Minha mãe tem 58 anos e meu pai 59. Eles estão casados há 34 anos. Como em todo casamento, tem altos e baixos, mas desde que se aposentaram, os baixos aumentaram. Até certo ponto, acho que entendo. Quando trabalhavam, não se viam das 6h às 15h, e agora que se veem praticamente o dia inteiro, mal se aguentam. Uma manhã, estávamos tomando café da manhã. Eles tinham discutido feio na noite anterior porque meu pai não queria ir a uma festa de família no próximo fim de semana. Não era tão grave, porque em outras ocasiões meu pai diz que não quer ir, eles brigam e no fim vão à festa de qualquer jeito, mas dessa vez a briga foi pesada. Enfim, eles estavam estranhos, mas estranhos de um jeito diferente. Não dei muita importância até minha mãe falar. — Filho… ontem à noite seu pai e eu conversamos… — Vocês vão se divorciar? Meu pai riu nervoso. — Não. Nada disso. Deixa sua mãe explicar. Minha mãe também parecia nervosa e ficava brincando com um guardanapo. — Eu sei que você nos ouviu brigar por causa da festa do fim de semana, mas quando nos acalmamos, conversamos sobre outras coisas. Eu não imaginava o rumo que aquela conversa ia tomar. — A questão é que me sinto frustrada. Quando seu pai era jovem, teve muitas namoradas, mas ele foi meu único namorado… E a gente conversou, e ele me deu permissão para sair e experimentar… transar com outros caras. Não pense que a gente não se ama mais, pelo contrário, a gente faz isso porque quer parar de brigar e manter nosso casamento seguro. Juro que até perdi a fome. Não sabia o que dizer. — E estamos te contando isso porque te amamos, filho — completou meu pai, colocando a mão no meu ombro — E porque queremos que seja segredo… — Tá bom. Não vou contar pra ninguém… Você também tem permissão pra sair com outras mulheres, pai? — Sim, mas quero que sua mãe seja feliz e aproveite o que não aproveitou nos seus 20 anos. Foi estranho. Tudo isso ficou martelando na minha cabeça a semana inteira, e não vou negar que me deu muito tesão. Fiquei pensando nos dias seguintes a essa conversa, minha mãe já estaria transando com meio mundo, mas não foi assim. Revirei o celular dela e não tinha conversas quentes com outros caras, só com meu pai, com quem trocava fotos (a maioria mal focada), mas mais do que tesão, fiquei feliz por eles fazerem essas coisas. Passou um mês e nesse tempo não teve nada fora do normal. Eles transavam mais seguido, isso sim, e eu ouvia e, claro, batia minhas punhetas. Minha mãe continuava usando as mesmas roupas de sempre. Ela nunca usava vestidos, saias ou blusas decotadas. Quando faz calor, às vezes veste blusas de alcinha, mas daquelas justas que, quando ela se abaixa, não mostra o decote. Ela sempre usa roupa confortável: blusas ou camisetas com calça jeans ou moletom e um tênis. Mesmo assim, algumas camisetas ficam mais justas por causa do sutiã, o que faz os peitos dela se destacarem e dá pra ver como eles balançam. Um dia, a gente ia pro cinema e meu pai decidiu parar no meio do caminho pra comprar uma cerveja e um petisco numa loja de bebidas que fica do lado da estrada. O cinema que a gente costuma ir é fora da cidade porque é mais barato e mais confortável, já que tem pouca gente. Como é fora da cidade, de um lado da estrada só tem morro (e a loja de bebidas) e do outro lado tem umas casinhas e um caminho que leva a um povoado. Meu pai saiu da estrada e estacionou do lado do estabelecimento. — Querem alguma coisa? — Não, obrigado, pai. — Não, amor... Você não pode entrar com cerveja no cinema! — Por isso vou tomar no caminho. — Você é foda... Meu pai desceu e foi comprar as coisas dele. — Devia ter pedido pra ele deixar a caminhonete ligada com o ar condicionado... Sentados nuns troncos do lado da loja de bebidas, tinha dois senhores tomando uma caguama cada um. Os dois eram magros, de bigode e com a roupa cheia de graxa. Meu pai estava demorando, então minha mãe abriu a porta dela pra se refrescar enquanto a gente esperava. Nisso, os senhores caminharam até a caminhonete, do lado do carona. Mal conseguiam Ficar em pé do tanto que estavam bêbados.
