— Ah, gostosa... Será que um dia a gente vai poder jogar junto?
"Mas é claro, linda..." cê vai ver que eu também vou te mostrar...
Ah... que delícia...
— Sim... vai ser uma delícia, Cielo Riveros... Você vai me contar depois.
"Que bom..." Sempre gostei de aprender coisas novas, mamãe...
— Sim... eu sei... e tudo que eu sei vou te ensinar... Prometo, meu bem...
— Ah, obrigada, mamãe... por isso te amo tanto...
— Eu também te amo muito, gostosa...
Quando vi que não tinha mais gozo nos meus ovos, tive que dar um sinal pra minha esposa de que já dava pra hoje. Mirian Caballero, entendendo na hora meu pedido, falou pra Cielo Riveros:
"Linda... Acho que já é hora de ir descansar... Já está um pouco tarde..."
— Mamãe?... Mas você vai continuar me contando mais daquilo que contou sobre a tia Rebeca?
—Claro, minha filha.. Prometo que vou fazer.. mas vamos... É hora de você ir pra cama.
Quando ouvi as palavras da minha esposa, corri pra sala pra Cielo Riveros não me ver. Minutos depois, Mirian Caballero desceu e me disse:
"Amor... Como foi a noite?"
"Ô, amor", respondi, abraçando ela e dando um beijo. "Você foi demais... simplesmente demais..." Não esperava por algo assim...
"Por quê, Aldo?"
"Por tudo que você revelou pra garota..." é algo deliciosamente quente... Tive que...
"Ah, que bom..." A única coisa que lamento é você não ter derramado essa porra em mim.
"Fica tranquila, vou te dar sua dose..." hahahahaha...
— Hahahahaha... já vou ver, seu safado...
"Valeu, amor..." valeu por me deixar tão excitado...
"Nunca imaginei que meus segredos iam te deixar assim, Aldo."
"Bom, cê viu que sim..." e quero que você continue contando pra garota até terminar sua história de infância...
"Você realmente quer isso, meu amor?"
— Sim, Mirian Caballero... Eu quero isso.
Tá bom..." Vai ser assim então.
"Bom, hora de ir descansar..." amanhã o escritório me espera.
"Ô love, nem pensa nisso agora... melhor vem, sobe que vou te dar uma massagem nas costas."
— É, vamos subir.
No dia seguinte, me senti tão cansado no escritório que praticamente não tive vontade de fazer nada. Projeto que não sei quando vou terminar. E o tesão da noite passada me deixou seco. Mas como tudo foi gostoso. Ufa. Que confidências boas que a Mirian Caballero tinha. Me deixam mais tarado do que eu imaginava. Tô gostando demais desse joguinho. É algo novo e quente. Excessivamente quente. Não importa se tô cansado, hoje à noite vou ouvir de novo a continuação das aventuras sexuais da minha esposa, quando era menina, com aquela tia. Que coisa boa. Nunca imaginei que minha esposa guardava esses segredos. Nem que ouvir as confidências dela me deixasse tão pronto. Pelo visto, os jogos sexuais de meninas são algo real. E como não seriam? Será que eu não curto a Cielo Riveros? E a minha própria esposa não se consolava com ela quando a gente não podia transar por causa do trabalho? Sim. O sexo infantil entre meninas e adultos é algo que realmente acontece. É algo totalmente comprovado. Com esses pensamentos na cabeça, o dia passou.
Um dia sem fim. Maldito trabalho. O dia inteiro me prende num cubículo no meio desses jornais idiotas. Sem perceber, a noite cai e só espero as dez pra voltar pra casa. Quando vejo os ponteiros do relógio marcando dez horas, largo tudo e saio pro meu carro. Ligo o motor e vou pra minha casa. No caminho, fico pensando em tudo que me espera. Porra, é foda o que a Mirian Caballero tá contando pra Cielo Riveros. Preciso ouvir tudo. A buceta quente da minha esposa começou quando ela era menina e ela gostou. Não é à toa que ela é tão boa na cama. Com certeza ela lembra de tudo que a tia Rebeca fez com ela naquela época. E também do que fez com a mãe e o pai dela. Sim, isso. Deve ser. Tô quase certo. Foi por isso que também peguei ela brincando escondida com Cielo Riveros. Num reflexo condicionado, ela repete com a Rubicita o que aprendeu quando era criança. Sim, disso não tenho dúvida. Sinto a pica explodir dentro da minha calça. Tô com calor. É verão. Finalmente chego no estacionamento do prédio. Tranco o carro e vou pra casa. Entro em silêncio. Não quero que a menina perceba. Só a Mirian Caballero, que já deve estar pronta pra sessão de hoje à noite. O interior todo tá escuro. Só uma luz fraca ilumina o corredor do andar de cima. Subo as escadas com cuidado e sem fazer barulho. Chego devagar no quarto principal. O feixe de luz que sai da porta entreaberta bate na minha cara. Olho pra dentro sem fazer nenhum ruído. Minha esposa tá sentada na cama com a menina. As duas tão conversando animadas. Espero não ter perdido nada. Do jeito que dá, fico na frente da Mirian Caballero pra ela me ver. Ela tá me esperando; por isso me enxerga na hora. Faço um sinal pra ela começar a festa. Ouço ela dizer pra minha filhinha:
— Ah, linda... Você não quer que eu continue contando minha história de quando você era pequena?
— Quero, mamãe... Era isso que eu ia te falar... Quero que você conte mais antes do papai chegar.
"É, você tem razão..." é melhor a gente se apressar, porque se ele chegar, não vou poder contar mais.
Ele não pode saber o que você fazia quando era criança, né?"
— Não, gostosa, claro que não. Por isso você nunca deve contar nada do que eu te falo.
— Sim, mamãe... Entendi... Não vou contar.
"Eu sei, Rubicita..." Eu sei.
— Então me diz, sim?... Quero saber mais.
— Sim. Escuta com atenção, meu bem.
"Depois da noite em que minha tia Rebe me pediu pra ir no quarto dela pra revelar as coisinhas que ela fazia com minha mãe e meu pai, e depois que ela me ensinou a brincar de 'mamãe e papai' pela primeira vez, eu só queria que a gente tivesse outra chance de ficar sozinhos. Mas os dias foram passando sem que meus pais saíssem de casa. Então, uma tarde, quando ela me levou ao cinema, enquanto a gente caminhava na rua, eu comentei:
"Ah, tia Rebe... faz dias que a gente não faz nada... e eu quero muito que você me ensine mais brincadeirinhas dessas que você inventa...
- Sim, gostosa, eu sei. Acredite, eu também tô ansioso... mas cê vê que não deu certo.
- Sim... é verdade... Mas então vamos ter que esperar até meus pais irem embora?
- É o melhor... quando eles saem, a gente tem certeza que tá sozinha e não corre risco de ser descoberta... Já te falei, Elsi.
- Mmmm... sim, é verdade, tia... mas cê não sabe o que eu sinto... Por isso que tô te falando.
- Vamos ver, me conta... O que cê sente, gostosa?
