nos abraçarmos apertando forte nossos corpos.
O abraço foi o suficiente para ela começar a colocar as mãos por baixo do meu vestidinho, deslizando suavemente entre as dobras da minha calcinha. Seus dedos se enfiaram por baixo do tecido e buscaram avidamente o buraco úmido na minha virilha. Quando sua falange inquieta encontrou abrigo na minha fenda, ela afundou delicadamente no meu breve espaço molhado. Diante da sutileza do seu toque experiente, não pude evitar soltar um gemido de desejo que despertou na minha tia a lascívia mais ambiciosa, ao começar a invadir minha virgindade, me denunciando com um sabor exquisito, sem que nenhuma de nós parasse de olhar para a tela. As cenas quentes do filme continuaram seu curso enquanto nos entregávamos cada vez mais ao jogo íntimo que ela havia começado comigo. Tendo chegado ao ápice do desejo, minha tia me sugeriu:
—Elsi... Por que a gente não desliga isso e vai pro meu quarto?.. Quer, linda?
—Sim, tia, seria melhor...
Ela desligou o aparelho e pegou minha mão. Praticamente subimos correndo as escadas até chegar no seu quarto. Ela trancou a porta por dentro e me deitou na cama, dominada pela luxúria. Percebi que sua visão estava turva pelo desejo e seus movimentos eram quase desajeitados, porque quando começou a tirar a roupa suas mãos tremiam como gelatina. Claro, não consegui escapar da tremenda influência das imagens vistas na televisão, pois senti minha respiração tão ofegante como se tivesse corrido sem parar por várias ruas. Com gestos evidentes que aludiam ao ardente desejo que sentia, a tia Rebe tirou toda a roupa até que a vi nua diante de mim. Arrastada pela vontade, ela me pegou nos braços enquanto me beijava loucamente por todo o corpo e me depositou na cama. Ela pulou sobre o colchão, abriu minhas perninhas e enterrou seu lindo rosto nas intimidades do meu tesouro. As lambidas que ela me deu dessa vez na minha bucetinha macia me fizeram sentir muito mais paixão que todas as anteriores, e mesmo quando percebi que ela estava usando mais força, não gostei menos, porque comecei a me mexer no ritmo da cadência do seu rosto esfregando contra minha abertura rosada. Não havia dúvida de que o conteúdo do filme a tinha deixado excitada, porque minha tia ardente estava furiosa. Diante de tão quente demonstração de paixão logo senti as urgências do prazer; Foi por isso que eu disse: Logo senti as urgências do prazer; foi por isso que eu disse:
"Tia... Não aguento mais... Vou mijar na sua boca..."
Perdida entre minhas pernas, ela nem respondeu, mas intensificou os ataques da língua dentro da minha boceta molhada. Quase instantaneamente, jorrei um jato tremendo de urina que ela bebeu com grande prazer, sem afastar seus lábios quentes por um segundo do sanduíche suculento que estava devorando. Quando terminou de drenar meus líquidos internos, ela se levantou e foi até o armário, de onde tirou um tubo de plástico. Quando voltou para a cama, pude ver que era seu próprio desodorante. Ávida de desejo, ela me perguntou:
"Linda... Preciso que você chupe minha coisinha primeiro... mas quando eu disser, você afasta e coloca devagar essa coisinha dentro da minha fenda... Quer?
"Sim, claro, tia..." o que você disser...
-Bom, vamos lá... já está começando, estou com muito calor...
Imediatamente ela desabou na cama com as pernas bem abertas, expondo seu luxuoso púbis de negrura requintada devido à suave penugem que exibia. Joguei-me sobre ela, imitando suas próprias ações, e comecei a chupar com a boca sua fenda avermelhada, que agora estava completamente inundada por fluidos transparentes. Logo minha língua se tornou uma espécie de serpente ondulante tentando entrar e até se perder no corredor oculto e alagado da intimidade de minha tia. Assim, mantive minha cabeça enfiada entre suas pernas bebendo os sucos vaginais que saíam de sua boceta ardente, até que ela disse:
— Agora, gostosa, agora coloca essa coisinha dentro da minha fenda... vamos, eu vou gozar...
Pronto para brincar neste jogo novo e desconhecido, peguei o tubo de desodorante e o direcionei para a entrada de sua vulva aberta. Coloquei a ponta arredondada do objeto longo sobre a porta aberta e comecei a empurrar suavemente para dentro. Mais rápido do que imaginava, o tubo entrou no túnel lindo de minha tia até que só restou um pequeno pedaço. Quando a tia Rebe se sentiu cheia, perguntou ansiosa:
— Assim, gostosa... assim... Agora, mexe ele pros lados devagar... Já estou quase gozando... mexe mais... Mexe com suas mãozinhas.
Agarrei a parte traseira do desodorante de plástico com os dedos e comecei a movê-lo e mexê-lo como ela havia dito, enquanto meus olhos observavam atentamente a forma como sua vulva se abria sob a pressão do tubo. Observei com atenção e prazer o interior de sua caverna que agora parecia meio avermelhado pelo efeito do objeto estranho escondido no fundo de sua fenda requintada. Por vários minutos mantive o dispositivo gordinho em movimento até que ela começou a gritar alto:
— Ah... Elsi... Vou gozar... Tô gozando... mexe mais rápido... mexe mais rápido...
Atendi aos seus pedidos urgentes e comecei a mover o tubo grosso de um lado para o outro enquanto ela gozava com uma intensidade nunca vista. Percebi que o pequeno dispositivo deixava minha tia muito excitada, o que me fez pensar que não era a primeira vez que ela usava aquilo para se dar prazer. Também descobri que ela curtia muito mais intensamente com aquela coisa dentro dela do que quando eu tocava ou chupava sua bucetinha. Não havia dúvida de que estava aprendendo muitas coisas novas com os fluidos que minha tia me mostrou.
— Quando terminei de aproveitar o gozo fenomenal, minha tia voltou a si, me pedindo para tirar o tubo de plástico aos poucos. Puxei o objeto com cuidado até que saiu por completo. Uma vez fora, não resisti e levei até o nariz para sentir o cheiro das delícias do líquido que minha tia tinha derramado, enquanto ela me observava atentamente e um sorriso de satisfação surgia em sua boca. Ela me disse:
"Gostou do cheirinho, bonita?..."
"Oh, sim, tia... tem um cheiro bom... cheira como você... como sua coisinha..."
— Mmmm... é uma delícia, né?
— Sim... está muito gostoso... posso chupar, tia?
— Ah, claro, minha filha... vai lá chupar, quero ver você...
Enfiei o tubo na boca e comecei a passar a língua em volta dele. Na verdade, o objeto soltava um cheiro e um gosto de bucetinha; um sabor gostoso da coisinha da minha tia. Lambi e lambi o dispositivo de plástico por todos os lados até que ficou todo salgado. Foi aí que ela comentou:
— Elsi... Acho que é hora de a gente vestir a roupa e descer as escadas.
— Ah, tia... Por quê?...
— Porque sim, gostosa... Não quero ser pega assim.
— Ah, não...
— Além disso, gostosa... Ainda não devolvi o filme...
— Vai devolver agora?... A gente não vai terminar de ver?
— Não... não por agora... em outro momento será... se a gente deixar aqui, seus pais podem descobrir... e eu não quero isso...
— Tá bom... de jeito nenhum...
Vestimos a roupa, arrumamos a cama e depois descemos para a sala. Lá, ela tirou o filme do vídeo e colocou na capa de papelão. Então me disse:
— Vem... vem comigo, Elsi... Vou te deixar na sorveteria enquanto vou entregar essa coisa.
— Ah, tia... Você me compraria um sorvete?
— Claro, gostosa... lá você me espera até eu voltar... Quer?
— Sim...
— Ah, mami... que coisas lindas você fez com sua tia... Até eu gostaria de fazer também...
— Sim, meu amor... tudo era uma delícia com ela...
"É..." Eu teria adorado conhecê-la, mami...
— Mmmm... bem, ela já é casada e tem filhos... já é uma pessoa bem mais velha, Cielo Riveros.
"É..." Entendo... E você continuou brincando com as outras coisas dela, mami?
"Claro, linda... A gente brincava de muita coisa sempre que podia.
— Ah, mami... Quero que você me mostre tudo...
— Sim, Rubicita... Já te falei que vou mostrar... mas vai ser só quando eu terminar de contar a história... Quer que seja assim?
— Sim, mami... como você diz.
A pica quase saiu do meu corpo de tanto mexer. Não tinha dúvida de que as confissões que minha esposa fez para Cielo Riveros me fizeram gravitar para a cova. Mas naqueles momentos eu não tinha uma gota de porra disponível para derramar. Então, fazendo o sinal combinado para Mirian Caballero, eu disse para ela terminar a sessão daquela noite. Ela, entendendo perfeitamente meus desejos, disse para a pequena Cielo Riveros:
"Bom, linda... É hora de irmos dormir... Seu pai não deve demorar muito para chegar."
"Oh mamãe... Eu queria que você continuasse me contando..."
"Sim, amor, mas será amanhã..." por agora já foi o suficiente.
— Tudo bem, mamãe... Você me leva para minha cama?
"Sim, linda..." Vamos, vamos.
Eu me afastei imediatamente dali e desci as escadas. Minutos depois, Mirian Caballero chegou e me abraçou apaixonadamente, dizendo:
"Oh Aldo, estou tão excitada..."
— Mmmm... sim, deve estar, amor... mas não tenho mais porra para te dar... vai voltar a ter.
"Eu sei..." Não se preocupe... Sei que tudo faz parte do nosso acordo... mas amanhã, enquanto você estiver no escritório, vou me aliviar com o bebê... Não tenho escolha...
"Sim, linda..." faça isso... Sem problema... e aí você vai ter que segurar por vários dias porque quero que continue contando sua história para ela... uffff, amor... você não sabe como me dá tesão ouvir tudo o que você conta para Cielo Riveros.
Posso imaginar... e a verdade é que tenho tanta inveja que mal posso esperar pela minha vez... Mas vou te contar, meu bem, porque quero que você faça o mesmo depois também... Beleza?
—Sim, minha vida concorda com isso, né?
"Sim, nisso a gente concorda, e agora vamos pra cama, senão vocês não vão querer levantar amanhã"
—Sim, vamos dormir, amor.
Cheguei no escritório mais tarde que o normal. Maldito calor! Que noite quente. Fomos pra cama quase de madrugada. De jeito nenhum. Tô me sentindo completamente drenado, e não é à toa. As gozadas foram incríveis. Me masturbei como nunca antes. Nem na adolescência lembro de ter batido uma com tanta intensidade. Nossa! Tudo isso é surreal. Nunca imaginei que a história de infância da minha própria esposa me deixaria tão excitado assim. Quanta porra eu já derramei ouvindo tudo isso! Que tesão ouvir o que ela conta pra Cielo Riveros! O próprio relato da Mirian Caballero é demais. E nunca pensei que ela escondesse segredos tão indescritíveis.
São tão quentes e me deixam com muito tesão. Não sei como não perguntei antes. Mas gosto mais de saber tudo enquanto ela conta pra Cielo Riveros nos detalhes. Vou pedir pra ela continuar revelando tudo pra garota até acabar de expor as coisas mais escondidas dela. Preciso saber tudo que tem na mente quente dela. Tudo isso tá muito bom. A única coisa que não tá boa é o clima. Calor do inferno. Mas é verão. O dia passa como sempre. Papéis e mais papéis. Que merda! De jeito nenhum. E o calor que não dá trégua. As chuvas estão demorando demais. O calor é insuportável. É verão. Um verão quente pra caralho.
Quando o dia termina, saio do escritório e vou para casa. Como tem acontecido nos últimos dias, fico pensando na Cielo Riveros. A figura infantil dela me excita. Lembro do rosto sem pelos dela; quando era criança. Que linda é minha menininha. E está muito quente. Minha esposa tem se encarregado de despertar nela aqueles desejos que todas as meninas guardam nas mentes como se estivessem adormecidos, como elfos agachados. E eles estão sempre esperando que alguém acenda o pavio para que transborde e exploda como pólvora. Tudo isso que estou vivendo é tão lindo e tão diferente. Aproveito como nada mais. Vejo o apartamento ao longe. Chego no estacionamento e estaciono meu carro. Entro em casa. Tudo está errado, como tem acontecido nos últimos dias. Mmmm. Certamente a Mirian Caballero preparou outra surpresa para mim. Mas não quero mais surpresas. O que quero é continuar ouvindo a história da minha esposa enquanto ela conta para a menina. E principalmente, ver as reações da Cielo Riveros. Subo as escadas com cuidado. A porta, como sempre, está entreaberta. Só o suficiente. Olho em silêncio.
Olho para Mirian Caballero e Cielo Riveros. Minha esposa já está tocando a menina. Que gostosa é a Mirian Caballero! Não há dúvida sobre isso. Vejo que ela coloca um dedo entre a fenda dela e Cielo Riveros geme. Minha esposa está tão dedicada ao que faz que a vejo perdida no contato íntimo. Ela nem sequer me vê. E o que quero é continuar ouvindo a história dela. Mas tenho que esperar que ela perceba que estou ali. Não quero que Cielo Riveros saiba que ouço tudo que Mirian Caballero diz para ela. Se souber, não será a mesma coisa. Ela tem que acreditar que estão sozinhas. Observo o rostinho da menina que parece contraído pelo aperto da mandíbula. Parece que logo ela vai mijar. Ela joga a cabecinha para trás. Sim, não há dúvida. O momento supremo ainda está por vir. Percebo que Mirian Caballero mantém a boca completamente colada nela. De repente, do centro da bucetinha da minha filha começa a jorrar jatos de chuva dourada. Mirian Caballero bebe os líquidos amarelados, quase diáfanos. Quando termina, minha esposa olha para a porta e finalmente me vê. Imediatamente muda de tática e diz à menina:
— Ah, que lindo... que xixi gostoso... Bebi tudinho... Acha?...
— Sim, mamãe... Eu sei... e não sobrou nada dentro de mim...
"Muito bem... Muito bem, linda... e agora, o que mais você gostaria de fazer, Rubicita?
"Não sei, mamãe... o que você quiser me ensinar...
— Perfeito... me diz uma coisa... Quer que eu continue contando minhas coisinhas?
