Meu primeiro sexting (alerta de therian)

Uns anos atrás, numa conta antiga, escrevi um conto sobre minha primeira experiência de sexo virtual. Roubaram e ficou rodando por aí. Fiquei puta, mas no fim nem liguei tanto. Outro dia vi um short de uma usuária que me fez lembrar disso, então resolvi republicar com outro título. Aquela primeira vez me fascinou. Não dava muito crédito pra essa prática. Depois continuei fazendo com muita gente, mas só aproveitei de verdade com um único cara, que não é o dessa história. Que química sexual a gente tinha! Simplesmente fluía; nada forçado. Nunca soube dele além do apelido, e não dediquei nenhum post a ele. Mas como aquele filho da puta me usava pra gozar, haha. Assim que terminava, arrumava qualquer desculpa e sumia elegantemente. Mas tudo bem. Mando um beijinho na pica dele... 😚 Sempre que publico um conto, fico muito excitada. Às vezes fico online só vendo o contador de visitas subir; ler os comentários, os chats, tudo isso me deixa mais tesuda! Pode ser que no dia do post eu esteja brigada com meu namorado, ou meio carente, como na sexta passada... Minhas amigas e meu namorado tinham saído (eu moro com elas, e nossos namorados sempre vêm, é tipo a casa deles também). Fiquei porque tava com dor de cabeça. Tomei uma cafiaspirina com um copo de coca, e como tava sozinha, comecei a responder umas mensagens, que no fim eram mais "cantadas de punheteiro" tipo: "Já quero te estuprar, putinha... Arrebentar esse seu cu e encher de porra..." etc. O que não me incomoda, gosto de sexo pesado e dominante, de macho bandido. Mas teve uma que me desconcertou, porque fugia totalmente desse padrão. Foi diferente, sei lá, como se ele me chamasse, dissesse algo bonito, me pegasse pela mão e me levasse pro chat. Aceitei por curiosidade. Com o tesão que tava, sabia que não ia conseguir falar de outra coisa senão de pica, mas também não queria parecer tão puta e fácil, então tentei disfarçar o máximo que pude. Que eu pude. Conversei com alguns caras (bem cagões, por sinal), mas nunca tinha feito um chat quente. Achava isso... digamos, improvável, porque você escreve ou bate uma, né? Senão, como é que faz? Mas enquanto esse cara me cantava, eu ia ficando mais e mais molhada. Estavam prestes a me comer virtualmente pela primeira vez, e eu nem imaginava. E foi tão real!... Ou eu tava muito tarada, sei lá. Mas dizem que a mente não distingue realidade de ficção, então... Entrei na casa dele, e ele começou a acariciar meu ego com uma língua que percorria minhas costas, meu pescoço, meus mamilos...: "Linda...", "Adoro suas histórias...", "Princesa", "Deusa...". Ele disse que, pelo visto, eu gostava muito de "selvageria" (acho que se referia à pica), mas que o que eu realmente procurava era amor... Falou de carinhos e afeto, e me imaginei sentada na cama dele, trocando beijinhos esquimós e selinhos (adoro esse tipo de carinho). Ele disse que ia me dar amor, mas também sexo duro, na medida certa, que é meio a meio. Tipo me esquentar bem de beijos em algum lugar público, e depois me fazer chupar ele atrás de uma árvore, ou me levar pra uma obra e me dar uma daquelas fodas rápidas e furtivas. Cada parágrafo dele fazia meu sangue ferver, e eu ia me despindo na minha cama como num strip poker. Ele me perguntou do que eu gostava, e não tive coragem de dizer que adoro chupar pica e dar o cu. Sempre começo assim. Primeiro finjo que nunca vi uma pica, que não sei bem o que fazer. Se for grande, eu falo, eles gostam disso (embora nunca tenha visto uma menor que meus dez centímetros, dura). Não beijo porque não me inspira amor. Sei que, por mais "amor" que tenha, vão meter na força pela boca e pelo cu, e não vão ligar pro meu desconforto nem pra minha dor. "É o estilo do mundo...", diria uma amiga. Eu gosto de cheirar. Sou uma mulher animal; gosto do cheiro de pica, de macho. Gosto de lamber, uso muito a língua, enquanto vou chegando a bunda pra perto. As mãos dela... No melhor momento em que eu tava imaginando aquela pica, ouço meu namorado e minhas amigas chegando (!), batendo latas de cerveja umas nas outras, gritando e rindo. Me tapei rápido com o lençol porque tava só de calcinha e sutiã. E pra piorar, falei pro cara do chat o que tava rolando do meu lado do espelho. Contei que meu namorado sabe que tenho um perfil aqui, e que eu fico excitada escrevendo e lendo contos, comentários dos meus "puteiros de pornô", como ele chama debochando. Mas que ele não lê nada do que escrevo porque não gosta. E ele disse:
