Quatro Aventuras Progressivas – A Escalada do Grupo de Grávidas
A dependência do grupo se tornou voraz. Carla, Maria, Sofia e Laura se reuniam todo fim de semana (e às vezes durante a semana, em momentos roubados) com um número crescente de mendigos. Cada encontro era planejado com cuidado médico por Carla, mas o sexo se tornava mais cru, mais sujo, mais obcecado por cheiros, fluidos e texturas repulsivas. Aqui vão quatro aventuras resumidas, cada uma significativamente mais nojenta e mórbida que a anterior.
Aventura 1 – O Porão Úmido e os Primeiros Cheiros Compartilhados (sete moradores de rua)
No porão de manutenção do hospital, um lugar esquecido com umidade constante, poças de água suja e cheiro de mofo e canos velhos. Carla trouxe sete homens: os de sempre mais dois novatos com um cheiro particularmente forte de sovaco e virilha sem lavar há semanas.
O sexo começou com um ritual de cheiros: as quatro mulheres, sentadas em círculo com as pernas abertas, deixaram que os homens esfregassem suas axilas peludas e úmidas diretamente contra seus narizes e bocas. Depois passaram para os pés: cada mendigo enfiou seus pés descalços e negros de sujeira na cara de uma grávida, forçando-as a inalar e lamber as plantas suadas e queijosas. O sabor ácido e terroso fez todas escorrerem na hora.
A penetração foi em duplas: cada mulher duplamente fodida (buceta e cu) em macas improvisadas, paus venosos e sujos entrando e saindo com ritmo lento mas profundo, cuspes grossos como único lubrificante. Enquanto uma era penetrada, lambia o prepúcio de outro, limpando restos de esmegma esbranquiçado e grudento que se soltava em grumos. Beijos salivosos em grupo: línguas babosas trocando saliva amarelada e restos de esmegma entre as quatro mulheres. Orgasmos suaves mas múltiplos, sêmen quente escorrendo de bocetas e cus, deixando poças viscosas no chão úmido.
Aventura 2 – O depósito de lixo hospitalar e a ingestão de fluidos misturados (nove moradores de rua)
Em um depósito de resíduos biológicos abandonado (apenas papéis e plásticos, nada perigoso), cercadas por cheiro de desinfetante velho misturado com lixo fermentado. Nove homens desta vez, vários com esmegma acumulado grosso e cheiro de urina seca concentrada nas calças.
Começou com uma rodada de "faxina coletiva": cada mulher se ajoelhou e chupou paus sujos um atrás do outro, puxando o prepúcio para tirar esmegma com a língua, engolindo os grumos cremosos e amargos enquanto os homens grunhiam. O sabor era tão intenso que fazia lacrimejar, mas elas continuavam chupando com avidez.
Depois veio a dupla e tripla penetração: Sofia e Laura foram fodidas simultaneamente por três paus cada uma (dois na buceta, um no cu), suas barrigas tremendo a cada enfiada controlada mas profunda. Maria, mais experiente, levou dupla anal (dois paus grossos esticando seu cu ao limite, cuspe e porra velha como lubrificante) enquanto lambia o cu suado e rançoso de outro homem, língua enfiada no buraco cheirando a bosta velha e suor. Carla coordenava, mas também foi penetrada: um pau em cada buraco enquanto chupava bolas úmidas e peludas.
A morbidez aumentou quando todas se beijaram umas às outras depois de engolir esmegma e porra, trocando os sabores em beijos longos e babados, fios de saliva e restos esbranquiçados pendurados em seus queixos. Elas gozaram em ondas, jatos quentes respingando em paus e corpos, o chão ficando pegajoso com uma mistura de fluidos, porra e saliva.
Aventura 3 – A garagem subterrânea e o fetiche por fluidos corporais extremos (onze mendigos)
Na garagem subterrânea do hospital, escura, com cheiro de óleo velho, gasolina e urina acumulada nos cantos. Onze homens, vários com corpos especialmente gordurosos e odor corporal sufocante.
Dessa vez o foco foi a ingestão e troca de fluidos corporais. Começou com uma rodada de "creampie sujo": cada mendigo se masturbou sobre os rostos e peitos das grávidas até gozar jatos grossos e amarelados (muitos com sêmen grumoso pela idade e falta de higiene), cobrindo-as como uma máscara grudenta. As mulheres lamberam o que escorria, saboreando o salgado amargo e o gosto de ranço.
Depois veio a orgia principal: as quatro mulheres deitadas em fila sobre capôs de carros velhos, cada uma recebendo tripla penetração simultânea (duas na buceta, uma no cu ou vice-versa), paus sujos entrando e saindo em ritmo coordenado, o som úmido e obsceno ecoando na garagem. Enquanto eram fodidas, lambiam axilas peludas e suadas, chupavam pés podres (dedos enfiados na boca, gosto de vinagre e terra), e engoliam cusparadas grossas que os homens cuspiam direto na boca aberta delas.
María e Sofia se beijaram profundamente enquanto eram penetradas duplamente no ânus, trocando saliva misturada com porra e esmegma. Laura e Carla esfregaram as bocetas uma na outra enquanto recebiam paus no cu e na boca. O clímax foi coletivo: todos os homens gozaram dentro e sobre elas, porra escorrendo de todos os buracos, peitos e barrigas cobertos por uma camada grudenta. As mulheres gozaram gritando, jatos espirrando, corpos tremendo numa poça de fluidos corporais misturados.
Aventura 4 – O depósito de manutenção esquecido e a imersão total em cheiros e fluidos (treze moradores de rua)
Em um depósito de manutenção esquecido no subsolo, com canos vazando, cheiro de mofo preto, graxa velha e fezes de ratos, além de um fedor humano acumulado por semanas. Treze moradores de rua, os mais sujos até agora: muitos com esmegma grosso como pasta, axilas que cheiravam a cebola podre, bundas sem limpar há meses, pés que exalavam um fedor de queijo fermentado e vinagre extremo.
A sessão foi uma imersão total no nojento. Começou com "o banho de odores": os homens cercaram as mulheres e esfregaram todas as suas partes mais fedorentas diretamente nos rostos delas —axilas suadas e peludas, bolas úmidas e cabeludas, bundas rançosas, pés pretos e podres—. As grávidas inalaram fundo, lambendo cada área, saboreando suor rançoso, restos de urina seca, esmegma cremoso, até lamberam entre as nádegas com cheiro de fezes velhas. O cheiro era tão denso que dava tontura, mas elas continuavam pedindo mais.
Depois veio a penetração extrema: cada mulher foi colocada na posição de "estrela" (pernas bem abertas, barriga para cima), recebendo estimulação quádrupla simultânea: dois paus na buceta (esticando ao máximo, veias roçando juntas), um no cu (cuspida e porra velha como lubrificante), e um na boca (comendo a garganta com prepúcio retraído, esmegma fresco descendo na língua).
Elas se revezavam constantemente: enquanto uma era quadruplamente penetrada, as outras lambiam os cús dos homens que aguardavam sua vez, língua enfiada em buracos sujos e rançosos, engolindo saliva grossa e restos. Beijos coletivos intermináveis: todas as mulheres se beijando entre si, trocando na boca os sabores de esmegma, sêmen, suor de sovaco, lambidas de cu, tudo misturado em fios babentos e amarelados.
O clímax foi uma chuva de fluidos: os treze homens se masturbavam sobre elas ao mesmo tempo, ejaculando jatos grossos e grumosos sobre ventres, peitos, rostos e bocetas abertas. As mulheres se esfregavam umas nas outras, espalhando a porra com as mãos, lambendo os peitos e ventres cobertos uma da outra. Orgasmos violentos e em cadeia: jatos quentes saindo das bocetas, corpos convulsionando, gritos abafados em beijos babados. No final ficaram jogadas, cobertas por uma camada grossa de porra, saliva, suor e restos de esmegma, respirando o fedor asfixiante do lugar e dos corpos, completamente saciadas mas já pensando na próxima vez.
A Despedida de Solteira Erótica – O Último Encontro Antes do Parto
Maria já estava na 39ª semana. A barriga imensa, os movimentos do bebê constantes, o corpo pesado mas ainda carregado daquela libido transbordante que a gravidez tinha multiplicado. Carla sabia: depois do parto, tudo mudaria. O corpo precisaria de recuperação, a amamentação, os cuidados com o recém-nascido... e mesmo que Maria jurasse que voltaria "assim que puder", todas entendiam que essa seria a última grande orgia do grupo por um bom tempo.
Decidiram que seria épica, íntima e brutalmente suja: uma despedida inesquecível para a Maria.
Local: a mesma sala de recuperação abandonada do hospital, um sábado à meia-noite. Luzes baixas, camas hospitalares juntas formando uma superfície grande, cheiro de desinfetante velho misturado com o fedor antecipado dos corpos que chegariam.
Participantes: Maria (a homenageada), Sofia, Laura e Carla. E doze moradores de rua —os mais sujos e fiéis do círculo: o ancião principal, seus companheiros habituais, os novatos com esmegma acumulado e grosso, os que cheiravam a pés podres e sovacos rançosos, e dois especialmente repulsivos que Carla havia reservado para esta noite: um com a barba cheia de restos de comida e um cheiro corporal que dava ânsia, e outro com feridas nas pernas e um prepúcio tão comprido e sujo que o esmegma formava uma camada quase sólida.
Carla tinha dado instruções claras: "Dessa vez é para a Maria. Tudo o que ela quiser. Mas nada que possa machucar ela ou o bebê. Mimo, safadeza, devagar quando precisar, brutal quando ela pedir. E muita porcaria. É a despedida dela".
A noite começou com um ritual lento e cheio de expectativa.
As quatro mulheres se desnudaram completamente. Maria deitou-se no centro das camas unidas, barriga proeminente para cima, pernas abertas, buceta já brilhante de excitação. As outras três se posicionaram ao seu redor, tocando-se umas às outras, beijando-se suavemente, se preparando.
Os doze homens entraram em silêncio, tirando as roupas rasgadas. O cheiro os precedeu: uma nuvem densa de suor rançoso, pés sem lavar, bolas úmidas, prepúcio fermentado, sovacos de cebola podre, bundas sem limpar. O ar ficou espesso, quente, sufocante.
Primeira fase: o banho de cheiros e sabores
Carla ordenou: "Primeiro, que Maria sinta tudo o que vai sentir falta".
Os homens formaram um círculo em volta dela. Um por um, esfregaram suas partes mais fedidas no rosto dela, no pescoço, nos peitos inchados, na barriga.
Axilas peludas e encharcadas de suor rançoso → esfregadas diretamente em sua boca aberta. Maria inalou fundo, lambeu o sal amargo e ácido.
Pés pretos e podres → enfiados na cara dela, dedos chupados um por um, sabor de queijo fermentado e terra velha enchendo sua boca.
Bolas peludas e molhadas → esfregadas contra seus lábios, cheirando a urina seca e sexo velho.
bundas sujas → separadas para que lambesse entre as nádegas, língua enfiada em buracos imundos e escuros, gosto de fezes velhas e suor concentrado.
