Na quarta-feira de manhã, Carlos acordou Alex com uma ordem clara:
— Hoje nada de fralda nem hoodie. Quero meu bebê completamente pelado o dia inteiro… só com a sua nova tiny ass.
Ele tirou da caixa um plug anal grande com uma rabeta de cachorro, comprida, toda feita de borracha. Ao girar e a cada movimento, a rabeta tremia e balançava, estimulando a próstata de Alex. Preta, pesada e larga, pra manter Alex com tesão e não deixar escapar nada. Lubrificou generosamente e enfiou devagar no cu ainda sensível de Alex. O garoto soltou um gemido longo quando a base grossa abriu ele e a rabeta ficou encaixada entre as nádegas, balançando a cada passo.
— Pronto. Você vai ficar assim até eu mandar parar. Pelado, enjaulado e com essa rabeta minúscula. Como o mascote promíscuo que você é.
Alex passou o dia inteiro assim: andando pelo apartamento completamente nu, a gaiola pequena apertando o pau dele, a rabeta balançando obscenamente atrás dele cada vez que se mexia ou se abaixava. Toda vez que sentava, sentia a rabeta pressionando a próstata. Ficava constantemente excitado, pingando dentro da gaiolinha minúscula.
Carlos trabalhava de casa, então podia vigiá-lo o tempo todo.
No meio da manhã, chamou ele na mesa:
— Vem aqui, bebê. De joelhos.
Alex se ajoelhou entre as pernas do seu daddy. Carlos puxou o pau grosso e duro e colocou na frente da cara do garoto.
— Boquete número um. Devagar e fundo. E não ouse tocar na sua gaiolinha.
Alex abriu a boca e começou a chupar. Carlos guiava ele com uma mão no cabelo, empurrando a cabeça dele para baixo até o pau quase bater na garganta. Manteve ele ali por vários minutos, fodendo a boca dele com movimentos lentos e controlados, enquanto a rabeta de raposa se mexia cada vez que Alex engolia ou gemia.
— Que boca quente que o meu menininho tem — Carlos grunhia. — Chupa bem, do jeito que eu te ensinei.
Quando estava perto, Carlos tirou de repente e deu uns tapinhas na bochecha dele.
— Boa garota. Mas hoje você não goza.
O segundo boquete foi depois do almoço. Carlos estava vendo TV no sofá. Chamou Alex e mandou ele deitar de costas com a cabeça pendurada na borda do sofá, e fodeu a boca dele com mais força, fazendo garganta profunda, entrando e saindo enquanto a rabeta balançava entre as pernas abertas do garoto. Alex babava, lágrimas escorrendo pelo rosto, a gaiola pingando sem parar na própria barriga.
— Engole tudo, bebê. Quero sentir você apertando minha garganta.
O terceiro foi no fim da tarde, mais longo e humilhante. Carlos colocou ele de quatro no chão, rabeta levantada, e sentou no sofá na frente dele. Mandou ele chupar por quase vinte minutos seguidos: devagar, depois rápido, depois devagar de novo. Cada vez que o Alex tentava acelerar pra fazer ele gozar, o Carlos parava ele e mantinha ele à beira do choro.
— Quer que eu goze na sua boca, né? — perguntou enquanto dava tapinhas suaves com o pau molhado na cara dele — Mas agora não. Agora você só serve pra manter o papai duro, pra se frustrar mais e sentir o gosto do papai.
A quarta mamada foi bem antes do jantar. O Carlos sentou ele no colo, de frente, com o plug de bunda apertando mais fundo por causa do peso. Enquanto o Alex chupava desesperado, o Carlos brincava com a gaiola pequena, girando, apertando, fazendo o garoto gemer em volta do pau dele.
— Olha como você treme… tão perto e tão longe. Isso é a negação, bebê. É isso que você merece por ser meu promíscuo.