_"Eu te sentaria em cima de mim, e faria você ler tudo que escreveu, enquanto beijo seu pescoço... E você sente como vai me excitando com cada detalhe..."_
Ah... Isso fez meu tesão ferver!
Só por essa frase que me fez imaginar exatamente como eu tava: de calcinha e sutiã (talvez com uns oclinhos de intelectual inocente), sentada na pica dura dele, lendo pra ele (!), decidi entregar a bunda na hora. Não podia, óbvio, mas tava tão hipnotizada que realmente sentia que tava ali com ele. Ele me mandou uma foto da pica dele escorrendo com este comentário:
_"Aqui você se sentaria pra ler pra mim, olha..."_
Engoli seco. Queria chupar ela!!! Tomar o leite dele, tudo que ele quisesse!!!
Nisso meu namorado apareceu na porta do quarto, e ao ver que eu não tirava os olhos do celular, voltou pra sala.
Contei pro cara do chat. Meu coração fazia meus peitos tremerem.
A interrupção fez ele propor deixar pra outra hora, mas eu cravei as unhas nele igual uma gata no cio.
_"NÃO!!! AGORA!!!", escrevi num grito._
Não podia me deixar assim. Pedi pra ele continuar, que falasse dos meus contos se quisesse, sei lá. Ele gostou que eu enfiava bolinhas no cu quando era novinha, e que me comiam no mato, no capô de um carro, e me faziam gozar igual uma puta no radiador.
Ele me perguntou como eu era na cama. O tempo todo fazia perguntas que eram como cubos de gelo na minha buceta ardente. E eu disse, já sem voltas, e pra me pegar de uma vez, que eu era uma cachorra submissa. E que com seus modos, com certeza me fazia de sua putinha (Que puta!!!). Mas o empurrãozinho funcionou, porque ele me disse:
_“Outras vezes a gente podia ver um filme, enquanto você chupa minha pica e eu te puxo pelo cabelo. Você tira todo meu leite, e a gente se beija. E eu falo: Que puta você é...!”_
Eu ouvia as risadas das minhas amigas e chupava meus próprios fluidos dos dedos, mordendo eles de ansiedade. Um tique involuntário que tenho quando tô excitada. Meu namorado tava na sala de jantar e eu tava chupando a pica de um cara numa sala de estar sei lá onde.
Me descobri porque comecei a suar, a adrenalina queimava meu corpo. Tudo isso era novíssimo pra mim:
_“Sim, chupo ela... Chupo PRA CARALHO... Sou sua puta...”,_ escrevi entre gemidos.
_“Isso sim. Não consigo evitar morder. Adoro! Eu morderia seus lábios, seu pescoço, seus mamilos, sua bunda...”_
Abri os olhos como se tivesse cravado os dentes na bunda dele. Eu também adorava morder! Porque sou possessiva, como minha psicóloga diz. E esse era outro possessivo!
Voltei pra sala de estar dele e mordisquei a pica dele, com a pressão certa de um aviso. Pra ele saber que aquela pica agora era minha.
Aí ele me puxou pelo cabelo e disse:
_“Não morde tão forte, ou fica sem leite...”_
Ai, quase gritei... Que filho da puta! Soltei o celular e apertei meus peitos, belisquei meus mamilos, e me toquei na minha coisinha que fazia barulho de brinquedo molhado.
Ele bateu com a pica na minha cara, e disse pra eu não gritar, porque meu namorado ia me ouvir.
Sinceramente, tava pouco me fodendo pro meu namorado! Se ele entrasse e me visse agarrada na pica desse sátiro, ia ter que me arrastar pelos tornozelos pra eu soltar.
Comecei a lamber ela que nem uma gata. Ele enfiou até minha garganta e eu me contorci de prazer. Minha cama rangeu. Me toquei de novo. Tava molhadíssima! Falei pra ele, por favor, não me deixe esfriar, me mantenha assim, quentinha...
Ele disse que se eu largasse meu namorado e Eu ia morar com ele, não ia faltar pau nem porra nem mordidas. Falei pra ele não me tirar do momento, que eu queria gozar JÁ!!!, ou fazer ele gozar. Me falar o que fazer, o que dizer, sei lá... Tava desesperada! Não acreditava que dava pra ficar tão excitada só com um chat!