Prepucio repleto → retraído lentamente diante de seus olhos. Camadas grossas de esmegma esbranquiçado e amarelado, grumoso, pegajoso. Maria chupou, lambeu, raspou com a língua cada dobra, engolindo os restos cremosos e amargos enquanto gemía.

Sofia, Laura e Carla se juntaram: lambiam os mesmos corpos, compartilhavam beijos babosos cheios de esmegma, saliva grossa e restos de sujeira.
Segunda fase: a penetração múltipla dedicada à Maria
María pediu: "Quero sentir todos dentro de mim... o mais fundo possível... mas devagar no começo".
Colocaram ela numa posição meio sentada, apoiada em almohadas, com a barriga protegida.
Dois paus grossos e venosos entraram juntos na sua buceta: alongamento máximo, atrito intenso de veias contra paredes inchadas, movimento lento e profundo. Maria ofegava, com os olhos revirados.
Uma terceira pica em seu cu: cuspes amarelos e viscosos como lubrificante, entrada gradual, depois enfiadas controladas mas firmes.
Uma rola na sua boca: garganta fodida com a pele retraída, esmegma fresco se soltando na língua dela, saliva e restos escorrendo pelo queixo.
Enquanto isso, Sofia e Laura lambiam seus seios inchados, chupavam seus mamilos, esfregavam seus clitóris. Carla comandava, massageava a barriga de Maria para que ela relaxasse, sussurrando: "Você está linda assim... cheia por todos os lados... aproveita sua despedida".
Os homens rodavam sem parar. A cada poucos minutos trocavam de posição:
Triplo anal: três paus no seu cu revezando, esticando até o limite, porra velha e cuspe escorrendo.
Dupla vaginal + dupla anal: dois na buceta, dois no cu, movimento sincronizado, sensação de estar completamente recheada.
Oral constante: paus sujos se revezando na sua boca, engolindo esmegma, porra precoce, saliva grossa.
Sofia e Laura também recebiam penetração: dupla e tripla nas suas bocetas e cus, mas sempre voltando para a Maria para beijá-la, lamber o sêmen que escorria dela, compartilhar os sabores.
Terceira fase: a chuva final e o clímax coletivo
Quando Maria já tremia à beira do êxtase, ela pediu: "Quero que todos gozem em mim... por dentro e por fora... que me cubram toda.
Os doze homens se ajoelharam e se masturbaram ao redor dela.
María ficou estendida, pernas abertas, buceta e cu abertos e escorrendo, ventre brilhante de suor.
Um por um gozaram:
Jatos grossos, amarelados, encaroçados pela idade e pela sujeira.
Alguns diretamente dentro da sua buceta e cu, enchendo-a até transbordar.
Outros sobre sua barriga, peitos, rosto, cabelo.
Alguns apontaram para sua boca aberta: porra quente e salgada misturada com restos de esmegma.
Sofia, Laura e Carla se juntaram: lamberam o sêmen do corpo dela, beijaram Maria com as bocas cheias de fluidos, trocaram os restos em beijos longos e babados.
María gozou uma última vez, um jato forte e longo que respingou nos corpos dos homens, enquanto gritava entre lágrimas de prazer: "Vou sentir tanta falta de vocês...!
No final ela ficou jogada, coberta por uma camada grossa de porra, saliva, suor e sujeira, respirando ofegante, a barriga tremendo com as chutadinhas do bebê.
Carla a abraçou com carinho, limpando seu rosto com um lençol.
—Isso não acabou, meu amor. Só deu uma pausa. Quando você estiver pronta… a gente volta.
María sorriu, exausta e feliz.
—Quando puder… quero mais. Muito mais.
As outras três concordaram, já planejando em silêncio a recepção de Maria depois do parto.

A Confissão de Laura e o Despertar de suas Irmãs
Laura tinha passado semanas se debatendo. Cada vez que voltava pra casa depois de uma daquelas noites na sala de recuperação ou em algum canto esquecido do hospital, sentia uma mistura de euforia e culpa que apertava seu peito. Sua vida diária era a mesma de sempre: preparar o café da manhã pros filhos, lavar louça, passar as camisas do marido, sorrir nas reuniões de família… mas por dentro queimava um segredo que ela já não conseguia mais segurar.
Num domingo à tarde, aproveitando que as crianças estavam na casa dos avós e o marido tinha saído para jogar futebol com os amigos, Laura convidou as três irmãs para tomar chimarrão na casa dela. “Preciso falar com vocês sobre algo importante”, escreveu ela no grupo da família. Ninguém perguntou mais nada. Sabiam que quando Laura dizia “importante”, não era para falar de receitas nem da escola dos moleques.
Chegaram quase ao mesmo tempo.
Valentina, a mais velha, 38 anos. Sempre a responsável, a que organizava tudo: aniversários, Natal, viagens em família. Casada há 15 anos com um contador tranquilo e previsível. Sexo uma vez por semana, sempre na mesma posição, luzes apagadas, sem putaria na conversa. Valentina era a que dizia "tem coisas que não se falam" e a que ficava toda corada se alguém soltasse uma piada de duplo sentido na mesa.
Camila, a do meio, 35 anos. A mais doce e quietinha. Professora do ensino fundamental, mãe de duas menininhas pequenas. O marido dela era um homem bom, mas absolutamente rotineiro: jantar, TV, cama, repetir. O sexo tinha passado de escasso para quase inexistente depois do segundo filho. Camila dizia pra si mesma que "tava tudo bem assim", que o amor não precisava de fogos de artifício, mas ultimamente ela ficava olhando pro teto à noite com um vazio que não sabia nomear.
Florencia, a caçula, 32 anos. A "rebelde" do grupo, mas só na aparência. Designer gráfica freelancer, casada com um advogado sério e meio controlador. Sexo funcional, rápido, sem firula, sem preliminares longos. Florencia sempre foi a que dizia "eu não preciso dessas coisas esquisitas", mas no fundo se sentia presa numa vida que parecia cada vez mais com a das irmãs mais velhas.
As quatro se sentaram na sala. Chimarrão na mão, silêncio constrangedor no começo.
Laura respirou fundo, olhou para o chão e começou.
—Não sei como dizer isso sem que me odeiem ou pensem que estou louca… mas preciso contar. Há meses que estou vivendo algo que nunca imaginei. Algo muito… sujo. Muito proibido. E está mudando tudo em mim.
As três irmãs se entreolharam, confusas.
Laura continuou, com a voz trêmula mas decidida:
—Estou transando com mendigos. Homens velhos, sujos, feios, que fedem… no hospital, em becos, em lugares que ninguém pisa. Não é só sexo. É… degradação. Cheiros fortes, fluidos, sujeira, humilhação. E eu adoro. Me excita mais do que qualquer coisa na minha vida. Faço isso com a Carla, a ginecologista, e com a Maria e a Sofia, as grávidas que já conhecem. É um grupo. E não consigo parar.
Silêncio absoluto.
Valentina foi a primeira a reagir. Ficou pálida, deixou o chimarrão na mesa com cuidado, como se estivesse queimando.
— O que você tá falando, Laura? Você tá drogada? Te forçaram? Meu Deus…
—Não. Ninguém me obriga. Eu que procurei. Eu que pedi. No começo, a ideia me horrorizava… mas depois da primeira vez… não teve mais volta. É como se eu tivesse aberto uma porta que nem sabia que tinha dentro de mim.
Camila tapou a boca com a mão. Os olhos bem abertos.
—Laura… isso é… é nojento. É perigoso. Você poderia ficar doente, perder tudo. Como você pôde cair tão baixo?
Florencia não dizia nada. Só ficava encarando Laura fixamente, com uma expressão que misturava repulsão e algo mais difícil de decifrar.
Laura não se fez de rogada.
—Não espero que vocês entendam de cara. Eu também não entendia. Mas escutem como me sinto: durante anos achei que minha vida sexual era "normal". Chata, rotineira, previsível. Como a de vocês. E de repente descobri que o que realmente me excita é o oposto: o sujo, o proibido, o que ninguém deveria desejar. E quando experimentei… senti que pela primeira vez na minha vida eu estava realmente viva. Que meu corpo reagia como nunca. Que podia gozar só com o cheiro, com a vergonha, com a sensação de ser usada por alguém que a sociedade despreza.
Valentina balançou a cabeça, mas sua voz já não estava tão firme.
—Isso é uma loucura. Você não pode viver assim. E se seu marido descobrir? E se as crianças…?
—Eu não quero que eles descubram. Por isso estou contando pra vocês. Porque preciso que alguém do meu sangue saiba quem eu realmente sou. Porque eu tô me afogando de guardar isso sozinha.
Camila começou a chorar baixinho.
—Eu… eu também me sinto vazia às vezes. Meu marido é bom, mas… ele não me olha. Não me toca. Eu chego na cama e sinto que sou invisível. E quando ouço o que você conta… me dá nojo, mas também… não sei. Algo se mexe dentro de mim. Como se uma parte de mim quisesse saber como é sentir isso.
Florencia, que tinha ficado quieta o tempo todo, finalmente falou. A voz dela saiu baixa, quase um sussurro.
—Comigo é a mesma coisa. Meu marido me faz sentir que sexo é uma obrigação. Sempre igual, sempre rápido, sempre sem vontade. E quando ouvi o que você disse… primeiro, deu vontade de vomitar. Mas depois… me imaginei sentindo aquele cheiro de sujeira, aquela vergonha… e fiquei molhada. Me odeio por admitir, mas fiquei molhada.
Valentina olhou para suas irmãs mais novas como se as estivesse vendo pela primeira vez.
—Vocês também? Sério?
Camila concordou devagar.
—Não estou dizendo que quero fazer agora. Mas… essa ideia tá rodando na minha cabeça desde que você começou a falar. Me assusta. Me dá vergonha. Mas também… me excita. Pra caralho.
Laura sentiu o nó no peito se soltar um pouco.
—Não estou pedindo pra vocês fazerem nada. Só que me escutem. Que não me julguem. Que saibam que não estou maluca… ou talvez eu esteja, mas não quero parar de sentir isso.
Valentina ficou em silêncio por um longo tempo. Depois suspirou, como se estivesse se rendendo a algo que vinha evitando há anos.
—Eu sempre achei que era a forte. A que tinha tudo sob controle. Mas a verdade é que minha cama é um deserto há anos. Meu marido e eu… nem sequer nos olhamos quando estamos pelados. E ouvir o que você conta… me dá um medo danado. Mas também sinto inveja. Inveja de que você teve coragem de quebrar tudo.
As quatro se entreolharam em silêncio.
Laura quebrou o gelo.
—Vocês não precisam decidir nada hoje. Só queria que soubessem. E se alguma vez… alguma de vocês sentir curiosidade… eu acompanho vocês. Eu cuido de vocês. Como a Carla cuida de mim.
Camila limpou uma lágrima.
—Não sei se um dia vou ter coragem. Mas… obrigada por contar pra gente. Me sinto menos sozinha.
Florencia sorriu de leve, com um brilho novo nos olhos.
Eu não prometo nada... mas não consigo parar de imaginar. E isso já é muito pra mim.
Valentina foi a última a falar.
