Comi uma aluna de 50 anos no banheiro

Tava dando aula pra adultos como sempre. A real é que nenhuma aluna me despertava o menor interesse. Eu sempre chegava atrasado naquele curso, dava uma aula meia-boca e vazava. As alunas não me atraíam, quase todas eram velhas ou feias. Nada me motivava a tentar nada. A turma era no turno da noite, no prédio de uma escola primária antiga, daquelas com teto alto e portas enormes. Uma coisa que me chamou a atenção é que, como era período noturno, liberavam só um banheiro pros alunos homens e mulheres, um banheiro com dois cubículos totalmente fechados.

Tinha duas senhoras que me serviam chimarrão, muito educadas, mas as duas com cara de avó. Como sempre, tinha um grupo de WhatsApp com a turma, mas nenhuma interação individual. Um dia, cheguei mais tarde que o normal e uma das senhoras me mandou mensagem pra perguntar, e eu tive que salvar o contato dela. Uma semana depois, a senhora começou a postar stories na academia, de legging e fazendo aula de zumba. Respondi o story na boa, mas ela não respondeu minha reação. Fiquei meio noiado porque depois disso ela postou stories com o marido, mas deixei pra lá. Na semana seguinte, a gente tem aula de novo. Dei a parte teórica pra eles entenderem o assunto e depois uma atividade pra trabalharem em silêncio. No meio da atividade, recebo uma mensagem da senhora, acho que chamava Patrícia, dizendo:

— Então você gostou de como ficou a legging em mim?

Olha só a coroa safada, pensei.

— Sim, adorei. Tá trabalhando bem essa raba, hein?

Se elas se entregam, eu parto pra cima. Não faço questão de bancar o lerdo.

— Sim, faz tempo que não olham pra mim. Quero que tudo volte ao lugar.

— Tá muito gostosa.

— Obrigada, prof.

— Sabe o que eu queria?

— O quê, prof?

— Que agora você passasse a mão nos peitos enquanto me olha, disfarçadamente.

Depois dessa mensagem, eu olhava distraído pro grupo e ela, bem devagar, sentada do lado da colega, levantou a mão e se acariciou. As duas tetas se mexeram juntas. Depois, ela apertou cada uma separadamente.
— Muito bem — escrevi pra ela —, gosto que você seja obediente. Agora quero que você se toque na virilha, se acaricie lá embaixo.
— Não, professor.
— Agora.

Patrícia tava usando aquelas leggings de academia que as coroas gostosas usam o tempo todo, mesmo sem ir pra academia, primeiro pra todo mundo saber que tão treinando, e porque empina a bunda. Ela abriu as pernas e, por baixo da carteira da escola, eu vi ela se tocando na buceta, mas dessa vez sem me olhar. Ela apoiou a mão na ppk e subiu e desceu várias vezes. No fim, levantou o olhar tímido pra mim.
— Que aluna boa que você é. Agora você vai ter que fazer um trabalho prático. Vai no banheiro e me mostra a calcinha fio dental.
— Mas, professor, não terminei a tarefa.
— Não perguntei nada, levanta, pede licença pra ir ao banheiro, entra no cubículo e me mostra a raba.
— Sim, professor.

Um minuto depois, ela levantou e foi pra porta.
— Com licença, professor, vou ao banheiro — disse antes de sair.
— Pode ir tranquila — respondi.

Não passou nem dois minutos e eu já tinha cinco fotos da bunda dela no celular. A verdade é que não era uma rabuda grande, dava pra ver os anos e que ela não tava em forma. Mas o que mais me excita não são os corpos, é a obediência.
— Você percebe que é bem puta, né?
— Sim, professor. Já posso voltar?
— Sim, volta, você tirou dez.

Naquele dia, fui embora satisfeito por ter domado uma coroa de uns cinquenta anos só com a palavra. Mas claro, não parou por aí.

Comentarios Destacados

emma32a +6
Donde están las fotos de la vieja??!?!?!

7 comentários - Comi uma aluna de 50 anos no banheiro

hola muy buen relato espero mas,tenes alguna foto
Hermano me recordaste mi época cuando también trabajé de profesor para adultos, la única diferencia es que a la milf que me comí era mi compañera de trabajo de hay puras alumnas jóvenes me comi osea mayores de edad pero con primaria trunca