Ele disse pra eu implorar pra ele me fazer de puta dele, implorar pra ele me fazer gozar na minha cama, e deixar minha bunda bem cheia de porra.

_"Me faz sua puta...", implorei tremendo, "Enche minha bunda de porra, por favor...".

Ele mandou eu miar, igual uma gatinha pedindo o potinho de porra dela. Pensei nos gatos. O puto sempre morde a gata na nuca quando come. Pra ela não fugir, acho. Por isso ela grita, de prazer e de dor.

De repente ele tava sentado na frente do computador e eu apareci na porta do quarto dele, descalça e de calcinha molhada, minhas orelhinhas de gata, e meu plug anal com a Booty bem enfiado no cu. Com meus olhos verdes pintados que nem egípcia, e até o nariz pintado de preto. E meus lábios e unhas de vermelho, porque ele deixou claro que é a cor que ele mais gosta, e a única que ia deixar eu usar.

Miei pra ele porque gata não fala.

_"Miau...".

Ele me chamou com o pau:

_"Vem, Blondie... Vem, minha gatinha... Vem tomar sua porra...".

Me aproximei de quatro pra lamber o pau do meu novo dono. Ele acariciou meu cabelo e disse que agora eu ia ser a gatinha mais feliz do mundo porque ele ia cuidar de mim e não ia faltar nada. E nunca mais ia me largar.

Continuei chupando, porque eu queria mesmo meu alimento.

_"Que gostoso..., né, gatinha?... Me lambe as bolas...".

Obedeci, igual a puta treinada que sou, mexendo de vez em quando meu tiny ass plug. Ele deu um tapa na minha bunda que deixou tudo vermelho. E chupei ele dos ovos até a barriga.

Ele perguntou se eu era uma gatinha boazinha, e eu falei que não, que era malvada. Ele disse que já sabia, e que por isso ia me comer bem gostoso. E apertou meus bicos com força com os dedos.

_"Aiiii...!"

