Tava dormindo mas senti que ela levantou, não dei bola e continuei dormindo, talvez ela foi no banheiro. Daí a pouco ouvi ela falando e minutos depois abriu a porta do passa-prato que tem em todos os motéis, água correndo também.
I: Oi, acorda. Disse com voz meiga.
Eu: Abri os olhos como consegui, dormi muito?
I: O bastante pra se recuperar, cê vem comigo?
Olhei pra ela e ela estava enrolada num roupão, tirou alguma coisa do bolso que não deu pra ver o que era e na hora afrouxou o nó, abriu o roupão e deixou cair. Ela estava quase nua, só uma calcinha fio dental vermelha e os peitos de fora. O que ela tinha na mão era um consolo, que levou até o lado da boca entreaberta pra dar uma mordidinha de leve.
I: Então, cê vai comigo ou não? Com um sorriso safado.
Eu: Óbvio..
Eu segui ela e ela tinha enchido a jacuzzi com algum produto que fazia espuma.
I: Quero que você sente e assista.
Ela começou a se tocar devagar, brincando com o vibrador entre os peitos e roçando na buceta, uns gemidos meio fingidos acompanhavam o espetáculo, mas davam mais valor ao ato. Meu celular tocou e tocou de novo, e mais uma vez.
I: Deve ser ela, traz ele.
Eu: Deixa aí, não tô nem aí. Falei enquanto tocava de leve na minha rola.
I: Traga ele ou vou embora, quero que pare de encher o saco.
Fui buscar e li em voz alta o que ele me mandou, naquele momento e depois da briga, pouco me importava o "L" e com certeza não teria volta. As mensagens diziam...
L: Oi, como você tá?
Você não sabe como eu dormi bem, que fodas tão gostosas.
Você dorme na sua casa? Haha beijos.
I: Tira umas fotos minhas e manda pra ele.
Eu: Já deixa pra lá, não tô nem aí.
I: Vai, faz o que eu tô mandando. Tenho uma ideia.
Eu: Qual?
Vou dar um show pros dois, enquanto você tira umas fotos minhas.
Eu: Tá bom, você é doida.
Ela deu duas palmadas que imediatamente avermelharam a bunda direita: "tira uma foto minha". Entrou na jacuzzi e virou de costas pra mim de novo, segurando a rabeta entre a água e a espuma: "tira outra". Não dava pra fazer outra coisa senão tirar a foto que ela pedia e me tocar olhando pra ela, tentando pelo menos não deixar o celular cair na água.
Ela tirou a tanga, e aí a coisa ficou boa de verdade.
I: Sabe o que... falou arrastando as palavras. Você tocou muito bem na minha bunda, fiquei com vontade de mais.
Eu: Ah é? O que mais você quer?
I: Primeiro me toca devagarzinho, pra ver se ficou do jeito que você deixou. Disse ela abrindo a bunda esquerda enquanto se tocava o cu com o dedo indicador da outra mão. Aproveita e tira mais uma.
Já queria deixar as fotos de lado, mas pelo visto isso excitava ela, então não quis cortar o barato e fui na onda.
Eu: E ficou um pouquinho aberta?
I: Só um pouquinho? Olha isso..
Ela esticou o braço pra pegar o consolo e encostar ele na borda da banheira.
I: Acho que consigo… ai sim, devagarinho, devagarinho. Ela dizia pra si mesma. Enfiar dois dedinhos, viu?
Eu: É, ficou meio aberto mesmo, queria continuar eu.
I: Tira a última foto pra mim.
Rapidão eu fiz, mas fiz tão rápido que nem deu tempo de esperar o que ela fez em seguida. Enquanto se tocava, começou a chupar o consolo.
I: Tá gostando do que vê?
Eu: Pra caralho, por que você pediu?
I: Só por precaução, se precisasse de algo no meio, entre meus dedos e sua pica.
Eu: Você está me fazendo esperar muito, e já tá toda molhadinha.
Levantei e fui direto pra bunda dela, apoiei a cabeça na entrada do cuzinho, já tava bem ensaboada por causa da água.
I:Espera um pouquinho, só mais um pouquinho.
Eu: Não, gatinha, você já tá pronta.
Puxei os dois cotovelos dela pra trás e passei meu braço esquerdo entre ela e os braços dela pra travar, enquanto com a direita preparava a pica pra enfiar nela.
I: Para, para, só mais um pouquinho.
Eu: Já tá pronta, respira fundo.
I: Só mais um pouquinho...
