir não olhar mais. A decisão é de vocês.
Juana, ainda processando tudo, perguntou uma última coisa:
—E não te dá vergonha que a gente te veja assim… sendo usada por uns caras sujos?
Miranda balançou a cabeça e sorriu com ternura:
—Não tenho vergonha. Essa é a nossa família. Não tem mais segredos entre nós. Se vocês ficam excitados vendo a mamãe se entregar pra esses caras… tudo bem. A mamãe também fica com tesão sabendo que vocês estão olhando.
Eduardo acrescentou com voz suave:
—Só pedimos respeito e discrição. Se em algum momento vocês se sentirem desconfortáveis, é só falar que a gente para tudo.
Carla e Juana ficaram um tempinho em silêncio, processando tudo aquilo. A imagem que elas tinham da mãe — a mulher perfeita, limpinha e controladora — tinha acabado de se despedaçar de vez.
Finalmente, Carla murmurou:
—É… muita coisa pra processar. Mas valeu por contar a verdade.
Juana só conseguiu concordar com a cabeça, ainda em choque.
Miranda abraçou as duas com carinho e disse:
—Agora vão descansar. Se quiserem continuar olhando essa noite… podem. Se não, também tá de boa. Amamos vocês pra caralho.
As duas irmãs saíram do quarto ainda atordoadas, mas com uma nova compreensão da realidade da família delas.
A noite do aniversário da Miranda estava prestes a ficar ainda mais intensa.




Depois do jantar de aniversário e da longa conversa com Carla e Juana, Miranda olhou pra Dogoberto e disse com um sorriso cheio de expectativa:
—Dogoberto, por que você não leva a Camilita pro quarto dela? Essa noite é só pra vocês dois. Aproveitem como um casal.
Dogoberto sorriu com seus dentes amarelos e se levantou pesadamente. Pegou a Camilita pela mão e a levou até o quarto que agora dividiam. Camilita olhou pra mãe com uma mistura de vergonha e obediência, mas se deixou levar. A porta se fechou atrás deles, deixando a família na sala.
Miranda se virou para os quatro mendigos que esperavam em pé, ainda com suas roupas sujas e cheiro forte.
Os quatro eram exatamente como Eduardo e Dogoberto tinham pedido: nojentos e cada um com seu próprio nível de repugnância.


Dom Júlio: O mais gordo dos quatro. Tinha uns 1,70 de altura, mas a barriga era enorme e caída, cheia de dobras de gordura suja. Careca total, com a cabeça cheia de crostas e manchas marrons. A barba era comprida, grisalha e grudenta de comida velha. Cheirava forte a mijo seco e suor azedo. Faltavam quase todos os dentes de cima.
Ramón “O Negro”: Magro mas encurvado, pele muito escura e cheia de cicatrizes. Tinha uma corcunda enorme nas costas e as mãos cheias de sujeira preta encrustada. O cheiro dele era de lixo podre e pés extremamente sujos. Tinha meleca seca pendurada no nariz e os olhos amarelados por causa da hepatite.
Dom Luís: O mais baixinho (uns 1,55m), mas com uma pica desproporcionalmente grande que marcava grossa por baixo da calça rasgada. Cara cheia de verrugas e pintas peludas. Faltavam vários dentes e os que tinha eram pretos e tortos. Cheirava a uma mistura de merda e cachaça barata. A roupa dele estava tão rasgada que dava pra ver um pedaço da bunda suja.
Velho Paco: O mais alto e mais nojento. 1,82 de altura, magrelo pra caralho mas com uma barriga inchada de cachaça. A cara dele era cheia de feridas abertas e cascas. Cabelo comprido, ensebado e cheio de piolho. As unhas eram compridas, amarelas e pretas de tanta sujeira. O fedor era o pior: uma mistura de pé podre, sovaco fermentado e roupa que nunca tinha sido lavada. Quando sorria, mostrava só três dentes marrons e pontudos.


Os quatro olhavam para Miranda com fome evidente, babando quase literalmente.
Miranda respirou fundo, sentindo uma onda de excitação mórbida, e disse pra elas com voz suave mas firme:
—Bem-vindos, rapazes. Hoje é meu aniversário e quero que me usem como mereço. Venham comigo pro quarto de casal.
Os quatro mendigos sorriram com lascívia e seguiram Miranda até o quarto principal. O cheiro que deixaram ao caminhar era denso e pesado, uma mistura nojenta que invadia a casa toda.
Carla e Juana, que tinham ficado caladas a cena inteira, se olharam. Depois de um momento de hesitação, Carla criou coragem e falou pros pais:
—Mamãe… Papai… a gente pode ver como vocês usam a mamãe? Queremos olhar.
Eduardo e Miranda se olharam. Eduardo deu uma leve concordada.
Miranda respondeu com calma:
—Tá bom. Podem olhar. Mas só olhar. Não vão participar nem atrapalhar. Sentam nas cadeiras e observam em silêncio. Entendido?
Carla e Juana assentiram rapidamente, com o coração batendo a mil.
Sim, mãe… a gente só olhou — disse Carla.
Juana acrescentou baixinho:
—Queremos ver tudo...
Miranda sorriu com uma mistura de ternura e tesão.
—Então venham. Essa noite vocês vão ver como a mãe de vocês se entrega pra quatro tarados nojentos.
Os quatro mendigos já estavam dentro do quarto de casal, esperando impacientes. Miranda entrou seguida pelas duas filhas mais velhas, que se sentaram nas cadeiras encostadas na parede, exatamente como quando assistiam Camilita e Dogoberto.
A noite do aniversário da Miranda estava prestes a começar de forma selvagem.
Miranda e seu corno 23 - as irmãzinhas querem mais