_"Já tá boa? molhada minha gatinha?..."
Minha regata e minha calcinha fio dental estavam uma sopa. Eu estava muito excitada e muito molhada. Na minha cama tinha um cheiro inconfundível de puta infiel... Falei pra ele que não aguentava mais. Que por favor me comesse, que me comesse JÁ!!!!
_"Como você me quer?, de quatro?, no chão?. em cima de você?... Fala!...".
Nunca tinha implorado por uma punheta... Estava entregue demais, fora de mim.
Ele me disse pra subir em cima dele, porque gostava de ver a cara de prazer das putas que comia.
Tirei a calcinha e subi como ele mandou, de frente, apoiando meus braços nos ombros dele. Ele apertou minha bunda e enfiou o plug com os dedos. Beijei ele e lambi o rosto dele como uma felina. Ele tirou a camiseta e chupou meus peitos e meu pescoço, mordendo eles. Inevitavelmente esfreguei toda minha excitação na barriga dele. Pedi desculpa, e ele disse que não importava, que aquela era a marca do cio da gata dele. Ele começou a brincar com meu cu de novo, e começou a puxar devagar a bota do plug. Quando tirou, colocou a pica na entrada do meu buraquinho, e começou a esfregar pra me fazer desejar mais.
_"Mete ela, por favor...", implorei entre ronronados.
Comecei a miar enquanto esfregava a bunda naquela pica, fazendo cara de gatinha sofrida:
_"Miau... Miau... Miau...".
Ele não metia. Queria que eu ficasse literalmente louca.
_"Por favor... Tô molhadíssima... O que você quer que eu faça? Só fala. Fico de quatro? Mio mais? Como 'whiskas' do potinho??"
Falei isso porque toda essa situação me lembrou uma vez que Diego chegou com dois potinhos de água e comida, um saquinho de ração, e uma coleira. Meu cachorro já tinha tudo isso. Mas ele disse:
_"Não. Isso é pra você...".
Algumas dessas noites, que eu fugia de casa pra ficar com ele, ele colocava a coleira em mim e me levava de quatro até os potinhos, cheios no chão, e ordenava:
_"Come...". E eu pensava na minha avó, que era uma super cozinheira italiana. E assim a neta dela estava, comendo ração. Comida de cadela. O cara do chat enfiou a cabeça da rola dele e deixou eu enfiar sozinha, devagarzinho, até engolir tudo. Suspirei. Ele passou a mão na minha frente e me fez chupar meu próprio esperma dos dedos dele. Fechei os olhos jogando a cabeça pra trás. Dava pra sentir aquela rola... Juro que dava pra sentir...!!! Me remexi e comecei a acelerar o ritmo cada vez mais. Ele percebeu que eu tava me segurando pra gozar, porque sou uma gatinha precoce. Então ele sussurrou no meu ouvido:
_"Não se segura, putinha, goza quantas vezes quiser..."
Comecei a me mexer mais rápido, a gemer e a sentar com mais força, enquanto ele me mordia toda: os peitos, os ombros, o pescoço...
_"Isso, me morde!!!! Que saibam que eu tenho um macho possessivo!!!!".
Ele parou. Me segurou pelos ombros e perguntou:
_"Não tem vergonha de andar marcada?..."
_"Não. Porque me faço de santinha, mas na cama sou bem submissa... E no chão também, e na cadeira, e no carro, e onde você quiser...".
_"Caralho! Sabe o que eu daria pra você ser minha?..."
_"Já sou sua. Chupei sua rola, me arrastei fantasiada de gatinha pra você, com meu namorado na sala!!! E agora você tá me COMENDO de verdade... Já sou sua mulher. Só me ama e me trata bem. Que nem agora".
Ele apertou minha bunda com as duas mãos e abriu um pouco, ajustando a rola.
_"Amo sua bunda, gatinha linda!"
_"E onde você vai gozar? No meu cuzinho de gatinha ou na minha boquinha??..."
_"Escolhe você onde quer a porra".
Nem pensei...
_"No cu".
Engolir porra também é especial. Não é qualquer uma que faz. Mas sempre tem que chupar, mesmo que seja pra eles pararem de encher o saco. Mas quando te comem no cu e gozam dentro, te fazem verdadeiramente deles, como o Nico dizia.
_"Vai, putinha, mexe essa bunda, tira toda a porra de mim...".
Comecei a me mexer de novo, me esfregando no travesseiro, abraçando ele com as pernas que nem quando era adolescente e sonhava que um desses machos tarados me possuía. Queria que ele gozasse Primeiro. Ele me agarrou pelo cabelo e puxou minha cabeça pra trás pra chupar meus peitos; ficou mordiscando meus bicos de novo, deu uns tapas na minha bunda, e sem me soltar, me fez beber meus próprios fluidos de novo. Minha boca tava seca, então chupei os dedos dele com vontade, lambi tudo, e senti aquela pulsação conhecida de uma pica antes de gozar. Apertei o pau dele com a bunda e senti aquelas cócegas no umbigo quando o leite borbulha dentro de você.

Gozei em cima dele, e caí exausta por cima, enrolando os braços no pescoço dele. Nossos corpos ficaram grudados com meu gozo, e minha bunda com o dele. Ele me beijou. E quando abri os olhos e peguei o celular de novo, tinha uma foto de uma gozada de seis jatos na mesa dele, e um monte de gotinhas ao redor.

_"Você mereceu, putinha!", dizia. Fechei os olhos de novo e lambi a tela do celular, me contorcendo de prazer ao imaginar que ele me pegava pela nuca e passava minha cara toda naquela poça, me obrigando a limpar tudo com a língua.Meu primeiro sexting (alerta de therian)

4 comentários - Meu primeiro sexting (alerta de therian)

Joder pero que bien hilado está todo, y por fin veo algo en esta página que debería ser básico para cada relato. El espaciado entre párrafos existe.
Blon_D
🤭
que buen relato...me calento y me hixo seguirte ja quiero leer mas de vos
Blon_D +1
Segura hay más
Muy espectacular ese final ! 10/10 Reina me re pajie mientras lo leeia :B
Blon_D
Qué bueno! Esa era la idea 😋
Vaya... Espero que esto no sea real,el novio pobre... Es fácil así nos tratan cuando damos todos por ellas, enserio si Ami me engañan así perdería la fé en la humanidad aveces no merecen el perdón algunas mujeres,venía para tranquilizarme y me encuentro
Blon_D
No seas tan dramático. Es sólo un relato con un contexto y un fin particulares.
No pierdas la fe en la humanidad ni en las mujeres. Si das todo por alguien, que sea porque querés y no esperando algo a cambio.
Blon_D
Aprendé a gestionar tus emociones y pactá tus relaciones desde un principio.
No sé cuál sea tu intranquilidad pero en una página como esta la única forma de "tranquilizarse" es acabar. La pornografía no es amor.