Eu: Respira fundo 3..2..1..
I: Espera…
Meu pau entrou quase por completo, ela soltou um gemido abafado e se inclinou um pouco pra frente, isso me deu espaço pra enfiar os últimos centímetros que ainda estavam pra fora. Ela respirou fundo de novo, enquanto eu fiquei parado.
Eu: Viu que você tava pronta?
I: Sim, mas doeu um pouquinho.
Eu: Agora vai passando e o prazer começa...
Moví só a cintura, tirando ¾ da pica e enfiando de novo, devagar mas com ritmo, o objetivo era que ela se acostumasse com o mínimo de dor possível, pra quando estivesse toda relaxada, eu pudesse meter bem forte.
Comecei a aumentar o ritmo até que ela se encharcou de prazer e só fazia força pra se manter de pé, o corpo dela tinha se inclinado pra frente, minha pica entrava perfeitamente nessa posição.
Eu: Cê gosta?
I: Ah sim, adoro como você faz minha bunda, que prazer.
Eu: Te falei pra confiar.
I: Já entendi por que sua vizinha te enche tanto o saco.
Eu: Por quê?
I: Por que você tá rasgando minha buceta bem gostosa.
Eu: Você não vai conseguir sentar.
I: Não me diz isso que me deixa mais tesuda, não sei por quê... no seu pau também não?
Eu: Te deixa com tesão porque você se sente uma puta agora com o cu arrombado. Vou deixar você sentar de vez em quando.
I: Ah sim, que nunca mais se feche se você vai me comer assim.
Eu: Disso eu cuido.
I: Do quê?
Eu: Deixar sua buceta bem aberta, pra não doer toda vez que eu te foder.
I: Vou gastar todo meu salário te levando pro hotel. Pra você me arrebentar toda e me fazer sua putinha.
Eu: Não precisa, vou te arrebentar a buceta em qualquer lugar que tiver oportunidade.
Segui e segui cada vez mais forte, tava quase gozando, precisava soltar a porra, tava doendo a piroca e os ovos de tanto segurar.
Eu: Vou gozar
I: Espera só mais um pouquinho, que eu também quero, deixa eu me tocar.
Soltei os braços dela, com uma mão ela se apoiou na borda e com a outra começou a se tocar freneticamente.
I: Quero gozar também, tô perto.
Eu também, vou encher essa sua bunda de porra.
I: Ninguém fez ainda, faz você. Enche minha buceta de porra.
Eu: Continua, continua..
I: Quero ser sua putinha, enche minha buceta de porra..
Termino como antes, um squirt furioso bate na água da hidromassagem, ao ver isso minha cabeça e meu pau explodiram. E sem mais, enchi o cu dela de porra, como ela tanto pediu.
I: Desculpa, tô com vergonha. Nunca gozei assim.
Eu: Pelo contrário, pra mim é um prazer.
Ele riu, tomamos banho e trocamos de roupa pra ir embora, mas antes ele lembrou das fotos.
I: Manda elas.
Eu: Cê acha? Já era, deixa ela aí.
I: Manda elas.
Mandei o pack de fotos pra "L". Junto com um "Dormiu? Que bom, eu ainda não deixaram fazer isso, não sabe como essa mina fode bem, tem uma bunda linda e dura, se quiser ver como eu arrebento ela, me avisa".
Foi um puta baque que ele deve ter sentido, ainda tava queimando o que tinha rolado e ele estar num hotel com outra gostosa, embora talvez tenha pensado que foi só por um momento, mas não foi assim.
L: Você é um babaca, filho da puta. Não fala mais comigo.
Eu: Então para de me escrever, puta MIA.
L: Não sou sua puta, para de falar isso.
Eu: Se é, por isso que você me escreve tanto, sente falta da minha pica. Se comporta direito e quem sabe um dia eu empresto de novo.
L: Você nunca mais vai me tocar.
Eu: Poxa, que pena, mas por você, haha
Não respondeu mais.
Saímos do hotel, ele me levou até meu carro, nos despedimos com um beijo e cada um foi pra sua casa.
A real é que a mina era uma gostosa do caralho, mas também sentia falta das situações que tinha com a Lorena e de como dava pra macetar ela sem tanta enrolação igual com a Ingrid. Voltei pensando se ia conseguir recuperar de algum jeito a minha putinha. Quando cheguei, deitei e fiquei vendo as fotos que tinha guardado da "L", batendo uma como um desgraçado. Tenho que ter ela de novo, e se precisar usar a força pra ela saber de quem é a puta, vou fazer, isso não pode ficar assim. Pensei.