— Sim... sim... Eu gosto muito disso, mamãe...
"Você realmente gosta, pequeno?"
— Sim, mamãe... E quer que eu te conte uma coisa?... Acho que gosto mais de ouvir tudo que você me conta de quando era criança como eu, do que fazer qualquer outra coisa...
"Tanto assim, pequeno?...
"Sim..." Por isso eu queria te dizer: quando estivermos sozinhos, primeiro me conta e depois chupa minha coisinha pra fazer xixi na sua boca...
— Ah, que lindo... Eu também adoraria... mas você precisa saber que vai ser um pouco difícil...
"Difícil?... Por quê, mamãe?
"Porque seu pai pode aparecer..." e eu só quero contar essas coisinhas... só pra você...
"E ele não pode saber, né?"
"Não, e nunca conte pra ele, tá bom?"
— Sim, mamãe... Não vou contar... Ei mamãe, e quando a gente vai ver um filme como aquele que você viu com sua tia Rebe?
"Um tipo Branca de Neve?....
— Sim... assim... Quero ver ele...
"Sim, amor..." Eu sei... mas vamos ter que resolver isso direitinho pra um dia, quando seu pai não estiver em casa, a gente poder ver ele sozinhos... tá bom?
— Sim... que bom... Tomara que seja logo...
"Sim, gostosa..." vai ser logo... Te prometo...
— Mas, mãe... Por que você não continua me contando?.. Não aguento esperar pra ouvir você...
"Sim, gostosa..." me escuta com atenção...
"Tanto a tia Rebe quanto eu nos tornamos voluntariamente cúmplices dos nossos segredos escondidos, que guardávamos de comum acordo só pra nós duas. Às vezes minha mãe me perguntava coisas sobre ela, como se quisesse saber alguma coisa. Não sei se ela desconfiava do que a gente tava fazendo escondido ou se só queria ter certeza, mas a verdade é que, mais do que o normal, ela me perguntava:
'Elsita... e como você tá se dando com sua tia Rebe?'
— Bem, mãe... ela é muito legal comigo... por isso eu amo tanto ela.
'Você ama muito ela, né, gostosa?'
— Sim, mãe... muito.
- Mas me diz, Elsita... Além de te levar ao cinema, sair com você e te comprar doces e essas coisas... Ele faz mais alguma coisa?
- Não entendo, mamãe...
"Sim, linda..." O que quero dizer é se ele não brinca com você como eu e você... ou de algum outro jeito... Entendeu?...
- Ah, sim, mamãe... Entendi... mas ela não... ele nunca fez nada disso comigo...
- Mmmm... Está falando a verdade, Elsi?
- Claro, mamãe... se não fosse, eu te contaria...
- Bom, tudo bem... mas lembre de duas coisas... nunca conte nada do que você e eu fazemos quando tomamos banho... e se ele fizer alguma coisa com você, me conte... Tá bom?
- Sim, mamãe...
A partir desse tipo de pergunta, percebi claramente que minha mãe poderia suspeitar de algo e, se não, queria me fazer falar com suas perguntas curiosas. Mas eu não queria revelar nada sobre nós por nenhum motivo, porque lembrava muito bem o que minha tia tinha me dito que aconteceria se meus pais descobrissem. Por outro lado, o forte laço de cumplicidade que me unia à tia Rebe era muito mais forte do que o relacionamento íntimo que tinha com minha mãe e meu pai, porque no fundo percebi que gostava mais de fazer com a irmã mais nova da mamãe do que com meus próprios pais, embora, pra ser sincera, sempre tenha curtido tudo.
Por isso eu queria ficar a sós com minha tia todos os dias, porque sabia que sempre que tínhamos essa chance, ela me ensinava um jogo novo que me fazia tremer de febre. E naquela idade, sendo uma menina tão curiosa, qualquer novidade que me introduzissem era fonte de profunda alegria para mim, tanto que quando passavam vários dias sem poder ficar sozinha com ela, eu me sentia triste e desanimada. Mas a tia Rebe era uma jovem muito inteligente, e quando viu que as coisas não estavam favoráveis para me ensinar seus joguinhos, procurou criar a ocasião certa para manter meu estado de excitação no nível que desejava e, no processo, aumentar o estoque do nosso prazer mútuo. Uma tarde, quando meus pais entraram no quarto para tirar uma soneca, minha tia me disse:
— Elsie... Tenho uma surpresinha para você...
— Ah, tia... Bom, me diz o que é. — respondi desesperadamente, sentindo que ela estava tramando algo bom.
— Não... Não posso te contar aqui... pode ser perigoso...
— E então?...
— Vem... Vamos à loja onde vou te comprar doces... Te conto no caminho...
— Tá bom, vamos...
Saímos para a rua e, enquanto caminhávamos, ela me disse:
— Olha, Elsi... Quero que me acompanhe amanhã na casa de um colega de classe... Você gostaria de ir?
— Bom, sim, claro... mas, tia... não vamos poder...
— Sabia que você pensaria isso, linda... mas não é assim... vai ser uma surpresa... Quero que seja uma surpresa para você... Você gostaria?
— Sim... sim, tia Rebe... Se é uma surpresinha, me leva com você...
— Tá bom... Amanhã à tarde vou pedir permissão para sua mãe para você me acompanhar.
A tia Rebe não teve nenhuma dificuldade em conseguir permissão dos meus pais, então na tarde do dia seguinte pegamos um táxi e fomos para um bairro que aparentemente não era muito animado. Chegamos a uma casinha, onde já nos esperava a amiga e colega de escola da minha tia. Era uma garota mais ou menos da mesma idade que ela, de pele morena, mas bem gostosa, embora não tão gostosa quanto minha tia bonita. Mas se tenho que ser sincera, o que mais se destacava no corpo dela era a bunda linda que ela mostrava sob a saia curta. Percebi que nem mesmo minha tia conseguia competir com ela nisso.
Parecia não ter mais ninguém em casa e eu tinha quase certeza de que tudo estava muito bem planejado entre as duas. Então entramos imediatamente num quartinho onde só tinha uma cama de solteiro com lençóis de tecido comum e uma mesinha de madeira onde a amiga colocou suas roupas. Minha tia me apresentou e a garota afagou minha cabeça em sinal de cumprimento, enquanto dizia:
"Oi... você deve ser a Elsita... e é muito bonitinha... Tudo bem, pequena?"
"Tudo bem..."
"Isso é bom... Espero que você se divirta aqui..."
As duas se sentaram na cama e a tia Rebe me disse que primeiro elas fariam a tarefa e depois a gente brincaria um pouco juntas. Então, piscando o olho pra mim, ela disse:
"Se quiser, Elsie, vai brincar um pouco lá fora pra não ficar entediada e eu te chamo quando a gente terminar a tarefa..."
"Sim, tia... Vou dar uma volta por ali..."
"Tá bom, linda... Mas não vai muito longe, hein?"
"Sim", respondi.
Saí do quarto e comecei a fuçar pela casa até encontrar a porta dos fundos. Abri e de repente me vi num quintal de terra que não tinha cerca, então dava pra ver a parte de trás das casas ao redor. Procurei um lugar pra sentar e comecei a observar as árvores e o céu. O sol ainda brilhava e estava um pouco quente, porque eram mais ou menos seis da tarde. Distraída como estava, fiquei naquele estado até que algo me... Chamou a atenção em um dos pátios vizinhos. Eu me virei e olhei para um homem que estava meio escondido atrás de uma árvore, mexendo as mãos. Isso não teria me chamado a atenção se eu não tivesse visto que o homem mantinha as calças na altura dos joelhos e as mãos não paravam de se mexer.
No começo, pensei que talvez ele estivesse urinando, mas quando olhei mais de perto, descobri que na verdade ele tinha o pau nas mãos e estava massageando. A visão, claro, despertou meu instinto natural de curiosidade e me propus a observar o que ele estava fazendo. Achei, porém, que quando percebeu que eu estava olhando, o homem se posicionou de tal forma que ficou de lado, talvez para que eu pudesse ver de onde estava sentado tudo o que ele fazia. E foi exatamente isso que aconteceu.
Vi claramente que ele segurava o pau bem firme e puxava com força para cima e para baixo, enquanto suas pernas estavam meio dobradas. Sem perder nenhum detalhe, nem mesmo tirei os olhos dele, o que aparentemente o agradou, pois, caminhando até a beira da terra sem soltar de jeito nenhum seu pau, me ofereceu uma visão completa e clara de suas ações. Notei que o homem continuava manipulando seu membro endurecido, mas sem parar de me olhar, o que aparentemente o agradava e sem dúvida o excitava.
Como não estava disposto a perder essa nova lição, continuei observando tudo o que ele fazia, até perceber que ele fechou os olhos e começou a gemer bem devagar, enquanto jatos imensos de um líquido branco e viscoso começavam a sair de seu pau ereto, que se perderam no chão, embora parte de sua mão ficasse toda melada. Quando terminou de gozar, ele sacudiu seu pau semiflácido e o guardou, levantando a calça e a cueca. Depois saiu dali e entrou na casa ao lado.
— Ah, mamãe estava urinando ou o quê?...
— Sim, Cielo Riveros... ele urinou... mas fez igual ao seu pai naquela noite... Lembra?
— Ah, sim, mamãe... e também quando ele me acordou naquela noite e você veio no meu quarto, né?
— Exatamente... como você viu, é meio branco branco...
— Sim, gata... e fica mais quente e parece porra, né?...
"É, gostosa..." é assim que se fala...
— Ah, minha linda... e depois ele foi embora e tal?... não viu mais ele?
— Não... foi só naquela hora que eu tava sozinha no quintal...
— Hmm... é... e o que mais?
Eu já tinha meu passarinho pra fora e apertava ele com as minhas mãos pela experiência deliciosa que minha esposa contou pra Cielo Riveros. Mas com certeza eu não queria chegar tão rápido, então quando sentia a vontade de gozar, eu soltava e ficava uns momentos sem tocar até a sensação passar, e depois sacudia ele de novo com as minhas mãos numa prática super excitante e gostosa. Fiquei de ouvido atento pra continuar escutando Mirian Caballero.
"Continuei sentada no mesmo lugar, mas sentindo uma sensação meio esquisita debaixo da saia, especialmente entre minhas perninhas. Depois de um tempo ouvi a voz da amiga da minha tia que me disse:
'Vem cá, Elsie...' a gente terminou...
Me levantei e entrei na casa. Vi que a amiga da minha tia fechou a porta por dentro. A gente foi até o quarto, onde a tia Rebbe ainda tava sentada na beirada da cama, e aí ela me disse:
—Elsie... Anita e eu já terminamos o trabalho... Agora queremos brincar de um joguinho entre nós três que sei que você vai gostar, antes que sua mãe volte...
—Sim, tia Rebe...
“Bom... vamos te mostrar um jogo novo chamado ‘O Médico’... O que vamos fazer é o seguinte: Um de nós será o médico e o outro o paciente. O médico vai examinar a paciente para saber que doença ela tem... depois vamos trocar os papéis para que nós três aproveitemos. O que você acha?
—Ah, sim.... Eu adoraria, tia Rebe...
“Muito bem, gostosa... Sabia que você ia gostar... então, para começar, Anita vai ser a doutora e você vai ser a paciente. E eu vou ser a enfermeira e ajudar a Anita nos exames... Beleza?..
—Sim, tia... mas me explica como... porque eu não sei...
—Sim, linda.. vai ser assim... Não se preocupa... É só você deixar tudo acontecer, tá bom?
—Sim... tudo bem...
Como já estava excitada com o que tinha visto antes no quintal do vizinho, não foi difícil aceitar e especialmente cooperar com esse novo jogo que eu ia aprender com elas. Então a tia Rebe me deitou na cama e sua amiga, chegando perto de mim, me disse:
—Me diz onde está doendo.... aponta o lugar onde você sente o incômodo, tá, linda?
Sem saber na hora o que responder, só pensei em apontar minha mão pra parte de baixo da minha virilha, onde mais do que sentir alguma dor eu sentia uma ardência gostosa que fazia minha pequena buceta ameaçar sair de mim. Anita abriu minhas pernas e me disse na hora:
—Vamos ver... vamos ver o que você tem...
Ela colocou a mão por baixo do tecido da minha saia e começou a explorar aquela região perdida com os dedos quentes, o que provocou um formigamento intenso e gostoso na minha pelve sem pelos. Na mesma hora ela pegou o tecido macio da minha calcinha e começou a esfregar os dedos no meu pubis bem curtinho. Eu me deixei fazer tudo isso sob o olhar ardente da minha tia, que acompanhou de perto e sem perder nenhum detalhe as manipulações da amiga dela em mim. Ouvi Anita dizer:
— Enfermeira... me ajude a despir o paciente...
— Sim, doutora...
Tia Rebe se aproximou da cama e começou a me despir até me deixar completamente nua. Naquele momento já sentia necessidade de urinar, mas fiz o possível para segurar e não acabar o jogo tão rápido. Anita, ao me ver nua, não parava de me admirar, vendo que eu estava completamente depilada e que pequenos botõezinhos de carne começavam a aparecer em mim. Aparentemente ela adorava garotas da minha idade, pois percebi no fundo de suas pupilas um brilho tão intenso que me excitou ainda mais. Mas ver a forma como ela agia me deu certa confiança, já que fazia tudo tão devagar e com tanta doçura, que fechei meus olhinhos e me entreguei às carícias ternas que ela me oferecia. Ouvi quando tia Rebe disse:
— O que a senhora tem, doutora?...
— Mmmm... Acho que ela tem um probleminha na sua coisinha... Vou ter que abrir para examinar melhor...
— Quer que eu ajude?
— Sim... Por favor, abra mais as pernas dela para eu ver de perto...
Minha tia assumiu a tarefa encantadora de abrir minhas pernas em forma de V, enquanto Anita subia na cama e colocava seu rosto diante da minha boceta molhada. Afastando os pequenos lábios da minha vulva com as mãos, ela me observou e passou vários minutos examinando o canalzinho rosado diante de seus olhos. Após a longa inspeção visual, a amiga da minha tia comentou com voz trêmula de desejo:
— Oh... mas que linda é sua coisinha, Elsita... Vou ter que enfiar a língua para saber o que você tem...
