Mi madre me cuida/Cap1

Mi madre me cuida/Cap1CAPÍTULO 1

Quando tudo isso aconteceu... eu era um adolescente tarado com pouca experiência, que naquela época estava saindo com uma garota que estudava comigo no ensino médio. Ela era de uma cidadezinha no interior do país, e como as férias começaram, ela tinha que voltar para casa com a família. Como era a festa da cidade dela, ela me convidou para passar o fim de semana lá. E embora ela tenha mencionado que na casa da família não tinha muito espaço para eu ficar, disse que havia um hotel e várias pensões onde eu poderia me hospedar.

Claro que eu topei na hora, adorava a ideia de ficar sozinho com minha namorada e finalmente transar com ela, já que até então só tínhamos trocado beijos e uns amassos. Na minha cabeça, já me via pegando ela nos brinquedos do parque e depois no hotel, comendo ela de todos os jeitos. Mas tudo que eu imaginava foi por água abaixo quando minha mãe me negou permissão. Ela não achava certo eu ir sozinho para um lugar estranho, e também não era adequado que eu e minha namorada ficássemos sozinhos por dois dias, sem ninguém para vigiar e servir de respeito. "NÃO SE DEVEM FAZER COISAS BOAS QUE PAREÇAM RUINS", minha mãe dizia.

Aliás, eu e minha mãe morávamos sozinhos desde que meu pai nos abandonou para ir viver com uma garota mais nova. Nunca mais o vi, já fazia uns 7 anos.

Depois do abandono do meu pai, minha mãe se dedicou de corpo e alma ao trabalho (ela era gerente de uma empresa automotiva). Não sei se ficou muito decepcionada por causa do fracasso do casamento, mas nunca mais teve outro homem, nem na vida, muito menos na cama. E não era que ela não chamasse a atenção dos caras; ela simplesmente tinha se fechado para outro relacionamento por medo de levar outro golpe como o que sofreu no casamento.

Minha mãe se chama Juana, e é uma gostosa de 42 anos. Ela tem um rosto lindo, com... Sorriso encantador, cabelo longo e cacheado que geralmente prende num rabo de cavalo na parte de trás. Tem um pescoço longo e elegante; cintura fina com uns peitões enormes; uns quadris bem largos; com umas pernas que pareciam as das mulheres dos mangás eróticos japoneses e, pra completar, seu melhor atributo, a bunda, tem umas nádegas grandes mas bem empinadas que deixariam qualquer um maluco.

Até aquele momento, nunca tinha olhado pra ela com desejo, eu tava bem satisfeito com os amassos e beijos que trocava com minha namorada e, claro, com minha punheta noturna que me ajudava a aliviar o tesão. Mas por causa das provas finais, tava há três semanas sem me masturbar e, mesmo tendo tempo pra isso, preferia não me tocar, esperando o fim de semana pra ver se rolava o milagre e eu pudesse ir com minha namorada e meter nela como já tava morrendo de vontade.

Mas voltando ao que tava vivendo naquele momento, eu tava puto da vida, gritava e explicava pra minha mãe que não precisava de babá, que ela tava me tratando como donzela do século passado cuidando da virtude. Mas nada, todos os argumentos que eu dava eram inúteis e as explicações dela só me deixavam com mais raiva e mais ódio.

— Eu não posso ir por causa do trabalho e você não pode ir sozinho, mocinho... — minha mãe falava bem firme.

Resumindo, se não tivesse alguém adulto pra me acompanhar, eu não iria, e não me vinha à cabeça ninguém da família que pudesse me fazer esse favor, já que todo mundo tava ocupado ou não tava a fim de me acompanhar até um povoado na serra e passar o fim de semana de babá.

Praticamente a decisão já tava tomada, mas como minha mãe tinha visto minha puta vontade de ir nesse passeio (embora ela não soubesse que minha vontade era na verdade de transar), ela fez um esforço e pediu uma licença especial no trabalho pra poder me acompanhar.

Quando ela me contou, não sabia se tava feliz pela Nota, igual de puta raiva que cuando não podia ir, porque sentia que ia fazer um papel ridículo enorme. Ia feito um otário acompanhado pela mamãe visitar a namorada, e além disso, indo com a minha mãe, minhas chances de comer minha namorada eram quase nulas, porque conhecendo ela, não ia nos dar nenhum respiro. Outra coisa que me incomodava era saber como ela gostava de se vestir, seja com saias super curtas, tops apertados ou calças bem justas.

