Sobre a relação com o Ruben: com certeza vocês conseguiram ler o relato anterior, aquele foi o primeiro encontro e, parecidos com aquele, assim tão gostosos, a gente teve vários, mas agora vou contar sobre o último:
Essa história aconteceu há poucos dias, num daqueles dias que era feriado pra mim, mas minha esposa tinha que trabalhar, então eu fiquei sozinho em casa o dia inteiro.
Obviamente, em certo momento, comecei a ver pornô e a pensar no Ruben, mandei uma mensagem pra gente se ver, mas, como de costume, ele demora muito pra ver as mensagens e responder.
Aliás, eu escrevo pra ele pelo Telegram porque o WhatsApp dele a esposa usa de vez em quando e é arriscado.
Já eram 4 horas da tarde e eu não aguentava mais de tanta vontade de sexo que tava sentindo, nada do que eu via nos sites pornô me satisfazia e, apesar de eu ter batido várias punhetas durante o dia, a tesão continuava.
Então não aguentei mais e tomei a (má) decisão de ir até a casa de campo dele pra ver se o encontrava lá, com o risco que isso significava, já que ele podia ficar puto de eu ir sem avisar ou até podia ter alguém com ele.
Dirigi o carro até o sítio dele e entrei pela estrada vicinal que leva a uns dois sítios, o último no final da estrada é o do Ruben. Quando cheguei, estacionei meu carro na entrada e vi ele que estava junto com o cachorro perto da casa… ele me viu e a cara dele se transformou.
Caminhei um pouco até ele e a cara dele não parava de mudar, de fazer pequenos gestos que imagino que significavam “o que você tá fazendo aqui??”
Chegando perto dele, percebo que mais atrás estava a esposa dele (pelo menos quem eu assumi que era a esposa), então mudei de postura e me adiantei pra falar.
- Boa tarde, me falaram que o senhor poderia ter lenha pra vender, falei fingindo que não o conhecia.
- Quem te mandou? Ele respondeu enquanto a alma voltava pro corpo.
- Um amigo em comum, falei…. Mas tem lenha ou não? Perguntei de novo
- Sim, sim, tenho, mas a gente teria que ir ver lá no fundo do terreno que eu tenho ela lá empilhada.
Então assim saímos da enrascada e fomos disfarçadamente caminhando pro fundo do campo, ao passar do lado da esposa dele eu cumprimentei ela bem educadamente e segui.
Os primeiros 50 metros ela nem falava comigo nem me olhava, eu também não, num momento ele me olhou com aquela cara de homem do campo que eu adoro e disse “que surpresa, não me avisou que vinha”
Pedii desculpas pelo que tinha feito, já sei que não devia ter vindo assim e te comprometer.
Ele não se incomodou muito, disse que se assustou mas que deu tudo certo e que ficou feliz que eu vim, eu respirei mais aliviado.
Ao passar por um galpão velho e abandonado ele me convidou pra entrar… “vem que quero te dar um beijo” ele disse.
Era um lugar sujo, com chão de terra e com muito cheiro de mofo e pelo buraco de uma janela quebrada que dava pra casa dava pra ver a esposa dele no quintal, então o tesão pra Ruben era enorme.
A gente se beijou muito obviamente, ele me deu beijos muito fortes e profundos… eu não perdi oportunidade de pegar na pica dele por baixo da calça e logo ela ficou dura.
Com o tesão que eu já tava antes a situação me dominou em poucos segundos, então rapidamente me ajoelhei, desabotoei a calça dele e baixei um pouco pra ter acesso àquela pica peluda linda.
Ufa! Que cheiro de homem saiu daquela calça, meu deus… pra quem gosta, a gente curte muito quando encontra… e esse era.
Um homem que trabalhou no campo o dia inteiro é impossível cheirar a perfume… mas eu gosto assim, com cheiro de homem, com cheiro de saco e com a pica suada.
Enfiei ela na boca sem hesitar, até o fundo e ali senti vários sabores juntos, mas todos muito gostosos.
Ruben só me olhou com aqueles olhos meigos que ele tem e disse “que puta que você tá hoje, amor” eu não respondi, só chupei a pica mais rápido e fundo.
Mal passaram uns minutos, Ruben disse que se continuasse assim ia gozar, então eu levantei, baixei minha calça e me apoiei na moldura da janela enquanto pedia pro Ruben “enfia um pouquinho antes, por favor” e foi assim… Uf! que pau gostoso pelo amor de deus.
Enquanto o Ruben bombava dentro da minha bunda e ofegava que nem um bom macho, dava pra ver pela janela a esposa dele, lá longe na casa varrendo o quintal.
Não me segurei e falei pra ele, essas coisas me excitam muito… “te excita me comer vendo tua esposa lá?” perguntei. O resultado foi jatos de porra que senti explodindo dentro de mim… até parte desses jatos saíram da minha bunda e escorriam pela minha perna.
Me virei rápido pra limpar aquele pau melado mas antes de fazer isso ele me segurou forte pelo braço e me obrigou a dar um beijo intenso enquanto terminava de ofegar.
Abaixei assim que ele deixou e lambi, chupei e aproveitei toda a porra que restava no pau junto com os sabores da própria penetração.
Bem puta e suja (feito uma verdadeira vagabunda) arrumei minha roupa, tentei tirar a poeira dos joelhos da minha calça sem muito sucesso e nós dois fomos ver a lenha pra disfarçar.
Na volta me despedi e dirigi o carro de novo até minha casa… ao chegar, surpresa! Minha esposa já estava em casa pra me receber bem comido.
