Pescaria em família: versão da Ana

https://www.poringa.net/posts/relatos/6296246/De-pesca-en-familia-y-mi-novia.html


essa é a versão do oscarcito


Hoje deixo pra vocês a versão da Anita.


a sua novinha meiga e inocente




Espero que vocês curtam.


VALEU PELOS COMENTÁRIOS
POR ME LER
POR ME SEGUIR


E PELOS PONTOS












Eu sou a Ana, a namorada oficial do Oscarcito, é assim que todo mundo chama ele, porque ele é o mais parecido com um criança que todo mundo conhece. Mesmo não sendo uma mina voluptuosa, dou meus pulos pra conseguir um verdadeiro macho e me divertir, já que chamo ele de Oscarcito como se fosse um menino, não pela inocência dele, que também tem, mas principalmente pelo pauzinho pequeno dele, deve ter uns 12 centímetros no máximo. E como desde pequena minha mãe me ensinou a apreciar uns paus bons, é a única coisa que procuro num homem. Pra carinho, afeto e amor, já tenho o Oscarcito, jamais conseguiria viver sem ele, é o homem ideal que toda mina quer, só que na cama, ele quase sempre te deixa na vontade, mas isso compensa quando ele desce pro poço, meu homenzinho faz maravilhas com a língua. O Oscarcito fica muito motivado quando eu me visto sexy, mas também percebi que ele adora quando eu me visto como uma puta. No fim das contas, é um otário que fica excitado exibindo a namorada, e como ele adora ficar mostrando, eu deixo e incentivo ele a fazer isso. Sou muito boa em provocar paus, mesmo meus peitos sendo dois limõezinhos e minha bunda minúscula não passar da média. Hoje sou eu quem vai contar o que aconteceu naquele fim de semana quando quase forcei ele a me levar pra pescar com o nojento e dominador do pai dele, do tio, do primo e do amiguinho dele. Quatro machos só pra mim, o que mais uma puta como eu podia pedir? Embora soubesse que precisava tomar alguns cuidados, meu corno manso me deixou subir na caminhonete do tio dele, onde me sentei entre Javier e Jorge. Não vou dizer quem são eles, vocês já conhecem do que o Oscarcito comenta. Ele foi com o pai dele, e como um bom corno, estava me oferecendo pra que o primo e o amigo dele tivessem uma viagem bem quente, e olha se não tiveram. Os dois começaram a viagem perguntando sobre o Oscarcito enquanto esfregavam as pernas nas minhas cada vez com mais força.
 
Oscarzinho é um amor, ele me deixa louca, é o cara mais fofo que já conheci, mas só isso.
 
Javier, só isso? Não tô entendendo.
 
Jorge, seu palhaço, me parece que a Anita quer mais e o teu primo não tá dando conta, não é mesmo, amor?
 
O Jorge já tinha me envolvido com o braço dele e a perna dele não só me roçava, mas já estava colada no meu corpo.
 
Bom, pelo menos não do jeito que eu gosto, mas ele não tem culpa.
 
Javier, você deve gostar muito dele pra ficar com ele mesmo ele te deixando sempre na vontade.
 
Yolo, eu te amo de verdade, mas não sei mais o que fazer, ahh ahh, viu, é isso que tá faltando pra mim.
 
Javier enfiou a mão na minha buceta e Jorge massageava meus peitos, assim que falei isso os dois puxaram os paus pra fora. Que picas lindas que estavam me dando, não custou nada baixar minha cabeça, quase não resisti e sem dizer uma palavra me dediquei a dar uma mamada foda no Javier e depois alternei com o Jorge, no desconforto a gente custava a fazer outra coisa, José só olhava pelo retrovisor como o filho dele e o amigo me usavam até que os dois encheram minha boca com o leite deles, já estávamos quase chegando e eu só falei
 
Por favor, nem uma palavra disso pro Oscarcito, não sei o que fazer, coitadinho, não sei o que aconteceria se ele descobrisse.
 
