Aí o Seu Felipe chegou perto de mim e se jogou nos meus peitos, começou a lamber deliciosamente, eu podia sentir a língua dele passando nos meus mamilos duros, ele estava devorando eles com a boca, chupava meus mamilos como se quisesse arrancá-los. Os outros seis pedreiros me cercaram e começaram a tocar meu corpo, eu me sentia acariciada da cabeça aos pés, não tinha uma parte do meu corpo que não estivesse sendo apalpada. O Seu Felipe terminou de lamber meus seios e, sem perder tempo, pegou minha calcinha e arrancou de uma vez, isso causou uma sensação forte no meu abdômen, me senti desprotegida, muito vulnerável e com muita vontade. Então o Seu Felipe falou pros outros pedreiros abrirem minhas pernas. Eles adoraram acariciar e lamber desde a virilha até as panturrilhas. Outros deles se jogaram nos meus peitos e começaram a devorá-los, enquanto o Mestre pedreiro comia minha buceta como um animal, metia a língua com gosto, eu podia sentir ela se mexendo deliciosamente por dentro, arrancando gemidos fortes de mim. Senti ele lambendo e chupando meus lábios internos e externos, enquanto estimulava meu clitóris com os dedos sujos de cimento.
—Me peguem! Quero que me fodam bem forte até cansar! Podem fazer o que quiserem comigo! Não se preocupem, não vou contar nada pra minha mãe. Isso é o que eu queria, que me foderem todos juntos. Quero que me machuque muito…! —Eu estava tremendamente excitada, nunca tinha estado com tantos homens de uma vez. Quando os pedreiros ouviram o que eu disse, me levantaram da cama e me levaram pro chão, me fizeram ajoelhar, tiraram as camisetas e pude ver seus corpos fortes e tatuados, começaram a desfazer as fivelas dos cintos, aquele som do metal das fivelas me fazia saber que iam tirar os paus pra eu chupar, então eles abaixaram as calças e tiraram completamente, pude ver como os paus estavam bem inchados, estourando de grossos, eu sabia que era por causa dos comprimidos de Viagra que dissolvi na limonada, tinha na minha frente 7 paus, alguns bem grossos, outros mais compridos, todos capazes de me fazer sentir muito prazer ou dor, dependendo de como eles quisessem. Eles se colocaram ao meu redor e pegaram meu cabelo longo e castanho, de um jeito bem grosseiro, me machucavam ao puxar, pois me empurravam contra os paus fazendo com que eu os engolisse até a garganta, o que me engasgava e me dava vontade de vomitar, mas eu aguentei, me faziam chorar, me sentia usada, e comecei a me irritar porque estavam me tratando de um jeito muito agressivo, não terminava de chupar um quando outro já estava puxando meu cabelo pra me engasgar com o pau dele que entrava até o fundo da minha garganta, deixando meus lábios vermelhos colados até a base do pau dele, assim ficaram brigando pra meter os paus na minha boca por uns 15 minutos. Pude me ver no espelho e tinha o rímel escorrido pelas minhas lágrimas de engasgo.
Um deles me levantou puxando meu cabelo e me deu um tapa não muito forte, mas deixou minha bochecha ardendo. Eu sabia que ele só fez isso para me punir, já que eu tinha pedido para eles me causarem muita dor, então ele me jogou na cama.
—Você tá bem gostosa, mamacita! Tem um cu bem gostoso! Levanta essa bunda pra eu enfiar no seu cu! —Eu obedeci pra ele não me bater de novo. Me excitou muito me sentir submissa. Me inclinei, esticando meus braços e deixando meus peitos colados no colchão, arqueando minhas costas pra baixo, deixando minha bunda linda e macia, com formato de coração, completamente empinada. Meu cuzinho rosa e lubrificado estava sendo entregue àquele pedreiro sujo pra ele me embestir brutalmente. Senti muito medo porque ele tinha o pau mais longo e grosso de todos, era muito mais grosso que o plug anal, então meu cu nunca tinha recebido um pau tão grande e não estava preparado ainda. Senti como, com suas mãos grossas e sujas, ele abriu minhas nádegas e colocou a ponta do pau no meu cu, me segurando firme pela cintura.