Dizendo e fazendo, imediatamente se dedicou à sucção requintada, metendo a ponta da língua no intrincado corredor do meu coelhinho virgem. Conhecendo os segredos que a chupada de uma mulher podia produzir — e minha própria tia havia sido quem me mostrara —, relaxei meus membros pronta para aproveitar ao máximo a carícia quente, enquanto levantava os braços... máximo para ficar mais confortável. A língua da Anita entrava e saía lentamente da minha fenda enquanto um dos seus dedos tocava o centro enrugado da bunda. Essa nova sensação que eu tanto amava me fez levantar as nádegas para favorecer seu toque no buraco do meu traseiro. Não querendo de forma alguma ficar de fora das delícias do momento, a tia Rebbe subiu na cama e começou a esfregar minhas mãos, o que me deu uma descarga elétrica violenta que fez tremer todo o meu corpo. A tia Rebe, certamente atraída pela forma como minhas axilas sem pelos apareciam, se posicionou de tal maneira que começou a beijar minhas axilas, passando de um braço para o outro sem parar nem um momento. Essa nova sensação gostosa me provocou um desejo tão intenso que não aguentei mais, e disse à Anita:
— Anita... Vou mijar... Vou mijar na sua boca...
“Sim, gostosa...” mija... vamos... Despeja toda a sua mijadinha na minha boquinha...
Sem parar de chupar minha boceta trêmula, senti seu dedo mindinho entrar dentro do meu cu, explodindo na minha primeira gozada tão abundantemente, que a amiga da minha tia não conseguia conter os jatos de líquido que minha xota expulsava dentro de sua boca. Enquanto isso, a tia Rebe continuava agarrada às minhas axilas, aspirando o cheiro que exalavam e chupando os sucos suados dessa região especial. Quando finalmente terminei de mijar, Anita comentou:
“Ah, Elsita... Saiba que não encontrei nada de errado com você... sua doença não é cuidadosa... então pode se levantar da cama...”
Obedeci ao ouvir minha tia dizer à sua amiga:
— Bom, Anita... agora eu serei a doutora... A Elsie será a enfermeira e você será a paciente...
— Sim. — respondeu sua amiga com o rosto inflamado de luxúria —
Sem esperar mais, Anita deitou-se na cama ainda com a roupa vestida. Foi então que minha tia lhe disse:
— Vamos ver... me diga onde dói... onde sente essa coceira...
“Aqui embaixo, doutora... coça demais...” Queria que você examinasse pra ver o que está acontecendo comigo...
— Certo... bom... mas vou ter que tirar sua roupa...
— Sim, doutora... faça... mas faça rápido, por favor...
Minha tia, virando-se para me olhar, ordenou:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
Gostei demais daquele novo jogo. Foi muito diferente. Nunca tinha feito aquilo antes, e muito menos com duas mulheres, o que me causou um prazer tão especial que senti de novo, sem saber por que, o delicioso fluxo de líquidos sob minha pélvis sensível. Comecei a tirar a roupa da Anita até que não sobrou nada nela. Depois, seguindo as instruções da minha tia, ela deitou de novo enquanto minha tia apontava para mim:
— Enfermeira... agora abra as pernas da paciente.
Subi na cama e fiz o que ela pediu, enquanto ainda observava o triângulo peludo da frente da Anita, que se destacava enfaticamente entre sua virilha morena. Mas o que mais atraiu meu olhar foi a bunda empinada e a maciez de suas belas nádegas apertadas, onde florescia aquela mancha escura do seu ânus, em cujos contornos escuros percebi o nascimento de uma suave e brilhante penugem. A tia Rebe observou por um bom tempo a região secreta de sua amiga com um olhar cheio de uma alegria estranha. Quando minha tia terminou seu minucioso trabalho contemplativo, ela se aproximou da região secreta da Anita e, baixando o rosto até o centro de sua fenda, começou a lamber essa iguaria saborosa sem nenhuma consideração, enquanto eu observava a grande carícia tocar o interior das minhas coxas. Logo a Anita começou a soltar uma série de gemidos que mostravam a eficácia da outra... É uma porra tremenda e violenta, até que ela não teve outra escolha a não ser dizer com gritos ansiosos:
— Jááá.... Rebeca... Vou gozar.... Vou entrar na sua boca...
— Isso... manda seu leite... manda tudo... putinha... vamos...
A Anita se esticou com força, agarrando o rosto da minha tia, que enfiava e puxava a língua da gruta escura e viscosa, enquanto ela começava a gritar e berrar, presa nos espasmos mais brutais. Não... eu sabia o que fazer, e lembrando o que minha tia tinha feito comigo antes, levantei o olhar para as axilas da sua amiga, que com os braços levantados exibia axilas completamente depiladas, mas não menos lindas pela escuridão da sua pele. Encorajada pela visão que a parte de baixo dos seus braços me oferecia, aproximei meu rosto deles, apreciando pela primeira vez que as axilas de uma mulher de pele escura são muito mais atraentes à vista do que as de pele branca, já que mostram certas dobras naquela parte escondida que parecem caminhos sutis traçados com um pincel treinado. Enquanto Anita transbordava de orgasmos furiosos,
Enterrei meu nariz naquela deliciosa área, cheirando o aroma especial das suas axilas. Depois comecei a lamber a pele marrom sedosa, passando a língua pelos caminhos já descritos, para então passar para a outra axila escurecida, até que me cansei de cheirar aquela parte especial que agora descobri. Anita, quando terminou de aproveitar o gozo e ainda com um olhar perdido, comentou com minha tia:
"Oh, Rebecca..." que delícia... tudo isso é tão incrível....
"Gostou, minha amiga?"
— Ah, sim.... Adorei... mas vamos continuar porque não temos muito tempo....
"Sim", disse minha tia, "então agora é a vez da Elsie ser a doutora, e você será a enfermeira"
"Sim", eu disse, com a voz trêmula
A tia Rebe deitou-se rapidamente na cama. Eu, imitando a forma como elas tinham agido, disse à minha tia:
— Muito bem... me diga onde dói... me diga o que você sente...
— Ah, não sei, doutora... Veja, sinto algo muito quente lá embaixo...
"Entre as suas pernas?"
"Sim... bem aí...
— Muito bem... vamos ter que examinar...
Me meti na cama pela enésima vez. Não havia dúvida de que esse joguinho era encantador. Tão gostoso e quente que minha calcinha já estava experimentando mais umidade do que já tinha. Foi quando eu disse para Anita:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
A amiga da minha tia começou a despi-la com extrema alegria, enquanto um sorriso de prazer e um sorriso de satisfação bordava seus lábios morenos. Quando a deixei completamente apertada, disse novamente:
"Agora... abre as pernas pra eu ver melhor..."
Anita subiu na cama e afastou ambas as pernas, revelando o conhecido tesouro de pelos loiros da minha tia. Quando observei de perto a vista magnífica que a tia Rebe tinha do triângulo púbico, afundei sem dizer mais uma palavra nas dobras de sua fenda, abrindo meus lábios com meus dedos enquanto minha língua pequena abria caminho até a gruta rosada e perfumada. Sabendo que ela curtia ao máximo a carícia anal, coloquei meu dedo na porta enrugada do seu cu e comecei a fazer movimentos circulares, enquanto o afundava no lindo esfíncter rosa de sua bunda. Minha tia não demorou muito para começar a gemer desde o ventre, o que me levou a chupar seu grelo com muito mais força e intensidade, enquanto meu dedo desaparecia completamente, perdendo-se dentro de seu canal anal.
Anita, desejando repetir as cenas das axilas, levantou os braços e foi se agarrar às axilas da minha tia, que, por ter pele branca, não mostrava a vista curiosa e excitante de suas axilas, mas ainda assim estavam deliciosas ao toque da língua. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor de seu cu apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a explosão orgásmica irremediável que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu seguia chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Durante longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no... corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em pé sobre seu lindo corpo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
— Aaah.... Elsie.... Vou mijoar na sua boca... Vou mijoar....
Intensifiquei meus movimentos de sucção na sua vulva quente enquanto sentia seu corpo tremer debaixo do meu rosto. Anita, por sua vez, não parou de beijar suas axilas, o que sem dúvida aumentou os prazeres espasmódicos da sua gozada, até que finalmente foi derramado em abundantes eflúvios que bebi com a presteza e dedicação com que me haviam ensinado.
Tendo terminado a sessão do dia e talvez temendo o retorno da mãe, Anita disse à minha tia:
“Ah, Rebecca... Eu adoraria fazer o máximo... mas não podemos continuar, minha mãe não vai demorar...
“Sim...” Eu sei, minha amiga... Acho que já está bom por hoje...
—Sim... mas me diz Elsita... você gostou do jogo da “Doutora”?...
“Ah sim, Anita... Gostei muito...
“Tá bom... então outro dia a gente pode brincar de novo...” O que você acha?
“Se minha tia me convidar, sim...” Respondi, me virando para olhar para ela.
— Ah, mas é claro, linda... você vai ver que a gente vai fazer de novo com a Anita... Ela é muito gostosa, né?
“Sim... ela é muito gostosa...
— Obrigada, querida.. Ela respondeu: "Mas agora vamos nos vestir, porque se a mamãe chegar e nos encontrar assim..." ufff... ela vai gritar até o céu... hehehehehe...
Imediatamente nós três começamos a nos vestir, enquanto Anita arrumava os lençóis da cama para não deixar vestígios do joguinho intenso que tínhamos feito. Pegando seus livros da mesa, a tia Rebbe comentou com sua amiguinha:
-Bom, Annie... tá na hora de gente ir embora... "Tchau", disse, beijando-a na bochecha
"Tchau, meu amigo...
"Tchau, Anita", eu disse em sinal de despedida.
"Oh, vem cá, lindinha... você é adorável..." Se cuida...-comentou, me dando um beijo também-
Saímos de lá e logo subimos no ônibus que nos levou pra casa."
— Ah, mamãe... que jogo gostoso esse de "A Doutora", né?
"Sim, linda... É um jogo bem gostoso mesmo....
"Oh, mamãezinha... Queria que a gente jogasse isso também...
"Claro, bonita... com certeza... pode ter certeza que...
"Mas—" A gente precisa de um amigo, né? Cielo Riveros perguntou animado
—Sim, claro... mas eu cuido disso... Não se apressa...
—Sim, mamãe....
-Muito bem, pequena... mas agora é hora de dormir, porque seu pai não volta tão cedo...
— Ah, mamãe... Queria que você continuasse me contando...
Eu também adoraria, Rubicita—" mas por enquanto não me convém... será amanhã... Tá bom?
—Sim, mamãe...
"Muito bem... Agora vem cá que vou te vestir para levar pra sua cama.
Quando terminei de ouvir essa frase, desci as escadas voando. Minha rola estava vermelha e mole depois das tremendas gozadas que dei ao ouvir essa parte da história da infância da minha esposa. Fui ao banheiro e lavei a rola pra me livrar da enorme quantidade de porra que escorria. Tinha sido mais uma noite inesquecível. Uma noite quente. Sim. Tão quente quanto o verão.
Pouco depois, quando minha esposa me alcançou na sala, quase caí no sono de exaustão. Ela me disse:
—Ah, Aldo... Tô com tanto calor...
"Oh, amor... Obrigado... Muito obrigado por me dar esses momentos...
—Hmmm... Vejo que você curtiu demais, né?
- Sim... você não tem ideia de como isso me deixa excitado...
"Ah, sim..." Tô vendo... O ruim de tudo isso é que não posso me aliviar...
"Não termine, amor... Sei muito bem que você se alivia com Cielo Riveros...
— Ah, claro... o que você estava esperando?... mas você sabe que não é a mesma coisa... e também me deixa muito excitado lembrar do meu passado...
— Hmmm... você realmente tem uma história fenomenalmente quente, amor...
— Você gosta?
— Claro que gosto... Por isso quero que termine de contar tudo pra ela... Não quero perder nada...
"Você quer que eu continue contando tudo isso pra garota?"
- Sim, querido... por favor, por favor, me completa... se fizer isso, juro que também farei tudo o que você pedir...
"Tudo o que eu pedir?"
"Sim... tudo....
— Hmmm... muito bom, Aldo... mas pra constar, isso é um pacto entre nós dois...
- Eu sei, mulher... Eu sei... E você sabe que vou fazer
- Tá bom, querido... mas vamos dormir agora, está tarde...
No dia seguinte, estando no escritório, meus pensamentos só estavam dedicados aos intensos momentos noturnos em que me masturbava como um louco ouvindo a história da minha esposa pra Cielo Riveros. Reconheci que o fato de me esconder para ouvir a história de Mirian Caballero produzia uma espécie de febre que eu não conhecia. O tesão que suas experiências provocaram em mim foi tão intenso que eu realmente não sabia a razão de tudo o que sentia. Seria a forma sutil como minha esposa costumava recriar as aventuras da infância? Ou seria o fato de ela ter escondido de mim suas experiências quando criança, que agora eu descobri escondido atrás da porta? Será que a presença de Cielo Riveros ao ouvir tudo isso me inflamou? Não sabia ao certo. Mas do que eu tinha certeza era de que não queria que ela terminasse de contar tudo isso pra garota por nada desse mundo, porque eu estava me acostumando a ser o ouvinte oculto das suas tremendas experiências eróticas. Quando cheguei em casa, a encontrei com as luzes apagadas. Subi as escadas com cuidado. até chegar no batente da porta da sala principal. Vi que minha esposa e minha filha estavam sentadas na cama conversando. Dessa vez, Mirian Caballero me viu imediatamente e, esperta, mudou o rumo da conversa dizendo para Cielo Riveros:
Sabe, gostosa?... Algum dia, quando estivermos sozinhos, vamos brincar alguns daqueles joguinhos que eu contei que costumava fazer com minha tia...
- Sim, mamãe... Já disse que adoraria isso...
"Eu sei..." Eu sei... mas vai ser quando eu achar conveniente... Tá bom?
"Sim, mamãe..." mas você não me contou o que aconteceu depois que sua tia te pegou com sua mãe fazendo aquilo... me conta... Cumpriu a promessa que fez pra sua mãe?
"Oh, não... claro que não..."
"Por que não, mamãe?"
