El loco fanatismo de mi novia 4

Capítulo 7: A EntregaJacob continuou se movendo dentro dela com aquela lentidão deliberada que no início a tinha deixado louca de desejo. Cada investida era profunda, calculada, como se quisesse que Daniela sentisse cada centímetro, cada veia, cada pulsação do seu pau enterrado no dela. Ela tinha as pernas abertas em volta dos seus quadris, as mãos agarradas aos lençóis brancos, os olhos fechados enquanto gemía baixinho a cada roçar perfeito contra aquele ponto que a fazia tremer.

Mas algo mudou.

Foi sutil no início.

Jacob parou por um segundo, completamente dentro, imóvel. Daniela abriu os olhos, confusa, ofegante. Ele olhava para ela de cima, o cabelo caindo sobre a testa, os músculos dos braços tensos por se segurar sobre ela. A expressão já não era só terna; havia um brilho novo nos olhos dele, mais escuro, mais faminto.

—Vira de costas —disse, a voz baixa mas firme. Não era uma pergunta.

Daniela piscou, ainda flutuando na névoa do prazer. Seu corpo obedeceu antes da mente. Virou-se devagar, ficando de bruços. Sentiu o colchão afundar quando ele se moveu atrás dela. Jacob levantou os quadris dela com as duas mãos, colocando-a de quatro, os joelhos abertos, a bunda empinada. O vestido negro continuava amarrotado em volta da cintura como uma segunda pele rasgada.

Passou a mão aberta pelas costas dela, desde a nuca até a curva das nádegas. Pressionou levemente entre as omoplatas, forçando-a a baixar o peito contra os lençóis. A postura a deixou exposta, vulnerável: o rosto afundado no travesseiro, os braços estendidos para frente, o cu empinado se oferecendo sem palavras.

—Assim —murmurou ele, e desta vez a voz tinha uma aresta—. Fica quietinha.

Daniela sentiu um arrepio percorrer sua coluna. Não era medo. Era rendição pura. Toda a sua vida ela tinha sido tímida, pequena, cuidadosa. Mas ali, com ele, seu corpo sabia exatamente o que fazer: se entregar. Completamente. Sem reservas.

Jacob se posicionou atrás. Ralou a cabeça do seu pau contra seus lábios inchados, encharcados, sem entrar ainda. Só brincava, deslizando pra cima e pra baixo, se untando na sua umidade. Daniela gemeu contra o travesseiro, os quadris se movendo por instinto pra trás, procurando mais.
—Não —ele disse, e deu um tapa firme na sua bunda. Não forte, mas o suficiente pro som ecoar no quarto e o calor se espalhar como fogo líquido. —Você se mexe quando eu mandar.
Daniela ficou imóvel na hora. O coração batia na garganta. A ardência na pele era deliciosa. Nunca tinha sentido algo assim: aquela mistura de vergonha e excitação absoluta.
Jacob entrou de uma vez dessa vez. Sem aviso. Até o fundo numa única enfiada. Daniela soltou um grito abafado, as mãos agarrando os lençóis. Ele não deu tempo pra ela se acostumar. Começou a se mover com força, ritmo constante e profundo, cada golpe fazendo seus peitos pequenos balançarem contra o colchão, seu corpo deslizar um pouco pra frente com o impacto.
—Assim… —ele rosnou, uma mão no seu quadril, a outra enroscada no seu cabelo castanho. —Aguenta tudo. Tudo que eu te der.
Daniela não conseguia falar. Só gemia, gemia e gemia, cada enfiada arrancando sons que ela nunca tinha feito antes. Sua postura submissa era natural, instintiva: as costas arqueadas, a bunda empinada, as pernas tremendo com o esforço de se manter na posição. Cada vez que ele entrava até o fundo, ela sentia como ele a preenchia completamente, como seu corpo se abria pra ele sem resistência.
Jacob soltou seu cabelo e envolveu seu pescoço com uma mão, não apertando, só segurando. A levantou um pouco, forçando-a a arquear mais as costas.
—Olha pra mim —ordenou.
Ela virou a cabeça como pôde, os olhos vidrados, as bochechas ardentes. Jacob se inclinou sobre ela, ainda se movendo sem piedade, e a beijou na boca com brutalidade. Mordeu seu lábio inferior, puxou, depois lambeu a dor.
—Você é minha essa noite —sussurrou contra sua boca. —Diz que sim.
—S-sim… —ela ofegou, a voz rota—. Sou sua.
Ele acelerou. As investidas ficaram mais curtas, mais duras. O som de pele contra pele enchia o quarto, misturado aos gemidos de Daniela e aos grunhidos baixos de Jacob. Ele soltou seu pescoço e levou a mão até seu clitóris, esfregando-o com dois dedos em círculos rápidos enquanto continuava a comê-la sem parar.

Daniela sentiu o orgasmo chegar como uma avalanche. Não conseguiu segurá-lo. Tensionou o corpo todo, as paredes internas apertando-o com força, um grito longo e agudo escapando de sua garganta. Jacob não parou. Continuou metendo através de suas contrações, prolongando o prazer até que ela começou a tremer incontrolavelmente.

