Cielo Riveros é iniciada pelos pais

Eu nem estava contando quantas vezes já tinha ido até então, porque as confissões que minha esposa fazia para minha filha, além de eu ignorar, me deixavam tão excitado que a porra já não queria mais sair do meu pau. Mas eu não estava disposto de jeito nenhum a parar de ouvir as emocionantes confidências da infância de Mirian Caballero, que aparentemente tinha capturado totalmente a atenção da minha filhinha Cielo Riveros, deixando-a tão vidrada quanto éramos minha esposa e eu. Continuei ouvindo o que minha esposa dizia para minha filha.Cielo Riveros é iniciada pelos paisDepois daquela primeira vez, fiz pequenas coisas com minha tia no sótão, brincando de esconde-esconde, e depois à noite, na solidão do quarto dela, surgiu em mim um desejo incompreensível de estar perto dela que eu não conseguia evitar de procurá-la frequentemente para convidá-la a repetir tudo aquilo de novo. E para ser honesto, devo dizer que a tia Rebbe cooperou muito comigo, então deduzi que ela também adorava brincar comigo. Um dia, quando estávamos sozinhos de novo, ela me disse:sexo—Elsi... Seus pais saíram... Você não gostaria de voltar a brincar? Pulei de alegria e respondi animada: —Sim... O que vamos brincar dessa vez, tia?... Vai me ensinar outros joguinhos? "Sim, gostosa..." Vou te mostrar outras coisas. —Tá bom, agora... me diz o que é...latina— Vamos brincar de um jeito diferente... Quero te ensinar tudo que sei, Linda.
- Sim, tia... Como você mandar.
— Dessa vez vamos fazer de conta que somos pai e mãe... Gostaria?
- Sim, tia... mas não sei brincar...
"Não se preocupa, Elsi, eu te ensino..."
"Tá bom..." Como é que faz, tia?
"Vem aqui primeiro, vamos subir no sótão pra ficar mais seguro"
Segui ela escada acima até chegar na sala de trabalho vazia. Vi minha tia tirar aquela cortina velha que tava pendurada e estender no chão. Aí ela me disse:
"Pra essa brincadeira a gente tem que tirar toda a roupa, gostosa..." vem cá, eu te ajudo.
Minha tia foi tirando minhas roupas até eu ficar pelada. Depois começou a fazer o mesmo enquanto eu olhava o corpo lindo dela e aquele pentelhinho escuro aparecendo em cima da buceta. Quando as duas estavam prontas, ela falou:KatherineVem, Elsi... Vamos deitar no chão.

Obedeci com prazer, sentindo uma emoção dentro do meu peito que me fez tremer por toda parte. Parece que isso também deixou minha tia muito excitada, porque percebi que ela estava respirando muito ofegante e com o rosto vermelho. Ela comentou:

— Para esse jogo, um tem que ser a mãe e o outro o pai...

— Ah, sim, tia?... bom... me diz o que você gostaria de ser...

— Para você aprender bem, eu serei o pai primeiro e você a mãe... depois a gente faz ao contrário... Quer?

