despues del finde de pesca con mi familia y mi novia

para quem leu
https://www.poringa.net/posts/relatos/6296246/De-pesca-en-familia-y-mi-novia.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6298382/De-pesca-en-familia-la-version-de-ana.html

e a história continua assim


espero que vocês curtam


OBRIGADO POR ME LER


POR ME SEGUIR


E PELOS PONTOS










Depois daquele fim de semana prolongado de pescaria, onde minhas dúvidas sobre Ana e sua fidelidade para comigo tinham crescido até o céu, meu tio a deixou na casa dela e eu, meu velho me levou para nossa casa. Então, não só quase não pude me despedir da Anita, como também não vi em que condições ela tinha chegado. Descemos tudo em casa e, na real, minhas dúvidas só aumentavam. Fui para meu quarto e não consegui evitar fazer uma punheta terrível, uma punheta que ficaria marcada para sempre na minha cabeça. Não sabia se meu primo e o amigo dele tinham comido a Ana, mas tinha quase certeza que tanto meu velho quanto meu tio tinham feito isso. Não sabia qual dos dois tinha deixado minha pobre namorada naquele estado. Por um lado, me dava pena que ela tivesse terminado tão dolorida, mas por outro lado, estava convencido que ela tinha procurado por isso e merecia bem. Não tinha dúvidas de que minha namorada era a putinha da minha família, e isso me deixava muito mais excitado do que bravo. No outro dia à tarde, meu velho me levou para ver uma casa, ficava a umas sete quadras da nossa. Quando ele me deu as chaves, não conseguia acreditar. Era minha casa, para que depois de tanto tempo eu pudesse finalmente morar sozinho com a Anita. Meu grande sonho estava se realizando.


Cara, tem que fazer uns ajustes, mas acho que não vai ser um grande problema. Agora vamos pra casa, com certeza você quer mostrar pra putinha da sua namorada.


Quero me mudar já!


Cara, isso aí você tem que resolver com seu tio, combina com ele, mas pra mim seria melhor que ele desse um jeito na putinha.


Para de chamar minha mina assim, não gosto que me trate de corno.


Velho, mas se você gosta, então vamos, vamos pra casa, depois foda-se o carro e você mostra a casa pra sua putinha.


Eu falei pra não chamar minha mina assim, velho.


Entrei na casa da Ana e dei a grande surpresa, Adriana, a mãe dela, ficou mais do que contente, talvez por causa do que tinha acontecido, comecei a vê-la com outros olhos. A verdade é que se minha namorada era uma puta, Adriana tinha sido sua professora, apesar dos anos ela ainda parecia muito desejável e com certeza até meu velho também comeria ela. Naquela mesma noite fomos ver a casa, Ana e Adriana estavam enlouquecidas, mal podíamos esperar para fazer a mudança, mas tivemos que esperar até a noite de sexta. Eu começaria levando minhas coisas com meu tio e no sábado levaríamos as da Ana. E assim foi, na tarde de sexta à noite levei minhas coisas e já me instalei com a Ana. Naquela noite transamos como nunca, de manhã começamos a arrumar as coisas e perto do meio-dia chegou meu tio com Javier e Jorge.


Tiozão gostoso da Anita, agora tem que trazer suas coisas


Ana, siiim, mas olha a confusão que tá aqui, por que vocês não vão buscar elas? Minha mãe tá em casa e quase tudo já tá pronto, eu fico aqui pra ajudar o Oscar.


Javier, sim, melhor assim vamos adiantando


Eles foram pra casa da Adriana enquanto a gente continuava arrumando tudo, pra falar a verdade, eles demoraram demais, muito mais do que dava pra imaginar.


Ei amor, como demoram esses caras


Ana, meu bem, melhor que demorem, assim a gente tem tempo de terminar de arrumar tudo.


Espero que tragam tudo de uma vez só


Ana, se beber, com certeza minha velha tá atendendo os três, você já sabe como ela é tagarela.


