A TARDE SEGUIA SEU CURSO ENQUANTO EDUARDO E MIRANDA ASSISTIAM UM FILME COM OS FILHOS. LHE VEIO UMA IDEIA.
Miranda e Eduardo estavam sentados no sofá da sala, com os moleques largados no chão na frente da TV vendo um filme da Disney que já tava na metade. A luz fraca da tela iluminava as carinhas inocentes deles, rindo com as músicas e os personagens. Tudo parecia normal, familiar, perfeito.
Mas debaixo da manta que dividiam, a mão de Miranda descansava na coxa de Eduardo, subindo devagar até roçar a gaiola de castidade que ele usava desde a manhã. A lembrança do Paco e a proposta dos três amigos pobres ainda flutuava entre eles como um segredo quente e perigoso. Miranda sentia a buceta pulsando ainda, encharcada só de falar sobre isso, de imaginar.
Ela se inclinou pro ouvido do Eduardo, falando num sussurro quase imperceptível por cima da música do filme.
—corno manso… —murmurou, a voz rouca e trêmula—. Toda essa conversa me deixou molhada demais… preciso que você me coma agora. Vamos subir pro quarto… rápido.
Eduardo sentiu a rola se apertar inutilmente contra a gaiola, o coração acelerando.
Miranda levantou a voz só o suficiente pra os moleques ouvirem, num tom casual de mãe:
—Gurias, papai e mamãe vão descansar um pouquinho lá em cima… tô meio cansados do abrigo. Não subam, hein? Queremos ficar na paz. Se precisar de algo, é só ligar pro telefone da mesinha.
As crianças assentiram sem tirar os olhos da tela, murmurando um “sim, mamãe” distraído.
Miranda pegou na mão do Eduardo e levantou ele do sofá na maciota. Subiram as escadas devagar, segurando a respiração pra não fazer barulho, mas assim que fecharam a porta do quarto e trancaram, a tensão explodiu.
Miranda empurrou ele contra a porta fechada e beijou ele com fome, enfiando a língua até o fundo enquanto puxava a calça dele de uma vez. A gaiolinha ficou exposta, o pintinho pequeno apertado e tentando endurecer sem sucesso.
—Tira ela... —sussurrou ela, ofegante—. Quero que você me penetre... quero sentir você dentro de mim, nem que seja por um tempinho.
Eduardo tirou a roupa com as mãos trêmulas. Miranda se despiu rápido, ficando de quatro na cama de casal, a bunda grande e carnuda levantada, a buceta inchada e molhada brilhando sob a luz fraca do abajur.
—Vem… enfia em mim… —gemeu, abrindo a bunda com as mãos—. Quero teu pauzinho pequeno dentro depois de falar do Paco e dos amigos dele…
Eduardo subiu por trás, a pica roçando a entrada quente e molhada dela. Empurrou… mas nada. O pau ficou mole, frouxo, incapaz de entrar. Tentou se esfregar, apertar, se concentrar… mas continuava sem subir.
—Ai… não… não consigo… —murmurou envergonhado, com a cara vermelha.
Miranda se virou um pouco, olhando pra ele com um sorriso dominador, mas cheio de amor.
—Calma, meu maridinho cuck… —sussurrou, beijando os lábios dele—. Você já tá ficando cada vez mais passivo… tão cuck que nem sobe mais pra me foder. Tudo bem, amor… você nasceu pra ser penetrado, não pra penetrar. Mamãe vai arrebentar seu cuzinho agora… do jeito que você gosta.
Ela se levantou da cama, foi até a gaveta secreta e tirou algo novo: um arnês preto maior que o anterior, com um consolo monstruoso de 28 cm, grosso, cheio de veias, com base larga e glande inchada. Ajustou ele em volta dos quadris com movimentos rápidos, o brinquedo apontando pra frente como uma ameaça deliciosa.
Eduardo ficou olhando, os olhos arregalados.
—28 cm…? —gaguejou, metade assustado, metade excitado—. É… enorme…
Miranda sorriu com malícia, passando lubrificante no consolo com a mão.
—Sim, meu amor… maior que o Norberto… quero que você sinta o que é ser aberto de verdade… enquanto penso em como o Paco e os amigos mendigos sujos dele vão te arrebentar um dia. Fica de quatro… abre essa buceta pra mamãe.
Eduardo obedeceu tremendo, ficou de quatro na cama, com a bunda levantada, ainda sensível das sessões anteriores. Miranda se posicionou atrás, afastou as nádegas dele e encostou a glande enorme no cu dele.
—Eu te amo… te amo tanto… —ela sussurrou, começando a empurrar devagar—. Te amo por não conseguir parar ela… por ser meu cuck passivo perfeito… te amo enquanto te arrebento com essa pica de 28 cm… te amo por ser meu.

Miranda se ajeitou atrás do Eduardo, o arnês bem apertado em volta das suas curvas. O consolo novo de 28 cm, grosso e cheio de veias, brilhava com o lubrificante. Ela encostou ele no cu já aberto e sensível do marido e começou a empurrar bem devagar, centímetro por centímetro, enquanto falava com aquela voz suave, maternal e dominante que ele tanto amava.