E mesmo sem transar há vários anos, parecia que ela adorava provocar os homens e deixar eles muito excitados exibindo seu corpo lindo e, principalmente, suas nádegas impressionantes. Isso já tinha me causado muitos problemas, seja vendo meus colegas do colégio que devoravam ela com os olhos, ou com os homens que a gente encontrava na rua, aguentando cantadas muito safadas enquanto mamãe só sorria com um jeito provocante.

Colocando na balança os prós e contras, e pensando muito bem, acabei aceitando ir com ela nessa viagem tão desejada, afinal, se não ia transar, pelo menos me servia como distração.

E assim, o dia que eu tinha planejado partir para a cidade da minha namorada chegou. Minha mãe, como sempre, saiu vestida de forma espetacular, com uma blusa justa e uma calça apertada que destacava muito suas nádegas enormes e poderosas. Como já falei, eu estava acostumado a vê-la vestida assim, mas naquele dia não sei o que deu em mim que, ao vê-la de perfil, meu pau de 18 centímetros ficou duro feito pedra. Ver aquela mulher elegante e gostosa de 1,74 de altura de perfil me fez pensar que era a diva mais linda do mundo e me deixou com um tesão danado.

— Mas o que você está fazendo?... Tô falando pra você entrar no carro… — disse minha mãe, sem perceber o que tinha provocado em mim.

Feito um raio, entrei no carro pra não deixar transparecer o quanto eu tava duro, enquanto mamãe também entrava e arrancava em direção à serra, sem imaginar nem um pouco o tesão que eu tava, nem no que eu estava pensando naqueles momentos. —CARALHO, COMO MINHA MÃE É GOSTOSA…QUE BUNDA…MAS QUE PORRA TÔ PENSANDO? É MINHA MÃE, NÃO POSSO FICAR DE PAU DURO COM A BUNDA DELA…MAS QUE BUNDA…NÃO…NÃO…NÃO…TÔ ASSIM PORQUE NÃO TOQUEI UMA PUNHETA NESSAS TRÊS SEMANAS…A CULPA É DESSES MALDITOS EXAMES FINAIS…VOU ME ACALMAR DE NOITE QUANDO EU BATUMA…MAS QUE BUNDA…QUE BUNDA, EU PENSANDO.

E além desse conflito emocional, também sentia uma certa vergonha de que a família da minha namorada, ao ver que eu trouxe minha mãe como acompanhante ou babá, fosse zoar de mim ou pensar que eu era um filhinho da mamãe. Se já vivia com o complexo de parecer mais novo do que sou, por ser muito magro e um pouco baixinho.

Minha mãe, ao ver que eu não falava durante o trajeto e pensando que eu estava irritado, comentou:

—Não fica assim, filho, que mesmo você não ficando sozinho, te prometo que vai se divertir nesses dois dias…

—Eu… bom, não tô irritado com você, mãe, pelo contrário, sou grato por você ter pedido essa licença pra me acompanhar… se não tivesse vindo, sei que não teria conseguido vir… mas eu pensei que teria mais privacidade com a Patrícia (esse era o nome da minha namorada)… não que a gente fosse fazer algo errado… mas…

—Mas nada, menino… — me interrompeu minha mãe.

—Não era certo você ficar sozinho com essa menina… e se engravidar ela? Você é muito novinho e não deve ter essas tentações… e pra isso eu vim… pra ter respeito… embora não se preocupe, filho lindo, vou fazer vista grossa pra que pelo menos um desses dias você vá dançar com sua namorada…

E depois de me dizer isso, minha incrível e gostosa mãe me deu um sorrisão e um olhar como se estivesse falando com um moleque idiota de 5 anos. Eu sorri de volta por puro compromisso, mas por dentro tava puto e excitado. Não gostava que ela sempre me visse como um garotinho bobo e virgem, mas como eu tava muito tarado e pensando todo tipo de putaria, também me acendia imaginar a cara que ela faria. se esse moleque idiota metesse o pau dele entre as suas rabudas.

Quando finalmente chegamos ao nosso destino, já eram umas 8 da noite e, por não saber exatamente onde ficava aquele povoado, praticamente perdemos um dos dois dias que íamos passar lá, já que voltaríamos no domingo de manhã.

Ao entrar no tal povoado, percebemos que a festa estava bem animada e tinha muita gente nas ruas, embora isso tenha facilitado encontrar a casa da minha namorada, já que, ao perguntar para as pessoas que encontrávamos no caminho, quase todo mundo conhecia a família dela.