Não sei por que, mas me veio a ideia de que a Adriana estaria usando a boca dela, mas não exatamente para conversar com eles. Demoraram demais — será que estavam comendo a minha sogra? Eu estava tão certo de que era por isso a demora, que quando finalmente chegaram, nós já havíamos terminado de arrumar minhas coisas. Não tinha mais dúvidas do que tinha acontecido com a Adriana. Vê-los tão cansados me dizia que tinham transado como nunca. Eu os conhecia bem, a ponto de terem deixado as coisas na caminhonete. Tomamos umas cervejas e só bem depois começamos a descer as coisas enquanto a Anita fazia uns sanduíches.


Por que demoraram tanto?


Tio, é que a Adriana é uma gostosa, ela não deixava a gente vir


Javier, pra ser sincera, não


O Jorge é muito parecido com a Ana.


Melhor dizendo, a Ana se parece muito com ela, não é verdade?


Tio, na moral, ela é muito fofa e gostosa de agradar.


Ana, olha, parem de falar mal da minha mãe e vão se foder.


Javier, ninguém tá falando mal dela, pelo contrário, estamos dizendo que ela é uma deusa, igual a você.


Todo mundo riu e continuamos fazendo piadas, pedimos algumas coisas e depois foram com a Ana buscar uns móveis que faltavam. Aí fiquei sozinho, arrumando o que dava, já que iam trazer uns guarda-roupas. A questão é que tinham me dito que seria rápido, mas no final chegaram quase de noite e de novo muito cansados. Então arrumaram os guarda-roupas e foram embora. Algo estranho tinha acontecido: a Anita estava toda desarrumada, a saia dela estava muito mal colocada, assim como a blusa. Claro que não falei nada. Imaginei que ela tinha estado ajudando, embora fossem três homens fortes, mas por alguma razão tinham chegado tão cansados. Preparei mais sanduíches para o jantar enquanto a Ana tomava banho. Quando ela saiu do banho, me deu um beijo de novo, um beijo muito profundo com um gosto estranho, muito estranho mesmo. Mas já estava começando a gostar do sabor que a boca dela tinha. A saliva dela era viscosa, ácida e grudenta. Só quando tínhamos ido pescar senti aquele gosto na boca dela. Ela afastou a boca, mas eu a procurei de novo. Dessa vez fui eu quem comeu a boca dela.


Ana, amor, você gosta tanto assim dos meus beijos?


É que hoje sua boca tem um gosto diferente, amor


Ana, você gosta desse sabor, minha vida?
Me deixa louco


Ana, tanto quanto quando você chupa minha buceta?


Algo parecido, mas sim, você sabe que chupar sua buceta me deixa louco, gata


Ana, tudo bem, mas hoje sem amor, melhor a gente ir comer, na real eu tô muito cansada.


Se vamos, meu amor, que amanhã esses malucos vêm de novo


Ana e com eles a casa vai ficar linda


Sim, mas tem que fazer umas coisinhas nela


Ana, como é que bebe?


Pintar, chamar um encanador, e quero que façam direito o quintal de trás.


Ana, pra isso tem que chamar um pedreiro, isso não vai dar uma grana, gata?


Tudo vai ser pago pelo meu velho, você só tem que cuidar bem deles.


Ana, se beber, você vai ver como eu trato eles bem, mas como eu trato você, acho que não