- Ah, tia, sinto como se tivesse faltando alguma coisa... como se tivesse muita saudade de brincar com você... jejeje...
- Ah, meu bebê... Te entendo, te entendo muito bem, porque sinto a mesma coisa... mas cê precisa entender que a gente tem que esperar as oportunidades... só assim a gente fica segura...
- Tá bom... e me diz... Que filme a gente vai ver hoje?
- Bom, parece que tá passando aquele da Branca de Neve e os Sete Anões... cê topa a gente assistir junto?
- Sim... quero sim, tia...
- Tá bom, gostosa... com isso a gente vai se distrair um pouco.
Quando chegamos no cinema, a tia Rebe comprou os ingressos e a gente entrou. Vimos que tinha pouca gente lá dentro, então tinha muito lugar pra escolher. A tia Rebe ficou parada uns segundos, como se procurasse o melhor lugar pra sentar. Senti quando ela puxou meu braço pra me levar lá pra trás, bem onde as poltronas eram fixadas na parede mais longe da tela. A gente sentou junto e eu me virei pra olhar em volta. Não tinha ninguém perto da gente. Quando as luzes apagaram e o filme começou, ela me falou pra esperar um pouco porque ia comprar uns doces. Voltou uns minutos depois com várias guloseimas e me deu algumas. Eu me deliciei com os doces enquanto via os desenhos animados que apareciam no fundo branco da sala.
Pouco depois do filme começar, ouvi as palavras quentes dela bem perto do meu ouvido:
"Linda... você tá gostando do filme?"
"Ah, sim, tia... é muito lindo..."
"Que bom que você gostou, Elsi... é que eu quero ir ao banheiro... E queria pedir pra você vir comigo."
"Sim, tia... se você quiser, vou com você..."
"Mas—" você vai perder uma parte..."
"Sem problema... vou com você... quero..."
"Tá bom... vamos, vamos."
A gente deixou os doces nos assentos, levantou e caminhou na direção dos banheiros. Quando chegamos, minha tia perguntou:
"Elsi... você não tá com vontade de mijar?
— Sim, tia Rebe... Eu também quero...
"Então vem... vamos entrar juntos.
Na mesma hora entramos num dos banheiros privativos. Depois de fechar a porta, minha tia levantou a saia, baixou a calcinha e sentou no vaso. Fiquei observando ela de pé com olhar lascivo, porque vê-la assim me lembrava inevitavelmente das vezes que a gente brincava juntos nossos joguinhos secretos. A ardência do meu sangue se revelou quando ouvi o suave jato de mijo saindo de dentro da barriga dela. Minha tia me olhou sem tirar os olhos de mim. Tinha algo no olhar dela que dizia que ela gostava que eu a visse daquele jeito. E claro que eu também adorava ver. Quando ela terminou de esvaziar a bexiga, me perguntou:
"Linda... agora você mija..." Vamos. Vem, vou baixar sua calcinha.
Com toda a confiança que a gente tinha dos nossos jogos ocultos, não me opus nem um pouco a tudo que ela pedia. Então me aproximei e ela começou a baixar minha calcinha, levantou meu vestidinho e me sentou no vaso. Comecei a derramar meus líquidos quentes lá de dentro no vaso branco enquanto ela me olhava com os mesmos olhos de desejo que eu via brilharem daquele jeito especial quando a gente brincava no sótão. Quando terminei de encher meu mijo, minha tia me disse:
— Ah, lindo... que deliciosos soam teus jatos quando tu mija...
— Cê gosta mesmo, tia?... Também gostei de te ver mijar...
— Cê também gosta de me ver, Elsi?
— Sim, tia... Adoro...
— Mmmm... que delícia... Sabe o que, Linda?
— O quê, tia?...
— Queria fazer aqui mesmo... Cê quer?
— Ah, tia, sim... Era isso que eu ia te pedir...
— Tá bom... só temos que fazer rápido, caso alguém apareça.
— Sim... Entendi.
Minha tia começou a tirar minha calcinha, que já tava no joelho, e colocou no vaso. Depois me disse:
— Vamos, gostosa... tira a minha...
Obedeci na hora e puxei a calça branca dela pra baixo, colocando em cima da minha. Ela levantou a saia, abriu as pernas o máximo que pôde e falou:
— Vai, Elsi... Coloca sua cabecinha entre minhas pernas e lambe minha...
Me enfiei entre a buceta peluda e inchada, abrindo com as mãos, vendo que tava toda molhada da mijada recente, mas também do tesão do momento. Enfiei meu dedo mais comprido na caverna molhada e comecei a enterrar devagar, enquanto ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás, curtindo a carícia gostosa. Dava pra ver que minha tia adorava fazer isso comigo no banheiro do cinema, porque ela mordia os lábios pra segurar os gemidos que queriam escapar da boca linda dela. Depois de muito tempo enfiando o dedo na fenda dela, ela pediu pra eu chupar. Aproximei meu rosto da virilha dela, abri de novo os lábios da buceta e mergulhei minha língua na cavidade quente. Comecei a mexer minha boca dentro da buceta molhada dela, enfiando e tirando a ponta da língua da fenda rosa.
Quando minha tia sentiu os primeiros espasmos da chegada, ela sussurrou baixinho:
— Ah, Elsi... fica mais comigo... enfia mais fundo... Vou mijar na sua boquinha...
Obedeci e apertei meu rosto com força contra a buceta linda dela, enfiando minha língua o mais fundo que dava. Nessa hora, ela começou a tremer toda... garras dos espasmos mais delirantes. Senti os líquidos dela escorrendo dentro da minha boca aberta enquanto chupava e chupava aquela deliciosa boceta que pulsava entre meus lábios. Quando o corpo dela parou de tremer, fui eu quem implorou com desejo:
"Tia Rebe... por favor... quero mijar na sua boca..."
"Claro, pequeno... Vamos, senta no vaso.
Me posicionei como ela pediu e abri as pernas o máximo que pude. Minha tia se ajoelhou e aproximou a boca da minha pequenininha sem pelos, que já ardia de vontade de sentir a língua dela lá dentro. Ela abriu devagar as dobrinhas dos meus lábios centrais e colocou a ponta da língua quente na minha portinha. Soltei um gemidinho leve de alegria ao sentir o toque quente, mas ela colocou uma das mãos na minha boca, como se mandando eu calar a boca. Não tive escolha a não ser apertar bem os maxilares pra evitar que os suspiros de prazer escapassem, enquanto a tia Rebeca começava a chupar minha coisinha de um jeito alucinante, entrando e saindo do meu apertadinho. Pela genialidade da língua sensual dela, não aguentei muito tempo até sentir que ia transbordar dentro da boca dela. Então falei:
— Tia... Vou mijar... Vou mijar... jáááá...
Ela não esperou mais, ficou com a boca aberta e enterrou a língua dentro de mim o mais fundo que pôde. Isso foi o suficiente pra eu tremer de alegria e começar a derramar meu pequeno melzinho na boca aberta dela, que recebeu meus fluidos quentes com um deleite incrível.