—Nunca pensei que diria isso… mas acho que quero saber mais. Não para fazer ainda. Só… para entender. Para parar de fingir que minha vida é perfeita quando estou morrendo de tédio por dentro.
Laura sentiu que algo se soltava dentro dela. Não era só alívio. Era esperança. A esperança de que suas irmãs, aquelas mulheres certinhas, puritanas e presas em vidas monótonas, começassem a despertar.
E ela soube que, mais cedo ou mais tarde, aquela porta que ela havia aberto também se abriria para elas.

A Primeira a se Animar – Florencia
Das três irmãs, foi Florencia quem deu o primeiro passo. Não foi Valentina, a mais velha, que sempre precisava planejar tudo nos mínimos detalhes. Nem Camila, que ainda estava dividida entre a culpa e a curiosidade. Foi Florencia, a caçula, que supostamente era a mais "rebelde", mas que na verdade vinha se segurando há anos.
Duas semanas se passaram desde a confissão na sala da Laura. Duas semanas de mensagens em um grupo privado do WhatsApp que foi chamado simplesmente de "Nós". No começo eram perguntas tímidas: "Anal dói muito?", "E se te reconhecem?", "Como é o cheiro de verdade?". Depois ficaram mais diretas: "Gozam dentro?", "Engolem tudo que sai?", "Você se lava depois ou vai pra casa assim?
Florencia lia tudo em silêncio, mas uma noite, às 2:37 da manhã, ela escreveu:
Eu quero experimentar. Não sei se tenho coragem pra tudo, mas quero começar. Laura, fala com a Carla. Quero que seja logo.
Laura respondeu quase na hora.
“Tá. Eu conto pra Carla amanhã. Cê tem certeza?”
Florencia demorou alguns minutos para responder.
Não tenho certeza de nada. Mas se não fizer isso agora, nunca vou parar de pensar nisso.
A organização do primeiro encontro
Carla se encontrou com Florencia e Laura no consultório dela três dias depois, depois do último plantão. Porta fechada, luzes baixas, chimarrão na mesa.
Carla foi direta, mas calorosa, como sempre.
—Florencia, obrigada por confiar. Quero que você saiba que eu vou estar lá o tempo todo. Nada é feito sem o seu consentimento. Se em qualquer momento você disser "chega", a gente para. Sem perguntas.
Florencia concordou, com as mãos apertadas no colo.
—Eu quero que seja… sujo. Mas não violento. Ainda não estou pronta pra ser tratada como lixo. Quero sentir a sujeira, os cheiros, a vergonha… mas que cuidem de mim.
Carla sorriu.
Perfeito. Então vamos começar suave, mas intenso. Nada de grupos grandes ainda. Só dois ou três homens. Os mais limpos dentro do que eles são (ou seja, os menos nojentos que a gente conhece). Vamos usar a sala de recuperação do hospital, no sábado à meia-noite. A Laura vai estar com a gente. Eu comando tudo.
Florencia engoliu em seco.
—E… o que eu tenho que fazer antes?
Carla olhou para ela com cumplicidade.
—Não tome banho desde a manhã de sexta. Nada de perfume. Deixe seus pés e axilas acumularem cheiro natural. Eles ficam loucos com isso. E venha sem calcinha. Queremos que você chegue já excitada, já cheirando a mulher.
Florencia ficou corada até as orelhas, mas concordou.
O sábado chegou rápido.
O primeiro encontro – A iniciação de Florencia
Florencia chegou sozinha ao hospital às 23h45. Estava com um vestido preto simples, tênis confortáveis e nada por baixo. Não tinha tomado banho desde sexta-feira. Quando tirou os sapatos no elevador, o cheiro dos pés subiu forte: suor acumulado, um toque ácido e quente, como pão velho misturado com pele feminina. As pernas tremiam.
Laura e Carla a esperavam na sala. As luzes estavam baixas, as camas juntas, um lençol limpo mas velho cobrindo elas.
Três homens esperavam sentados: o ancião principal (aquele que havia iniciado tudo), um gordo de uns 65 anos com barba desgrenhada e cheiro forte de suor e álcool, e um terceiro mais magro, de uns 70, com pés descalços que já cheiravam a queijo rançoso desde que entrou.
Carla trancou a porta com chave.
—Florencia, bem-vinda. Isso aqui é seu. Você que dita o ritmo.
Florencia ficou parada por um momento, respirando ofegante. Depois, puxou o vestido por cima da cabeça. Ficou completamente nua, pele pálida, curvas suaves, mamilos já duros pelos nervios e pela excitação.
Os três homens a encararam sem dizer uma palavra. Seus olhos percorreram seu corpo, depois desceram até seus pés descalços.
Carla deu a primeira ordem suave:
Chega mais, Flor. Senta na beirada da cama. Deixa eu sentir seu cheiro primeiro.
Florencia obedeceu. Sentou-se com as pernas juntas no início, mas Carla tocou gentilmente seus joelhos.
Abre elas um pouco. Deixa que vejam e cheirem tudo.
Florencia abriu as pernas lentamente. O cheiro da sua buceta já excitada se misturou com o dos seus pés e axilas.
O velho foi o primeiro. Ajoelhou-se diante dela, aproximou o nariz da sua virilha e aspirou fundo. Depois subiu até as axilas, cheirando o suor acumulado de dois dias. Rosnou de prazer.
—Tá com cheiro de buceta molhada que se soltou... —sussurrou.
O gordo se aproximou dos pés dela. Pegou um com reverência, aproximou o nariz da sola e lambeu devagar. O sabor salgado e ácido fez ele fechar os olhos.
Florencia soltou um gemido longo, surpresa com a força daquela língua áspera em sua pele.
O terceiro se aproximou por trás, afastou suas nádegas suavemente e cheirou seu ânus. Em seguida, passou a língua pela fenda, devagar, explorando.
Florencia tremia. Nunca ninguém a tinha cheirado daquele jeito. Nunca ninguém tinha lambido seu cu. E mesmo assim, sua buceta estava encharcada.
Carla se aproximou e sussurrou no ouvido dele:
—Você quer que comecem a te comer?
Florencia concordou, quase sem voz.
—Eu quero… quero senti-los dentro. Mas devagar.
Deitaram ela na cama, com travesseiros embaixo da cabeça e da cintura pra ficar confortável.
O velho se posicionou primeiro. Retraiu o prepúcio, revelando uma camada grossa de esmegma esbranquiçado e grudento. Florencia olhou, fascinada e assustada.
—Chupa primeiro —disse Carla—. Só se você quiser.
Florencia se inclinou e pôs a língua para fora. Lambeu devagar a camada cremosa. O sabor era amargo, salado, rançoso... mas também excitante. Engoliu e continuou chupando até deixar o pau limpo e brilhante.
Então o velho entrou na sua buceta. Devagar, centímetro por centímetro. Florencia suspirou forte. Era mais grosso que o marido dela. Mais áspero. Mais real.
Enquanto ele se movia com enfiadas lentas e profundas, o gordo se posicionou atrás. Cuspiu um cuspe viscoso no seu ânus e entrou aos poucos. Florencia gritou de prazer e surpresa: a dupla penetração a preenchia como nunca. Os dois homens se moviam sincronizados, roçando-se dentro dela através da parede fina.
O terceiro se aproximou da sua boca. Ela abriu e chupou com avidez, saboreando o suor das bolas dele, o gosto residual de esmegma.
Carla e Laura se juntaram: Carla lambeu o clitóris da Florencia enquanto ela era comida, Laura beijou sua boca quando o homem se afastou por um momento, trocando saliva e restos de porra.
A Florencia gozou primeiro: um orgasmo longo, trêmulo, jato quente respingando na barriga do gordo. Depois veio o segundo, mais intenso, quando ela sentiu os jatos quentes do velho enchendo sua buceta.
Os três homens gozaram quase ao mesmo tempo: sêmen grosso dentro de sua buceta e cu, e um último jato em seu rosto e peitos.
Florencia ficou jogada, ofegante, coberta de porra, suor e saliva. O cheiro dos homens grudado na sua pele, misturado com o dela.
Ele olhou para Carla e Laura, com os olhos vidrados.
—Nunca senti nada parecido… —sussurrou—. Quero mais. Quero que seja mais safado da próxima vez.
Laura acariciou o cabelo dela.
—Calma, gata. Isso é só o começo.
Carla sorriu.
—Bem-vinda ao grupo, Flor. Da próxima vez a gente traz mais. E vamos subindo o nível.
Florencia fechou os olhos, ainda tremendo de prazer.
—Que seja logo.
A Primeira Vez da Camila – A Preparação e o Encontro Inicial
Depois que Florencia cruzou a linha e voltou pra casa com o corpo ainda tremendo e o cheiro daqueles homens grudado na pele por dias, o grupo das irmãs entrou numa fase de conversas quase constantes. Mensagens a qualquer hora, áudios nervosos, perguntas que iam do tímido ao explicitamente tarado.
Camila foi a segunda a ceder.
Uma noite, enquanto o marido dormia roncando ao lado dela, ela escreveu para Laura e Florencia:
Não aguento mais. Toda vez que leio o que contam, fico me tocando pensando nisso. Quero experimentar. Mas tenho medo de não ser capaz. Me ajudam?
Laura respondeu em segundos:
Claro que sim. Vamos conversar com a Carla amanhã. Vamos fazer isso bem gostoso pra você, bem devagar, sem pressão.
Florencia adicionou:
Vai acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo. No começo dá vergonha, depois você não consegue parar de pensar em voltar.
Carla organizou tudo com sua precisão de sempre. Reunião rápida no consultório, chimarrão na mão, tom protetor de ginecologista e cúmplice ao mesmo tempo.
—Camila, me conta exatamente o que você quer e o que não quer — disse ela, com as quatro já sentadas.
Camila baixou o olhar, as bochechas ardendo.
—Eu quero... cheiros. Quero me sentir desejada de um jeito que ninguém nunca me olhou. Quero que me digam coisas sujas, que me façam sentir... puta, mas ao mesmo tempo cuidada. Não quero grupos grandes ainda. Dois ou três homens no máximo. E nada muito violento. Quero que seja devagar, que me olhem muito, que me digam o quanto sou linda mesmo sendo uma safada pra eles.
Carla concordou.
—Perfeito. Vamos usar a mesma sala de recuperação. Sábado à meia-noite. Apenas três homens: o velho principal (porque ele sabe ser grosseiro mas nunca ultrapassa o limite se for avisado), o gordo de barba longa que é muito verbal e adora falar enquanto cheira e lambe, e um mais tranquilo mas com cheiro muito forte de pés e sovacos. Eu vou estar o tempo todo, e a Laura também. Você dá o freio quando quiser.
Camila respirou fundo.
—E… o que eu tenho que fazer antes?
Carla sorriu com malícia.
Igual à Flor: não tome banho desde a sexta de manhã. Nada de desodorante, nada de perfume. Deixe seu corpo cheirar a você depois de um dia inteiro. Sapatos fechados o dia todo para que os pés acumulem aquele cheiro quente e forte que os deixa loucos. Venha sem nada por baixo do vestido. Queremos que você chegue já molhada, já cheirando a mulher excitada.
Camila mordeu o lábio inferior, concordando com a cabeça.