Com vocês até dava pra dar um jeito, mas a gente ela nunca mais perdoaria, então fica tranquila, isso tudo é culpa dela. Vamos nos divertir e ele nunca vai saber de nada.
 
Descemos da caminhonete, limpei um pouco meu rosto, acho que o Carlos percebeu, mas o velho nojento não falou nada. Procurei o Oscarcito e dei um beijo nele, um beijo enorme, bem de língua. Pela reação dele, soube que tinha gostado daquele beijo com gosto de porra.
 
Senti sua falta, amor, senti muita falta sua o caminho inteiro.
 
Oscar fez alguma sacanagem com você?
 
Nomi, minha vida, seus primos são um amor, igualzinho ao seu tio.
 
Enquanto o Oscarcito montava as barracas e o pai dele junto com o tio preparavam a fogueira, eu fiquei com eles dois. Nós três estávamos muito excitados e, enquanto as mãos deles tomavam conta do meu corpo, eles me diziam
 
Javier, você beijou ele depois de engolir nosso gozo, nunca vi uma gostosa fazer isso.
 
Jorge é a puta mais gostosa que eu conheço, tá muito tesuda e precisa de uma boa pica, vamos catar uns gravetos pra fogueira.
 
Javier, melhor a gente ir pra caminhonete e descer o vinho.
 
Yalos tava do jeito que eu queria, não ia perder aquelas duas picas atrás da caminhonete. Chupei a rola do Javier enquanto Jorge abaixou meu shortinho e enfiou a pica em mim, finalmente tinha uma pica de verdade, abrindo minha buceta que Jorge não demorou pra encher. Depois foi a vez do Javier, pensei que com isso a tesão deles ia baixar, mas pensei errado.
 
Javier, você vai ser nossa putinha o fim de semana inteiro. Que delícia que você fode, Anita, como eu invejo meu primo.
 
Jorge, vamos, vamos levar o vinho pra ver se o corno percebe, e você se arruma e coloca o short direitinho.
 
Voltamos pra mesa e deixamos o vinho, o Javier serviu dois copos e levou pros velhos, ficou batendo papo com eles enquanto o Jorge falava comigo.
 
Jorgela, se esse arrombado não te der a pica no fim de semana, vai sobrar pra você. A gente cuida pra esse corno não descobrir, você vai se divertir pra caralho.
 
Acho que o Carlos já sacou tudo, e se ele contar?
 
Jorge Carlos morre de vontade de te partir ao meio, você sabe muito bem o que fazer pra manter ele calado.
 
Ai, mas aquele velho nojento, não, não quero que ele me toque.
 
Jorge, aquele velho nojento tem uma pica de cavalo e, se você realmente quer que ninguém fique sabendo, você sabe o que tem que fazer.
 
Como é que você sabe que o velho tem uma pica desse tamanho?
 
Jorge, porque a mulher do José uma vez me disse que não sabe o que fazer pra ele não pegar ela toda vez que se juntam com o José.
 
Igualcarlos é muito nojento.
 
JorgeMabel pensava igual, mas bem que dava pra veio.
 
Alfin a comida ficou pronta, eu sentada junto com meus dois novos machos e na frente do meu Oscarcito com os velhos, não conseguia evitar os roçados enquanto comíamos, me exibir na frente dele me deixava mais tesuda e o otário, em vez de ficar bravo, sorria e me olhava com malícia. Será que ele tinha percebido? Ou talvez gostasse do que eles faziam comigo. A partir daquele momento, já não me importava mais com nada, porque Oscar parecia bem contente. Terminamos de comer e ele foi com o pai e o tio pescar. Nem Javier nem Jorge esperaram nada e me levaram pra barraca deles.
 
Javier, fica de olho pra caso meu primo volte. Se acontecer algo, a gente fala que a Ana tá no banheiro e eu fui acompanhar ela.
 