Leio seus comentários em nicovariopinto@gmail.com
Essa história aconteceu há poucos dias, num daqueles dias que era feriado pra mim, mas minha esposa tinha que trabalhar, então eu fiquei sozinho em casa o dia inteiro.
Obviamente, em certo momento, comecei a ver pornô e a pensar no Ruben, mandei uma mensagem pra gente se ver, mas, como de costume, ele demora muito pra ver as mensagens e responder.
Aliás, eu escrevo pra ele pelo Telegram porque o WhatsApp dele a esposa usa de vez em quando e é arriscado.
Já eram 4 horas da tarde e eu não aguentava mais de tanta vontade de sexo que tava sentindo, nada do que eu via nos sites pornô me satisfazia e, apesar de eu ter batido várias punhetas durante o dia, a tesão continuava.
Então não aguentei mais e tomei a (má) decisão de ir até a casa de campo dele pra ver se o encontrava lá, com o risco que isso significava, já que ele podia ficar puto de eu ir sem avisar ou até podia ter alguém com ele.
Dirigi o carro até o sítio dele e entrei pela estrada vicinal que leva a uns dois sítios, o último no final da estrada é o do Ruben. Quando cheguei, estacionei meu carro na entrada e vi ele que estava junto com o cachorro perto da casa… ele me viu e a cara dele se transformou.
Caminhei um pouco até ele e a cara dele não parava de mudar, de fazer pequenos gestos que imagino que significavam “o que você tá fazendo aqui??”
Chegando perto dele, percebo que mais atrás estava a esposa dele (pelo menos quem eu assumi que era a esposa), então mudei de postura e me adiantei pra falar.
- Boa tarde, me falaram que o senhor poderia ter lenha pra vender, falei fingindo que não o conhecia.
- Quem te mandou? Ele respondeu enquanto a alma voltava pro corpo.
- Um amigo em comum, falei…. Mas tem lenha ou não? Perguntei de novo
- Sim, sim, tenho, mas a gente teria que ir ver lá no fundo do terreno que eu tenho ela lá empilhada.
Então assim saímos da enrascada e fomos disfarçadamente caminhando pro fundo do campo, ao passar do lado da esposa dele eu cumprimentei ela bem educadamente e segui.
Os primeiros 50 metros ela nem falava comigo nem me olhava, eu também não, num momento ele me olhou com aquela cara de homem do campo que eu adoro e disse “que surpresa, não me avisou que vinha”
Pedii desculpas pelo que tinha feito, já sei que não devia ter vindo assim e te comprometer.
Ele não se incomodou muito, disse que se assustou mas que deu tudo certo e que ficou feliz que eu vim, eu respirei mais aliviado.
Ao passar por um galpão velho e abandonado ele me convidou pra entrar… “vem que quero te dar um beijo” ele disse.
Era um lugar sujo, com chão de terra e com muito cheiro de mofo e pelo buraco de uma janela quebrada que dava pra casa dava pra ver a esposa dele no quintal, então o tesão pra Ruben era enorme.
A gente se beijou muito obviamente, ele me deu beijos muito fortes e profundos… eu não perdi oportunidade de pegar na pica dele por baixo da calça e logo ela ficou dura.
Com o tesão que eu já tava antes a situação me dominou em poucos segundos, então rapidamente me ajoelhei, desabotoei a calça dele e baixei um pouco pra ter acesso àquela pica peluda linda.
Ufa! Que cheiro de homem saiu daquela calça, meu deus… pra quem gosta, a gente curte muito quando encontra… e esse era.
Um homem que trabalhou no campo o dia inteiro é impossível cheirar a perfume… mas eu gosto assim, com cheiro de homem, com cheiro de saco e com a pica suada.
Enfiei ela na boca sem hesitar, até o fundo e ali senti vários sabores juntos, mas todos muito gostosos.
Ruben só me olhou com aqueles olhos meigos que ele tem e disse “que puta que você tá hoje, amor” eu não respondi, só chupei a pica mais rápido e fundo.
Mal passaram uns minutos, Ruben disse que se continuasse assim ia gozar, então eu levantei, baixei minha calça e me apoiei na moldura da janela enquanto pedia pro Ruben “enfia um pouquinho antes, por favor” e foi assim… Uf! que pau gostoso pelo amor de deus.
Enquanto o Ruben bombava dentro da minha bunda e ofegava que nem um bom macho, dava pra ver pela janela a esposa dele, lá longe na casa varrendo o quintal.
Não me segurei e falei pra ele, essas coisas me excitam muito… “te excita me comer vendo tua esposa lá?” perguntei. O resultado foi jatos de porra que senti explodindo dentro de mim… até parte desses jatos saíram da minha bunda e escorriam pela minha perna.
Me virei rápido pra limpar aquele pau melado mas antes de fazer isso ele me segurou forte pelo braço e me obrigou a dar um beijo intenso enquanto terminava de ofegar.
Abaixei assim que ele deixou e lambi, chupei e aproveitei toda a porra que restava no pau junto com os sabores da própria penetração.
Bem puta e suja (feito uma verdadeira vagabunda) arrumei minha roupa, tentei tirar a poeira dos joelhos da minha calça sem muito sucesso e nós dois fomos ver a lenha pra disfarçar.
Na volta me despedi e dirigi o carro de novo até minha casa… ao chegar, surpresa! Minha esposa já estava em casa pra me receber bem comido.
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5 comentários - Virei amante de um senhor casado (continuação)
De vez en cuando hay que sacarse las ganas y ser muy puto.