O sábado chegou.

A chegada e os primeiros elogios safados
Camila entrou na sala às 23h55. Vestido azul escuro simples, tênis que ela tirou assim que fechou a porta. O cheiro dos pés dela saiu imediatamente: suor acumulado o dia todo, quente, levemente ácido, com aquele toque feminino que só se consegue depois de horas de confinamento.
Laura e Carla estavam ali, sorrindo para ele com carinho. As luzes baixas, a cama preparada com lençóis limpos mas já com o cheiro de encontros anteriores.
Os três homens estavam sentados em cadeiras no fundo. Quando Camila se aproximou e ficou parada diante deles, o silêncio foi instantâneo. Os três a olharam de cima a baixo como se vissem algo impossível: uma mulher linda, morena, curvas suaves, pele bem cuidada, unhas pintadas com discrição, cabelo solto cheirando a shampoo de dois dias atrás... e ainda assim vindo se oferecer a eles.
O velho foi o primeiro a falar. Voz rouca, lenta, quase reverente.
Olha só... que mulher fina nos trouxeram. Olha essa pele, parece seda. E mesmo assim veio buscar negro velho e podre como a gente. Chega mais perto, gostosa... deixa eu te sentir o cheiro.
Camila deu um passo trêmulo.
O gordo de barba longa se inclinou para frente, inalando com força o ar perto dela.
Uffff… tá sentindo esse cheiro, parceiro? Mulher limpinha que suou todinha pra gente. Olha esses pés… já dá pra ver daqui. Vem, princesa, senta aqui e abre as perninhas. Quero ver se essa bucetinha linda também tá com cheirinho gostoso depois de um dia inteiro.
O terceiro, o mais quieto, só resmungou baixinho:
Meu Deus... uma deusa no nosso lixão. Olha esses peitos, essa bunda... e ainda vem pra gente cheirar igual cachorro. Você é um presente, gostosa.
Camila sentiu as pernas falharem. Aquelas palavras tão cruas, tão vulgares, tão cheias de fome... ninguém nunca tinha falado assim com ela. Seu marido sempre foi correto, quieto, quase tímido. Isso era outra coisa. Isso era desejo puro, sujo, sem filtro.
Ela se sentou devagar na beirada da cama. Abriu um pouco as pernas. O vestido subiu, revelando as coxas e o início da sua buceta, sem nada por baixo.
O velho se ajoelhou primeiro. Aproximou o rosto dos pés dela, inalou fundo e soltou um gemido longo.
—Ai, rainha… esse cheiro de pés suados de mulher fina… é como uma droga. Olha como estão quentinhos, como brilham um pouquinho do suor. Você é uma deusa que se rebaixou a vir com a gente. Deixa eu provar?
Camila só conseguiu concordar.
O velho pôs a língua para fora e lambeu devagar a sola de um pé, do calcanhar até os dedos. Depois o outro. O gosto salgado e ácido fez ele fechar os olhos.
—Que delícia... tem gosto de mulher que se guardou o dia todo pra gente. Olha como ela tá tremendo, compadres. A buceta já deve estar pingando.
O gordo se aproximou pelo outro lado, enfiou o nariz entre as coxas dela e aspirou forte.
—Uffff… olha essa buceta. Cheira a mulher no cio. Molhada, quente, com cheiro de mulher que não se lavou. Você é uma puta fina, gata. Você vem cheirando a rainha e vamos te tratar como uma rainha safada.
O terceiro se posicionou atrás dela, ergueu seu cabelo e aproximou o nariz da nuca dela, depois desceu até as axilas.
Axilas suadas... macias... mas com cheiro forte. Olha como a pele arrepiou quando eu cheirei. Você é linda, gata. Linda e safada pra gente. Você gosta que a gente diga isso?
Camila fechou os olhos, tremendo toda.
—Sim… eu gosto… continuem…
Os elogios continuaram caindo como uma chuva quente enquanto a cheiravam, lambiam devagar os pés, as axilas, o pescoço, a parte interna das coxas. Palavras vulgares misturadas com admiração genuína:
Olha só que pele tão branca... e mesmo assim veio cheirar a podre de preto.
Essa buceta parece de revista... mas já tá toda melada por nossa causa.
Que bunda perfeita... vamos cheirar tudinho, rainha. Deixa a gente abrir essas nádegas.
Você é linda demais pra gente... por isso você veio, né? Porque se cansou dos maridinhos arrumadinhos.
Camila estava encharcada, o corpo tremendo de vergüenza e desejo. Nunca se sentira tão desejada. Nunca a tinham olhado daquele jeito, com aquela fome crua e reverente ao mesmo tempo.
Carla, de um canto, observava com um sorriso suave.
—Você quer que eles continuem, Camila? Ou quer que comecem a te tocar mais?
Camila abriu os olhos, a respiração ofegante.
—Eu quero… quero que continuem me falando coisas… e me tocando… mas ainda não me penetrem. Quero sentir mais… mais cheiros, mais língua…
Os homens sorriram.
—Como a rainha mandar —disse o gordo, já se ajoelhando entre suas pernas.
E assim a noite seguiu: só cheiros, lambidas, elogios safados e adoração pura... mas ainda sem penetração.
A tensão era quase insuportável.

A Primeira Vez da Camila – A Cena de Sexo
Camila estava tremendo da cabeça aos pés quando Carla perguntou em voz baixa:
—Quer que eu comece a tocar mais fundo agora, meu amor? Ou vamos continuar só com a língua e o cheiro mais um pouco?
Camila fechou os olhos por um segundo, respirou fundo e abriu as pernas um pouco mais. Sua voz saiu quase inaudível:
—Eu quero… quero senti-los dentro. Mas devagar. E continuem falando assim comigo… não parem de falar coisas safadas.
Carla acenou e fez um sinal suave para os três homens.
—Devagar, rapazes. É a primeira vez dela. Nada brusco. Deixem ela sentir cada centímetro.
O começo
O velho chefe se posicionou primeiro diante dela. Já estava com o pau duro, venoso, com o prepúcio retraído deixando ver uma camada grossa de esmegma esbranquiçado e amarelado que cheirava forte a queijo rançoso e sexo velho. Ele se ajoelhou entre suas pernas abertas, mas não entrou imediatamente.
Em vez disso, ele pegou o próprio pau e esfregou lentamente contra os lábios da buceta da Camila, untando-a com o esmegma cremoso.
Olha como eu te besunto, rainha... tô te pintando com a minha sujeira antes de entrar. Tá sentindo como desliza? É o creme de nego velho que guardei pra uma mulher fina como você.
Camila gemeu baixinho. O contato era quente, grudento, repulsivo e excitante ao mesmo tempo. O cheiro encheu suas narinas: suor concentrado, urina velha e seca, fermentação de dias.
O gordo de barba comprida se aproximou por trás, separou suas nádegas com mãos ásperas e cuspiu um catarro grande e viscoso direto no seu ânus. O muco quente escorregou pela fenda.
Abri a bunda, gostosa... vou entrar devagarinho pra você sentir como eu te abro com meu pau grosso e sujo. Olha que buraquinho apertado e rosado... e mesmo assim veio procurar negão podre.
O terceiro, o de pés mais fedidos, parou ao lado da cabeça dela. Aproximou um pé descalço e preto de sujeira do rosto dela.
—Chupa meu pé enquanto te abrem, gata. Quero que você respire fundo enquanto te enchem. Você é gostosa demais pra isso... por isso você quer tanto.
Camila virou a cabeça e afundou o nariz entre os dedos do pé. O cheiro era avassalador: vinagre rançoso, queijo fermentado, terra incrustada. Ela pôs a língua para fora e lambeu a planta devagar, saboreando o sal amargo enquanto gemía.
Dupla penetração
O velho empurrou primeiro. Entrou na sua buceta centímetro por centímetro, o pau grosso abrindo suas paredes úmidas. Camila suspirou forte, as mãos apertando os lençóis.
—Ai… é grande… muito grande…
—Calma, gostosa —sussurrou o velho—. Vou te encher devagarinho… sente como entra, como te abre. Olha como sua bucetinha fina engole meu pau sujo. Você é uma putinha rainha, é isso que você é.
Enquanto ele entrava até o fundo, o gordo empurrou por trás. O cu da Camila resistiu por um segundo, depois cedeu à cabeça grossa e à cusparada que a lubrificava. Entrou devagar, mas fundo. Camila gritou de prazer e surpresa: a sensação de estar re furada dos dois lados ao mesmo tempo era intensa, quase avassaladora.
—Dois caralhos pretos dentro de uma mulher branca e linda... —rosnou o gordo—. Olha como a gente te abre, gostosa. Sente como a gente se esfrega dentro de você. Você é nossa rainha safada agora.
Os dois começaram a se mover num ritmo lento e sincronizado. Cada investida fazia suas barrigas suadas roçarem nas costas e na barriga de Camila. O som era úmido, obsceno: carne contra carne, fluidos escorregando, gemidos baixos.
O toque final: boca e cheiros
O terceiro se aproximou mais. Enfiou o pau na boca dela sem força, só para que ela chupasse. Camila abriu os lábios e chupou devagar, saboreando o prepúcio retraído, o esmegma que ainda restava nas dobras, o suor salgado das bolas que roçavam seu queixo.
Chupa gostoso, minha rainha… me limpa com essa boquinha delicada. Você é linda demais pra estar chupando pau podre… e ainda assim aqui está.
Carla e Laura se juntaram ao ritual.
Carla se ajoelhou ao lado e começou a lamber o clitóris da Camila em círculos lentos enquanto era comida. Laura beijou sua boca quando o homem se retirou por um momento, trocando saliva grossa e restos de esmegma em um beijo longo e babado.
—Você tá uma gostosa assim, mana... cheia por todos os lados... —sussurrou Laura no ouvido dela.
O orgasmo
Os homens aceleraram só um pouquinho, sempre no controle. Camila começou a tremer.
—Eu vou… vou gozar… não parem…
O velho resmungou e se esvaziou primeiro: jatos quentes e grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pelas coxas quando um pouco vazou.
O gordo a seguiu segundos depois: sêmen quente inundando seu cu, escorrendo em fios viscosos.
O terceiro se masturbou sobre o rosto e os peitos dela: jatos grossos e amarelados caindo em sua boca aberta, nas bochechas, nos mamilos.
Camila explodiu em um orgasmo longo e profundo. Seu corpo se convulsionou, um jato quente saiu de sua buceta salpicando a barriga do velho, enquanto ela gritava abafada contra a boca de Laura.
Ela ficou jogada, ofegante, coberta de sêmen, saliva, suor e restos de esmegma. O cheiro dos três homens grudado em cada centímetro da sua pele.
Ela abriu os olhos devagar e olhou para Carla e Laura.
—Nunca… nunca senti nada igual… —sussurrou, ainda tremendo—. Quero… quero que da próxima vez sejam mais.
Carla acariciou o cabelo dela com ternura.
—Quando você estiver pronta, meu amor. Isso é só o começo pra você.
Florencia, de um canto, sorriu com cumplicidade.
—Bem-vinda ao lado sombrio, mana.
Camila fechou os olhos, sorrindo entre lágrimas de prazer e libertação.