— Depois de terminar de se divertir, ela começou a vestir minha calcinha e depois fez o mesmo com ela. Quando ficamos prontas, ela me pegou pela mão e voltamos pros nossos lugares. O filme ainda não tinha terminado, então continuamos sentadas vendo os desenhos até o programa acabar. Me senti mais que feliz enquanto voltávamos pra casa, porque já fazia vários dias que eu não brincava com minha tia, e dessa vez, mesmo sem acreditar, ela tinha sabido aproveitar muito bem as circunstâncias, me dando a chance de aprender coisas novas. De mãos dadas, andamos pelas ruas conversando animadas sobre o filme que nem tínhamos visto por completo. De repente, minha tia me perguntou:
— Elsi, me diz... O que você achou da história da Branca de Neve?
"Divino... Amei os desenhos...
"São muito lindos, né?...
Sim..." Sempre gostei de desenhos animados, tia...
—Você gosta muito mesmo?... porque eu conheço uns filmes de desenho animado que são bem especiais, lindinhos...
—Ah, tia... e onde a gente pode ver eles?
—Bom, em casa... quando seus pais não estiverem, claro.
—Por quê?... É ruim eles nos verem?
—Olha, Elsi, vou te explicar... Os filmes que eu tô falando não são os mesmos que a gente viu hoje.
—Não?... mas você disse que...
—Que eram desenhos, né?... e realmente são... mas é um tipo diferente de desenho, linda...
—Ah... Não tô entendendo direito, tia...
—Deixa eu te contar, Elsi... o que quero dizer é que são desenhos animados... mas fazendo umas coisinhas parecidas com o que você e eu fazemos...
Fiquei muito surpreso quando ouvi o que ela tava dizendo. Aí perguntei, meio desconfiado:
"Você quer dizer—" que os desenhos animados mostram a mesma coisa que a gente faz?
"Exatamente, gostosa... você é muito inteligente e pega rápido... kkkkkkk...
— Kkkkkk... é, tia, parece que sim...
"E é muito bom você ser assim, querido..." agora me diz... Você gostaria que um dia a gente se visse, eu e você?
"Sim.... Quero ver com você, tia...
"Tá bom..." Vou te falar o que a gente vai fazer... Quando ficarmos sozinhos, vou alugar o filme e aí a gente assiste juntinhos... Beleza?
— Sim, tia...
"Beleza... mas já sabe... Nem uma palavra pra ninguém sobre nada, hein?
"Claro, tia... Eu sei.
Perfeito, lindo..." sabe?.. Te amo demais...
"Ah, tia... Eu também te amo muito... De verdade...
Entre conversas, chegamos em casa.
"—Os dias passaram rápido e finalmente surgiu a oportunidade tão esperada, já que meus pais tiveram que sair da cidade para um compromisso social, me deixando como sempre aos cuidados da minha tia. Nós duas saímos para nos despedir deles na garagem até vê-los sumir na rua. Sabendo que era a hora certa, minha tia me puxou pelo braço pra dentro de casa e já foi falando:
"Linda... Lembra do que te contei sobre o filme?
"Claro, tia... Lembro perfeitamente...
—Muito bem... mas me diz... Quer que a gente vá logo?... Se não fizermos dessa vez, acho que vai ser difícil seus pais saírem de novo por várias horas... Entendeu?
—Sim, tia... Entendo...
"Bom... então me espera aqui..." Vou na locadora alugar ele...
—Sim, tia... Mas não demora muito, né?
—Não, pequeno... Só espera que não vou me atrasar.
Eu concordei. Ela pegou a bolsa, se despediu de mim e, fechando a porta, foi embora. Um tempo depois voltou com uma caixinha na mão. Sem me dizer nada, ligou o videocassete e a TV e colocou o filme no vídeo. Depois me pegou pelas mãos e me levou até um sofá na sala. Logo as primeiras cenas do filme que eu tanto queria ver começaram a rolar na tela. Senti meus lábios secos e a respiração ofegante. Mas mais ainda ela, que eu vi como os olhos brilhavam com aquela faísca única que eu conhecia tão bem. Deve ter lembrado que esqueceu de fazer algo, porque apertou o botão de pausa no controle, parou e me disse:
Espera, Elsi... Vou fechar bem a porta e as cortinas... Não quero que ninguém perceba.
—Sim, tia.
Depois de garantir nossa privacidade, ela sentou de novo bem perto de mim e disse:
"Agora sim, gostosa..." nada mais pode nos interromper.
Quando o aparelho ligou de novo, as imagens apareceram na tela. "O que eu vi me deixou sem palavras e pasmo."
—Que filme era, mamãe?...
"Era Branca de Neve e os Sete Anões, querido.
—Mas—" você já não tinha visto no cinema?
"Sim... mas esse era de outro tipo... digamos que eram desenhos animados... mas com brincadeiras safadas como as que faço com seu pai, linda...
—Ah... não me diga... Existem filmes assim, mamãe?
—Sim, pequeno... Pode ter certeza que existem...
— Ah, mami... e elas são lindas?...
"São muito gostosas, menina..."
— Ah, mami, e você gosta delas?
— Claro que gosto... e muito...
— Como você se sente quando vê eles, mami?
"É muito tesudo..." a gente fica toda molhada... dá até vontade de mijar, Rubicita.
— Ah, mami... Eu queria ver um...
"Sim, gostosa..." Você vai ver, a gente vai ver bem logo.
— Tá bom, mami... Mas agora continua me contando, tá?
"Sim..." Vou continuar.
Não consigo descrever o tesão intenso que senti de novo ao ouvir as confissões ardentes da minha esposa para o menino. E se no dia anterior eu tinha me masturbado várias vezes como um louco, dessa vez gozei pra caralho ouvindo os segredos mais íntimos de Mirian Caballero, revelados pela primeira vez para Cielo Riveros e para mim. Não sei dizer se o tesão absurdo que essas conversas me deram foi por ter escutado escondido; ou por saber que foi minha própria filha pequena quem ouviu essas revelações; ou pela paixão extraordinária com que minha esposa enfatizou suas próprias confissões. A verdade é que, mesmo depois de gozar várias vezes, meu pau continuava pedindo mais apertões, que eu não deixei de dar com toda a vontade.
Ouvi quando Mirian Caballero continuou contando para Cielo Riveros sobre sua experiência quente.
Pude admirar quando a Branca de Neve, lindamente desenhada, se perdeu na floresta e lamentou sua desgraça. De repente, vários anões apareceram e a levaram para uma casinha escondida na imensidão do campo. Dentro dela, havia outros anões que logo se juntaram aos demais e começaram a despir ela. Branca de Neve, a princípio, se recusou a ser despojada do seu longo e bonito vestido. Mas não conseguiu evitar diante da multidão de homenzinhos que logo se abalroaram sobre ela. Todos juntos conseguiram tirar a roupa dela até deixá-la completamente nua. Branca de Neve parecia tão gostosa que até achei uma certa semelhança com a minha tia Rebe, porque tinham quase a mesma idade e competiam em graça e beleza. Os anões começaram a se amontoar no meio de uma grande bagunça enquanto a menina bonita olhava horrorizada.