— Quer que eu enfie tudo de uma vez? — Sim, eu gosto muito de sentir que enfiam com muita força, me fode, mesmo que doa muito. — Já enfia toda a pica. É, mete nela, dá pra ver que essa novinha é bem putinha. — Disseram os outros pedreiros, ansiosos para ver como iam arrombar meu cu. — Sim, me fode! Me fode! — Eu implorava para ele arrombar meu cu, encostava minhas nádegas empinadas nele. O pedreiro me puxou com força contra o corpo dele ao mesmo tempo que enfiava a pica, invadindo-me selvagemente, senti meu ânus se abrindo de forma dilacerante, provocou uma ardência tremenda e uma pontada horrível no meu cu, aquela pica abriu caminho dentro de mim brutalmente, senti quando chegou lá no fundo, deixando no seu rastro uma ardência insuportável.
—Aaaiii! Aaaiii! Aaaiii! —Gritei bem alto, tenho certeza que deu pra ouvir até na rua. Meu cu estava latejando, foi uma sensação muito dolorida, como se tivesse fogo por dentro. Entrei num choro que não deixa a gente falar, estava muito emocionada e, em contraste, saber que estava tão machucada me causou um prazer que superava em muito a dor. Aquela sensação de estar sendo violada e machucada com tanta força me causou um prazer delicioso digno de uma masoquista. —Tá doendo muito, moreninha?! —Me perguntou de forma mórbida o pedreiro, enquanto esfregava o pau dele até o fundo, como se quisesse chegar ainda mais dentro. —Sim, tá doendo! —Falei com o choro entrecortado, fazendo sinais com a mão pra ele continuar—. Não para! Continua! O pedreiro tirou o pau completamente, pra enfiar de novo de forma bem violenta, até o fundo do meu cu. Senti meu ânus se abrindo de repente, provocando uma ardência forte e a pontada ficou mais dolorida, porque minha bunda estava sendo penetrada brutalmente. Dava pra ouvir o som do impacto do corpo dele contra minhas nádegas. —Aaaiii! Aaaiii! —Eu estava sofrendo muito, mas o prazer pela dor era uma delícia. O homem continuou tirando o pau por completo e enfiando profunda e violentamente. Meu cu estava sendo forçado a receber aquele pau que entrava aos empurrões, rasgando meu ânus a cada investida que ele dava. Assim passaram uns 5 minutos de tormento. Aos poucos a dor foi indo embora, dando lugar ao prazer absoluto. —Aaah! Que gostoso! Me fode! Mais rápido! Mais forte! —Eu estava gozando pra caralho—. Aaaiii! Aaaiii! Ai, que gostoso! Aaah! Aaaiii! Sentia um calor delicioso no meu cu, já era uma necessidade sentir o pau dele entrando até o fundo e saindo de dentro de mim, cada vez que ele tirava eu desejava muito que ele enfiasse de novo. —Aaaiii! Que pau gostoso você tem! Aaah! Você me machucou! Aaaiii! —O pedreiro me machucava ao bater lá dentro do meu cu. com a ponta do seu pau. —Mas você adora, sua puta, dá pra ver que você curte muito quando ele enfia bem forte. — Eu apertava o pau dele com meu esfínter anal, como se estivesse mordendo com o cu.
—Me fode mais forte! Aaai! Que gostoso! Assim, mais rápido! Tá tão gostoso! Ai que gostoso! Tá ardendo, que delícia! Fode-me! Fode-me! —Eu rebolia minha bunda contra o pedreiro, queria que ele enfiasse mais fundo, estava uma delícia. Dito isso, o pedreiro me agarrou pela cintura com força e puxou meu corpo violentamente contra seu pau, começando uma penetração frenética. Eu sentia minha bunda dolorida e cansada, conseguia ouvir o som do impacto dos nossos corpos pele com pele. Ele puxava meu cabelo para trás e doía, então eu rebolia minhas nádegas contra o pau dele para aliviar a dor. Ele continuou me penetrando analmente por uns 15 minutos até que ouvi os gemidos do pedreiro gozando, jatos de sêmen quente estavam me enchendo por dentro, fiquei muito excitada, pois aquele homem tinha acabado de gozar dentro de mim, me tornando sua putinha. Então ele tirou o pau do meu cu e senti o sêmen escorrendo do meu ânus e se derramando nos lençóis.