—Shhh… calma, meu bebê… mamãe está aqui —sussurrou com ternura, acariciando suas costas enquanto a cabeça do consolo entrava devagar—. Respira fundo… deixa a mamãe te abrir devagarinho… assim, minha maricona cuck passiva… isso… sente como ele te preenche.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo quando a metade do consolo já estava dentro. Miranda se inclinou sobre as costas dele, beijando sua nuca com carinho enquanto continuava empurrando com paciência.
—Ai, meu amor… olha como entra fácil agora —disse ela com voz doce, quase como se estivesse consolando uma criança—. Que maricas cuck passivo você está se tornando… tão submisso, tão obediente… já nem sobe mais pra me foder, né? Sua piroquinha pequena sabe que o lugar dela é ficar trancada na gaiolinha enquanto a mamãe assume o controle total da relação.
Empurrou um pouco mais, enfiando quase todo o vibrador. Eduardo tremia inteiro, gemendo baixinho contra o travesseiro.
—Te amo tanto assim… —continuou Miranda, começando a se mover com estocadas lentas e profundas—. Adoro assumir o controle, meu bem… adoro ser eu quem decide quando e como você é fodido… adoro te ver de quatro, com o cu aberto pra minha pica, gemendo igual a vadiazinha passiva que você é. Você nasceu pra isso, corno manso… pra eu te dominar, pra eu te penetrar, pra eu decidir quem te usa e quando. E me deixa com um tesão danado ter você assim… completamente meu, completamente entregue.
Acelerou um pouco o ritmo, metendo nele com investidas firmes mas carinhosas, uma mão acariciando as costas dele enquanto a outra apertava suavemente a cintura.
—Olha como eu te abro, meu bebê… —sussurrou com tom maternal—. Que gostoso é ter o controle total da nossa relação… você sendo minha mariquinha cuck passiva, minha putinha beta… e eu sua esposa dominante que te ama mais que tudo. Te amo por se entregar assim… te amo por me deixar ser a que manda… te amo por ser tão perfeito pra mim.
Eduardo gemia mais alto, empurrando a bunda pra trás pra receber cada centímetro.
—Te amo… te amo, mamãe… —balbuciava, a voz trêmula de prazer.
Miranda sorriu com ternura e acelerou um pouco mais, metendo nele com ritmo constante e profundo.
—Assim, meu amor… deixa a mamãe cuidar de você… deixa a mamãe arrebentar sua bunda enquanto te chamo de viadinho cuck passivo que você é… e o quanto eu adoro ter você completamente sob meu controle.

Miranda continuou empurrando devagar, mas firme, enfiando os 28 cm até o fundo em cada estocada suave e profunda. Ela se inclinou completamente sobre as costas do Eduardo, colando os peitos nele, e falou no ouvido dele com aquela voz maternal, doce e safada que o enlouquecia:
—Assim, meu bebê… deixa a mamãe abrir bem essa bunda… shhh, respira… sente como a pica grande da mamãe te enche… que gostoso que é, né, minha maricona cuck passiva?
Acelerou um pouquinho o ritmo, metendo nele com investidas mais longas e constantes, enquanto beijava a nuca suada dele.
—Ai, meu amor… olha só como você tá ficando cada vez mais putinha… tão cuck e tão passivo que já nem sobe a pica pequenininha pra me foder… coitadinho… seu pau já sabe que o lugar dele é ficar preso na gaiolinha, escorrendo sem poder fazer nada… enquanto a mamãe arrebenta seu cu como a dona que eu sou.
Enfiou o consolo inteiro de uma vez e ficou ali, rebolando a cintura pra sentir bem fundo.
—Te amo tanto assim, meu bebê… te amo por ser meu maridinho cuck perfeito… você adora que a mamãe tome o controle total, né? Você adora que eu seja quem decide tudo nessa relação… que eu te coma quando quero, como quero e com o que quero… enquanto você só geme e se entrega como a putinha obediente que nasceu pra ser.
Começou a foder ele mais rápido, com estocadas profundas e firmes, o som molhado da penetração enchendo o quarto.
—Olha como eu abro esse seu rabo, meu amor… que gostoso seu cu engolindo toda a pica da mamãe… tão grande, tão grossa… muito maior que seu pinto inútil… tá sentindo como estica? Tá sentindo como eu te arrebento como ninguém nunca vai te arrebentar? Porque eu sou sua dona… eu é que mando… eu é que te como… e você é só meu corno manso passivo que goza só de ver a mamãe meter a pica no seu cu…
Mordeu o lóbulo da orelha dele e acelerou mais, comendo ele com força maternal e dominadora.
—Goza pra mamãe, meu bebê… goza só pelo cu… sem encostar nessa piroquinha presa… me mostra o viadinho cuck que você é… te amo por ser assim… te amo por me entregar seu rabo… te amo por me deixar ser a puta dominante que te arrebenta e te cuida… goza, putinha… goza pra sua mamãe…
Eduardo tremia inteiro, gemendo feito uma puta, a buceta apertando o vibrador a cada estocada.
