Aqui vai mais um capítulo dessa história.
Espero que, apesar de o relato ser longo, vocês consigam curtir ele.
VALEU POR ME LER
VALEU POR ME SEGUIR
VALEU POR ME PRESENTEAR COM ALGUM PONTINHO
No dia seguinte, fui trabalhar em silêncio. Naquela noite, mal consegui dormir e até sonhei com aquele velho nojento e sujo comendo a minha inocente e doce namoradinha, e eu, em vez de defendê-la, ficava ali parado me masturbando. A ideia de que ele viria com o filho dele em casa me tirava do sério. A verdade é que eu não entendia como podia estar tão ansioso e com tanto tesão. Tinha certeza de que a Anita já estava com a buceta bem aberta, mas não podia fazer nada até que, de repente, me perguntei se a culpa era mesmo da minha namorada. Era eu quem estava obcecado com ela se entregando a outros caras, uns verdadeiros canalhas, e por isso até os trazia para casa para que a comessem. Como podia me excitar tanto chegar do trabalho e encontrá-la destruída, até com restos de porra, e isso me transformar num punheteiro? Se só de pensar nisso já estava com o pau duro, será que tinha tanta certeza de que a Anita gozava tanto sendo submetida por outros caras? Tinha vergonha de perguntar se ela realmente gozava tanto quanto eu. Ela nunca me diria, assim como nunca me contaria se era tudo sonho meu ou só imaginação. Naquela sexta-feira, cheguei em casa mais cedo. Decidi não perder tempo voltando. Talvez assim pudesse pegá-la em flagrante nos braços de outro cara de verdade, mas isso não aconteceu. Minha Anita estava com a mãe dela. Os bombeiros já tinham ido embora há muito tempo.
Ana, oi amor, que bom que você chegou cedo, meu bem. Olha, minha mãe veio nos visitar.
Oi Adriana, tudo bem? Tudo certo?
Adriana e Oscar, tudo certo, adorei como esses dois encanadores trabalharam, dá uma olhada no banheiro, ficou um luxo mesmo.
Ana, se ela beber e amanhã virem terminar a cozinha e o lavadouro.
A verdade é que não vi eles trabalhando, mas sim, dá pra perceber que são bons.
Adriana me disse, Anita, que elas desentopem muito bem os canos.
Sim, pra mim parece que destaparam ela bem fundo, não é, amor?
Ana, sim, minha vida. Desentupiram todos os meus canos, e agora minha mãe quer que eu desentupa bem os dela. Acho que ela tem os canos mais entupidos que os meus.
Não tenha dúvida, Adriana, que vão arrebentar essa buceta todinha.
Adriana, é o que eu espero, Oscar, mas segundo a Anita, já tem vários dias que elas estão sendo descobertas por completo.
Sim, mas segundo ela é uma maravilha como abriram ela.
Adriana, beleza, vou nessa. Amanhã a Anita me confirma se elas vêm na segunda.
Os dois vão desentupir os canos dela?
Adriana, como a menina disse, as minhas estão bem mais cobertas, amor.
Ela me deu um beijo e foi embora, quando a vi saindo percebi que já tinham começado a desentupir os canos da minha sogra, pelo jeito dela andar. E minha anita com certeza tinha se ferrado pior, eu sabia disso ao ver a legging dela, que tinha uma mancha enorme bem no meio da bunda. Minha namoradinha não só tinha sido desentupida direitinho, eu tinha certeza de que até tinham alargado ela, e muito, e amanhã iam alargar ainda mais.
Amor, você tem uma mancha enorme no meio da sua bunda.
Ana, sério? Aonde, minha vida?
Bem aí, bem no meio da sua buceta.
Com certeza os bombeiros deixaram alguma coisa aí, meu amor. É muito grande?
É enorme, meu amor. Acho que exageraram em deixar ele de fora.
Ana, tem neném, não fala isso, sério, você quer que me mostrem a bunda pequena? Porque eu não quero isso.
Tô certo que já te abriram essa bucetinha, amorzinho
Ana... humm, sério que você acha isso? E não te incomoda nem um pouquinho?
É que eu também queria desbundar ela, meu bem.
Ana, você sabe que não, não pode descobrir minha bucetinha.
Por que não? Se eles já abriram ela, gostosa.
Ana, é exatamente por isso que já deixei ela aberta e, como sempre falei, dói pra caralho quando abrem ela, bebê.
Então vai me deixar na vontade?
Ana, meu amor, essa bundinha minúscula só os bombeiros destapam.
Levei ela pra cama e comi com muito tesão, mas também na pussy dela, não tinha dúvida de que as picas dos encanadores eram muito maiores que a minha, pensar em como deixaram a pussy dela me deixou tão excitado que gozei muito mais rápido e por isso tive que terminar chupando a pussy da Ana até fazer ela gozar, muito mais tarde percebi que não só tinha comido minha própria porra, mas também a dela, exausto, dormi enquanto a Anita brincava com meu cock e com meu cu, acordei de manhã e preparei o café da manhã, café com porra e umas torradas pra tirar o gosto de buceta da minha boca, afinal, não sentia nojo, era o gosto da minha própria porra que eu tinha, chamei a Ana pra tomar café.
Ana, amor, hoje é o último dia que os pedreiros vêm, temos que pagar o serviço deles.
Você já pagou pra eles destaparem o céu inteiro?
Ana, amor, paguei até o último centavo, já sei, não consegui desconto, mas hoje vou fazer o impossível pra conseguir.
E aí, o que você vai fazer, minha vida? Já desentupiram seus canos?
