Acompanhe a história das nossas amigas. Seu apoio é sempre agradecido! CAPÍTULO XII: Descobertas Um novo dia começava. Lá pelas 7h, Pablo se levantou pra preparar o café da manhã, ele era sempre o primeiro a sair. Eles têm uma casa linda de dois andares. Os quartos ficavam em cima. Descendo pra preparar o café, ele ouve barulhos e começa a se aproximar devagar. Fica alerta pra qualquer coisa que possa ser. Lentamente se aproxima e vai entrando com o olhar. Começa a focar no que vê. Dá de cara com a bunda empinada de branco da Belém. Claro, ele tinha descido de cueca pra se preparar e se depara com a amiga da namorada dele agachada procurando um copo. Ela tinha vindo pegar água, mas não percebeu a presença do Pablo. Ele nunca tinha visto ela assim. Quase sempre se ignoravam. Belém não tava querendo provocar, desceu rápido pra pegar água e se viu nessa situação. Pablo sente o pau começar a inchar, ainda dolorido do sexo da noite passada, nunca tinha reparado na bunda monstra que a Belém carregava. Só olhou por uns segundos. Pra não deixar ela desconfortável, voltou a subir, mas quando virou, derrubou uma das cadeiras que tava por ali. Automaticamente a Belém viu ele e se assustou. — "Desculpa, Belu! Não sabia que você tava aqui. Vim colocar água pro café e fazer umas torradas." — "Uii, não! Me desculpa você. Vim rápido pegar um pouco de água e, pior, achei que você já tinha ido trabalhar." Belém viu o volume do marido da amiga e lembrou de tudo da noite passada, mas agora tava numa situação chata, só de camisola e com 95% da bunda de fora. — "Olha, Pablo, já foi! Esquenta a água e faz as torradas. Eu que sou a invasora e sem noção aqui. Por mim, não se preocupa. Com sua mulher, a gente ficou pelada tomando sol ontem na piscina." Não sabia se tava falando as palavras e frases certas, mas queria não deixar ele constrangido. — "Beleza, Bel! Valeu. Ahhh, então vocês andaram de exibicionistas no quintal? Fizeram bem! Quando tem Bom dia, ela e eu também fazemos isso. Bom, você deve ter visto os peitões da sua amiga hahaha, é impossível não se perder olhando." — "Hahaha, verdade, o sol estava lindo ontem e sim, desculpa, mas eu olhei pros peitos da sua esposa hahaha (se ela soubesse como a gente apalpa os peitos e a vontade que eu tava de meter a boca neles)". Era uma conversa entre dois conhecidos, quase estranhos, quase nus, falando dos peitos de alguém em comum. — "Bom, vou pegar meu copo d'água, boa sorte no trampo." — "Valeu, Belu! Brigada. Qualquer coisa, tamo junto." Apesar da imagem que curtiu, Pablo não sentiu nenhum desejo sexual pela Belén. Sabia que isso podia causar um problema dentro dele e no relacionamento. Amava a Noelia e ela amava ele, mas a rotina faz o dela e a culpa não era toda dele. Pelo menos ontem à noite eles curtiram como quando eram namorados novinhos. Uma hora e meia depois, Noelia acordou. Passou pelo quarto da Belén e viu ela dormindo. Pensou em chamar pra tomar café e contar tudo sobre ontem, mesmo sabendo que ela já sabia, mas viu ela tão tranquila, agarrada na cama, que não quis acordar. Se trocava e olhava o próprio corpo mais que o normal, se achava gostosa. Olhava com amor pros peitos dela e como eles eram objeto de prazer do marido, da amiga e sei lá de quem mais. Isso a excitou por uns momentos. Começou a acariciar suavemente os mamilos e os lábios com os dedos. Morria de vontade de se jogar na cama com a Belén, mas sabia que não era boa ideia. Se tocava e apertava a bunda com desejo. Desceu a mão dos lábios e começou a acariciar os lábios da buceta dela suavemente. Com os olhos fechados e a boca aberta, curtia uma bela masturbação matinal. Noelia experimentava isso pela primeira vez e tava totalmente satisfeita com o resultado. Ficou com tesão o dia inteiro ontem e conseguiu aliviar, e mal o dia começa já tá entregue ao prazer de novo. Sentir a pica do Pablo na boca ou acariciar a bunda linda da Belén deixava ela