Entrei na casa dos meus pais e como tinha dito não tinha ninguém, deixei minhas coisas e dei um tempo, não sei por quê, ouvi o barulho do caminhão que trazia o pedido e esperei um pouco, passaram 5 minutos e ele não ia embora, passaram 10 e o caminhão ainda estava parado na porta, mas ainda ligado. Levantei do sofá e fui ver, por que estava demorando tanto?
Para minha surpresa, ela tinha trocado de roupa. Já não estava mais com aquela roupa comum e de ficar em casa; pelo contrário, estava com uma saia preta e uma blusa verde um pouco decotada. Não tanto a ponto de pensar que queria mostrar os peitos, mas o suficiente para aproveitá-los de relance e terminar de imaginar o que faltava ver. Entrei e percebi a situação na hora: ela queria me dar ciúmes. Estava apoiando os cotovelos no balcão, juntando os braços um pouco, o que fazia seus seios se destacarem — que o jovem que entregava o pedido certamente estava adorando ver. Ele devia ter uns 18 ou 19 anos, estava babando mas ao mesmo tempo constrangido, ainda mais quando eu entrei. Ela sorria para ele e fazia uns movimentos meio provocantes. Com certeza, se fizesse isso com alguém mais velho ou comigo, não demoraria para estar de joelhos chupando pau. Mas bem, eu mesmo planejava tomar conta disso.
Ele esticava a conversa mais do que o necessário e o garoto adorava, mais tarde, quando tivesse a chance de ficar sozinho, com certeza se lembraria dela para bater uma. O garoto não me incomodava, mas sim a atitude dela, ela agia como se eu não estivesse ali.
Eu: Vai fechar?
L: Não, acho que não. Se você quiser, eu te atendo e depois continuo com o garoto.
Eu: Não se preocupa, não tenho pressa.
Sentei num engradado de bebida que tava no corredor, do meu lado direito tinha o rapaz mais ou menos a um metro de distância do balcão, e ela ficou mais coladinha em mim, mas do meu lado esquerdo. Enfim, o rapaz que tava sendo paquerado não conseguia me ver direito.
Minha mão esquerda agarrou sua panturrilha direita, ele não esperava e fez um movimento rápido. O cara olhou surpreso com a reação dela, "foi um pernilongo", disse ela, se abaixando e batendo na minha mão. Segundos depois fiz a mesma coisa, ela levantou a perna e pisou forte "Ai, estão terrivelmente chatos". O cara riu e eu acompanhei, com um comentário quase fora de lugar mas em tom de brincadeira que nos fez rir "Também, o que você quer? Se está com as pernas ao ar" "Se eu fosse pernilongo, viveria como ele" voltamos a rir.
L: É por causa do calor, com certeza, que eles ficam chatos.
Eu: E daqui a pouco a temperatura sobe mais, falaram na TV.
Os nossos flertes, o garoto não entendia mas ria, achava que era tudo brincadeira. Voltei a tocar sua perna mas dessa vez comecei a subir devagar, passei por toda a panturrilha, o joelho e com a palma da minha mão subindo por trás de sua perna, cheguei a tocar a bunda e parei, dois dedos se esticaram e tocaram onde deviam, ela apenas suspirou e pigarreou, com uma tosse claramente nervosa.
L: Bom, é isso aí. Ele disse pro moleque.
Cara: Beleza, qualquer coisa me dá um toque. Você tem meu número.
Aproveito a oportunidade e solto o comentário, ele se arriscou, cumprimenta "L" com um beijo por cima do balcão e a mim aperta minha mão. Mal o cara fecha a porta e dá dois passos, ela me olha furiosa.
L: O que você tá fazendo? Tá doido?
Eu: Sim, por causa dessa raba. Vou fechar? – falei, apertando a bunda dela.
L: Eu já disse que não, não vou fechar.
Ela queria bancar a difícil ou talvez fosse verdade que não queria, ia agir ou não? Claro que ia agir.
Eu: Tá bom, então que qualquer um que passar veja.
Me levantei e agarrei ela pelos braços, levando-a até um cantinho dentro do depósito.
L: Não, para. O que você tá fazendo?
Eu: Ajoelha.
L: Não, eu saí.
Agarrei ela pelo cabelo com uma mão e a fiz ajoelhar, enquanto com a outra mão eu ia tirando o pau pra fora.
Eu: Abre a boca.
L: Não, não te disse que não.
