Relato cuck: novo ministro e a fé de ter um filho 2

Relato cuck: novo ministro e a fé de ter um filho 2Benito Roldán não era homem de esperar. Desde aquele domingo em que os olhos de Kathia se marejaram diante da pergunta direta dele, o velho ministro sentiu que um anzol tinha se cravado na sua virilha e não pensava em soltar. Naquela mesma tarde, depois do culto, ficou rondando a secretaria da igreja, fingindo revisar os registros de fiéis enquanto perguntava com voz casual: — Irmão, onde mora a família de Israel e Kathia? Quero passar lá pra deixar um folheto de estudo bíblico pra casais. A secretária, uma senhora devota, sorriu com aprovação e deu o endereço sem hesitar. Benito anotou a rua e o número na sua agenda de couro gasta, sorrindo por dentro. “Boa menina. Sempre tão obedientes.” Naquela mesma semana, numa terça à tarde, Benito tocou a campainha da casa modesta, mas impecável. Israel abriu a porta, ajustando os óculos, com aquele sorriso educado e meio surpreso. — Pastor Benito… que honra! Entre, por favor. Benito entrou com a Bíblia debaixo do braço e um saco de papel com dois exemplares novos de “O caminho para a santidade matrimonial”. Sentou no sofá da sala, cruzando as pernas com elegância, enquanto Israel oferecia um café. — Irmão Israel, tenho orado por vocês — começou com aquela voz grave que parecia acariciar as palavras—. Sei que faz tempo que esperam um filho. E o Senhor colocou no meu coração convidar vocês pra um estudo bíblico particular na minha casa. Só casais que precisam de… orientação especial. Já vi milagres, irmão. Milagres de fé. Israel, com os olhos brilhando de devoção, concordou várias vezes. — Nós adoraríamos, pastor. Kathia e eu confiamos plenamente na palavra de Deus… e no senhor. Kathia apareceu então do corredor, com um vestido simples de algodão cinza que se ajustava na cintura e deixava ver o contorno daqueles peitos operados que pareciam desafiar a gravidade até debaixo de um pano modesto. Trazia o cabelo solto, ainda úmido do banho, e um leve cheiro de baunilha. flutuava ao redor dela. Ela baixou o olhar ao ver Benito, mas não conseguiu evitar que os mamilos se marcassem contra o tecido ao sentir aquele olhar pesado sobre ela. —Boa tarde, irmã —disse Benito, levantando-se devagar para beijar a mão dela como um cavalheiro de outra época. Os lábios dele roçaram de leve a pele macia e Kathia sentiu um arrepio que percorreu a coluna até se instalar entre as pernas. Naquela mesma noite, Benito já tinha o que precisava. Um contato tinha passado umas fotos antigas de Kathia: uma de fio dental preto e saltos altíssimos girando num poste, os peitos quicando sob as luzes de neon; outra posando num camarim com as pernas abertas e um sorriso de puta na cara. O velho se masturbou devagar olhando as imagens no celular, imaginando como aqueles mesmos peitos estariam agora, mais milf, mais pesados, mas igualmente falsos e perfeitos. “Puta redimida… mas puta até o fim”, murmurou enquanto gozava num lenço. Dias depois, Benito chamou Kathia sozinha na pequena capela lateral da igreja. Disse que era para “oração pessoal pela fertilidade dela”. Israel, confiante, deixou ela ir sem perguntar. Kathia chegou na hora, com uma blusa branca de botões que se esticava perigosamente sobre o decote e uma saia longa plissada azul-marinho. Ajoelhou-se no genuflexório de madeira, juntando as mãos em oração, a bunda redonda e carnuda se elevando sob o tecido enquanto apoiava os cotovelos. Benito ficou de pé na frente dela, Bíblia aberta nas mãos, lendo em voz alta o Salmo 127: “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. Mas os olhos dele não estavam nas letras. Desciam uma e outra vez para aqueles peitos que transbordavam contra os braços cruzados de Kathia, para o jeito que a blusa deixava entrever a renda do sutiã preto, para como a respiração acelerada dela