
Ela voltou pra onde eu tava e tirou o sutiã, deixando eu ver de frente os peitos dela. O sutiã ela colocou no meu pescoço sem nem olhar pra mim. Voltou pro meio da sala, foi se agachando, abrindo bem as pernas, deixando a gente ver a buceta dela. Com uma mão começou a se tocar, enquanto usava a outra pra se apoiar por trás.

Ela se acariciava a buceta com os dedos, fazendo círculos pequenos nela, e de repente enfiou dois dedos, bombando rápido enquanto os gemidos começavam a soar mais alto que a música. Os movimentos dela se intensificaram até jorrar esguichos da buceta dela, soltando um gritão.

Olhei pro meu amigo e ele tava com o pau de fora, batendo uma com a calcinha da minha mãe. Levantei, ela parou, cheguei perto dela no chão e falei: "Pega meu amigo, leva ele pro teu quarto e deixa ele te comer enquanto eu limpo aqui." Virei pro meu amigo e falei no ouvido: "Vai lá e come ela, mas já sabe o plano, daqui a pouco eu subo, você tem que vendar os olhos dela." Minha mãe chegou, pegou ele pela mão e, sem falar nada, subiram pro quarto dela. Limpei a sala e esperei uns minutos até ouvir os gemidos da minha mãe. Subi em direção ao quarto, parei na porta e o Jorge tava comendo ela de papai e mamãe, com as pernas bem abertas, ainda de tênis e meia, enquanto chupava os peitos dela.

E como combinamos, eu tinha vendado os olhos dela. Me aproximei devagar pra não fazer barulho com meus passos e, quando me viu, Jorge sorriu pra mim. Ele disse: "Senhora, vire-se e fique de quatro", e ela obedeceu às instruções.


Nisso eu já tava super duro, fiquei atrás dela e fui enfiando devagar naquela cavidade quente e molhada, e comecei a mexer a cintura pra frente e pra trás. Até pegar um bom ritmo, fui aumentando a velocidade e ela continuava gemendo muito gostoso, gritando pedia mais, me dá mais, não para. Sem imaginar que era eu que tava comendo ela.

Ficamos nos revezando, eu e Jorge, pra comer ela em várias posições de forma selvagem e não deixávamos ela tirar a venda dos olhos. Até que eu não aguentei mais e gozei dentro dela, depois disso Jorge ficou chupando os peitos da minha mãe e eu saí do quarto, fiquei na sala até o sono me vencer.




Acordei de madrugada e lembrei que o Jorge tinha ficado com a minha mãe, mas não vi problema porque meu pai só chega depois do meio-dia aos sábados. Levantei e quis ver como estavam, subi e vi minha mãe abraçada com o Jorge, os dois dormindo. Cheguei perto dela e acariciei o cabelo dela, isso fez ela acordar. Ela perguntou: "O que foi, filho?" Continuei acariciando sem falar nada até que rocei os lábios dela e enfiei meu dedo na boca dela. Ela começou a chupar de brincadeira. Eu tava ficando duro de novo, com a outra mão desabotoei a calça e coloquei meu pau na boca dela. Ela não queria, disse: "Não, filho, isso não." Ela não sabia que eu já tinha comido ela umas horas antes. Falei: "É só um boquete, não vou te foder." Aproximei de novo e dessa vez ela abriu a boca e começou a me fazer um boquete.

Enquanto eu fazia com a mão, comecei a acariciar a buceta dela. Senti como ela estava molhada e pegajosa da foda anterior. Subi na cama, deixando meu pau na entrada dela. Ela olhou e repetiu: "Por favor, não". Aí eu só comecei a beijar ela até perceber que os beijos estavam sendo correspondidos, porque nós dois estávamos nos beijando apaixonadamente. No calor da brincadeira, entrei e comecei a foder ela, só que dessa vez ela não reclamou. Não aguentei muito tempo e gozei rápido dentro dela. Ela disse: "Não se preocupa, a gente pode tentar de novo depois.

Não tive coragem de contar pra ele que, enquanto tava vendada, já tinha comido ela. Já tinha ela onde queria, então só dormi junto com os dois. No dia seguinte, Jorge me acordou e perguntou: "O que cê tá fazendo aqui na cama?" Falei: "Depois te conto, vamos, que mais tarde meu pai chega e não quero que ele nos veja dormindo juntos." Nisso, minha mãe não tava. Descemos pra sala e pela janela vimos ela no jardim. Ela deu bom dia, veio até nós e deu um beijo na boca. "Meninos, deixa eu terminar isso aqui e preparo o café. E você, filho, nada de me pedir coisas na frente do seu pai. É um trato." Estendeu a mão. Falei: "Mas você vai se deixar foder?" Ela respondeu: "Me deixei ontem à noite, que mais provas você quer?" Falei: "Tá bom, trato." A partir daquele dia, vivemos muitos momentos intensos e quentes.

Autor: lordlunatico, Fonte: Relatos-Eroticos-Club-X
1 comentários - Chantagem na minha mãe por ser uma puta 2 Final