Mas quando ela começou a ver o tamanho das picas que se destacavam de cada um dos pubis dos homenzinhos, desmaiou de medo. Será que talvez nunca tinha visto um pau, e muito menos de um tamanho tão colossal como os que os liliputianos mostraram pra ela? Eu também, ao ver as dimensões tremendas daquelas picas grossas e enormes que pendiam como sinos, me assustei e perguntei pra minha tia Rebe:
"Tia... Por que os anões têm um negócio tão comprido e grande?..."
"Ah, que bonitinho..." Você tem que lembrar que é só um filme... uma fantasia..."
"Mas—" é que eles têm grande demais... e meu pai não é tão grande assim..."
"Não me diga—e quão grande é meu cunhado?..." Vamos, Elsi... Me conta."
"Bom, bem menor..." é bem menor que esses..."
— Mais ou menos de que tamanho será?
"Sei lá... talvez do tamanho do seu dedo mais longo... ou um pouco mais..."
— Mmmm.... Eu pensei que...
"É verdade.
E, tia... Tô te falando que vi bem quando jogamos basquete ou quando ele me toca e me puxa... Lembra que te falei?
"Sim, gostosa... Lembro bem... Mas tem certeza disso?"
— Sim, claro... por isso me impressionou o tamanho daquelas coisas que a gente tá vendo agora...
— É, pois é... Mas vamos continuar vendo o filme, tá?
— Sim.
Voltamos a olhar pra tela da TV. Agora um dos anões tava montado em cima da jovem Branca de Neve, que já tava de pernas abertas. Fios de pelos pubianos loiros se erguiam sobre a bucetinha bem desenvolvida dela. O homenzinho que tava em cima dela já balançava o pauzão enorme nas mãos. Na hora, ele subiu em cima e enfiou aquele pedaço de carne no meio da fenda da virilha dela. A menina gritou de dor ao sentir aquela vara doida penetrando com uma força tremenda, sumindo naquele buraquinho apertado. Assim, toda furada, ela já não conseguia escapar do tesão e do gemido, e logo começou a se mexer com prazer, empurrando a bunda pra lá e pra cá, como se tivesse adorando a penetração violenta que tava levando. Os olhos dela ficaram fechados, e por isso ela nem percebeu quando outro homenzinho chegou perto do rosto dela e enfiou o pauzão na boca dela. Sentindo a cabeça daquele pinto batendo na porta dos lábios gostosos, a menina resolveu colaborar, abrindo a boca o máximo que podia, enquanto aquele pedaço peludo cheio de veias entrava na boca dela. O anão começou a meter a bagaça pra dentro enquanto ela lambia a cabeça do instrumento real com a língua. Os outros cinco pequenos esperavam ansiosos pela vez deles, rindo e curtindo o espetáculo inesperado na frente deles, enquanto seguravam os paus compridos com prazer. O homenzinho que tava metendo nela ainda tava em cima, se movendo rápido dentro da abertura da Branca de Neve, agora desvirginada pra sempre, que soltava gritos de prazer enquanto se engasgava. com a outra rola ereta presa no fundo da garganta dela. Depois de alguns minutos de bombada constante, o anão gritou e gozou dentro da fenda da garota, descarregando jorros enormes de porra no coque intricado dela. Percebi perfeitamente porque, quando tirei o pau dele do coelho inundado da Branca de Neve, escorreram grossos flocos de material leitoso. Assim que ele abandonou a prisão meridiana da garota, outro anão tomou seu lugar. Esse último, mais safado que o companheiro, imediatamente levantou as longas e lindas pernas da donzela e as abriu para o lado, como se abrem as folhas de uma janela, enquanto colocava a ponta do bastão no epicentro dela e a penetrava com crueldade e selvageria. A jovem loira gritou de novo, mas não tinha tanta certeza se era dor ou prazer, porque começava a surgir na boca dela uma espécie de sorriso gostoso que me hipnotizava. A bagunça que estourou dentro da cabana pequena foi estridente. Tanto minha tia quanto eu adoramos curtir essas imagens animadas maravilhosas, que nos fizeram ter que nos abraçar, apertando nossos corpos com força.
O abraço foi o suficiente para que ela começasse a colocar as mãos por baixo do meu vestidinho, deslizando suavemente entre as dobras da minha calcinha. Os dedos dela entraram por baixo do tecido e procuraram avidamente o buraco pulsante entre as minhas pernas. Quando a falange inquieta encontrou refúgio na minha fenda, afundou delicadamente no meu breve buraquinho molhado. Diante da sutileza do seu apalpamento experiente, não pude evitar soltar um gemido de desejo que despertou na minha tia a lascívia mais ambiciosa, ao começar a invadir minha virgindade, me denunciando com um sabor requintado, sem que nenhuma de nós tirasse os olhos da tela. As cenas quentes do filme continuavam rolando enquanto a gente se entregava cada vez mais ao jogo íntimo que ela tinha começado comigo. Tendo chegado ao ápice do desejo, minha tia sugeriu:
— Elsi... Que tal a gente desligar isso e ir pro meu quarto?... Quer, linda?
— Sim, tia, seria melhor...
Ela desligou o aparelho e pegou na minha mão. Praticamente subimos as escadas correndo até chegar no quarto dela. Ela trancou a porta por dentro e me deitou na cama, tomada pela luxúria. Percebi que a visão dela estava nublada pelo desejo e os movimentos dela eram quase desajeitados, porque quando começou a tirar a roupa, as mãos tremiam igual gelatina. Claro, não consegui escapar da tremenda influência das imagens que vi na televisão, pois senti minha respiração tão ofegante como se tivesse corrido sem parar por várias ruas. Com gestos claros que mostravam o tesão que sentia, a tia Rebe tirou toda a roupa até que a vi pelada na minha frente. Arrastada pelo desejo, ela me carregou nos braços enquanto me beijava loucamente por todo o corpo e me colocou na cama. Ela pulou no colchão, abriu minhas perninhas e enterrou o rostinho lindo nas intimidades do meu tesouro. As linguadas que ela me deu dessa vez na minha bucetinha tenra me fizeram sentir muito mais apaixonada do que todas as vezes anteriores, e mesmo quando percebi que ela tava com mais força, não gostei menos, porque comecei a me mexer no ritmo da cadência do rosto dela esfregando na minha abertura rosada. Não tinha dúvida de que o conteúdo do filme tinha deixado ela puta, porque minha tia ardente estava furiosa. Diante de uma amostra tão quente de paixão, logo senti as urgências do prazer; foi por isso que eu disse: pronto experimentei as urgências do prazer; Foi por isso que falei pra ela:
"Tia... Não aguento mais... Vou mijar na sua boca..."
Perdida entre minhas pernas, ela nem respondeu, mas intensificou os ataques com a língua dentro da minha buceta molhada. Quase na hora eu explodi numa mijada violenta que ela bebeu com muito gosto, sem separar os lábios quentes nem um segundo do suculento sanduíche que tava comendo. Quando terminou de drenar meus líquidos internos, ela se levantou e foi até o armário, de onde tirou um tubo de plástico. Quando voltou pra cama, pude ver que era o desodorante dela. Morrendo de tesão, ela me perguntou:
"Mas é claro, linda..." cê vai ver que eu também vou te mostrar...
