Cielo prepara um plano para o sobrinho

Cielo prepara um plano para o sobrinho
vadiaHugo começou a visitar Julin com mais frequência e a passar tempo com ele, levava-o ao cinema, ao parque, comprava presentes, fortalecendo o vínculo entre eles, levava-o ao seu apartamento para ver filmes, e deitado na cama acariciava seu cabelo, beijava sua bochecha às vezes bem perto da boca para ver sua reação, Julin não o rejeitava.

Hugo: Julin, você me ama muito?
Julin: Sim, cara, você é meu tio favorito.
Hugo: Bom, sou seu único tio.
Julin: Não, os irmãos da minha mãe também são meus tios.
Hugo: É verdade, mas você me ama mais do que a eles, né?
Julin: Sim, cara, e você me ama mais do que meu irmão mais novo, né? Por que não leva ele pra passear como faz comigo?
Hugo: É que ele é mais novo e fica emburrado, mas depois a gente convida ele também.
Julin: É, ele chora muito e faz birra, foi o que meu pai disse pra minha mãe, por isso você só me levou.
Hugo: E você acha que consegue guardar um segredo se eu te contar uma coisa? Nem sua mãe, nem seu pai, nem mais ninguém, porque se você contar significa que não me ama.
Julin: Sim, eu te amo, cara, prometo que não vou contar pra ninguém.
Hugo: Tenho um amiguinho, tem sua idade e também me ama muito, acho que me ama até mais do que você.
Julin: Não, eu te amo mais!
Hugo: Bom, então tem que provar, amanhã vou convidar ele pra brincar e vamos ver quem dos dois me ama mais.
Julin: Vou vencer esse menino, eu te amo mais.
Hugo: Bom, esse menino me beija na boca porque me ama muito, vamos ver - vem me dar um beijo.
Julin: Tipo namorados? Tipo meus pais?
Hugo: Sim, é só que com esse menino a gente faz de conta que é namorado, e ele faz de conta que é minha namorada porque não tenho namorada, nem tenho ninguém pra beijar na boca, mas por isso a gente faz em segredo, pra não levar bronca em casa.
Julin: Mas eu não sou menina.
Hugo: Eu sei, ele nem é menina, mas é só uma brincadeira e o Mati gosta muito, acho que você também vai gostar, mas se não quiser vir amanhã, vou brincar só com ele.
Julin: O nome da sua amiga é Mati?
Hugo: O nome dele é Matias, mas chamam ele de Mati por querido. Julin: E as duas vão ser suas namoradas? Hugo: Não, só a que mais me ama e faz melhor vai ser minha namorada, não vou brincar com a outra. Julin: Não, meu, eu quero brincar com você, quero brincar de ser sua namorada. Hugo: Então me dá um beijo na boca.
amadorJulin estava em dúvida, não sabia o que fazer. Em sua inocência, só queria fazer seu tio feliz e continuar sendo seu sobrinho favorito. Aproximou-se dele e deu-lhe um beijo. Hugo riu um pouco, acariciou o cabelo do menino pela ternura e inocência de seu sobrino - uma inocência que, se o plano seguisse como estava, mudaria para sempre no dia seguinte.

Hugo: Bom, amanhã você vai ver como os namorados se beijam. Vou te buscar e vamos convidar o Mati, mas não conta pra ninguém que um garoto vai vir também, nem o que eu te disse sobre a brincadeira. Tudo o que conversamos aqui continua sendo segredo.

Hugo levou seu sobrino para casa. Isso fazia parte do plano. Seu irmão, Adrián, iria interrogar o filho para ver se ele contava algo do que haviam conversado, para ver o quanto podiam confiar nele.

Adrián entrou no quarto de Julin para dar-lhe um beijo de boa noite e aproveitou o momento para conversar com ele.

Adrián: Filho, boa noite. Como foi hoje com seu tio? O que vocês fizeram?

Julin: Bom, nós assistimos um filme.

Adrián: E o que mais fizeram?

Julin: Nada mais, e conversamos sobre umas coisas.

Adrián: Que coisas você pode me contar?

Julin: Bom, sobre várias coisas... enquanto conversava com ele, sobre videogames, escola, etc.

Adrián: E você gosta de ficar com seu tio? Porque se você não quiser ficar com ele ou sair com ele, posso dizer para ele não vir mais te buscar.

