


No domingo, acordei cedo, arrumei minha mala com roupa para dois dias, desci do apartamento e fui comprar umas coisas para a viagem. Uma das vantagens de morar sozinho é que eu imponho meus horários, o que visto e o que como. A desvantagem é o custo alto do aluguel, carro, contas... Em parte, é isso que me impede de levar minha namorada Irene para morar comigo, além do fato de ela ter 22 anos e estar terminando a faculdade, então não trabalha. Voltei pro apartamento depois das compras e de tomar café da manhã no restaurante perto do mirante da cidade. Cheguei e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho demorado.Vesti uma calça social, camisa branca e paletó, sapatos engraxados e um banho de loção. Peguei meus óculos escuros e fui para o escritório. Eram 17h.
Em menos de 10 minutos chegou uma van fechada. Dali desceu um homem que, pela roupa, deduzi ser alguém importante. Ele abriu a porta do passageiro e também a de trás. Desceram Soledad e uma menina simpática de uns 11 anos, que dizia: "Mãe, então eu vou ficar com o papai? Por que eu não posso ir também?" Ela balançou a cabeça negando, se dirigiu ao homem que obviamente era seu marido e disse: "Ernesto, você fica com a Emilia, e na terça passo para buscá-la." O marido não parecia muito feliz, nem sequer se despediu com um beijo, só disse: "Que te dê tudo certo..." Virou-se, me viu e falou: "Cuidado para não dirigir cansado ou à noite, moço. Que tenham uma boa viagem." Arrancaram e ficamos só eu e Soledad no estacionamento do escritório. Ela estava vestida impecavelmente, novamente de saia e blusa bem combinadas. Diferente do que costuma usar no trabalho, desta vez a saia estava um pouco acima do joelho. Dava pra ver umas pernas lindas e torneadas.
Pegamos o Fiat da empresa, tanque cheio, e um envelope com dinheiro no porta-luvas para nossas despesas. Coloquei a mala da Soledad e a minha. Saímos rumo à cidade litorânea. No caminho, a chuva começou a cair forte e tive que encostar. Enquanto a chuva dava uma trégua, tentei... Conversar com a Soledad, que viagem, doutora... Vejo que você tem uma família bonita... Ela agradeceu, mas disse que se sente desconfortável falar deles comigo, que eu devia focar no trabalho. Fiquei em silêncio... Ela pediu desculpas, falou que realmente a incomoda muito falar sobre o pai da menina, não é seu marido, é ex-marido, há 4 meses. A situação se complicou e não teve mais jeito a não ser aceitar a proposta de divórcio. A guarda da Emilia, minha filha, é compartilhada, mas a maior parte do tempo fica comigo. Ele se interessa mais em ter tempo de sobra pros negócios, e minha filha e eu não fazemos a menor falta pra ele. Mas tem horas como essa...
Chegamos na cidade, direto pro hotel. O bar estava aberto, sugeri tomar um drink. Ela recusou, mas disse: "Te acompanho com um refrigerante, e lembre-se que os diários não cobrem álcool". Ficamos conversando sobre outras coisas, surgiu o assunto da minha relação com a Irene. Ela estava acompanhando a conversa, quando um casal de americanos se aproximou do balcão e começou a trocar olhares com ela.
O homem, uns 50 anos, bem arrumado, acompanhado de uma mulher madura linda, com um corpo esquisito mas com curvas não tão generosas quanto as da Soledad. O homem tomou a iniciativa e falou com ela: "Hello, good evening friend. What are you doing wasting your time with this boy? I suppose it's not fun. My wife and I would love, if you're interested and respectfully, to have a private evening, just you, my wife, and me... My wife and I think you're a beautiful Latina; you have a hot body."
Ela só sorriu, balançou a mão negando, e completou pra ele: "I really appreciate the compliment. Tell your wife I find her particularly sexy, and that if it weren't for this work meeting, I'd love to fuck her."
Ele riu, ela também. O americano voltou pra companheira e a mulher ficou corada, mandou um beijo pra Soledad. Ela mandou outro de volta.
Alguns minutos depois, eu disse: "Então você também acha que eu sou um menino?" Ela riu e falou: "Pra mim, sim. 16 anos. é uma boa diferença e não acho que o que você está pensando seja uma boa ideia, você está igual à Irene, precisa crescer, menino... Toquei seu cabelo, então, sem rodeios, disse o que sentia por ela, as fotos e as punhetas pensando nela.
Ela continuou com o olhar sorridente, me disse no ouvido: isso eu já imaginava, bobinho... Você não tem ideia de quantos tributos uma mulher pode receber sem nem ficar sabendo, e também sabendo, aposto que a Irene já levou vários sabendo muito bem... Aqui o menino é você, essa coisa das fotos... O telefone já estava tocando antes da sua caneta cair, pensei em atender, mas decidi: vou dar um presentinho para esse menino...
Fiquei corado, não soube o que dizer... Ela falou: já foi muita conversa, vamos descansar que amanhã tem que acordar cedo... Chegando nos nossos quartos, ela me pegou pela mão... Disse: vou fazer você amadurecer, menino... E me puxou para o quarto dela, me jogou na cama, eu estava feliz, com o pau bem duro, ela se ajoelhou em cima de mim, se virou, desabotoou minha calça e a baixou até os joelhos, o mesmo com minha cueca, e riu: esse pintinho aqui precisa de cuidados, disse...
Ela começou a levantar a saia, com uma mão tirou uma calcinha preta de renda linda, que emoldurava a bunda, que eu nunca tinha visto nem nas minhas melhores fodas, uma pinta na nádega direita, uns lábios que sobressaíam como cristas, e peludos.
Pensei que ela ia cavalgar, mas ela só disse: me diga o que você quer, isso, agora você é meu cachorro!!! Eu estava prestes a responder quando ela apertou um dos meus ovos com a mão e começou a torcer, a dor era insuportável, eu disse: sim, sim, sou seu cachorro!! Ok, nos entendemos, ela disse, aproximou a bunda e a buceta do meu rosto e falou: bebe, toma todo meu suco, você precisa, meu menino. Eu estava com o pau já bem vermelho, ela viu, não tocava nem fazia nada, eu só chupava e chupava. Ela tirou uma liga do cabelo e enrolou no corpo do meu pau, a pressão era forte mas gostosa, começou a lamber minhas virilhas, depois dos ovos, o pau começou a só esfregar com as mãos dela, e ela colocou uma camisinha com sabor em mim, a pressão do elástico ia aumentando, então ela pegou minha glande, afastou a bunda do meu rosto, e se deixou cair por completo no meu pau, fazendo movimentos de oito, eu estava quase gozando. Ela disse ainda não meu cachorrinho, e deu um beliscão entre os dois ovos, juro que senti toda a ejaculação reprimida voltando para os meus ovos.
Primeiro come, ela aproximou de novo a buceta, molhada, e disse agora chupa depois lambe, não quero dentes, aprende a lamber direito cachorrinho, eu estava submisso a ela, ela se levantou um pouco e disse bom bom agora aqui meu cachorrinho, me mostrou o cu, lindo, limpou com tons roxos, a preto, comecei a beijar, ela disse não cachorrinho agora morde entre meu cu e a buceta, assim assim ela dizia entre gemidos, me disse rápido chupa minha buceta, e ela veio em torrentes sobre minha boca, me disse engole tudo cachorrinho, era muito o fluido dela, e ficou o gosto na minha boca, junto com o sabor da camisinha de morango... CONTINUARÁ
0 comentários - A madura do escritório na viagem... parte 2 de 3