"Bom, porque se eu tivesse cumprido, poderia correr o risco de minha tia ficar brava por eu querer enganá-la..."
- Ah, sim... que esperta você era, mamãe...
"Claro, lindo... tinha que ser...
"Sim, é verdade... aliás..." Você disse que ela percebeu tudo, né?
"Oh, com certeza, Chapeuzinho... ela viu tudo... então não teve como eu me safar mentindo...
"É... é... mas... E o que aconteceu depois, mamãe?
"Quer saber, meu pequeno?"
"Sim, mamãe..." por favor, continua me contando...
— Tá bom.... escuta:
Durante dois dias tive que ficar trancado no meu quarto por causa da gripe, e minha mãe aproveitou essa circunstância para vir à noite me aplicar os supositórios. Mas agora percebi que, antes de começar o jogo, ela se certificou de que a porta do meu quarto estivesse bem fechada. Estava claro que ela não queria outra interrupção tão inesperada quanto a anterior. Eu, por minha vez, cooperei de bom grado com suas manipulações anais, desfrutando com imenso prazer das delícias da sua mão fuçando dentro do meu cuzinho, que agora se tornou uma dupla massagem quando outro dedo entrou em paralelo no meu canal frontal. A mijada que soltei foi tremenda; tanto que senti um desejo terrível de continuar "doente" para que essa festa de manipulação não acabasse. Mas uma notícia indesejada chegou para interromper os planos da minha mãe, porque um irmão dela informou que minha avó estava hospitalizada num sanatório por um problema renal. O incidente obrigou minha mãe a se ausentar de casa no terceiro dia, já que todos os familiares se revezavam para cuidar da vovó à noite. Por isso ela me comentou:
"Linda... Vejo que você está muito melhor... Por isso vou ter que deixar você aos cuidados do seu pai."
"Por quê, mamãe?"
"Porque vou ter que ir ao sanatório ficar com sua avó... Já te disse que ela está muito doente..."
"Sim... Eu sei... mas não se apresse, mamãe... Já estou me sentindo bem..."
"Já percebi, Elsi... por isso vou suspender seu remédio... mas de qualquer forma, papai vai ficar de olho em você caso precise de alguma coisa..."
"Sim, mamãe..."
"Muito bem... E agora vou te deixar, porque tenho que ir..."
"Cuide-se, mamãe..."
Como não tinha podido ver minha tia por vários dias, no fundo estava ansioso para abraçá-la e beijá-la, então comecei a bolar um plano para ir ao quarto dela à noite e surpreendê-la. Estava me preparando mentalmente para me aproximar da minha tia no quarto dela quando todos estivessem dormindo, quando de repente meu pai entrou no meu quarto:
— Oi, meu bem... como você está se sentindo hoje?
— Bem, papai... Estou me sentindo muito melhor...
— Que bom... fico feliz em ouvir isso, Elsi...
— Obrigada, pai...
— Então, gostosa... você sabe que sua mãe vai ficar fora hoje à noite... Então vim ver o que tem de oferta...
— Não... nada, papai... Estou bem...
— Já jantou?
— Sim... a senhora me trouxe algo para comer antes de sair...
— Muito bem... De qualquer forma, estarei aqui para qualquer coisa... Mas quero te recomendar uma coisa, linda...
— Sim, papai...
Fica no seu quarto e não sai... Não quero que você tenha uma recaída... entendeu?... É melhor eu ir te ver pra saber se está tudo bem... me diz... Você vai fazer isso?"
"Sim, papai..."
— Bom... então eu vou... e vou dormir, vou sim...
"Tá bom..."
Papai saiu do meu quarto e eu fiquei pensando que o melhor jeito dele não perceber que eu ia pro quarto da minha tia era esperar até ele dormir. Então fiquei naquela ansiedade até achar que era hora de sair. Tava quase levantando da cama quando ouvi passos no corredor, aí tive que me enfiar rápido debaixo do lençol. Escutei a porta abrindo e vi a cara do papai espiando, sem entrar no quarto. Quando ele viu que eu tava deitado, fechou a porta e foi embora. O imprevisto me deixou em alerta, e acabei tendo que ficar mais um tempinho no meu quarto.
Achando que já dava pra ir, saí de fininho até a porta, abri e olhei pra fora — tudo escuro. Fechei a porta com cuidado e fui pro quarto da minha tia. Tava quase girando a maçaneta pra entrar quando uns sussurros que ouvi me fizeram parar. Estranhei ouvir vozes lá dentro, porque sabia que éramos só nós três em casa. Com quem minha tia tava falando? Colei o ouvido na madeira e comecei a captar o diálogo, escutando a voz suave da tia Rebbe comentar:
-Não, Oscar... pode ser perigoso...
-Vamos, Rebecca... sua irmã não vai vir, te garanto...
"E como você sabe?... não pode ter certeza disso...
-Bem, não... mas não acho que ela venha hoje à noite... ela vai estar de plantão no sanatório.
"E se os planos mudarem?... Não sabemos. -comentou minha tia-
—Mas eu realmente quero... faz tantos dias que não fazemos...
"É..." Eu também estou assim... e tem a garota...
-Sim... mas ela está dormindo bem... Acabei de ir no quarto dela pra me certificar...
— Bom, sim... mas ela pode acordar e vir pro seu quarto... pode precisar de alguma coisa...
"Ela não... Eu falei pra ela dormir e não levantar..." insistiu meu pai
-Sim, Oscar... mas não tô tão segura... Essa garota é muito esperta e percebe as coisas... Imagina o problema se ela soubesse?
"Eu sei, eu sei... vamos, Rebeca... vai ser só um tempinho..." Eu juro...
— Mmm... tá bom... mas tem que ser rápido...
"Sim... sim..."
"—Apesar da minha idade, já não tinha dúvidas do que acontecia lá dentro, porque era mais do que evidente o que minha tia fazia com meu pai às escondidas da minha mãe. Foi por essa razão que, quando a conversa parou, encostei um dos meus olhos na fechadura, de onde dava para ver claramente o interior do quarto. Vi meu pai e minha tia se abraçando apaixonadamente enquanto se despiam com uma velocidade incrível. As roupas caíram no chão uma em cima da outra, enquanto as mãos deles se acariciavam com um desejo incontrolável que testemunhava a luxúria secreta dos encontros escondidos. Logo ficou evidente a nudez dos dois e também a desesperança de deitar, ao ver que meu pai carregava nos braços o corpo delicado e branco da tia Rebe, que de olhos fechados se deixou levar por ele até a própria cama. Uma vez lá, Papai abriu as pernas dela e as levantou para cima, enfiando os dois pés atrás das aberturas da cabeceira. Dessa forma, o corpo da minha tia ficou dobrado com a bunda aberta e de frente para o corpo suado do meu pai, que já empunhava seu canhão enorme de pau com uma das mãos. Ele se posicionou apressadamente entre as pernas abertas em tesoura e colocou a cabeça do seu pênis avermelhado na entrada da sua majestosa fenda que eu conhecia tão bem. O tesouro loiro e luxuoso da tia Rebe se abriu avidamente diante da perspectiva de uma penetração iminente, que chegou com força no ataque do pau do papai, que se jogou com força sobre ela e enfiou seu bastão vertical nas profundidades molhadas da minha tia tarada. Com movimentos ardentes, os dois começaram o clássico vai e vem enquanto o pênis do papai entrava e saía em alta velocidade daquela gruta rosada, que recebeu com alegria e prazer o pedaço de carne quente enfiado até o talo nela. Claro que nunca saí da fechadura, guardando aquelas cenas inesquecíveis pela primeira vez. Na minha vida; Bom, devo dizer que, apesar de ter feito muitas coisas com minha tia, com minha mãe e até com meu próprio pai, nunca tinha visto um homem e uma mulher transando ao vivo. Era óbvio o que aquelas cenas quentes estavam causando nos lábios da minha bucetinha, que, tremendo de desejo, se contraía de tesão ao sentir o clássico melado escorrendo dentro da minha fenda. Sem ter outra opção à mão, comecei a acariciar a parte interna das minhas coxas, inserindo o dedinho no meu canal secreto, sem parar de observar o tremendo acoplamento que os dois me ofereciam. Alguns minutos depois, ouvi os gemidos ansiosos da minha tia, que não conseguiu silenciar seus sentimentos diante da proximidade do orgasmo e gritou como uma louca para meu pai o que estava prestes a experimentar:
— Mais rápido... mais rápido do que eu vou... mais rápido... Mais...
Desejando agradá-la e ao mesmo tempo aumentar o delírio de seus espasmos, meu pai intensificou suas investidas, afundando seu pau inchado com mais força e velocidade no intrincado canal aberto, até que finalmente minha tia explodiu em um delicioso tremor que a fez soltar as pernas da cabeceira e envolvê-las em volta do pescoço do papai. Ele também sentiu os efeitos do rugido ao descarregar furiosamente no delicioso pãozinho da tia Rebe, que alegremente recebeu a abundante chuva leitosa apertando o bastão para dentro com seus músculos vaginais. Vi que momentos depois os dois ficaram quietos, beijando-se na boca com gosto, como se agradecessem mutuamente pelo tremendo momento de calor que haviam proporcionado um ao outro. Como sempre, foi minha tia quem, com sua habitual moderação, disse ao papai:
— Já, Oscar... você deve ir agora... Não quero que tenhamos uma surpresa...
"Sim..." respondeu ele, tirando o pau dela.
Percebi que era hora de me retirar para o meu quarto, então abandonei meu posto de observação e entrei no meu dormitório. Enrolado na minha cama, não conseguia esquecer aquelas cenas luxuriosas de seus corpos coabitando com tanta alegria, então não tive outra escolha a não ser afundar meus dedos novamente nos meus com a intenção de saciá-los. Acho que urinei várias vezes naquela noite e depois adormeci de exaustão.
— Oh, mamãezinha... então seu pai e sua tia Rebe transaram?
"Sim, linda..." mas eu não sabia até aquela noite quando sem querer os descobri...
"Sim..." Deve ter sido muito gostoso ver tudo aquilo, né?
"Com certeza, Rubicita... foi mais do que isso...
— Você realmente gostou de observar tudo o que eles fizeram naquela noite, mamãe?
"Sim..." Foi algo que realmente me encantou, pequena... você não tem ideia de como pode ser gostoso...
— Oh, mamãe... Eu adoraria ver você fazendo isso com o meu pai...
"Você gostaria mesmo?"
"Sim... claro que sim..."
"Então um dia... Vou realizar seu desejo..." mas temos que fazer de um jeito que ele não descubra... assim é melhor... -Sim... como você diz, gata... mas o que mais aconteceu? — Deixa eu continuar te contando...
Sim..."
"No dia seguinte eu já me sentia perfeitamente bem, então deixei a cama e voltei à minha vida normal. Foi por isso que quando encontrei minha tia na sala, nos abraçamos muito felizes por nos vermos de novo. Ela me disse:
— Elsie... Preciso conversar com você...
— Sim, tia — quer conversar aqui?
— Não... não... é melhor você vir comigo... Vamos à loja e te compro uns doces...
— Sim... vamos...
Saímos para a rua e enquanto caminhávamos pelo caminho ela me perguntou:
— Me conta, minha querida... O que sua mãe disse quando eu peguei vocês fazendo aquilo naquela noite?
— Ah, nada, tia... Ela não disse nada...
— Sério?... que estranho... Pensei que ela estivesse preocupada com isso...
— Bom, no começo ela estava preocupada... mas depois se recompôs... Talvez ela tenha pensado que você não tinha percebido...
— Ah, mas claro?... se estavam simplesmente de boa quando eu entrei...
— É... Eu sei, tia... mas ela provavelmente não acredita...
— Tudo bem... Não tem problema com isso... mas me diz uma coisa, Elsie...
— Sim, tia...
— Você gosta que sua mãe faça isso com você?
— Ah, sim, tia... claro que eu gosto... Me sinto muito bem quando ela coloca o supositório, mas me sinto mais linda quando ela põe o dedo pra não vazar...
"Não minta pra mim, eu sei muito bem que ela não só mete o dedo no seu cu, mas também mete no...
— Ah, sim, claro... — ela aproveita pra colocar outro na minha frente... e eu me sinto deliciosa, tia...
— É, tô vendo... e você tem razão, gostosa... isso é muito gostoso...
— Sim, tia... Eu adoro quando ela faz isso comigo... Mas me diz, te incomoda que ela me toque?
— Não... não... como é que você pensa... ela é sua mãe e eu só sou sua tia...
— É, eu sei... mas quer que eu te conte uma coisa?
— Conta...
— Eu gosto mais de fazer com você do que com ela...
— Ah... sério?... É verdade o que você tá dizendo, meu bem?
- Sim, tia... Não estou mentindo pra você...
- Por que diz isso, Elsie?
"Porque gosto muito mais de ficar com você do que com ela..." Não nego que curto o que ela faz comigo... mas as brincadeirinhas que você me ensinou são mais quentes... mais gostosas... Não sei como explicar...
"Sem pressa, minha querida... Te entendo perfeitamente... e fico muito feliz que você me diga isso..."
"Isso é ótimo, tia..."
"Mas então, Elsie... Te chamei pra sair porque queria te contar uma coisa..." Tenho uma surpresinha pra você que sei que vai adorar...
"Ah... e o que é?"
- Olha só, minha amiga Anita e eu estamos preparando outro encontro pra amanhã à tarde, e queria te convidar pra ir comigo... Quer?
- Ah claro, tia... quero sim... me levar...
"Sim, vou levar..." Vou pedir permissão pra minha irmã.
"Tudo bem..." Me avisa, hein?
"Sim..." Te conto...