—Pô, cara, o cu dela ficou aberto! Dá pra ver dentro da bunda! Caralho, você arrombou o cu dela! —Disseram os outros pedreiros, ao ver meu ânus dilatado.—É, essa novinha é muito gostosa, é muito foda enfiar o pau nela. O cu dela é bem quente por dentro, aperta gostoso e tá bem limpinho, dá pra ver que já tinham comido ela por trás.
Então enfiei os dedos no meu cu e pude sentir que estava totalmente aberto, perdi a força no esfínter anal e ficou dilatado, pronto pra receber mais paus. Ao olhar meus dedos molhados de porra, pude ver que também tinha sangue, e isso me excitou muito, porque foi o resultado de uma penetração anal violenta, que me fez sentir muita dor e ser violada por aquele homem.
Os outros 6 pedreiros continuaram se revezando pra me penetrar analmente até gozarem todos dentro de mim. Enquanto esperavam a vez de me comer, apertavam meus peitos e me engasgavam com os paus deles. Ficamos fazendo isso por mais ou menos uma hora.
Peguei a garrafa de vodka e dei um bom gole, que me deixou exausta, e minha entrega a esses homens aumentou ainda mais. —Quero ser penetrada anal e vaginalmente ao mesmo tempo. —Propus, muito bêbada e com tesão, com minha voz de putinha ninfomaníaca. —A gente te come do jeito que você quiser, gostosa. Quem ia imaginar que você era tão puta, parece que adora uma pica, né? —Sim, adoro muito ser comida, é muito gostoso. Quero que continuem me comendo com muita força.
—Essa novinha me deixa com o pau bem duro. Cara, já fiquei duro de novo. Eu também, já tô com o pau durasso de novo. —Comentavam surpresos entre eles. Eu sabia que o viagra estava fazendo efeito e que, por consequência, iam continuar me aproveitando muito. Então um deles deitou na cama de barriga para cima com o pau bem inchado, ereto, exposto e babando de porra. Montei naquele homem, coloquei a ponta do seu delicioso e suculento pau na minha buceta e simplesmente me deixei cair, enfiando aquele membro viril e venoso. Eu não tinha forças nas pernas, o pau dele abriu caminho no meu interior, através das minhas paredes vaginais, sentia como meu corpo se completava, era como se minha buceta estivesse esperando há tempos por um pau grosso e comprido que a enchesse, o pedreiro me pegou pelas nádegas e me levava para cima e para baixo, me comendo ao seu bel-prazer, colocou as mãos nos meus seios, os esfregava e beliscava meus mamilos, me excitava muito, meus mamilos estavam bem duros e ele me castigava beliscando bem forte e puxando, quando de repente senti outro homem atrás de mim que se colocou colado nas minhas costas e me inclinou, senti como ele colocou seu pau grosso na entrada do meu cu e foi enfiando até o fundo, naquele momento já tinha dois paus dentro de mim, era delicioso sentir um pau na buceta e outro no cu, podia sentir como aqueles dois paus entravam até o fundo batendo forte lá dentro. Cada pau ia no seu ritmo, minha barriga estava bem quente, constantemente sentia contrações no abdômen, meus seios estavam muito sensíveis e excitados já que o pedreiro que estava atrás de mim me penetrando analmente, me abraçava e acariciava os seios enquanto lambia meu pescoço.
—Ah, que gostoso! Aaai! Aaah! Isso! Aaai! Aaah, que gostoso! Isso! Me comam gostoso! Mais forte! Mais! Mais! Não parem! Aaah, que gostoso! —Eu estava me sentindo muito desejada e aproveitada por esses homens.
De repente, um sentimento de vulnerabilidade me invadiu e arrepiou minha pele. Minhas pernas estavam sem força, dormentes, e um calor na minha buceta me avisava que um orgasmo estava chegando, e seria forte, porque eu estava levando uma dupla penetração. —Aaajjj! Aaajjj! Vou gozar! Aaay, que gostoso! Que gostoso! Aaajjj! —Meus mamilos rosados ficaram ainda mais duros e se alongaram como montanhas.