—Boa tarde, dona… Os dois pararam na porta. —Que caminhonete gostosa a senhora tem! Quero comprar uma igual. Dizem que são boas.
Minha mãe parecia desconfortável, mas respondia por educação. —Obrigada. E sim, essa caminhonetinha tem sido muito boa.
—Ah, me chamo Lupe e esse babaca aqui é o Ojitos, pra te servir. Trabalhamos numa oficina ali embaixo, caso um dia precise verificar o óleo…
Minha mãe sorriu e virou a cabeça pra ver se meu pai vinha.
—Eu acho que já precisa de uma revisão…! O Ojitos agarrou um peito da minha mãe, e ele deu um tapa pra afastar.
—Ô, senhor!
Os dois riram e começaram a pegar na própria pica por cima da calça.
—Não fica brava não, donazinha. Deixa a gente pegar nessas tetas que dá pra ver que estão bem durinhas dentro dessa camiseta. Lembram que eu falei que minha mãe às vezes usa camisetas justas que fazem os peitos se destacarem muito? Pois ela tava usando uma dessas. Vermelha, pra ser mais específico.
Meu pai finalmente chegou e entrou na caminhonete. —O que tá rolando?
—Amor, esses porcos tão sendo sem-vergonha!
Meu pai ia descer, mas parou. —Nada disso, seu. Só tava admirando a beleza da sua mulher e desses peitões que ela tem. Você é um sortudo filho da puta.
—Um deles tocou no meu peito!
—Sério?! E… você gostou?
—José, não me pergunta isso!
—Tô perguntando por causa do que a gente conversou, lembra? Mas se não quiser mais fazer, tudo bem.
Ela ficou calada, olhando pro painel. —É… não sei. Não me desagradou totalmente… mas não sei…
—Descobre então, amor. Meu pai a incentivou, e minha mãe se recostou no banco. —Viu como você é safada, peituda? Tira a camiseta, vai.
Minha mãe se virou no banco, de costas pro meu pai, e olhou pra todos os lados. —Não vem ninguém. A gente fica de olho pra você, vai.
Ela obedeceu. Tirou a camiseta e colocou no painel. O sutiã que ela usava era branco, daqueles que fecham na frente, e parecia que os peitos transbordavam pra fora das taças.
—Mas tira eles direito!
Nem deixaram ela desabotoar o sutiã quando, bruscamente, meteram a mão e puxaram os peitos dela por cima dele. Cada um apertava um peito e brincava com os mamilos.
—Tá vendo, meu Ojitos? Ela tem uns peitão bem gostoso, né?
—Sei não, mano. Deixa eu provar direito!
O Ojitos se ajoelhou e meteu o mamilo da minha mãe na boca. O Lupe seguiu ele. Os dois estavam colados nos peitos dela e dava pra ouvir eles chupando os mamilos.
—Ai! Seus sem-vergonha…! Mmm! Devagar..! Ah!
Minha mãe reclamava entre gemidos, mas não afastava eles. O cheiro de álcool começou a ficar mais forte por causa da saliva deles.
—Porra, que peitão mais gostoso você tem! —disse o Ojitos antes de voltar a grudar no mamilo dela.
—Já tô de pau duro, peituda…
O Lupe se levantou e baixou a calça o suficiente pra tirar a rola pra fora. Ela era comprida e bem peluda. Minha mãe olhou e fez uma careta de nojo, mas não resistiu quando o Lupe pegou a mão dela e colocou na rola dele, fazendo ela começar a bater uma. Até meu pai começou a bater uma no lugar dele.
—Bate uma pra mim…assim, assim mesmo…
Ela batia rápido e o Lupe apertava o peito dela.
—Chupa ela…
—Não…tá bem suja e cheira mal!
O Lupe segurou a cabeça dela e a levou até a rola dele. Ela resistiu um pouco, fechando a boca quando ele esfregou a cabeça da rola nos lábios dela, enchendo eles de porra.
—Só um boquete e pronto. Prometo gozar na sua cara.
