Voltando pra casa dela (minha priminha), ela me pede pra levar ela pro hotel, o único hotel da cidade. Pedi pra ela me mostrar a fome de pica que tava e, no caminho pro hotel, ela começou a me chupar de novo. Ficava falando o tempo todo que amava a grossura da minha pica e que não via a hora de sentir a bunda dela, ainda virgem, bem dilatada. Chegamos no hotel e falei que tinha a fantasia dela descer do carro na garagem do quarto, só de salto e fio dental, com os peitos de fora. E ela fez isso porque é super submisa do priminho dela, como ela mesma me chama.
Entramos no quarto e automaticamente ela foi pra cama, empinando a bunda e falou: "Priminho, tô aqui pra você, hoje sou sua, faz tudo que você quiser, me viola e destrói essa bunda". Aí fui comer ela, enfiar minha língua e sentir aquele gosto doce que dá quando se chupa um cuzinho apertado. Ela gemia e arranhava a cama, gritando que queria que eu partisse ela, que precisava me sentir dentro dela logo. Cuspiu na minha pica e, pra começar, enfiei de novo na buceta dela, sentir ela apertando minha pica e se molhando toda é a sensação mais gostosa que existe.
Ela gemia e gritava que não acreditava na pica que o priminho guardava e ela não sabia, pedia pra eu gozar tudo dentro, falava que morria de vontade de sentir meu gozo queimando o útero dela, que se engravidasse não ligava, mas queria que aquela pica arrebentasse ela. Quando tava super molhada, tirei e encostei na bunda dela, comecei a abrir devagar pra ela não sofrer, e quando tava indo bem devagar, ela empurrou pra trás e enfiou tudo sozinha, gritando: "Que gostoso, priminho, era isso que eu queria, me sentir cheia de pica".
Aí comecei a comer ela bem forte e gritei que ia arrebentar ela pra ela saber que aquela bunda era só minha. Enquanto arrebentava ela, percebi que ela tava se masturbando pra gozar mais rápido, até que vi ela começar a tremer, mostrando como teve um orgasmo bem intenso. Depois que gozou, ela falou: "Por favor, priminho, tira e me dá tudo na cara". boca" e como os pedidos dela são ordens, eu dei toda a pica pra ela fazer o que quisesse comigo. Então ela fala: "primo, te garanto que essa puta vai te dar a melhor foda da sua vida". E eu vejo que, enquanto me chupava a pica, ela começa a acariciar minhas bolas e desce a mão pro meu rabo e pergunta: "posso, primi?" Aí eu faço sinal pra ela continuar. Ela acaricia, tira a pica da boca e desce pra passar a língua. O prazer que senti com a língua dela explorando meu rabo é indescritível. Ela continua chupando enquanto começa a enfiar a ponta do dedo no meu rabo e pedia: "por favor, bebê, dá toda essa porra pra sua priminha". Óbvio que não aguentei quase nada e comecei a encher a boca dela pra ela mostrar como engolia tudo. Ficamos exaustos na cama, pelados e suados, nos acariciando como se fôssemos um casal. Aquele corpinho já era meu, e ela, entre beijos e carícias, me prometia que não queria outra pica que não fosse a minha. Até aqui vai a parte 2. Se quiserem a parte 4, já sabem. Muito obrigado.
Entramos no quarto e automaticamente ela foi pra cama, empinando a bunda e falou: "Priminho, tô aqui pra você, hoje sou sua, faz tudo que você quiser, me viola e destrói essa bunda". Aí fui comer ela, enfiar minha língua e sentir aquele gosto doce que dá quando se chupa um cuzinho apertado. Ela gemia e arranhava a cama, gritando que queria que eu partisse ela, que precisava me sentir dentro dela logo. Cuspiu na minha pica e, pra começar, enfiei de novo na buceta dela, sentir ela apertando minha pica e se molhando toda é a sensação mais gostosa que existe.
Ela gemia e gritava que não acreditava na pica que o priminho guardava e ela não sabia, pedia pra eu gozar tudo dentro, falava que morria de vontade de sentir meu gozo queimando o útero dela, que se engravidasse não ligava, mas queria que aquela pica arrebentasse ela. Quando tava super molhada, tirei e encostei na bunda dela, comecei a abrir devagar pra ela não sofrer, e quando tava indo bem devagar, ela empurrou pra trás e enfiou tudo sozinha, gritando: "Que gostoso, priminho, era isso que eu queria, me sentir cheia de pica".
Aí comecei a comer ela bem forte e gritei que ia arrebentar ela pra ela saber que aquela bunda era só minha. Enquanto arrebentava ela, percebi que ela tava se masturbando pra gozar mais rápido, até que vi ela começar a tremer, mostrando como teve um orgasmo bem intenso. Depois que gozou, ela falou: "Por favor, priminho, tira e me dá tudo na cara". boca" e como os pedidos dela são ordens, eu dei toda a pica pra ela fazer o que quisesse comigo. Então ela fala: "primo, te garanto que essa puta vai te dar a melhor foda da sua vida". E eu vejo que, enquanto me chupava a pica, ela começa a acariciar minhas bolas e desce a mão pro meu rabo e pergunta: "posso, primi?" Aí eu faço sinal pra ela continuar. Ela acaricia, tira a pica da boca e desce pra passar a língua. O prazer que senti com a língua dela explorando meu rabo é indescritível. Ela continua chupando enquanto começa a enfiar a ponta do dedo no meu rabo e pedia: "por favor, bebê, dá toda essa porra pra sua priminha". Óbvio que não aguentei quase nada e comecei a encher a boca dela pra ela mostrar como engolia tudo. Ficamos exaustos na cama, pelados e suados, nos acariciando como se fôssemos um casal. Aquele corpinho já era meu, e ela, entre beijos e carícias, me prometia que não queria outra pica que não fosse a minha. Até aqui vai a parte 2. Se quiserem a parte 4, já sabem. Muito obrigado.
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