Me abaixei um pouco até ficar cara a cara, sem soltar seu cabelo. Repeti seriamente: "Abre a boca". Ela obedeceu meio receosa, parecia, mas eu sabia que não estava com medo de mim. Enfiei meu pau meio mole na boca dela, senti de novo o prazer da língua dela e o calor daquela boca, em poucos segundos já estava duro e veiudo como ela gosta. De quase ser obrigada, passou a chupar com gosto, esquecendo que o negócio ainda estava aberto.
Eu: Tava com saudade dela?
Sim, muito. Ela disse, saboreando e brincando com a língua ao longo do tronco e da cabeça.
Eu: Tem certeza que não quer fechar?
L: Ai, esqueci, não quero tirar da boca. Mas abaixa a persiana rápido.
Em dois passos e com o pau duro e à mostra, consegui baixar a persiana. Uma vizinha estava a poucos metros e gritou "espera" achando que era ela quem ia fechar, não dei importância e baixei quase completamente, só ficou cerca de um metro para chegar ao chão, "L" sempre deixava assim.
L: Quem era?
Eu: Acho que sua amiga, daqui a pouco.
L: Pera aí, vou atender ela rapidinho.
Eu: Tá certa? Disse, batendo a cara dela com meu pau.
Ah, não, já deu, que vá pra puta que pariu.
Eu chupei ela de joelhos por vários minutos, enquanto me segurava com os cotovelos na geladeira do balcão, fiquei quieto mas curtindo pra caralho.
L: Você não tem ideia de como eu sentia falta dela.
Eu: Então aproveita mais um pouco.
Ela continuou chupando enquanto, de vez em quando, vinham à minha mente imagens da Ingrid fazendo o mesmo, era muito excitante.
L: Eu chupo melhor que ela?
Eu: Não sei, mas não para.
L: Nenhuma mina consegue chupar seu pau melhor que eu.
Eu: Talvez sim.
L: Você prefere ela? Ela te dá o que eu te fodo?
Eu: Ainda não, mas tá indo bem.
L: Quer que eu engula sua porra?
Eu: Não desperdicio nada. Seu marido te comeu bem?
L: Você sabe que eu não fodo como você.
Eu: Você achou que ia me dar ciúmes com aquele cara? Tava pensando em dar pra ele?
L: Esse menino me deixa com tesão, capaz de eu dar uma provadinha nele.
Eu: Cala a boca, putinha, você é só minha.
L: O cara também tá forte, com certeza vai me dar uma fudida.
Enquanto tudo isso acontecia, eu continuava segurando seus cabelos. Fiz força para levantá-la do chão e a encostei como se fosse um pedaço de carne, simplesmente contra a geladeira/balcão.
L: Você vai me comer? Disse, deslizando sua calcinha e molhando os dedos para passá-los pela sua buceta.
Eu não respondi, mas posicionei o pau na entrada da sua buceta, enfiei um pouco enquanto ela gemía e levantei sua perna direita. Fodi com força sem me importar se ela ia gozar ou não, só queria saciar minha sede.
L: Chega essa gaveta aqui.
Apontando para aquele rabo gostoso que eu tinha sentado, aproximei-o e levantei a perna dela ali para conseguir pegar mais confortavelmente. Fodi sem parar, mas não aguentei muito tempo e acabei dentro dela, ela não se importou, só curtiu.
Fiz ela se ajoelhar de novo, sua buceta escorrendo meu sêmen, enquanto segurava ela pelo cabelo, eu disse.
Eu: Você é minha putinha, tá claro?
Ssssii... acho que sim.
Eu: Acho que sim, nada. Você é minha putinha, entendeu? Dei um tapa bem forte, não consegui me controlar.
L: Eu sou mesmo.
Eu: Fala logo. Ameacei.
L: Eu sou sua putinha. É assim que você quer que eu diga? Eu sou sua putinha. Falou mais alto.
Eu: Você nunca mais vai falar comigo desse jeito de novo, entendeu?
L: Sim, papi, entendi.
Guarde o pau e deixei como estava, nem me dei ao trabalho de cumprimentá-la antes de começar a ir embora.
L: Já vai embora?
Eu: Se...
L: Fica mais um pouco.
Eu: Pra quê?
L: Quero mais um pouquinho.
Eu: Ainda não.
L: Vai sair com a outra puta que você arrumou?
Eu: Vou embora porque você se comportou mal comigo.
É verdade, eu me comportei mal, fica aqui e me castiga. Me faz de putinha.
Como caralhos eu poderia dizer não pra isso? Não sei, mas eu disse.
Eu: Tenho que ir, depois a gente conversa e vê quando dá.