De má vontade, ela abriu a boca e deixou aquela rola peluda entrar. O Lupe segurava a cabeça dela e mexia os quadris como se estivesse fodendo a boca dela.
—Gluck!—Gluck!—Sllurp!—Glllrrk!
Ela fazia barulhos molhados e abafados. Se apoiou nas pernas do Lupe pra se afastar e pegar ar, mas ele não deixou e segurou a cabeça dela, fazendo ela tossir com a rola na boca e provocando ânsia.
—Hrrrk!…Gluck—Glllp! Glllp!
Ele meteu a rola até o fundo. Minha mãe tinha os olhos fechados porque batiam nos pelos pubianos dele. Lupe. —Até o fundo, assim, assim… ufff. Ela continuava tossindo e com ânsia. A saliva misturada com o pré-gozo começou a escorrer pelo queixo dela e a formar fios longos que caíam nos peitos e nas pernas dela. —Glup! —Gluck!… Hrrrk! —Slllurp!…. Gaaaahh….. — Finalmente conseguiu respirar. Ela estava suando e com os olhos lacrimejando, e mesmo assim não parou de bater uma pra ele e chupar ele. — Olhinhos, seu filho da puta, parece um recém-nascido! Vem aqui que eu vou te chupar! — Já vou, cara… Olhinhos se levantou e tirou a pica pra fora. Ela era um pouco menor e mais cabeçuda que a do Lupe, mas igualmente peluda e nojenta. Ela, sem hesitar, meteu na boca enquanto batia uma pro Lupe. Dava pra ver que o mamilo que o Olhinhos tava chupando estava duro, além de ter passado de marrom claro pra um vermelho vivo. — Ai, ai, ai… ela chupa que nem minha esposa. — Não mente. Sua esposa não chupa assim tão bem. — Como você sabe? Minha mãe se revezava entre uma pica e outra enquanto eles apalpavam os peitos dela. — Mmmph!… Mmmmph!…. Mmmm! — Que vontade de te comer aqui mesmo… mas não vou aguentar… — Disse o Lupe entre gemidos. — Eu também não… é que você faz maravilhas com essa boca… Ela tirou a pica do Lupe da boca e começou a bater uma pros dois, pra ele e pro Olhinhos. — Já vão gozar? Eu pensei que vocês tavam com muita vontade… Ela batia uma bem rápido, tanto que começou a fazer espuminha em volta das picas deles. — E eu pensei que você não queria… — Ai…! Mmmph! O Lupe começou a grunhir e a respirar pesado, e de repente um jato quase que a pressão de porra saiu da pica dele, batendo na cara da minha mãe e respingando um pouco em volta, seguido de outros jatos mais fracos que caíram no peito e nos peitos dela. — Ai… entrou no meu olho! O Olhinhos também gozou com a mesma intensidade, deixando minha mãe toda banhada de porra amarelada e fedida. — Ai, caralho… que descarregada boa que você deu pra gente… Os dois subiram as calças como puderam. — Valeu por emprestar seus peitões, seu… cuida bem dela. Os dois homens foram embora. Se já mal se mantinham em pé por causa da bebedeira que tavam, agora menos ainda com essa porra toda. da porra que despejaram na minha mãe. Ela rapidamente fechou a porta da caminhonete. O sêmen escorria pela cara dela, e até tinha uns pelos pubianos grudados ali. — Ufa… olha só como me deixaram. Meu pai se levantou no lugar dele e agarrou a cabeça da minha mãe, fazendo ela chupar. — José! — Mmpgh! Gghhg! Ele balançou a cabeça dela pra cima e pra baixo até gozar na boca dela. Minha mãe se afastou e engoliu com um suspiro. — José, love! Podia ter me falado que queria que eu te chupasse…! — Desculpa, minha vida… é que você me deixou com muito tesão… Minha mãe se olhou no espelho e pegou uns lenços do porta-luvas, tentou se limpar, mas só se lambuzou mais. — E se a gente voltar pra casa? Tô toda bagunçada! — Não, não, como é que cê acha, love. No caminho eu compro uns lencinhos umedecidos. Minha mãe aceitou e a gente retomou nossa viagem pro cinema… mas isso não acaba aqui. Talvez continue… Oi. Tava com vontade de escrever essa pequena fantasia que serve de introdução pra outros capítulos haha espero que vocês gostem
—Boa tarde, dona… Os dois pararam na porta. —Que caminhonete gostosa a senhora tem! Quero comprar uma igual. Dizem que são boas.