O quarto de casal estava iluminado só pela luz fraca de dois abajures. Eduardo, Carla e Juana estavam sentados em três cadeiras colocadas de frente pra cama, feito plateia num teatro perverso. Os quatro mendigos já cercavam a Miranda, que tava de pé no centro do quarto, ainda vestida com o vestido chique que usou no aniversário dela.
O cheiro no quarto era de dar ânsia. Uma mistura pesada e densa de suor azedo, pé sujo, mijo velho, roupa podre e bafo de cachaça barata com dente cariado. O ar parecia grosso e difícil de respirar.
Miranda olhou pras filhas e pro marido com um sorriso calmo, mas cheio de tesão.
—Esta noite é meu presente… e quero que vejam tudo.
O primeiro a chegar foi o Dom Júlio, o gordo careca. Agarrou ela pela cintura com as mãos ensebadas e deu um beijo nojento. A boca babona e sem dentes dele grudou na da Miranda, enfiando uma língua grossa e amarelada até o fundo. Babava pra caralho, chupando os lábios dela e empurrando cuspe grosso pra dentro da boca limpa dela. Miranda respondia, beijando ele com a mesma intensidade, deixando a língua dela se enrolar com a dele.
Carla e Juana olhavam com os olhos bem abertos. O som molhado e babado do beijo enchia o quarto.
Dom Júlio se separou, um grosso fio de saliva pendurado entre as bocas deles, e grunhiu:
—Que boca mais gostosa você tem, putinha…
Na hora, Ramón "El Negro" agarrou ela pelo cabelo e virou o rosto dela. O beijo dele foi ainda mais nojento: tinha meleca seca no nariz e bafo de lixo podre. Enfiou a língua até a garganta, chupando e babando sem controle, enquanto apertava um peito dela por cima do vestido. Miranda gemia dentro da boca dele, respondendo com paixão.
Juana sussurrou quase sem voz, apertando as coxas:
—Deus… como ela baba…
O terceiro, Dom Luís, o baixinho de pau enorme, beijou ela com violência. Mordia os lábios dela, chupava a língua e passava cuspe grosso enquanto enfiava a mão por baixo do vestido e apertava a bunda dela. O beijo durou quase um minuto, barulhento e babado.
Por último, Velho Paco, o mais alto e nojento, pegou ela com força. O beijo dele foi o mais nojento: tinha feridas nos lábios e um bafo de pé podre e cachaça barata. Enfiou a língua até o fundo, babando ela toda, enquanto apertava as duas nádegas dela com as mãos cheias de sujeira preta. Miranda se deixava levar, respondendo ao beijo com a mesma intensidade suja.
Os quatro mendigos se revezavam pra beijar ela de um jeito nojento, um atrás do outro, sem parar. O quarto se enchia de sons molhados, babados e gemidos. A saliva escorria pelo queixo de todo mundo, se misturando com o cheiro nauseabundo que já tomava conta do ar.
Eduardo observava em silêncio, a gaiola de castidade apertando forte. Carla e Juana estavam vermelhas, respirando ofegantes, sem conseguir tirar os olhos da mãe delas sendo beijada de um jeito tão nojento por aqueles homens repugnantes.
Miranda, com os lábios inchados e brilhando de saliva alheia, olhou pras filhas e pro marido com um sorriso cheio de tesão e falou com a voz rouca:
—Tá vendo? É assim que os males de verdade beijam…
Os quatro mendigos continuavam cercando ela, prontos pra próxima fase.
O cheiro no quarto estava cada vez mais insuportável, mas pra Miranda (e secretamente pras filhas dela) isso só aumentava a excitação.

Carla e Juana estavam sentadas bem juntinhas nas cadeiras na frente da cama de casal, com os corpos duros e as mãos apertadas nos joelhos. O fedor nojento dos quatro mendigos já tinha tomado conta do quarto inteiro: uma mistura grossa de suor azedo, pé podre, mijo seco, bafo de cachaça barata e roupa que nunca foi lavada. Era tão forte que dava pra quase sentir o gosto no ar.
Carla (14 anos) tava pálida, mas os olhos dela não desgrudavam da cena. As bochechas tavam pegando fogo e ela respirava pela boca, tentando não inspirar muito fundo. Cada vez que um dos mendigos beijava a mãe dela de um jeito babado e nojento, ela sentia um nó no estômago… mas também um calor traiçoeiro entre as pernas.
Quando o Dom Julio enfiou a língua grossa e babuda na Miranda, a Carla apertou as coxas com força e pensou:
É tão nojento… como ele babando… como a saliva escorre pelo queixo dele… mas a mamãe responde… enfia a língua também…
Quando Ramón "O Negro" a beijou com meleca seca e bafo de lixo, Carla sentiu ânsia, mas ao mesmo tempo percebeu que a calcinha dela ficou molhada. Ela mordeu o lábio inferior com força e sussurrou quase sem voz pra irmã:
—Olha como ele enfia a língua até a garganta dela… é nojento… mas a mamãe parece que tá gostando…
Juana (12 anos) tava mais abalada, visivelmente. Os olhos dela estavam bem abertos, cheios de uma mistura de horror e fascinação. As mãos tremiam no colo dela. Cada beijo babado provocava uma onda de nojo nela… mas também uma excitação que ela não entendia direito e que envergonhava ela profundamente.
Quando Dom Luís mordia os lábios da Miranda e passava saliva grossa nela, a Juana sentiu o estômago revirar, mas não conseguia desviar o olhar. Sussurrou com a voz trêmula:
—Tá… babando tanto… escorrendo pelo pescoço dela… como que a mamãe consegue beijar eles assim? São tão feios… tão sujos…
Quando o Velho Paco, o mais nojento, beijou ela com as feridas abertas e um bafo de pé podre, Juana sentiu um enjoo, mas ao mesmo tempo apertou as coxas e percebeu que a bucetinha dela ficava molhada. Ela se inclinou pra Carla e confessou baixinho, quase chorando de vergonha:
—Carla… isso me dá muito nojo… mas… eu tô ficando molhada… o que tá acontecendo comigo? Ver a mamãe beijando aqueles velhos nojentos… tá me excitando…
Carla, respirando ofegante, pegou na mão da irmã e respondeu num sussurro trêmulo:
—Pra mim também… Toda vez que um deles enfia a língua nela e fica babando tanto… fico toda molhada. É nojento… mas não consigo parar de olhar. Mamãe parece tão… entregue. Tão puta. E eles são tão feios e fedem tanto… mas isso só torna tudo mais forte.
As duas irmãs continuavam observando, cada vez mais afetadas. Quando os quatro mendigos se revezavam para beijar a Miranda de forma cada vez mais violenta e babada, Carla e Juana já não disfarçavam a excitação. Carla tinha uma mão discretamente entre as pernas, apertando por cima do pijama. Juana apertava as coxas ritmicamente, mordendo o lábio com força.
Juana sussurrou, com a voz trêmula:
—Olha como a baba escorre pelo pescoço dela… e a mamãe continua beijando eles… parece que ela gosta de verdade… Me dá nojo… mas me deixa com muito tesão…
Carla respondeu, quase sem fôlego:
—É porque eles são uns malvados de verdade… sujos, sem-vergonha e nojentos… que nem o Dogoberto. Agora entendo por que a gente fica tão excitada vendo eles. Mamãe tá se deixando usar como uma puta… e a gente aqui só olhando…
As duas irmãs se olharam por um segundo, os olhos cheios de vergonha, tesão e uma nova cumplicidade sombria. O cheiro nojento do quarto, os sons babados dos beijos e a imagem da mãe delas sendo beijada de forma tão nojenta por aqueles quatro mendigos imundos as deixaram completamente presas.
Miranda, com os lábios inchados e brilhando de saliva alheia, olhou por um momento para as filhas e sorriu com tesão, sabendo perfeitamente o efeito que estava causando nelas.
A noite mal tinha começado.