fazia os mamilos endurecerem visivelmente. Depois descia mais: para o arco das costas dela, para a bunda proeminente que se marcava sob a saia, imaginando como aquela carne ia tremer se ele desse um tapa com a mão aberta. Kathia sentia o olhar dele como um toque físico. Tava inquieta, ansiosa. O velho deixava ela nervosa de um jeito que Israel nunca tinha conseguido. A voz grave dele, o cheiro de colônia cara e tabaco velho, o jeito que ele chamava ela de "minha filha" com um tom que soava como posse… tudo fazia ela apertar as coxas sem perceber. Um calor úmido começava a se formar entre as pernas dela, traiçoeiro, pecaminoso. —Irmã Kathia… —disse Benito fechando a Bíblia com um baque seco—. Eu sei de onde você vem. Ela levantou a vista de repente, os olhos bem abertos, o lábio inferior tremendo. —O que… o que o senhor quer dizer, pastor? Benito se abaixou um pouco, aproximando o rosto do dela. O hálito quente dele roçou a bochecha dela. —Eu sei que você dançava. Que servia bebidas em bares onde os homens pagavam pra te ver pelada. Kathia ficou vermelha até as orelhas. Tentou baixar o olhar, mas Benito colocou dois dedos debaixo do queixo dela e obrigou ela a olhar pra ele. —Não se envergonhe, filha. O Senhor perdoa. Mas o passado deixa marcas… e às vezes, essas marcas são úteis. Israel é um homem bom. Mas talvez… falte fogo nele. Fogo que você conhece bem. Kathia engoliu saliva. Os peitos dela subiam e desciam rápido. Sentiu a calcinha fio dental grudando nos lábios inchados. —Eu… eu sou uma esposa cristã agora —sussurrou, mas a voz saiu fraca, quase um pedido. Benito sorriu, aquele sorriso de raposa velha. —Eu sei. Por isso vou te ajudar. Kathia se afastou, surpresa e nervosa… o velho ministro tava brincando com a mente dela. Naquela mesma semana, num jantar na casa de Israel e Kathia, Benito apareceu de novo. Dessa vez trouxe uma garrafa de suco de uva "sem álcool, claro" e sentou à mesa com um ar paternal. —Irmão Israel, tenho orado muito por vocês —disse enquanto cortava um pedaço de pão—. E o Senhor me mostrou um caminho. Conheço um médico ginecologista, um irmão na fé, o doutor Valdez. Um homem de muita experiência. Já ajudou vários casais da nossa congregação a conceber. Tudo com oração, exame de fé… e exames médicos muito… detalhados. Israel, com os olhos brilhando, se inclinou pra frente. —Sério, pastor? O senhor acha que poderia nos ajudar? Benito olhou de relance pra Kathia. Ela estava com os olhos fixos no prato, as bochechas coradas, as mãos tremendo levemente sobre o guardanapo. —Claro que sim —respondeu Benito com calma—. Mas exige confiança total. O doutor Valdez e eu vamos levá-los a um lugar privado, discreto. Só oração, exame e a intervenção divina. Nada que vá contra a palavra. Kathia só teria que… se submeter ao exame. Como uma boa esposa submissa. Israel assentiu sem hesitar. —Confio no senhor, pastor. E no Senhor. Se for pela fé… Kathia e eu estamos prontos. Kathia ergueu o olhar por um instante. Seus olhos se encontraram com os de Benito. Ele sustentou o olhar, lento, deliberado, e ela sentiu o calor entre as pernas ficar insuportável. Baixou a vista de novo, mordendo o lábio inferior. Naquela noite, quando Israel dormiu depois da sua rotineira missão de dez minutos, Kathia ficou acordada no escuro. Levou uma mão à barriga lisa, depois desceu até roçar a renda molhada da calcinha fio-dental. Não se tocou. Ainda não. Mas fechou os olhos e, pela primeira vez, imaginou dois pares de mãos velhas e experientes sobre seu corpo: as de Benito, fortes e possessivas, e as do doutor Valdez, que ela ainda não conhecia, mas já sentia como uma ameaça. O plano do velho ministro avançava exatamente como ele havia planejado. Passo a passo. Sem pressa. Mas sem pausa. E Kathia, submissa, ansiosa, manipulável… já estava caindo.

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