—Que seja logo.
A dependência do grupo se tornou voraz. Carla, Maria, Sofia e Laura se reuniam todo fim de semana (e às vezes durante a semana, em momentos roubados) com um número crescente de mendigos. Cada encontro era planejado com cuidado médico por Carla, mas o sexo se tornava mais cru, mais sujo, mais obcecado por cheiros, fluidos e texturas repulsivas. Aqui vão quatro aventuras resumidas, cada uma significativamente mais nojenta e mórbida que a anterior.
Aventura 1 – O Porão Úmido e os Primeiros Cheiros Compartilhados (sete moradores de rua)
No porão de manutenção do hospital, um lugar esquecido com umidade constante, poças de água suja e cheiro de mofo e canos velhos. Carla trouxe sete homens: os de sempre mais dois novatos com um cheiro particularmente forte de sovaco e virilha sem lavar há semanas.
O sexo começou com um ritual de cheiros: as quatro mulheres, sentadas em círculo com as pernas abertas, deixaram que os homens esfregassem suas axilas peludas e úmidas diretamente contra seus narizes e bocas. Depois passaram para os pés: cada mendigo enfiou seus pés descalços e negros de sujeira na cara de uma grávida, forçando-as a inalar e lamber as plantas suadas e queijosas. O sabor ácido e terroso fez todas escorrerem na hora.
A penetração foi em duplas: cada mulher duplamente fodida (buceta e cu) em macas improvisadas, paus venosos e sujos entrando e saindo com ritmo lento mas profundo, cuspes grossos como único lubrificante. Enquanto uma era penetrada, lambia o prepúcio de outro, limpando restos de esmegma esbranquiçado e grudento que se soltava em grumos. Beijos salivosos em grupo: línguas babosas trocando saliva amarelada e restos de esmegma entre as quatro mulheres. Orgasmos suaves mas múltiplos, sêmen quente escorrendo de bocetas e cus, deixando poças viscosas no chão úmido.
Aventura 2 – O depósito de lixo hospitalar e a ingestão de fluidos misturados (nove moradores de rua)
Em um depósito de resíduos biológicos abandonado (apenas papéis e plásticos, nada perigoso), cercadas por cheiro de desinfetante velho misturado com lixo fermentado. Nove homens desta vez, vários com esmegma acumulado grosso e cheiro de urina seca concentrada nas calças.
Começou com uma rodada de "faxina coletiva": cada mulher se ajoelhou e chupou paus sujos um atrás do outro, puxando o prepúcio para tirar esmegma com a língua, engolindo os grumos cremosos e amargos enquanto os homens grunhiam. O sabor era tão intenso que fazia lacrimejar, mas elas continuavam chupando com avidez.
Depois veio a dupla e tripla penetração: Sofia e Laura foram fodidas simultaneamente por três paus cada uma (dois na buceta, um no cu), suas barrigas tremendo a cada enfiada controlada mas profunda. Maria, mais experiente, levou dupla anal (dois paus grossos esticando seu cu ao limite, cuspe e porra velha como lubrificante) enquanto lambia o cu suado e rançoso de outro homem, língua enfiada no buraco cheirando a bosta velha e suor. Carla coordenava, mas também foi penetrada: um pau em cada buraco enquanto chupava bolas úmidas e peludas.
A morbidez aumentou quando todas se beijaram umas às outras depois de engolir esmegma e porra, trocando os sabores em beijos longos e babados, fios de saliva e restos esbranquiçados pendurados em seus queixos. Elas gozaram em ondas, jatos quentes respingando em paus e corpos, o chão ficando pegajoso com uma mistura de fluidos, porra e saliva.
Aventura 3 – A garagem subterrânea e o fetiche por fluidos corporais extremos (onze mendigos)
Na garagem subterrânea do hospital, escura, com cheiro de óleo velho, gasolina e urina acumulada nos cantos. Onze homens, vários com corpos especialmente gordurosos e odor corporal sufocante.
Dessa vez o foco foi a ingestão e troca de fluidos corporais. Começou com uma rodada de "creampie sujo": cada mendigo se masturbou sobre os rostos e peitos das grávidas até gozar jatos grossos e amarelados (muitos com sêmen grumoso pela idade e falta de higiene), cobrindo-as como uma máscara grudenta. As mulheres lamberam o que escorria, saboreando o salgado amargo e o gosto de ranço.
Depois veio a orgia principal: as quatro mulheres deitadas em fila sobre capôs de carros velhos, cada uma recebendo tripla penetração simultânea (duas na buceta, uma no cu ou vice-versa), paus sujos entrando e saindo em ritmo coordenado, o som úmido e obsceno ecoando na garagem. Enquanto eram fodidas, lambiam axilas peludas e suadas, chupavam pés podres (dedos enfiados na boca, gosto de vinagre e terra), e engoliam cusparadas grossas que os homens cuspiam direto na boca aberta delas.
María e Sofia se beijaram profundamente enquanto eram penetradas duplamente no ânus, trocando saliva misturada com porra e esmegma. Laura e Carla esfregaram as bocetas uma na outra enquanto recebiam paus no cu e na boca. O clímax foi coletivo: todos os homens gozaram dentro e sobre elas, porra escorrendo de todos os buracos, peitos e barrigas cobertos por uma camada grudenta. As mulheres gozaram gritando, jatos espirrando, corpos tremendo numa poça de fluidos corporais misturados.
Aventura 4 – O depósito de manutenção esquecido e a imersão total em cheiros e fluidos (treze moradores de rua)
Em um depósito de manutenção esquecido no subsolo, com canos vazando, cheiro de mofo preto, graxa velha e fezes de ratos, além de um fedor humano acumulado por semanas. Treze moradores de rua, os mais sujos até agora: muitos com esmegma grosso como pasta, axilas que cheiravam a cebola podre, bundas sem limpar há meses, pés que exalavam um fedor de queijo fermentado e vinagre extremo.
A sessão foi uma imersão total no nojento. Começou com "o banho de odores": os homens cercaram as mulheres e esfregaram todas as suas partes mais fedorentas diretamente nos rostos delas —axilas suadas e peludas, bolas úmidas e cabeludas, bundas rançosas, pés pretos e podres—. As grávidas inalaram fundo, lambendo cada área, saboreando suor rançoso, restos de urina seca, esmegma cremoso, até lamberam entre as nádegas com cheiro de fezes velhas. O cheiro era tão denso que dava tontura, mas elas continuavam pedindo mais.
Depois veio a penetração extrema: cada mulher foi colocada na posição de "estrela" (pernas bem abertas, barriga para cima), recebendo estimulação quádrupla simultânea: dois paus na buceta (esticando ao máximo, veias roçando juntas), um no cu (cuspida e porra velha como lubrificante), e um na boca (comendo a garganta com prepúcio retraído, esmegma fresco descendo na língua).
Elas se revezavam constantemente: enquanto uma era quadruplamente penetrada, as outras lambiam os cús dos homens que aguardavam sua vez, língua enfiada em buracos sujos e rançosos, engolindo saliva grossa e restos. Beijos coletivos intermináveis: todas as mulheres se beijando entre si, trocando na boca os sabores de esmegma, sêmen, suor de sovaco, lambidas de cu, tudo misturado em fios babentos e amarelados.
O clímax foi uma chuva de fluidos: os treze homens se masturbavam sobre elas ao mesmo tempo, ejaculando jatos grossos e grumosos sobre ventres, peitos, rostos e bocetas abertas. As mulheres se esfregavam umas nas outras, espalhando a porra com as mãos, lambendo os peitos e ventres cobertos uma da outra. Orgasmos violentos e em cadeia: jatos quentes saindo das bocetas, corpos convulsionando, gritos abafados em beijos babados. No final ficaram jogadas, cobertas por uma camada grossa de porra, saliva, suor e restos de esmegma, respirando o fedor asfixiante do lugar e dos corpos, completamente saciadas mas já pensando na próxima vez.
A Despedida de Solteira Erótica – O Último Encontro Antes do Parto
Maria já estava na 39ª semana. A barriga imensa, os movimentos do bebê constantes, o corpo pesado mas ainda carregado daquela libido transbordante que a gravidez tinha multiplicado. Carla sabia: depois do parto, tudo mudaria. O corpo precisaria de recuperação, a amamentação, os cuidados com o recém-nascido... e mesmo que Maria jurasse que voltaria "assim que puder", todas entendiam que essa seria a última grande orgia do grupo por um bom tempo.
Decidiram que seria épica, íntima e brutalmente suja: uma despedida inesquecível para a Maria.
Local: a mesma sala de recuperação abandonada do hospital, um sábado à meia-noite. Luzes baixas, camas hospitalares juntas formando uma superfície grande, cheiro de desinfetante velho misturado com o fedor antecipado dos corpos que chegariam.
Participantes: Maria (a homenageada), Sofia, Laura e Carla. E doze moradores de rua —os mais sujos e fiéis do círculo: o ancião principal, seus companheiros habituais, os novatos com esmegma acumulado e grosso, os que cheiravam a pés podres e sovacos rançosos, e dois especialmente repulsivos que Carla havia reservado para esta noite: um com a barba cheia de restos de comida e um cheiro corporal que dava ânsia, e outro com feridas nas pernas e um prepúcio tão comprido e sujo que o esmegma formava uma camada quase sólida.
Carla tinha dado instruções claras: "Dessa vez é para a Maria. Tudo o que ela quiser. Mas nada que possa machucar ela ou o bebê. Mimo, safadeza, devagar quando precisar, brutal quando ela pedir. E muita porcaria. É a despedida dela".
A noite começou com um ritual lento e cheio de expectativa.
As quatro mulheres se desnudaram completamente. Maria deitou-se no centro das camas unidas, barriga proeminente para cima, pernas abertas, buceta já brilhante de excitação. As outras três se posicionaram ao seu redor, tocando-se umas às outras, beijando-se suavemente, se preparando.
Os doze homens entraram em silêncio, tirando as roupas rasgadas. O cheiro os precedeu: uma nuvem densa de suor rançoso, pés sem lavar, bolas úmidas, prepúcio fermentado, sovacos de cebola podre, bundas sem limpar. O ar ficou espesso, quente, sufocante.
Primeira fase: o banho de cheiros e sabores
Carla ordenou: "Primeiro, que Maria sinta tudo o que vai sentir falta".
Os homens formaram um círculo em volta dela. Um por um, esfregaram suas partes mais fedidas no rosto dela, no pescoço, nos peitos inchados, na barriga.
Axilas peludas e encharcadas de suor rançoso → esfregadas diretamente em sua boca aberta. Maria inalou fundo, lambeu o sal amargo e ácido.
Pés pretos e podres → enfiados na cara dela, dedos chupados um por um, sabor de queijo fermentado e terra velha enchendo sua boca.
Bolas peludas e molhadas → esfregadas contra seus lábios, cheirando a urina seca e sexo velho.
bundas sujas → separadas para que lambesse entre as nádegas, língua enfiada em buracos imundos e escuros, gosto de fezes velhas e suor concentrado.