Quando encontramos a casa da Patrícia, entramos e rolaram as apresentações necessárias. A família da minha namorada nos recebeu superbem, mas notei uma coisa que me incomodou um pouco: os parentes homens da minha namorada não conseguiam parar de olhar disfarçadamente para a bunda da minha mãe ou para os peitões dela. E é que ela estava uma gostosa, com aquela blusa apertada, e quando se olhava para a bunda dela, era maravilhoso ver aquelas nádegas empinadas cobertas por uma calça justa de tecido preto. Também notei que minha mãe exagerava ao reboltar o cu ou, com qualquer desculpa, se inclinava e mostrava os peitos. DÁ PRA VER QUE A MÃE TÁ NO CALOR... MMM... JÁ SEI DE OUTRA QUE VAI SE MASTURBAR DE NOITE..., pensei enquanto continuava vendo como eles devoravam minha mãe com os olhos.

Mas, tirando esse detalhe, o clima durante o jantar foi muito bom, entre brincadeiras e histórias, até que percebemos que já estava um pouco tarde, perto das 11 da noite. Então, o pai da minha namorada e ela nos acompanharam para procurar onde ficar, e claro, minha namorada também foi junto.

Fomos ao hotel do povoado e também a oito pensões, e nada, não encontramos um único lugar vago. Parece que a quantidade de gente que apareceu este ano na festa do povoado foi muito maior do que o esperado, por isso não achávamos nenhum quarto livre.

Já estávamos desesperados e muito cansados. Quando passamos ao lado de uma casinha que tinha na janela um cartaz colado dizendo: ALUGA-SE QUARTO.

Rapidamente batemos nessa casa, embora sem muitas esperanças, já que em várias casas tínhamos visto cartazes como esse nas janelas e, ao perguntar, os quartos já estavam ocupados.

A senhora que nos abriu a porta, que por sinal era a dona, era uma senhora de uns 67 anos, gordinha, de óculos, com uma voz muito doce, tanto que parecia aquelas avozinhas dos contos de fada.

A dona Rosa (assim se chamava a dona da casa) nos atendeu maravilhosamente bem, quase como se nos conhecesse há anos e, surpreendentemente, o quarto que ela alugava estava livre, e isso nos surpreendeu muito, já que a casa da dona Rosa ficava no centro da cidade, mas ao entrar no quarto entendemos por que ele não tinha sido ocupado.

O quarto era muito pequeno, com uma janela enorme e, como móveis, só tinha uma cadeira e uma caminha minúscula com um colchão bem vagabundo que, quando a gente deitava, afundava pro meio da cama. A janela enorme estava sem cortinas, dona Rosa nos disse que estavam sujas e que no dia seguinte já estariam prontas, mas que não tinha problema nenhum se alguém nos visse, já que a janela dava pra um terreno baldio. E bom, como não tinha outra opção e sem muita vontade de continuar procurando, ficamos nessa pensão.

Já instalados e como já era muito tarde, minha namorada e o pai dela se despediram de nós, não sem antes combinarmos de nos ver pela manhã pra conhecer a cidade.

Já sozinhos, a dona Rosa nos ofereceu um café, que aceitamos de bom grado, então decidimos tomar esse cafezinho pra descansar um pouco, pensando em descer nossas malas mais tarde. Tínhamos passado um tempão procurando um quarto e estávamos meio cansados, mas depois de um tempo já estávamos bem mais relaxados e conversando animadamente com dona Rosa, que era uma senhora muito boa de papo. Descontraída e muito espirituosa, meio safada e boca suja, mas do jeito que falava as coisas, mais do que incomodar ou irritar, causava muita graça.

E quando a conversa estava mais gostosa, minha mãe se levantou e foi até o fogãozinho para pegar mais café, mas nisso o tesão me dominou, não consegui evitar, e dei uma olhada bem safada e demorada na bunda dela, porque com aquela calça de tecido super colada, ela estava com o rabo empinado e espetacular.

Minha mãe, de costas para nós, não percebia nada e continuava falando enquanto se servia. Nisso virei a cabeça e cruzei o olhar com dona Rosa, que me deu um sorriso debochado e balançou a cabeça, me fazendo entender que tinha percebido como eu olhava pra minha mãe.

Na hora fiquei vermelho que nem tomate e fiquei muito nervoso: "ELA VIU... DONA ROSA VIU COMO EU OLHAVA PRA BUNDA DELA, QUE VERGONHA"... , eu pensava.