Javierse ficou tomando vinho enquanto Javier e eu fodíamos igual coelho, foi assim que tive meu primeiro orgasmo, foi divino, a pica do Javier fazia maravilhas na minha buceta, me encheu de porra duas vezes e foi embora pra dar lugar ao Jorge, era impossível eu recusar, verdade seja dita, eu não queria mais, mas o que podia fazer? Jorge era mais gostoso que o Javier, me comia com mais força e isso me deu outro orgasmo, no fim das contas, dois orgasmos na mesma noite não era nada mal, já queria mais e tive mais, Jorge não pensava em parar de me comer, admirava o quanto sou puta e não se cansava de zoar o Oscar até me encher de novo, minha bucetinha estava transbordando de porra, quando o Javier foi embora, fiquei pensando no que seria de mim se o Oscarcito visse como o primo e o amigo dele me deixaram, talvez ele ficasse bravo e me largasse pra sempre ou talvez, como ele tinha curtido o apalpamento, ficasse muito feliz, isso era algo que eu não queria saber, agora só queria descansar, tinha passado muito tempo, fiquei meio dormindo até que a barraca abriu e o José entrou com os olhos injetados de sangue, pronto pra me fazer dele, me mostrou a pica, essa pica é maior que a dos garotos
 
José, agora é minha vez, sua puta. Vamos foder gostoso, sua vadia.
 
Não era a primeira vez que me tratavam como uma puta e eu sabia que aquilo me excitava, também que não podia fazer nada além de satisfazê-lo. O pau dele destruiu minha buceta. José me colocou em cima dele e deixou que eu mesma cavalgasse. Dava pra sentir a experiência dele de longe, me enlouquecia. Eu implorava pra ele me foder e não parar, até que ele me virou e me colocou de quatro. Não sei se foi pelo vinho ou o que, mas José não gozava nunca. Tava me matando de porrada de pica e eu tive outro orgasmo no exato momento em que José explodiu dentro de mim.
 
José, que puta gostosa você é, sério mesmo, o Oscar tem muita sorte.
 
Sorte é a minha, cadê ele agora? Espero que ninguém fale nada, por favor, que ele não descubra.
 
José, tenho certeza que o arrombado tá desconfiando de alguma coisa, mas também tenho certeza que ele não desconfia da gente. Com certeza ele deve pensar que a gente só te trata bem e mais nada.
 
Se ela pensa assim, tá toda certa. Por enquanto vocês me tratam super bem, só tenho medo do Carlos, ele sim pode me tratar muito mal.
 
José Carlos tá doido pra te atender, aproveita. Sei que ele é meio bruto e até nojento, mas é muito generoso. Agora vou com eles, tenho que manter as aparências. Por que você não vai pra sua barraca descansar? Eu cuido do Oscar.
 
Melhor eu ir com os caras tomar um drink e de quebra vou no banheiro, olha como me deixaram.
 
José, sim, vai no banheiro e se lava direitinho, não vá que o Oscar te veja assim.
 