Miranda continuou fodendo ele sem piedade, sussurrando no ouvido dele com uma voz doce e suja:
—Assim, meu amor… deixa a mamãe te fazer gozar… te amo… te amo tanto… você é meu cuckold perfeito… minha bichinha passiva… meu tudo…
Miranda foi aumentando o ritmo aos poucos, mas sem perder aquela cadência profunda e controlada. O consolo de 28 cm entrava e saía quase inteiro, abrindo o cu do Eduardo a cada estocada firme. Ela se inclinou mais sobre as costas dele, colando os peitos suados no corpo dele, e sussurrou no ouvido com aquela voz maternal, doce e terrivelmente suja que o desmontava por completo:
—Shhh… respira, meu bebê… deixa a mamãe te foder bem fundo… isso… sente como ela abre teu cu, minha maricona cuck passiva… que lindo teu rabo engolindo toda essa pica grande enquanto teu pintinho pequeno continua preso na gaiolinha, inútil e pingando feito uma menininha…
Ela mordeu de leve o lóbulo da orelha dele e enfiou até o fundo, girando o quadril pra ele sentir cada centímetro.
—Ai, meu pobrezinho… olha só no que você se tornou… tão cuck e tão maricona que já nem sobe pra meter na mamãe… essa piroquinha sua já sabe que não serve pra nada… só pra ficar presa, pequenininha e mole, enquanto a mamãe arrebenta teu cu com uma rola bem maior que a sua… você gosta de se sentir assim, sua putinha? Gosta que a mamãe é quem manda nessa casa? Que sou eu quem decide quando e como você vai ser comido?
Acelerou um pouco mais, metendo nele com estocadas mais rápidas e profundas, o som molhado e obsceno enchendo o quarto.
—Te amo tanto por ser assim, meu amor… tão submisso, tão obediente… tão cuck passivo… adoro ter o controle total de você… adoro saber que sou eu quem te fode, quem te domina, quem te faz gemir igual uma putinha… enquanto você só abre a bunda e se entrega… porque é isso que você é agora, meu bebê… minha maricona cuck que já não fode mais… só recebe pica… só se deixa arrebentar pela própria esposa…
Ele passou a mão por baixo e roçou a gaiolinha com a ponta dos dedos, sentindo como o pintinho tentava endurecer inutilmente.
—Olha como a gaiolinha te aperta, coitadinho… não deixa você crescer… não deixa você ser homem… porque você já não é mais um homem, né? Você é minha putinha beta… meu corno travesti… meu bebê que precisa que a mamãe coma ele pra se sentir completo… eu te amo por isso… te amo por ser tão fraco… tão entregue… tão meu…
Ele investiu mais forte, mais rápido, o consolo entrando e saindo sem piedade, batendo bem naquele ponto que fazia ele tremer inteiro.
—Goza pra mamãe, meu amor… goza só com a bunda… sem tocar nessa pica inútil… me mostra o viadinho cuck passivo que você é… me mostra que você não precisa mais penetrar… que só precisa que a mamãe te arrebente… eu te amo… te amo enquanto te como como uma puta… te amo enquanto te faço meu por completo… continua gemendo, meu bebê… continua empurrando essa bunda pra trás… mamãe vai te levar ao limite… mamãe vai fazer você gozar como a putinha que você é…
Eduardo tremia violentamente, gemindo alto contra o travesseiro, à beira do orgasmo, completamente entregue à sua voz maternal e suja.
Miranda continuou fodendo ele sem parar, sussurrando no ouvido dele com mais intensidade:
—Assim, sua putinha… assim… deixa a mamãe te fazer gozar… te amo… te amo tanto… goza pra mim, corno… goza só com minha pica no teu cu…
NO DIA SEGUINTE PENSANDO NA PROPOSTA DO PACO
No dia seguinte, segunda de manhã, a casa estava em silêncio. Os meninos já tinham ido pra escola e Eduardo e Miranda ficaram sozinhos na cozinha, tomando café. Ele ainda sentia a bunda dolorida da sessão da noite anterior com o arnês de 28 cm, e tava de gaiolinha desde ontem.
Miranda deixou a xícara na mesa e olhou pro Eduardo com os olhos brilhando.
—amor… fiquei a noite toda pensando —disse em voz baixa—. Aquela parada do Paco e os três amigos dele… quero fazer. Tenho medo, sim… mas também me excita pra caralho. Me imaginar cercada por quatro velhos sujos, feios e fedorentos… me usando como uma puta caridosa… enquanto você assiste ou espera no carro… me deixa louca.
Eduardo engoliu saliva, a gaiolinha apertando forte.
—Eu também pensei nisso —admitiu—. Me dá um tesão te ver entregue assim… mas o risco…
Miranda o interrompeu com um beijo suave.
—O risco sempre existiu. Mas se a gente fizer só uma vez, num lugar discreto do refúgio… e pedir pra eles não falarem com ninguém… acho que dá pra controlar. Quero experimentar. Quero me sentir usada por eles. E quero que você veja isso.
Eduardo assentiu, a respiração acelerada.
—Então… vamos fazer isso.
Miranda pegou o telefone e discou o número do Paco. Colocou no viva-voz pra Eduardo ouvir tudo.
Paco atendeu no terceiro toque, com a voz rouca e ansiosa.
—Ruiva? Já pensou?
Miranda foi direta:
—Sim, Paco. Aceitamos. Mas só uma vez e com muito cuidado. No próximo domingo, depois de servir o almoço, quando quase todo mundo já tiver ido embora… você e seus três amigos me esperam no quintal dos fundos, do lado das lixeiras. Lá tem pouca gente e quase nunca passa ninguém. Vocês vão me pegar lá… os quatro… e vão me foder tudo o que quiserem. Mas ninguém pode saber. Nem uma palavra.