Os quatro mendigos não esperaram mais. Cercaram a Miranda como bichos famintos e começaram a despir ela com mãos desajeitadas e sujas. Rasgaram o vestido de aniversário, puxaram a calcinha dela pra baixo e deixaram ela completamente pelada no meio do quarto de casal.
Miranda olhou pras filhas e pro marido com um sorriso cheio de tesão e amor, e falou com a voz rouca, mas carinhosa:
—Amo muito vocês… todos. Isso não muda nada. Sou a mãe e a esposa de vocês… mas hoje quero ser uma puta pra esses caras.
Dom Júlio, o gordo careca, foi o primeiro. Empurrou ela na cama de barriga pra cima, abriu as pernas dela com força e enfiou a rola grossa e fedorenta dele de uma só vez na buceta dela. Miranda soltou um gemido longo e profundo de prazer.
— Aaaahhh… sim… enfia tudo…!
Enquanto Dom Julio a fodia com estocadas pesadas e brutais, Miranda olhou para as filhas e o marido, ofegando:
—Carla… Juana… amo tanto vocês… isso não significa que não quero vocês… sou feliz sendo mãe de vocês… mas também preciso disso… preciso que me usem assim…
Ramón “El Negro” subiu na cama e enfiou a pica na boca de Miranda enquanto Dom Julio continuava comendo ela. Miranda chupava com gosto, gemendo em volta da pica suja, saliva escorrendo pelo queixo dela. Entre uma mamada e outra, conseguia falar:
—Eduardo… meu amor… meu corno manso… te amo… obrigada por esse presente… obrigada por deixar me comerem… amo todos vocês…
Os mendigos mudaram de posição rapidamente.
Dom Luís, o baixinho de pau enorme, colocou ela de quatro e meteu no cu com força. Miranda gritou de prazer, arqueando as costas.
— Sim… arrebenta minha buceta…! Mais forte…!
Enquanto Dom Luís a sodomizava de forma selvagem, Miranda continuava falando entre gemidos, olhando para as filhas:
—Carla… Juana… meu amor… não tenham medo… mamãe tá feliz… adoro que vocês me vejam assim… adoro que saibam quem eu sou de verdade… amo vocês de todo coração… isso não muda nada… sou a mãe de vocês…
Velho Paco, o mais alto e nojento, deitou na cama e sentou ela em cima dele, empalando a buceta dela no pau dele. Ao mesmo tempo, Dom Júlio se posicionou atrás e enfiou o pau no cu dela. Miranda ficou duplamente penetrada, gemendo como uma puta em êxtase.
— Aaaahhh… tão enchendo meus dois buracos…! Que gostoso…!
Com a voz trêmula por causa das estocadas brutais, a Miranda continuava declarando seu amor:
—Eduardo… meu corno lindo… te amo… obrigada por deixar me usarem… Carla, Juana… minhas filhas lindas… mamãe ama vocês mais que tudo… isso é só prazer… vocês são minha família… amo vocês… amo tanto vocês…
Os quatro mendigos comiam ela sem piedade, trocando de posição direto: dupla penetração, um na boca e outro na buceta, um no cu enquanto ela chupava a pica de outro… Miranda gemia de puro tesão, o corpo suado e marcado por mãos sujas.
Em todo momento, entre um gemido e outro, repetia pras filhas e pro marido:
—Eu amo vocês… amo com todo meu coração… isso não muda nada… sou feliz sendo a mãe e esposa de vocês… mas também preciso ser uma puta… obrigada por me permitirem isso…
Carla e Juana olhavam tudo de olhos bem abertos, respirando ofegantes, claramente excitadas e chocadas ao mesmo tempo. Ouvir a mãe delas declarar seu amor enquanto era fodida selvagemente por quatro mendigos nojentos era uma imagem que jamais esqueceriam.
Eduardo, sentado na cadeira com a gaiola apertando forte, só conseguia olhar em silêncio, cheio de tesão e amor.
A noite do aniversário da Miranda estava se desenrolando exatamente como ele tinha desejado.