— Sim... sim... tia...pauzao-Muito bem, Elsi... Agora deita de costas olhando para o teto. — Você gosta disso?... "Sim, assim..." Quero que você preste muita atenção em tudo que vou fazer com você, para depois você fazer o mesmo comigo... Tá bom? -Sim, tia... mas me diz uma coisa... É assim que os pais fazem quando estão sozinhos? "Sim, gostosa..." é assim que fazem... Por isso eu te disse que dessa vez ia te ensinar algo novo. "Ah, que delícia...ceu— Relaxa seu corpinho e tenta abrir as pernas o máximo que conseguir...
Fiz o que ela pediu e me soltei sobre o tecido velho, com os braços esticados e as pernas abertas. Minha tia começou a beijar meu corpo bem devagar, tão devagar que sua língua quente, ao passar pela minha pele, provocou um formigamento intenso que me deixou louca. Fechei os olhos para aproveitar a alegria de suas carícias. Ela me beijou com a língua desde a ponta dos meus pés até a entrada das minhas orelhinhas, causando uma coceira estranha na entrada da minha fenda que me deixou toda arrepiada. Enquanto ela me acariciava assim, eu imaginava meu pai e minha mãe fazendo tudo aquilo no quarto deles, imaginando como devia ser gostoso e delicioso para minha mãe quando a boca do meu pai a tocava.boquete profundoA tia Rebe passou um tempão esfregando a boca e a língua por todo o meu corpo até que me pediu para virar de costas. Eu virei e comecei a sentir agora como ela acariciava minhas pernas, minha bunda, minhas costas e meu pescoço. As sensações gostosas que a língua dela provocava em mim faziam minha pele ficar arrepiada, me fazendo tremer completamente com o contato delicioso da boca dela. Mas então ela se concentrou justamente no cuzinhoGostosana minha bunda, porque ela abriu minhas nádegas com as mãos e colocou a ponta da língua no meu esfíncter traseiro. Foi uma experiência diferente, já que ninguém tinha feito isso comigo antes. Enquanto ela continuava focada em enfiar a língua na minha fenda apertada, tentei ajudar o máximo que pude, abrindo minha bunda o quanto conseguia, mas a língua dela não conseguia penetrar meu cuzinho apertado de garotinha. Então ela teve que se contentar em chupar ali por vários minutos. Depois de se deliciar à vontade com as intimidades da minha bunda, minha tia me pediu para deitar de costas novamente. Dessa vez, ela repetiu as carícias ardentes por toda a frente do meu corpo, indo beber bem no centro.Yamileda minha bucetinha, que mais uma vez foi submetida à intrusão da sua língua salgada, esculpindo-a no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim mesma. Por isso eu disse:Exclusiva da RiverosTia... tia... Tô com vontade de fazer xixi agora..."

"Espera, gostosa... Você tem que aguentar o máximo que puder porque ainda não terminei."

"Tá bom... mas já quase não aguento mais..."

"Tudo bem, tudo bem..." Vou terminar agora mesmo...

Dito e feito, ela primeiro saiu da posição de amamentação para levantar o corpo e subir em cima de mim, tomando cuidado especial para que seu púbis peludo ficasse bem perto do meu. Imediatamente começou a esfregá-lo contra o meu como se fosse um homem com sua esposa. Essa nova e intensa carícia me transportou para outro mundo, porque o contato macio dos pelos dela na minha bucetinha peluda me provocou uma sensação tão profunda que, quando lembro, quero repetir. Diante do constante empurrão e esfrega da papaya peluda dela sobre meus pelos, não conseguia mais suportar a terrível vontade de fazer xixi, então disse com voz trêmula:porno facialTia, tia... já vai... Vou mijar agora, vai... já vai... tia..."

Ela tirou seu pequeno laço do meu e baixou o rosto até minha bucetinha aberta, de onde começaram a jorrar os jatos de urina que minha tia tarada prendeu com a boca, bebendo todo o fluxo até não sobrar uma gota. Mesmo eu já tendo mijado, ela não parou de chupar minha fenda até que finalmente me disse:

—Você viu bem como o pai faz, gostosa?

—Sim, tia... mas não consegui segurar por muito tempo...

—Ah, querida, não se preocupa... É assim mesmo... Eu sei... mas agora me diz... Você quer ser o papai e eu quero ser a mamãe?

—Sim, tia... Quero...Cielo Riveros é iniciada pelos pais— Bom... porque você tem que fazer comigo a mesma coisa que eu fiz com você... assim você vai aprender aos poucos...

Sem dizer mais nada, foi ela quem agora estava deitada de costas sobre a cortina velha, me dizendo:

— Vamos, Elsi... Agora você é o papai... Faz comigo a mesma coisa que eu fiz com você...sexoComecei a beijar todo o seu corpo, começando como ela, pelas pontas dos pés, passando minha língua por toda a sua pele e depois subindo até os buraquinhos das orelhas. Minha tia respirava ofegante diante das sensações que minha língua provocava nela, enquanto eu via sua pele coberta de arrepios como se estivesse com muito frio. Depois de vários minutos se divertindo assim, ela se virou e deixou diante de mim a beleza majestosa da sua bunda empinada. As duas bolas das suas lindas nádegas brancas me chamaram muito a atenção, então não resisti e as abri com as duas mãos, como ela tinha feito com as minhas, para admirar à vontade o tesouro rosado que se escondia dentro daquelas preciosas bolas peroladas. Diante de uma visão dessas, não pude evitar levar minha língua ao esfíncter áspero que apareceu diante dos meus olhos completamente aberto, pulsando sem parar, certamente pelo gemido que ela sentiu. Coloquei a ponta da minha língua no epicentro do seu cu e comecei a mexer e chupar com gosto. Os gemidos que saíam da boca da minha tia aumentaram até se tornarem praticamente gritos de prazer. Aproveitei de um jeito indescritível o ato de chupar aquela bunda linda, até que ela fez alguns movimentos indicando que queria me olhar. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficava de pé com o rosto virado para o teto. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficava de pé com o rosto virado para o teto. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficava de pé com o rosto virado para o teto.latinaOlhei para o rosto dela e percebi que mantinha os olhos fechados, com um leve sorriso adornando seu rosto lindo. Encorajada pelo estado letárgico dela, comecei a beijar a parte frontal de seu corpo, passando pelos seios redondos de mulher, de beleza tão requintada que me lembravam os da minha mãe quando tomávamos banho juntas. Continuei por muito tempo chupando suas duas bolas peitorais duras que cheiravam deliciosamente, me dando o melhor banquete da minha vida. Depois de beber por muito tempo e saborear o cheiro delicioso de seus seios, desci até sua virilha e me enfiei no meio de seus membros abertos, colando meu rosto na gruta peluda que ansiosamente esperava ser beijada. Minha tia abriu as pernas o máximo que pôde, então não tive impedimentos para enfiar completamente a protuberância da minha língua naquela fenda quente e tonta, que comecei a chupar com um desejo incrivelmente luxurioso.

Os gemidos e suspiros que saíam de sua garganta ficaram muito mais intensos até se tornarem lamentos profundos de lascívia. Minha tia me mostrou com isso o quão ardentes eram seus sentimentos e o quão apaixonadamente ela desfrutava de minhas carícias íntimas. Eu tinha certeza de que se não estivéssemos sozinhos em casa, teriam nos ouvido claramente no andar de baixo, porque os sons eram tão altos que tive que dizer à minha tia para tentar baixar o volume para que ninguém a escutasse. Mais cedo do que esperado, ela me instigou:Katherine— Aaah... aah... Elsi... por favor... Sobe em mim... coloca sua bucetinha do lado da minha e esfrega rápido... aahhh...

Subi nela e coloquei minha bolinha sobre seu triângulo luxuoso, começando a grudar firme contra sua linda montanha de Vênus, esfregando uma e outra vez, como ela tinha feito, sobre os pelos negros de sua coelhinha. Fiquei assim um tempo enquanto via o rosto da minha tia, que de olhos fechados balançava a cabeça de um lado pro outro como um pêndulo, aproveitando profundamente o calor extraordinário do momento. De repente, seu corpo começou a tremer de um jeito que pensei que ela ia desmaiar, mas do nada ouvi seu pedido com voz cheia de desejo:pauzao—Elsi... Vou mijar... jááá... vamos, gostosa... enfia entre minhas pernas e me chupa lá embaixo... jáááá...

Sem responder nada, tirei a boquinha dela e fui me enfiar entre seus membros abertos, colocando minha boca salgada de novo no centro de seu púbis pronunciado, metendo a língua o mais fundo que pude. Ela se estremeceu em espasmos violentos de delírio e começou a mijar dentro de mim. Quando percebi o que estava acontecendo, não queria perder nem uma gota de seus elixires quentes, que fluíam livremente do interior de suas entranhas ardentes. Por vários segundos ela se mexeu rápido sobre minha boca enquanto eu bebia os meles deliciosos de sua virilha. Embora eu tivesse pedido para ela baixar o tom dos gritos, dessa vez minha tia ignorou minha recomendação e, no mais alto grau de berro, gritou como uma louca enquanto derramava tudo na minha boca aberta. Depois de uns segundos, minha tia recobrou o juízo e me fez sinal para deixar ela sentar.

Me afastei de sua magia e olhei seu rosto suado e corado pelo esforço que acabara de fazer. Ela me disse:

—Elsi... Obrigada, linda... você fez maravilhosamente...