Paco ficou quieto por um segundo, depois soltou uma risada baixa e excitada.
—Caralho… sério… Meus amigos já tão doidos pra te pegar. Eles têm paus grandes, vermelha… vão te arrebentar. Domingo, depois do almoço, nos contêineres. Vamos estar lá os quatro te esperando.
Miranda olhou para Eduardo enquanto ele falava, a mão livre acariciando a gaiolinha dele por cima da calça.
—Perfeito. A gente se vê no domingo. E Paco… que ele seja discreto. Se vazar, nunca mais.
—Fica tranquila, putinha santa… vai ser nosso segredo —respondeu ele com a voz carregada de luxúria—. A gente vai te tratar como você merece.
Desligou.
Miranda largou o telefone e olhou pro Eduardo com uma mistura de nervosismo e tesão puro.
—Já era… domingo… quatro mendigos velhos e sujos vão me comer contra as lixeiras depois de eu servir o almoço pra eles… enquanto você assiste ou espera… Tem certeza, corno manso?
Eduardo respirou fundo, a gaiolinha apertando ele ao máximo.
—Tenho certeza… te amo… e me excita como nunca.
Miranda o beijou fundo e sussurrou contra os lábios dele:
—Então… se prepara, meu amor. Porque domingo que vem… sua esposa vai virar a puta oficial de quatro mendigos velhos e nojentos.

Chegou o domingo. O último domingo do mês.
Desde cedo a casa tava diferente. Os moleques já tavam na casa da vó, a casa tava em silêncio e o ar carregado de uma tensão sexual que dava pra quase tocar.
Miranda saiu do banho acabada de tomar, só enrolada numa toalha, e encontrou o Eduardo sentado na beirada da cama, pelado e nervoso. A gaiola de castidade já tava em cima do criado-mudo, brilhando e pronta.
—Vem, meu corno manso… —disse ela com voz suave, mas firme—. É hora de te preparar.
Eduardo se levantou. Miranda sentou na cama e puxou ele pra entre as pernas dela. Pegou a gaiola com uma mão e com a outra acariciou o pintinho pequeno dele, que já tentava endurecer sem sucesso.
—Olha como você tá tremendo… —sussurrou, maternal e safada—. Hoje você vai ficar trancadinho o dia inteiro enquanto a mamãe deixa quatro mendigos sujos arrebentarem ela. Isso vai te deixar bem quentinho e frustrado, né?
Ele colocou o anel da base com cuidado em volta dos ovos e da base do pau, depois deslizou a gaiolinha transparente sobre a pica. O clique do cadeado ecoou forte no quarto.
—Pronto… —disse Miranda, beijando a gaiolinha depois de fechá-la—. Agora sim, você é meu cem por cento. Hoje você não vai conseguir endurecer nem gozar… só vai olhar e sofrer gostoso enquanto o Paco e os amigos dele me usam como uma puta.
Eduardo olhou para baixo: a gaiolinha apertava seu pintinho pequeno, inútil, pingando um fio de porra que escapava pelos buraquinhos. Ele gemeu baixinho.
Miranda se levantou e abriu o guarda-roupa. Começou a se vestir com cuidado, escolhendo a roupa perfeita para o dia.
Por fora: uma camiseta branca simples, mas justa, que marcava os peitões dela, uma calça jeans azul claro que colava na bunda dela como segunda pele e um tênis branco. Parecia a mãe gente boa de sempre.
Por baixo: um conjunto de lingerie preta bem putaria — sutiã de renda transparente que mal segurava os peitos dela, uma calcinha fio dental que sumia entre as nádegas e umas meias de arrastão com liga que ela ia deixar vestidas.
Ela se olhou no espelho e girou pra que Eduardo pudesse vê-la.
— O que você acha? — perguntou com um sorriso perverso. — Por fora pareço a esposa perfeita que ajuda no abrigo… mas por baixo tô vestida igualzinha a puta que vai abrir as pernas pra quatro mendigos velhos e imundos. Quando a gente chegar no pátio dos contêineres, é só eu abaixar a calça jeans que já vou estar pronta pra ser usada.
Eduardo engoliu seco, a gaiola apertando ele com força.
—Você tá… tá perfeita… —murmurou—. Me excita tanto saber que você vai ficar assim… tão perto dos caras que servem comida… e depois vão te foder como uma putinha barata contra as latas de lixo.
Miranda se aproximou, levantou o rosto dela com um dedo e deu um beijo profundo.
—Eu te amo, meu cuckold enjaulado… hoje você vai ver como sua esposa vira a puta de quatro velhos mendigos. E quando terminarmos, você vai vir limpar com a língua tudo o que deixarem dentro de mim.
Ela se afastou um pouco, deu um último olhar e disse com a voz rouca:
—Vamos… já tá na hora de ir pro refúgio.
Eduardo se vestiu com as mãos tremendo. A gaiola lembrava ele a cada passo quem é que mandava.
Miranda pegou as chaves do carro e sorriu com aquela mistura de ternura e safadeza que deixava ele maluco.
—Hoje você vai ver como quatro velhos sujos e safados me comem… e eu vou ficar pensando em você o tempo todo, meu amor.