No fim do dia, depois da quinta e mais intensa mamada, o Carlos de pé, segurando a cabeça do Alex com as duas mãos e fodendo a garganta dele sem piedade, finalmente gozou. Jorrou jatos grossos e quentes direto na boca do garoto, forçando ele a engolir tudo enquanto olhava nos olhos dele.
— Bom bebê… engoliu tudo feito um campeão.
O Alex estava destruído: pelado, com o plug de bunda ainda dentro, a gaiola pequena dolorosamente apertada, lábios inchados e cansados, o rosto e o peito cobertos de saliva e lágrimas, e sem ter gozado uma vez sequer.
O Carlos levantou ele do chão, abraçou ele contra o peito nu e sussurrou no ouvido dele enquanto acariciava as costas:
— Amanhã quinta-feira você volta pra fralda e pro moletom… mas a negação continua. E se se comportar bem, quem sabe sexta eu deixo você chegar perto do orgasmo de novo… ou quem sabe não.
O Alex, exausto e tremendo de frustração sexual, a gaiola manchada de pré-gozo, só conseguiu responder com voz cansada:
— Sim, Papai… obrigado por me usar…
O Carlos sorriu, deu um beijo na testa dele, enquanto apertava as nádegas do Alex com as mãos enormes e deixou o plug de bunda dentro a noite toda enquanto levava ele pra cama. Tirando ele da gaiola de castidade.Na manhã de quinta-feira, Carlos acordou Alex com um tapinha suave na bunda.
— Acorda, bebê. Hoje você volta a ser meu menininho de fralda.
Alex, ainda pelado e com o plug anal da noite anterior, gemeu quando Carlos tirou o plug devagar. Depois, levou ele pro banheiro, segurando pelas bolas cheias de porra, que apareciam por fora da gaiola de castidade de Alex.
Durante o banho...Desculpe, não posso traduzir essa palavra isolada sem contexto. Se você fornecer a frase ou texto completo em espanhol, ficarei feliz em fazer a tradução para o português brasileiro de forma natural e adequada.Ó, Carlos amarrou as mãos do Alex, pegou as chaves da gaiola de castidade dele, que estavam na sua carteira. Quando voltou, libertou o Alex e começou a percorrer cada parte do corpo dele, garantindo de dar muita atenção no cu do Alex e no pau dele, enquanto com os dedos ensaboados limpava fundo o cu do Alex. Com a outra mão, ele limpava delicadamente o pau do garoto. Se o Alex tava perto de gozar, o Carlos parava na hora. Depois, removeu de novo todo o pelo do Alex, tanto do pau quanto do cu — o Alex sempre ficava lisinho e macio pro seu papai. Aí, Carlos colocou o Alex num canto, enxaguou a gaiola do garoto, jogou água fria no pau do Alex e, sem dar tempo dele reclamar, colocou de volta a gaiola de castidade.Ao sair do banheiroNão,Colocou nele a fralda grossa do dia: branca com estampas infantis discretas, bem ajustada sobre a gaiola pequena. Por cima, vestiu seu hoodie preto oversized, que chegava até a metade das coxas, deixando apenas o volume da fralda aparecendo quando ele andava.
— Assim você está perfeito — disse Carlos, apertando a frente da fralda com a mão —. O dia inteiro de fralda e hoodie, como meu bebê submisso.
À tarde, Carlos decidiu que era hora do banho de novo.
Dessa vez, encheu a banheira com água morna e sais. Despiu Alex completamente, tirou sem cerimônia o hoodie e abriu a fralda encharcada de precum, e o colocou dentro. O garoto sentou entre as pernas do seu daddy, costas contra o peito largo de Carlos.O banho começou suave: Carlos ensaboou ele com uma esponja, lavando o peito, os braços, as costas… mas quando chegou na gaiolinha, tudo mudou.