Abri a porta e fui embora, naquela mesma noite recebi uma foto dela de costas e com o bumbum à mostra "Como eu adoraria que você me comesse assim". Aí soube, sem nenhuma dúvida, que ela tinha voltado a ser minha putinha ou talvez nunca tivesse deixado de ser...
Para minha surpresa, ela tinha trocado de roupa. Já não estava mais com aquela roupa comum e de ficar em casa; pelo contrário, estava com uma saia preta e uma blusa verde um pouco decotada. Não tanto a ponto de pensar que queria mostrar os peitos, mas o suficiente para aproveitá-los de relance e terminar de imaginar o que faltava ver. Entrei e percebi a situação na hora: ela queria me dar ciúmes. Estava apoiando os cotovelos no balcão, juntando os braços um pouco, o que fazia seus seios se destacarem — que o jovem que entregava o pedido certamente estava adorando ver. Ele devia ter uns 18 ou 19 anos, estava babando mas ao mesmo tempo constrangido, ainda mais quando eu entrei. Ela sorria para ele e fazia uns movimentos meio provocantes. Com certeza, se fizesse isso com alguém mais velho ou comigo, não demoraria para estar de joelhos chupando pau. Mas bem, eu mesmo planejava tomar conta disso.
Ele esticava a conversa mais do que o necessário e o garoto adorava, mais tarde, quando tivesse a chance de ficar sozinho, com certeza se lembraria dela para bater uma. O garoto não me incomodava, mas sim a atitude dela, ela agia como se eu não estivesse ali.
Eu: Vai fechar?
L: Não, acho que não. Se você quiser, eu te atendo e depois continuo com o garoto.
Eu: Não se preocupa, não tenho pressa.
Sentei num engradado de bebida que tava no corredor, do meu lado direito tinha o rapaz mais ou menos a um metro de distância do balcão, e ela ficou mais coladinha em mim, mas do meu lado esquerdo. Enfim, o rapaz que tava sendo paquerado não conseguia me ver direito.
Minha mão esquerda agarrou sua panturrilha direita, ele não esperava e fez um movimento rápido. O cara olhou surpreso com a reação dela, "foi um pernilongo", disse ela, se abaixando e batendo na minha mão. Segundos depois fiz a mesma coisa, ela levantou a perna e pisou forte "Ai, estão terrivelmente chatos". O cara riu e eu acompanhei, com um comentário quase fora de lugar mas em tom de brincadeira que nos fez rir "Também, o que você quer? Se está com as pernas ao ar" "Se eu fosse pernilongo, viveria como ele" voltamos a rir.
L: É por causa do calor, com certeza, que eles ficam chatos.
Eu: E daqui a pouco a temperatura sobe mais, falaram na TV.
Os nossos flertes, o garoto não entendia mas ria, achava que era tudo brincadeira. Voltei a tocar sua perna mas dessa vez comecei a subir devagar, passei por toda a panturrilha, o joelho e com a palma da minha mão subindo por trás de sua perna, cheguei a tocar a bunda e parei, dois dedos se esticaram e tocaram onde deviam, ela apenas suspirou e pigarreou, com uma tosse claramente nervosa.
L: Bom, é isso aí. Ele disse pro moleque.
Cara: Beleza, qualquer coisa me dá um toque. Você tem meu número.
Aproveito a oportunidade e solto o comentário, ele se arriscou, cumprimenta "L" com um beijo por cima do balcão e a mim aperta minha mão. Mal o cara fecha a porta e dá dois passos, ela me olha furiosa.
L: O que você tá fazendo? Tá doido?
Eu: Sim, por causa dessa raba. Vou fechar? – falei, apertando a bunda dela.
L: Eu já disse que não, não vou fechar.
Ela queria bancar a difícil ou talvez fosse verdade que não queria, ia agir ou não? Claro que ia agir.
Eu: Tá bom, então que qualquer um que passar veja.
Me levantei e agarrei ela pelos braços, levando-a até um cantinho dentro do depósito.
L: Não, para. O que você tá fazendo?
Eu: Ajoelha.
L: Não, eu saí.
Agarrei ela pelo cabelo com uma mão e a fiz ajoelhar, enquanto com a outra mão eu ia tirando o pau pra fora.
Eu: Abre a boca.
L: Não, não te disse que não.
Me abaixei um pouco até ficar cara a cara, sem soltar seu cabelo. Repeti seriamente: "Abre a boca". Ela obedeceu meio receosa, parecia, mas eu sabia que não estava com medo de mim. Enfiei meu pau meio mole na boca dela, senti de novo o prazer da língua dela e o calor daquela boca, em poucos segundos já estava duro e veiudo como ela gosta. De quase ser obrigada, passou a chupar com gosto, esquecendo que o negócio ainda estava aberto.