Ana, sem amor, destamparam a da minha coroa, no caso. Sério, você quer que destampe meus canos, bebê? E se eu gostar de ter eles destampados, o que você vai fazer?
Se o desconto for grande, por que não? E se você gosta, então melhor ainda.
Ana, beleza, então vou dizer pros meus corno manso que você deixa elas tirarem a roupa pra mim, mas pode esquecer, nem pense que vou te contar alguma coisa, então hoje é melhor você voltar tarde.
Sério que você deixaria aquele gordo nojento desentupir seus canos?
Ana, amor, por você eu faço qualquer coisa. Eu sei que desde que você trouxe aquele nojento pra casa, você tá com essa ideia fixa de que aquele gordo asqueroso me coma gostoso. Vou realizar sua fantasia, amor. Sabe o que eu tive que fazer pra evitar aquele gordo? Mas agora vou dar pra ele e, além disso, vou ficar com a grana. E se ele quiser, vou dar também pro filho babão dele, assim eles é que vão me pagar, e não eu pagar eles.
Não fica brava, meu amor.
Ana, não fico brava não, amor, mas você quer ser corno e eu quero grana. Se pra isso eu tiver que dar até o cu pra eles, eu dou, bebê. No fim, nunca mais vejo eles mesmo.
Se você vai fazer — e tenho certeza de que vai, se é que já não fez — só te peço uma condição.
Ana, qual é?
Que hoje à noite você me conte tudo e me dê essa bundinha minúscula.
Ana, se eu fizer isso, eu conto tudo pra você, com todos os detalhes, corno. Mas minha bunda pequenininha eu não te dou. Agradece que eu falo "buceta", mas essa bundinha minúscula não é pra corno.
Fui trabalhar sabendo que aqueles dois iam comer minha namorada e provavelmente iam arrebentar ela, não conseguia parar de imaginar cada pirocada que davam nela como se fosse em mim, fiquei o dia inteiro com meu pauzinho duro, contando as horas pra chegar em casa. Quando finalmente cheguei, o medo tomou conta de mim. Cruzei com os dois, que me cumprimentaram com um sorriso de vencedores. Entrei em casa e a Anita estava na cama, o estado dela era terrível, mas mesmo assim ela me recebeu com um sorriso. Ver ela daquele jeito me chocou, completamente nua e transbordando de porra por todo o corpo.
O que foi que aconteceu? Olha como te deixaram, meu amor, te machucaram muito?
Ana, pelo contrário, bebê, tô exausta de tanto gozar. Vem, love, vem pro meu lado, deixa eu ver como o corno se despe pra mim? Ai, mas olha que duro que ficou o pau do cuck, parece que o Oscarcito fica bem excitado sabendo que a namoradinha dele tá sendo comida por outros machos, não é, meu bem? Começa a lamber, cuck, começa a lamber os presentes que meus machos deixaram pra você. Vai, bebê, faz isso, eu sei que você gosta, amor. E quando você tomar toda a porra, eu conto tudo o que eles fizeram comigo.
Explodi de tesão, obedeci cada palavra, pulei em cima dela e comecei a chupar toda a porra que tinha nos peitos dela enquanto a Anita continuava me humilhando. Quando desci pra lamber a buceta dela, ela pediu pra eu lamber o cu primeiro pra ver como tinham deixado ele. Fiquei impressionado de ver o cu dela tão aberto, coitadinha, como deve ter doído. Lambi com muito cuidado, saboreando o gosto de porra que tinha, aquele gosto que cada vez mais eu adorava sentir no corpo dela.
Ana é tão promíscua, tão, que bem que você faz. Gosta de ver como esses dois malvados deixaram minha bunda toda arrombada? Viu por que nunca deixei você tocar nela, bebê? Porque você não é um malvado, amor. Você é meu eterno viadinho, bebê. Ahhh, ahhh, ahhh.
Depois de uma hora, já tinha comido tudo que tinha no corpo dela. Deitei do lado dela e abracei ela.
amor, eu nunca quis isso
Ana, não me mente, amor. Você gosta de ser corno e viadinho, mas isso tem seus benefícios, pelo menos pra mim, amor. Não só pelo jeito que o velho nojento e o filho dele me comeram — pra ser sincera, não era a primeira vez que eles dois faziam isso —, mas dessa vez, além de ficar assim, eu também fiquei com o dinheiro deles. É estranho, amor. Eles acham que são os vencedores, que eu fui a bonequinha deles. Que otários que os homens são às vezes, né, amor? Tá bom, eles esvaziaram os ovos, mas eu tive quatro orgasmos o dia inteiro. Eles foram embora sem um puto, e eu tô aqui. Tomei até as moedinhas deles, e tenho certeza de que vão voltar implorando pra me comer de novo. Mas se eles realmente querem arrebentar minha buceta, vão ter que pagar, amor, porque não tem mais serviço de graça.
Puta, você realmente sugou ele até o talo, mas agora esse corno manso vai te comer e, querendo ou não, vai arrebentar seu cu, meu amor.
Dei a foda da minha vida na minha namorada putinha, a putaria tava comendo minha cabeça e eu quis que agora ela me contasse tudo o que tinha rolado com a minha família.
Ah não, bebê, isso aí não, essa noite não, amor, melhor deixarmos pra outro dia, agora tô muito cansadinha.
Só peço que nunca mais faça isso de novo. Mês que vem chega o eletricista e daqui a uns meses os pedreiros, não quero que role algo assim com eles.
Ana, sério, bebê? Sério que não quer? Ah, amorrr, mas se você gosta, céu.