Pegou o pau enjaulado com uma mão ensaboada e começou a bater uma através das barras: movimentos lentos, firmes, apertando e massageando as bolas macias e sensíveis do Alex. Com a outra mão, enfiou dois dedos ensaboados no cu do Alex e começou a massagear a próstata dele com uma precisão cruel.
— Quer gozar, meu bebezinho? — sussurrou no ouvido dele enquanto acelerava os movimentos —. Quer que o papai deixe você explodir depois de tantos dias?
Alex gemia alto, cabeça jogada pra trás contra o ombro do Carlos, quadril se mexendo sozinho dentro da água.
— Sim, Papai! Por favor! Tô tão perto…!
Carlos levou ele até o limite várias vezes: acelerava até a gaiola pulsar e o moleque começar a chorar de frustração, depois diminuía ou tirava os dedos completamente. Fez isso quatro vezes seguidas. Alex soluçava, o corpo inteiro tremendo, lágrimas se misturando com a água do banho.
— Por favor… não aguento mais… dói…
— Shhh, bebê. Bebezinhos não gozam. Só gotejam.
Depois do banho frustrante, Carlos tirou o Alex carregado da banheira, secou ele com uma toalha grande e levou pro quarto. Colocou ele de bruços no colo de novo.
— E agora as palmadas por ter implorado tanto no banho.
Plaf! Plaf! Plaf!
A mão grande do Carlos caiu forte e ritmada na bunda ainda molhada. Vinte palmadas seguidas, alternando as nádegas e de vez em quando massageando suavemente o cu do moleque até a pele ficar vermelha brilhante e quente.
Alex choramingava contra o travesseiro, a gaiolinha gotejando nos lençóis.
Quando terminou, Carlos pegou um macacão branco de bebê adulto que tinha comprado especialmente pro Alex: algodão macio, com botões na virilha, estampa sutil de ursinhos e grande o bastante pra ficar justo por cima da fralda.
Abriu ele todo, deitou o Alex de barriga pra cima e Vestiu ele como um bebê gigante: primeiro as mangas, depois as pernas, e finalmente fechou todos os botões entre as pernas, deixando a fralda grossa bem apertada e a gaiola pressionada por dentro.
O resultado era adorável e humilhante ao mesmo tempo: Alex, de macacão branco de bebê, fralda inchada visível pelos botões, rosto corado e olhos lacrimejantes.
Carlos o levantou no colo como se não pesasse nada e o sentou no seu colo na sala, abraçando ele forte contra o peito.
— Olha que lindo você tá… meu bebê grandão de macacão. Assim você vai dormir hoje. E amanhã, sexta-feira… vamos continuar com a negação. Talvez no sábado eu deixe você roçar o orgasmo… ou talvez continue negando até você chorar.
Alex, exausto, frustrado e completamente submisso, escondeu o rosto no pescoço do seu papai e sussurrou:
— Sim, Papai… sou seu bebê… obrigado por cuidar de mim.
Carlos sorriu, beijou a testa dele e o embalou suavemente enquanto via televisão, sentindo o macacão estalar cada vez que Alex se mexia, lembrando os dois de quem tinha o controle total.
Na sexta-feira de manhã, Carlos deitou Alex de bruços na cama e abriu os botões do macacão branco que Alex tinha usado pra dormir. Checou a fralda, ainda seca, mas com uma grande mancha de pré-gozo na parte da frente, e sorriu.
— Bebê bonzinho. Hoje você continua de macacão o dia todo… mas com um presentinho extra.
Pegou um plug anal de silicone preto, médio e com vibração por controle remoto via app no celular. Lubrificou bem e inseriu devagar no cu de Alex, empurrando até a base ficar bem dentro. Depois fechou de novo todos os botões do macacão, deixando a fralda e a gaiola pequena bem apertadas.— Esse plug vai ficar ligado quando eu quiser. Você só vai sentir e se comportar direitinho.