Saíram de casa rumo ao abrigo, o coração dos dois batendo forte, sabendo que em poucas horas a Miranda ia ser usada sem piedade contra os contêineres de lixo.
Miranda e Eduardo estavam sentados no sofá da sala, com os moleques largados no chão na frente da TV vendo um filme da Disney que já tava na metade. A luz fraca da tela iluminava as carinhas inocentes deles, rindo com as músicas e os personagens. Tudo parecia normal, familiar, perfeito.
Mas debaixo da manta que dividiam, a mão de Miranda descansava na coxa de Eduardo, subindo devagar até roçar a gaiola de castidade que ele usava desde a manhã. A lembrança do Paco e a proposta dos três amigos pobres ainda flutuava entre eles como um segredo quente e perigoso. Miranda sentia a buceta pulsando ainda, encharcada só de falar sobre isso, de imaginar.
Ela se inclinou pro ouvido do Eduardo, falando num sussurro quase imperceptível por cima da música do filme.
—corno manso… —murmurou, a voz rouca e trêmula—. Toda essa conversa me deixou molhada demais… preciso que você me coma agora. Vamos subir pro quarto… rápido.
Eduardo sentiu a rola se apertar inutilmente contra a gaiola, o coração acelerando.
Miranda levantou a voz só o suficiente pra os moleques ouvirem, num tom casual de mãe:
—Gurias, papai e mamãe vão descansar um pouquinho lá em cima… tô meio cansados do abrigo. Não subam, hein? Queremos ficar na paz. Se precisar de algo, é só ligar pro telefone da mesinha.
As crianças assentiram sem tirar os olhos da tela, murmurando um “sim, mamãe” distraído.
Miranda pegou na mão do Eduardo e levantou ele do sofá na maciota. Subiram as escadas devagar, segurando a respiração pra não fazer barulho, mas assim que fecharam a porta do quarto e trancaram, a tensão explodiu.
Miranda empurrou ele contra a porta fechada e beijou ele com fome, enfiando a língua até o fundo enquanto puxava a calça dele de uma vez. A gaiolinha ficou exposta, o pintinho pequeno apertado e tentando endurecer sem sucesso.
—Tira ela... —sussurrou ela, ofegante—. Quero que você me penetre... quero sentir você dentro de mim, nem que seja por um tempinho.
Eduardo tirou a roupa com as mãos trêmulas. Miranda se despiu rápido, ficando de quatro na cama de casal, a bunda grande e carnuda levantada, a buceta inchada e molhada brilhando sob a luz fraca do abajur.
—Vem… enfia em mim… —gemeu, abrindo a bunda com as mãos—. Quero teu pauzinho pequeno dentro depois de falar do Paco e dos amigos dele…
Eduardo subiu por trás, a pica roçando a entrada quente e molhada dela. Empurrou… mas nada. O pau ficou mole, frouxo, incapaz de entrar. Tentou se esfregar, apertar, se concentrar… mas continuava sem subir.
—Ai… não… não consigo… —murmurou envergonhado, com a cara vermelha.
Miranda se virou um pouco, olhando pra ele com um sorriso dominador, mas cheio de amor.
—Calma, meu maridinho cuck… —sussurrou, beijando os lábios dele—. Você já tá ficando cada vez mais passivo… tão cuck que nem sobe mais pra me foder. Tudo bem, amor… você nasceu pra ser penetrado, não pra penetrar. Mamãe vai arrebentar seu cuzinho agora… do jeito que você gosta.
Ela se levantou da cama, foi até a gaveta secreta e tirou algo novo: um arnês preto maior que o anterior, com um consolo monstruoso de 28 cm, grosso, cheio de veias, com base larga e glande inchada. Ajustou ele em volta dos quadris com movimentos rápidos, o brinquedo apontando pra frente como uma ameaça deliciosa.
Eduardo ficou olhando, os olhos arregalados.
—28 cm…? —gaguejou, metade assustado, metade excitado—. É… enorme…
Miranda sorriu com malícia, passando lubrificante no consolo com a mão.
—Sim, meu amor… maior que o Norberto… quero que você sinta o que é ser aberto de verdade… enquanto penso em como o Paco e os amigos mendigos sujos dele vão te arrebentar um dia. Fica de quatro… abre essa buceta pra mamãe.
Eduardo obedeceu tremendo, ficou de quatro na cama, com a bunda levantada, ainda sensível das sessões anteriores. Miranda se posicionou atrás, afastou as nádegas dele e encostou a glande enorme no cu dele.
—Eu te amo… te amo tanto… —ela sussurrou, começando a empurrar devagar—. Te amo por não conseguir parar ela… por ser meu cuck passivo perfeito… te amo enquanto te arrebento com essa pica de 28 cm… te amo por ser meu.

Miranda se ajeitou atrás do Eduardo, o arnês bem apertado em volta das suas curvas. O consolo novo de 28 cm, grosso e cheio de veias, brilhava com o lubrificante. Ela encostou ele no cu já aberto e sensível do marido e começou a empurrar bem devagar, centímetro por centímetro, enquanto falava com aquela voz suave, maternal e dominante que ele tanto amava.
—Shhh… calma, meu bebê… mamãe está aqui —sussurrou com ternura, acariciando suas costas enquanto a cabeça do consolo entrava devagar—. Respira fundo… deixa a mamãe te abrir devagarinho… assim, minha maricona cuck passiva… isso… sente como ele te preenche.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo quando a metade do consolo já estava dentro. Miranda se inclinou sobre as costas dele, beijando sua nuca com carinho enquanto continuava empurrando com paciência.