—Boa garota —murmurou ele, a voz rouca de desejo—. Assim… goza pra mim de novo.

E ela o fez. Outro orgasmo a atravessou quase imediatamente, mais intenso, mais violento. As pernas falharam, mas Jacob a segurou pelos quadris, mantendo-a na posição enquanto continuava se movendo dentro dela, implacável.

Quando ele finalmente parou, foi só para virá-la novamente. Colocou-a de costas, abriu suas pernas com os joelhos e entrou outra vez. Dessa vez, olhou-a nos olhos enquanto a fodia, devagar no início, depois mais rápido. Suas mãos seguravam os pulsos de Daniela acima de sua cabeça, prendendo-a contra o colchão.

—Diz que você quer —exigiu.

—Eu quero… quero tudo… —ela gemeu, entregue por completo, lágrimas de prazer escorrendo por suas têmporas—. Por favor… não para…

Jacob grunhiu, o ritmo ficando errático. Inclinou-se e mordeu seu pescoço, deixando uma marca vermelha. Daniela arqueou-se contra ele, oferecendo mais pele, mais de tudo.

Quando ele chegou ao limite, enterrou-se até o fundo e ficou ali, pulsando dentro dela enquanto gozava com um gemido grave e prolongado. Daniela sentiu cada jato quente enchendo-a, o calor se espalhando por seu interior, e isso a levou a um último orgasmo suave, trêmulo, quase doloroso de tão intenso.

Ficaram assim por um tempo, respirando ofegantes, suados, unidos. Jacob saiu devagar, deixando um rastro de porra que escorreu entre suas coxas. Deitou-se ao lado dela, puxou-a contra seu peito e beijou sua testa com uma ternura repentina que contrastava com tudo o que havia acontecido antes.
Daniela se aconchegou contra ele, o corpo exausto, a mente em branco. Ela não pensava em nada. Nem em Israel, nem na culpa, nem no amanhã.
Só sentia a batida do coração de Jacob sob sua bochecha.
Só sentia que, pela primeira vez, ela tinha se entregado completamente.
E que tinha gostado demais.Capítulo 8: A Confissão e o Território NovoEstavam deitados na cama desfeita, os lençóis revirados e úmidos. O ar da suíte cheirava a sexo, a suor limpo e a uísque derramado em algum copo esquecido sobre a mesinha. Daniela tinha a cabeça apoiada no peito de Jacob, ouvindo sua respiração voltando ao normal. Ele acariciava seu cabelo com dedos preguiçosos, traçando círculos lentos em seu couro cabeludo. O silêncio era confortável, mas carregado. Nenhum dos dois queria quebrá-lo ainda.

Foi Jacob quem falou primeiro, a voz rouca e baixa, como se estivesse pensando em voz alta.

— Quantas vezes você já fez isso antes? — perguntou, sem julgar, apenas curioso. — Você não parece… inexperiente, mas também não tem aquela segurança de quem faz todo dia.

Daniela corou, embora ele não pudesse vê-la. Mordeu o lábio inferior e respondeu com honestidade, porque já não havia espaço para mentiras.

— Algumas vezes… com meu namorado. Nada como isso. Nada tão… intenso.

Jacob ficou imóvel por um segundo. Depois, com calma, perguntou o óbvio:

— Você tem namorado?

Ela assentiu contra seu pecho. O coração deu uma reviravolta, mas não era de culpa desta vez. Era algo mais sombrio, mais libertador.

— Sim. Ele se chama Israel. É… bom comigo. Muito bom.

Jacob não se moveu, não se tensionou. Apenas continuou acariciando seu cabelo.

— E ele sabe que você está aqui?

— Não — sussurrou ela. — Ele ficou me procurando na multidão. Não sabe de nada.

Houve um silêncio mais longo. Jacob deslizou a mão por suas costas, descendo até a curva de sua bunda, onde ainda sentia o calor das palmadas anteriores.

— E agora? — perguntou, a voz mais grave. — O que acontece com ele?

Daniela ergueu a cabeça finalmente. Olhou-o nos olhos. Os dela estavam brilhantes, quase febris.

— Agora eu pertenço a você — disse, e a frase saiu natural, sem hesitar. — Esta noite… e talvez mais. Não sei. Mas neste momento, só existe você.

Jacob observou-a por um bom tempo, como se medisse o peso daquelas palavras. Depois sorriu, lento, perigoso.

— Boa resposta — murmurou.

Ele Ela girou com facilidade, ficando de quatro novamente. Daniela se deixou levar, os joelhos se abrindo por instinto, a bunda empinada. Jacob se posicionou atrás, as mãos grandes abrindo suas nádegas com firmeza, mas sem pressa. Daniela sentiu o ar fresco contra sua pele exposta, a umidade que ainda escorria de sua buceta, o rastro de porra que ele havia deixado dentro.

Jacob se inclinou. Primeiro beijou a curva de uma nádega, depois a outra. Mordeu de leve, deixando marcas vermelhas que sumiam quase na hora. Depois desceu a língua, lambendo devagar o caminho entre suas nádegas, parando bem no cuzinho apertado que ninguém nunca tinha tocado.