louca. Os dedos mexendo no clitóris dela só alimentava o prazer dela. Essa mulher tinha esquecido completamente que tinha que ir trabalhar! -"Brrrrrr", o celular vibrou. -"Oi, Noe! Bom dia. Vou chegar tarde, me deixa pronto o relatório da Sra. Linares antes dos outros, por favor! A gente se vê daqui a pouco". Sabrina mandou uma mensagem e a trouxe de volta ao planeta Terra. Cortou a inspiração dela, se vestiu, tomou café e foi pro trabalho. Lá pelas 9:30, Belém acordou. Andava pela casa igual quando foi buscar água, regatinha sem sutiã e a tanguinha branca dela. Enquanto esperava a água esquentar, teve a louca ideia de tirar a roupa e pular na piscina. Ama o corpo dela e, por mais que parecesse loucura, queria que estivessem admirando ela nua na piscina. Com um café da manhã "fit" pra ela e acompanhado de chimarrão, curtia a solidão da casa pra ficar pelada e espalhar sensualidade. Tomou um banho rápido, se trocou e antes do meio-dia saiu pra dar uma volta. Noe tinha dado um jogo de chaves pra ela e deu instruções pra quando ela saísse e não tivesse ninguém em casa. Já no escritório, Noelia controlava automaticamente todos os relatórios que a Sabrina tinha pedido enquanto ela assinava. Não conseguia parar de pensar em tudo que viveu desde que Belém chegou até agora. -"Ontem um moleque me mandou mensagem no Instagram, tu não sabe! Lindo", contava Sabri. Ela era divorciada e tinha encontros casuais. É uma mulher bem gostosa, uns 1,70m de altura, corpo bonito, cabelo castanho cacheado e olhos verdes. Tem uma filha adolescente e atualmente tá saindo com um cara da idade dela, mas nada sério. -"25 anos o cara. Atrevido pra caralho!, mas adorei. A gente conversou só um pouquinho. Que ele crie esperança e depois não falo mais com ele, rs". Noe escutava ela enquanto continuava no mundo dela. Que delícia seria quando ela chegasse nos 50, os caras quererem comer ela e por que não também se sentir atraente pras mulheres. -"Come ele, Sabri! Dá-lhe —"O gosto", cortou Noe de seco. Sabri ficou com cara de tacho ao ouvir aquilo. Não era uma resposta típica dela, que com certeza pensou que ela diria pra encarar a situação com o parceiro atual e parar de bobiar em rede social. —"Já esteve com uma gatinha alguma vez?" Seguiu Noelia, que parecia desabafar frustrações com a chefe. —"Já", disse Sabrina. Agora a surpresa era Noelia, que não esperava essa resposta. —"Sim, olha só, eu transei com uma mina numa festa de um amigo meu uns anos atrás. A gente tava bebada e tinha criado um clima. A festa era no sítio desse amigo, ele emprestou um quarto e a gente foi pra lá. Teve muito amasso, a gente se pelou toda e tal, mas não teve penetração nem dedada. Ficou por isso. Foi gostoso pra caralho, e conforme o álcool ia passando, a gente mais conversava do que se tocava. A gatinha não era daqui, então nunca mais vi. De lá pra cá, só entrou pinto nesse corpinho haha". Noe ficou surpresa com a confissão de Sabrina e se animou. Não tava sozinha naquele momento. —"Olha só! Não sabia dessa... E eu, como mulher, como você me vê?" —"Você é um caminhão, jovem, linda, com esses peitões enormes e essa cara tão bonita. Nunca duvide disso. Tá tendo problema com o Pablo?" A chefe dela tava pensando o pior, sem acreditar que ela só queria ver o impacto que causava nas mulheres. —"Não, não, nada, o normal do casamento, mas não, a gente tá bem." Ela agarrou os peitos e levantou pra cima enquanto soltava um "Valeu". As minas riram e continuaram fofocando no trampo. Noe num momento olha a hora no celular e percebe uma mensagem de Belén, acompanhada de uma foto que só dava pra ver uma vez. —"Fui fazer compras, chego de noite, bebê! Divirtam-se sem mim." Ao abrir a foto, Belén tava pelada na piscina tomando mate, fazendo uma carinha mandando um beijinho. —"Filha de uma puta...", pensou com seus botões. Ninguém sabia o que ia rolar nessas duas semanas que Belén estivesse fora...