—Ai, meu amor… olha como entra fácil agora —disse ela com voz doce, quase como se estivesse consolando uma criança—. Que maricas cuck passivo você está se tornando… tão submisso, tão obediente… já nem sobe mais pra me foder, né? Sua piroquinha pequena sabe que o lugar dela é ficar trancada na gaiolinha enquanto a mamãe assume o controle total da relação.
Empurrou um pouco mais, enfiando quase todo o vibrador. Eduardo tremia inteiro, gemendo baixinho contra o travesseiro.
—Te amo tanto assim… —continuou Miranda, começando a se mover com estocadas lentas e profundas—. Adoro assumir o controle, meu bem… adoro ser eu quem decide quando e como você é fodido… adoro te ver de quatro, com o cu aberto pra minha pica, gemendo igual a vadiazinha passiva que você é. Você nasceu pra isso, corno manso… pra eu te dominar, pra eu te penetrar, pra eu decidir quem te usa e quando. E me deixa com um tesão danado ter você assim… completamente meu, completamente entregue.
Acelerou um pouco o ritmo, metendo nele com investidas firmes mas carinhosas, uma mão acariciando as costas dele enquanto a outra apertava suavemente a cintura.
—Olha como eu te abro, meu bebê… —sussurrou com tom maternal—. Que gostoso é ter o controle total da nossa relação… você sendo minha mariquinha cuck passiva, minha putinha beta… e eu sua esposa dominante que te ama mais que tudo. Te amo por se entregar assim… te amo por me deixar ser a que manda… te amo por ser tão perfeito pra mim.
Eduardo gemia mais alto, empurrando a bunda pra trás pra receber cada centímetro.
—Te amo… te amo, mamãe… —balbuciava, a voz trêmula de prazer.
Miranda sorriu com ternura e acelerou um pouco mais, metendo nele com ritmo constante e profundo.
—Assim, meu amor… deixa a mamãe cuidar de você… deixa a mamãe arrebentar sua bunda enquanto te chamo de viadinho cuck passivo que você é… e o quanto eu adoro ter você completamente sob meu controle.

Miranda continuou empurrando devagar, mas firme, enfiando os 28 cm até o fundo em cada estocada suave e profunda. Ela se inclinou completamente sobre as costas do Eduardo, colando os peitos nele, e falou no ouvido dele com aquela voz maternal, doce e safada que o enlouquecia:
—Assim, meu bebê… deixa a mamãe abrir bem essa bunda… shhh, respira… sente como a pica grande da mamãe te enche… que gostoso que é, né, minha maricona cuck passiva?
Acelerou um pouquinho o ritmo, metendo nele com investidas mais longas e constantes, enquanto beijava a nuca suada dele.
—Ai, meu amor… olha só como você tá ficando cada vez mais putinha… tão cuck e tão passivo que já nem sobe a pica pequenininha pra me foder… coitadinho… seu pau já sabe que o lugar dele é ficar preso na gaiolinha, escorrendo sem poder fazer nada… enquanto a mamãe arrebenta seu cu como a dona que eu sou.
Enfiou o consolo inteiro de uma vez e ficou ali, rebolando a cintura pra sentir bem fundo.
—Te amo tanto assim, meu bebê… te amo por ser meu maridinho cuck perfeito… você adora que a mamãe tome o controle total, né? Você adora que eu seja quem decide tudo nessa relação… que eu te coma quando quero, como quero e com o que quero… enquanto você só geme e se entrega como a putinha obediente que nasceu pra ser.
Começou a foder ele mais rápido, com estocadas profundas e firmes, o som molhado da penetração enchendo o quarto.
—Olha como eu abro esse seu rabo, meu amor… que gostoso seu cu engolindo toda a pica da mamãe… tão grande, tão grossa… muito maior que seu pinto inútil… tá sentindo como estica? Tá sentindo como eu te arrebento como ninguém nunca vai te arrebentar? Porque eu sou sua dona… eu é que mando… eu é que te como… e você é só meu corno manso passivo que goza só de ver a mamãe meter a pica no seu cu…
Mordeu o lóbulo da orelha dele e acelerou mais, comendo ele com força maternal e dominadora.
—Goza pra mamãe, meu bebê… goza só pelo cu… sem encostar nessa piroquinha presa… me mostra o viadinho cuck que você é… te amo por ser assim… te amo por me entregar seu rabo… te amo por me deixar ser a puta dominante que te arrebenta e te cuida… goza, putinha… goza pra sua mamãe…
Eduardo tremia inteiro, gemendo feito uma puta, a buceta apertando o vibrador a cada estocada.