Fomos dormir e aí comecei a pensar na Ana. Por que ela tinha chegado tão cansada? Que gosto estranho era aquele na boca dela? Por que tanta pressa para tomar banho? Por que tinha chegado tão desarrumada? Será que depois de comprar os móveis ela tinha feito algo com meu tio, meu primo e o amigo dele? A verdade é que, em vez de ficar com raiva, pensar nisso me deixava com um tesão da porra. E se fosse assim, como eu imaginava, aconteceria o mesmo com quem viesse trabalhar em casa? Meu pau estava quase explodindo, virei de conchinha e dormi sonhando como foderiam minha garotinha. No domingo, levantamos e enquanto tomávamos uns mates, a Anita estava tão sexy, tão desejável que fazia minha fantasia voar. Aquela minissaia e seu top eram um convite para transar até secar. Me sentia orgulhoso dela, mesmo não sendo muito volumosa, sabia muito bem que todos a desejavam. Finalmente chegou meu tio, dessa vez veio sozinho. Ela o cumprimentou com um abraço e um beijo que quase foi um chupão, logo começou a trabalhar. Já era quase meio-dia e então a Anita me disse


Ana, amor, por que você não vai comprar alguma coisa?


O que você quer que eu compre, gata?


Ana, e não sei, alguma coisa pra comer, em casa não tem nada, meu bem, nem vinho nem cerveja, nem suco a gente tem, e o José tem que comer alguma coisa.


Sim, você tem razão, agora vou ao mercado.


Ana, não bebe, pede a caminhonete e vai ao supermercado, no armazém vão te matar com os preços.


Mas você tem certeza? No mercado eu vou demorar um cado


Ana, então faça como quiser, vai, vai até o mercado e deixa que te arrebentem o cu, que pressa tem, é seu tio, bebê


Peguei a caminhonete do meu tio e fui ao mercado. Sabia que tinha pelo menos umas duas horas ou mais. Comprei de tudo um pouco, até comida pronta. Quando cheguei, achei que tudo estava pronto, mas ainda faltava montar os guarda-roupas — e meu tio só tinha feito metade de um.


Eita, o que foi? Tá dando mais trabalho do que você imaginava, né?


Tio, é que minha cintura já não é a mesma, posso te ajudar com as coisas?


Pois é, e a Ana, cadê ela?


Tio, a coitada tá exausta, deitou um pouco, trabalhou muito comigo


Sim, imagino como deve ter sido o trabalho. Vem, vamos descarregar as coisas pra gente comer algo e te ajudo com o guarda-roupa.


Tio, no Oscar, você come tranquilo que eu estou sendo esperado em casa para almoçar, você sabe como é sua tia


Então eu te ajudo assim, depois eu acordo ela e a gente come junto, você gosta de ficar com a Ana, né?


Tio, claro que eu gosto, a Ana é uma gostosa, igual seu primo falou.


A parada é que não seja como meu velho fala, né?


Tio, o quê? Essa história de que a Ana é uma puta? Não dá bola pra isso, ele fala isso porque é um otário, tá vendo? Mesmo assim eu comprei essa casa pra eles, então você sabe que ele só fala isso porque tá com tesão.


Sim, pode ser que você esteja certa, sei lá


Tio, não dê bola pro seu velho, a Ana vale ouro, nunca duvide disso, ela só fala maravilhas de você.


Terminei com os placares e ele foi embora, então fui acordar minha namorada. A verdade é que vê-la deitada assim, pelada, tirou todas as minhas dúvidas. Eu morria de vontade de comer ela e, por isso, em vez de chamar, só deitei do lado e comecei a chupar a buceta dela como um louco. Aí descobri o mesmo gosto de quando ela me beijava, o mesmo sabor que a Ana tinha na buceta. Os fluidos que eu estava comendo eram os mesmos que eu tinha provado da boca dela. Não tinha mais dúvidas: com certeza estava chupando a porra que meu tio tinha deixado na buceta dela, que agora se torcia toda, segurando minha cabeça como sempre fazia, e me pedia para não parar. Claro que não parei, pelo contrário, chupei a buceta dela com mais vontade que nunca e até me animei a chupar o cu, de onde saíam os mesmos fluidos com o mesmo gosto. Percebi que não tinha sido só meu tio, mas todos, menos eu, tinham arrombado aquele cuzinho minúsculo. Me senti um grande perdedor. Fiquei um tempão chupando o cu e a buceta dela. Quando terminei, subi em cima e comecei a comer ela.