Prepucio repleto → retraído lentamente diante de seus olhos. Camadas grossas de esmegma esbranquiçado e amarelado, grumoso, pegajoso. Maria chupou, lambeu, raspou com a língua cada dobra, engolindo os restos cremosos e amargos enquanto gemía.

Sofia, Laura e Carla se juntaram: lambiam os mesmos corpos, compartilhavam beijos babosos cheios de esmegma, saliva grossa e restos de sujeira.
Segunda fase: a penetração múltipla dedicada à Maria
María pediu: "Quero sentir todos dentro de mim... o mais fundo possível... mas devagar no começo".
Colocaram ela numa posição meio sentada, apoiada em almohadas, com a barriga protegida.
Dois paus grossos e venosos entraram juntos na sua buceta: alongamento máximo, atrito intenso de veias contra paredes inchadas, movimento lento e profundo. Maria ofegava, com os olhos revirados.
Uma terceira pica em seu cu: cuspes amarelos e viscosos como lubrificante, entrada gradual, depois enfiadas controladas mas firmes.
Uma rola na sua boca: garganta fodida com a pele retraída, esmegma fresco se soltando na língua dela, saliva e restos escorrendo pelo queixo.
Enquanto isso, Sofia e Laura lambiam seus seios inchados, chupavam seus mamilos, esfregavam seus clitóris. Carla comandava, massageava a barriga de Maria para que ela relaxasse, sussurrando: "Você está linda assim... cheia por todos os lados... aproveita sua despedida".
Os homens rodavam sem parar. A cada poucos minutos trocavam de posição:
Triplo anal: três paus no seu cu revezando, esticando até o limite, porra velha e cuspe escorrendo.
Dupla vaginal + dupla anal: dois na buceta, dois no cu, movimento sincronizado, sensação de estar completamente recheada.
Oral constante: paus sujos se revezando na sua boca, engolindo esmegma, porra precoce, saliva grossa.
Sofia e Laura também recebiam penetração: dupla e tripla nas suas bocetas e cus, mas sempre voltando para a Maria para beijá-la, lamber o sêmen que escorria dela, compartilhar os sabores.
Terceira fase: a chuva final e o clímax coletivo
Quando Maria já tremia à beira do êxtase, ela pediu: "Quero que todos gozem em mim... por dentro e por fora... que me cubram toda.
Os doze homens se ajoelharam e se masturbaram ao redor dela.
María ficou estendida, pernas abertas, buceta e cu abertos e escorrendo, ventre brilhante de suor.
Um por um gozaram:
Jatos grossos, amarelados, encaroçados pela idade e pela sujeira.
Alguns diretamente dentro da sua buceta e cu, enchendo-a até transbordar.
Outros sobre sua barriga, peitos, rosto, cabelo.
Alguns apontaram para sua boca aberta: porra quente e salgada misturada com restos de esmegma.
Sofia, Laura e Carla se juntaram: lamberam o sêmen do corpo dela, beijaram Maria com as bocas cheias de fluidos, trocaram os restos em beijos longos e babados.
María gozou uma última vez, um jato forte e longo que respingou nos corpos dos homens, enquanto gritava entre lágrimas de prazer: "Vou sentir tanta falta de vocês...!
No final ela ficou jogada, coberta por uma camada grossa de porra, saliva, suor e sujeira, respirando ofegante, a barriga tremendo com as chutadinhas do bebê.
Carla a abraçou com carinho, limpando seu rosto com um lençol.
—Isso não acabou, meu amor. Só deu uma pausa. Quando você estiver pronta… a gente volta.
María sorriu, exausta e feliz.
—Quando puder… quero mais. Muito mais.
As outras três concordaram, já planejando em silêncio a recepção de Maria depois do parto.

A Confissão de Laura e o Despertar de suas Irmãs
Laura tinha passado semanas se debatendo. Cada vez que voltava pra casa depois de uma daquelas noites na sala de recuperação ou em algum canto esquecido do hospital, sentia uma mistura de euforia e culpa que apertava seu peito. Sua vida diária era a mesma de sempre: preparar o café da manhã pros filhos, lavar louça, passar as camisas do marido, sorrir nas reuniões de família… mas por dentro queimava um segredo que ela já não conseguia mais segurar.
Num domingo à tarde, aproveitando que as crianças estavam na casa dos avós e o marido tinha saído para jogar futebol com os amigos, Laura convidou as três irmãs para tomar chimarrão na casa dela. “Preciso falar com vocês sobre algo importante”, escreveu ela no grupo da família. Ninguém perguntou mais nada. Sabiam que quando Laura dizia “importante”, não era para falar de receitas nem da escola dos moleques.
Chegaram quase ao mesmo tempo.
Valentina, a mais velha, 38 anos. Sempre a responsável, a que organizava tudo: aniversários, Natal, viagens em família. Casada há 15 anos com um contador tranquilo e previsível. Sexo uma vez por semana, sempre na mesma posição, luzes apagadas, sem putaria na conversa. Valentina era a que dizia "tem coisas que não se falam" e a que ficava toda corada se alguém soltasse uma piada de duplo sentido na mesa.
Camila, a do meio, 35 anos. A mais doce e quietinha. Professora do ensino fundamental, mãe de duas menininhas pequenas. O marido dela era um homem bom, mas absolutamente rotineiro: jantar, TV, cama, repetir. O sexo tinha passado de escasso para quase inexistente depois do segundo filho. Camila dizia pra si mesma que "tava tudo bem assim", que o amor não precisava de fogos de artifício, mas ultimamente ela ficava olhando pro teto à noite com um vazio que não sabia nomear.
Florencia, a caçula, 32 anos. A "rebelde" do grupo, mas só na aparência. Designer gráfica freelancer, casada com um advogado sério e meio controlador. Sexo funcional, rápido, sem firula, sem preliminares longos. Florencia sempre foi a que dizia "eu não preciso dessas coisas esquisitas", mas no fundo se sentia presa numa vida que parecia cada vez mais com a das irmãs mais velhas.
As quatro se sentaram na sala. Chimarrão na mão, silêncio constrangedor no começo.
Laura respirou fundo, olhou para o chão e começou.
—Não sei como dizer isso sem que me odeiem ou pensem que estou louca… mas preciso contar. Há meses que estou vivendo algo que nunca imaginei. Algo muito… sujo. Muito proibido. E está mudando tudo em mim.
As três irmãs se entreolharam, confusas.
Laura continuou, com a voz trêmula mas decidida:
—Estou transando com mendigos. Homens velhos, sujos, feios, que fedem… no hospital, em becos, em lugares que ninguém pisa. Não é só sexo. É… degradação. Cheiros fortes, fluidos, sujeira, humilhação. E eu adoro. Me excita mais do que qualquer coisa na minha vida. Faço isso com a Carla, a ginecologista, e com a Maria e a Sofia, as grávidas que já conhecem. É um grupo. E não consigo parar.
Silêncio absoluto.
Valentina foi a primeira a reagir. Ficou pálida, deixou o chimarrão na mesa com cuidado, como se estivesse queimando.
— O que você tá falando, Laura? Você tá drogada? Te forçaram? Meu Deus…
—Não. Ninguém me obriga. Eu que procurei. Eu que pedi. No começo, a ideia me horrorizava… mas depois da primeira vez… não teve mais volta. É como se eu tivesse aberto uma porta que nem sabia que tinha dentro de mim.
Camila tapou a boca com a mão. Os olhos bem abertos.
—Laura… isso é… é nojento. É perigoso. Você poderia ficar doente, perder tudo. Como você pôde cair tão baixo?
Florencia não dizia nada. Só ficava encarando Laura fixamente, com uma expressão que misturava repulsão e algo mais difícil de decifrar.
Laura não se fez de rogada.
—Não espero que vocês entendam de cara. Eu também não entendia. Mas escutem como me sinto: durante anos achei que minha vida sexual era "normal". Chata, rotineira, previsível. Como a de vocês. E de repente descobri que o que realmente me excita é o oposto: o sujo, o proibido, o que ninguém deveria desejar. E quando experimentei… senti que pela primeira vez na minha vida eu estava realmente viva. Que meu corpo reagia como nunca. Que podia gozar só com o cheiro, com a vergonha, com a sensação de ser usada por alguém que a sociedade despreza.
Valentina balançou a cabeça, mas sua voz já não estava tão firme.
—Isso é uma loucura. Você não pode viver assim. E se seu marido descobrir? E se as crianças…?
—Eu não quero que eles descubram. Por isso estou contando pra vocês. Porque preciso que alguém do meu sangue saiba quem eu realmente sou. Porque eu tô me afogando de guardar isso sozinha.
Camila começou a chorar baixinho.
—Eu… eu também me sinto vazia às vezes. Meu marido é bom, mas… ele não me olha. Não me toca. Eu chego na cama e sinto que sou invisível. E quando ouço o que você conta… me dá nojo, mas também… não sei. Algo se mexe dentro de mim. Como se uma parte de mim quisesse saber como é sentir isso.
Florencia, que tinha ficado quieta o tempo todo, finalmente falou. A voz dela saiu baixa, quase um sussurro.
—Comigo é a mesma coisa. Meu marido me faz sentir que sexo é uma obrigação. Sempre igual, sempre rápido, sempre sem vontade. E quando ouvi o que você disse… primeiro, deu vontade de vomitar. Mas depois… me imaginei sentindo aquele cheiro de sujeira, aquela vergonha… e fiquei molhada. Me odeio por admitir, mas fiquei molhada.
Valentina olhou para suas irmãs mais novas como se as estivesse vendo pela primeira vez.
—Vocês também? Sério?
Camila concordou devagar.
—Não estou dizendo que quero fazer agora. Mas… essa ideia tá rodando na minha cabeça desde que você começou a falar. Me assusta. Me dá vergonha. Mas também… me excita. Pra caralho.
Laura sentiu o nó no peito se soltar um pouco.
—Não estou pedindo pra vocês fazerem nada. Só que me escutem. Que não me julguem. Que saibam que não estou maluca… ou talvez eu esteja, mas não quero parar de sentir isso.
Valentina ficou em silêncio por um longo tempo. Depois suspirou, como se estivesse se rendendo a algo que vinha evitando há anos.
—Eu sempre achei que era a forte. A que tinha tudo sob controle. Mas a verdade é que minha cama é um deserto há anos. Meu marido e eu… nem sequer nos olhamos quando estamos pelados. E ouvir o que você conta… me dá um medo danado. Mas também sinto inveja. Inveja de que você teve coragem de quebrar tudo.
As quatro se entreolharam em silêncio.
Laura quebrou o gelo.
—Vocês não precisam decidir nada hoje. Só queria que soubessem. E se alguma vez… alguma de vocês sentir curiosidade… eu acompanho vocês. Eu cuido de vocês. Como a Carla cuida de mim.
Camila limpou uma lágrima.
—Não sei se um dia vou ter coragem. Mas… obrigada por contar pra gente. Me sinto menos sozinha.
Florencia sorriu de leve, com um brilho novo nos olhos.
Eu não prometo nada... mas não consigo parar de imaginar. E isso já é muito pra mim.
Valentina foi a última a falar.
—Nunca pensei que diria isso… mas acho que quero saber mais. Não para fazer ainda. Só… para entender. Para parar de fingir que minha vida é perfeita quando estou morrendo de tédio por dentro.