I: Oi, acorda. Disse com voz meiga.
Eu: Abri os olhos como consegui, dormi muito?
I: O bastante pra se recuperar, cê vem comigo?
Olhei pra ela e ela estava enrolada num roupão, tirou alguma coisa do bolso que não deu pra ver o que era e na hora afrouxou o nó, abriu o roupão e deixou cair. Ela estava quase nua, só uma calcinha fio dental vermelha e os peitos de fora. O que ela tinha na mão era um consolo, que levou até o lado da boca entreaberta pra dar uma mordidinha de leve.
I: Então, cê vai comigo ou não? Com um sorriso safado.
Eu: Óbvio..
Eu segui ela e ela tinha enchido a jacuzzi com algum produto que fazia espuma.
I: Quero que você sente e assista.
Ela começou a se tocar devagar, brincando com o vibrador entre os peitos e roçando na buceta, uns gemidos meio fingidos acompanhavam o espetáculo, mas davam mais valor ao ato. Meu celular tocou e tocou de novo, e mais uma vez.
I: Deve ser ela, traz ele.
Eu: Deixa aí, não tô nem aí. Falei enquanto tocava de leve na minha rola.
I: Traga ele ou vou embora, quero que pare de encher o saco.
Fui buscar e li em voz alta o que ele me mandou, naquele momento e depois da briga, pouco me importava o "L" e com certeza não teria volta. As mensagens diziam...
L: Oi, como você tá?
Você não sabe como eu dormi bem, que fodas tão gostosas.
Você dorme na sua casa? Haha beijos.
I: Tira umas fotos minhas e manda pra ele.
Eu: Já deixa pra lá, não tô nem aí.
I: Vai, faz o que eu tô mandando. Tenho uma ideia.
Eu: Qual?
Vou dar um show pros dois, enquanto você tira umas fotos minhas.
Eu: Tá bom, você é doida.
Ela deu duas palmadas que imediatamente avermelharam a bunda direita: "tira uma foto minha". Entrou na jacuzzi e virou de costas pra mim de novo, segurando a rabeta entre a água e a espuma: "tira outra". Não dava pra fazer outra coisa senão tirar a foto que ela pedia e me tocar olhando pra ela, tentando pelo menos não deixar o celular cair na água.
Ela tirou a tanga, e aí a coisa ficou boa de verdade.
I: Sabe o que... falou arrastando as palavras. Você tocou muito bem na minha bunda, fiquei com vontade de mais.
Eu: Ah é? O que mais você quer?
I: Primeiro me toca devagarzinho, pra ver se ficou do jeito que você deixou. Disse ela abrindo a bunda esquerda enquanto se tocava o cu com o dedo indicador da outra mão. Aproveita e tira mais uma.
Já queria deixar as fotos de lado, mas pelo visto isso excitava ela, então não quis cortar o barato e fui na onda.
Eu: E ficou um pouquinho aberta?
I: Só um pouquinho? Olha isso..
Ela esticou o braço pra pegar o consolo e encostar ele na borda da banheira.
I: Acho que consigo… ai sim, devagarinho, devagarinho. Ela dizia pra si mesma. Enfiar dois dedinhos, viu?
Eu: É, ficou meio aberto mesmo, queria continuar eu.
I: Tira a última foto pra mim.
Rapidão eu fiz, mas fiz tão rápido que nem deu tempo de esperar o que ela fez em seguida. Enquanto se tocava, começou a chupar o consolo.
I: Tá gostando do que vê?
Eu: Pra caralho, por que você pediu?
I: Só por precaução, se precisasse de algo no meio, entre meus dedos e sua pica.
Eu: Você está me fazendo esperar muito, e já tá toda molhadinha.
Levantei e fui direto pra bunda dela, apoiei a cabeça na entrada do cuzinho, já tava bem ensaboada por causa da água.
I:Espera um pouquinho, só mais um pouquinho.
Eu: Não, gatinha, você já tá pronta.
Puxei os dois cotovelos dela pra trás e passei meu braço esquerdo entre ela e os braços dela pra travar, enquanto com a direita preparava a pica pra enfiar nela.
I: Para, para, só mais um pouquinho.
Eu: Já tá pronta, respira fundo.
I: Só mais um pouquinho...
Eu: Respira fundo 3..2..1..