Por causa das circunstâncias, não houve problema pra minha mãe me dar permissão pra sair com minha tia no dia seguinte. Então pegamos um táxi e fomos pro bairro onde morava a amiga e amante da tia Rebe. Tenho a impressão de que elas prepararam tudo com antecedência, aproveitando certamente as longas ausências da mãe da Anita, porque quando chegamos na casa dela, ela estava sozinha. Anita nos recebeu com carinho, dando uma atenção especial a mim, me abraçando com ternura e sorrindo constantemente pra mim, sendo evidente a alegria e o prazer que minha presença causava nela. Também percebi que tanto minha tia quanto sua amiga e colega de escola tinham uma predileção particular pela prática da pedofilia, me usando
O abraço foi o suficiente para ela começar a colocar as mãos por baixo do meu vestidinho, deslizando suavemente entre as dobras da minha calcinha. Seus dedos se enfiaram por baixo do tecido e buscaram avidamente o buraco úmido na minha virilha. Quando sua falange inquieta encontrou abrigo na minha fenda, ela afundou delicadamente no meu breve espaço molhado. Diante da sutileza do seu toque experiente, não pude evitar soltar um gemido de desejo que despertou na minha tia a lascívia mais ambiciosa, ao começar a invadir minha virgindade, me denunciando com um sabor exquisito, sem que nenhuma de nós parasse de olhar para a tela. As cenas quentes do filme continuaram seu curso enquanto nos entregávamos cada vez mais ao jogo íntimo que ela havia começado comigo. Tendo chegado ao ápice do desejo, minha tia me sugeriu:—Elsi... Por que a gente não desliga isso e vai pro meu quarto?.. Quer, linda?
—Sim, tia, seria melhor...
Ela desligou o aparelho e pegou minha mão. Praticamente subimos correndo as escadas até chegar no seu quarto. Ela trancou a porta por dentro e me deitou na cama, dominada pela luxúria. Percebi que sua visão estava turva pelo desejo e seus movimentos eram quase desajeitados, porque quando começou a tirar a roupa suas mãos tremiam como gelatina. Claro, não consegui escapar da tremenda influência das imagens vistas na televisão, pois senti minha respiração tão ofegante como se tivesse corrido sem parar por várias ruas. Com gestos evidentes que aludiam ao ardente desejo que sentia, a tia Rebe tirou toda a roupa até que a vi nua diante de mim. Arrastada pela vontade, ela me pegou nos braços enquanto me beijava loucamente por todo o corpo e me depositou na cama. Ela pulou sobre o colchão, abriu minhas perninhas e enterrou seu lindo rosto nas intimidades do meu tesouro. As lambidas que ela me deu dessa vez na minha bucetinha macia me fizeram sentir muito mais paixão que todas as anteriores, e mesmo quando percebi que ela estava usando mais força, não gostei menos, porque comecei a me mexer no ritmo da cadência do seu rosto esfregando contra minha abertura rosada. Não havia dúvida de que o conteúdo do filme a tinha deixado excitada, porque minha tia ardente estava furiosa. Diante de tão quente demonstração de paixão logo senti as urgências do prazer; Foi por isso que eu disse: Logo senti as urgências do prazer; foi por isso que eu disse:
"Tia... Não aguento mais... Vou mijar na sua boca..."
Perdida entre minhas pernas, ela nem respondeu, mas intensificou os ataques da língua dentro da minha boceta molhada. Quase instantaneamente, jorrei um jato tremendo de urina que ela bebeu com grande prazer, sem afastar seus lábios quentes por um segundo do sanduíche suculento que estava devorando. Quando terminou de drenar meus líquidos internos, ela se levantou e foi até o armário, de onde tirou um tubo de plástico. Quando voltou para a cama, pude ver que era seu próprio desodorante. Ávida de desejo, ela me perguntou:
"Linda... Preciso que você chupe minha coisinha primeiro... mas quando eu disser, você afasta e coloca devagar essa coisinha dentro da minha fenda... Quer?
"Sim, claro, tia..." o que você disser...
-Bom, vamos lá... já está começando, estou com muito calor...Imediatamente ela desabou na cama com as pernas bem abertas, expondo seu luxuoso púbis de negrura requintada devido à suave penugem que exibia. Joguei-me sobre ela, imitando suas próprias ações, e comecei a chupar com a boca sua fenda avermelhada, que agora estava completamente inundada por fluidos transparentes. Logo minha língua se tornou uma espécie de serpente ondulante tentando entrar e até se perder no corredor oculto e alagado da intimidade de minha tia. Assim, mantive minha cabeça enfiada entre suas pernas bebendo os sucos vaginais que saíam de sua boceta ardente, até que ela disse:
— Agora, gostosa, agora coloca essa coisinha dentro da minha fenda... vamos, eu vou gozar...
Pronto para brincar neste jogo novo e desconhecido, peguei o tubo de desodorante e o direcionei para a entrada de sua vulva aberta. Coloquei a ponta arredondada do objeto longo sobre a porta aberta e comecei a empurrar suavemente para dentro. Mais rápido do que imaginava, o tubo entrou no túnel lindo de minha tia até que só restou um pequeno pedaço. Quando a tia Rebe se sentiu cheia, perguntou ansiosa:
— Assim, gostosa... assim... Agora, mexe ele pros lados devagar... Já estou quase gozando... mexe mais... Mexe com suas mãozinhas.
Agarrei a parte traseira do desodorante de plástico com os dedos e comecei a movê-lo e mexê-lo como ela havia dito, enquanto meus olhos observavam atentamente a forma como sua vulva se abria sob a pressão do tubo. Observei com atenção e prazer o interior de sua caverna que agora parecia meio avermelhado pelo efeito do objeto estranho escondido no fundo de sua fenda requintada. Por vários minutos mantive o dispositivo gordinho em movimento até que ela começou a gritar alto:
— Ah... Elsi... Vou gozar... Tô gozando... mexe mais rápido... mexe mais rápido...
Atendi aos seus pedidos urgentes e comecei a mover o tubo grosso de um lado para o outro enquanto ela gozava com uma intensidade nunca vista. Percebi que o pequeno dispositivo deixava minha tia muito excitada, o que me fez pensar que não era a primeira vez que ela usava aquilo para se dar prazer. Também descobri que ela curtia muito mais intensamente com aquela coisa dentro dela do que quando eu tocava ou chupava sua bucetinha. Não havia dúvida de que estava aprendendo muitas coisas novas com os fluidos que minha tia me mostrou.— Quando terminei de aproveitar o gozo fenomenal, minha tia voltou a si, me pedindo para tirar o tubo de plástico aos poucos. Puxei o objeto com cuidado até que saiu por completo. Uma vez fora, não resisti e levei até o nariz para sentir o cheiro das delícias do líquido que minha tia tinha derramado, enquanto ela me observava atentamente e um sorriso de satisfação surgia em sua boca. Ela me disse:
"Gostou do cheirinho, bonita?..."
"Oh, sim, tia... tem um cheiro bom... cheira como você... como sua coisinha..."
— Mmmm... é uma delícia, né?
— Sim... está muito gostoso... posso chupar, tia?
— Ah, claro, minha filha... vai lá chupar, quero ver você...
Enfiei o tubo na boca e comecei a passar a língua em volta dele. Na verdade, o objeto soltava um cheiro e um gosto de bucetinha; um sabor gostoso da coisinha da minha tia. Lambi e lambi o dispositivo de plástico por todos os lados até que ficou todo salgado. Foi aí que ela comentou:— Elsi... Acho que é hora de a gente vestir a roupa e descer as escadas.
— Ah, tia... Por quê?...
— Porque sim, gostosa... Não quero ser pega assim.
— Ah, não...
— Além disso, gostosa... Ainda não devolvi o filme...
— Vai devolver agora?... A gente não vai terminar de ver?
— Não... não por agora... em outro momento será... se a gente deixar aqui, seus pais podem descobrir... e eu não quero isso...
— Tá bom... de jeito nenhum...
Vestimos a roupa, arrumamos a cama e depois descemos para a sala. Lá, ela tirou o filme do vídeo e colocou na capa de papelão. Então me disse:
— Vem... vem comigo, Elsi... Vou te deixar na sorveteria enquanto vou entregar essa coisa.
— Ah, tia... Você me compraria um sorvete?
— Claro, gostosa... lá você me espera até eu voltar... Quer?
— Sim...
— Ah, mami... que coisas lindas você fez com sua tia... Até eu gostaria de fazer também... — Sim, meu amor... tudo era uma delícia com ela...
"É..." Eu teria adorado conhecê-la, mami...
— Mmmm... bem, ela já é casada e tem filhos... já é uma pessoa bem mais velha, Cielo Riveros.
"É..." Entendo... E você continuou brincando com as outras coisas dela, mami?
"Claro, linda... A gente brincava de muita coisa sempre que podia.
— Ah, mami... Quero que você me mostre tudo...
— Sim, Rubicita... Já te falei que vou mostrar... mas vai ser só quando eu terminar de contar a história... Quer que seja assim?
— Sim, mami... como você diz.
A pica quase saiu do meu corpo de tanto mexer. Não tinha dúvida de que as confissões que minha esposa fez para Cielo Riveros me fizeram gravitar para a cova. Mas naqueles momentos eu não tinha uma gota de porra disponível para derramar. Então, fazendo o sinal combinado para Mirian Caballero, eu disse para ela terminar a sessão daquela noite. Ela, entendendo perfeitamente meus desejos, disse para a pequena Cielo Riveros:"Bom, linda... É hora de irmos dormir... Seu pai não deve demorar muito para chegar."
"Oh mamãe... Eu queria que você continuasse me contando..."
"Sim, amor, mas será amanhã..." por agora já foi o suficiente.
— Tudo bem, mamãe... Você me leva para minha cama?
"Sim, linda..." Vamos, vamos.
Eu me afastei imediatamente dali e desci as escadas. Minutos depois, Mirian Caballero chegou e me abraçou apaixonadamente, dizendo:
"Oh Aldo, estou tão excitada..."
— Mmmm... sim, deve estar, amor... mas não tenho mais porra para te dar... vai voltar a ter.
"Eu sei..." Não se preocupe... Sei que tudo faz parte do nosso acordo... mas amanhã, enquanto você estiver no escritório, vou me aliviar com o bebê... Não tenho escolha...
"Sim, linda..." faça isso... Sem problema... e aí você vai ter que segurar por vários dias porque quero que continue contando sua história para ela... uffff, amor... você não sabe como me dá tesão ouvir tudo o que você conta para Cielo Riveros.
Posso imaginar... e a verdade é que tenho tanta inveja que mal posso esperar pela minha vez... Mas vou te contar, meu bem, porque quero que você faça o mesmo depois também... Beleza? —Sim, minha vida concorda com isso, né?
"Sim, nisso a gente concorda, e agora vamos pra cama, senão vocês não vão querer levantar amanhã"
—Sim, vamos dormir, amor.
Cheguei no escritório mais tarde que o normal. Maldito calor! Que noite quente. Fomos pra cama quase de madrugada. De jeito nenhum. Tô me sentindo completamente drenado, e não é à toa. As gozadas foram incríveis. Me masturbei como nunca antes. Nem na adolescência lembro de ter batido uma com tanta intensidade. Nossa! Tudo isso é surreal. Nunca imaginei que a história de infância da minha própria esposa me deixaria tão excitado assim. Quanta porra eu já derramei ouvindo tudo isso! Que tesão ouvir o que ela conta pra Cielo Riveros! O próprio relato da Mirian Caballero é demais. E nunca pensei que ela escondesse segredos tão indescritíveis.
São tão quentes e me deixam com muito tesão. Não sei como não perguntei antes. Mas gosto mais de saber tudo enquanto ela conta pra Cielo Riveros nos detalhes. Vou pedir pra ela continuar revelando tudo pra garota até acabar de expor as coisas mais escondidas dela. Preciso saber tudo que tem na mente quente dela. Tudo isso tá muito bom. A única coisa que não tá boa é o clima. Calor do inferno. Mas é verão. O dia passa como sempre. Papéis e mais papéis. Que merda! De jeito nenhum. E o calor que não dá trégua. As chuvas estão demorando demais. O calor é insuportável. É verão. Um verão quente pra caralho.
Quando o dia termina, saio do escritório e vou para casa. Como tem acontecido nos últimos dias, fico pensando na Cielo Riveros. A figura infantil dela me excita. Lembro do rosto sem pelos dela; quando era criança. Que linda é minha menininha. E está muito quente. Minha esposa tem se encarregado de despertar nela aqueles desejos que todas as meninas guardam nas mentes como se estivessem adormecidos, como elfos agachados. E eles estão sempre esperando que alguém acenda o pavio para que transborde e exploda como pólvora. Tudo isso que estou vivendo é tão lindo e tão diferente. Aproveito como nada mais. Vejo o apartamento ao longe. Chego no estacionamento e estaciono meu carro. Entro em casa. Tudo está errado, como tem acontecido nos últimos dias. Mmmm. Certamente a Mirian Caballero preparou outra surpresa para mim. Mas não quero mais surpresas. O que quero é continuar ouvindo a história da minha esposa enquanto ela conta para a menina. E principalmente, ver as reações da Cielo Riveros. Subo as escadas com cuidado. A porta, como sempre, está entreaberta. Só o suficiente. Olho em silêncio.Olho para Mirian Caballero e Cielo Riveros. Minha esposa já está tocando a menina. Que gostosa é a Mirian Caballero! Não há dúvida sobre isso. Vejo que ela coloca um dedo entre a fenda dela e Cielo Riveros geme. Minha esposa está tão dedicada ao que faz que a vejo perdida no contato íntimo. Ela nem sequer me vê. E o que quero é continuar ouvindo a história dela. Mas tenho que esperar que ela perceba que estou ali. Não quero que Cielo Riveros saiba que ouço tudo que Mirian Caballero diz para ela. Se souber, não será a mesma coisa. Ela tem que acreditar que estão sozinhas. Observo o rostinho da menina que parece contraído pelo aperto da mandíbula. Parece que logo ela vai mijar. Ela joga a cabecinha para trás. Sim, não há dúvida. O momento supremo ainda está por vir. Percebo que Mirian Caballero mantém a boca completamente colada nela. De repente, do centro da bucetinha da minha filha começa a jorrar jatos de chuva dourada. Mirian Caballero bebe os líquidos amarelados, quase diáfanos. Quando termina, minha esposa olha para a porta e finalmente me vê. Imediatamente muda de tática e diz à menina:
— Ah, que lindo... que xixi gostoso... Bebi tudinho... Acha?... — Sim, mamãe... Eu sei... e não sobrou nada dentro de mim...
"Muito bem... Muito bem, linda... e agora, o que mais você gostaria de fazer, Rubicita?
"Não sei, mamãe... o que você quiser me ensinar...
— Perfeito... me diz uma coisa... Quer que eu continue contando minhas coisinhas?