Laura sentiu que algo se soltava dentro dela. Não era só alívio. Era esperança. A esperança de que suas irmãs, aquelas mulheres certinhas, puritanas e presas em vidas monótonas, começassem a despertar.
E ela soube que, mais cedo ou mais tarde, aquela porta que ela havia aberto também se abriria para elas.

A Primeira a se Animar – Florencia
Das três irmãs, foi Florencia quem deu o primeiro passo. Não foi Valentina, a mais velha, que sempre precisava planejar tudo nos mínimos detalhes. Nem Camila, que ainda estava dividida entre a culpa e a curiosidade. Foi Florencia, a caçula, que supostamente era a mais "rebelde", mas que na verdade vinha se segurando há anos.
Duas semanas se passaram desde a confissão na sala da Laura. Duas semanas de mensagens em um grupo privado do WhatsApp que foi chamado simplesmente de "Nós". No começo eram perguntas tímidas: "Anal dói muito?", "E se te reconhecem?", "Como é o cheiro de verdade?". Depois ficaram mais diretas: "Gozam dentro?", "Engolem tudo que sai?", "Você se lava depois ou vai pra casa assim?
Florencia lia tudo em silêncio, mas uma noite, às 2:37 da manhã, ela escreveu:
Eu quero experimentar. Não sei se tenho coragem pra tudo, mas quero começar. Laura, fala com a Carla. Quero que seja logo.
Laura respondeu quase na hora.
“Tá. Eu conto pra Carla amanhã. Cê tem certeza?”
Florencia demorou alguns minutos para responder.
Não tenho certeza de nada. Mas se não fizer isso agora, nunca vou parar de pensar nisso.
A organização do primeiro encontro
Carla se encontrou com Florencia e Laura no consultório dela três dias depois, depois do último plantão. Porta fechada, luzes baixas, chimarrão na mesa.
Carla foi direta, mas calorosa, como sempre.
—Florencia, obrigada por confiar. Quero que você saiba que eu vou estar lá o tempo todo. Nada é feito sem o seu consentimento. Se em qualquer momento você disser "chega", a gente para. Sem perguntas.
Florencia concordou, com as mãos apertadas no colo.
—Eu quero que seja… sujo. Mas não violento. Ainda não estou pronta pra ser tratada como lixo. Quero sentir a sujeira, os cheiros, a vergonha… mas que cuidem de mim.
Carla sorriu.
Perfeito. Então vamos começar suave, mas intenso. Nada de grupos grandes ainda. Só dois ou três homens. Os mais limpos dentro do que eles são (ou seja, os menos nojentos que a gente conhece). Vamos usar a sala de recuperação do hospital, no sábado à meia-noite. A Laura vai estar com a gente. Eu comando tudo.
Florencia engoliu em seco.
—E… o que eu tenho que fazer antes?
Carla olhou para ela com cumplicidade.
—Não tome banho desde a manhã de sexta. Nada de perfume. Deixe seus pés e axilas acumularem cheiro natural. Eles ficam loucos com isso. E venha sem calcinha. Queremos que você chegue já excitada, já cheirando a mulher.
Florencia ficou corada até as orelhas, mas concordou.
O sábado chegou rápido.
O primeiro encontro – A iniciação de Florencia
Florencia chegou sozinha ao hospital às 23h45. Estava com um vestido preto simples, tênis confortáveis e nada por baixo. Não tinha tomado banho desde sexta-feira. Quando tirou os sapatos no elevador, o cheiro dos pés subiu forte: suor acumulado, um toque ácido e quente, como pão velho misturado com pele feminina. As pernas tremiam.
Laura e Carla a esperavam na sala. As luzes estavam baixas, as camas juntas, um lençol limpo mas velho cobrindo elas.
Três homens esperavam sentados: o ancião principal (aquele que havia iniciado tudo), um gordo de uns 65 anos com barba desgrenhada e cheiro forte de suor e álcool, e um terceiro mais magro, de uns 70, com pés descalços que já cheiravam a queijo rançoso desde que entrou.
Carla trancou a porta com chave.
—Florencia, bem-vinda. Isso aqui é seu. Você que dita o ritmo.
Florencia ficou parada por um momento, respirando ofegante. Depois, puxou o vestido por cima da cabeça. Ficou completamente nua, pele pálida, curvas suaves, mamilos já duros pelos nervios e pela excitação.
Os três homens a encararam sem dizer uma palavra. Seus olhos percorreram seu corpo, depois desceram até seus pés descalços.
Carla deu a primeira ordem suave:
Chega mais, Flor. Senta na beirada da cama. Deixa eu sentir seu cheiro primeiro.
Florencia obedeceu. Sentou-se com as pernas juntas no início, mas Carla tocou gentilmente seus joelhos.
Abre elas um pouco. Deixa que vejam e cheirem tudo.
Florencia abriu as pernas lentamente. O cheiro da sua buceta já excitada se misturou com o dos seus pés e axilas.
O velho foi o primeiro. Ajoelhou-se diante dela, aproximou o nariz da sua virilha e aspirou fundo. Depois subiu até as axilas, cheirando o suor acumulado de dois dias. Rosnou de prazer.
—Tá com cheiro de buceta molhada que se soltou... —sussurrou.
O gordo se aproximou dos pés dela. Pegou um com reverência, aproximou o nariz da sola e lambeu devagar. O sabor salgado e ácido fez ele fechar os olhos.
Florencia soltou um gemido longo, surpresa com a força daquela língua áspera em sua pele.
O terceiro se aproximou por trás, afastou suas nádegas suavemente e cheirou seu ânus. Em seguida, passou a língua pela fenda, devagar, explorando.
Florencia tremia. Nunca ninguém a tinha cheirado daquele jeito. Nunca ninguém tinha lambido seu cu. E mesmo assim, sua buceta estava encharcada.
Carla se aproximou e sussurrou no ouvido dele:
—Você quer que comecem a te comer?
Florencia concordou, quase sem voz.
—Eu quero… quero senti-los dentro. Mas devagar.
Deitaram ela na cama, com travesseiros embaixo da cabeça e da cintura pra ficar confortável.
O velho se posicionou primeiro. Retraiu o prepúcio, revelando uma camada grossa de esmegma esbranquiçado e grudento. Florencia olhou, fascinada e assustada.
—Chupa primeiro —disse Carla—. Só se você quiser.
Florencia se inclinou e pôs a língua para fora. Lambeu devagar a camada cremosa. O sabor era amargo, salado, rançoso... mas também excitante. Engoliu e continuou chupando até deixar o pau limpo e brilhante.
Então o velho entrou na sua buceta. Devagar, centímetro por centímetro. Florencia suspirou forte. Era mais grosso que o marido dela. Mais áspero. Mais real.
Enquanto ele se movia com enfiadas lentas e profundas, o gordo se posicionou atrás. Cuspiu um cuspe viscoso no seu ânus e entrou aos poucos. Florencia gritou de prazer e surpresa: a dupla penetração a preenchia como nunca. Os dois homens se moviam sincronizados, roçando-se dentro dela através da parede fina.
O terceiro se aproximou da sua boca. Ela abriu e chupou com avidez, saboreando o suor das bolas dele, o gosto residual de esmegma.
Carla e Laura se juntaram: Carla lambeu o clitóris da Florencia enquanto ela era comida, Laura beijou sua boca quando o homem se afastou por um momento, trocando saliva e restos de porra.
A Florencia gozou primeiro: um orgasmo longo, trêmulo, jato quente respingando na barriga do gordo. Depois veio o segundo, mais intenso, quando ela sentiu os jatos quentes do velho enchendo sua buceta.
Os três homens gozaram quase ao mesmo tempo: sêmen grosso dentro de sua buceta e cu, e um último jato em seu rosto e peitos.
Florencia ficou jogada, ofegante, coberta de porra, suor e saliva. O cheiro dos homens grudado na sua pele, misturado com o dela.
Ele olhou para Carla e Laura, com os olhos vidrados.
—Nunca senti nada parecido… —sussurrou—. Quero mais. Quero que seja mais safado da próxima vez.
Laura acariciou o cabelo dela.
—Calma, gata. Isso é só o começo.
Carla sorriu.
—Bem-vinda ao grupo, Flor. Da próxima vez a gente traz mais. E vamos subindo o nível.
Florencia fechou os olhos, ainda tremendo de prazer.
—Que seja logo.
A Primeira Vez da Camila – A Preparação e o Encontro Inicial
Depois que Florencia cruzou a linha e voltou pra casa com o corpo ainda tremendo e o cheiro daqueles homens grudado na pele por dias, o grupo das irmãs entrou numa fase de conversas quase constantes. Mensagens a qualquer hora, áudios nervosos, perguntas que iam do tímido ao explicitamente tarado.
Camila foi a segunda a ceder.
Uma noite, enquanto o marido dormia roncando ao lado dela, ela escreveu para Laura e Florencia:
Não aguento mais. Toda vez que leio o que contam, fico me tocando pensando nisso. Quero experimentar. Mas tenho medo de não ser capaz. Me ajudam?
Laura respondeu em segundos:
Claro que sim. Vamos conversar com a Carla amanhã. Vamos fazer isso bem gostoso pra você, bem devagar, sem pressão.
Florencia adicionou:
Vai acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo. No começo dá vergonha, depois você não consegue parar de pensar em voltar.
Carla organizou tudo com sua precisão de sempre. Reunião rápida no consultório, chimarrão na mão, tom protetor de ginecologista e cúmplice ao mesmo tempo.
—Camila, me conta exatamente o que você quer e o que não quer — disse ela, com as quatro já sentadas.
Camila baixou o olhar, as bochechas ardendo.
—Eu quero... cheiros. Quero me sentir desejada de um jeito que ninguém nunca me olhou. Quero que me digam coisas sujas, que me façam sentir... puta, mas ao mesmo tempo cuidada. Não quero grupos grandes ainda. Dois ou três homens no máximo. E nada muito violento. Quero que seja devagar, que me olhem muito, que me digam o quanto sou linda mesmo sendo uma safada pra eles.
Carla concordou.
—Perfeito. Vamos usar a mesma sala de recuperação. Sábado à meia-noite. Apenas três homens: o velho principal (porque ele sabe ser grosseiro mas nunca ultrapassa o limite se for avisado), o gordo de barba longa que é muito verbal e adora falar enquanto cheira e lambe, e um mais tranquilo mas com cheiro muito forte de pés e sovacos. Eu vou estar o tempo todo, e a Laura também. Você dá o freio quando quiser.
Camila respirou fundo.
—E… o que eu tenho que fazer antes?
Carla sorriu com malícia.
Igual à Flor: não tome banho desde a sexta de manhã. Nada de desodorante, nada de perfume. Deixe seu corpo cheirar a você depois de um dia inteiro. Sapatos fechados o dia todo para que os pés acumulem aquele cheiro quente e forte que os deixa loucos. Venha sem nada por baixo do vestido. Queremos que você chegue já molhada, já cheirando a mulher excitada.
Camila mordeu o lábio inferior, concordando com a cabeça.
O sábado chegou.