Amor, eu falei que não, não quero que você seja de mais ninguém nunca mais, minha vida, tô falando sério
Ana, tá bom, tá bom, bebê, mas juro que não acho que é isso que você quer, amor. Agora vamos dormir.
Sabia bem que era um iludido, a Anita já tinha pegado gosto em me meter bem os chifres, pra ela aquilo era como se estivesse me comendo e enfiasse uma rola bem fundo, igual com certeza faziam com ela. O que será que sentia? O que será que a Anita sentia quando um macho enfiava a pica na buceta dela até o talo? Com certeza doía, por mais aberta que a buceta dela estivesse. Como ela podia gostar daquilo? E como podia gostar de dar o cu, isso sim doía muito mais. Só de pensar nisso me dava calafrios, mas não sabia por que ela gostava tanto, como era que ela queria ser humilhada e maltratada pelo macho ocasional dela? Essas perguntas eu fazia o tempo todo, e talvez fosse algo parecido com o que acontecia comigo quando eu ficava excitado vendo ela flertar e os outros parecerem lobos babando e prontos pra tudo só pra comer ela. Percebi que eu realmente gostava muito de ser corno, já tinha deixado de ser fantasia, tudo que eu imaginava era pouco perto do que realmente acontecia. Minhas dúvidas se meu velho, meu tio, meu primo e o Jorge tinham comido ela já tinham ido embora, na real a Anita é a puta da família e eu sou o maior corno manso, e isso me fazia sentir um otário e eu adoro isso. Pensando bem, agora entendo minha namorada, ela sente o mesmo que eu, ela fica louca quando tão comendo ela, quando fazem ela sentir a pica, coisa que pra mim é impossível, quando chamam ela de puta e xingam, isso excita ela e com certeza até tem um orgasmo forte assim, coisa que comigo é quase impossível de conseguir pra minha namorada. E pra falar a verdade, o mesmo acontece comigo, imaginar como tão comendo minha namorada me excita tanto que só assim consigo esvaziar os ovos, ou transando com a Anita ou batendo punheta e pensando no que pensam e falam de mim em segredo. Então comecei a me perguntar se eu gosto tanto de ser um perdedor e percebi que não só gosto, mas é o que realmente quero e desejo, já que só assim consigo ter uns orgasmos como nunca tive antes. Agora só queria saber como o eletricista ia comer ela, porque eu já sabia que, não importava o que ela fizesse, ela ia dar pra ele todos os dias que ele tivesse trabalhando em casa, e assim ainda ganharia um puta desconto que eu não veria um centavo. no domingo, meus pais vieram ver como o encanador tinha deixado tudo. eu não parava de imaginar meu velho comendo ela, mas pra isso eu teria que dar um jeito de deixar os dois sozinhos por um bom tempo. como sempre, a anita acordou com o vestido curto dela, inacreditavelmente, depois de ter levado duas pirocadas o dia inteiro, ela ainda queria continuar sendo comida pelo meu pai, e eu falei isso pra ela.
Ani, ainda tem vontade de provocar meu pai? Você já comeu ele, não é mesmo?
Ana, sua corna, olha as coisas que você me pergunta. E sim, claro que quero o pau dele, amor. Amo esse pau, ele me arrebenta toda, céu. Hoje quero que ele coma minha buceta e me deixe toda renga, corna.
Mas você não dizia que isso dói pra caralho?
Ana, é que se não dói, não é bom. Isso você vai entender, minha vida. Eu adoraria tanto que você visse isso.
Não, amor, não quero ver ele, ainda mais com meu velho.
Ana, então vai comprar comida com sua mãe, amorzinho? Assim a gente fica sozinho um pouquinho.
Você não pode ser tão piranha, bebê.
Ana sim, eu sou, e você gosta, olha como teu pau ficou duro.
Quando chegaram, tomamos um mate e a Anita mostrou pra minha mãe as paradas que o encanador fez, enquanto eu trocava uma ideia com meu pai sobre o que ainda faltava fazer.
Velho, a próxima parada é contratar um pedreiro, cê tem espaço de sobra pra fazer um puta quinzinho maneiro no fundo.
Sim, cê tem razão nisso, talvez a gente possa estrear ele nas festas.
Cara, isso sim é uma ideia genial, eu conheço uns pedreiros pra isso.
A parada é que você já gastou uma grana com o encanador.
Cara, isso não é nada, te mando na terça se quiser.
Sim, sim, claro, manda eles aí, agora a gente conta pra Ani, ela vai ficar toda feliz.
Daqui a pouco chega minha véia gostosa com o trampo do bombeiro.
Amor, meu velho na terça-feira manda os pedreiros, ele quer que a gente faça um churrasqueirão no fundo.
Ana, aiii que bom, com a vontade que tô de comer um churrasco, assim a gente vai comer mais vezes.
Velha, eu também tô afim de comer um churrasco.
Ana, amor, que tal se você for num churrasco e comprar umas carnes pra gente? Não me deixa com essa vontade.
Velho, mas esse aí não sabe de nada, pode trazer qualquer merda.
Velha, eu te acompanho. Cê curte morcela, gostosa? Porque eles não gostam e sempre me deixam na vontade de comer morcela.
Ana me adora, quanto maior e mais gordinha, mais gostosa.
Velha, então me dá uma grana que eu vou com o Oscarcito, vocês arrumem a mesa.
No caminho todo, minha velha foi escolhendo churrascarias, nenhuma agradava ela, no fim entramos numa, já fazia mais de uma hora rodando, nessa só compramos a carne, costela vazia e um pouco de entraña, aí seguimos procurando as linguiças, o rim e a tão desejada morcela.