Os quatro mendigos comiam a Miranda sem piedade, revezando e se combinando em diferentes posições. O quarto de casal tinha virado um antro de luxúria brutal e cheiros nojentos.
Dom Júlio tinha ela de quatro e metia com força na buceta, a barriga gorda batendo no rabo da Miranda com estocadas secas e pesadas.
Ramón "El Negro" enfiava a pica suja na boca dela, fodendo a garganta enquanto puxava o cabelo dela.
Dom Luís e Velho Paco esperavam sua vez, batendo uma nas suas pirocas grossas e fedorentas.
Os insultos e as humilhações verbais não paravam:
— Toma, sua puta nojenta! Abre bem essa buceta pra levar pica de verdade!
— Olha como essa puta de luxo geme! Se faz de dona de casa e adora ser cheia de pica suja.
— Sua mãe de merda! Suas filhas estão te vendo virar uma puta barata.
— Engole toda essa pica, puta! É isso que você merece!
Miranda gemia com força, o corpo suado e marcado por mãos sujas. Entre um gemido e outro, olhava para o marido com olhos vidrados de prazer e necessidade emocional.
—Eduardo… meu amor… vem… segura minhas mãos… —implorou com a voz entrecortada enquanto Dom Julio a fodia com brutalidade—. Preciso sentir você… me dá apoio… me beija… pra aguentar o que esses malditos tão fazendo comigo…
Eduardo se levantou imediatamente da cadeira, foi até a cama e segurou as mãos da esposa com força. Miranda entrelaçou os dedos nos dele e o olhou com amor profundo, mesmo enquanto Ramón metia na boca dela sem piedade.
—Me beija… —pediu entre gemidos abafados.
Eduardo se inclinou e beijou sua esposa com ternura e paixão. Suas bocas se uniram num beijo suave e cheio de amor, contrastando brutalmente com a fodida selvagem e humilhante que Miranda estava levando. Enquanto o marido a beijava com carinho, os mendigos continuavam metendo forte nela.
Dom Júlio dava palmadas fortes na bunda dela e grunhia:
— Olha essa puta! Enquanto o corno manso beija ela com amor, nós estamos arrombando a buceta e o cu dela. Que família de degenerados!
Ramón tirou a pica da boca só pra cuspir na cara dela e dizer:
— Continua beijando seu viado enquanto a gente te trata como a puta que você é!
Miranda gemia dentro do beijo do marido, apertando as mãos dele com força. Entre um beijo e outro, sussurrava com a voz trêmula:
—Eu te amo… Eduardo… te amo tanto… obrigada por deixar eles me usarem… sou feliz… sou sua putinha… mas também sou sua esposa…
Carla e Juana observavam tudo das cadeiras, completamente excitadas e sem conseguir desviar o olhar. Carla tinha uma mão entre as pernas, apertando disfarçadamente. Juana apertava as coxas com força, respirando ofegante.
Carla sussurrou para a irmã, com a voz trêmula:
—Olha como a mamãe beija o papai com tanto amor… enquanto aqueles velhos nojentos tão destruindo ela… é tão… forte…
Juana, com os olhos brilhando de tesão, respondeu baixinho:
—Ela parece tão feliz… mesmo sendo tratada como uma puta… e o pai tá apoiando… isso é demais… tá me deixando muito excitado…
Os mendigos continuavam degradando ela verbalmente sem parar:
— Olha só essa mãe de família! Beijando o corno dela enquanto enchemos os buracos dela.
— Você é uma vergonha como mãe! Suas filhas estão te vendo virar uma puta de mendigo.
— Grita mais alto, puta! Diz pras tuas filhas o quanto tu adora ser comida por homens sujos como a gente!
Miranda, ainda beijando o marido e apertando as mãos dele, gemia de prazer e amor.
—Eu amo vocês… todas vocês… isso é só prazer… sou feliz… continuem… me usem mais forte…
A cena era extremamente intensa: amorzinho entre Miranda e Eduardo, brutalidade selvagem e degradação verbal por parte dos quatro mendigos, e Carla e Juana observando tudo com uma excitação que já não conseguiam mais esconder.




Os quatro mendigos continuavam comendo ela sem piedade. Seu Júlio tava com ela de quatro e metia com força na buceta dela, enquanto Ramão "O Negro" enfiava o pau sujo na boca dela, fodendo a garganta. Seu Luís e o Velho Paco esperavam a vez, batendo punheta e passando as mãos sujas nos peitos e na bunda dela.
Miranda gemia com a boca cheia, mas entre uma enfiada e outra conseguia falar. Olhou diretamente para suas filhas Carla e Juana, que estavam sentadas nas cadeiras na frente da cama, de olhos bem abertos e rostos vermelhos de tesão.
Com a voz cortada pelos golpes brutais que levava, Miranda começou a dar uma lição neles enquanto era penetrada:
—Filhinhas… aaaahhh… escutem a mamãe… as mamães boas… ahh!… deixam as filhas olharem… sim… assim… olhem tudo… não se escondam… vejam como a mamãe se entrega…
Dom Júlio deu um tapa forte na bunda dela e acelerou as estocadas. Miranda soltou um gemido longo, mas continuou falando, olhando pras filhas com olhos vidrados de prazer:
—Vocês são boas filhas… por estarem aqui… por observarem… por não terem medo… as mães boas ensinam pelo exemplo… e eu estou ensinando a vocês… como uma mulher de verdade… se submete a males como esses…
Ramón tirou a pica da boca dela por um segundo para poder falar melhor. Miranda ofegou e continuou, com a voz rouca:
—Olha como tão me usando… como tão enchendo meus buracos… isso é o que uma mãe boa faz quando precisa de prazer… e vocês… são boas filhas por olhar sem julgar… amo vocês por isso… amo vocês por estarem aqui… me vendo virar uma puta…
Dom Luís se colocou debaixo dela e meteu na buceta enquanto Dom Júlio continuava comendo ela pelo cu. Miranda ficou duplamente penetrada, o corpo sacudido com violência. Mesmo assim, continuou falando entre gemidos fortes:
— Aaaahhh… sim… dois paus ao mesmo tempo…! Filhinhas… aprendam… uma mãe boa… deixa as filhas verem o lado mais sujo dela… porque isso ajuda vocês a entenderem… o mundo real… o prazer real… não tenham medo de olhar… olhem como a mamãe geme… como ela goza… como ela se deixa rebaixar…
O velho Paco se aproximou e enfiou a pica na boca dela, calando-a por um momento. Miranda chupava com vontade, babando pra caralho, mas quando ele tirou a pica por um segundo pra respirar, ela continuou a lição:
—São boas filhas… por ficarem excitadas olhando… por se molharem enquanto veem a mamãe sendo usada… isso é bom… mamãe está feliz que vocês olhem… amo vocês… amo tanto… continuem olhando… aprendam… uma mãe boa compartilha o prazer dela com as filhas…
Os quatro mendigos a humilhavam verbalmente enquanto a fodiam.
— Olha essa mãe de merda dando lição enquanto a gente enche os buracos dela!
— Que puta educada! Ensinando pras filhas dela como ser umas vadias igual ela.
— Grita mais alto, sua puta! Fala pras tuas filhas como é gostoso ter o cu arrombado!
Miranda, entre um gemido e outro, continuava olhando pra elas com tesão e sacanagem.
—Eu amo vocês… minhas filhas lindas… sejam boas… observem tudo… mamãe está feliz… feliz que vocês vejam… feliz que aprendam… aaaahhh… sim… mais forte… me usem…
Carla e Juana olhavam tudo sem conseguir piscar, respirando ofegantes, claramente excitadas com as palavras da mãe enquanto ela era brutalmente fodida e humilhada.
Miranda continuava dando sua "lição" entre investidas selvagens, declarando seu amor e justificando seu prazer na frente das filhas.
A noite continuava avançando, cada vez mais intensa e depravada.