— Sim... sim... Eu gosto muito disso, mamãe...
"Você realmente gosta, pequeno?"
— Sim, mamãe... E quer que eu te conte uma coisa?... Acho que gosto mais de ouvir tudo que você me conta de quando era criança como eu, do que fazer qualquer outra coisa...
"Tanto assim, pequeno?...
"Sim..." Por isso eu queria te dizer: quando estivermos sozinhos, primeiro me conta e depois chupa minha coisinha pra fazer xixi na sua boca...
— Ah, que lindo... Eu também adoraria... mas você precisa saber que vai ser um pouco difícil...
"Difícil?... Por quê, mamãe?
"Porque seu pai pode aparecer..." e eu só quero contar essas coisinhas... só pra você...
"E ele não pode saber, né?"
"Não, e nunca conte pra ele, tá bom?"
— Sim, mamãe... Não vou contar... Ei mamãe, e quando a gente vai ver um filme como aquele que você viu com sua tia Rebe?
"Um tipo Branca de Neve?....
— Sim... assim... Quero ver ele... "Sim, amor..." Eu sei... mas vamos ter que resolver isso direitinho pra um dia, quando seu pai não estiver em casa, a gente poder ver ele sozinhos... tá bom?
— Sim... que bom... Tomara que seja logo...
"Sim, gostosa..." vai ser logo... Te prometo...
— Mas, mãe... Por que você não continua me contando?.. Não aguento esperar pra ouvir você...
"Sim, gostosa..." me escuta com atenção...
"Tanto a tia Rebe quanto eu nos tornamos voluntariamente cúmplices dos nossos segredos escondidos, que guardávamos de comum acordo só pra nós duas. Às vezes minha mãe me perguntava coisas sobre ela, como se quisesse saber alguma coisa. Não sei se ela desconfiava do que a gente tava fazendo escondido ou se só queria ter certeza, mas a verdade é que, mais do que o normal, ela me perguntava:
'Elsita... e como você tá se dando com sua tia Rebe?'
— Bem, mãe... ela é muito legal comigo... por isso eu amo tanto ela.
'Você ama muito ela, né, gostosa?'
— Sim, mãe... muito.
- Mas me diz, Elsita... Além de te levar ao cinema, sair com você e te comprar doces e essas coisas... Ele faz mais alguma coisa?- Não entendo, mamãe...
"Sim, linda..." O que quero dizer é se ele não brinca com você como eu e você... ou de algum outro jeito... Entendeu?...
- Ah, sim, mamãe... Entendi... mas ela não... ele nunca fez nada disso comigo...
- Mmmm... Está falando a verdade, Elsi?
- Claro, mamãe... se não fosse, eu te contaria...
- Bom, tudo bem... mas lembre de duas coisas... nunca conte nada do que você e eu fazemos quando tomamos banho... e se ele fizer alguma coisa com você, me conte... Tá bom?
- Sim, mamãe...
A partir desse tipo de pergunta, percebi claramente que minha mãe poderia suspeitar de algo e, se não, queria me fazer falar com suas perguntas curiosas. Mas eu não queria revelar nada sobre nós por nenhum motivo, porque lembrava muito bem o que minha tia tinha me dito que aconteceria se meus pais descobrissem. Por outro lado, o forte laço de cumplicidade que me unia à tia Rebe era muito mais forte do que o relacionamento íntimo que tinha com minha mãe e meu pai, porque no fundo percebi que gostava mais de fazer com a irmã mais nova da mamãe do que com meus próprios pais, embora, pra ser sincera, sempre tenha curtido tudo.
Por isso eu queria ficar a sós com minha tia todos os dias, porque sabia que sempre que tínhamos essa chance, ela me ensinava um jogo novo que me fazia tremer de febre. E naquela idade, sendo uma menina tão curiosa, qualquer novidade que me introduzissem era fonte de profunda alegria para mim, tanto que quando passavam vários dias sem poder ficar sozinha com ela, eu me sentia triste e desanimada. Mas a tia Rebe era uma jovem muito inteligente, e quando viu que as coisas não estavam favoráveis para me ensinar seus joguinhos, procurou criar a ocasião certa para manter meu estado de excitação no nível que desejava e, no processo, aumentar o estoque do nosso prazer mútuo. Uma tarde, quando meus pais entraram no quarto para tirar uma soneca, minha tia me disse:— Elsie... Tenho uma surpresinha para você...
— Ah, tia... Bom, me diz o que é. — respondi desesperadamente, sentindo que ela estava tramando algo bom.
— Não... Não posso te contar aqui... pode ser perigoso...
— E então?...
— Vem... Vamos à loja onde vou te comprar doces... Te conto no caminho...
— Tá bom, vamos...
Saímos para a rua e, enquanto caminhávamos, ela me disse:
— Olha, Elsi... Quero que me acompanhe amanhã na casa de um colega de classe... Você gostaria de ir?
— Bom, sim, claro... mas, tia... não vamos poder...
— Sabia que você pensaria isso, linda... mas não é assim... vai ser uma surpresa... Quero que seja uma surpresa para você... Você gostaria?
— Sim... sim, tia Rebe... Se é uma surpresinha, me leva com você...
— Tá bom... Amanhã à tarde vou pedir permissão para sua mãe para você me acompanhar.
A tia Rebe não teve nenhuma dificuldade em conseguir permissão dos meus pais, então na tarde do dia seguinte pegamos um táxi e fomos para um bairro que aparentemente não era muito animado. Chegamos a uma casinha, onde já nos esperava a amiga e colega de escola da minha tia. Era uma garota mais ou menos da mesma idade que ela, de pele morena, mas bem gostosa, embora não tão gostosa quanto minha tia bonita. Mas se tenho que ser sincera, o que mais se destacava no corpo dela era a bunda linda que ela mostrava sob a saia curta. Percebi que nem mesmo minha tia conseguia competir com ela nisso.Parecia não ter mais ninguém em casa e eu tinha quase certeza de que tudo estava muito bem planejado entre as duas. Então entramos imediatamente num quartinho onde só tinha uma cama de solteiro com lençóis de tecido comum e uma mesinha de madeira onde a amiga colocou suas roupas. Minha tia me apresentou e a garota afagou minha cabeça em sinal de cumprimento, enquanto dizia:
"Oi... você deve ser a Elsita... e é muito bonitinha... Tudo bem, pequena?"
"Tudo bem..."
"Isso é bom... Espero que você se divirta aqui..."
As duas se sentaram na cama e a tia Rebe me disse que primeiro elas fariam a tarefa e depois a gente brincaria um pouco juntas. Então, piscando o olho pra mim, ela disse:
"Se quiser, Elsie, vai brincar um pouco lá fora pra não ficar entediada e eu te chamo quando a gente terminar a tarefa..."
"Sim, tia... Vou dar uma volta por ali..."
"Tá bom, linda... Mas não vai muito longe, hein?"
"Sim", respondi.
Saí do quarto e comecei a fuçar pela casa até encontrar a porta dos fundos. Abri e de repente me vi num quintal de terra que não tinha cerca, então dava pra ver a parte de trás das casas ao redor. Procurei um lugar pra sentar e comecei a observar as árvores e o céu. O sol ainda brilhava e estava um pouco quente, porque eram mais ou menos seis da tarde. Distraída como estava, fiquei naquele estado até que algo me... Chamou a atenção em um dos pátios vizinhos. Eu me virei e olhei para um homem que estava meio escondido atrás de uma árvore, mexendo as mãos. Isso não teria me chamado a atenção se eu não tivesse visto que o homem mantinha as calças na altura dos joelhos e as mãos não paravam de se mexer.
No começo, pensei que talvez ele estivesse urinando, mas quando olhei mais de perto, descobri que na verdade ele tinha o pau nas mãos e estava massageando. A visão, claro, despertou meu instinto natural de curiosidade e me propus a observar o que ele estava fazendo. Achei, porém, que quando percebeu que eu estava olhando, o homem se posicionou de tal forma que ficou de lado, talvez para que eu pudesse ver de onde estava sentado tudo o que ele fazia. E foi exatamente isso que aconteceu.Vi claramente que ele segurava o pau bem firme e puxava com força para cima e para baixo, enquanto suas pernas estavam meio dobradas. Sem perder nenhum detalhe, nem mesmo tirei os olhos dele, o que aparentemente o agradou, pois, caminhando até a beira da terra sem soltar de jeito nenhum seu pau, me ofereceu uma visão completa e clara de suas ações. Notei que o homem continuava manipulando seu membro endurecido, mas sem parar de me olhar, o que aparentemente o agradava e sem dúvida o excitava.
Como não estava disposto a perder essa nova lição, continuei observando tudo o que ele fazia, até perceber que ele fechou os olhos e começou a gemer bem devagar, enquanto jatos imensos de um líquido branco e viscoso começavam a sair de seu pau ereto, que se perderam no chão, embora parte de sua mão ficasse toda melada. Quando terminou de gozar, ele sacudiu seu pau semiflácido e o guardou, levantando a calça e a cueca. Depois saiu dali e entrou na casa ao lado.
— Ah, mamãe estava urinando ou o quê?...
— Sim, Cielo Riveros... ele urinou... mas fez igual ao seu pai naquela noite... Lembra?
— Ah, sim, mamãe... e também quando ele me acordou naquela noite e você veio no meu quarto, né?
— Exatamente... como você viu, é meio branco branco... — Sim, gata... e fica mais quente e parece porra, né?...
"É, gostosa..." é assim que se fala...
— Ah, minha linda... e depois ele foi embora e tal?... não viu mais ele?
— Não... foi só naquela hora que eu tava sozinha no quintal...
— Hmm... é... e o que mais?
Eu já tinha meu passarinho pra fora e apertava ele com as minhas mãos pela experiência deliciosa que minha esposa contou pra Cielo Riveros. Mas com certeza eu não queria chegar tão rápido, então quando sentia a vontade de gozar, eu soltava e ficava uns momentos sem tocar até a sensação passar, e depois sacudia ele de novo com as minhas mãos numa prática super excitante e gostosa. Fiquei de ouvido atento pra continuar escutando Mirian Caballero.
"Continuei sentada no mesmo lugar, mas sentindo uma sensação meio esquisita debaixo da saia, especialmente entre minhas perninhas. Depois de um tempo ouvi a voz da amiga da minha tia que me disse:
'Vem cá, Elsie...' a gente terminou...
Me levantei e entrei na casa. Vi que a amiga da minha tia fechou a porta por dentro. A gente foi até o quarto, onde a tia Rebbe ainda tava sentada na beirada da cama, e aí ela me disse:
—Elsie... Anita e eu já terminamos o trabalho... Agora queremos brincar de um joguinho entre nós três que sei que você vai gostar, antes que sua mãe volte...—Sim, tia Rebe...
“Bom... vamos te mostrar um jogo novo chamado ‘O Médico’... O que vamos fazer é o seguinte: Um de nós será o médico e o outro o paciente. O médico vai examinar a paciente para saber que doença ela tem... depois vamos trocar os papéis para que nós três aproveitemos. O que você acha?
—Ah, sim.... Eu adoraria, tia Rebe...
“Muito bem, gostosa... Sabia que você ia gostar... então, para começar, Anita vai ser a doutora e você vai ser a paciente. E eu vou ser a enfermeira e ajudar a Anita nos exames... Beleza?..
—Sim, tia... mas me explica como... porque eu não sei...
—Sim, linda.. vai ser assim... Não se preocupa... É só você deixar tudo acontecer, tá bom?
—Sim... tudo bem...
Como já estava excitada com o que tinha visto antes no quintal do vizinho, não foi difícil aceitar e especialmente cooperar com esse novo jogo que eu ia aprender com elas. Então a tia Rebe me deitou na cama e sua amiga, chegando perto de mim, me disse:
—Me diz onde está doendo.... aponta o lugar onde você sente o incômodo, tá, linda?
Sem saber na hora o que responder, só pensei em apontar minha mão pra parte de baixo da minha virilha, onde mais do que sentir alguma dor eu sentia uma ardência gostosa que fazia minha pequena buceta ameaçar sair de mim. Anita abriu minhas pernas e me disse na hora:
—Vamos ver... vamos ver o que você tem...
Ela colocou a mão por baixo do tecido da minha saia e começou a explorar aquela região perdida com os dedos quentes, o que provocou um formigamento intenso e gostoso na minha pelve sem pelos. Na mesma hora ela pegou o tecido macio da minha calcinha e começou a esfregar os dedos no meu pubis bem curtinho. Eu me deixei fazer tudo isso sob o olhar ardente da minha tia, que acompanhou de perto e sem perder nenhum detalhe as manipulações da amiga dela em mim. Ouvi Anita dizer:
— Enfermeira... me ajude a despir o paciente...
— Sim, doutora...
Tia Rebe se aproximou da cama e começou a me despir até me deixar completamente nua. Naquele momento já sentia necessidade de urinar, mas fiz o possível para segurar e não acabar o jogo tão rápido. Anita, ao me ver nua, não parava de me admirar, vendo que eu estava completamente depilada e que pequenos botõezinhos de carne começavam a aparecer em mim. Aparentemente ela adorava garotas da minha idade, pois percebi no fundo de suas pupilas um brilho tão intenso que me excitou ainda mais. Mas ver a forma como ela agia me deu certa confiança, já que fazia tudo tão devagar e com tanta doçura, que fechei meus olhinhos e me entreguei às carícias ternas que ela me oferecia. Ouvi quando tia Rebe disse:
— O que a senhora tem, doutora?...
— Mmmm... Acho que ela tem um probleminha na sua coisinha... Vou ter que abrir para examinar melhor...
— Quer que eu ajude?
— Sim... Por favor, abra mais as pernas dela para eu ver de perto...
Minha tia assumiu a tarefa encantadora de abrir minhas pernas em forma de V, enquanto Anita subia na cama e colocava seu rosto diante da minha boceta molhada. Afastando os pequenos lábios da minha vulva com as mãos, ela me observou e passou vários minutos examinando o canalzinho rosado diante de seus olhos. Após a longa inspeção visual, a amiga da minha tia comentou com voz trêmula de desejo:
— Oh... mas que linda é sua coisinha, Elsita... Vou ter que enfiar a língua para saber o que você tem...