Minha mãe parecia desconfortável, mas respondia por educação. —Obrigada. E sim, essa caminhonetinha tem sido muito boa.
—Ah, me chamo Lupe e esse babaca aqui é o Ojitos, pra te servir. Trabalhamos numa oficina ali embaixo, caso um dia precise verificar o óleo…
Minha mãe sorriu e virou a cabeça pra ver se meu pai vinha.
—Eu acho que já precisa de uma revisão…! O Ojitos agarrou um peito da minha mãe, e ele deu um tapa pra afastar.
—Ô, senhor!
Os dois riram e começaram a pegar na própria pica por cima da calça.
—Não fica brava não, donazinha. Deixa a gente pegar nessas tetas que dá pra ver que estão bem durinhas dentro dessa camiseta. Lembram que eu falei que minha mãe às vezes usa camisetas justas que fazem os peitos se destacarem muito? Pois ela tava usando uma dessas. Vermelha, pra ser mais específico.
Meu pai finalmente chegou e entrou na caminhonete. —O que tá rolando?
—Amor, esses porcos tão sendo sem-vergonha!
Meu pai ia descer, mas parou. —Nada disso, seu. Só tava admirando a beleza da sua mulher e desses peitões que ela tem. Você é um sortudo filho da puta.
—Um deles tocou no meu peito!
—Sério?! E… você gostou?
—José, não me pergunta isso!
—Tô perguntando por causa do que a gente conversou, lembra? Mas se não quiser mais fazer, tudo bem.
Ela ficou calada, olhando pro painel. —É… não sei. Não me desagradou totalmente… mas não sei…
—Descobre então, amor. Meu pai a incentivou, e minha mãe se recostou no banco. —Viu como você é safada, peituda? Tira a camiseta, vai.
Minha mãe se virou no banco, de costas pro meu pai, e olhou pra todos os lados. —Não vem ninguém. A gente fica de olho pra você, vai.
Ela obedeceu. Tirou a camiseta e colocou no painel. O sutiã que ela usava era branco, daqueles que fecham na frente, e parecia que os peitos transbordavam pra fora das taças.
—Mas tira eles direito!
Nem deixaram ela desabotoar o sutiã quando, bruscamente, meteram a mão e puxaram os peitos dela por cima dele. Cada um apertava um peito e brincava com os mamilos.
—Tá vendo, meu Ojitos? Ela tem uns peitão bem gostoso, né?
—Sei não, mano. Deixa eu provar direito!
O Ojitos se ajoelhou e meteu o mamilo da minha mãe na boca. O Lupe seguiu ele. Os dois estavam colados nos peitos dela e dava pra ouvir eles chupando os mamilos.
—Ai! Seus sem-vergonha…! Mmm! Devagar..! Ah!
Minha mãe reclamava entre gemidos, mas não afastava eles. O cheiro de álcool começou a ficar mais forte por causa da saliva deles.
—Porra, que peitão mais gostoso você tem! —disse o Ojitos antes de voltar a grudar no mamilo dela.
—Já tô de pau duro, peituda…
O Lupe se levantou e baixou a calça o suficiente pra tirar a rola pra fora. Ela era comprida e bem peluda. Minha mãe olhou e fez uma careta de nojo, mas não resistiu quando o Lupe pegou a mão dela e colocou na rola dele, fazendo ela começar a bater uma. Até meu pai começou a bater uma no lugar dele.
—Bate uma pra mim…assim, assim mesmo…
Ela batia rápido e o Lupe apertava o peito dela.
—Chupa ela…
—Não…tá bem suja e cheira mal!
O Lupe segurou a cabeça dela e a levou até a rola dele. Ela resistiu um pouco, fechando a boca quando ele esfregou a cabeça da rola nos lábios dela, enchendo eles de porra.
—Só um boquete e pronto. Prometo gozar na sua cara.
De má vontade, ela abriu a boca e deixou aquela rola peluda entrar. O Lupe segurava a cabeça dela e mexia os quadris como se estivesse fodendo a boca dela.