Julin: Não, pai. Amanhã ele vem me buscar, vamos brincar.

Adrián: Brincar de quê?

Julin: Hmmm... de um videogame novo que ele comprou.

Adrián: Tá bom, filho. Dorme. Fico feliz que você goste muito do seu tio.

No dia seguinte, os irmãos conversaram e confessaram um ao outro o que cada um havia falado com Julin. Parecia que o menino era fiel ao seu tio. O próximo passo era ficar com o Mati na frente do menino. Para isso, tiveram que contratar um serviço de acompanhante, e como Hugo já era considerado confiável, providenciaram o garoto.

Hugo já estava em seu apartamento quando avisaram que o Mati havia chegado. Imediatamente desceu para buscar o garoto e disse ao seu sobrino Julin que o esperasse no quarto.
analNo elevador, Hugo explicou para Mati que seu sobrino estava ali, outro garoto da idade dele, e que queria que esse garoto aprendesse a fazer tudo que Mati sabia, por isso ele tinha que aproveitar muito e até exagerar para que seu sobrino também ficasse com vontade. Mati aceitou.

Quando entraram no quarto, os nervos do Julin baixaram um pouco, ver um garoto da sua idade deu confiança. Mesmo sem saber exatamente o que iam fazer.

Hugo: Bom, Julin, agora mesmo você vai ver como Mati e eu interpretamos os namorados, e daqui a pouco você e eu vamos brincar para ver quem consegue fazer melhor.

Hugo se aproximou de Mati e começou a beijá-lo apaixonadamente, enfiando a língua. Mati saboreou seus beijos, o garoto realmente curtia a paixão de estar com um homem. Hugo despiu Mati até ele ficar completamente pelado, o pegou no colo e o deitou na cama junto do Julin, que não dizia nada, só estava vendo todo o ato. Então Hugo começou a se despir, tirando a camisa e mostrando primeiro seu peito peludo. Não era novidade para o Julin, ele já tinha visto muitas vezes sem camisa. O que o surpreendeu foi quando seu tio tirou a calça e ficou de cueca, ele pôde ver um grande volume embaixo. Ainda maior foi sua surpresa ao ver seu tio tirar a cueca e ficar completamente nu. Um pau de 21 cm de grossura no ponto máximo de ereção. Para Hugo, era um sonho ter seu sobrino ali na cama e vê-lo nu. Julin não parava de olhar para o pau do tio, Hugo percebeu e gostou.
pauHugo subiu na cama e se ajoelhou, pedindo para o Mati chupá-lo. O garoto se aproximou e começou a chupar o pau como já sabia, enfiou quase tudo e mamou o pau do Hugo com a garganta, Hugo sentiu que seu pau chegava no estômago do menino. Era uma mamada bem experiente. O garoto só tirou para pegar um ar e depois continuou, Julin tinha se aproximado para ver, estava atento ao que o Mati fazia.

Hugo: Quer experimentar, Julin?

Julin: Tem gosto de quê?

Hugo: Pergunta pro Mati qual o gosto.

Mati: Delicioso, seu tio tem o pau mais gostoso do mundo.

Para Julin tudo era novo naquele mundo de sexo e perversão, ele nem sabia que pênis também se chamava pau.

Julin: Deixa eu ver, quero provar.

Mati saiu e deixou o Julin se aproximar, Julin desajeitadamente abriu a boca e enfiou, chupou o que pôde mas não conseguiu achar o gosto que o Mati tanto falou, mas para parecer bem ele fingiu que realmente estava gostoso. Então Hugo ordenou ao Mati que se virasse e ficasse de quatro, Mati obedeceu e levantou a bunda, Hugo começou a passar a língua chupando seu cu, Mati começou a gemer de prazer.

Hugo: Quer sentir, Julin? Quer saber como é seu tio chupando seu cu?

Julin não disse nada, apenas balançou a cabeça afirmando que sim.

Hugo: Tira a roupa e fica igual ao Mati.
GostosaJulin obedeceu, se despiu e se acomodou ao lado de Mati, colocando seu corpo na mesma posição, levantando a bunda. Seu tio Hugo relinchou de prazer — era a primeira vez que via o sobrinho nu. Finalmente viu o rabo dele, e além disso, ver dois cuzinhos à sua disposição era o paraíso. Mas o de Julin era lindo, parecia fechado, ao contrário do de Mati, que já tinha sido usado muitas vezes, não só por ele, mas por outros homens. Mesmo assim, era um cuzinho pequeno, que Hugo estava morrendo de vontade de arrombar de novo, para que o sobrinho pudesse ver do que o pau dele era capaz.