Dizendo e fazendo, imediatamente se dedicou à sucção requintada, metendo a ponta da língua no intrincado corredor do meu coelhinho virgem. Conhecendo os segredos que a chupada de uma mulher podia produzir — e minha própria tia havia sido quem me mostrara —, relaxei meus membros pronta para aproveitar ao máximo a carícia quente, enquanto levantava os braços... máximo para ficar mais confortável. A língua da Anita entrava e saía lentamente da minha fenda enquanto um dos seus dedos tocava o centro enrugado da bunda. Essa nova sensação que eu tanto amava me fez levantar as nádegas para favorecer seu toque no buraco do meu traseiro. Não querendo de forma alguma ficar de fora das delícias do momento, a tia Rebbe subiu na cama e começou a esfregar minhas mãos, o que me deu uma descarga elétrica violenta que fez tremer todo o meu corpo. A tia Rebe, certamente atraída pela forma como minhas axilas sem pelos apareciam, se posicionou de tal maneira que começou a beijar minhas axilas, passando de um braço para o outro sem parar nem um momento. Essa nova sensação gostosa me provocou um desejo tão intenso que não aguentei mais, e disse à Anita:
— Anita... Vou mijar... Vou mijar na sua boca...
“Sim, gostosa...” mija... vamos... Despeja toda a sua mijadinha na minha boquinha...
Sem parar de chupar minha boceta trêmula, senti seu dedo mindinho entrar dentro do meu cu, explodindo na minha primeira gozada tão abundantemente, que a amiga da minha tia não conseguia conter os jatos de líquido que minha xota expulsava dentro de sua boca. Enquanto isso, a tia Rebe continuava agarrada às minhas axilas, aspirando o cheiro que exalavam e chupando os sucos suados dessa região especial. Quando finalmente terminei de mijar, Anita comentou:
“Ah, Elsita... Saiba que não encontrei nada de errado com você... sua doença não é cuidadosa... então pode se levantar da cama...”
Obedeci ao ouvir minha tia dizer à sua amiga:
— Bom, Anita... agora eu serei a doutora... A Elsie será a enfermeira e você será a paciente...
— Sim. — respondeu sua amiga com o rosto inflamado de luxúria —
Sem esperar mais, Anita deitou-se na cama ainda com a roupa vestida. Foi então que minha tia lhe disse:
— Vamos ver... me diga onde dói... onde sente essa coceira...
“Aqui embaixo, doutora... coça demais...” Queria que você examinasse pra ver o que está acontecendo comigo...
— Certo... bom... mas vou ter que tirar sua roupa...
— Sim, doutora... faça... mas faça rápido, por favor...
Minha tia, virando-se para me olhar, ordenou:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
Gostei demais daquele novo jogo. Foi muito diferente. Nunca tinha feito aquilo antes, e muito menos com duas mulheres, o que me causou um prazer tão especial que senti de novo, sem saber por que, o delicioso fluxo de líquidos sob minha pélvis sensível. Comecei a tirar a roupa da Anita até que não sobrou nada nela. Depois, seguindo as instruções da minha tia, ela deitou de novo enquanto minha tia apontava para mim:
— Enfermeira... agora abra as pernas da paciente.
Subi na cama e fiz o que ela pediu, enquanto ainda observava o triângulo peludo da frente da Anita, que se destacava enfaticamente entre sua virilha morena. Mas o que mais atraiu meu olhar foi a bunda empinada e a maciez de suas belas nádegas apertadas, onde florescia aquela mancha escura do seu ânus, em cujos contornos escuros percebi o nascimento de uma suave e brilhante penugem. A tia Rebe observou por um bom tempo a região secreta de sua amiga com um olhar cheio de uma alegria estranha. Quando minha tia terminou seu minucioso trabalho contemplativo, ela se aproximou da região secreta da Anita e, baixando o rosto até o centro de sua fenda, começou a lamber essa iguaria saborosa sem nenhuma consideração, enquanto eu observava a grande carícia tocar o interior das minhas coxas. Logo a Anita começou a soltar uma série de gemidos que mostravam a eficácia da outra... É uma porra tremenda e violenta, até que ela não teve outra escolha a não ser dizer com gritos ansiosos:
— Jááá.... Rebeca... Vou gozar.... Vou entrar na sua boca...
— Isso... manda seu leite... manda tudo... putinha... vamos...
A Anita se esticou com força, agarrando o rosto da minha tia, que enfiava e puxava a língua da gruta escura e viscosa, enquanto ela começava a gritar e berrar, presa nos espasmos mais brutais. Não... eu sabia o que fazer, e lembrando o que minha tia tinha feito comigo antes, levantei o olhar para as axilas da sua amiga, que com os braços levantados exibia axilas completamente depiladas, mas não menos lindas pela escuridão da sua pele. Encorajada pela visão que a parte de baixo dos seus braços me oferecia, aproximei meu rosto deles, apreciando pela primeira vez que as axilas de uma mulher de pele escura são muito mais atraentes à vista do que as de pele branca, já que mostram certas dobras naquela parte escondida que parecem caminhos sutis traçados com um pincel treinado. Enquanto Anita transbordava de orgasmos furiosos,
Enterrei meu nariz naquela deliciosa área, cheirando o aroma especial das suas axilas. Depois comecei a lamber a pele marrom sedosa, passando a língua pelos caminhos já descritos, para então passar para a outra axila escurecida, até que me cansei de cheirar aquela parte especial que agora descobri. Anita, quando terminou de aproveitar o gozo e ainda com um olhar perdido, comentou com minha tia:
"Oh, Rebecca..." que delícia... tudo isso é tão incrível....
"Gostou, minha amiga?"
— Ah, sim.... Adorei... mas vamos continuar porque não temos muito tempo....
"Sim", disse minha tia, "então agora é a vez da Elsie ser a doutora, e você será a enfermeira"
"Sim", eu disse, com a voz trêmula
A tia Rebe deitou-se rapidamente na cama. Eu, imitando a forma como elas tinham agido, disse à minha tia:
— Muito bem... me diga onde dói... me diga o que você sente...
— Ah, não sei, doutora... Veja, sinto algo muito quente lá embaixo...
"Entre as suas pernas?"
"Sim... bem aí...
— Muito bem... vamos ter que examinar...
Me meti na cama pela enésima vez. Não havia dúvida de que esse joguinho era encantador. Tão gostoso e quente que minha calcinha já estava experimentando mais umidade do que já tinha. Foi quando eu disse para Anita:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
A amiga da minha tia começou a despi-la com extrema alegria, enquanto um sorriso de prazer e um sorriso de satisfação bordava seus lábios morenos. Quando a deixei completamente apertada, disse novamente:
"Agora... abre as pernas pra eu ver melhor..."
Anita subiu na cama e afastou ambas as pernas, revelando o conhecido tesouro de pelos loiros da minha tia. Quando observei de perto a vista magnífica que a tia Rebe tinha do triângulo púbico, afundei sem dizer mais uma palavra nas dobras de sua fenda, abrindo meus lábios com meus dedos enquanto minha língua pequena abria caminho até a gruta rosada e perfumada. Sabendo que ela curtia ao máximo a carícia anal, coloquei meu dedo na porta enrugada do seu cu e comecei a fazer movimentos circulares, enquanto o afundava no lindo esfíncter rosa de sua bunda. Minha tia não demorou muito para começar a gemer desde o ventre, o que me levou a chupar seu grelo com muito mais força e intensidade, enquanto meu dedo desaparecia completamente, perdendo-se dentro de seu canal anal.
Anita, desejando repetir as cenas das axilas, levantou os braços e foi se agarrar às axilas da minha tia, que, por ter pele branca, não mostrava a vista curiosa e excitante de suas axilas, mas ainda assim estavam deliciosas ao toque da língua. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor de seu cu apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a explosão orgásmica irremediável que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu seguia chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Durante longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no... corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em pé sobre seu lindo corpo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
— Aaah.... Elsie.... Vou mijoar na sua boca... Vou mijoar....
Intensifiquei meus movimentos de sucção na sua vulva quente enquanto sentia seu corpo tremer debaixo do meu rosto. Anita, por sua vez, não parou de beijar suas axilas, o que sem dúvida aumentou os prazeres espasmódicos da sua gozada, até que finalmente foi derramado em abundantes eflúvios que bebi com a presteza e dedicação com que me haviam ensinado.
Tendo terminado a sessão do dia e talvez temendo o retorno da mãe, Anita disse à minha tia:
“Ah, Rebecca... Eu adoraria fazer o máximo... mas não podemos continuar, minha mãe não vai demorar...
“Sim...” Eu sei, minha amiga... Acho que já está bom por hoje...
—Sim... mas me diz Elsita... você gostou do jogo da “Doutora”?...
“Ah sim, Anita... Gostei muito...
“Tá bom... então outro dia a gente pode brincar de novo...” O que você acha?
“Se minha tia me convidar, sim...” Respondi, me virando para olhar para ela.
— Ah, mas é claro, linda... você vai ver que a gente vai fazer de novo com a Anita... Ela é muito gostosa, né?
“Sim... ela é muito gostosa...
— Obrigada, querida.. Ela respondeu: "Mas agora vamos nos vestir, porque se a mamãe chegar e nos encontrar assim..." ufff... ela vai gritar até o céu... hehehehehe...
Imediatamente nós três começamos a nos vestir, enquanto Anita arrumava os lençóis da cama para não deixar vestígios do joguinho intenso que tínhamos feito. Pegando seus livros da mesa, a tia Rebbe comentou com sua amiguinha:
-Bom, Annie... tá na hora de gente ir embora... "Tchau", disse, beijando-a na bochecha "Tchau, meu amigo...
"Tchau, Anita", eu disse em sinal de despedida.
"Oh, vem cá, lindinha... você é adorável..." Se cuida...-comentou, me dando um beijo também-
Saímos de lá e logo subimos no ônibus que nos levou pra casa."
— Ah, mamãe... que jogo gostoso esse de "A Doutora", né?
"Sim, linda... É um jogo bem gostoso mesmo....
"Oh, mamãezinha... Queria que a gente jogasse isso também...
"Claro, bonita... com certeza... pode ter certeza que...
"Mas—" A gente precisa de um amigo, né? Cielo Riveros perguntou animado
—Sim, claro... mas eu cuido disso... Não se apressa...
—Sim, mamãe....
-Muito bem, pequena... mas agora é hora de dormir, porque seu pai não volta tão cedo...
— Ah, mamãe... Queria que você continuasse me contando...
Eu também adoraria, Rubicita—" mas por enquanto não me convém... será amanhã... Tá bom? —Sim, mamãe...
"Muito bem... Agora vem cá que vou te vestir para levar pra sua cama.
Quando terminei de ouvir essa frase, desci as escadas voando. Minha rola estava vermelha e mole depois das tremendas gozadas que dei ao ouvir essa parte da história da infância da minha esposa. Fui ao banheiro e lavei a rola pra me livrar da enorme quantidade de porra que escorria. Tinha sido mais uma noite inesquecível. Uma noite quente. Sim. Tão quente quanto o verão.
Pouco depois, quando minha esposa me alcançou na sala, quase caí no sono de exaustão. Ela me disse:
—Ah, Aldo... Tô com tanto calor...
"Oh, amor... Obrigado... Muito obrigado por me dar esses momentos...
—Hmmm... Vejo que você curtiu demais, né?
- Sim... você não tem ideia de como isso me deixa excitado...
"Ah, sim..." Tô vendo... O ruim de tudo isso é que não posso me aliviar...
"Não termine, amor... Sei muito bem que você se alivia com Cielo Riveros...
— Ah, claro... o que você estava esperando?... mas você sabe que não é a mesma coisa... e também me deixa muito excitado lembrar do meu passado...
— Hmmm... você realmente tem uma história fenomenalmente quente, amor...
— Você gosta?
— Claro que gosto... Por isso quero que termine de contar tudo pra ela... Não quero perder nada...
"Você quer que eu continue contando tudo isso pra garota?"
- Sim, querido... por favor, por favor, me completa... se fizer isso, juro que também farei tudo o que você pedir...
"Tudo o que eu pedir?"
"Sim... tudo....
— Hmmm... muito bom, Aldo... mas pra constar, isso é um pacto entre nós dois...
- Eu sei, mulher... Eu sei... E você sabe que vou fazer
- Tá bom, querido... mas vamos dormir agora, está tarde...
No dia seguinte, estando no escritório, meus pensamentos só estavam dedicados aos intensos momentos noturnos em que me masturbava como um louco ouvindo a história da minha esposa pra Cielo Riveros. Reconheci que o fato de me esconder para ouvir a história de Mirian Caballero produzia uma espécie de febre que eu não conhecia. O tesão que suas experiências provocaram em mim foi tão intenso que eu realmente não sabia a razão de tudo o que sentia. Seria a forma sutil como minha esposa costumava recriar as aventuras da infância? Ou seria o fato de ela ter escondido de mim suas experiências quando criança, que agora eu descobri escondido atrás da porta? Será que a presença de Cielo Riveros ao ouvir tudo isso me inflamou? Não sabia ao certo. Mas do que eu tinha certeza era de que não queria que ela terminasse de contar tudo isso pra garota por nada desse mundo, porque eu estava me acostumando a ser o ouvinte oculto das suas tremendas experiências eróticas. Quando cheguei em casa, a encontrei com as luzes apagadas. Subi as escadas com cuidado. até chegar no batente da porta da sala principal. Vi que minha esposa e minha filha estavam sentadas na cama conversando. Dessa vez, Mirian Caballero me viu imediatamente e, esperta, mudou o rumo da conversa dizendo para Cielo Riveros:
Sabe, gostosa?... Algum dia, quando estivermos sozinhos, vamos brincar alguns daqueles joguinhos que eu contei que costumava fazer com minha tia... - Sim, mamãe... Já disse que adoraria isso...
"Eu sei..." Eu sei... mas vai ser quando eu achar conveniente... Tá bom?
"Sim, mamãe..." mas você não me contou o que aconteceu depois que sua tia te pegou com sua mãe fazendo aquilo... me conta... Cumpriu a promessa que fez pra sua mãe?
"Oh, não... claro que não..."
"Por que não, mamãe?"
"Bom, porque se eu tivesse cumprido, poderia correr o risco de minha tia ficar brava por eu querer enganá-la..."