—Ah, tia... você gostou muito?...ceu-Sim, querido... Gostei muito... tanto que até gostaria de repetir... -E por que não fazemos de novo, tia?... —Não, Elsi... não por agora... se seus pais voltarem e nos descobrirem aqui, você sabe o que vai acontecer... -Bom, é... "É melhor a gente se arrumar e descer para a sala..." — Sim. Imediatamente ela assumiu a tarefa de pegar a cortina do chão e colocá-la de volta no lugar. Depois começou a vestir minhas roupas e se vestiu também. Arrumou meu cabelo pedindo que eu fizesse o mesmo e então descemos apressadamente as escadas. Quando chegamos na sala percebemos que meus pais ainda não tinham voltado, mas a tia Rebbe já não queria mais se arriscar a sermos descobertos" — Ai, mamãe... Então dessa vez você aprendeu o segundo joguinho com ela, não foi?... "Isso mesmo, Rubicita... o do papai e da mamãe... esse é o nome do jogo... — Ai, mamãe... Será que um dia a gente vai poder jogar juntas? "Mas é claro, gostosa..." você vai ver que eu vou te mostrar também...boquete profundoOh... que delicioso...
— É... vai ser uma delícia, Cielo Riveros... Você vai me dizer se não for.
"Isso é bom..." Sempre gostei de aprender coisas novas, mamãe...
— É... eu sei... e tudo que eu sei vou te ensinar... Prometo, meu bem...
— Ah, obrigada mamãe... por isso te amo tanto...
— Eu também te amo muito, linda...

Ao ver que não tinha mais porra nos meus ovos, tive que fazer um sinal pra minha esposa de que essa noite já tava bom. Mirian Caballero, entendendo na hora meu pedido, disse pra Cielo Riveros:

"Linda... Acho que tá na hora de irmos descansar... Já tá meio tarde...
— Mamãe?... mas você ainda vai me contar mais do que me contou sobre sua tia Rebeca?Gostosa— Claro, gata... Prometo que vou fazer isso... mas vamos... É hora de você ir pra cama.

Quando ouvi as palavras da minha esposa, corri pra sala pra Cielo Riveros não me ver. Minutos depois, Mirian Caballero desceu e me disse:

"Amor... Como foi a noite?"

"Oh, amor", respondi, abraçando-a e dando um beijo. "Você foi incrível... simplesmente incrível..." Não esperava algo assim...

"Por que, Aldo?"

"Por tudo que você revelou pra garota..." é algo absurdamente gostoso... Tive que...

"Oh, isso é bom..." A única coisa que sinto é que você não derramou essa porra em mim.

"Não se preocupa, vou te dar sua ração..." hahahahaha...

— Hahahaha... você vai ver, safado...

"Obrigado, amor..." obrigado por me deixar tão excitado...

— Nunca imaginei que meus segredos te deixariam assim, Aldo.

"Bom, agora você viu que sim..." e quero que continue contando pra garota até terminar sua história de infância...

"Você realmente quer isso, meu amor?"

— Sim, Mirian Caballero... Quero isso.YamileTá bom..." Vamos fazer assim mesmo.
"Bem, hora de ir descansar..." amanhã me espera o escritório.
"Ah amor, não pensa nisso agora... melhor vem, vamos lá em cima te dar uma massagem nas costas.
-É, vamos subir as escadas.
No dia seguinte me senti tão cansado no escritório que praticamente não tinha vontade de fazer nada. Projeto que não tenho prazo pra terminar. E o calçado de ontem à noite me deixou seco. Mas que delícia que estava tudo. Ufa. Que boas confidências a Mirian Caballero tinha. Me deixam mais excitado do que imaginava. Gosto demais desse joguinho. É algo novo e quente. Excessivamente quente. Não importa que esteja cansado, hoje à noite vou ouvir de novo a continuação das aventuras sexuais da minha esposa, quando era criança, com aquela tia. Que coisa incrível. Nunca imaginei que minha esposa guardaria esses segredos. Nem que ouvir as confidências dela me deixaria tão preparado. Parece que jogos sexuais entre garotas são algo real. E como não seriam? Não é que eu não curta a Cielo Riveros? E não foi minha própria esposa que se consolava com ela quando não podíamos transar por causa do trabalho? Sim. Sexo infantil entre meninas e adultos é algo que realmente acontece. É algo plenamente comprovado. Com esses pensamentos na cabeça, o dia passou.Exclusiva da RiverosUm dia sem fim. Maldito trabalho. O dia inteiro me mantém trancado num cubículo no meio dos jornais estúpidos. Sem perceber, a noite cai e eu só espero as dez horas para voltar pra casa. Quando vejo os ponteiros do relógio marcando dez, deixo tudo largado e saio pro meu carro. Ligo o motor e sigo em direção à minha casa. No caminho, penso em tudo que me espera. Puta que pariu, é incrível o que Mirian Caballero está contando pra Cielo Riveros. Preciso ouvir tudo. A bucetinha quente da minha esposa começou quando ela era criança e ela gostou. Não é de se estranhar que ela seja tão safada na cama. Com certeza ela lembra de tudo que sua tia Rebeca fez com ela naquela época. E também o que fez com sua mãe e seu pai. É, deve ser isso. Tenho quase certeza. Por isso também a peguei brincando com Cielo Riveros em segredo. Num reflexo condicionado, ela repete com Rubicita o que aprendeu quando era criança. Sim, disso não há dúvida. Sinto o pau explodindo debaixo da minha calça. Tô com calor. É verão.