Ah... que delícia... — Sim... vai ser uma delícia, Cielo Riveros... Você vai me contar depois.
"Que bom..." Sempre gostei de aprender coisas novas, mamãe...
— Sim... eu sei... e tudo que eu sei vou te ensinar... Prometo, meu bem...
— Ah, obrigada, mamãe... por isso te amo tanto...
— Eu também te amo muito, gostosa...
Quando vi que não tinha mais gozo nos meus ovos, tive que dar um sinal pra minha esposa de que já dava pra hoje. Mirian Caballero, entendendo na hora meu pedido, falou pra Cielo Riveros:
"Linda... Acho que já é hora de ir descansar... Já está um pouco tarde..."
— Mamãe?... Mas você vai continuar me contando mais daquilo que contou sobre a tia Rebeca?
—Claro, minha filha.. Prometo que vou fazer.. mas vamos... É hora de você ir pra cama. Quando ouvi as palavras da minha esposa, corri pra sala pra Cielo Riveros não me ver. Minutos depois, Mirian Caballero desceu e me disse:
"Amor... Como foi a noite?"
"Ô, amor", respondi, abraçando ela e dando um beijo. "Você foi demais... simplesmente demais..." Não esperava por algo assim...
"Por quê, Aldo?"
"Por tudo que você revelou pra garota..." é algo deliciosamente quente... Tive que...
"Ah, que bom..." A única coisa que lamento é você não ter derramado essa porra em mim.
"Fica tranquila, vou te dar sua dose..." hahahahaha...
— Hahahahaha... já vou ver, seu safado...
"Valeu, amor..." valeu por me deixar tão excitado...
"Nunca imaginei que meus segredos iam te deixar assim, Aldo."
"Bom, cê viu que sim..." e quero que você continue contando pra garota até terminar sua história de infância...
"Você realmente quer isso, meu amor?"
— Sim, Mirian Caballero... Eu quero isso.
Tá bom..." Vai ser assim então. "Bom, hora de ir descansar..." amanhã o escritório me espera.
"Ô love, nem pensa nisso agora... melhor vem, sobe que vou te dar uma massagem nas costas."
— É, vamos subir.
No dia seguinte, me senti tão cansado no escritório que praticamente não tive vontade de fazer nada. Projeto que não sei quando vou terminar. E o tesão da noite passada me deixou seco. Mas como tudo foi gostoso. Ufa. Que confidências boas que a Mirian Caballero tinha. Me deixam mais tarado do que eu imaginava. Tô gostando demais desse joguinho. É algo novo e quente. Excessivamente quente. Não importa se tô cansado, hoje à noite vou ouvir de novo a continuação das aventuras sexuais da minha esposa, quando era menina, com aquela tia. Que coisa boa. Nunca imaginei que minha esposa guardava esses segredos. Nem que ouvir as confidências dela me deixasse tão pronto. Pelo visto, os jogos sexuais de meninas são algo real. E como não seriam? Será que eu não curto a Cielo Riveros? E a minha própria esposa não se consolava com ela quando a gente não podia transar por causa do trabalho? Sim. O sexo infantil entre meninas e adultos é algo que realmente acontece. É algo totalmente comprovado. Com esses pensamentos na cabeça, o dia passou.
Um dia sem fim. Maldito trabalho. O dia inteiro me prende num cubículo no meio desses jornais idiotas. Sem perceber, a noite cai e só espero as dez pra voltar pra casa. Quando vejo os ponteiros do relógio marcando dez horas, largo tudo e saio pro meu carro. Ligo o motor e vou pra minha casa. No caminho, fico pensando em tudo que me espera. Porra, é foda o que a Mirian Caballero tá contando pra Cielo Riveros. Preciso ouvir tudo. A buceta quente da minha esposa começou quando ela era menina e ela gostou. Não é à toa que ela é tão boa na cama. Com certeza ela lembra de tudo que a tia Rebeca fez com ela naquela época. E também do que fez com a mãe e o pai dela. Sim, isso. Deve ser. Tô quase certo. Foi por isso que também peguei ela brincando escondida com Cielo Riveros. Num reflexo condicionado, ela repete com a Rubicita o que aprendeu quando era criança. Sim, disso não tenho dúvida. Sinto a pica explodir dentro da minha calça. Tô com calor. É verão. Finalmente chego no estacionamento do prédio. Tranco o carro e vou pra casa. Entro em silêncio. Não quero que a menina perceba. Só a Mirian Caballero, que já deve estar pronta pra sessão de hoje à noite. O interior todo tá escuro. Só uma luz fraca ilumina o corredor do andar de cima. Subo as escadas com cuidado e sem fazer barulho. Chego devagar no quarto principal. O feixe de luz que sai da porta entreaberta bate na minha cara. Olho pra dentro sem fazer nenhum ruído. Minha esposa tá sentada na cama com a menina. As duas tão conversando animadas. Espero não ter perdido nada. Do jeito que dá, fico na frente da Mirian Caballero pra ela me ver. Ela tá me esperando; por isso me enxerga na hora. Faço um sinal pra ela começar a festa. Ouço ela dizer pra minha filhinha:
— Ah, linda... Você não quer que eu continue contando minha história de quando você era pequena?
— Quero, mamãe... Era isso que eu ia te falar... Quero que você conte mais antes do papai chegar.
"É, você tem razão..." é melhor a gente se apressar, porque se ele chegar, não vou poder contar mais.
Ele não pode saber o que você fazia quando era criança, né?" — Não, gostosa, claro que não. Por isso você nunca deve contar nada do que eu te falo.
— Sim, mamãe... Entendi... Não vou contar.
"Eu sei, Rubicita..." Eu sei.
— Então me diz, sim?... Quero saber mais.
— Sim. Escuta com atenção, meu bem.
"Depois da noite em que minha tia Rebe me pediu pra ir no quarto dela pra revelar as coisinhas que ela fazia com minha mãe e meu pai, e depois que ela me ensinou a brincar de 'mamãe e papai' pela primeira vez, eu só queria que a gente tivesse outra chance de ficar sozinhos. Mas os dias foram passando sem que meus pais saíssem de casa. Então, uma tarde, quando ela me levou ao cinema, enquanto a gente caminhava na rua, eu comentei:
"Ah, tia Rebe... faz dias que a gente não faz nada... e eu quero muito que você me ensine mais brincadeirinhas dessas que você inventa...
- Sim, gostosa, eu sei. Acredite, eu também tô ansioso... mas cê vê que não deu certo. - Sim... é verdade... Mas então vamos ter que esperar até meus pais irem embora?
- É o melhor... quando eles saem, a gente tem certeza que tá sozinha e não corre risco de ser descoberta... Já te falei, Elsi.
- Mmmm... sim, é verdade, tia... mas cê não sabe o que eu sinto... Por isso que tô te falando.
- Vamos ver, me conta... O que cê sente, gostosa?
- Ah, tia, sinto como se tivesse faltando alguma coisa... como se tivesse muita saudade de brincar com você... jejeje...
