O gordo e a gostosa 2

Quando cheguei em casa, minha mãe estava lá. Ela não sai muito, tá sempre em casa. Não sei se queria que ela fosse embora porque tava com medo de não ter coragem de fazer o que prometi pro Lauti, mas por outro lado lembrava do que tinha rolado no salão e tava com uma vontade danada de que ela fosse. Não esperava que ele viesse com um colega pra casa, mas ela não reclamou nem nada, é muito gente boa, então preparou algo pra gente comer. Conversando, ela perguntou se a gente tava se encontrando porque tinha que fazer algo da escola. Lauti respondeu: "Sim, a Sofi tem que me dar algo da escola e depois fazer um trabalho prático." Eu entendi o duplo sentido, mas minha mãe não, tenho certeza que ela não tava pensando no que realmente era. Então falei pra minha mãe: "Olha que é muito difícil, hein, não vai começar a encher o saco toda hora." "Ai, filha, você é sempre assim, é que ele fala que eu sempre encho o saco do Lauti, hahaha." "Não tem problema", respondeu Lauti.

Depois de comer, a gente espalhou as coisas da escola na mesa e sentou um do lado do outro. Minha mãe tinha ido tomar banho, aí me deu um impulso de passar a mão na perna do Lauti, óbvio que ele não falou nada. Ele começou a ler umas paradas do trabalho que a gente tinha que fazer, porque realmente tinha um trabalho, e ele tava com dificuldade pra ler enquanto eu acompanhava a leitura no meu livro.

Fala sério, cara, lê direito, não dá pra entender nada assim.

L: É que você me deixa meio nervosa

S: Tiro a mão?

L: Não, mas você me deixa tenso. Vai ter que dar um jeito de me relaxar.

S: Sem problema, continua lendo.

Arrasta a mão até o pau dele, e mesmo meio dormindo, que pedaço de pau, apertava e soltava, depois passava a ponta dos dedos por todo o tronco até a cabeça. Colocou uma mão na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo: "Muito bem, gata, continua assim, é disso que eu preciso", ele disse, sem tirar os olhos do livro. Por que sinto que essas coisas me excitam tanto? Por que me faz sentir desse jeito estranho? Eu também continuei lendo meu livro, mas focada em relaxar ele. De repente, minha mãe entrou na sala de jantar, nos assustamos e ela, rindo, se desculpou. Estava trocada e disse que se não precisássemos de nada, ia pra casa de uma amiga. Claramente, o que precisávamos dela era que fosse embora. Ela se despediu, eu a acompanhei até o quintal e a vi ir embora. Entrei e tranquei a porta. Quando me virei, Lautaro estava parado atrás de mim, bem perto. Ficamos nos olhando fixamente, ninguém falou nada, mas ele me beijou e eu devolvi o beijo. Ele me encostou na porta e senti o pau dele quase no meu baixo ventre. Me agarrou pelas nádegas e o beijo foi ficando cada vez mais profundo, enquanto nossas respirações aceleravam.

Me aproximo da mesa e ele disse: “quero o que é meu”, tava reclamando a thong dele, óbvio. Não respondi, mas ele, com aquela força descomunal, colocou as mãos nas minhas axilas e me levantou pra cima da mesa, quase sem esforço, como se eu fosse um vaso de flor ou algo leve pra qualquer pessoa normal. Isso me excitou.

S: Tira pra fora, bebé, é tua.

Tirei o moletom e minhas pernas ficaram nuas, ele as acariciou dos pés até chegar na calcinha fio dental, que tirou com delicadeza, cheirou e deixou de lado na mesa. Olhou pra minha buceta se lambuzando. "Quer provar?" eu disse e abri as pernas. Ele aproximou o rosto, cheirou e acariciou devagar minha vulva com a ponta da língua, amei. Cada vez eu ficava mais molhada e ele chupava mais, eu mordia o lábio inferior olhando pra ele e jogava a cabeça pra trás. Num momento não aguentei mais e me deitei na mesa, acariciando meus peitos e beliscando de leve meus mamilos, de vez em quando passava a mão no cabelo dele, tava em êxtase de prazer.

Num instante ele parou e eu levantei o olhar pra ver ele, tirou a camiseta, o torso dele era enorme e, mesmo sendo gordo, eu achava ele muito gostoso. Percebi que gostava desse tipo de homem, grandão, forte e, se fosse gordo, não me incomodava. Ele enfiou a mão na calça e puxou a piroca dura, era grande e grossa. Tô ferrada, pensei, e fiz um pedido pra ele.

S: Devagar, por favor devagar. Molha bem essa buceta.

L: Fica tranquila, que vou te fazer um love pra você nunca mais esquecer de mim.