Finalmente chego no estacionamento do apartamento. Tranco o carro e vou pra casa. Entro em silêncio. Não quero que a garota perceba. Só a Mirian Caballero, que já deve estar pronta pra sessão dessa noite. Todo o interior está escuro. Só uma luz fraca ilumina o corredor do andar de cima. Subo as escadas com cuidado e em silêncio. Me aproximo devagar do quarto principal. O feixe de luz que sai da porta entreaberta bate no meu rosto. Olho pra dentro sem fazer nenhum barulho. Minha esposa está sentada com a garota na cama. As duas têm uma conversa animada. Espero não ter perdido nada. Como posso, fico de frente pra Mirian Caballero pra que ela possa me ver. Ela está me esperando; por isso me vê imediatamente. Faço um sinal pra que ela comece a festa. Ouço ela dizer pra minha filhinha:

— Oh, meu bem... Você não quer que eu continue contando minha história de quando você era criança?

— Sim, mamãe... É isso que eu ia te dizer... Quero que você me conte mas antes que o papai chegue. "Sim, você tem razão..." é melhor a gente se apressar, porque se ele chegar não vou poder te contar mais nada.porno facialEle não deve saber o que você fazia quando era criança, né?"
- Não, gostosa, claro que não. Por isso você nunca deve contar nada do que eu te digo.
— Sim, mami... Entendo... Não vou contar.
"Eu sei, Rubicita—" Eu sei.
- Bom, me conta então?... Quero saber mais.
— Sim. Escuta com atenção, meu bem.
"Depois daquela noite em que minha tia Rebe me chamou no quarto dela para revelar as coisinhas que ela fazia com minha mãe e meu pai, e depois que ela me ensinou a brincar de 'papai e mamãe' pela primeira vez, eu só queria que a gente tivesse outra chance de ficar sozinha. Mas os dias foram passando sem meus pais saírem de casa. Aí, uma tarde, quando ela me levou ao cinema, enquanto a gente caminhava pela rua, eu comentei:
'Ah, tia Rebe... faz dias que a gente não faz nada... e eu quero muito que você me ensine mais joguinhos do que você imagina...Cielo Riveros é iniciada pelos pais- Sim, gostosa, eu sei. Acredite, eu também estou ansiosa... mas você vê que não tem sido possível.
- É... é verdade... Mas então vamos ter que esperar meus pais saírem?
- É o melhor... quando eles saem, temos certeza de que estamos sozinhas e não corremos nenhum risco de sermos descobertas... Já te falei, Elsi.
- Mmmm... sim, é assim, tia... mas você não sabe o que eu sinto... Por isso estou te contando.
- Vamos lá, me conta... O que você sente, gostosa?
- Ah tia, sinto como se estivesse faltando algo... como se estivesse com muita saudade de brincar daquilo com você... hehehe...
- Ah, meu bebê... Eu entendo, te entendo muito bem, porque sinto a mesma coisa... mas você tem que entender que precisamos esperar as oportunidades... só assim vamos ficar seguras...
- Tá bom... e me fala... Que filme vamos assistir hoje?
- Bom, parece que vai passar a Branca de Neve e os Sete Anões... você gostaria de assistir junto comigo?
- Sim... se eu quiser, tia...sexo-Muito bem, gostosa... com isso vamos ficar um pouco distraídas.