- Ah, meu bebê... Te entendo, te entendo muito bem, porque sinto a mesma coisa... mas cê precisa entender que a gente tem que esperar as oportunidades... só assim a gente fica segura...
- Tá bom... e me diz... Que filme a gente vai ver hoje?
- Bom, parece que tá passando aquele da Branca de Neve e os Sete Anões... cê topa a gente assistir junto?
- Sim... quero sim, tia...
- Tá bom, gostosa... com isso a gente vai se distrair um pouco. Quando chegamos no cinema, a tia Rebe comprou os ingressos e a gente entrou. Vimos que tinha pouca gente lá dentro, então tinha muito lugar pra escolher. A tia Rebe ficou parada uns segundos, como se procurasse o melhor lugar pra sentar. Senti quando ela puxou meu braço pra me levar lá pra trás, bem onde as poltronas eram fixadas na parede mais longe da tela. A gente sentou junto e eu me virei pra olhar em volta. Não tinha ninguém perto da gente. Quando as luzes apagaram e o filme começou, ela me falou pra esperar um pouco porque ia comprar uns doces. Voltou uns minutos depois com várias guloseimas e me deu algumas. Eu me deliciei com os doces enquanto via os desenhos animados que apareciam no fundo branco da sala.
Pouco depois do filme começar, ouvi as palavras quentes dela bem perto do meu ouvido:
"Linda... você tá gostando do filme?"
"Ah, sim, tia... é muito lindo..."
"Que bom que você gostou, Elsi... é que eu quero ir ao banheiro... E queria pedir pra você vir comigo."
"Sim, tia... se você quiser, vou com você..."
"Mas—" você vai perder uma parte..."
"Sem problema... vou com você... quero..."
"Tá bom... vamos, vamos."
A gente deixou os doces nos assentos, levantou e caminhou na direção dos banheiros. Quando chegamos, minha tia perguntou:
"Elsi... você não tá com vontade de mijar?
— Sim, tia Rebe... Eu também quero..."Então vem... vamos entrar juntos.
Na mesma hora entramos num dos banheiros privativos. Depois de fechar a porta, minha tia levantou a saia, baixou a calcinha e sentou no vaso. Fiquei observando ela de pé com olhar lascivo, porque vê-la assim me lembrava inevitavelmente das vezes que a gente brincava juntos nossos joguinhos secretos. A ardência do meu sangue se revelou quando ouvi o suave jato de mijo saindo de dentro da barriga dela. Minha tia me olhou sem tirar os olhos de mim. Tinha algo no olhar dela que dizia que ela gostava que eu a visse daquele jeito. E claro que eu também adorava ver. Quando ela terminou de esvaziar a bexiga, me perguntou:
"Linda... agora você mija..." Vamos. Vem, vou baixar sua calcinha.
Com toda a confiança que a gente tinha dos nossos jogos ocultos, não me opus nem um pouco a tudo que ela pedia. Então me aproximei e ela começou a baixar minha calcinha, levantou meu vestidinho e me sentou no vaso. Comecei a derramar meus líquidos quentes lá de dentro no vaso branco enquanto ela me olhava com os mesmos olhos de desejo que eu via brilharem daquele jeito especial quando a gente brincava no sótão. Quando terminei de encher meu mijo, minha tia me disse:
— Ah, lindo... que deliciosos soam teus jatos quando tu mija... — Cê gosta mesmo, tia?... Também gostei de te ver mijar...
— Cê também gosta de me ver, Elsi?
— Sim, tia... Adoro...
— Mmmm... que delícia... Sabe o que, Linda?
— O quê, tia?...
— Queria fazer aqui mesmo... Cê quer?
— Ah, tia, sim... Era isso que eu ia te pedir...
— Tá bom... só temos que fazer rápido, caso alguém apareça.
— Sim... Entendi.
Minha tia começou a tirar minha calcinha, que já tava no joelho, e colocou no vaso. Depois me disse:
— Vamos, gostosa... tira a minha...
Obedeci na hora e puxei a calça branca dela pra baixo, colocando em cima da minha. Ela levantou a saia, abriu as pernas o máximo que pôde e falou:
— Vai, Elsi... Coloca sua cabecinha entre minhas pernas e lambe minha...
Me enfiei entre a buceta peluda e inchada, abrindo com as mãos, vendo que tava toda molhada da mijada recente, mas também do tesão do momento. Enfiei meu dedo mais comprido na caverna molhada e comecei a enterrar devagar, enquanto ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás, curtindo a carícia gostosa. Dava pra ver que minha tia adorava fazer isso comigo no banheiro do cinema, porque ela mordia os lábios pra segurar os gemidos que queriam escapar da boca linda dela. Depois de muito tempo enfiando o dedo na fenda dela, ela pediu pra eu chupar. Aproximei meu rosto da virilha dela, abri de novo os lábios da buceta e mergulhei minha língua na cavidade quente. Comecei a mexer minha boca dentro da buceta molhada dela, enfiando e tirando a ponta da língua da fenda rosa.
Quando minha tia sentiu os primeiros espasmos da chegada, ela sussurrou baixinho:
— Ah, Elsi... fica mais comigo... enfia mais fundo... Vou mijar na sua boquinha...
Obedeci e apertei meu rosto com força contra a buceta linda dela, enfiando minha língua o mais fundo que dava. Nessa hora, ela começou a tremer toda... garras dos espasmos mais delirantes. Senti os líquidos dela escorrendo dentro da minha boca aberta enquanto chupava e chupava aquela deliciosa boceta que pulsava entre meus lábios. Quando o corpo dela parou de tremer, fui eu quem implorou com desejo:
"Tia Rebe... por favor... quero mijar na sua boca..."
"Claro, pequeno... Vamos, senta no vaso.
Me posicionei como ela pediu e abri as pernas o máximo que pude. Minha tia se ajoelhou e aproximou a boca da minha pequenininha sem pelos, que já ardia de vontade de sentir a língua dela lá dentro. Ela abriu devagar as dobrinhas dos meus lábios centrais e colocou a ponta da língua quente na minha portinha. Soltei um gemidinho leve de alegria ao sentir o toque quente, mas ela colocou uma das mãos na minha boca, como se mandando eu calar a boca. Não tive escolha a não ser apertar bem os maxilares pra evitar que os suspiros de prazer escapassem, enquanto a tia Rebeca começava a chupar minha coisinha de um jeito alucinante, entrando e saindo do meu apertadinho. Pela genialidade da língua sensual dela, não aguentei muito tempo até sentir que ia transbordar dentro da boca dela. Então falei: — Tia... Vou mijar... Vou mijar... jáááá...
Ela não esperou mais, ficou com a boca aberta e enterrou a língua dentro de mim o mais fundo que pôde. Isso foi o suficiente pra eu tremer de alegria e começar a derramar meu pequeno melzinho na boca aberta dela, que recebeu meus fluidos quentes com um deleite incrível.