Os quatro mendigos continuavam usando Miranda sem piedade. Dom Júlio e Dom Luís estavam com ela duplamente penetrada — um na buceta e outro no cu — enquanto Ramón metia na boca dela e Velho Paco apertava os peitos dela e cuspia na cara dela. O corpo de Miranda tremia violentamente a cada estocada, mas ela continuava falando entre gemidos, olhando diretamente para suas filhas Carla e Juana.
Com a voz trêmula e rouca de prazer, Miranda continuou dando suas lições explícitas:
—Filhinhas… escutem bem a mamãe… aaaahhh… uma mamãe boa… ensina pelo exemplo… olhem como tão arrombando meus dois buracos ao mesmo tempo… isso é o que uma mulher de verdade aguenta… quando chegar a hora… vocês também vão ter que se abrir pra paus como esses…
Dom Luís deu um tapa forte na bunda dela e Miranda gemeu mais alto, mas não parou de falar:
—Uma mãe boa… não é só a que cozinha e cuida… também é a que se deixa usar… a que abre as pernas e o cu… a que engole pica suja… a que se deixa encher de porra… porque isso também faz parte de ser mulher… de ser mulher…
Ramón tirou a piroca da boca dele por um segundo pra ela poder respirar e falar. Miranda ofegou e continuou, com saliva escorrendo pelo queixo dela:
—Olha como tão fudendo minha boca… como tão enfiando a pica até a garganta… uma mãe gostosa aprende a respirar pelo nariz… a relaxar a garganta… a chupar mesmo com ânsia… porque o prazer do macho dela é mais importante que o conforto dela…
Velho Paco cuspiu na cara dela de novo e Miranda recebeu o cuspe com um sorriso, depois olhou pras filhas dela.
—Carla… Juana… as mães boas deixam as filhas verem isso… porque assim elas aprendem que o sexo nem sempre é bonito e romântico… às vezes é sujo… brutal… degradante… e isso também tá de boa… olha como a mamãe geme de prazer enquanto é tratada como uma putinha barata… isso é o que uma mãe de verdade faz… ensina sem vergonha…
Os mendigos aceleraram as investidas. Miranda teve que se agarrar firme nos lençóis, mas continuou falando, cada vez mais explícita:
—Quando um macho como esses meter a pica no cu de vocês… não reclamem… relaxem… deixem doer no começo… porque depois vem o prazer… aprendam a agradecer… mesmo que doa… mesmo que dê nojo… digam “obrigada por foder meu cu, meu macho”… porque isso é o que uma menininha submissa deve fazer…
Olhou diretamente para Carla e Juana com olhos cheios de luxúria e amor.
—Minhas filhas boas… observem como a mamãe se deixa humilhar… como ela deixa esses velhos nojentos encherem os buracos dela… isso é parte de ser mulher… parte de ser mulher… não tenham medo de desejar isso… a mamãe ama vocês… ama vocês mesmo que me vejam virada numa puta de mendigos… amo vocês mais que tudo…
Dom Júlio grunhiu e deu várias palmadas fortes na bunda dela enquanto a fodia.
— Olha só essa mãe dando lição enquanto a gente arrebenta a buceta dela! Que puta educada!
Miranda gemeu alto e continuou sua lição entre ofegos:
—Escutem… uma mãe boa… não é só aquela que dá abraços… também é a que abre as pernas… a que deixa foder na frente das filhas… a que mostra pra elas como uma mulher se submete a machos brutos… porque isso também é amor… ensinar a verdade do prazer…
Os quatro mendigos continuavam metendo forte, trocando de buraco, cuspindo nela, puxando o cabelo e humilhando ela com palavras, mas Miranda nunca parou de olhar pras filhas e dar suas lições explícitas, misturando amor de mãe com a depravação mais cruel.
Carla e Juana olhavam tudo sem piscar, completamente hipnotizadas e excitadas pelas palavras da mãe enquanto ela era usada sem piedade.




Depois de uma longa sessão em que a Miranda foi fodida brutalmente pelos quatro mendigos, o clima no quarto de casal tava carregado de cheiro de sexo, suor e porra. A Miranda tava deitada, ofegante na cama, o corpo todo suado e marcado, com porra escorrendo da buceta e do cu dela.
Miranda olhou para o marido com um sorriso amoroso e disse com voz rouca, mas carinhosa:
—Agora é sua vez, meu amor… mostra pras nossas filhas qual é o seu papel de corno manso.
Eduardo engoliu seco, visivelmente nervoso mas excitado. Levantou da cadeira, tirou a roupa devagar na frente de todo mundo e ficou completamente pelado, mostrando o pauzinho trancado na gaiolinha de castidade rosa. Carla e Juana ficaram mudas de surpresa.
Eduardo subiu na cama, ficou de quatro sobre os lençóis bagunçados e levantou a bunda, se oferecendo. A voz dele saiu baixa e envergonhada:
—Velho Paco… vem… me usa… sou o viadinho cuck da casa…
Velho Paco, o mais alto e nojento dos quatro, sorriu com seus três dentes marrons e se aproximou. Sua pica comprida, cheia de veias e suja já tava dura. Ele cuspiu na mão, passou na pica e se posicionou atrás do Eduardo.
Carla e Juana olhavam com os olhos bem abertos, completamente chocadas. Não podiam acreditar no que estavam vendo: o pai delas, o homem que sempre foi um exemplo de estabilidade e autoridade pra elas, agora estava pelado, de quatro, oferecendo a bunda pra um mendigo nojento.
Velho Paco empurrou devagar. A piroca grossa entrou no cu do Eduardo, que soltou um gemido abafado de dor e prazer. Paco começou a macetá-lo com estocadas fortes e brutas, segurando ele pelos quadris.
Eduardo gemia enquanto era penetrado, a gaiolinha de castidade balançando inutilmente entre as pernas dele.
Carla sussurrou, pálida e chocada:
—Papai… o que você está fazendo…? Você tá deixando te comerem… que nem uma mulher…?
Juana, com a voz trêmula, completou:
—A gente achava que o pai era… o fortão da casa… e agora tá de quatro… deixando aquele velho nojento enfiar a pica no cu dele…
Miranda, ainda ofegante na cama, olhou pras filhas com carinho e explicou calma:
—Filhinhas… o pai de vocês é um corno manso. O prazer dele é diferente. Ele gosta de ver me comendo… e também gosta de ser usado. Faz parte do nosso acordo. O papai nasceu pra se submeter a machos mais fortes e brutos. Ele não é fraco… é corajoso por aceitar o papel dele.
Eduardo, enquanto era comido com força pelo Velho Paco, olhou pras filhas com vergonha, mas também com sinceridade:
—É isso mesmo, filhas… sou o viadinho da família… me excita ser humilhado… ser usado… ser comido por homens sujos como ele… desculpa se isso choca vocês… mas essa é a verdade do papai…
Velho Paco grunhiu enquanto dava estocadas mais brutais no Eduardo:
— Olha esse corno manso! Se acha o machão da casa e agora tá pedindo rola no cu que nem uma putinha. Toma, viadinho!
Carla e Juana ficaram em choque. Ver o pai delas — o homem que sempre dava conselhos, que parecia o pilar da família — pelado, de quatro, gemendo enquanto um mendigo nojento metia no cu dele, deixou elas sem palavras.
Juana sussurrou, quase sem voz:
—Papai… sempre pensei que você fosse… o exemplo… e agora você está deixando se rebaixar desse jeito…
Carla apertou as coxas, visivelmente afetada mas também excitada do jeito dela:
—É… muito forte ver isso… mas… não consigo parar de olhar…
Miranda, da cama, disse pra eles com voz suave:
—Isso é parte da nossa família, filhinhas. Todos nós temos nossos papéis. Papai é o corno que adora ser usado. E nós… as fêmeas… nos entregamos aos brutos safados. Não julguem… só observem e aprendam.
O velho Paco continuava comendo o Eduardo com força, humilhando ele verbalmente enquanto as duas irmãs assistiam tudo, processando o choque de ver o pai sendo penetrado e rebaixado daquele jeito.
A noite continuava avançando, cada vez mais reveladora e depravada para Carla e Juana.