Essa velha com certeza vai comer toda a buceta da Anita.
Ô véia, olha as coisas que cê fala, essa buceta é grande demais.
Velha, tem um negócio, filhão, tu não sabe como ela adora uma linguiça? Ela ama comprida e bem grossa, e te juro que, por mais que não acredite, a Anita engole tudo.
Enquanto ela só comer essa buceta, não tem problema.
Velha, tua mina não come sozinha não, essa love é pra dividir e tu sabe muito bem, meu anjo.
Chegamos em casa, a mesa já tava arrumada, minha véia esquentou o churrasco com a anita na cozinha, foi ela quem trouxe pra mesa e a gente almoçou. Percebi na hora que meu velho tinha arrebentado a buceta dela pelo jeito que minha namoradinha tava andando. E não contente com isso, depois de comer e beber um pouco, meu velho me levou pro quintal e me mostrou onde fazer o churrasqueiro. Quando voltamos, minha véia falou de ir buscar sorvete e me levou junto pra comprar.
Velha, filhão, cê percebeu uma parada?
De que velha?
Velha, tem um negócio, não pode ser tão otário, bebê. Não percebeu como a Anita tava, céus?
A verdade é que não, véia, o que foi que tu viu?
Velha, na hora percebi que a Anita já tinha comido buceta e não comeu ela com a boca mesmo, moleque.
Ô mami, você também com essa história de que a Anita é uma puta?
Velha, tá de boa, amor. Se você gosta que ela seja tão puta, esse não é meu problema, céu.
Tá me dizendo que o velho comeu ela?
Velha, teu velho não perdoa ninguém, amor, com certeza agora mesmo ele tá comendo ela de novo, que ele aproveite, já vai ver como ele deixa ela acabada.
Então vamos demorar um bom tempo, vamos mais devagar
Chegamos com o sorvete e minha mina só tava de roupão, porque tinha tomado um banho rápido e ninguém tirava ela do sofá. Comemos o sorvete, bebemos umas coisas e eles foram embora. Meu velho parecia meio cansado. Agora era só esperar a terça-feira pro pedreiro.
Conta, Ana.
Domingo meus sogros vinham. Com a Mabel eu sou bem confidente, embora saiba que ela não me engole muito. Pedi pro corno manso levar ela pra longe pra eu ficar sozinha com o velho dela, o que deixou meu chifrudo muito excitado. Foi assim que, quando chegaram, mostrei pra minha sogra os consertos do encanador.
Olha que legal que ficou a cozinha
Sogra sim, ficou divina, dá pra ver que o encanador trabalha muito bem.
Ah sim, sogrinha, uma maravilha
Sogra, e imagino que você motivou ele bastante, não é mesmo?
Cinco dias provocando o sogrão, cê já sabe o que falam dos encanadores
Sogra, mas cinco dias não é muito tempo?
Ô, sogrinha, cê não sabe como eu gosto de provocar o velho.
Sogra deve ser muito boa nisso, o velho não é mesmo?
Bueno, é pouco, sogra.
Sogra, o velho te comeu tão bem?
Eu te recomendo, não sabia o que fazer pra ela continuar vindo.
Sogra, então vou ligar pra ele pra ele arrumar umas paradas pra mim.
Vem, olha que beleza que deixei o banheiro.
Sogra, e em você também deixava do mesmo jeito.
A verdade é que sim, sogrinha gostosa.
Sogra, mas não como meu marido, né?
Nãão, o encanador não é tão bruto assim.
Sogra, você precisa me fazer um favor, hoje você tem que dar pra ele, assim na segunda eu chamo seu encanador. Não aguento mais o seu sogro.
Sim, sogrinha, é uma fera, me arrebenta toda.
Sogra, então que te foda você, agora vamos que vou levar o Oscarcito pra comprar comida.
Foi assim que minha sogra levou o corno e me deixou sozinha com a besta. Mal eles saíram, ele me levou pro quarto e ali mesmo começamos a trepar. Vocês já sabem da pica que meu sogro tem, ele arrebentou minha pussy, mas logo me virou. A obsessão dele sou eu é minha bunda, ele arrebentou ela. Meia hora dando na rabeta, eu não aguentava tanta pica, implorava em vão e até soltei mais que gemidos, umas lagriminhas. E quando voltaram com o churrasco, mal conseguia sentar de lado. Depois do almoço, a filha da puta da minha sogra teve a brilhante ideia de ir comprar sorvete só pra o velho me comer de novo. Tentei evitar, mas por mais que resistisse, o velho acabou vencendo e me levou pra cama de novo com a promessa de não mexer na minha bunda. Acreditei, mas o filho da puta me enganou e depois de chupar a pica dele de novo, arrebentou minha rabeta de novo. Eu não parava de me contorcer, sabia que ele me dominava e não podia fazer nada. Tentei gozar, mas não consegui, o velho tava me partindo no meio e puta que pariu se ele não tava adorando. Pra minha sorte, dessa vez demoraram menos e quando ouvimos o carro estacionar, o velho tirou a pica do meu cu e foi pro banheiro, lavou a pica e foi recebê-los. Como pude, entrei no banheiro, tomei um banho rápido e só tinha o roupão de banho à mão. Fui assim pra sala de jantar e depois de comer o sorvete e tomar um vinho, eles foram embora. O sorriso da minha sogra me disse como eu tinha sido boa. O Oscarcito não perguntou nada, só começou a limpar a casa. Eu fui pra cama e me deitei, esperando me recuperar até terça-feira.