— Depois de terminar de se divertir, ela começou a vestir minha calcinha e depois fez o mesmo com ela. Quando ficamos prontas, ela me pegou pela mão e voltamos pros nossos lugares. O filme ainda não tinha terminado, então continuamos sentadas vendo os desenhos até o programa acabar. Me senti mais que feliz enquanto voltávamos pra casa, porque já fazia vários dias que eu não brincava com minha tia, e dessa vez, mesmo sem acreditar, ela tinha sabido aproveitar muito bem as circunstâncias, me dando a chance de aprender coisas novas. De mãos dadas, andamos pelas ruas conversando animadas sobre o filme que nem tínhamos visto por completo. De repente, minha tia me perguntou:
— Elsi, me diz... O que você achou da história da Branca de Neve?
"Divino... Amei os desenhos...
"São muito lindos, né?...
Sim..." Sempre gostei de desenhos animados, tia... —Você gosta muito mesmo?... porque eu conheço uns filmes de desenho animado que são bem especiais, lindinhos...
—Ah, tia... e onde a gente pode ver eles?
—Bom, em casa... quando seus pais não estiverem, claro.
—Por quê?... É ruim eles nos verem?
—Olha, Elsi, vou te explicar... Os filmes que eu tô falando não são os mesmos que a gente viu hoje.
—Não?... mas você disse que...
—Que eram desenhos, né?... e realmente são... mas é um tipo diferente de desenho, linda...
—Ah... Não tô entendendo direito, tia...
—Deixa eu te contar, Elsi... o que quero dizer é que são desenhos animados... mas fazendo umas coisinhas parecidas com o que você e eu fazemos...
Fiquei muito surpreso quando ouvi o que ela tava dizendo. Aí perguntei, meio desconfiado: "Você quer dizer—" que os desenhos animados mostram a mesma coisa que a gente faz?
"Exatamente, gostosa... você é muito inteligente e pega rápido... kkkkkkk...
— Kkkkkk... é, tia, parece que sim...
"E é muito bom você ser assim, querido..." agora me diz... Você gostaria que um dia a gente se visse, eu e você?
"Sim.... Quero ver com você, tia...
"Tá bom..." Vou te falar o que a gente vai fazer... Quando ficarmos sozinhos, vou alugar o filme e aí a gente assiste juntinhos... Beleza?
— Sim, tia...
"Beleza... mas já sabe... Nem uma palavra pra ninguém sobre nada, hein?
"Claro, tia... Eu sei.
Perfeito, lindo..." sabe?.. Te amo demais... "Ah, tia... Eu também te amo muito... De verdade...
Entre conversas, chegamos em casa.
"—Os dias passaram rápido e finalmente surgiu a oportunidade tão esperada, já que meus pais tiveram que sair da cidade para um compromisso social, me deixando como sempre aos cuidados da minha tia. Nós duas saímos para nos despedir deles na garagem até vê-los sumir na rua. Sabendo que era a hora certa, minha tia me puxou pelo braço pra dentro de casa e já foi falando:
"Linda... Lembra do que te contei sobre o filme?
"Claro, tia... Lembro perfeitamente...
—Muito bem... mas me diz... Quer que a gente vá logo?... Se não fizermos dessa vez, acho que vai ser difícil seus pais saírem de novo por várias horas... Entendeu?
—Sim, tia... Entendo...
"Bom... então me espera aqui..." Vou na locadora alugar ele...
—Sim, tia... Mas não demora muito, né?
—Não, pequeno... Só espera que não vou me atrasar.
Eu concordei. Ela pegou a bolsa, se despediu de mim e, fechando a porta, foi embora. Um tempo depois voltou com uma caixinha na mão. Sem me dizer nada, ligou o videocassete e a TV e colocou o filme no vídeo. Depois me pegou pelas mãos e me levou até um sofá na sala. Logo as primeiras cenas do filme que eu tanto queria ver começaram a rolar na tela. Senti meus lábios secos e a respiração ofegante. Mas mais ainda ela, que eu vi como os olhos brilhavam com aquela faísca única que eu conhecia tão bem. Deve ter lembrado que esqueceu de fazer algo, porque apertou o botão de pausa no controle, parou e me disse:
Espera, Elsi... Vou fechar bem a porta e as cortinas... Não quero que ninguém perceba. —Sim, tia.
Depois de garantir nossa privacidade, ela sentou de novo bem perto de mim e disse:
"Agora sim, gostosa..." nada mais pode nos interromper.
Quando o aparelho ligou de novo, as imagens apareceram na tela. "O que eu vi me deixou sem palavras e pasmo."
—Que filme era, mamãe?...
"Era Branca de Neve e os Sete Anões, querido.
—Mas—" você já não tinha visto no cinema?
"Sim... mas esse era de outro tipo... digamos que eram desenhos animados... mas com brincadeiras safadas como as que faço com seu pai, linda...
—Ah... não me diga... Existem filmes assim, mamãe?
—Sim, pequeno... Pode ter certeza que existem...
— Ah, mami... e elas são lindas?... "São muito gostosas, menina..."
— Ah, mami, e você gosta delas?
— Claro que gosto... e muito...
— Como você se sente quando vê eles, mami?
"É muito tesudo..." a gente fica toda molhada... dá até vontade de mijar, Rubicita.
— Ah, mami... Eu queria ver um...
"Sim, gostosa..." Você vai ver, a gente vai ver bem logo.
— Tá bom, mami... Mas agora continua me contando, tá?
"Sim..." Vou continuar.
Não consigo descrever o tesão intenso que senti de novo ao ouvir as confissões ardentes da minha esposa para o menino. E se no dia anterior eu tinha me masturbado várias vezes como um louco, dessa vez gozei pra caralho ouvindo os segredos mais íntimos de Mirian Caballero, revelados pela primeira vez para Cielo Riveros e para mim. Não sei dizer se o tesão absurdo que essas conversas me deram foi por ter escutado escondido; ou por saber que foi minha própria filha pequena quem ouviu essas revelações; ou pela paixão extraordinária com que minha esposa enfatizou suas próprias confissões. A verdade é que, mesmo depois de gozar várias vezes, meu pau continuava pedindo mais apertões, que eu não deixei de dar com toda a vontade.
Ouvi quando Mirian Caballero continuou contando para Cielo Riveros sobre sua experiência quente.
Pude admirar quando a Branca de Neve, lindamente desenhada, se perdeu na floresta e lamentou sua desgraça. De repente, vários anões apareceram e a levaram para uma casinha escondida na imensidão do campo. Dentro dela, havia outros anões que logo se juntaram aos demais e começaram a despir ela. Branca de Neve, a princípio, se recusou a ser despojada do seu longo e bonito vestido. Mas não conseguiu evitar diante da multidão de homenzinhos que logo se abalroaram sobre ela. Todos juntos conseguiram tirar a roupa dela até deixá-la completamente nua. Branca de Neve parecia tão gostosa que até achei uma certa semelhança com a minha tia Rebe, porque tinham quase a mesma idade e competiam em graça e beleza. Os anões começaram a se amontoar no meio de uma grande bagunça enquanto a menina bonita olhava horrorizada.Mas quando ela começou a ver o tamanho das picas que se destacavam de cada um dos pubis dos homenzinhos, desmaiou de medo. Será que talvez nunca tinha visto um pau, e muito menos de um tamanho tão colossal como os que os liliputianos mostraram pra ela? Eu também, ao ver as dimensões tremendas daquelas picas grossas e enormes que pendiam como sinos, me assustei e perguntei pra minha tia Rebe:
"Tia... Por que os anões têm um negócio tão comprido e grande?..."