—Gluck!—Gluck!—Sllurp!—Glllrrk!
Ela fazia barulhos molhados e abafados. Se apoiou nas pernas do Lupe pra se afastar e pegar ar, mas ele não deixou e segurou a cabeça dela, fazendo ela tossir com a rola na boca e provocando ânsia.
—Hrrrk!…Gluck—Glllp! Glllp!
Ele meteu a rola até o fundo. Minha mãe tinha os olhos fechados porque batiam nos pelos pubianos dele. Lupe. —Até o fundo, assim, assim… ufff. Ela continuava tossindo e com ânsia. A saliva misturada com o pré-gozo começou a escorrer pelo queixo dela e a formar fios longos que caíam nos peitos e nas pernas dela. —Glup! —Gluck!… Hrrrk! —Slllurp!…. Gaaaahh….. — Finalmente conseguiu respirar. Ela estava suando e com os olhos lacrimejando, e mesmo assim não parou de bater uma pra ele e chupar ele. — Olhinhos, seu filho da puta, parece um recém-nascido! Vem aqui que eu vou te chupar! — Já vou, cara… Olhinhos se levantou e tirou a pica pra fora. Ela era um pouco menor e mais cabeçuda que a do Lupe, mas igualmente peluda e nojenta. Ela, sem hesitar, meteu na boca enquanto batia uma pro Lupe. Dava pra ver que o mamilo que o Olhinhos tava chupando estava duro, além de ter passado de marrom claro pra um vermelho vivo. — Ai, ai, ai… ela chupa que nem minha esposa. — Não mente. Sua esposa não chupa assim tão bem. — Como você sabe? Minha mãe se revezava entre uma pica e outra enquanto eles apalpavam os peitos dela. — Mmmph!… Mmmmph!…. Mmmm! — Que vontade de te comer aqui mesmo… mas não vou aguentar… — Disse o Lupe entre gemidos. — Eu também não… é que você faz maravilhas com essa boca… Ela tirou a pica do Lupe da boca e começou a bater uma pros dois, pra ele e pro Olhinhos. — Já vão gozar? Eu pensei que vocês tavam com muita vontade… Ela batia uma bem rápido, tanto que começou a fazer espuminha em volta das picas deles. — E eu pensei que você não queria… — Ai…! Mmmph! O Lupe começou a grunhir e a respirar pesado, e de repente um jato quase que a pressão de porra saiu da pica dele, batendo na cara da minha mãe e respingando um pouco em volta, seguido de outros jatos mais fracos que caíram no peito e nos peitos dela. — Ai… entrou no meu olho! O Olhinhos também gozou com a mesma intensidade, deixando minha mãe toda banhada de porra amarelada e fedida. — Ai, caralho… que descarregada boa que você deu pra gente… Os dois subiram as calças como puderam. — Valeu por emprestar seus peitões, seu… cuida bem dela. Os dois homens foram embora. Se já mal se mantinham em pé por causa da bebedeira que tavam, agora menos ainda com essa porra toda. da porra que despejaram na minha mãe. Ela rapidamente fechou a porta da caminhonete. O sêmen escorria pela cara dela, e até tinha uns pelos pubianos grudados ali. — Ufa… olha só como me deixaram. Meu pai se levantou no lugar dele e agarrou a cabeça da minha mãe, fazendo ela chupar. — José! — Mmpgh! Gghhg! Ele balançou a cabeça dela pra cima e pra baixo até gozar na boca dela. Minha mãe se afastou e engoliu com um suspiro. — José, love! Podia ter me falado que queria que eu te chupasse…! — Desculpa, minha vida… é que você me deixou com muito tesão… Minha mãe se olhou no espelho e pegou uns lenços do porta-luvas, tentou se limpar, mas só se lambuzou mais. — E se a gente voltar pra casa? Tô toda bagunçada! — Não, não, como é que cê acha, love. No caminho eu compro uns lencinhos umedecidos. Minha mãe aceitou e a gente retomou nossa viagem pro cinema… mas isso não acaba aqui. Talvez continue… Oi. Tava com vontade de escrever essa pequena fantasia que serve de introdução pra outros capítulos haha espero que vocês gostem
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