Acompanhe a história das nossas amigas. Seu apoio é sempre agradecido! CAPÍTULO XII: Descobertas Um novo dia começava. Lá pelas 7h, Pablo se levantou pra preparar o café da manhã, ele era sempre o primeiro a sair. Eles têm uma casa linda de dois andares. Os quartos ficavam em cima. Descendo pra preparar o café, ele ouve barulhos e começa a se aproximar devagar. Fica alerta pra qualquer coisa que possa ser. Lentamente se aproxima e vai entrando com o olhar. Começa a focar no que vê. Dá de cara com a bunda empinada de branco da Belém. Claro, ele tinha descido de cueca pra se preparar e se depara com a amiga da namorada dele agachada procurando um copo. Ela tinha vindo pegar água, mas não percebeu a presença do Pablo. Ele nunca tinha visto ela assim. Quase sempre se ignoravam. Belém não tava querendo provocar, desceu rápido pra pegar água e se viu nessa situação. Pablo sente o pau começar a inchar, ainda dolorido do sexo da noite passada, nunca tinha reparado na bunda monstra que a Belém carregava. Só olhou por uns segundos. Pra não deixar ela desconfortável, voltou a subir, mas quando virou, derrubou uma das cadeiras que tava por ali. Automaticamente a Belém viu ele e se assustou. — "Desculpa, Belu! Não sabia que você tava aqui. Vim colocar água pro café e fazer umas torradas." — "Uii, não! Me desculpa você. Vim rápido pegar um pouco de água e, pior, achei que você já tinha ido trabalhar." Belém viu o volume do marido da amiga e lembrou de tudo da noite passada, mas agora tava numa situação chata, só de camisola e com 95% da bunda de fora. — "Olha, Pablo, já foi! Esquenta a água e faz as torradas. Eu que sou a invasora e sem noção aqui. Por mim, não se preocupa. Com sua mulher, a gente ficou pelada tomando sol ontem na piscina." Não sabia se tava falando as palavras e frases certas, mas queria não deixar ele constrangido. — "Beleza, Bel! Valeu. Ahhh, então vocês andaram de exibicionistas no quintal? Fizeram bem! Quando tem Bom dia, ela e eu também fazemos isso. Bom, você deve ter visto os peitões da sua amiga hahaha, é impossível não se perder olhando." — "Hahaha, verdade, o sol estava lindo ontem e sim, desculpa, mas eu olhei pros peitos da sua esposa hahaha (se ela soubesse como a gente apalpa os peitos e a vontade que eu tava de meter a boca neles)". Era uma conversa entre dois conhecidos, quase estranhos, quase nus, falando dos peitos de alguém em comum. — "Bom, vou pegar meu copo d'água, boa sorte no trampo." — "Valeu, Belu! Brigada. Qualquer coisa, tamo junto." Apesar da imagem que curtiu, Pablo não sentiu nenhum desejo sexual pela Belén. Sabia que isso podia causar um problema dentro dele e no relacionamento. Amava a Noelia e ela amava ele, mas a rotina faz o dela e a culpa não era toda dele. Pelo menos ontem à noite eles curtiram como quando eram namorados novinhos. Uma hora e meia depois, Noelia acordou. Passou pelo quarto da Belén e viu ela dormindo. Pensou em chamar pra tomar café e contar tudo sobre ontem, mesmo sabendo que ela já sabia, mas viu ela tão tranquila, agarrada na cama, que não quis acordar. Se trocava e olhava o próprio corpo mais que o normal, se achava gostosa. Olhava com amor pros peitos dela e como eles eram objeto de prazer do marido, da amiga e sei lá de quem mais. Isso a excitou por uns momentos. Começou a acariciar suavemente os mamilos e os lábios com os dedos. Morria de vontade de se jogar na cama com a Belén, mas sabia que não era boa ideia. Se tocava e apertava a bunda com desejo. Desceu a mão dos lábios e começou a acariciar os lábios da buceta dela suavemente. Com os olhos fechados e a boca aberta, curtia uma bela masturbação matinal. Noelia experimentava isso pela primeira vez e tava totalmente satisfeita com o resultado. Ficou com tesão o dia inteiro ontem e conseguiu aliviar, e mal o dia começa já tá entregue ao prazer de novo. Sentir a pica do Pablo na boca ou acariciar a bunda linda da Belén deixava ela louca. Os dedos mexendo