Ana, meu amor, o que foi, meu bem? Ahhh ahhh ahhh


Foi assim que meu tio te comeu, sua putinha, foi assim que ele enfiou em você. Ele tem maior que o meu, não é mesmo? Toma, sua vadia, hoje você não escapa de mim.


Ana, ahhhh ahhha ahhhh continua, continua, me castiga, siiii siiii ahhhh ahhhhh ahhhh quero que você goze bem dentro de mim, me enche, me encheee, amorrrr


E olha só como eu enchi, inunde a buceta de porra e quando acabei caí exausto em cima dela, que logo me afastou e me abraçou.


Ana, o que é isso do seu tio love? Você me falou isso de verdade?


No céu, mas eu fui embora e quando voltei ele estava exausto e você dormia pelada, totalmente acabada


Ana, então você achou que ele tinha me comido?


Foi a tesão, bebê, me perdoa, por favor


Ana, bom, agora vamos tomar um banho e já tá na hora de comer alguma coisa, com certeza seu velho chega a qualquer momento.


Não dei bola, voltei a comer a buceta dela que ainda escorria minha própria porra, percebi na hora que tinha o mesmo gosto, já tinha confirmado, mesmo que ela negasse meu tio tinha comido ela, disso não tinha nenhuma dúvida e assim como ele fez, com certeza todos já tinham comido ela também, depois do almoço voltamos pra cama.


Ana, amor, vamos só dormir um pouco, tenho certeza que seus pais chegam a qualquer momento.


Sim, minha vida, fique à vontade, você sabe que ele adora ver sua bundinha.


Ana, meu amor, não fala isso.


Porque não posso te contar a verdade, você sabe melhor do que eu que ele é obcecado pela sua bunda, não me incomoda que você mostre pra ele


Ana, você tá falando sério comigo? Não é minha culpa que seu velho seja um punheteiro.


Um masturbador que tem uma pica impressionante, amor


Ana, sua mãe sabe bem disso


Vai, sério, coloca algo bem confortável, amorzinho, tô falando sério


Ana, você tá me pedindo pra mostrar a bunda pro seu pai? Tá bom, mas depois não quero reclamação, hein


amor, eu adoro ver como meu velho fica quando você mostra a raba pra ele, o tarado fica desesperado.


Ana deu uma gargalhada e, quando meu pai chegou, ela estava usando uma legging semitransparente bem colada na bunda, era impossível não reparar. Minha mãe não falava nada, pelo contrário, ela usava outras calças, mas mais discretas. Tomamos um café e começamos a mostrar a casa para eles. Meu pai sempre atrás da Ana, minha mãe falava pro meu marido as coisas que faltavam fazer na casa, que precisava consertar a área de lavar e o escoamento, pintar a cozinha e, principalmente, reformar o quintal. De repente, meu pai e a Anita sumiram, e minha mãe ficou conversando comigo no quintal por um tempão. Ela explicava com riqueza de detalhes como queria modificar minha casa e até onde ela colocaria uma piscina. Eu disse que não tinha grana pra tudo aquilo.


Tia, deixa comigo, eu sei como fazer isso. Começa com o encanador e passa a conta pra mim, que o otário do seu pai que se vire. Agora ele com certeza tá babando ovo da Ana.


Sério mesmo que você tá me falando?


Véia, fica tranquila que a Ana é muito mais esperta do que você imagina, minha vida. Vamos, vamos pra dentro.


Entramos e eu percebi que minha mãe era muito ingênua em relação à Ana. Tomamos uma cerveja e elas foram embora. Notei que meu pai não estava mais com a calça do jeito que estava quando chegou e que a Ana, quando entramos em casa, estava sentada de lado. Não disse nada, já sabia que meu velho tinha comido ela, mas dessa vez ele não tinha ido pelo cu, tinha certeza, porque a Ana estava andando de boa, como se nada tivesse acontecido.