Hugo se aproximou do cuzinho virgem do sobrinho e primeiro aproveitou o cheiro — inalou profundamente, enchendo os pulmões com o aroma do sobrinho. Era como uma droga, seu pau ficou ainda mais duro. Lentamente, ele se aproximou e começou a lamber de leve e devagar. O sobrinho sentiu a língua quente do tio lambendo seu cu, e um arrepio percorreu seu corpinho, a pele ficou arrepiada. Hugo notou, acariciou as nádegas de Julin e pôde sentir cada poro da pele arrepiado.

Julin movia os quadris em círculos, realmente gostando da umidade da língua do tio. Hugo enfiou suavemente a língua dentro do cuzinho macio do sobrinho — estava tão fechado que era difícil, mas pouco a pouco ele foi inserindo a ponta, dilatando cada vez mais aquele rabo.

Hugo: Agora, Julin, quero que você veja o que vou fazer com Mati.

Julin saiu da posição em que estava para ficar ao lado de Mati e observar o que o tio estava prestes a fazer.

Hugo cuspiu na mão e passou no cu de Mati, depois cuspiu no próprio pau, mirou na entrada do menino e começou a enfiar. Pouco a pouco foi entrando dentro do garoto, que engoliu tudo sem reclamar — pelo contrário, Mati soltou gemidos de prazer. Os olhos de Julin ficaram bem abertos quando viu como o tio tinha enterrado o pau todo no menino. Hugo começou a meter em Mati, primeiro devagar e foi aumentando o ritmo gradualmente.

Hugo: Julin, vem cá me beijar.
corridaO menino ficou de pé na altura do tio, que estava ajoelhado e enfiando a pica no Mati. O Hugo pegou na cabeça dele e começou a beijá-lo, aquilo o deixou muito excitado, quase gozando, mas esse não era o plano do Hugo, então levou o Mati para descansar e parou de beijar o sobrinho, que imediatamente notou a pica enorme e melada do tio, e o cu do Mati completamente aberto.

Hugo: É a sua vez, Julin, quer sentir a pica do seu tio?

Julin: Tenho medo, não dói?

Hugo: Não vê como o Mati gostou, como ele curtiu? Ou quer que ele ganhe?

Julin: Não, tio, quero ganhar, quero ser sua namorada.

O Julin se posicionou de novo como um cachorrinho e ofereceu o cu para o tio, que imediatamente encheu a mão de saliva. Colocou a pica nas nádegas do sobrinho e empurrou, estava muito quente. O Julin, sentindo que a pica ia entrar, apertou e fechou o caminho. O tio empurrou mais, mas não conseguiu entrar. Teve que lubrificar e dilatar mais. Pegou uma garrafa de lubrificante e passou no cu do Julin, tentou enfiar um dedo, estava muito apertado e o menino não cedia.

Hugo: Julin, relaxa, é só o meu dedo.

O Hugo acariciou as costas dele e sentiu o Julin relaxar um pouco, aproveitou para empurrar o dedo com força, enfiando até a junta.

Julin: Auuuuu!

Hugo: Relaxa, meu bem, relaxa, já está entrando, é só o dedinho mindinho.

O Hugo começou a meter e sacar aquela pequena parte do dedo, empurrando cada vez mais, devagar, mas o Julin estava muito nervoso, apertou o bumbum. O Hugo sentiu o sobrinho apertando o dedo com as dobras por dentro, mas aos poucos foi entrando mais até meter o dedo todo. Mas o Julin não aguentou e avançou, tirando o dedo do tio. O Hugo ficou preocupado: se o sobrinho não aguentava o dedo, era impensável aguentar a pica. Isso o desanimou muito.
ceuEle decidiu que era hora de parar ali, então pediu para o Mati chupar. O Julián se aproximou de novo para ver, seu tio começou a foder a garganta do Mati até sentir que a porra saía das bolas carregadas. Ele tirou o pau da garganta do garoto e esvaziou na cara dele, depois colocou o pau de volta na boca. O Mati saboreou cada gota que o Hugo deu, lambendo o próprio rosto. O Julin nunca parava de se surpreender.