Os quatro mendigos continuavam usando Miranda e Eduardo ao mesmo tempo, mas agora o foco tinha mudado. Miranda estava de joelhos na cama, sendo comida na buceta pelo Dom Julio e na boca pelo Ramón. Eduardo, ao lado dela, estava de quatro, recebendo a piroca grossa e suja do Velho Paco no cu.
Miranda e Eduardo, enquanto eram sodomizados brutalmente, começaram a dar uma lição nas suas filhas Carla e Juana, que assistiam tudo das suas cadeiras, completamente chocadas e excitadas.
Miranda gemia com força enquanto Dom Julio a metia por trás, mas conseguia falar entre ofegos, olhando para as filhas com olhos cheios de amor e luxúria.
—Filhinhas… escutem a mamãe… aaaahhh… mesmo que nos vejam assim… sendo usadas… isso é parte da nossa família… uma mamãe boa… ensina pelo exemplo… olhem como me comem… como me tratam como uma puta… e eu adoro isso… porque uma mãe de verdade… também tem necessidades… e as satisfaz com machos brutos…
Eduardo, gemendo enquanto o Velho Paco dava fortes estocadas na bunda dele, completou com a voz trêmula:
—Papai… também faz parte disso… sou um viadinho cuck… gosto de ser sodomizado… de ser humilhado… olha como tão arrombando minha bunda… esse é meu papel… apoiar a mamãe… e também me entregar… pra vocês verem que não tem vergonha em se submeter…
Miranda continuou falando, ofegando a cada estocada profunda:
—Carla… Juana… as mães boas… permitem que suas filhas vejam a verdade… olhem como o papai geme enquanto enfiam a pica no cu dele… ele é feliz assim… sendo usado por um macho mais forte… isso não o faz menos homem… isso o faz corajoso… porque aceita sua natureza submissa…
Eduardo gemia mais alto quando o Velho Paco puxava seu cabelo e dava tapas na bunda dele.
—Filhinhas… aprendam… os homens também podem ser passivos… podem curtir sendo comidos… sendo chamados de viadinhos… olha como me tratam… como me enchem… e eu aceito… porque amo a mamãe… e porque me excita ver como usam ela…
Miranda, com a voz cortada pelos gemidos, continuou a lição enquanto o Ramón fodia a boca dela e o Dom Julio metia forte na buceta.
—Uma família de verdade… não é perfeita… é sincera… olha como a mamãe se deixa humilhar… como ela deixa esses velhos safados usarem ela… e como o papai se submete ao mesmo tempo… isso é amor… amor verdadeiro… sem mentiras… sem vergonha…
Eduardo, suando e gemendo enquanto era sodomizado, olhou pras filhas dele.
—Carla… Juana… não tenham medo do que tão vendo… papai é feliz sendo o corno manso… eu gosto de ser comido… gosto de ser humilhado… e gosto de ver a mamãe sendo usada… isso nos une como família…
Os mendigos continuavam metendo forte, trocando de buraco, cuspindo e humilhando elas verbalmente, mas Miranda e Eduardo seguiam conversando, dando lições pras filhas entre um gemido e outro.
Miranda, com a voz rouca de prazer:
—Filhinhas… uma mãe boa… não é só aquela que cozinha e abraça… também é a que abre as pernas e a buceta… a que se deixa foder na frente das filhas… porque assim ensina que o prazer pode ser sujo… brutal… e lindo ao mesmo tempo…
Eduardo, recebendo uma investida especialmente forte, gemeu e acrescentou:
—E um papai bonzinho… aceita o lado submisso… se deixa usar… pra que as filhas vejam que não tem vergonha em ser passivo… em ser corno… em curtir ser humilhado…
Carla e Juana observavam tudo em silêncio, respirando ofegantes, com uma mistura de choque, tesão e confusão profunda. Ver os dois pais sendo sodomizados ao mesmo tempo enquanto davam lições de vida e sexo era algo que nunca imaginaram.
Miranda olhou para suas filhas com amor, mesmo enquanto era fodida brutalmente, e disse com voz entrecortada:
—Nós amamos vocês… exatamente como são… e queremos que vejam a verdade da nossa família… sem filtros… sem mentiras…
A lição continuava, enquanto os corpos de Miranda e Eduardo eram usados sem piedade pelos quatro mendigos nojentos.