Meus homens começaram a trabalhar mais forte para mim, senti que eu era deles e eles meus, tanto ter esquentado o pau deles tinha valido a pena. Toda a dor que senti estava sendo compensada com prazer, de repente senti um calor delicioso na minha barriga, estava tendo um orgasmo tremendo; fiquei acabada. —Aaajjj! Aaajjj! Aaajjj! Aaajjj! Ai que gostoso! Aaajjj! —O homem que estava debaixo de mim me penetrando na buceta, acariciava meus seios e beliscava meus mamilos. E o pedreiro que estava atrás de mim me penetrando no cu me abraçava e enfiava a língua no meu ouvido.
Eu estava no meu clímax, enquanto eles continuavam me comendo com muita força até que senti jatos de sêmen quente disparando dentro da minha buceta e no meu cu, foi uma delícia. Quando tiraram os paus de dentro de mim, senti como se estivesse faltando algo, como se tivessem tirado um doce de mim. Eu precisava que outros caras me comessem, queria sentir aqueles jatos de porra dentro de novo. Minha ninfomania pedia mais, eu tinha só 21 anos, estava tão gostosa e safada, pedindo mais daqueles pedreiros. Eles se revezaram para me satisfazer por horas, me mudando de posição na cama, me levando contra o espelho grande do meu quarto para me comer de pé, fizeram o que quiseram comigo, vários gozaram na minha boca e eu engoli até a última gota da porra deles.
Quando já estavam cansados de me penetrar, tendo me usado à vontade, eu quis experimentar algo que nem mesmo com meu pai tinha tentado, já que me dava um pouco de vergonha pedir até então. Estava tão bêbada que deixei sair completamente a puta que sou, afinal nunca mais veria aqueles homens. Então peguei o lubrificante feminino que tinha deixado na cama. —Don Felipe, tem uma coisa que tô curiosa pra fazer, mas tô com vergonha — falei com voz cheia de tesão.
— Por que, gostosa? O que você quer fazer? — ele me perguntou, olhando para o meu corpo de um jeito muito tarado.— É que eu vi uns vídeos pornô na internet e tem uma coisa chamada "fisting". É quando você mete a mão toda dentro de mim. E eu gostaria que você fizesse isso no meu cu, mas se não quiser, tudo bem — falei, nervosa e morrendo de vergonha por me sentir tão puta e depravada pedindo uma coisa dessas.
— Sim! Eu faço! Já vi também e sempre tive muita vontade de fazer isso com uma mulher, mas nunca encontrei uma que topasse. E se você quer, a gente tenta — ele respondeu, todo animado e com o rosto vermelho de tesão.
— Sim, faz, por favor — respondi, muito excitada. — Chega aqui pra eu passar lubrificante na sua mão.
— Vamos lá, gostosa.
Ele estendeu a mão direita, e eu passei lubrificante por toda a mão dele, que por sinal estava suja de cimento — o que me deixou ainda mais excitada.
— Tem que estar bem lubrificado pra não doer tanto e entrar mais fácil — falei, muito nervosa e com medo, enquanto observava seus dedos grossos e ásperos.
— Não se preocupa, gostosa, vou fazer com cuidado. Vou te dedar até a gente ver que entra completamente, e você me vai dizendo.
Me inclinei na cama, com os seios bem colados no colchão e as costas arqueadas para baixo, deixando minha bunda bem empinada, e pedi que ele metesse a mão toda, até o pulso, dentro do meu cu. Então ele começou a me dedar.
— Vamos ver, gostosa, vou meter três dedos porque vejo que você já aguenta, né? — ele disse enquanto enfiava três dedos no meu ânus. — É, gostosa, tão entrando gostoso, não é?
— Sim, aaahhh! Aaahhh! É muito gostoso, vamos, mete quatro.
— Foi muito bom sentir os dedos de um homem dentro do meu cu.
— Já estão entrando, você tem meus quatro dedos aí dentro. Como está se sentindo?
— É muito gostoso, dói um pouquinho, aaahhh! Aaai! Agora mete a mão toda, devagar, com muito cuidado.
— Minha mão já está entrando, mas você está muito apertada. Você me avisa se doi. — Eu senti meu ânus se rasgando, nunca tinha submetido ele a tanto estiramento, sentia uma ardência forte, como se fosse explodir, e fiquei com medo, mas a excitação era maior.