- Ah, sim... que esperta você era, mamãe...
"Claro, lindo... tinha que ser...
"Sim, é verdade... aliás..." Você disse que ela percebeu tudo, né?
"Oh, com certeza, Chapeuzinho... ela viu tudo... então não teve como eu me safar mentindo...
"É... é... mas... E o que aconteceu depois, mamãe?
"Quer saber, meu pequeno?"
"Sim, mamãe..." por favor, continua me contando...
— Tá bom.... escuta:
Durante dois dias tive que ficar trancado no meu quarto por causa da gripe, e minha mãe aproveitou essa circunstância para vir à noite me aplicar os supositórios. Mas agora percebi que, antes de começar o jogo, ela se certificou de que a porta do meu quarto estivesse bem fechada. Estava claro que ela não queria outra interrupção tão inesperada quanto a anterior. Eu, por minha vez, cooperei de bom grado com suas manipulações anais, desfrutando com imenso prazer das delícias da sua mão fuçando dentro do meu cuzinho, que agora se tornou uma dupla massagem quando outro dedo entrou em paralelo no meu canal frontal. A mijada que soltei foi tremenda; tanto que senti um desejo terrível de continuar "doente" para que essa festa de manipulação não acabasse. Mas uma notícia indesejada chegou para interromper os planos da minha mãe, porque um irmão dela informou que minha avó estava hospitalizada num sanatório por um problema renal. O incidente obrigou minha mãe a se ausentar de casa no terceiro dia, já que todos os familiares se revezavam para cuidar da vovó à noite. Por isso ela me comentou:"Linda... Vejo que você está muito melhor... Por isso vou ter que deixar você aos cuidados do seu pai."
"Por quê, mamãe?"
"Porque vou ter que ir ao sanatório ficar com sua avó... Já te disse que ela está muito doente..."
"Sim... Eu sei... mas não se apresse, mamãe... Já estou me sentindo bem..."
"Já percebi, Elsi... por isso vou suspender seu remédio... mas de qualquer forma, papai vai ficar de olho em você caso precise de alguma coisa..."
"Sim, mamãe..."
"Muito bem... E agora vou te deixar, porque tenho que ir..."
"Cuide-se, mamãe..."
Como não tinha podido ver minha tia por vários dias, no fundo estava ansioso para abraçá-la e beijá-la, então comecei a bolar um plano para ir ao quarto dela à noite e surpreendê-la. Estava me preparando mentalmente para me aproximar da minha tia no quarto dela quando todos estivessem dormindo, quando de repente meu pai entrou no meu quarto:
— Oi, meu bem... como você está se sentindo hoje?— Bem, papai... Estou me sentindo muito melhor...
— Que bom... fico feliz em ouvir isso, Elsi...
— Obrigada, pai...
— Então, gostosa... você sabe que sua mãe vai ficar fora hoje à noite... Então vim ver o que tem de oferta...
— Não... nada, papai... Estou bem...
— Já jantou?
— Sim... a senhora me trouxe algo para comer antes de sair...
— Muito bem... De qualquer forma, estarei aqui para qualquer coisa... Mas quero te recomendar uma coisa, linda...
— Sim, papai...
Fica no seu quarto e não sai... Não quero que você tenha uma recaída... entendeu?... É melhor eu ir te ver pra saber se está tudo bem... me diz... Você vai fazer isso?""Sim, papai..."
— Bom... então eu vou... e vou dormir, vou sim...
"Tá bom..."
Papai saiu do meu quarto e eu fiquei pensando que o melhor jeito dele não perceber que eu ia pro quarto da minha tia era esperar até ele dormir. Então fiquei naquela ansiedade até achar que era hora de sair. Tava quase levantando da cama quando ouvi passos no corredor, aí tive que me enfiar rápido debaixo do lençol. Escutei a porta abrindo e vi a cara do papai espiando, sem entrar no quarto. Quando ele viu que eu tava deitado, fechou a porta e foi embora. O imprevisto me deixou em alerta, e acabei tendo que ficar mais um tempinho no meu quarto.
Achando que já dava pra ir, saí de fininho até a porta, abri e olhei pra fora — tudo escuro. Fechei a porta com cuidado e fui pro quarto da minha tia. Tava quase girando a maçaneta pra entrar quando uns sussurros que ouvi me fizeram parar. Estranhei ouvir vozes lá dentro, porque sabia que éramos só nós três em casa. Com quem minha tia tava falando? Colei o ouvido na madeira e comecei a captar o diálogo, escutando a voz suave da tia Rebbe comentar:
-Não, Oscar... pode ser perigoso...
-Vamos, Rebecca... sua irmã não vai vir, te garanto...
"E como você sabe?... não pode ter certeza disso...
-Bem, não... mas não acho que ela venha hoje à noite... ela vai estar de plantão no sanatório.
"E se os planos mudarem?... Não sabemos. -comentou minha tia-
—Mas eu realmente quero... faz tantos dias que não fazemos...
"É..." Eu também estou assim... e tem a garota...
-Sim... mas ela está dormindo bem... Acabei de ir no quarto dela pra me certificar...
— Bom, sim... mas ela pode acordar e vir pro seu quarto... pode precisar de alguma coisa...
"Ela não... Eu falei pra ela dormir e não levantar..." insistiu meu pai
-Sim, Oscar... mas não tô tão segura... Essa garota é muito esperta e percebe as coisas... Imagina o problema se ela soubesse?
"Eu sei, eu sei... vamos, Rebeca... vai ser só um tempinho..." Eu juro...
— Mmm... tá bom... mas tem que ser rápido..."Sim... sim..."
"—Apesar da minha idade, já não tinha dúvidas do que acontecia lá dentro, porque era mais do que evidente o que minha tia fazia com meu pai às escondidas da minha mãe. Foi por essa razão que, quando a conversa parou, encostei um dos meus olhos na fechadura, de onde dava para ver claramente o interior do quarto. Vi meu pai e minha tia se abraçando apaixonadamente enquanto se despiam com uma velocidade incrível. As roupas caíram no chão uma em cima da outra, enquanto as mãos deles se acariciavam com um desejo incontrolável que testemunhava a luxúria secreta dos encontros escondidos. Logo ficou evidente a nudez dos dois e também a desesperança de deitar, ao ver que meu pai carregava nos braços o corpo delicado e branco da tia Rebe, que de olhos fechados se deixou levar por ele até a própria cama. Uma vez lá, Papai abriu as pernas dela e as levantou para cima, enfiando os dois pés atrás das aberturas da cabeceira. Dessa forma, o corpo da minha tia ficou dobrado com a bunda aberta e de frente para o corpo suado do meu pai, que já empunhava seu canhão enorme de pau com uma das mãos. Ele se posicionou apressadamente entre as pernas abertas em tesoura e colocou a cabeça do seu pênis avermelhado na entrada da sua majestosa fenda que eu conhecia tão bem. O tesouro loiro e luxuoso da tia Rebe se abriu avidamente diante da perspectiva de uma penetração iminente, que chegou com força no ataque do pau do papai, que se jogou com força sobre ela e enfiou seu bastão vertical nas profundidades molhadas da minha tia tarada. Com movimentos ardentes, os dois começaram o clássico vai e vem enquanto o pênis do papai entrava e saía em alta velocidade daquela gruta rosada, que recebeu com alegria e prazer o pedaço de carne quente enfiado até o talo nela. Claro que nunca saí da fechadura, guardando aquelas cenas inesquecíveis pela primeira vez. Na minha vida; Bom, devo dizer que, apesar de ter feito muitas coisas com minha tia, com minha mãe e até com meu próprio pai, nunca tinha visto um homem e uma mulher transando ao vivo. Era óbvio o que aquelas cenas quentes estavam causando nos lábios da minha bucetinha, que, tremendo de desejo, se contraía de tesão ao sentir o clássico melado escorrendo dentro da minha fenda. Sem ter outra opção à mão, comecei a acariciar a parte interna das minhas coxas, inserindo o dedinho no meu canal secreto, sem parar de observar o tremendo acoplamento que os dois me ofereciam. Alguns minutos depois, ouvi os gemidos ansiosos da minha tia, que não conseguiu silenciar seus sentimentos diante da proximidade do orgasmo e gritou como uma louca para meu pai o que estava prestes a experimentar:
— Mais rápido... mais rápido do que eu vou... mais rápido... Mais...Desejando agradá-la e ao mesmo tempo aumentar o delírio de seus espasmos, meu pai intensificou suas investidas, afundando seu pau inchado com mais força e velocidade no intrincado canal aberto, até que finalmente minha tia explodiu em um delicioso tremor que a fez soltar as pernas da cabeceira e envolvê-las em volta do pescoço do papai. Ele também sentiu os efeitos do rugido ao descarregar furiosamente no delicioso pãozinho da tia Rebe, que alegremente recebeu a abundante chuva leitosa apertando o bastão para dentro com seus músculos vaginais. Vi que momentos depois os dois ficaram quietos, beijando-se na boca com gosto, como se agradecessem mutuamente pelo tremendo momento de calor que haviam proporcionado um ao outro. Como sempre, foi minha tia quem, com sua habitual moderação, disse ao papai:
— Já, Oscar... você deve ir agora... Não quero que tenhamos uma surpresa...
"Sim..." respondeu ele, tirando o pau dela.
Percebi que era hora de me retirar para o meu quarto, então abandonei meu posto de observação e entrei no meu dormitório. Enrolado na minha cama, não conseguia esquecer aquelas cenas luxuriosas de seus corpos coabitando com tanta alegria, então não tive outra escolha a não ser afundar meus dedos novamente nos meus com a intenção de saciá-los. Acho que urinei várias vezes naquela noite e depois adormeci de exaustão.
— Oh, mamãezinha... então seu pai e sua tia Rebe transaram?
"Sim, linda..." mas eu não sabia até aquela noite quando sem querer os descobri...
"Sim..." Deve ter sido muito gostoso ver tudo aquilo, né?
"Com certeza, Rubicita... foi mais do que isso...
— Você realmente gostou de observar tudo o que eles fizeram naquela noite, mamãe?
"Sim..." Foi algo que realmente me encantou, pequena... você não tem ideia de como pode ser gostoso...
— Oh, mamãe... Eu adoraria ver você fazendo isso com o meu pai...
"Você gostaria mesmo?"
"Sim... claro que sim..."
"Então um dia... Vou realizar seu desejo..." mas temos que fazer de um jeito que ele não descubra... assim é melhor... -Sim... como você diz, gata... mas o que mais aconteceu? — Deixa eu continuar te contando...
Sim...""No dia seguinte eu já me sentia perfeitamente bem, então deixei a cama e voltei à minha vida normal. Foi por isso que quando encontrei minha tia na sala, nos abraçamos muito felizes por nos vermos de novo. Ela me disse:
— Elsie... Preciso conversar com você...
— Sim, tia — quer conversar aqui?
— Não... não... é melhor você vir comigo... Vamos à loja e te compro uns doces...
— Sim... vamos...
Saímos para a rua e enquanto caminhávamos pelo caminho ela me perguntou:
— Me conta, minha querida... O que sua mãe disse quando eu peguei vocês fazendo aquilo naquela noite?
— Ah, nada, tia... Ela não disse nada...
— Sério?... que estranho... Pensei que ela estivesse preocupada com isso...
— Bom, no começo ela estava preocupada... mas depois se recompôs... Talvez ela tenha pensado que você não tinha percebido...
— Ah, mas claro?... se estavam simplesmente de boa quando eu entrei...
— É... Eu sei, tia... mas ela provavelmente não acredita...
— Tudo bem... Não tem problema com isso... mas me diz uma coisa, Elsie...
— Sim, tia...
— Você gosta que sua mãe faça isso com você? — Ah, sim, tia... claro que eu gosto... Me sinto muito bem quando ela coloca o supositório, mas me sinto mais linda quando ela põe o dedo pra não vazar...
"Não minta pra mim, eu sei muito bem que ela não só mete o dedo no seu cu, mas também mete no...
— Ah, sim, claro... — ela aproveita pra colocar outro na minha frente... e eu me sinto deliciosa, tia...
— É, tô vendo... e você tem razão, gostosa... isso é muito gostoso...
— Sim, tia... Eu adoro quando ela faz isso comigo... Mas me diz, te incomoda que ela me toque?
— Não... não... como é que você pensa... ela é sua mãe e eu só sou sua tia...
— É, eu sei... mas quer que eu te conte uma coisa?
— Conta...
— Eu gosto mais de fazer com você do que com ela...
— Ah... sério?... É verdade o que você tá dizendo, meu bem?
- Sim, tia... Não estou mentindo pra você... - Por que diz isso, Elsie?
"Porque gosto muito mais de ficar com você do que com ela..." Não nego que curto o que ela faz comigo... mas as brincadeirinhas que você me ensinou são mais quentes... mais gostosas... Não sei como explicar...
"Sem pressa, minha querida... Te entendo perfeitamente... e fico muito feliz que você me diga isso..."
"Isso é ótimo, tia..."
"Mas então, Elsie... Te chamei pra sair porque queria te contar uma coisa..." Tenho uma surpresinha pra você que sei que vai adorar...
"Ah... e o que é?"
- Olha só, minha amiga Anita e eu estamos preparando outro encontro pra amanhã à tarde, e queria te convidar pra ir comigo... Quer?
- Ah claro, tia... quero sim... me levar...
"Sim, vou levar..." Vou pedir permissão pra minha irmã.
"Tudo bem..." Me avisa, hein?
"Sim..." Te conto...
Por causa das circunstâncias, não houve problema pra minha mãe me dar permissão pra sair com minha tia no dia seguinte. Então pegamos um táxi e fomos pro bairro onde morava a amiga e amante da tia Rebe. Tenho a impressão de que elas prepararam tudo com antecedência, aproveitando certamente as longas ausências da mãe da Anita, porque quando chegamos na casa dela, ela estava sozinha. Anita nos recebeu com carinho, dando uma atenção especial a mim, me abraçando com ternura e sorrindo constantemente pra mim, sendo evidente a alegria e o prazer que minha presença causava nela. Também percebi que tanto minha tia quanto sua amiga e colega de escola tinham uma predileção particular pela prática da pedofilia, me usando
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