O dia inteiro o plug ganhou vida nos momentos mais inesperados para o Alex:
Enquanto o Alex preparava o café da manhã, o Carlos ligou no modo baixo. O garoto teve que se apoiar na bancada, mordendo o lábio e gemendo baixinho enquanto a vibração massageava a próstata dele.
Na sala, enquanto via TV sentado no sofá, o Carlos aumentou a intensidade. O Alex se contorceu, as pernas tremendo, o macacão estalando a cada movimento. A gaiolinha apertava cada vez mais.
De tarde, enquanto o Alex tava conversando e jogando no laptop, o Carlos colocou em rajadas curtas e fortes. O Alex teve que tampar a boca com a mão pra não gemer no meio da partida.
Toda vez que ele estava prestes a implorar, Carlos o calava, deixando o garoto frustrado e pingando dentro da fralda.
Às 19h, Carlos decidiu que era hora da recompensa… para ele.
— Vem cá, bebê. De joelhos.
Alex se ajoelhou na frente do seu daddy, ainda vestindo o macacão branco. Carlos abriu os botões da virilha do macacão, baixou a fralda só o suficiente pra deixar a gaiola visível e puxou pra fora o pau grosso e duro dele.
— Hoje você vai tomar todo o meu leite. Muito. E não vai derramar uma gota.
A primeira mamada foi lenta e profunda. Carlos segurava a cabeça de Alex com as duas mãos e metia na garganta dele num ritmo constante. Quando tava perto, empurrou até o fundo e gozou com um grunhido grave, descarregando o primeiro jorro grosso direto na garganta do garoto.
— Engole, bebê… tudo, todo o seu leite.
Alex engoliu obedientemente, olhos lacrimejando.
Não deu descanso. Mal dois minutos depois, Carlos já tava duro de novo. Colocou ele de costas no sofá, cabeça pendurada na borda, e meteu na boca dele na posição de garganta profunda. A segunda gozada foi mais abundante; Alex teve que engolir rápido pra não se afogar enquanto o leite quente enchia a boca dele.
A terceira foi a mais longa. Carlos sentou no sofá, mandou Alex montar nas coxas dele, com o macacão aberto, fralda abaixada até os joelhos, tirou o plug num movimento suave mas firme, e ficou subindo e descendo ele no pau ainda duro por quase quinze minutos. Guiava ele pra cima e pra baixo, fodendo o cu dele sem piedade e de forma constante.
— Você vai receber todo o leite do seu daddy hoje — ele grunhia. — Porque você é a minha putinha engolidora.
Quando chegou no orgasmo pela terceira vez, Carlos segurou Alex pelos quadris com força, colado na pélvis dele, e gozou com tudo, inundando o cu do garoto até o ânus dele transbordar de porra branca e grossa. Carlos inclinou Alex e colocou o plug de volta pra não derramar uma gota, enquanto Alex tossia e ofegava, com fios de leite escorrendo. pelo queixo dele e escorrendo sobre o macacão.
Carlos limpou com o dedo e colocou na boca.
— Bom bebê… você tomou três cargas completas como um campeão.
Alex estava destruído: lábios inchados, garganta irritada, gosto de porra pra todo lado, o plug ainda vibrando suavemente dentro dele e a gaiola pequena dolorosamente apertada. Não tinha conseguido gozar nem uma vez.
Carlos o levantou, fechou de novo os broches do macacão, abraçou ele contra o peito e sussurrou no ouvido enquanto o balançava:
— Hoje você foi um menino muito bonzinho. Amanhã, sábado… vamos brincar bastante. Talvez seja o dia em que finalmente vou deixar você gozar… ou talvez eu continue te torturando um pouco mais.
Alex, exausto e cheio de porra do seu papi, só conseguiu esconder o rosto no pescoço de Carlos e murmurar:
— Sim, Papi… o que você decidir.
Nota:
Tô adorando escrever essa fantasia que tenho, não parei de me masturbar desde que comecei, espero realizá-la um dia.