Quando chegamos ao cinema, a tia Rebe comprou os ingressos e entramos na sala. Vimos que tinha pouca gente lá dentro, então tinha muitos lugares disponíveis pra escolher. A tia Rebe ficou parada uns momentos como se estivesse procurando o melhor lugar pra sentar. Senti quando ela puxou meu braço pra me levar lá pra trás, justo onde os assentos estavam grudados na parede mais longe da tela. Sentamos juntas e me virei pra olhar em volta. Não tinha uma alma perto da gente. Quando as luzes se apagaram e o filme começou, ela disse pra eu esperar um pouco porque ia me comprar uns doces. Voltou alguns minutos depois com várias guloseimas e me deu algumas. Me deliciei com os doces enquanto via os desenhos animados que apareciam no fundo branco da sala.

Pouco depois do filme começar, ouvi as palavras quentes dela bem perto do meu ouvido:
"Linda... Tá gostando do filme?"
-Ah sim, tia... é muito lindo...
-Que bom que você gosta, Elsi... o negócio é que eu preciso ir ao banheiro... E queria te pedir pra vir comigo.
-Sim, tia... se você quiser, vou com você...
"Mas—" você vai perder uma parte...
"Não importa..." Vou com você... Eu quero...
"Tá bom..." Vamos, vamos.

Deixamos os doces nos assentos, nos levantamos e caminhamos na direção dos banheiros. Quando chegamos, minha tia me perguntou:
-Elsi... Você não tá com vontade de fazer xixi?latina- Sim, tia Rebe... Eu também quero...
"Então vem... vamos entrar juntos."

Imediatamente entramos em um dos banheiros privativos. Depois de fechar a porta, minha tia levantou a saia, abaixou a calcinha e sentou no vaso. Fiquei de pé observando-a com olhos lascivos, porque vê-la assim me lembrava inevitavelmente das vezes em que brincávamos nossos joguinhos secretos. O calor no meu sangue aumentou quando ouvi o mijo suave saindo de dentro dela. Minha tia me encarou sem tirar os olhos de mim. Havia algo no olhar dela que me dizia que ela gostava que eu a visse assim. E claro, eu também adorei ver.

Quando ela terminou de esvaziar a bexiga, me perguntou:
"Linda... agora é sua vez de mijar..." Vamos. Vem aqui, vou te ajudar a abaixar a calcinha.

Com toda a confiança que conquistamos em nossas brincadeiras secretas, não me opus a nada do que ela pedia. Então me aproximei, e ela começou a abaixar minha calcinha, levantou meu vestidinho e me sentou no vaso. Comecei a soltar meu mijo quente na privada branca enquanto ela me observava com o mesmo olhar de desejo que eu via brilhar de um jeito especial quando brincávamos no sótão. Quando terminei de fazer xixi, minha tia me disse:Katherine— Ah, que lindo... que delicioso soam os seus jatos quando você faz xixi...
— Sério que você gosta, tia?... Eu também adorei te ver fazendo xixi...
— Você também gosta de me ver, Elsi?
— Sim, tia... Eu adoro...
— Mmmm... que delicioso... Sabe o quê, linda?
— O quê, tia?...
— Eu queria fazer isso aqui mesmo... Você quer?
— Ah, tia, sim... Era isso que eu ia te dizer...
— Tá bom... só temos que fazer rápido, caso alguém apareça.
— Sim... Entendo.

Minha tia começou a tirar minha calcinha, que estava na altura dos joelhos, e colocou no vaso. Logo me disse:
— Vamos, bonita... tira a minha...

Obedeci rapidamente e abaixei sua calça branca, colocando por cima da minha. Ela levantou a saia, abriu as pernas o máximo que pôde e me disse:
— Vamos, Elsi... Coloca sua cabecinha entre minhas pernas e lambe minha...

Me coloquei entre o púbis volumoso e peludo, abrindo com as mãos, vendo que estava todo molhado pela micção recente, mas também pelo calor do momento. Mergulhei meu dedo mais longo na caverna úmida e comecei a enfiar devagar, enquanto ela fechava os olhos e jogava a cabeça para trás, aproveitando a deliciosa carícia. Era evidente que minha tia adorava fazer isso comigo no banheiro de um cinema, porque vi como ela mordia os lábios para de alguma forma silenciar os gemidos que ameaçavam sair de sua boca linda. Depois de muito tempo mexendo na sua fenda, ela me pediu para chupar. Aproximei meu rosto da sua virilha, reabri seus lábios vulvares e mergulhei minha língua na sua cavidade quente. Comecei a mover minha protuberância dentro da sua buceta úmida, inserindo e tirando a ponta da fenda rosa.