Os quatro mendigos continuavam usando Miranda e Eduardo sem piedade.
Miranda tava de joelhos na cama, levando piroca na buceta do Dom Júlio e no cu do Dom Luís ao mesmo tempo (dupla penetração). Eduardo, do lado dela, também tava de quatro, aguentando o pau grosso e sujo do Velho Paco no cu, enquanto o Ramón enfiava o pau na boca dele.
Apesar da brutalidade, Miranda e Eduardo conseguiam se olhar e se beijar entre um gemido e outro.
Miranda, com a voz trêmula e rouca de prazer, olhou pras filhas e continuou dando lições explícitas:
—Filhinhas… escutem bem… aaaahhh… uma mãe boa… não ensina só com palavras… também ensina com o corpo… olhem como a mamãe se deixa penetrar dos dois lados… como abre os dois buracos pra machos nojentos… isso é o que uma mulher de verdade faz quando precisa ser usada… não tenham medo de desejar isso… o prazer pode ser sujo… doloroso… e delicioso ao mesmo tempo…
Eduardo gemia enquanto Velho Paco dava estocadas brutais no cu dele. Entre um gemido e outro, ele também falava:
—Papai… também está aqui para ensinar vocês… olhem como eles comem meu cu… como me tratam como uma puta… sou um viado cuck… e sou feliz assim… esse é meu papel… apoiar a mamãe… e também me entregar… pra vocês verem que os homens também podem se submeter…
Miranda virou a cabeça na direção do Eduardo. Mesmo com Dom Julio e Dom Luis arrebentando ela com uma dupla penetração, ela se inclinou e beijou o marido com ternura e paixão. As bocas se encontraram num beijo profundo e amoroso, cheio de saliva e gemidos, enquanto os corpos dela eram sacudidos de forma selvagem pelos mendigos.
O contraste era brutal: um beijo cheio de amor entre marido e mulher, enquanto os dois eram comidos como animais por homens sujos e nojentos.
Enquanto se beijavam, Miranda sussurrou contra os lábios de Eduardo:
—Eu te amo… meu corno manso… obrigada por deixar eles me usarem… obrigado por ser minha bichinha…
Eduardo respondeu entre gemidos, beijando ela de novo:
—Eu te amo… sua puta gostosa… adoro te ver assim… adoro que te comam enquanto eu também sou usado…
Os mendigos não paravam de humilhá-los verbalmente, se deliciando com o espetáculo:
Dom Júlio, enquanto fodia a Miranda:
— Olha só essa puta mãe beijando a bichona dela enquanto a gente enche os dois buracos dela! Que família de degenerados!
Ramón, metendo a pica na boca da Miranda.
— Beija o teu cuck enquanto te tratamos como a rabuda que tu é! Que nojo que tu dá, sua mãe de merda!
Velho Paco, sodomizando o Eduardo com força:
— Olha o pai! Se acha o dono da casa e agora tá pedindo pica no cu que nem uma puta. Toma, viadinho! Grita mais alto pras tuas filhas!
Dom Luís, enquanto metia na Miranda:
— Essa puta tá dando lição enquanto a gente arrebenta a buceta e o cu dela! Fala pras tuas filhas como é gostoso ser uma mãe puta!
Miranda, ainda beijando Eduardo entre gemidos e gemidos, continuou com suas lições explícitas:
—Filhinhas… olhem como a mamãe beija o papai com amor… enquanto eles nos comem como animais… isso é amor de verdade… amor sem mentiras… uma mãe boa… permite que suas filhas vejam seu lado mais sujo… porque assim aprendem que o prazer nem sempre é bonito… às vezes é brutal… degradante… e lindo…
Eduardo, gemendo enquanto era comido pelo cu, acrescentou entre beijos:
—Papai… também está aqui pra ensinar vocês… olha como me humilham… como me chamam de viadinho… e eu aceito… porque me excita… porque adoro ver a mamãe sendo usada… isso nos une como família…
Os mendigos continuavam humilhando eles sem parar.
— Beijem-se, putas! Beijem-se enquanto enchemos os buracos de vocês!
— Que lindo! A mamãe puta e o papai viado se beijando enquanto a gente trata eles como lixo.
— Gritem mais alto! Que suas filhas ouçam o quão putas vocês são!
Miranda e Eduardo continuavam se beijando com ternura e amor profundo, mesmo enquanto seus corpos eram brutalmente usados e humilhados. Entre um beijo e outro, seguiam dando lições para as filhas, misturando amor familiar com a mais crua depravação sexual.
Carla e Juana olhavam tudo sem conseguir piscar, completamente hipnotizadas, excitadas e chocadas com a cena.
A noite continuava cada vez mais intensa e reveladora.


A noite chegava ao seu clímax mais intenso.
Os quatro mendigos, suados, ofegantes e com um cheiro ainda mais forte depois de tanto esforço, gozaram um após o outro dentro de Miranda e Eduardo.
Dom Júlio e Dom Luís gozaram fundo na buceta e no cu da Miranda, enchendo ela até o leite branco e grosso começar a escorrer pelas coxas dela. Ramón gozou na boca dela, forçando ela a engolir boa parte enquanto o resto escorria pelo queixo. Já o Velho Paco gozou dentro do cu do Eduardo com um grunhido animal, deixando a bundinha de viado dele cheia de porra quente.
Os quatro homens se vestiram com suas roupas sujas, sorrindo e satisfeitos. Antes de ir embora, cada um deu um último tapa na bunda da Miranda e um olhar debochado pro Eduardo.
Valeu pelo aniversário, puta" —disse um deles—. "Na próxima a gente traz mais amigos.
Foram felizes, deixando o quarto fedendo a sexo, suor, porra e o cheiro do corpo delas.
Agora só restavam Miranda, Eduardo, Carla e Juana no quarto de casal.
Carla e Juana, ainda sentadas nas cadeiras, se levantaram e se aproximaram dos pais. As duas abraçaram forte Miranda e Eduardo, com os olhos cheios de emoção, confusão e um carinho profundo.
—Valeu, mami… valeu, papi… —disse Carla com a voz trêmula—. Vocês nos ensinaram pra caralho essa noite… foi pesado pra cacete… mas obrigada por confiar na gente e por mostrar a verdade.
Juana abraçou a mãe com força e depois o pai, quase chorando:
—Nós amamos muito vocês… mesmo que tudo isso seja estranho… obrigado por explicar… por não esconder nada de nós…
Miranda e Eduardo retribuíram o abraço com carinho, ainda pelados, suados e com porra escorrendo dos corpos deles.
Miranda beijou a testa das filhas e disse baixinho:
—Nós as amamos. Esta é a nossa família… imperfeita, suja e pervertida… mas sincera.
Mas Miranda ainda não tinha terminado.
Ela se afastou um pouco do abraço, olhou pro Eduardo com um sorriso dominador e carinhoso, e disse pras filhas:
—A noite ainda não acabou, filhinhas. Agora a mamãe vai mostrar pra vocês a outra parte da nossa relação perfeita.
Foi até a gaveta do criado-mudo, pegou o cinto de couro com uma pica grande e grossa (uns 28 cm, realista e cheia de veias), colocou devagar em volta da cintura e apertou. A pica ficou apontando pra frente, grande e ameaçadora.
Eduardo, ainda de quatro na cama, com a bunda vermelha e cheia de porra dos mendigos, olhou pra esposa com submissão e amor.
Miranda subiu na cama atrás dele, separou as nádegas dele com as mãos e encostou a ponta do consolo no cu dele, já aberto e lubrificado de porra.
—Olhem bem, menininhas —disse Miranda com voz maternal mas dominante, enquanto começava a penetrar Eduardo lentamente—. Assim é nossa relação perfeita. Papai é meu corno manso… e eu sou quem toma o controle quando quero.
Ele foi empurrando o consolo devagar, enfiando fundo no cu do Eduardo. Ele soltou um gemido longo e submisso.
— Aaaahhh… sim… enfia tudo, meu amor…!
Miranda começou a foder o marido com estocadas firmes e profundas, enquanto continuava falando com as filhas:
—Olha só… o papai se deixa penetrar por mim… porque ele curte ser passivo… ser usado… ser a bichona da casa. E eu curto tomar o controle… comê-lo depois que outros caras me usaram. Essa é a nossa dinâmica… amor, submissão, dominação e confiança total.
Eduardo gemia a cada estocada, a gaiolinha de castidade balançando inutilmente.
—É isso mesmo, filhinhas… a mamãe me come… porque eu sou dela… porque eu gosto de ser penetrado… porque eu sou o corno da família…
Miranda aumentou o ritmo, metendo nele com mais força, enquanto olhava pra Carla e Juana.
—Isso é amor de verdade, minhas meninas. Sem papéis tradicionais. Mamãe pode ser puta de mendigos... papai pode ser viado dando o cu... e a gente se ama do mesmo jeito. Tão vendo como papai geme de prazer? É assim que funciona nossa família perfeita.
Carla e Juana observavam tudo em silêncio, completamente hipnotizadas. Ver a mãe delas metendo no pai com um cintaralho depois que os dois tinham sido fodidos por mendigos era a imagem mais pesada da noite.
Miranda continuou fudendo o Eduardo num ritmo constante, beijando as costas dele e sussurrando palavras de amor, enquanto as filhas assistiam à cena final da noite.
A noite do aniversário da Miranda tinha acabado… mas a nova realidade da família estava só começando.