— Hoje nada de fralda nem hoodie. Quero meu bebê completamente pelado o dia inteiro… só com a sua nova tiny ass.
Ele tirou da caixa um plug anal grande com uma rabeta de cachorro, comprida, toda feita de borracha. Ao girar e a cada movimento, a rabeta tremia e balançava, estimulando a próstata de Alex. Preta, pesada e larga, pra manter Alex com tesão e não deixar escapar nada. Lubrificou generosamente e enfiou devagar no cu ainda sensível de Alex. O garoto soltou um gemido longo quando a base grossa abriu ele e a rabeta ficou encaixada entre as nádegas, balançando a cada passo.
— Pronto. Você vai ficar assim até eu mandar parar. Pelado, enjaulado e com essa rabeta minúscula. Como o mascote promíscuo que você é.
Alex passou o dia inteiro assim: andando pelo apartamento completamente nu, a gaiola pequena apertando o pau dele, a rabeta balançando obscenamente atrás dele cada vez que se mexia ou se abaixava. Toda vez que sentava, sentia a rabeta pressionando a próstata. Ficava constantemente excitado, pingando dentro da gaiolinha minúscula.
Carlos trabalhava de casa, então podia vigiá-lo o tempo todo.
No meio da manhã, chamou ele na mesa:
— Vem aqui, bebê. De joelhos.
Alex se ajoelhou entre as pernas do seu daddy. Carlos puxou o pau grosso e duro e colocou na frente da cara do garoto.
— Boquete número um. Devagar e fundo. E não ouse tocar na sua gaiolinha.
Alex abriu a boca e começou a chupar. Carlos guiava ele com uma mão no cabelo, empurrando a cabeça dele para baixo até o pau quase bater na garganta. Manteve ele ali por vários minutos, fodendo a boca dele com movimentos lentos e controlados, enquanto a rabeta de raposa se mexia cada vez que Alex engolia ou gemia.
— Que boca quente que o meu menininho tem — Carlos grunhia. — Chupa bem, do jeito que eu te ensinei.
Quando estava perto, Carlos tirou de repente e deu uns tapinhas na bochecha dele.
— Boa garota. Mas hoje você não goza.
O segundo boquete foi depois do almoço. Carlos estava vendo TV no sofá. Chamou Alex e mandou ele deitar de costas com a cabeça pendurada na borda do sofá, e fodeu a boca dele com mais força, fazendo garganta profunda, entrando e saindo enquanto a rabeta balançava entre as pernas abertas do garoto. Alex babava, lágrimas escorrendo pelo rosto, a gaiola pingando sem parar na própria barriga.
— Engole tudo, bebê. Quero sentir você apertando minha garganta.
O terceiro foi no fim da tarde, mais longo e humilhante. Carlos colocou ele de quatro no chão, rabeta levantada, e sentou no sofá na frente dele. Mandou ele chupar por quase vinte minutos seguidos: devagar, depois rápido, depois devagar de novo. Cada vez que o Alex tentava acelerar pra fazer ele gozar, o Carlos parava ele e mantinha ele à beira do choro.
— Quer que eu goze na sua boca, né? — perguntou enquanto dava tapinhas suaves com o pau molhado na cara dele — Mas agora não. Agora você só serve pra manter o papai duro, pra se frustrar mais e sentir o gosto do papai.
A quarta mamada foi bem antes do jantar. O Carlos sentou ele no colo, de frente, com o plug de bunda apertando mais fundo por causa do peso. Enquanto o Alex chupava desesperado, o Carlos brincava com a gaiola pequena, girando, apertando, fazendo o garoto gemer em volta do pau dele.
— Olha como você treme… tão perto e tão longe. Isso é a negação, bebê. É isso que você merece por ser meu promíscuo.