Espero que, apesar de o relato ser longo, vocês consigam curtir ele.
VALEU POR ME LER
VALEU POR ME SEGUIR
VALEU POR ME PRESENTEAR COM ALGUM PONTINHO
No dia seguinte, fui trabalhar em silêncio. Naquela noite, mal consegui dormir e até sonhei com aquele velho nojento e sujo comendo a minha inocente e doce namoradinha, e eu, em vez de defendê-la, ficava ali parado me masturbando. A ideia de que ele viria com o filho dele em casa me tirava do sério. A verdade é que eu não entendia como podia estar tão ansioso e com tanto tesão. Tinha certeza de que a Anita já estava com a buceta bem aberta, mas não podia fazer nada até que, de repente, me perguntei se a culpa era mesmo da minha namorada. Era eu quem estava obcecado com ela se entregando a outros caras, uns verdadeiros canalhas, e por isso até os trazia para casa para que a comessem. Como podia me excitar tanto chegar do trabalho e encontrá-la destruída, até com restos de porra, e isso me transformar num punheteiro? Se só de pensar nisso já estava com o pau duro, será que tinha tanta certeza de que a Anita gozava tanto sendo submetida por outros caras? Tinha vergonha de perguntar se ela realmente gozava tanto quanto eu. Ela nunca me diria, assim como nunca me contaria se era tudo sonho meu ou só imaginação. Naquela sexta-feira, cheguei em casa mais cedo. Decidi não perder tempo voltando. Talvez assim pudesse pegá-la em flagrante nos braços de outro cara de verdade, mas isso não aconteceu. Minha Anita estava com a mãe dela. Os bombeiros já tinham ido embora há muito tempo.
Ana, oi amor, que bom que você chegou cedo, meu bem. Olha, minha mãe veio nos visitar.
Oi Adriana, tudo bem? Tudo certo?
Adriana e Oscar, tudo certo, adorei como esses dois encanadores trabalharam, dá uma olhada no banheiro, ficou um luxo mesmo.
Ana, se ela beber e amanhã virem terminar a cozinha e o lavadouro.
A verdade é que não vi eles trabalhando, mas sim, dá pra perceber que são bons.
Adriana me disse, Anita, que elas desentopem muito bem os canos.
Sim, pra mim parece que destaparam ela bem fundo, não é, amor?
Ana, sim, minha vida. Desentupiram todos os meus canos, e agora minha mãe quer que eu desentupa bem os dela. Acho que ela tem os canos mais entupidos que os meus.
Não tenha dúvida, Adriana, que vão arrebentar essa buceta todinha.
Adriana, é o que eu espero, Oscar, mas segundo a Anita, já tem vários dias que elas estão sendo descobertas por completo.
Sim, mas segundo ela é uma maravilha como abriram ela.
Adriana, beleza, vou nessa. Amanhã a Anita me confirma se elas vêm na segunda.
Os dois vão desentupir os canos dela?
Adriana, como a menina disse, as minhas estão bem mais cobertas, amor.
Ela me deu um beijo e foi embora, quando a vi saindo percebi que já tinham começado a desentupir os canos da minha sogra, pelo jeito dela andar. E minha anita com certeza tinha se ferrado pior, eu sabia disso ao ver a legging dela, que tinha uma mancha enorme bem no meio da bunda. Minha namoradinha não só tinha sido desentupida direitinho, eu tinha certeza de que até tinham alargado ela, e muito, e amanhã iam alargar ainda mais.
Amor, você tem uma mancha enorme no meio da sua bunda.
Ana, sério? Aonde, minha vida?
Bem aí, bem no meio da sua buceta.
Com certeza os bombeiros deixaram alguma coisa aí, meu amor. É muito grande?
É enorme, meu amor. Acho que exageraram em deixar ele de fora.
Ana, tem neném, não fala isso, sério, você quer que me mostrem a bunda pequena? Porque eu não quero isso.
Tô certo que já te abriram essa bucetinha, amorzinho
Ana... humm, sério que você acha isso? E não te incomoda nem um pouquinho?
É que eu também queria desbundar ela, meu bem.
Ana, você sabe que não, não pode descobrir minha bucetinha.
Por que não? Se eles já abriram ela, gostosa.
Ana, é exatamente por isso que já deixei ela aberta e, como sempre falei, dói pra caralho quando abrem ela, bebê.
Então vai me deixar na vontade?
Ana, meu amor, essa bundinha minúscula só os bombeiros destapam.
Levei ela pra cama e comi com muito tesão, mas também na pussy dela, não tinha dúvida de que as picas dos encanadores eram muito maiores que a minha, pensar em como deixaram a pussy dela me deixou tão excitado que gozei muito mais rápido e por isso tive que terminar chupando a pussy da Ana até fazer ela gozar, muito mais tarde percebi que não só tinha comido minha própria porra, mas também a dela, exausto, dormi enquanto a Anita brincava com meu cock e com meu cu, acordei de manhã e preparei o café da manhã, café com porra e umas torradas pra tirar o gosto de buceta da minha boca, afinal, não sentia nojo, era o gosto da minha própria porra que eu tinha, chamei a Ana pra tomar café.
Ana, amor, hoje é o último dia que os pedreiros vêm, temos que pagar o serviço deles.
Você já pagou pra eles destaparem o céu inteiro?
Ana, amor, paguei até o último centavo, já sei, não consegui desconto, mas hoje vou fazer o impossível pra conseguir.
E aí, o que você vai fazer, minha vida? Já desentupiram seus canos?