Miranda continuou fodendo ele sem piedade, sussurrando no ouvido dele com uma voz doce e suja:
—Assim, meu amor… deixa a mamãe te fazer gozar… te amo… te amo tanto… você é meu cuckold perfeito… minha bichinha passiva… meu tudo…
Miranda foi aumentando o ritmo aos poucos, mas sem perder aquela cadência profunda e controlada. O consolo de 28 cm entrava e saía quase inteiro, abrindo o cu do Eduardo a cada estocada firme. Ela se inclinou mais sobre as costas dele, colando os peitos suados no corpo dele, e sussurrou no ouvido com aquela voz maternal, doce e terrivelmente suja que o desmontava por completo:
—Shhh… respira, meu bebê… deixa a mamãe te foder bem fundo… isso… sente como ela abre teu cu, minha maricona cuck passiva… que lindo teu rabo engolindo toda essa pica grande enquanto teu pintinho pequeno continua preso na gaiolinha, inútil e pingando feito uma menininha…
Ela mordeu de leve o lóbulo da orelha dele e enfiou até o fundo, girando o quadril pra ele sentir cada centímetro.
—Ai, meu pobrezinho… olha só no que você se tornou… tão cuck e tão maricona que já nem sobe pra meter na mamãe… essa piroquinha sua já sabe que não serve pra nada… só pra ficar presa, pequenininha e mole, enquanto a mamãe arrebenta teu cu com uma rola bem maior que a sua… você gosta de se sentir assim, sua putinha? Gosta que a mamãe é quem manda nessa casa? Que sou eu quem decide quando e como você vai ser comido?
Acelerou um pouco mais, metendo nele com estocadas mais rápidas e profundas, o som molhado e obsceno enchendo o quarto.
—Te amo tanto por ser assim, meu amor… tão submisso, tão obediente… tão cuck passivo… adoro ter o controle total de você… adoro saber que sou eu quem te fode, quem te domina, quem te faz gemir igual uma putinha… enquanto você só abre a bunda e se entrega… porque é isso que você é agora, meu bebê… minha maricona cuck que já não fode mais… só recebe pica… só se deixa arrebentar pela própria esposa…
Ele passou a mão por baixo e roçou a gaiolinha com a ponta dos dedos, sentindo como o pintinho tentava endurecer inutilmente.
—Olha como a gaiolinha te aperta, coitadinho… não deixa você crescer… não deixa você ser homem… porque você já não é mais um homem, né? Você é minha putinha beta… meu corno travesti… meu bebê que precisa que a mamãe coma ele pra se sentir completo… eu te amo por isso… te amo por ser tão fraco… tão entregue… tão meu…
Ele investiu mais forte, mais rápido, o consolo entrando e saindo sem piedade, batendo bem naquele ponto que fazia ele tremer inteiro.
—Goza pra mamãe, meu amor… goza só com a bunda… sem tocar nessa pica inútil… me mostra o viadinho cuck passivo que você é… me mostra que você não precisa mais penetrar… que só precisa que a mamãe te arrebente… eu te amo… te amo enquanto te como como uma puta… te amo enquanto te faço meu por completo… continua gemendo, meu bebê… continua empurrando essa bunda pra trás… mamãe vai te levar ao limite… mamãe vai fazer você gozar como a putinha que você é…
Eduardo tremia violentamente, gemindo alto contra o travesseiro, à beira do orgasmo, completamente entregue à sua voz maternal e suja.
Miranda continuou fodendo ele sem parar, sussurrando no ouvido dele com mais intensidade:
—Assim, sua putinha… assim… deixa a mamãe te fazer gozar… te amo… te amo tanto… goza pra mim, corno… goza só com minha pica no teu cu…
NO DIA SEGUINTE PENSANDO NA PROPOSTA DO PACO
No dia seguinte, segunda de manhã, a casa estava em silêncio. Os meninos já tinham ido pra escola e Eduardo e Miranda ficaram sozinhos na cozinha, tomando café. Ele ainda sentia a bunda dolorida da sessão da noite anterior com o arnês de 28 cm, e tava de gaiolinha desde ontem.
Miranda deixou a xícara na mesa e olhou pro Eduardo com os olhos brilhando.
—amor… fiquei a noite toda pensando —disse em voz baixa—. Aquela parada do Paco e os três amigos dele… quero fazer. Tenho medo, sim… mas também me excita pra caralho. Me imaginar cercada por quatro velhos sujos, feios e fedorentos… me usando como uma puta caridosa… enquanto você assiste ou espera no carro… me deixa louca.
Eduardo engoliu saliva, a gaiolinha apertando forte.
—Eu também pensei nisso —admitiu—. Me dá um tesão te ver entregue assim… mas o risco…
Miranda o interrompeu com um beijo suave.
—O risco sempre existiu. Mas se a gente fizer só uma vez, num lugar discreto do refúgio… e pedir pra eles não falarem com ninguém… acho que dá pra controlar. Quero experimentar. Quero me sentir usada por eles. E quero que você veja isso.
Eduardo assentiu, a respiração acelerada.
—Então… vamos fazer isso.
Miranda pegou o telefone e discou o número do Paco. Colocou no viva-voz pra Eduardo ouvir tudo.
Paco atendeu no terceiro toque, com a voz rouca e ansiosa.
—Ruiva? Já pensou?
Miranda foi direta:
—Sim, Paco. Aceitamos. Mas só uma vez e com muito cuidado. No próximo domingo, depois de servir o almoço, quando quase todo mundo já tiver ido embora… você e seus três amigos me esperam no quintal dos fundos, do lado das lixeiras. Lá tem pouca gente e quase nunca passa ninguém. Vocês vão me pegar lá… os quatro… e vão me foder tudo o que quiserem. Mas ninguém pode saber. Nem uma palavra.