Com a cara toda vermelha e morrendo de vergonha, me levantei e avisei que ia pegar nossas malas, que estavam no carro, mas antes fui ao banheiro, que ficava no quarto onde íamos ficar. Mas como a casinha era muito pequena, dava pra ouvir claramente a conversa entre minha mãe e a dona Rosa.

— E esse jovem aí, o que é da senhora, dona Juanita?... , perguntou dona Rosa.

— É meu filho, dona Rosa, mas como ele veio ver a namorada, eu vim também como sinal de respeito.

— Sim, dona Juanita, eles são muito novinhos, e sozinhos não vá que façam safadezas... jijijijiji...

— A senhora tem razão, dona Rosa, os dois são muito pequenos e não estão prontos pra fazer certas coisas, meu filho, do jeito que o senhor vê ele grande, ainda é um jovenzinho muito inocente e sem malícia...

— Sim, dona Juanita, e parece que ele respeita muito a senhora...

— Justamente por isso eu vim, porque ele me respeita muito... e assim, com um adulto como eu por perto, evito que ele pense em obscenidades e em coisas que ele ainda não deve pensar... --hahahahahahahahahahahahahahahaha…, ecoaram as gargalhadas fortes de dona Rosa

--mas do que a senhora tá rindo, dona Rosa?...

--De nada, dona Juanita… jejeje… lembrei de um caso que tive com outros hóspedes que ficaram aqui faz um tempo… jijijiji…

“PUTA QUE PARIU, DONA ROSA”… “RESPEITA ELA PRA CARALHO”… TÁ ZOANDO DA GENTE, JÁ VIU QUE EU TÔ OLHANDO PRA BUNDA DA MAMÃE.., pensava eu.

Aí saí do banheiro e de casa, mas quando fiz isso levei um susto do caralho, nosso carro tava com as portas da frente abertas e era óbvio que tinham roubado a gente. Na hora chamei minha mãe e a dona Rosa, que saíram meio assustadas com os gritos que eu dei.

--Mas o que foi?... Por que meu carro tá aberto?..., perguntava minha mãe.

--O que mais pode ser, mãe… fomos roubados…, respondi.

--É, isso acontece muito por essas datas… vem gente de todo canto, a grande maioria é gente boa, mas também vem uns vagabundos, e se a gente não tranca as casas ou os carros, acontece essas coisas…, respondeu dona Rosa.

--Mas que absurdo, tudo isso por causa do maldito costume, lá no meu bairro nunca tranco o carro… todo mundo se conhece e nunca acontece essas coisas…, explicou minha mãe.

--Pois é, mãe, mas já viu o que dá por ser confiante… bom, agora chorar não adianta, melhor é ver o que deixaram pra gente…, respondi, e depois entrei no carro e comecei a revistar.

Com muita raiva e putos pra caralho, percebemos que os ladrões tinham levado o som do carro e todas as nossas coisas, incluindo toda a roupa, só deixaram 2 toalhas, que parecia que, na pressa, caíram no chão do carro, então a gente só tinha as malditas toalhas e a roupa do corpo, além de já ser tarde pra caralho, nenhuma loja de roupa tava aberta, então teríamos que dormir com a roupa que a gente tava vestindo.

Aí minha mãe perguntou se tinha alguma farmácia que abrisse 24 horas por dia pra gente ir comprar umas escovas de dente e um creme dental, e dona Rosa já foi logo falando que ficava a duas quadras da casa.

Então, depois de fechar o carro e pegar a chave da casa com dona Rosa, minha mãe voluptuosa me pegou pela mão e, sem soltar, fomos procurar a farmácia. Fomos a pé, já que falaram que era perto, e ela dizia que era melhor não gastar gasolina.

PORRA... MAIS UMA NOITE SEM FAZER MINHA PU... E TÔ QUEIMANDO DE TESÃO... A ÚNICA COISA BOA É QUE LOGO VAMOS DESCANSAR..., pensava eu sem soltar a mão da minha mãe.

Mas parece que dona Rosa não tinha feito as contas direito, porque a farmácia ficava quase na saída da cidade, então a caminhada foi bem longa. Mas minha mãe dizia:

— Já que caminhamos tanto, agora vamos até a farmácia porque se a gente voltar, a caminhada e o cansaço vão ter sido à toa...

Quando finalmente chegamos, compramos um par de escovas de dente, um creme dental e quatro rolos de papel higiênico, que colocaram numa sacola plástica bem grande. E depois dessas "grandes compras", pegamos o caminho de volta pra casa de dona Rosa, sabendo que ainda tinha uma longa caminhada pela frente.

— Bom, filho, pelo menos conseguimos o creme dental e as escovas... — falou minha mãe com uma voz bem meiga.