Eu: Tava com saudade dela?
Sim, muito. Ela disse, saboreando e brincando com a língua ao longo do tronco e da cabeça.
Eu: Tem certeza que não quer fechar?
L: Ai, esqueci, não quero tirar da boca. Mas abaixa a persiana rápido.
Em dois passos e com o pau duro e à mostra, consegui baixar a persiana. Uma vizinha estava a poucos metros e gritou "espera" achando que era ela quem ia fechar, não dei importância e baixei quase completamente, só ficou cerca de um metro para chegar ao chão, "L" sempre deixava assim.
L: Quem era?
Eu: Acho que sua amiga, daqui a pouco.
L: Pera aí, vou atender ela rapidinho.
Eu: Tá certa? Disse, batendo a cara dela com meu pau.
Ah, não, já deu, que vá pra puta que pariu.
Eu chupei ela de joelhos por vários minutos, enquanto me segurava com os cotovelos na geladeira do balcão, fiquei quieto mas curtindo pra caralho.
L: Você não tem ideia de como eu sentia falta dela.
Eu: Então aproveita mais um pouco.
Ela continuou chupando enquanto, de vez em quando, vinham à minha mente imagens da Ingrid fazendo o mesmo, era muito excitante.
L: Eu chupo melhor que ela?
Eu: Não sei, mas não para.
L: Nenhuma mina consegue chupar seu pau melhor que eu.
Eu: Talvez sim.
L: Você prefere ela? Ela te dá o que eu te fodo?
Eu: Ainda não, mas tá indo bem.
L: Quer que eu engula sua porra?
Eu: Não desperdicio nada. Seu marido te comeu bem?
L: Você sabe que eu não fodo como você.
Eu: Você achou que ia me dar ciúmes com aquele cara? Tava pensando em dar pra ele?
L: Esse menino me deixa com tesão, capaz de eu dar uma provadinha nele.
Eu: Cala a boca, putinha, você é só minha.
L: O cara também tá forte, com certeza vai me dar uma fudida.
Enquanto tudo isso acontecia, eu continuava segurando seus cabelos. Fiz força para levantá-la do chão e a encostei como se fosse um pedaço de carne, simplesmente contra a geladeira/balcão.
L: Você vai me comer? Disse, deslizando sua calcinha e molhando os dedos para passá-los pela sua buceta.
Eu não respondi, mas posicionei o pau na entrada da sua buceta, enfiei um pouco enquanto ela gemía e levantei sua perna direita. Fodi com força sem me importar se ela ia gozar ou não, só queria saciar minha sede.
L: Chega essa gaveta aqui.
Apontando para aquele rabo gostoso que eu tinha sentado, aproximei-o e levantei a perna dela ali para conseguir pegar mais confortavelmente. Fodi sem parar, mas não aguentei muito tempo e acabei dentro dela, ela não se importou, só curtiu.
Fiz ela se ajoelhar de novo, sua buceta escorrendo meu sêmen, enquanto segurava ela pelo cabelo, eu disse.
Eu: Você é minha putinha, tá claro?
Ssssii... acho que sim.
Eu: Acho que sim, nada. Você é minha putinha, entendeu? Dei um tapa bem forte, não consegui me controlar.
L: Eu sou mesmo.
Eu: Fala logo. Ameacei.
L: Eu sou sua putinha. É assim que você quer que eu diga? Eu sou sua putinha. Falou mais alto.
Eu: Você nunca mais vai falar comigo desse jeito de novo, entendeu?
L: Sim, papi, entendi.
Guarde o pau e deixei como estava, nem me dei ao trabalho de cumprimentá-la antes de começar a ir embora.
L: Já vai embora?
Eu: Se...
L: Fica mais um pouco.
Eu: Pra quê?
L: Quero mais um pouquinho.
Eu: Ainda não.
L: Vai sair com a outra puta que você arrumou?
Eu: Vou embora porque você se comportou mal comigo.
É verdade, eu me comportei mal, fica aqui e me castiga. Me faz de putinha.
Como caralhos eu poderia dizer não pra isso? Não sei, mas eu disse.
Eu: Tenho que ir, depois a gente conversa e vê quando dá.
Abri a porta e fui embora, naquela mesma noite recebi uma foto dela de costas e com o bumbum à mostra "Como eu adoraria que você me comesse assim". Aí soube, sem nenhuma dúvida, que ela tinha voltado a ser minha putinha ou talvez nunca tivesse deixado de ser...
6 comentários - Gostosa do quiosque 29