Daniela ficou tensa, um gemido surpreso escapando de sua garganta.
— O que…?
— Shh — ele a acalmou, a voz vibrando contra sua pele —. Relaxa.

A língua voltou, plana e quente, circulando o buraco virgem com movimentos lentos e redondos. Daniela fechou os olhos, as mãos agarradas nos lençóis. Era uma sensação nova, estranha, proibida. Mas o calor subindo pela sua coluna era inegável. Jacob lambia com paciência, molhando tudo, pressionando a ponta da língua contra o centro apertado até sentir ceder um pouco, abrir só um tiquinho.

Daniela ofegava contra o travesseiro, os quadris se movendo por instinto para trás.

Jacob levantou a cabeça um segundo, a voz rouca contra sua pele.
— É virgem aqui?
— Sim… — ela sussurrou, a voz trêmula —. Nunca… ninguém.

Jacob grunhiu de satisfação, um som profundo e animal.
— Quer que seja eu quem tire isso de você?

Daniela não hesitou. O desejo tinha consumido ela por completo. A timidez tinha evaporado em algum momento entre o tapete vermelho e essa cama.
— Sim — disse, quase suplicando —. Quero que seja você. Por favor.

Jacob não respondeu com palavras. Voltou a baixar a boca, dessa vez mais insistente. Lambia, chupava de leve o anel, enfiando a ponta da língua um pouco mais fundo cada vez. Daniela gemía sem controle, as pernas tremendo. Uma das mãos dele desceu até seu clitóris, esfregando em círculos lentos para mantê-la à beira do orgasmo enquanto a preparava.
Quando sentiu que ela estava suficientemente molhada e relaxada, Jacob se ajeitou. Inclinou-se sobre ela, o peito contra suas costas, a ereção dura roçando entre suas nádegas.
— Vou devagar no começo — avisou, a voz baixa em seu ouvido —. Respira. Me diz se dói demais.
Daniela assentiu, o rosto afundado no travesseiro.
Jacob cuspiu na própria mão, lubrificou-se bem e posicionou a cabeça do pênis contra o pequeno orifício. Pressionou devagar. Daniela se tensionou no início, um gemido de desconforto misturado com prazer escapou. Ele não forçou. Apenas esperou, beijando sua nuca, murmurando palavras suaves.
— Relaxa… assim… boa menina… deixa eu entrar.
Pouco a pouco, centímetro a centímetro, a cabeça passou. Daniela soltou um grito abafado, lágrimas surgindo nos cantos dos olhos. Dor, sim, mas também uma estranha e avassaladora sensação de plenitude. Jacob ficou imóvel, dando-lhe tempo, acariciando suas costas, cabelo, laterais do corpo.
— Tá bem? — perguntou, a voz tensa pelo esforço de se conter.
— Sim… — ofegou ela —. Continua… por favor.
Jacob empurrou mais. Devagar. Até estar completamente dentro, enterrado até a base naquele lugar virgem que agora era dele. Daniela tremia toda, o corpo se adaptando à grossura, ao calor, à invasão completa.
Jacob começou a se mover. Bem devagar no início. Só saía um pouco e voltava a entrar, deixando que ela se acostumasse. Cada investida era mais profunda, mais segura. Daniela gemia sem parar, os quadris empurrando para trás por instinto, buscando mais.
— Porra… você tá tão apertada… — grunhiu ele, uma mão em seu quadril, a outra descendo novamente até seu clitóris —. Você é incrível por dentro.
Daniela se entregou por completo. A postura submissa era absoluta: peito contra o colchão, bunda erguida, mãos estendidas, oferecendo-se sem reservas. Cada investida a levava mais longe, o prazer crescendo daquele lugar novo até invadir tudo. todo o corpo dela.
Jacob acelerou. As investidas ficaram mais fortes, mais profundas. Ele segurou seus quadris com ambas as mãos, metendo com ritmo constante, rosnando em seu ouvido.
—Diga de quem você é.
—Sua… —ela gemeu—. Sua… só sua…
Ele a recompensou esfregando seu clitóris mais rápido. Daniela sentiu o orgasmo chegar lá do fundo, diferente dessa vez: mais intenso, mais cru. Ela gozou gritando seu nome, as paredes internas se contraindo em volta dele, apertando com força.
Jacob não aguentou mais. Enterrou até o fundo uma última vez e gozou dentro, enchendo-a com jatos quentes que a fizeram tremer de novo.
Ficaram assim, unidos, ofegantes. Jacob saiu devagar, deixando o sêmen escorrer pelas coxas dela. Virou-a com cuidado, abraçou-a contra seu peito.
Daniela chorava baixinho. Não de dor. De libertação. De prazer. De tudo.
Jacob beijou suas lágrimas.
—Você é minha agora —sussurrou—. De verdade.
E Daniela, exausta, partida e completa ao mesmo tempo, só pôde concordar.
—Sim… sou sua.
Lá fora, em algum lugar da cidade, Israel ainda a procurava.
Mas dentro daquela suíte, naquela cama, Daniela já não era a mesma.
E não queria voltar a ser.Continua...


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