Quando terminaram, o Mati pediu permissão ao Hugo para tomar banho e depois se vestiu. O Hugo também se vestiu. Desceu para entregar o garoto que já estavam esperando e voltou para cima com o sobrinho.

Hugo: Vamos, Julin, é hora de ir, está tarde.
Julián: Tio, você está bravo?
Hugo: Não, campeão, como posso ficar bravo se você fez muito bem.
Julin: Mas o Mati ganhou, ele deixou você enfiar seu pau, e ainda comeu o que saiu de você. O que é isso?
Hugo: É porra de homem, e essa é a recompensa quando você faz bem feito.
Julin: Tem gosto bom? Me dá.
Hugo: Bom, se você quiser, te dou outra chance, mas não hoje, porque até agora o Mati está ganhando, mas tem que ser outro dia. E lembre-se, você não pode contar nada pra ninguém, pra ninguém mesmo, nem pro seu pai.
YamileHugo levou seu sobrino para a casa do irmão, onde Adrin saiu para recebê-los, pediu para Julin entrar e ficou conversando com Hugo.

Adrián: E aí, irmão, já conseguiu? Conta aí o que aconteceu.

Hugo: Não vai ser tão fácil, seu filho é muito fechado. Tentei colocar um dedo e ele não aguentou. Mas eu me exibi na frente dele e seu filho me quer para ele, mas como já tinha vindo, vai ser amanhã. Só tenho uma dúvida, Adrin: por que você quer que eu, e não você, seja o primeiro a chegar nele?

Adrian: Não sei, sou meio idiota com essas coisas, não sei como fazer, tenho medo de machucá-lo ou não saber como me aproximar dele, além de que me dá muito tesão pensar que você ou alguém mais vai foder ele, aliás, eu adoraria ver quando você fizer.

Hugo: Bom, então tá combinado, amanhã eu faço e você assiste, e depois que ele estiver aberto, você vai arrombar o cu dele.

Adrián: Não, mas ele não pode me ver, vai ficar travado, eu me escondo no armário ou algo assim para o Julin não me ver.

Os dois irmãos concordaram. Adrin foi para casa e foi direto para o quarto de Julin, que estava falando muito sério.

Adrián: O que foi, filho, tá triste?

Julin: Não, mas hoje um menino me ganhou numa partida.

Adrián: Que menino e que jogo? Me conta.

Julin: Um menino de outro apartamento, num videogame, mas não vou deixar ele me ganhar.
manosaAdrin sabia que seu filho definitivamente guardava muito bem o segredo que tinha com seu tio.

No dia seguinte, Hugo preparou tudo, pegou seu sobrinho em casa e o levou ao seu apartamento. Adrin já os esperava escondido no armário do quarto, emocionado só de pensar no que ia testemunhar.

Hugo levou seu sobrinho direto para o quarto do apartamento — agora estava pronto para arrombar o cuzinho do sobrinho.

Adrin abriu um pouco a porta do armário e viu seu irmão começar a despir o filho e depois a si mesmo. Hugo pegou Julin nos braços e o colocou sobre a cama. Já estava com o pau duro. Lá dentro do armário, Adrin estava igual — desabotoou a calça, puxou o pau para fora e começou a se masturbar.

Hugo deitou de costas e pediu para o sobrinho chupá-lo. O menino, obediente e lembrando do dia anterior, foi até o pau do tio, enfiando-se entre suas pernas. Adrian não conseguia acreditar no que via.

Hugo: Lembra que o Mati está ganhando — esta é sua última chance, então faça o melhor que puder.

Era a motivação que Julin precisava. Ele não ia deixar outro menino roubar o amor do tio, e sempre foi muito competitivo.

Ele largou o pau do tio, abriu a boca o máximo que pôde e enfiou metade do pau na garganta. Hugo imediatamente sentiu o prazer percorrer cada centímetro do corpo. Julin sentiu que estava engasgando, mas lembrou do Mati chupando aquele pau e foi mais fundo, chupando com gosto ao ver que seu tio estava adorando.

Julin: E aí, tio, tô indo bem?
RiverosHugo: Isso, meu amor, você está indo maravilhosamente, continua chupando.
Julián voltou até o mais fundo que conseguiu e Hugo segurou sua cabeça para enfiá-lo ainda mais, e com as mãos fez o garoto chupar, dava para ouvir os sons da boca de Julián se engasgando, seu tio não o deixou escapar até ver Julián se contorcendo de necessidade de ar. Ele soltou e Julián tirou o pau da boca. Tinha os olhos vermelhos e cheios de lágrimas, tossiu quase vomitando.

