O dia que uma colombiana me fez um footjob,Era uma sexta à tarde num ônibus lotado da cidade. Eu ia em pé segurando a barra quando senti alguém se apertar contra mim por trás. Me virei e me deparei com ela: uma colombiana gostosa de uns 38 anos, pele morena macia, cabelo preto comprido e ondulado, lábios carnudos e uns olhos escuros.
Ela se chamava Valentina. Usava uma blusa decotada e uma saia curta que deixava ver umas pernas torneadas e uns pés cuidados com as unhas pintadas de vermelho intenso.
— Desculpa, tá muito cheio — ela me disse com aquele sotaque quente e sexy que as colombianas têm.
Começamos a conversar. O papo fluiu fácil: risadas, olhares cada vez mais longos, roçadas "acidentais". Quando descemos no mesmo ponto, me atrevi a convidar ela pra tomar alguma coisa lá em casa, que ficava a duas quadras. Ela topou com um sorriso safado.
Assim que fechamos a porta do apartamento, a tensão explodiu. Nos beijamos com fome, línguas se enroscando, mãos apalpando tudo. Tirei a blusa dela e ela baixou minha calça. Minha pica já tava dura igual pedra. Valentina me empurrou pro sofá, sentou na minha frente e, sem dizer nada, tirou os saltos e lá estavam os pés dela.
— Tenho os pés muito macios… quer que eu te faça sentir gostoso? — sussurrou com voz rouca.
Ela apoiou os dois pés quentes na minha pica. O contato foi elétrico. Ela tinha os pés perfeitos: macios, quentes, com a sola levemente curvada. Começou a mexer pra cima e pra baixo, apertando meu pau entre eles. Usava os dedos pra massagear a cabeça, esfregando o prepúcio com o dedão enquanto os outros pés subiam e desciam pelo tronco.
— Porra, que gostoso… — eu gemia.
Valentina sorria enquanto acelerava o ritmo. Os pés dela deslizavam fácil por causa do suor e do líquido pré-gozo que já escorria de mim. Ela apertava mais forte, fazendo minha pica sumir entre as solas e depois aparecer, roçando cada centímetro. De vez em quando, ela abaixava um pé e acariciava minhas bolas com a sola. enquanto o outro continuava me masturbando, me inclinei pra trás, curtindo o espetáculo: aquela colombiana semi nua, com a saia levantada até a cintura, mexendo os pés com maestria. Ela cuspiu saliva entre os pés pra deslizar melhor e aumentou a velocidade, esfregando com força, girando os tornozelos, usando os dedos pra apertar a cabeça do meu pau. — Quero que você goze nos meus pés, papai — ela falou, me encarando, com um sotaque marcado. Aquilo me deixou louco. Agarrei os tornozelos dela pra ajudar a mexer mais rápido. Meu quadril subia sozinho, literalmente fodendo os pés dela. Senti o orgasmo subindo rápido e forte. — Vou gozar! — rosnei. A Valentina apertou mais forte e acelerou. Jorros grossos e quentes de porra saíram disparados, caindo nos pés dela, entre os dedos e respingando nos tornozelos. Ela continuou mexendo devagar, ordenhando até a última gota, espalhando meu gozo quente por toda a pele canela dela. Quando terminei, ela lambeu um dedo sujo e sorriu satisfeita. — Isso é só o começo… ainda não te provei com a boca.
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