A chegada e os primeiros elogios safados
Camila entrou na sala às 23h55. Vestido azul escuro simples, tênis que ela tirou assim que fechou a porta. O cheiro dos pés dela saiu imediatamente: suor acumulado o dia todo, quente, levemente ácido, com aquele toque feminino que só se consegue depois de horas de confinamento.
Laura e Carla estavam ali, sorrindo para ele com carinho. As luzes baixas, a cama preparada com lençóis limpos mas já com o cheiro de encontros anteriores.
Os três homens estavam sentados em cadeiras no fundo. Quando Camila se aproximou e ficou parada diante deles, o silêncio foi instantâneo. Os três a olharam de cima a baixo como se vissem algo impossível: uma mulher linda, morena, curvas suaves, pele bem cuidada, unhas pintadas com discrição, cabelo solto cheirando a shampoo de dois dias atrás... e ainda assim vindo se oferecer a eles.
O velho foi o primeiro a falar. Voz rouca, lenta, quase reverente.
Olha só... que mulher fina nos trouxeram. Olha essa pele, parece seda. E mesmo assim veio buscar negro velho e podre como a gente. Chega mais perto, gostosa... deixa eu te sentir o cheiro.
Camila deu um passo trêmulo.
O gordo de barba longa se inclinou para frente, inalando com força o ar perto dela.
Uffff… tá sentindo esse cheiro, parceiro? Mulher limpinha que suou todinha pra gente. Olha esses pés… já dá pra ver daqui. Vem, princesa, senta aqui e abre as perninhas. Quero ver se essa bucetinha linda também tá com cheirinho gostoso depois de um dia inteiro.
O terceiro, o mais quieto, só resmungou baixinho:
Meu Deus... uma deusa no nosso lixão. Olha esses peitos, essa bunda... e ainda vem pra gente cheirar igual cachorro. Você é um presente, gostosa.
Camila sentiu as pernas falharem. Aquelas palavras tão cruas, tão vulgares, tão cheias de fome... ninguém nunca tinha falado assim com ela. Seu marido sempre foi correto, quieto, quase tímido. Isso era outra coisa. Isso era desejo puro, sujo, sem filtro.
Ela se sentou devagar na beirada da cama. Abriu um pouco as pernas. O vestido subiu, revelando as coxas e o início da sua buceta, sem nada por baixo.
O velho se ajoelhou primeiro. Aproximou o rosto dos pés dela, inalou fundo e soltou um gemido longo.
—Ai, rainha… esse cheiro de pés suados de mulher fina… é como uma droga. Olha como estão quentinhos, como brilham um pouquinho do suor. Você é uma deusa que se rebaixou a vir com a gente. Deixa eu provar?
Camila só conseguiu concordar.
O velho pôs a língua para fora e lambeu devagar a sola de um pé, do calcanhar até os dedos. Depois o outro. O gosto salgado e ácido fez ele fechar os olhos.
—Que delícia... tem gosto de mulher que se guardou o dia todo pra gente. Olha como ela tá tremendo, compadres. A buceta já deve estar pingando.
O gordo se aproximou pelo outro lado, enfiou o nariz entre as coxas dela e aspirou forte.
—Uffff… olha essa buceta. Cheira a mulher no cio. Molhada, quente, com cheiro de mulher que não se lavou. Você é uma puta fina, gata. Você vem cheirando a rainha e vamos te tratar como uma rainha safada.
O terceiro se posicionou atrás dela, ergueu seu cabelo e aproximou o nariz da nuca dela, depois desceu até as axilas.
Axilas suadas... macias... mas com cheiro forte. Olha como a pele arrepiou quando eu cheirei. Você é linda, gata. Linda e safada pra gente. Você gosta que a gente diga isso?
Camila fechou os olhos, tremendo toda.
—Sim… eu gosto… continuem…
Os elogios continuaram caindo como uma chuva quente enquanto a cheiravam, lambiam devagar os pés, as axilas, o pescoço, a parte interna das coxas. Palavras vulgares misturadas com admiração genuína:
Olha só que pele tão branca... e mesmo assim veio cheirar a podre de preto.
Essa buceta parece de revista... mas já tá toda melada por nossa causa.
Que bunda perfeita... vamos cheirar tudinho, rainha. Deixa a gente abrir essas nádegas.
Você é linda demais pra gente... por isso você veio, né? Porque se cansou dos maridinhos arrumadinhos.
Camila estava encharcada, o corpo tremendo de vergüenza e desejo. Nunca se sentira tão desejada. Nunca a tinham olhado daquele jeito, com aquela fome crua e reverente ao mesmo tempo.
Carla, de um canto, observava com um sorriso suave.
—Você quer que eles continuem, Camila? Ou quer que comecem a te tocar mais?
Camila abriu os olhos, a respiração ofegante.
—Eu quero… quero que continuem me falando coisas… e me tocando… mas ainda não me penetrem. Quero sentir mais… mais cheiros, mais língua…
Os homens sorriram.
—Como a rainha mandar —disse o gordo, já se ajoelhando entre suas pernas.
E assim a noite seguiu: só cheiros, lambidas, elogios safados e adoração pura... mas ainda sem penetração.
A tensão era quase insuportável.

A Primeira Vez da Camila – A Cena de Sexo
Camila estava tremendo da cabeça aos pés quando Carla perguntou em voz baixa:
—Quer que eu comece a tocar mais fundo agora, meu amor? Ou vamos continuar só com a língua e o cheiro mais um pouco?
Camila fechou os olhos por um segundo, respirou fundo e abriu as pernas um pouco mais. Sua voz saiu quase inaudível:
—Eu quero… quero senti-los dentro. Mas devagar. E continuem falando assim comigo… não parem de falar coisas safadas.
Carla acenou e fez um sinal suave para os três homens.
—Devagar, rapazes. É a primeira vez dela. Nada brusco. Deixem ela sentir cada centímetro.
O começo
O velho chefe se posicionou primeiro diante dela. Já estava com o pau duro, venoso, com o prepúcio retraído deixando ver uma camada grossa de esmegma esbranquiçado e amarelado que cheirava forte a queijo rançoso e sexo velho. Ele se ajoelhou entre suas pernas abertas, mas não entrou imediatamente.
Em vez disso, ele pegou o próprio pau e esfregou lentamente contra os lábios da buceta da Camila, untando-a com o esmegma cremoso.
Olha como eu te besunto, rainha... tô te pintando com a minha sujeira antes de entrar. Tá sentindo como desliza? É o creme de nego velho que guardei pra uma mulher fina como você.
Camila gemeu baixinho. O contato era quente, grudento, repulsivo e excitante ao mesmo tempo. O cheiro encheu suas narinas: suor concentrado, urina velha e seca, fermentação de dias.
O gordo de barba comprida se aproximou por trás, separou suas nádegas com mãos ásperas e cuspiu um catarro grande e viscoso direto no seu ânus. O muco quente escorregou pela fenda.
Abri a bunda, gostosa... vou entrar devagarinho pra você sentir como eu te abro com meu pau grosso e sujo. Olha que buraquinho apertado e rosado... e mesmo assim veio procurar negão podre.
O terceiro, o de pés mais fedidos, parou ao lado da cabeça dela. Aproximou um pé descalço e preto de sujeira do rosto dela.
—Chupa meu pé enquanto te abrem, gata. Quero que você respire fundo enquanto te enchem. Você é gostosa demais pra isso... por isso você quer tanto.
Camila virou a cabeça e afundou o nariz entre os dedos do pé. O cheiro era avassalador: vinagre rançoso, queijo fermentado, terra incrustada. Ela pôs a língua para fora e lambeu a planta devagar, saboreando o sal amargo enquanto gemía.
Dupla penetração
O velho empurrou primeiro. Entrou na sua buceta centímetro por centímetro, o pau grosso abrindo suas paredes úmidas. Camila suspirou forte, as mãos apertando os lençóis.
—Ai… é grande… muito grande…
—Calma, gostosa —sussurrou o velho—. Vou te encher devagarinho… sente como entra, como te abre. Olha como sua bucetinha fina engole meu pau sujo. Você é uma putinha rainha, é isso que você é.
Enquanto ele entrava até o fundo, o gordo empurrou por trás. O cu da Camila resistiu por um segundo, depois cedeu à cabeça grossa e à cusparada que a lubrificava. Entrou devagar, mas fundo. Camila gritou de prazer e surpresa: a sensação de estar re furada dos dois lados ao mesmo tempo era intensa, quase avassaladora.
—Dois caralhos pretos dentro de uma mulher branca e linda... —rosnou o gordo—. Olha como a gente te abre, gostosa. Sente como a gente se esfrega dentro de você. Você é nossa rainha safada agora.
Os dois começaram a se mover num ritmo lento e sincronizado. Cada investida fazia suas barrigas suadas roçarem nas costas e na barriga de Camila. O som era úmido, obsceno: carne contra carne, fluidos escorregando, gemidos baixos.
O toque final: boca e cheiros
O terceiro se aproximou mais. Enfiou o pau na boca dela sem força, só para que ela chupasse. Camila abriu os lábios e chupou devagar, saboreando o prepúcio retraído, o esmegma que ainda restava nas dobras, o suor salgado das bolas que roçavam seu queixo.
Chupa gostoso, minha rainha… me limpa com essa boquinha delicada. Você é linda demais pra estar chupando pau podre… e ainda assim aqui está.
Carla e Laura se juntaram ao ritual.
Carla se ajoelhou ao lado e começou a lamber o clitóris da Camila em círculos lentos enquanto era comida. Laura beijou sua boca quando o homem se retirou por um momento, trocando saliva grossa e restos de esmegma em um beijo longo e babado.
—Você tá uma gostosa assim, mana... cheia por todos os lados... —sussurrou Laura no ouvido dela.
O orgasmo
Os homens aceleraram só um pouquinho, sempre no controle. Camila começou a tremer.
—Eu vou… vou gozar… não parem…
O velho resmungou e se esvaziou primeiro: jatos quentes e grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pelas coxas quando um pouco vazou.
O gordo a seguiu segundos depois: sêmen quente inundando seu cu, escorrendo em fios viscosos.
O terceiro se masturbou sobre o rosto e os peitos dela: jatos grossos e amarelados caindo em sua boca aberta, nas bochechas, nos mamilos.
Camila explodiu em um orgasmo longo e profundo. Seu corpo se convulsionou, um jato quente saiu de sua buceta salpicando a barriga do velho, enquanto ela gritava abafada contra a boca de Laura.
Ela ficou jogada, ofegante, coberta de sêmen, saliva, suor e restos de esmegma. O cheiro dos três homens grudado em cada centímetro da sua pele.
Ela abriu os olhos devagar e olhou para Carla e Laura.
—Nunca… nunca senti nada igual… —sussurrou, ainda tremendo—. Quero… quero que da próxima vez sejam mais.
Carla acariciou o cabelo dela com ternura.
—Quando você estiver pronta, meu amor. Isso é só o começo pra você.
Florencia, de um canto, sorriu com cumplicidade.
—Bem-vinda ao lado sombrio, mana.
Camila fechou os olhos, sorrindo entre lágrimas de prazer e libertação.
—Que seja logo.
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