Ana, sem amor, destamparam a da minha coroa, no caso. Sério, você quer que destampe meus canos, bebê? E se eu gostar de ter eles destampados, o que você vai fazer?
Se o desconto for grande, por que não? E se você gosta, então melhor ainda.
Ana, beleza, então vou dizer pros meus corno manso que você deixa elas tirarem a roupa pra mim, mas pode esquecer, nem pense que vou te contar alguma coisa, então hoje é melhor você voltar tarde.
Sério que você deixaria aquele gordo nojento desentupir seus canos?
Ana, amor, por você eu faço qualquer coisa. Eu sei que desde que você trouxe aquele nojento pra casa, você tá com essa ideia fixa de que aquele gordo asqueroso me coma gostoso. Vou realizar sua fantasia, amor. Sabe o que eu tive que fazer pra evitar aquele gordo? Mas agora vou dar pra ele e, além disso, vou ficar com a grana. E se ele quiser, vou dar também pro filho babão dele, assim eles é que vão me pagar, e não eu pagar eles.
Não fica brava, meu amor.
Ana, não fico brava não, amor, mas você quer ser corno e eu quero grana. Se pra isso eu tiver que dar até o cu pra eles, eu dou, bebê. No fim, nunca mais vejo eles mesmo.
Se você vai fazer — e tenho certeza de que vai, se é que já não fez — só te peço uma condição.
Ana, qual é?
Que hoje à noite você me conte tudo e me dê essa bundinha minúscula.
Ana, se eu fizer isso, eu conto tudo pra você, com todos os detalhes, corno. Mas minha bunda pequenininha eu não te dou. Agradece que eu falo "buceta", mas essa bundinha minúscula não é pra corno.
Fui trabalhar sabendo que aqueles dois iam comer minha namorada e provavelmente iam arrebentar ela, não conseguia parar de imaginar cada pirocada que davam nela como se fosse em mim, fiquei o dia inteiro com meu pauzinho duro, contando as horas pra chegar em casa. Quando finalmente cheguei, o medo tomou conta de mim. Cruzei com os dois, que me cumprimentaram com um sorriso de vencedores. Entrei em casa e a Anita estava na cama, o estado dela era terrível, mas mesmo assim ela me recebeu com um sorriso. Ver ela daquele jeito me chocou, completamente nua e transbordando de porra por todo o corpo.
O que foi que aconteceu? Olha como te deixaram, meu amor, te machucaram muito?
Ana, pelo contrário, bebê, tô exausta de tanto gozar. Vem, love, vem pro meu lado, deixa eu ver como o corno se despe pra mim? Ai, mas olha que duro que ficou o pau do cuck, parece que o Oscarcito fica bem excitado sabendo que a namoradinha dele tá sendo comida por outros machos, não é, meu bem? Começa a lamber, cuck, começa a lamber os presentes que meus machos deixaram pra você. Vai, bebê, faz isso, eu sei que você gosta, amor. E quando você tomar toda a porra, eu conto tudo o que eles fizeram comigo.
Explodi de tesão, obedeci cada palavra, pulei em cima dela e comecei a chupar toda a porra que tinha nos peitos dela enquanto a Anita continuava me humilhando. Quando desci pra lamber a buceta dela, ela pediu pra eu lamber o cu primeiro pra ver como tinham deixado ele. Fiquei impressionado de ver o cu dela tão aberto, coitadinha, como deve ter doído. Lambi com muito cuidado, saboreando o gosto de porra que tinha, aquele gosto que cada vez mais eu adorava sentir no corpo dela.
Ana é tão promíscua, tão, que bem que você faz. Gosta de ver como esses dois malvados deixaram minha bunda toda arrombada? Viu por que nunca deixei você tocar nela, bebê? Porque você não é um malvado, amor. Você é meu eterno viadinho, bebê. Ahhh, ahhh, ahhh.
Depois de uma hora, já tinha comido tudo que tinha no corpo dela. Deitei do lado dela e abracei ela.
amor, eu nunca quis isso
Ana, não me mente, amor. Você gosta de ser corno e viadinho, mas isso tem seus benefícios, pelo menos pra mim, amor. Não só pelo jeito que o velho nojento e o filho dele me comeram — pra ser sincera, não era a primeira vez que eles dois faziam isso —, mas dessa vez, além de ficar assim, eu também fiquei com o dinheiro deles. É estranho, amor. Eles acham que são os vencedores, que eu fui a bonequinha deles. Que otários que os homens são às vezes, né, amor? Tá bom, eles esvaziaram os ovos, mas eu tive quatro orgasmos o dia inteiro. Eles foram embora sem um puto, e eu tô aqui. Tomei até as moedinhas deles, e tenho certeza de que vão voltar implorando pra me comer de novo. Mas se eles realmente querem arrebentar minha buceta, vão ter que pagar, amor, porque não tem mais serviço de graça.
Puta, você realmente sugou ele até o talo, mas agora esse corno manso vai te comer e, querendo ou não, vai arrebentar seu cu, meu amor.
Dei a foda da minha vida na minha namorada putinha, a putaria tava comendo minha cabeça e eu quis que agora ela me contasse tudo o que tinha rolado com a minha família.
Ah não, bebê, isso aí não, essa noite não, amor, melhor deixarmos pra outro dia, agora tô muito cansadinha.
Só peço que nunca mais faça isso de novo. Mês que vem chega o eletricista e daqui a uns meses os pedreiros, não quero que role algo assim com eles.
Ana, sério, bebê? Sério que não quer? Ah, amorrr, mas se você gosta, céu.