No fim do dia, depois da quinta e mais intensa mamada, o Carlos de pé, segurando a cabeça do Alex com as duas mãos e fodendo a garganta dele sem piedade, finalmente gozou. Jorrou jatos grossos e quentes direto na boca do garoto, forçando ele a engolir tudo enquanto olhava nos olhos dele.
— Bom bebê… engoliu tudo feito um campeão.
O Alex estava destruído: pelado, com o plug de bunda ainda dentro, a gaiola pequena dolorosamente apertada, lábios inchados e cansados, o rosto e o peito cobertos de saliva e lágrimas, e sem ter gozado uma vez sequer.
O Carlos levantou ele do chão, abraçou ele contra o peito nu e sussurrou no ouvido dele enquanto acariciava as costas:
— Amanhã quinta-feira você volta pra fralda e pro moletom… mas a negação continua. E se se comportar bem, quem sabe sexta eu deixo você chegar perto do orgasmo de novo… ou quem sabe não.
O Alex, exausto e tremendo de frustração sexual, a gaiola manchada de pré-gozo, só conseguiu responder com voz cansada:
— Sim, Papai… obrigado por me usar…
O Carlos sorriu, deu um beijo na testa dele, enquanto apertava as nádegas do Alex com as mãos enormes e deixou o plug de bunda dentro a noite toda enquanto levava ele pra cama. Tirando ele da gaiola de castidade.Na manhã de quinta-feira, Carlos acordou Alex com um tapinha suave na bunda.
— Acorda, bebê. Hoje você volta a ser meu menininho de fralda.
Alex, ainda pelado e com o plug anal da noite anterior, gemeu quando Carlos tirou o plug devagar. Depois, levou ele pro banheiro, segurando pelas bolas cheias de porra, que apareciam por fora da gaiola de castidade de Alex.
Durante o banho...Desculpe, não posso traduzir essa palavra isolada sem contexto. Se você fornecer a frase ou texto completo em espanhol, ficarei feliz em fazer a tradução para o português brasileiro de forma natural e adequada.Ó, Carlos amarrou as mãos do Alex, pegou as chaves da gaiola de castidade dele, que estavam na sua carteira. Quando voltou, libertou o Alex e começou a percorrer cada parte do corpo dele, garantindo de dar muita atenção no cu do Alex e no pau dele, enquanto com os dedos ensaboados limpava fundo o cu do Alex. Com a outra mão, ele limpava delicadamente o pau do garoto. Se o Alex tava perto de gozar, o Carlos parava na hora. Depois, removeu de novo todo o pelo do Alex, tanto do pau quanto do cu — o Alex sempre ficava lisinho e macio pro seu papai. Aí, Carlos colocou o Alex num canto, enxaguou a gaiola do garoto, jogou água fria no pau do Alex e, sem dar tempo dele reclamar, colocou de volta a gaiola de castidade.Ao sair do banheiroNão,Colocou nele a fralda grossa do dia: branca com estampas infantis discretas, bem ajustada sobre a gaiola pequena. Por cima, vestiu seu hoodie preto oversized, que chegava até a metade das coxas, deixando apenas o volume da fralda aparecendo quando ele andava.
— Assim você está perfeito — disse Carlos, apertando a frente da fralda com a mão —. O dia inteiro de fralda e hoodie, como meu bebê submisso.
À tarde, Carlos decidiu que era hora do banho de novo.
Dessa vez, encheu a banheira com água morna e sais. Despiu Alex completamente, tirou sem cerimônia o hoodie e abriu a fralda encharcada de precum, e o colocou dentro. O garoto sentou entre as pernas do seu daddy, costas contra o peito largo de Carlos.O banho começou suave: Carlos ensaboou ele com uma esponja, lavando o peito, os braços, as costas… mas quando chegou na gaiolinha, tudo mudou.
Pegou o pau enjaulado com uma mão ensaboada e começou a bater uma através das barras: movimentos lentos, firmes, apertando e massageando as bolas macias e sensíveis do Alex. Com a outra mão, enfiou dois dedos ensaboados no cu do Alex e começou a massagear a próstata dele com uma precisão cruel.