— Sim, mãe... e o papel higiênico...

— Sim, meu filho lindo, temos isso e as duas toalhas que nos deixaram... e claro, a roupa que estamos vestindo... agora vamos ter que dormir com roupa de sair... bom, pelo menos a gente toma banho antes de deitar, lembra que a cama é bem pequena e vamos dormir bem juntinhos, então o banho é essencial, senão a gente vai feder a bode... — comentou minha mãe.

— Bom, mãe, se você quiser, eu fico no chão... já que não demora pra amanhecer... — falei pra não incomodar ela, além de saber que à noite... Sempre ficava de pau duro e morria de medo que ela percebesse.

—De jeito nenhum, filho… além disso, amanhã também temos que ficar na casa da dona Rosa… não acho que amanhã, sábado, a gente encontre outro lugar vago pra se hospedar… e não tem como você dormir no chão de novo…

—Mas mãe… eu… não quero… que você fique desconfortável… eu…

—Mas nada… já te falei, vamos ficar os dois naquela caminha… não vamos poder dormir com nossas roupas de dormir por causa daqueles malditos ladrões… mas tudo bem… vamos dormir com a roupa que a gente tá usando, e mesmo que não tivéssemos… não tem nada de errado em meu filho dormir de novo com a mãe, como quando era pequenininho… você não quer que a mamãe te embale hoje?... hoje vou embalar meu bebê… que tal, filho lindo?... e ao me dizer isso, pegou meu queixo com os dedinhos e sorriu pra mim de um jeito que achei extremamente sexy.

Eu sentia que pra ela eu ainda era o bebê que ela carregava há muitos anos, sem imaginar que essa atitude dela me dava uma vontade imensa de comer ela. E claro, ao sorrir daquele jeito, meu pau ficou duríssimo. Fiz de tudo pra esconder minha virilha pra ela não notar, além de sorrir timidamente, ficando muito vermelho.

—MÃE TÁ MUITO ESTRANHA… ELA É BOA, MAS NUNCA FALA COMIGO COM TANTA TERNURA… SERÁ QUE FALAR ASSIM ME DEIXA ELA EXCITADA?... AQUELE OLHAR QUE ELA ME DEU É IGUAL AO DE UMA PUTA QUE QUER GUERRA… NÃO, MAS QUE MERDA EU TÔ PENSANDO, CARALHO, DEVE SER PORQUE NÃO CONSEGUI BATERR UMA…, pensava essas putarias sem abrir a boca até que a voz da Juanita me tirou desses pensamentos.

—Mas como você ficou vermelho, filho… você é muito fofo e muito tímido, mas comigo devia ter mais confiança… me abraça, filho… jijiji. Me abraça com mais confiança… sim?... e depois de me dizer isso, deu um beijo estalado bem perto dos meus lábios e se adiantou um pouco, rebolando a bunda de um jeito muito sensual.

—Sim, mãe… prometo que… vou… A segurar… mas confiança…, respondi com voz trêmula e com o pau bem duro. Coisa que acho que não passou despercebida por ela, mas ela não disse nada, simplesmente continuamos a caminhada em silêncio.

— Passamos uma quadra caminhando em total silêncio, quando de repente começou a chover, primeiro era uma garoa insignificante, para depois vir uma tempestade fortíssima. Tanto minha mãe quanto eu tentamos nos abrigar em alguma casa, mas era tanta água caindo que em qualquer lugar que procurávamos nos cobrir não conseguíamos evitar de nos molhar, depois tentamos correr, mas no final percebemos que faltava muito para chegar na casa da dona Rosa, então, resignados, caminhamos na chuva fortíssima. Eu só enfiava entre minhas roupas a sacola onde levava o que tínhamos comprado.

Quando finalmente chegamos na pensão, estávamos totalmente encharcados e escorrendo água, embora o bom foi que dona Rosa já estava dormindo no quarto dela e não pôde ver o estado em que chegamos, não queríamos ou pelo menos eu não queria que a senhora tirasse sarro da gente.

Com muito cuidado para não fazer muito barulho, entramos na casa e fomos para o nosso quarto, deixando tudo muito molhado por onde passávamos, e então minha mãe me deu uma toalha e disse:

— Rápido, filho, entra no banho… Dona Rosa ligou o aquecedor quando a gente saiu, a água já deve estar quente… se apressa, filho, não vai ficar doente…..

CONTINUABLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.


JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS APAGARAM OS CAPÍTULOS DE AMAMENTAÇÃO E SCORT.



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