Amor, eu falei que não, não quero que você seja de mais ninguém nunca mais, minha vida, tô falando sério
Ana, tá bom, tá bom, bebê, mas juro que não acho que é isso que você quer, amor. Agora vamos dormir.
Sabia bem que era um iludido, a Anita já tinha pegado gosto em me meter bem os chifres, pra ela aquilo era como se estivesse me comendo e enfiasse uma rola bem fundo, igual com certeza faziam com ela. O que será que sentia? O que será que a Anita sentia quando um macho enfiava a pica na buceta dela até o talo? Com certeza doía, por mais aberta que a buceta dela estivesse. Como ela podia gostar daquilo? E como podia gostar de dar o cu, isso sim doía muito mais. Só de pensar nisso me dava calafrios, mas não sabia por que ela gostava tanto, como era que ela queria ser humilhada e maltratada pelo macho ocasional dela? Essas perguntas eu fazia o tempo todo, e talvez fosse algo parecido com o que acontecia comigo quando eu ficava excitado vendo ela flertar e os outros parecerem lobos babando e prontos pra tudo só pra comer ela. Percebi que eu realmente gostava muito de ser corno, já tinha deixado de ser fantasia, tudo que eu imaginava era pouco perto do que realmente acontecia. Minhas dúvidas se meu velho, meu tio, meu primo e o Jorge tinham comido ela já tinham ido embora, na real a Anita é a puta da família e eu sou o maior corno manso, e isso me fazia sentir um otário e eu adoro isso. Pensando bem, agora entendo minha namorada, ela sente o mesmo que eu, ela fica louca quando tão comendo ela, quando fazem ela sentir a pica, coisa que pra mim é impossível, quando chamam ela de puta e xingam, isso excita ela e com certeza até tem um orgasmo forte assim, coisa que comigo é quase impossível de conseguir pra minha namorada. E pra falar a verdade, o mesmo acontece comigo, imaginar como tão comendo minha namorada me excita tanto que só assim consigo esvaziar os ovos, ou transando com a Anita ou batendo punheta e pensando no que pensam e falam de mim em segredo. Então comecei a me perguntar se eu gosto tanto de ser um perdedor e percebi que não só gosto, mas é o que realmente quero e desejo, já que só assim consigo ter uns orgasmos como nunca tive antes. Agora só queria saber como o eletricista ia comer ela, porque eu já sabia que, não importava o que ela fizesse, ela ia dar pra ele todos os dias que ele tivesse trabalhando em casa, e assim ainda ganharia um puta desconto que eu não veria um centavo. no domingo, meus pais vieram ver como o encanador tinha deixado tudo. eu não parava de imaginar meu velho comendo ela, mas pra isso eu teria que dar um jeito de deixar os dois sozinhos por um bom tempo. como sempre, a anita acordou com o vestido curto dela, inacreditavelmente, depois de ter levado duas pirocadas o dia inteiro, ela ainda queria continuar sendo comida pelo meu pai, e eu falei isso pra ela.
Ani, ainda tem vontade de provocar meu pai? Você já comeu ele, não é mesmo?
Ana, sua corna, olha as coisas que você me pergunta. E sim, claro que quero o pau dele, amor. Amo esse pau, ele me arrebenta toda, céu. Hoje quero que ele coma minha buceta e me deixe toda renga, corna.
Mas você não dizia que isso dói pra caralho?
Ana, é que se não dói, não é bom. Isso você vai entender, minha vida. Eu adoraria tanto que você visse isso.
Não, amor, não quero ver ele, ainda mais com meu velho.
Ana, então vai comprar comida com sua mãe, amorzinho? Assim a gente fica sozinho um pouquinho.
Você não pode ser tão piranha, bebê.
Ana sim, eu sou, e você gosta, olha como teu pau ficou duro.
Quando chegaram, tomamos um mate e a Anita mostrou pra minha mãe as paradas que o encanador fez, enquanto eu trocava uma ideia com meu pai sobre o que ainda faltava fazer.
Velho, a próxima parada é contratar um pedreiro, cê tem espaço de sobra pra fazer um puta quinzinho maneiro no fundo.
Sim, cê tem razão nisso, talvez a gente possa estrear ele nas festas.
Cara, isso sim é uma ideia genial, eu conheço uns pedreiros pra isso.
A parada é que você já gastou uma grana com o encanador.
Cara, isso não é nada, te mando na terça se quiser.
Sim, sim, claro, manda eles aí, agora a gente conta pra Ani, ela vai ficar toda feliz.
Daqui a pouco chega minha véia gostosa com o trampo do bombeiro.
Amor, meu velho na terça-feira manda os pedreiros, ele quer que a gente faça um churrasqueirão no fundo.
Ana, aiii que bom, com a vontade que tô de comer um churrasco, assim a gente vai comer mais vezes.
Velha, eu também tô afim de comer um churrasco.
Ana, amor, que tal se você for num churrasco e comprar umas carnes pra gente? Não me deixa com essa vontade.
Velho, mas esse aí não sabe de nada, pode trazer qualquer merda.
Velha, eu te acompanho. Cê curte morcela, gostosa? Porque eles não gostam e sempre me deixam na vontade de comer morcela.
Ana me adora, quanto maior e mais gordinha, mais gostosa.
Velha, então me dá uma grana que eu vou com o Oscarcito, vocês arrumem a mesa.
No caminho todo, minha velha foi escolhendo churrascarias, nenhuma agradava ela, no fim entramos numa, já fazia mais de uma hora rodando, nessa só compramos a carne, costela vazia e um pouco de entraña, aí seguimos procurando as linguiças, o rim e a tão desejada morcela.