—Aaai! Aaajjj! Tá doendo muito! Aaai! Aaai! Vai logo! Mais forte! —Meu cu estava se esticando, abrindo cada vez mais. Ardia em volta do ânus, mas era gostoso. —Vou enfiar um pouco mais forte. —Quando ele disse isso, fiquei muito excitada, com desejo de sentir aquela mão grossa, suja e áspera dentro de mim. Isso me fez jogar a bunda pra trás, entregando pra ele, pra que a mão entrasse completamente até o pulso. —Aaajjj! Aaajjj! Aaai! Tá doendo pra caralho! Aaajjj! Tá doendo! Aaai! —Senti meu ânus se rasgando e o cu muito aberto. Não aguentei e rompi em choro, lágrimas pretas e salgadas escorrendo a máscara dos cílios, rolando pelas minhas bochechas. —Já entrou todinha, gostosa, tô com a mão inteira dentro do seu cu, tá muito gostoso, tá muito quente. Tá doendo muito, né? Quer que eu tire? —A mão daquele homem me tinha destruído, senti meu cu tentando contrair e apertar a mão do pedreiro. —Não, não tira, deixa um tempinho aí dentro. Quero aproveitar, tô sentindo muita dor, mas é muito gostoso, tô me sentindo bem. —Tá bom, gostosa, então deixo mais um pouco. —Ele deixou assim por uns 5 minutos. Eu me sentia transbordando de tesão e excitação, aquela mistura de dor e prazer me fazia sentir completa. Saber que um homem tinha a mão dentro de mim me causando tanto sofrimento era o combustível perfeito pro meu masoquismo. —Vamos ver, agora tenta fechar a mão dentro de mim —pedi, sabendo que ia doer mais—. Aaajjj! Aaajjj! Tá doendo muito! Aaajjj! Eu gosto! Agora, tira a mão com muito cuidado, por favor, bem devagar. Quando Seu Felipe tirou a mão do meu cu completamente, todos puderam ver como meu ânus ficou aberto, mostrando pra todo mundo o interior do meu cu, como se estivesse pedindo mais, isso me deu muita vergonha, porque perdi a força no esfíncter e ele ficou aberto por alguns segundos. Pedi pro Seu Felipe meter de novo, ele meteu e começou a enfiar e sacar a mão toda com facilidade. Depois pedi para ele tirar a mão e me penetrar com o punho fechado várias vezes. Quando ele fez isso, senti meu ânus se abrindo mais por dentro, causando uma certa dor, mas era muito excitante saber que tinha aquela mão áspera dentro de mim. Os outros pedreiros, ao verem isso, ficaram muito excitados e brigavam para meter a mão também. Ao vê-los tão excitados e desejosos de meter a mão na minha bunda, fui chamando um por um para passar lubrificante e deixar que me fizessem "fisting", assim eles fizeram com o punho fechado entrando e saindo do meu ânus por cerca de meia hora.
Depois de receber aquele "fisting" delicioso, e com os pedreiros de pau duro de novo por causa do viagra, me joguei na cama e pedi que eles gozassem em todo o meu corpo. Então eles se masturbaram e me banharam com jatos de porra. Fiquei destruída na cama, nem tínhamos visto as horas, já era quase 7 da noite, minha mãe estava pra chegar, então os pedreiros desceram pra terminar de assentar o reboco na parede. Eles arrumaram as coisas bem na hora que minha mãe chegou, entregaram o serviço pronto e foram embora. Enquanto isso, eu tomei um banho e coloquei meu pijama. Troquei os lençóis porque estavam molhados e cheiravam a fluidos sexuais.
Quando senti que o efeito do álcool tinha passado um pouco, desci para a cozinha para pegar algo para jantar, já que não tinha comido nada. Minhas pernas estavam trêmulas, minha buceta sensível e meus olhos brilhando de prazer. Cumprimentei minha mãe e me sentei ao lado dela para ver televisão com a bunda completamente arrebentada.
Este relato é de AlexaScarlett no TodoRelatos.
2 comentários - Os pedreiros arrebentaram meu cu em casa 2 Final