I: Espera…
Meu pau entrou quase por completo, ela soltou um gemido abafado e se inclinou um pouco pra frente, isso me deu espaço pra enfiar os últimos centímetros que ainda estavam pra fora. Ela respirou fundo de novo, enquanto eu fiquei parado.
Eu: Viu que você tava pronta?
I: Sim, mas doeu um pouquinho.
Eu: Agora vai passando e o prazer começa...
Moví só a cintura, tirando ¾ da pica e enfiando de novo, devagar mas com ritmo, o objetivo era que ela se acostumasse com o mínimo de dor possível, pra quando estivesse toda relaxada, eu pudesse meter bem forte.
Comecei a aumentar o ritmo até que ela se encharcou de prazer e só fazia força pra se manter de pé, o corpo dela tinha se inclinado pra frente, minha pica entrava perfeitamente nessa posição.
Eu: Cê gosta?
I: Ah sim, adoro como você faz minha bunda, que prazer.
Eu: Te falei pra confiar.
I: Já entendi por que sua vizinha te enche tanto o saco.
Eu: Por quê?
I: Por que você tá rasgando minha buceta bem gostosa.
Eu: Você não vai conseguir sentar.
I: Não me diz isso que me deixa mais tesuda, não sei por quê... no seu pau também não?
Eu: Te deixa com tesão porque você se sente uma puta agora com o cu arrombado. Vou deixar você sentar de vez em quando.
I: Ah sim, que nunca mais se feche se você vai me comer assim.
Eu: Disso eu cuido.
I: Do quê?
Eu: Deixar sua buceta bem aberta, pra não doer toda vez que eu te foder.
I: Vou gastar todo meu salário te levando pro hotel. Pra você me arrebentar toda e me fazer sua putinha.
Eu: Não precisa, vou te arrebentar a buceta em qualquer lugar que tiver oportunidade.
Segui e segui cada vez mais forte, tava quase gozando, precisava soltar a porra, tava doendo a piroca e os ovos de tanto segurar.
Eu: Vou gozar
I: Espera só mais um pouquinho, que eu também quero, deixa eu me tocar.
Soltei os braços dela, com uma mão ela se apoiou na borda e com a outra começou a se tocar freneticamente.
I: Quero gozar também, tô perto.
Eu também, vou encher essa sua bunda de porra.
I: Ninguém fez ainda, faz você. Enche minha buceta de porra.
Eu: Continua, continua..
I: Quero ser sua putinha, enche minha buceta de porra..
Termino como antes, um squirt furioso bate na água da hidromassagem, ao ver isso minha cabeça e meu pau explodiram. E sem mais, enchi o cu dela de porra, como ela tanto pediu.
I: Desculpa, tô com vergonha. Nunca gozei assim.
Eu: Pelo contrário, pra mim é um prazer.
Ele riu, tomamos banho e trocamos de roupa pra ir embora, mas antes ele lembrou das fotos.
I: Manda elas.
Eu: Cê acha? Já era, deixa ela aí.
I: Manda elas.
Mandei o pack de fotos pra "L". Junto com um "Dormiu? Que bom, eu ainda não deixaram fazer isso, não sabe como essa mina fode bem, tem uma bunda linda e dura, se quiser ver como eu arrebento ela, me avisa".
Foi um puta baque que ele deve ter sentido, ainda tava queimando o que tinha rolado e ele estar num hotel com outra gostosa, embora talvez tenha pensado que foi só por um momento, mas não foi assim.
L: Você é um babaca, filho da puta. Não fala mais comigo.
Eu: Então para de me escrever, puta MIA.
L: Não sou sua puta, para de falar isso.
Eu: Se é, por isso que você me escreve tanto, sente falta da minha pica. Se comporta direito e quem sabe um dia eu empresto de novo.
L: Você nunca mais vai me tocar.
Eu: Poxa, que pena, mas por você, haha
Não respondeu mais.
Saímos do hotel, ele me levou até meu carro, nos despedimos com um beijo e cada um foi pra sua casa.
A real é que a mina era uma gostosa do caralho, mas também sentia falta das situações que tinha com a Lorena e de como dava pra macetar ela sem tanta enrolação igual com a Ingrid. Voltei pensando se ia conseguir recuperar de algum jeito a minha putinha. Quando cheguei, deitei e fiquei vendo as fotos que tinha guardado da "L", batendo uma como um desgraçado. Tenho que ter ela de novo, e se precisar usar a força pra ela saber de quem é a puta, vou fazer, isso não pode ficar assim. Pensei.
8 comentários - Kiosqueira MILF gostosa 27