José foi embora e eu saí da barraca, pedi pro Javier me acompanhar até o banheiro. Na volta, continuamos bebendo vinho e o Jorge bolou um baseado. Aproveitamos que os velhos não estavam e fumamos. Nem percebi como tava, chupuei as picas deles de novo, mas só isso, ninguém ali tava a fim de continuar transando. Quando fui pra barraca, já tava quase amanhecendo. Quando o Oscar chegou, os meninos já estavam dormindo. Eu fingi que tava dormindo e me deitei de bruços, só de tanguinha. A roupa eu tinha guardado na bolsa porque tava toda sujada e sabia que se o Oscar visse, ia sacar o que tinha rolado. Meu amor se pelou e deitou do meu lado, os carinhos dele foram a coisa mais fofa do mundo. Sabia que meu bebê não queria me acordar. Me senti tão cheia de amor que queria comer ele de beijos, mas só deixei ele fazer isso e assim a gente dormiu. A verdade é que com o Oscarcito eu tava muito feliz, isso tava só começando. No outro dia, quando acordei, vesti o biquíni. Tava calor e a real é que eu tava muito tarada, queria mais. Saí e todo mundo já me ofereceu café da manhã. Não dava pra negar que eu era a queridinha de todos e que isso deixava o Oscarcito muito feliz. A queridinha de todos, menos do Carlos, claro. Não que ele fosse agressivo, só que ele passava o tempo todo falando coisas de duplo sentido pra mim. A pira dele por mim já tava na cara de todo mundo, inclusive do Oscar, que tinha acabado de acordar. Ele tomou uns mates enquanto os velhos cozinhavam um peixe. Os meninos não largavam do meu lado. De repente, sentamos e almoçamos. Aí os meninos me chamaram pra ir rio abaixo entrar na água. Falei pro Oscar ir junto, mas ele disse que não, que tinha que ir com os velhos ver as varas de pescar. A verdade é que eles tavam pescando bem pra caralho e eu sabia que pescava melhor que todo mundo. Eles foram embora e eu tirei o short, fiquei só de biquíni. Assim fomos rio abaixo. O Jorge entrou na água, mas o Javier só queria ficar comigo. Jogou uma toalha na areia e me passou. protetor no corpo todo pra poder pegar um sol, era isso que eu queria fazer, mas o Javier começou a brincar comigo
 
Nojavi, aqui não, podem nos ver.
 
Javier, a praia é só nossa. Já comeu alguém na areia alguma vez?
 
Ahhhh ahhhhh, não, nuncaaa ahhhh ahhh que filho da puta que você é, imagina se o Oscar nos visse ahhh ahhhh ahhh mete agoraaa ahhhh ahhhh me fodeee me fode forteee ahhhh ahhhh ahhh
 
Javier tava me dando uma foda maravilhosa à beira do rio, nunca tinha feito assim e amei, ainda mais por não ser com o Oscarcito. Gozei duas vezes e queria continuar gozando. A gente riu de nós mesmos e do corno do meu namorado, já não me incomodava que zoassem o Oscarcito, pelo contrário, eu curtia e ficava mais tesuda quando faziam isso. Mais ainda, até sonhava que ele estivesse ali pra ver as coisas que faziam com a namoradinha dele. A gente transou de novo, a pica do Javier era perfeita pra isso. Terminamos exaustos deitados na areia, e eu buscando meu terceiro orgasmo. Aí o Jorge falou pro Javier ir buscar algo pra beber. Assim que ficamos sozinhos, eu soube que era a vez dele. O Jorge me meteu dentro d'água.
 
Ei, não, não sei nadar.
 