no clitóris dela só alimentava o prazer dela. Essa mulher tinha esquecido completamente que tinha que ir trabalhar! -"Brrrrrr", o celular vibrou. -"Oi, Noe! Bom dia. Vou chegar tarde, me deixa pronto o relatório da Sra. Linares antes dos outros, por favor! A gente se vê daqui a pouco". Sabrina mandou uma mensagem e a trouxe de volta ao planeta Terra. Cortou a inspiração dela, se vestiu, tomou café e foi pro trabalho. Lá pelas 9:30, Belém acordou. Andava pela casa igual quando foi buscar água, regatinha sem sutiã e a tanguinha branca dela. Enquanto esperava a água esquentar, teve a louca ideia de tirar a roupa e pular na piscina. Ama o corpo dela e, por mais que parecesse loucura, queria que estivessem admirando ela nua na piscina. Com um café da manhã "fit" pra ela e acompanhado de chimarrão, curtia a solidão da casa pra ficar pelada e espalhar sensualidade. Tomou um banho rápido, se trocou e antes do meio-dia saiu pra dar uma volta. Noe tinha dado um jogo de chaves pra ela e deu instruções pra quando ela saísse e não tivesse ninguém em casa. Já no escritório, Noelia controlava automaticamente todos os relatórios que a Sabrina tinha pedido enquanto ela assinava. Não conseguia parar de pensar em tudo que viveu desde que Belém chegou até agora. -"Ontem um moleque me mandou mensagem no Instagram, tu não sabe! Lindo", contava Sabri. Ela era divorciada e tinha encontros casuais. É uma mulher bem gostosa, uns 1,70m de altura, corpo bonito, cabelo castanho cacheado e olhos verdes. Tem uma filha adolescente e atualmente tá saindo com um cara da idade dela, mas nada sério. -"25 anos o cara. Atrevido pra caralho!, mas adorei. A gente conversou só um pouquinho. Que ele crie esperança e depois não falo mais com ele, rs". Noe escutava ela enquanto continuava no mundo dela. Que delícia seria quando ela chegasse nos 50, os caras quererem comer ela e por que não também se sentir atraente pras mulheres. -"Come ele, Sabri! Dá-lhe —"O gosto", cortou Noe de seco. Sabri ficou com cara de tacho ao ouvir aquilo. Não era uma resposta típica dela, que com certeza pensou que ela diria pra encarar a situação com o parceiro atual e parar de bobiar em rede social. —"Já esteve com uma gatinha alguma vez?" Seguiu Noelia, que parecia desabafar frustrações com a chefe. —"Já", disse Sabrina. Agora a surpresa era Noelia, que não esperava essa resposta. —"Sim, olha só, eu transei com uma mina numa festa de um amigo meu uns anos atrás. A gente tava bebada e tinha criado um clima. A festa era no sítio desse amigo, ele emprestou um quarto e a gente foi pra lá. Teve muito amasso, a gente se pelou toda e tal, mas não teve penetração nem dedada. Ficou por isso. Foi gostoso pra caralho, e conforme o álcool ia passando, a gente mais conversava do que se tocava. A gatinha não era daqui, então nunca mais vi. De lá pra cá, só entrou pinto nesse corpinho haha". Noe ficou surpresa com a confissão de Sabrina e se animou. Não tava sozinha naquele momento. —"Olha só! Não sabia dessa... E eu, como mulher, como você me vê?" —"Você é um caminhão, jovem, linda, com esses peitões enormes e essa cara tão bonita. Nunca duvide disso. Tá tendo problema com o Pablo?" A chefe dela tava pensando o pior, sem acreditar que ela só queria ver o impacto que causava nas mulheres. —"Não, não, nada, o normal do casamento, mas não, a gente tá bem." Ela agarrou os peitos e levantou pra cima enquanto soltava um "Valeu". As minas riram e continuaram fofocando no trampo. Noe num momento olha a hora no celular e percebe uma mensagem de Belén, acompanhada de uma foto que só dava pra ver uma vez. —"Fui fazer compras, chego de noite, bebê! Divirtam-se sem mim." Ao abrir a foto, Belén tava pelada na piscina tomando mate, fazendo uma carinha mandando um beijinho. —"Filha de uma puta...", pensou com seus botões. Ninguém sabia o que ia rolar nessas duas semanas que Belén estivesse fora...
1 comentários - A Melhor Amiga ▪︎ Capítulo 7