Hugo: Isso aí, campeão, é assim que se faz, você é muito bom chupando paus, vem cá pequeno, fique confortável aqui em cima de mim, de boca pra baixo e continua chupando.
Hugo pediu ao sobrinho que subisse em cima dele fazendo um 69, o garoto continuou chupando o pau do tio enquanto Hugo levantava a cabeça para alcançar o cu do sobrinho e começar a se deliciar com uma delicadeza tremenda, provou suas nádegas e seu buraco, lambeu e mordeu afogado de prazer.

Adrin, dentro do armário, sentia cada segundo passar, queria sair e se juntar a eles mas estava curtindo um espetáculo incrível na primeira fila.

Hugo esticou a mão e pegou a garrafa de lubrificante, sabia que se não lubrificasse o suficiente, não conseguiria penetrar. Colocou bastante no cu de Julián.

Hugo: Vou enfiar o dedo devagarinho, lembra que pode doer um pouco, mas você tem que aguentar, vai ver que depois vai se sentir bem.
Julián: Tá bom, tio, pode ir.

Julián respondeu enquanto continuava chupando o pau do tio, que começou a inserir o dedo do meio. Devagar e com a ajuda do lubrificante começou a sentir o interior do sobrinho, aquele tesão, e Julián começou a empurrar, apertando.

Hugo: Não aperta, pai, lembra que você tem que relaxar, respira fundo.
Julián respirou fundo e assim que Hugo sentiu o sobrinho relaxar um pouco, enfiou o dedo começando a acariciar a pequena próstata do garoto, que começou a fazer sons de prazer, era isso que Hugo queria, começou a mexer com o dedo e quando sentiu que estava suficientemente dilatado, ele colocou mais um, fazendo com suavidade. Julin reclamou um pouco, mas aguentou. Agora ele tinha dois dedos dentro do cu do sobrinho, que reclamava cada vez menos. Tentou enfiar outro, mas o cu do sobrinho não esticava mais e ele começou a gritar.
Cielo prepara um plano para o sobrinhoJulin: Auuuuuuuuuu, claro que sim!
Hugo percebeu que estava indo muito rápido, mas estava com muito calor e perdendo o controle. Pegou mais lubrificante e abriu o cu do Julin com os dedos, despejou um jato lá dentro para dilatar mais, e começou a cavar de novo, sentindo aquele bum cada vez mais aberto. Quando achou que estava pronto, colocou um terceiro dedo, e dessa vez, os três dedos deslizaram pra dentro. Julin deu uma empinada, mas continuou chupando o pau do tio. Hugo não acreditava, estava quase lá, agora vinha a parte mais importante: Julin segurar o pau dele. Empurrou o garoto pra frente e o posicionou como um cachorrinho, ficando atrás dele.
Hugo: Agora sim, pequeno, vou te foder. Agora você vai ser minha namorada, tem que me provar que me ama e aguentar. Vai ver que daqui a pouco vai pedir meu pau em voz alta.
Julin fechou os olhos para sentir o tio posicionando o pedaço de carne quente entre suas nádegas e começando a empurrar. Julin sentiu algo macio, mas firme, entrando no seu cu. Era a cabeça do pau do tio que conseguiu entrar. Quando Hugo sentiu que estava dentro e, com a ajuda do lubrificante, deslizou pra dentro, metendo metade do pau. Julin, sentindo um ataque tremendo, soltou um grito de dor, mas não recuou. Estava disposto a aguentar qualquer coisa para ganhar, apertou os lençóis com os punhos e fechou os olhos, respirando pesado. Hugo começou a sacar o pau e meter de pouco em pouco, se preparando para dar tudo no sobrinho com toda a força. Agarrou a cintura do garoto com força, para que ele não pudesse fugir, e virou para olhar o irmão, buscando aprovação. Adrian balançou a cabeça em sinal de sim, e Hugo, com a permissão do irmão, ia arrombar o cu do sobrinho. Faria ele sentir pela primeira vez o que é ter um pau perfurando por dentro, faria ele sentir o que é ser dominado por um homem. E então, Hugo puxou um pouco para fora para enfiar com força no sobrinho, sentindo... como ela arrombava os esfínteres, enfiando o pau até o fundo, Julin gritou alto.
vadiaJulin: Ahhhhh!