Jorge tranquilo, eu vou te ensinar
 
Yvaya me mostrou, foi a primeira vez que fui comida debaixo d'água, amei, ele me comia e me ensinava a flutuar, me comia de novo e me ensinava a bater as pernas, passaram algumas horas e eu já sabia nadar além de aproveitar a pica do Jorge, finalmente saímos da água quando o Javier chegou com um vinho, a gente começou a beber e o Jorge tirou outro baseado, depois de um bom tempo, a gente terminou o vinho e fomos pras barracas, lá encontramos todo mundo e foi estranho, o velho já não enchia tanto o saco e o Oscar, além de estar bêbado, parecia muito contente, comemos os peixes e continuamos bebendo, depois de um tempo percebi que o Oscarcito não estava mais, ele tinha ido com o Jorge ver as porras das varas de pescar, nisso, com o tio e o velho, eu estava me divertindo pra caralho, foi então que o Carlos me disse que tinha uma surpresa pra mim, verdade seja dita, eu não entendia nada, estava bem chapada e também bêbada, de repente vi o Sócrates, de tanto beber vinho, desmaiar em cima da toalha, entre o Javier e o Jorge, levaram ele pra barraca, aí ficamos sozinhos sem meu namorado, parecia que eles tinham carta branca pra fazer o que quisessem comigo, mas eu nem percebia o que estava rolando, deixava eles me acariciarem, brincarem com meu corpo até que senti uma rola entrar na minha buceta, naquela altura eu não sabia quem estava me comendo, quando reagi, me encontrei banhada em porra, com meu corpo tremendo, totalmente nua, foi assim que me levaram pra barraca e me deitaram com cuidado ao lado do Oscarcito, o corno nem tinha percebido o que tinha acontecido, no domingo acordei de ressaca e meio dolorida, vesti a primeira coisa que encontrei e saí da barraca, o José estava cozinhando e como não tinha mais nada pra beber, pedi ao Oscar pra ir comprar, e como eu sabia que se me deixasse sozinha com os caras iam me foder de novo, mandei ele junto com eles e eu aproveitei pra ir tomar banho, o velho nojento se ofereceu pra me acompanhar, pensei que conseguia dominar ele, mas não foi assim, no banheiro o velho pulou em cima de mim, o filho da puta sabia como esquentar uma puta como eu e não era brincadeira, se eu tinha uma pica de cavalo, sem que eu pudesse fazer nada, embora na verdade nem resisti, o velho partiu minha buceta no meio, três picaços foram suficientes pra me fazer torcer igual uma gata, doía pra caralho mas eu implorava pra ele não tirar, dois orgasmos acabaram de me exaurir, pensei que tudo tinha acabado, minha buceta ardia como nunca e então o velho me virou e me disse
 
Velho, agora sua puta, vou arrebentar essa buceta que você tanto gosta de ficar mostrando.
 
Não, pelo amor de Deus, pelo cu, esse pau não cabe em mim, vai me arrebentar
 
Velho, é isso que eu quero, puta. Você vai conhecer um homem de verdade agora.
 
Não, eu imploro, nem pro seu filho eu dei, não seja tão perverso, aiii aiii, tira, filho da puta, não aguentoooo, você tá me matandooo, aiii aiii aiii
 
No sexto pauzada já comecei a gozar, sentia como aquela pica enorme me destruía o cu e, mesmo doendo até me fazer choramingar, comecei a desejar que ele não parasse de foder meu cu. Sentia como ele me partia o cu e me perguntava se depois disso eu ia conseguir andar, até que finalmente ele encheu meu cu de porra e me jogou no chuveiro.
 
Velho, agora toma banho, sua puta. Não quero que o babaca perceba. A partir de agora, essa bunda é minha.
 
Olhei com ódio pra ela e falei
Claro que ela vai ficar sabendo, vou contar tudo o que você fez comigo e aí a gente vê o que vai rolar.
 
Véi, sua puta, nem precisa, será que ele não te falou? Já comprei a casa pra vocês dois morarem juntos, tava com tanta vontade de te comer que tinha que extravasar.
 
Então nunca mais, entendeu? Pelo menos comigo, a partir de agora você vai me respeitar, ficou claro? De agora em diante, sou a mulher do seu filho.
 
Velhote, meu amor, eu sei e você vai me ter sempre que precisar, a partir de agora você é minha protegida. Vem, me dá um abraço, não quero você como inimiga.
 
Tá bem, sogrinho, do mesmo jeito, se você não tivesse sido tão bruto, a gente teria se divertido pra caralho e até podia repetir, mas olha como você me deixou, mal consigo andar.
 
Vambora, véio, já devem estar chegando. Deita aí pra se recuperar.
 
Lehice, casei e quando acordei só comi alguma coisa. Tava tão quebrada que mal consegui subir na caminhonete. Cheguei em casa e minha velha me perguntou como é que tinha sido.
 
Haymami, cê acha que eu me diverti com quatro paus só pra mim? Agora mal consigo sentar.
 
Velha, que sorte que você tem uma filhinha, tomara que eu pudesse aproveitar assim também.


2 comentários - Pescaria em família: versão da Ana

Linda anita...seguro la mamá se va unir....
todo a espalda del pobre oscarcito