— Quer gozar, meu bebezinho? — sussurrou no ouvido dele enquanto acelerava os movimentos —. Quer que o papai deixe você explodir depois de tantos dias?
Alex gemia alto, cabeça jogada pra trás contra o ombro do Carlos, quadril se mexendo sozinho dentro da água.
— Sim, Papai! Por favor! Tô tão perto…!
Carlos levou ele até o limite várias vezes: acelerava até a gaiola pulsar e o moleque começar a chorar de frustração, depois diminuía ou tirava os dedos completamente. Fez isso quatro vezes seguidas. Alex soluçava, o corpo inteiro tremendo, lágrimas se misturando com a água do banho.
— Por favor… não aguento mais… dói…
— Shhh, bebê. Bebezinhos não gozam. Só gotejam.
Depois do banho frustrante, Carlos tirou o Alex carregado da banheira, secou ele com uma toalha grande e levou pro quarto. Colocou ele de bruços no colo de novo.
— E agora as palmadas por ter implorado tanto no banho.
Plaf! Plaf! Plaf!
A mão grande do Carlos caiu forte e ritmada na bunda ainda molhada. Vinte palmadas seguidas, alternando as nádegas e de vez em quando massageando suavemente o cu do moleque até a pele ficar vermelha brilhante e quente.
Alex choramingava contra o travesseiro, a gaiolinha gotejando nos lençóis.
Quando terminou, Carlos pegou um macacão branco de bebê adulto que tinha comprado especialmente pro Alex: algodão macio, com botões na virilha, estampa sutil de ursinhos e grande o bastante pra ficar justo por cima da fralda.
Abriu ele todo, deitou o Alex de barriga pra cima e Vestiu ele como um bebê gigante: primeiro as mangas, depois as pernas, e finalmente fechou todos os botões entre as pernas, deixando a fralda grossa bem apertada e a gaiola pressionada por dentro.
O resultado era adorável e humilhante ao mesmo tempo: Alex, de macacão branco de bebê, fralda inchada visível pelos botões, rosto corado e olhos lacrimejantes.
Carlos o levantou no colo como se não pesasse nada e o sentou no seu colo na sala, abraçando ele forte contra o peito.
— Olha que lindo você tá… meu bebê grandão de macacão. Assim você vai dormir hoje. E amanhã, sexta-feira… vamos continuar com a negação. Talvez no sábado eu deixe você roçar o orgasmo… ou talvez continue negando até você chorar.
Alex, exausto, frustrado e completamente submisso, escondeu o rosto no pescoço do seu papai e sussurrou:
— Sim, Papai… sou seu bebê… obrigado por cuidar de mim.
Carlos sorriu, beijou a testa dele e o embalou suavemente enquanto via televisão, sentindo o macacão estalar cada vez que Alex se mexia, lembrando os dois de quem tinha o controle total.
Na sexta-feira de manhã, Carlos deitou Alex de bruços na cama e abriu os botões do macacão branco que Alex tinha usado pra dormir. Checou a fralda, ainda seca, mas com uma grande mancha de pré-gozo na parte da frente, e sorriu.
— Bebê bonzinho. Hoje você continua de macacão o dia todo… mas com um presentinho extra.
Pegou um plug anal de silicone preto, médio e com vibração por controle remoto via app no celular. Lubrificou bem e inseriu devagar no cu de Alex, empurrando até a base ficar bem dentro. Depois fechou de novo todos os botões do macacão, deixando a fralda e a gaiola pequena bem apertadas.— Esse plug vai ficar ligado quando eu quiser. Você só vai sentir e se comportar direitinho.
O dia inteiro o plug ganhou vida nos momentos mais inesperados para o Alex:
Enquanto o Alex preparava o café da manhã, o Carlos ligou no modo baixo. O garoto teve que se apoiar na bancada, mordendo o lábio e gemendo baixinho enquanto a vibração massageava a próstata dele.