E deixou o corpo cair sobre a cama, seu tio caiu em cima dele colocando o pau de novo lá embaixo, tapou a boca para que os vizinhos não ouvissem e começou a segurá-la com força. Fez com tanta fúria que Adrin estava quase saindo para prendê-lo, mas não o fez, permitiu que seu irmão fosse com seu filho à vontade.

A cada empurrão, Julián ia se acostumando ao pau do tio e começava a sentir algo estranho, ter seu tio dentro dele, sentir o pau quente começava a excitá-lo, seu pênis ficava ereto, aparentemente ia se sentir envergonhado como todos na sua família, na sua idade já media 10cm. Sua pele arrepiou enquanto o tio beijava seu pescoço. Com a voz embargada, perguntou Julin.

Julin: Amigo, já sou sua namorada?

Hugo: Sim, meu amor, você é minha namorada.

Julin: Você vai me dar seu leitinho como fez com a Mati?

Hugo: Sim, minha vida, vou encher você de leitinho para fazer um bebê. Já quer?

Julián: Sim, tio.

Hugo: Aí vai, pequeno!
amadorHugo começou a segurar seu sobrino com mais força, suando e rugindo de prazer como um touro. Seu sobrino empurrava a cada enfiada que seu tio dava, também estava completamente suado. Hugo começou a fazer sons mais altos, as veias do seu pescoço saltaram, Julin soltou gemidos agonizantes como alguém que está prestes a desistir, que não aguenta mais, seu tio deu uma última estocada arqueando-se para cavar o mais fundo que pôde e ficou ali gemendo como alguém completamente enlouquecido pelo prazer.

Nas entranhas de Julin, jatos de porra quente de seu tio o inundavam, o menino podia sentir como o pau de seu tio se esvaziava dentro dele e o enchia de seu esperma grosso. Adrin saiu do armário quase chegando ao limite, Hugo o viu e tirou o pau de Julin. Adrián se posicionou atrás de seu filho e abriu suas nádegas, o buraco estava aberto e vermelho, completamente dilatado e cheio de porra escorrendo dele, Adrián se acomodou e enfiou seu pau em seu filho, o menino que pensou que tudo havia acabado, gemeu alto, virando-se para ver o que estava acontecendo. Quando se virou, viu que era seu pai quem o havia enfiado.

Julián: Papai?
analAdrián: Sim, sou eu, tá tudo bem, seu tio me convidou pra jogar. Quer? Quer que o papai te acompanhe?

Julian não disse nada, simplesmente parou de oferecer a bunda pro pai que já estava enfiado, fazendo suas nádegas baterem nos pelos do pau dele. Com esse sinal, Adrián começou a foder o filho de maneira espetacular, tirou quase todo o pau e deixou ir até o fundo, sentindo o interior do garotinho cheio de porra do irmão, começou a bater nos mecos fazendo espuma sair do cu do Julian, estava tão lubrificado e dilatado que o pau dele entrava à vontade, Julian estava como em transe, entre a dor e o prazer, era muito pequeno pra assimilar essas sensações.

O pai não aguentou mais e começou a se esvaziar dentro do menino, enchendo ele com o mesmo sêmen que tinha feito, dos mesmos testículos de onde agora tinha saído Julian era de onde saía a porra que inundava suas entranhas.

Adrián desabou sobre o corpinho do filho, exausto de prazer, sentindo como se tivesse o coração no pau, que pulsava ao perder tamanho.

Quando a febre do Adrián baixou, voltou à realidade, tinha acabado de comer o filho, viu ele deitado ali na cama com as perninhas abertas pros lados e a bunda pingando mecos. Por um momento ficou excitado de novo, querendo enfiar o pau de volta. O irmão dele, Hugo, estava sentado de costas pra cabeceira da cama. Adrián se aproximou do filho.