VERSÃO DA ANA


A chegada do Oscarcito me dando a grande notícia de que já tínhamos nossa casa para ir morar juntos, algo que eu já sabia quando o pai dele me contou depois de me arrombar bem o cu, tive que fazer um pouco de teatro, mas minha mãe ficou eufórica, tão eufórica que achei que ela ia pegar o Oscarcito, mas acho que isso não aconteceu, mesmo assim eu teria comemorado, isso teria sido o melhor para tê-lo preso no meu cockhold, eu tinha que fazer algo para conseguir isso mas por enquanto não era o momento, eu sei muito bem que minha mãe é muito mais puta que eu, naquela sexta à noite ele já estava lá, Oscarcito estava muito feliz e eu também, transamos um bom tempo se é que pode se dizer assim, o corno só me deixa mais excitada, e no dia seguinte esperei seu tio e os caras, embora não contasse que eles iriam na minha casa buscar minhas coisas e de quebra satisfazer minha mãe, pelo visto tiraram bem o tesão da puta da minha mãe, depois ela me contou que os caras e meu tio comeram ela juntos, que fizessem isso com minha mãe não me surpreendia, ela ama uma festa, a questão é que eles tinham demorado demais e chegaram exaustos, comemos alguns sanduíches e enquanto o corno arrumava minhas coisinhas nós fomos buscar uns guarda-roupas, foi muito divertido, o caminho todo chupando paus, tanto na ida quanto na volta, só de me mostrarem seus grandes paus eu já ficava vidrada neles como uma bezerra na teta da mãe, foi aí que já queria que me comessem, sugeri passarmos na casa da minha mãe para buscar uma coisa e pode ter certeza que eles foram


Gente, vocês de novo aqui?


Tio, essa puta nos fez vir porque ela esqueceu alguma coisa.


Logo que entramos começaram a nos comer, minha mãe cuidou dos caras e o tio do Oscarcito ficou todo pra mim. Não paravam de rir da minha mãe e de mim, "puta a mãe, puta a filha", e talvez por causa do baseado que a gente fumou, todo mundo estava morrendo de rir. Quase de noite voltamos pra casa, deixando minha mãe acabada. Nunca vi uma puta ser tão enrabada como ela foi, chegaram a mijar nela na minha frente. Se o corno do meu pai visse ela assim, com certeza daria uma surra nela, mas como era sábado e quase noite, ele provavelmente só voltaria de manhã, sem um tostão e bem bêbado.