Na sala, enquanto via TV sentado no sofá, o Carlos aumentou a intensidade. O Alex se contorceu, as pernas tremendo, o macacão estalando a cada movimento. A gaiolinha apertava cada vez mais.
De tarde, enquanto o Alex tava conversando e jogando no laptop, o Carlos colocou em rajadas curtas e fortes. O Alex teve que tampar a boca com a mão pra não gemer no meio da partida.
Toda vez que ele estava prestes a implorar, Carlos o calava, deixando o garoto frustrado e pingando dentro da fralda.
Às 19h, Carlos decidiu que era hora da recompensa… para ele.
— Vem cá, bebê. De joelhos.
Alex se ajoelhou na frente do seu daddy, ainda vestindo o macacão branco. Carlos abriu os botões da virilha do macacão, baixou a fralda só o suficiente pra deixar a gaiola visível e puxou pra fora o pau grosso e duro dele.
— Hoje você vai tomar todo o meu leite. Muito. E não vai derramar uma gota.
A primeira mamada foi lenta e profunda. Carlos segurava a cabeça de Alex com as duas mãos e metia na garganta dele num ritmo constante. Quando tava perto, empurrou até o fundo e gozou com um grunhido grave, descarregando o primeiro jorro grosso direto na garganta do garoto.
— Engole, bebê… tudo, todo o seu leite.
Alex engoliu obedientemente, olhos lacrimejando.
Não deu descanso. Mal dois minutos depois, Carlos já tava duro de novo. Colocou ele de costas no sofá, cabeça pendurada na borda, e meteu na boca dele na posição de garganta profunda. A segunda gozada foi mais abundante; Alex teve que engolir rápido pra não se afogar enquanto o leite quente enchia a boca dele.
A terceira foi a mais longa. Carlos sentou no sofá, mandou Alex montar nas coxas dele, com o macacão aberto, fralda abaixada até os joelhos, tirou o plug num movimento suave mas firme, e ficou subindo e descendo ele no pau ainda duro por quase quinze minutos. Guiava ele pra cima e pra baixo, fodendo o cu dele sem piedade e de forma constante.
— Você vai receber todo o leite do seu daddy hoje — ele grunhia. — Porque você é a minha putinha engolidora.
Quando chegou no orgasmo pela terceira vez, Carlos segurou Alex pelos quadris com força, colado na pélvis dele, e gozou com tudo, inundando o cu do garoto até o ânus dele transbordar de porra branca e grossa. Carlos inclinou Alex e colocou o plug de volta pra não derramar uma gota, enquanto Alex tossia e ofegava, com fios de leite escorrendo. pelo queixo dele e escorrendo sobre o macacão.
Carlos limpou com o dedo e colocou na boca.
— Bom bebê… você tomou três cargas completas como um campeão.
Alex estava destruído: lábios inchados, garganta irritada, gosto de porra pra todo lado, o plug ainda vibrando suavemente dentro dele e a gaiola pequena dolorosamente apertada. Não tinha conseguido gozar nem uma vez.
Carlos o levantou, fechou de novo os broches do macacão, abraçou ele contra o peito e sussurrou no ouvido enquanto o balançava:
— Hoje você foi um menino muito bonzinho. Amanhã, sábado… vamos brincar bastante. Talvez seja o dia em que finalmente vou deixar você gozar… ou talvez eu continue te torturando um pouco mais.
Alex, exausto e cheio de porra do seu papi, só conseguiu esconder o rosto no pescoço de Carlos e murmurar:
— Sim, Papi… o que você decidir.
Nota:
Tô adorando escrever essa fantasia que tenho, não parei de me masturbar desde que comecei, espero realizá-la um dia.
0 comentários - Alex e Carlos (Uma fantasia que espero realizar) Parte 2