Cuspiu duas ou três vezes na mão dele, deixando saliva no pau dele, eu fiz o mesmo na minha buceta, meio assustada, mas queria experimentar. Apoiei a cabeça e ele foi empurrando devagar, dava pra ver que minha buceta era pequena pro membro dele, conseguiu entrar e ficou parado esperando eu relaxar, tirou de novo, molhou outra vez e meteu de novo, dessa vez começou a empurrar um pouco mais pra entrar o tronco, eu reclamava, ele parou e a gente se olhou, ele tava esperando minha aprovação, e com cara de dor, mordendo os lábios pra não gritar, olhei nos olhos dele e balancei a cabeça, mostrando que tava pronta. Ele não foi bruto, foi constante até entrar mais da metade e começou a meter e tirar só aquela parte, depois de um tempinho, minha lubrificação ajudou e eu tava pronta, agora era só aproveitar.

Os movimentos eram contínuos e constantes, mas delicados, com amor, ela colocou meus pés sobre os ombros dele e os beijava. Eu me levantei para me aproximar dele e fiquei mais na borda da mesa, beijava ele apaixonadamente enquanto ele me comia.

Vai gozar pra mim, Lauti, tô perto, meu amor, vai.

L: Sim, gostosa, vou te fazer gozar.

Vai fundo, meu amor, continua assim, não para.

L: Não me chama de meu amor, porque depois tu não vai me dar nem bola.

Vou te dar bola sim, você vai ser meu amor, vai ver.

Me levanto das nádegas, ficando suspensa no ar, mas ainda enfiada no pau dele. Me agarrei no pescoço dele e comecei a rebolar, enquanto ele me segurava com as duas mãos, uma na bunda e outra nas pernas. Beijei ele com muita língua, me movendo devagar até me acostumar — com um pau daquele tamanho, ia ser difícil conseguir, mas o jeito que ele me segurava quase sem esforço me deixava ainda mais excitada. E mesmo começando a sentir um pouco de dor, acelerei, e depois um pouco mais. Me queixava, e mesmo fazendo força e me apoiando nele, ele nem se abalava. Tava quase chegando ao orgasmo de um jeito incrível, sentia muita vontade de fazer xixi, era estranho, mas me dava ainda mais prazer. Escondi o rosto no peito dele e, segundos antes de gozar, mordi ele — não foi de propósito, mas foi o que saiu na hora. Até que chegou o momento do orgasmo, e não foi normal: gozei pra caralho, e saíram uns jatos com força. Tive meu primeiro squirt, molhei ele da pélvis pra baixo, escorrendo pelas pernas dele.

Queria ficar de pé, mas não aguentava, as pernas pareciam duas gelatinas. Ajoelhei e pedi pra ele, por favor, me dar o gozo, onde ele quisesse.
Abri a boca" ouvi, então fiz isso e coloquei a língua pra fora. Ele tava batendo uma na frente da minha cara, eu não tinha força pra fazer aquilo, então só coloquei a mão e me deixei levar junto com a dele. Ele colocou uma mão na minha testa, como se ajustasse meu rosto pra receber a tão esperada porra, até que parou de bater uma, e 1 ou 2 segundos depois senti os jatos dele, fortes e viscosos, que iam direto pro fundo da minha garganta, outros na minha língua e algum safado caía no meu rosto. Óbvio que engoli tudo, e o que ficou na minha cara também. Ele me ajudou a levantar, e eu sentei em cima dele enquanto me abraçava. Depois de um tempo, quis ir tomar um banho. Ele foi comigo e tomou banho junto, as mãos dele ensaboando meu corpo. Me apoiei nele de costas, sentindo o corpo forte dele, a barriga e o pau roçando na minha bunda. Debaixo da água quente, ele acariciava meus peitos e minha barriga, e eu respondi virando a cabeça pra beijá-lo.

Quando terminou, foi pra casa dele enquanto eu ia me deitar, tava destruída e meus olhos fechavam, precisava descansar. Acompanhei ele até a porta, ele me beijou e antes de ir embora perguntei: "Quer ser meu namorado?" Ele sorriu e me beijou, a gente tava feliz pra caralho, "claro que quero".

Agora eu garanti que aquele homem tão meigo e gentil, mas com um pauzão do caralho, seria todo meu e não escaparia tão fácil. Agora ele é meu e eu sou toda dele. Antes de deitar, pensei: "Será que minha bunda aguenta?" Talvez seja hora de testar.

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8 comentários - O gordo e a gostosa 2

Que calentura de pija me dio, ojalá haya una tercera parte
Mas que excelente ! Quisieramos mas de esta serie !
Ya esta en proceso, te lo aseguro 😘🥰
ando buscando la 1ra parte
https://www.poringa.net/posts/relatos/6261455/El-gordo-y-la-popular-1.html

Ahí esta amigo.