Adrián: Filho, você tá bem?
pauJulián: Sim, papai, mas minha bunda tá muito estranha.
Adrián: Tá doendo?
Julián: Um pouco, mas sinto como se ainda estivessem metendo.
Adrián: É só porque foi bem aberto, filho, você fez muito bem, seu tio e eu estamos muito felizes.
Julián: Mas eu vou ser a namorada dos dois?
Adrián: É só uma brincadeira, filho, e sim, você pode brincar que é a namorada dos dois, mas lembra que é nosso segredo, ninguém pode saber.
Julián: Tá bom, papai.
Adrián: Mas vem cá, filho, se veste, a gente tem que ir.
Julián se virou, mas parecia exausto e acabado. Fez um grande esforço pra levantar da cama e andou com dificuldade, doía depois daquela metida violenta, e era surpreendente que ele conseguisse se mover.
Hugo: Mano, acho melhor deixar o moleque dormir aqui, olha ele, mal consegue andar. Se sua esposa ver ele assim, vai desconfiar, até pode checar. Melhor dizer que ele dormiu e você quis deixar ele aqui.
Adrián: Mas amanhã ele tem aula.
Hugo: Amanhã você vem cedo, traz o uniforme, e daqui ele vai pra escola.
GostosaAdrián: Tá bom. Filho, fica aqui pra dormir com seu tio e descansar, e amanhã de manhã eu venho te buscar. Hugo, você mete ele no banho e quando eu chegar ele só vai colocar o uniforme.

Adrián voltou pra casa deixando o filho pequeno com o tio.

Uma vez sozinhos, Hugo pediu pro sobrinho subir na cama e deitar do lado dele.

Hugo: Como é que tá, campeão? Se sente melhor?

Julián: Tô sim, cara.

Hugo: Consegue segurar outro pau?

Julián: O que é isso? Não entendi.

Hugo: E se você aguentar que eu te leve mais um pouquinho?

Julián: Sim, quero.

Hugo já tinha o pau duro de novo, e quando estava apoiado na cabeceira da cama, pediu pro Julián subir em cima dele. Julián subiu abrindo as pernas, o tio colocou o pau no meio das suas nádegas e pediu pra ele sentar. Julián sentou e o pau do tio Hugo foi afundando.
corridaJulin descia lentamente, mas Hugo o segurou pela cintura, empurrando-o para baixo enquanto levantava um pouco os quadris, fazendo com que seu pau chegasse até o fundo daquele cu dilatado. Hugo pediu para Julin cavalgá-lo como um cavalo, e foi o que ele fez. O garoto começou a montar no pau do tio enquanto beijava seus mamilos, o que fez Julin sentir um prazer enorme. Hugo lambeu seus mamilos e beijou seu pescoço e orelhas. O prazer que o menino sentia era muito maior, já que não doía mais o cu — pelo contrário, pela posição que controlava, ele subia e descia no seu próprio ritmo. Mas os beijos e carícias do tio estavam provocando nele um prazer que não era normal para um garoto daquela idade.

Hugo o beijou na boca, metendo a língua e brincando com a línguinha de Julián. Hugo acariciou suas costas e desceu até suas pequenas nádegas, abrindo-as para que não ficasse nem um centímetro do seu pau para fora. Segurou Julián pelas costas e, sem tirar o pau, deitou-o, deixando o garoto de barriga para cima na cama e o tio por cima dele. Julián achou que era uma boa ideia beijar os mamilos do tio, já que tinha gostado tanto. Quando começou a chupar os mamilos peludos de Hugo, sentiu que não podia curtir mais e começou a foder com força.

Julián: Ahhhh! Ahhhh! Oh, cara, que gostoso que é!

O garoto começou a empurrar, mas não de dor — desta vez, empurrava de prazer. Ele entendeu o que Mati sentia e que o que lhe disseram era verdade: no início ia doer, mas depois ia gostar. Seu pau estava completamente duro e da ponta saiu uma baba transparente. Hugo sentiu que não aguentava mais e que ia gozar.

Hugo: Filho, quer experimentar minha porra na sua boquinha?

Julián: Sim, tio.
ceuHugo tirou o pau do Julián e levou direto à boca, Julián abriu bem e um jato de urina quente caiu direto na sua garganta, Julián engoliu tudo e não conseguiu abrir a boca de novo quando outro jato saiu do pau do seu tio, enchendo seu rosto, depois outro jato e mais outro, até sair a última gota. Julián não entendia o gosto, não parecia com nada que ele já tivesse provado antes, mas saber que era a porra do seu tio fez ele experimentar, achou agradável saber que aquele líquido saía do pau do seu tio.

Hugo caiu quase morto de lado e Julián deitou ao seu lado, não se mexeram, dormiram de cansaço.

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