Paco ficou quieto por um segundo, depois soltou uma risada baixa e excitada.
—Caralho… sério… Meus amigos já tão doidos pra te pegar. Eles têm paus grandes, vermelha… vão te arrebentar. Domingo, depois do almoço, nos contêineres. Vamos estar lá os quatro te esperando.
Miranda olhou para Eduardo enquanto ele falava, a mão livre acariciando a gaiolinha dele por cima da calça.
—Perfeito. A gente se vê no domingo. E Paco… que ele seja discreto. Se vazar, nunca mais.
—Fica tranquila, putinha santa… vai ser nosso segredo —respondeu ele com a voz carregada de luxúria—. A gente vai te tratar como você merece.
Desligou.
Miranda largou o telefone e olhou pro Eduardo com uma mistura de nervosismo e tesão puro.
—Já era… domingo… quatro mendigos velhos e sujos vão me comer contra as lixeiras depois de eu servir o almoço pra eles… enquanto você assiste ou espera… Tem certeza, corno manso?
Eduardo respirou fundo, a gaiolinha apertando ele ao máximo.
—Tenho certeza… te amo… e me excita como nunca.
Miranda o beijou fundo e sussurrou contra os lábios dele:
—Então… se prepara, meu amor. Porque domingo que vem… sua esposa vai virar a puta oficial de quatro mendigos velhos e nojentos.

Chegou o domingo. O último domingo do mês.
Desde cedo a casa tava diferente. Os moleques já tavam na casa da vó, a casa tava em silêncio e o ar carregado de uma tensão sexual que dava pra quase tocar.
Miranda saiu do banho acabada de tomar, só enrolada numa toalha, e encontrou o Eduardo sentado na beirada da cama, pelado e nervoso. A gaiola de castidade já tava em cima do criado-mudo, brilhando e pronta.
—Vem, meu corno manso… —disse ela com voz suave, mas firme—. É hora de te preparar.
Eduardo se levantou. Miranda sentou na cama e puxou ele pra entre as pernas dela. Pegou a gaiola com uma mão e com a outra acariciou o pintinho pequeno dele, que já tentava endurecer sem sucesso.
—Olha como você tá tremendo… —sussurrou, maternal e safada—. Hoje você vai ficar trancadinho o dia inteiro enquanto a mamãe deixa quatro mendigos sujos arrebentarem ela. Isso vai te deixar bem quentinho e frustrado, né?
Ele colocou o anel da base com cuidado em volta dos ovos e da base do pau, depois deslizou a gaiolinha transparente sobre a pica. O clique do cadeado ecoou forte no quarto.
—Pronto… —disse Miranda, beijando a gaiolinha depois de fechá-la—. Agora sim, você é meu cem por cento. Hoje você não vai conseguir endurecer nem gozar… só vai olhar e sofrer gostoso enquanto o Paco e os amigos dele me usam como uma puta.
Eduardo olhou para baixo: a gaiolinha apertava seu pintinho pequeno, inútil, pingando um fio de porra que escapava pelos buraquinhos. Ele gemeu baixinho.
Miranda se levantou e abriu o guarda-roupa. Começou a se vestir com cuidado, escolhendo a roupa perfeita para o dia.
Por fora: uma camiseta branca simples, mas justa, que marcava os peitões dela, uma calça jeans azul claro que colava na bunda dela como segunda pele e um tênis branco. Parecia a mãe gente boa de sempre.
Por baixo: um conjunto de lingerie preta bem putaria — sutiã de renda transparente que mal segurava os peitos dela, uma calcinha fio dental que sumia entre as nádegas e umas meias de arrastão com liga que ela ia deixar vestidas.
Ela se olhou no espelho e girou pra que Eduardo pudesse vê-la.
— O que você acha? — perguntou com um sorriso perverso. — Por fora pareço a esposa perfeita que ajuda no abrigo… mas por baixo tô vestida igualzinha a puta que vai abrir as pernas pra quatro mendigos velhos e imundos. Quando a gente chegar no pátio dos contêineres, é só eu abaixar a calça jeans que já vou estar pronta pra ser usada.
Eduardo engoliu seco, a gaiola apertando ele com força.
—Você tá… tá perfeita… —murmurou—. Me excita tanto saber que você vai ficar assim… tão perto dos caras que servem comida… e depois vão te foder como uma putinha barata contra as latas de lixo.
Miranda se aproximou, levantou o rosto dela com um dedo e deu um beijo profundo.
—Eu te amo, meu cuckold enjaulado… hoje você vai ver como sua esposa vira a puta de quatro velhos mendigos. E quando terminarmos, você vai vir limpar com a língua tudo o que deixarem dentro de mim.
Ela se afastou um pouco, deu um último olhar e disse com a voz rouca:
—Vamos… já tá na hora de ir pro refúgio.
Eduardo se vestiu com as mãos tremendo. A gaiola lembrava ele a cada passo quem é que mandava.
Miranda pegou as chaves do carro e sorriu com aquela mistura de ternura e safadeza que deixava ele maluco.
—Hoje você vai ver como quatro velhos sujos e safados me comem… e eu vou ficar pensando em você o tempo todo, meu amor.
Saíram de casa rumo ao abrigo, o coração dos dois batendo forte, sabendo que em poucas horas a Miranda ia ser usada sem piedade contra os contêineres de lixo.
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