Essa velha com certeza vai comer toda a buceta da Anita.
Ô véia, olha as coisas que cê fala, essa buceta é grande demais.
Velha, tem um negócio, filhão, tu não sabe como ela adora uma linguiça? Ela ama comprida e bem grossa, e te juro que, por mais que não acredite, a Anita engole tudo.
Enquanto ela só comer essa buceta, não tem problema.
Velha, tua mina não come sozinha não, essa love é pra dividir e tu sabe muito bem, meu anjo.
Chegamos em casa, a mesa já tava arrumada, minha véia esquentou o churrasco com a anita na cozinha, foi ela quem trouxe pra mesa e a gente almoçou. Percebi na hora que meu velho tinha arrebentado a buceta dela pelo jeito que minha namoradinha tava andando. E não contente com isso, depois de comer e beber um pouco, meu velho me levou pro quintal e me mostrou onde fazer o churrasqueiro. Quando voltamos, minha véia falou de ir buscar sorvete e me levou junto pra comprar.
Velha, filhão, cê percebeu uma parada?
De que velha?
Velha, tem um negócio, não pode ser tão otário, bebê. Não percebeu como a Anita tava, céus?
A verdade é que não, véia, o que foi que tu viu?
Velha, na hora percebi que a Anita já tinha comido buceta e não comeu ela com a boca mesmo, moleque.
Ô mami, você também com essa história de que a Anita é uma puta?
Velha, tá de boa, amor. Se você gosta que ela seja tão puta, esse não é meu problema, céu.
Tá me dizendo que o velho comeu ela?
Velha, teu velho não perdoa ninguém, amor, com certeza agora mesmo ele tá comendo ela de novo, que ele aproveite, já vai ver como ele deixa ela acabada.
Então vamos demorar um bom tempo, vamos mais devagar
Chegamos com o sorvete e minha mina só tava de roupão, porque tinha tomado um banho rápido e ninguém tirava ela do sofá. Comemos o sorvete, bebemos umas coisas e eles foram embora. Meu velho parecia meio cansado. Agora era só esperar a terça-feira pro pedreiro.
Conta, Ana.
Domingo meus sogros vinham. Com a Mabel eu sou bem confidente, embora saiba que ela não me engole muito. Pedi pro corno manso levar ela pra longe pra eu ficar sozinha com o velho dela, o que deixou meu chifrudo muito excitado. Foi assim que, quando chegaram, mostrei pra minha sogra os consertos do encanador.
Olha que legal que ficou a cozinha
Sogra sim, ficou divina, dá pra ver que o encanador trabalha muito bem.
Ah sim, sogrinha, uma maravilha
Sogra, e imagino que você motivou ele bastante, não é mesmo?
Cinco dias provocando o sogrão, cê já sabe o que falam dos encanadores
Sogra, mas cinco dias não é muito tempo?
Ô, sogrinha, cê não sabe como eu gosto de provocar o velho.
Sogra deve ser muito boa nisso, o velho não é mesmo?
Bueno, é pouco, sogra.
Sogra, o velho te comeu tão bem?
Eu te recomendo, não sabia o que fazer pra ela continuar vindo.
Sogra, então vou ligar pra ele pra ele arrumar umas paradas pra mim.
Vem, olha que beleza que deixei o banheiro.
Sogra, e em você também deixava do mesmo jeito.
A verdade é que sim, sogrinha gostosa.
Sogra, mas não como meu marido, né?
Nãão, o encanador não é tão bruto assim.
Sogra, você precisa me fazer um favor, hoje você tem que dar pra ele, assim na segunda eu chamo seu encanador. Não aguento mais o seu sogro.
Sim, sogrinha, é uma fera, me arrebenta toda.
Sogra, então que te foda você, agora vamos que vou levar o Oscarcito pra comprar comida.
Foi assim que minha sogra levou o corno e me deixou sozinha com a besta. Mal eles saíram, ele me levou pro quarto e ali mesmo começamos a trepar. Vocês já sabem da pica que meu sogro tem, ele arrebentou minha pussy, mas logo me virou. A obsessão dele sou eu é minha bunda, ele arrebentou ela. Meia hora dando na rabeta, eu não aguentava tanta pica, implorava em vão e até soltei mais que gemidos, umas lagriminhas. E quando voltaram com o churrasco, mal conseguia sentar de lado. Depois do almoço, a filha da puta da minha sogra teve a brilhante ideia de ir comprar sorvete só pra o velho me comer de novo. Tentei evitar, mas por mais que resistisse, o velho acabou vencendo e me levou pra cama de novo com a promessa de não mexer na minha bunda. Acreditei, mas o filho da puta me enganou e depois de chupar a pica dele de novo, arrebentou minha rabeta de novo. Eu não parava de me contorcer, sabia que ele me dominava e não podia fazer nada. Tentei gozar, mas não consegui, o velho tava me partindo no meio e puta que pariu se ele não tava adorando. Pra minha sorte, dessa vez demoraram menos e quando ouvimos o carro estacionar, o velho tirou a pica do meu cu e foi pro banheiro, lavou a pica e foi recebê-los. Como pude, entrei no banheiro, tomei um banho rápido e só tinha o roupão de banho à mão. Fui assim pra sala de jantar e depois de comer o sorvete e tomar um vinho, eles foram embora. O sorriso da minha sogra me disse como eu tinha sido boa. O Oscarcito não perguntou nada, só começou a limpar a casa. Eu fui pra cama e me deitei, esperando me recuperar até terça-feira.
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