"Ah, que bonitinho..." Você tem que lembrar que é só um filme... uma fantasia..."
"Mas—" é que eles têm grande demais... e meu pai não é tão grande assim..."
"Não me diga—e quão grande é meu cunhado?..." Vamos, Elsi... Me conta."
"Bom, bem menor..." é bem menor que esses..."
— Mais ou menos de que tamanho será?
"Sei lá... talvez do tamanho do seu dedo mais longo... ou um pouco mais..."
— Mmmm.... Eu pensei que...
"É verdade.
E, tia... Tô te falando que vi bem quando jogamos basquete ou quando ele me toca e me puxa... Lembra que te falei? "Sim, gostosa... Lembro bem... Mas tem certeza disso?"
— Sim, claro... por isso me impressionou o tamanho daquelas coisas que a gente tá vendo agora...
— É, pois é... Mas vamos continuar vendo o filme, tá?
— Sim.
Voltamos a olhar pra tela da TV. Agora um dos anões tava montado em cima da jovem Branca de Neve, que já tava de pernas abertas. Fios de pelos pubianos loiros se erguiam sobre a bucetinha bem desenvolvida dela. O homenzinho que tava em cima dela já balançava o pauzão enorme nas mãos. Na hora, ele subiu em cima e enfiou aquele pedaço de carne no meio da fenda da virilha dela. A menina gritou de dor ao sentir aquela vara doida penetrando com uma força tremenda, sumindo naquele buraquinho apertado. Assim, toda furada, ela já não conseguia escapar do tesão e do gemido, e logo começou a se mexer com prazer, empurrando a bunda pra lá e pra cá, como se tivesse adorando a penetração violenta que tava levando. Os olhos dela ficaram fechados, e por isso ela nem percebeu quando outro homenzinho chegou perto do rosto dela e enfiou o pauzão na boca dela. Sentindo a cabeça daquele pinto batendo na porta dos lábios gostosos, a menina resolveu colaborar, abrindo a boca o máximo que podia, enquanto aquele pedaço peludo cheio de veias entrava na boca dela. O anão começou a meter a bagaça pra dentro enquanto ela lambia a cabeça do instrumento real com a língua. Os outros cinco pequenos esperavam ansiosos pela vez deles, rindo e curtindo o espetáculo inesperado na frente deles, enquanto seguravam os paus compridos com prazer. O homenzinho que tava metendo nela ainda tava em cima, se movendo rápido dentro da abertura da Branca de Neve, agora desvirginada pra sempre, que soltava gritos de prazer enquanto se engasgava. com a outra rola ereta presa no fundo da garganta dela. Depois de alguns minutos de bombada constante, o anão gritou e gozou dentro da fenda da garota, descarregando jorros enormes de porra no coque intricado dela. Percebi perfeitamente porque, quando tirei o pau dele do coelho inundado da Branca de Neve, escorreram grossos flocos de material leitoso. Assim que ele abandonou a prisão meridiana da garota, outro anão tomou seu lugar. Esse último, mais safado que o companheiro, imediatamente levantou as longas e lindas pernas da donzela e as abriu para o lado, como se abrem as folhas de uma janela, enquanto colocava a ponta do bastão no epicentro dela e a penetrava com crueldade e selvageria. A jovem loira gritou de novo, mas não tinha tanta certeza se era dor ou prazer, porque começava a surgir na boca dela uma espécie de sorriso gostoso que me hipnotizava. A bagunça que estourou dentro da cabana pequena foi estridente. Tanto minha tia quanto eu adoramos curtir essas imagens animadas maravilhosas, que nos fizeram ter que nos abraçar, apertando nossos corpos com força.
O abraço foi o suficiente para que ela começasse a colocar as mãos por baixo do meu vestidinho, deslizando suavemente entre as dobras da minha calcinha. Os dedos dela entraram por baixo do tecido e procuraram avidamente o buraco pulsante entre as minhas pernas. Quando a falange inquieta encontrou refúgio na minha fenda, afundou delicadamente no meu breve buraquinho molhado. Diante da sutileza do seu apalpamento experiente, não pude evitar soltar um gemido de desejo que despertou na minha tia a lascívia mais ambiciosa, ao começar a invadir minha virgindade, me denunciando com um sabor requintado, sem que nenhuma de nós tirasse os olhos da tela. As cenas quentes do filme continuavam rolando enquanto a gente se entregava cada vez mais ao jogo íntimo que ela tinha começado comigo. Tendo chegado ao ápice do desejo, minha tia sugeriu: — Elsi... Que tal a gente desligar isso e ir pro meu quarto?... Quer, linda?
— Sim, tia, seria melhor...
Ela desligou o aparelho e pegou na minha mão. Praticamente subimos as escadas correndo até chegar no quarto dela. Ela trancou a porta por dentro e me deitou na cama, tomada pela luxúria. Percebi que a visão dela estava nublada pelo desejo e os movimentos dela eram quase desajeitados, porque quando começou a tirar a roupa, as mãos tremiam igual gelatina. Claro, não consegui escapar da tremenda influência das imagens que vi na televisão, pois senti minha respiração tão ofegante como se tivesse corrido sem parar por várias ruas. Com gestos claros que mostravam o tesão que sentia, a tia Rebe tirou toda a roupa até que a vi pelada na minha frente. Arrastada pelo desejo, ela me carregou nos braços enquanto me beijava loucamente por todo o corpo e me colocou na cama. Ela pulou no colchão, abriu minhas perninhas e enterrou o rostinho lindo nas intimidades do meu tesouro. As linguadas que ela me deu dessa vez na minha bucetinha tenra me fizeram sentir muito mais apaixonada do que todas as vezes anteriores, e mesmo quando percebi que ela tava com mais força, não gostei menos, porque comecei a me mexer no ritmo da cadência do rosto dela esfregando na minha abertura rosada. Não tinha dúvida de que o conteúdo do filme tinha deixado ela puta, porque minha tia ardente estava furiosa. Diante de uma amostra tão quente de paixão, logo senti as urgências do prazer; foi por isso que eu disse: pronto experimentei as urgências do prazer; Foi por isso que falei pra ela: "Tia... Não aguento mais... Vou mijar na sua boca..."
Perdida entre minhas pernas, ela nem respondeu, mas intensificou os ataques com a língua dentro da minha buceta molhada. Quase na hora eu explodi numa mijada violenta que ela bebeu com muito gosto, sem separar os lábios quentes nem um segundo do suculento sanduíche que tava comendo. Quando terminou de drenar meus líquidos internos, ela se levantou e foi até o armário, de onde tirou um tubo de plástico. Quando voltou pra cama, pude ver que era o desodorante dela. Morrendo de tesão, ela me perguntou:
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