Chegamos em casa, o Oscarcito estava nos esperando. Todo mundo estava muito cansado, ele ajudou a descer as partes do guarda-roupa e eu fui tomar um banho. Terminei de tomar um banho rápido e quando saí só o Oscar estava lá. A carinha dele dizia tudo, o bobão estava ali, de bandeja. Não me contive e dei um beijo enorme nele. Na minha boca tinha muita porra e o gosto deixou ele maluco. Ficamos uns vinte minutos nos beijando, ao corninho o gosto de porra adorou e por isso tinha que recompensá-lo. Comemos algo e fomos pra cama, onde transamos. Bom, se é que dava pra chamar aquilo de transar. O Oscarcito estava tão excitado que em menos de cinco minutos gozou dentro da minha buceta. E assim, toda inundada, pedi pra ele me chupar, dizendo que pra mim ele era o melhor do mundo chupando buceta. Não me surpreendeu que o otário acreditasse e fez. Tenho que reconhecer que chupando buceta ele é muito bom. Me excitou tanto sentir ele engolindo a própria porra que quando terminou, chupei o pau dele com muito cuidado e não parei até o corninho gozar de novo, enchendo minha boca. Abracei ele, olhei nos olhos e dei um beijo com toda a porra dentro da minha boca, que eu passei pra ele. Assim fiz o Oscarcito se empanturrar de porra e deitados, abraçadinhos, dormimos. É incrível como meu namorado é fofo. No outro dia, pouco depois de acordarmos, chegou o tio dele e foi montar o guarda-roupa. enquanto eu mandava o cornetinha comprar no supermercado, que fica longe e eu sabia que ele ia demorar bastante, quando ele foi, percebi que os lençóis da cama estavam manchados. Disse ao tio que ia trocá-los, eu estava com uma saia curta e um top, não tinha colocado a calcinha fio-dental porque o atrito me incomodava na minha buceta e quando me abaixei para tirar os lençóis com certeza o tio viu minha bunda nua e não resistiu, veio em cima de mim e eu não fiz nada para evitar que ele me comesse, só pedi para ele não fazer, sabia que isso o deixava mais excitado, e nossa como deixou, ele me deu tão forte que graças a isso tive um orgasmo maravilhoso, ele me deixou lá no quarto montando o outro, nisso chegou o Oscar e enquanto eles conversavam eu troquei os lençóis, me despi e me deitei para dormir, o tio tinha me deixado exausta mas eu queria, depois sinto o Oscar acariciando meu corpo e de repente ele abre minhas pernas e começa a chupar minha buceta, não havia dúvidas que para meu cornetinha já era um vício chupar minha buceta em busca de porra para tomar e ele tomou toda e depois me comeu, estava muito excitado, dava para perceber, de novo acabou muito rápido e me abraçou, começou a conversar, ele estava muito certo de que o tio tinha me comido, claro que eu neguei veementemente, fiz-me de brava e pedi para irmos tomar banho já que o pai dele não demoraria muito para chegar, para meu espanto o corneta desceu na minha buceta e começou a chupar, parecia que queria tomar mais porra mas dessa vez tomou a dele, depois disso tomamos banho e me vesti como ele queria, o Oscarcito queria que o papai aproveitasse minha bunda assim ele poderia se encarregar dos reparos que faltavam fazer na casa, a coisa foi que eu obedeci, coloquei uma legging semitransparente com uma minúscula calcinha fio-dental e uma camisa branca, o Carlos chegou com a Mabel, que eu sabia muito bem com que doçura me tratava, tomamos algo, conversamos por um bom tempo, a Mabel não saía do meu pé, depois ela começou a inspecionar a casa e ela dizia as coisas que, segundo ela, precisavam ser feitas, o quintal de trás estava uma bagunça e ela foi lá com o Oscar enquanto o velho ficou comigo dentro de casa



Cara, não vou sair daqui sem comer esse rabo. O Oscar te deixa tão excitada assim?


Não, a bunda hoje não, ainda tá doendo, uma semana inteira quase sem conseguir sentar, tem que ser rápido, vamos pro quarto.


A foda que o velho me deu foi tremenda, em cinco minutos ele me fez gozar, o pau dele me deixava louca, tudo foi muito rápido, assim que pude me vesti e fomos para a sala de jantar, o velho foi ao banheiro, logo em seguida entraram Mabel e Oscar, pela forma como ela me olhou e sorriu percebi que Mabel tinha levado o Oscar para nos dar tempo de transar e quando Oscar foi buscar outro vinho, Mabel me disse


Mabel, você tá se cuidando, né? Olha que eu quero um filho que seja do Oscar.


Juro que amanhã eu começo a me cuidar, não tinha pensado nisso


Mabel, tomara que não seja tarde.


O problema é que com o Oscar vai ser muito difícil


Mabel, eu já sei, pelo menos tenta, e se não for dele, pelo menos que se pareça com ele.


Com certeza, Mabel


Quando o Oscar chegou, tomamos um pouco de vinho e depois de um tempo eles foram embora, agora só restava ver por onde íamos começar os reparos.

3 comentários - despues del finde de pesca con mi familia y mi novia

Si no tienes fotos para ambientar el relato yo te ayudo con material 😊
Cuanto desearía esa ayuda para los míos 😘
muchas gracias