No dia seguinte – De manhã em casa e recreio na escola
Carla e Juana acordaram cedo, ainda com a cabeça cheia das imagens da noite anterior. Se vestiram pra ir pra escola em silêncio, mas assim que fecharam a porta do quarto, começaram a falar baixinho.
Carla vestiu a saia do uniforme e olhou pra irmã com os olhos brilhando:
—Juana… quase não consegui dormir. Ontem à noite foi… demais. Ver a mamãe sendo fodida por aqueles quatro velhos nojentos… e depois ver o papai de quatro deixando eles meterem nele… ainda tá na minha cabeça. Me deu muito nojo… mas me excitou como nunca.
Juana abotoava a camisa, com as bochechas vermelhas só de lembrar.
—Também não consigo parar de pensar nisso. Quando a mamãe beijava o papai enquanto ele tava sendo destruído… e depois, quando ela colocou o cinto e começou a foder o papai… foi tão intenso. Ver o papai gemendo que nem uma putinha… nunca pensei que ia ver ele assim. Me senti estranha… mas com muito tesão.
As duas desceram pra tomar café. Miranda e Eduardo agiam na maior naturalidade, como se a noite anterior tivesse sido só mais um jantar qualquer. Camilita e Dogoberto ainda estavam dormindo. Ninguém falou nada na frente delas.
No colégio, durante o primeiro recreio, Carla e Juana voltaram pro cantinho secreto delas atrás do banheiro. Sentaram bem juntinhas, quase coladas, e conversaram em sussurros animados.
Carla foi a primeira a confessar:
—Juana… ontem à noite eu gostei pra caralho. Ver a mamãe gemendo enquanto enchia ela de pica suja… e depois ver ela fodendo o papai com o cinto… me deixou com muito tesão. Pensei que ia sentir nojo de ver o papai sendo penetrado… mas me excitou. Me excita ver como ele se submete.
Juana concordou, mordendo o lábio.
—Pra mim também. O que mais gostei foi quando a mãe falou pros mendigos meterem mais forte… e depois quando olhou pra gente e disse que éramos boas filhas por ficar olhando. Me senti… parte de algo proibido. E quando o pai gemia enquanto comiam ele… parecia tão submisso… tão boiola… fiquei com vergonha, mas fiquei toda molhada.
Carla chegou mais perto e baixou ainda mais a voz:
—Sabe o que eu pensei a noite toda? Que semana que vem… quero ir com a mamãe e o papai pro abrigo de mendigos fazer trabalho comunitário. Quero ver de perto aqueles homens nojentos. Quero sentir o cheiro deles. Quero ver como eles olham pra mamãe… e talvez… se rolar alguma coisa… quero ficar mais perto.
Juana abriu os olhos bem grandes, mas sorriu com uma mistura de nervosismo e tesão.
—Sério? Eu também pensei nisso. Me excita a ideia de estar rodeada de mendigos sujos, velhos e sem-educação. Ver eles de perto… sentir aquele cheiro forte que eles têm… saber que são que nem o Dogoberto… uns canalhas de verdade. Já não tô mais afim dos meninos da escola. Quero ver homem de verdade… largados, fedorentos e brutos.
Carla apertou a mão da irmã e confessou com a voz carregada de tesão:
—Exato. Ontem à noite percebi que é isso que me excita agora. Não quero caras limpos e educados. Quero ficar perto de homens como os de ontem. Quero ver como eles olham pra mamãe… como eles desejam ela… e talvez um dia… se mamãe deixar… chegar mais perto. Só de olhar de perto já me deixa com muito tesão.
Juana ficou vermelha até a raiz do cabelo, mas deu um aceno.
—Eu também. Quero ir pro refúgio. Quero sentir aquele cheiro nojento de perto. Quero ver como esses caras são de verdade… como eles suam, como eles fedem, como eles falam safado. Me excita pensar que a mamãe e a Camilita se deixam usar por eles… e que a gente fique ali olhando.
As duas irmãs ficaram um momento em silêncio, se olhando com uma nova cumplicidade escura e excitada.
Carla sussurrou por último:
—Esta noite a gente vai falar pra mamãe que queremos ir pro abrigo com eles na semana que vem. Quero ver mais… quero cheirar mais… quero sentir essa excitação de perto.
Juana sorriu timidamente, mas com desejo nos olhos:
—Sim… eu também. Não quero mais ser só espectadora de longe.
O sinal do fim do recreio tocou. As duas se levantaram, ajeitaram o uniforme e voltaram pro pátio com o segredo pegando fogo entre elas.
A atração dela pelos "machos de verdade" tipo o Dogoberto e os mendigos tava ficando cada vez mais forte… e já não queriam mais só olhar de longe.



1 comentários - Miranda e seu corno 23 - as irmãzinhas querem mais