Quando minha tia sentiu os primeiros estertores da sua chegada iminente, ela gritou baixinho:
— Ah, Elsi... fica mais comigo... enfia mais fundo... Vou fazer xixi na sua boquinha...

Obedeci e pressionei meu rosto com força contra sua bucetinha linda, enfiando minha língua o mais fundo que pude. Naquele momento, ela começou a tremer nas... garras dos espasmos mais delirantes. Senti seus líquidos fluírem dentro da minha boca aberta enquanto chupava e chupava aquele bolo delicioso que pulsava entre meus lábios. Quando o corpo dela parou de tremer, fui eu quem implorou com desejo: "Tia Rebe... por favor... Quero mijo na sua boca... "Claro, meu pequeno... Vamos, senta no vaso.pauzaoMe posicionei como ela pediu e abri as pernas ao máximo. Minha tia se ajoelhou e aproximou sua boca da minha pequena sem pelos, que já ardia de vontade de sentir sua língua dentro. Ela abriu suavemente os breves vincos dos meus lábios centrais e colocou a ponta de sua língua quente na minha entrada. Deixei escapar um leve gemido de alegria ao sentir o toque quente, mas ela colocou uma de suas mãos sobre minha boca como para me indicar que ficasse quieta. Não tive escolha a não ser apertar bem as mandíbulas para evitar que os suspiros de prazer escapassem, enquanto a tia Rebe começava a chupar minha coisinha delirantemente, entrando e saindo do meu apertado. Dada a genialidade de suas línguas sensuais, não consegui aguentar muito tempo e logo senti que estava prestes a transbordar dentro dela. Então eu disse:

— Tia... Vou mijar... Vou mijar... jáaaaa...

Ela não esperou mais para ficar com minha boca aberta e enterrou sua língua dentro de mim o máximo que pôde. Isso foi o suficiente para me fazer tremer de alegria e começar a derramar meu pequeno mijo em sua boca aberta, que recebeu meus eflúvios quentes com incrível deleite.ceu- Depois de terminar a diversão, ela começou a vestir minha calcinha e depois fiz o mesmo. Quando estávamos prontos, ela pegou minha mão e voltamos para nossos lugares. O filme ainda não tinha acabado, então continuamos sentados assistindo aos desenhos até o programa terminar. Eu me senti mais do que feliz enquanto caminhávamos de volta para casa, porque já fazia vários dias desde que eu tinha brincado com minha tia, e dessa vez, sem acreditar, ela soube aproveitar muito bem as circunstâncias me oferecendo a oportunidade de aprender coisas novas. De mãos dadas, andamos pelas ruas conversando alegremente sobre o tema do filme que nem sequer tínhamos visto por completo. De repente, minha tia me disse:
- Elsi, me conta... O que você achou da história da Branca de Neve?
- Foi divino... Adorei os desenhos...
- São muito bonitos, né?boquete profundoSim..." Eu sempre gostei de desenhos animados, tia...

— É mesmo que você gosta muito?... porque eu conheço alguns filmes de desenho animado que são bem especiais, bonitinhos...

— Ah, tia... e onde a gente pode ver?

"Bem, em casa..." quando seus pais não estiverem, claro.

— Por quê?... É ruim pra eles nos verem?

— Olha, Elsi, vou te explicar... Os filmes de que eu tô falando não são iguais aos que a gente viu hoje.

— Não?... mas você me disse que...

— Que eram desenhos, não era isso?... e realmente são... mas é um tipo diferente de desenho, querida...

"Ah... Não tô entendendo muito bem, tia...

— Espera que eu te explico, Elsi... o que eu quero dizer é que são desenhos animados... mas fazendo coisinhas parecidas com as que você e eu fazemos...GostosaFiquei bem surpreso quando ouvi o que ela estava falando. Então perguntei com dúvida:
"Quer dizer—" que os filmes de desenho animado mostram a mesma coisa que a gente faz?
"Exatamente, gostosa... você é muito esperta e entende rápido... hehehehe...
— Jijijiji... é, tia, parece que é isso mesmo...
"E é muito bom que você seja assim, querida..." agora me conta... Você gostaria que a gente se visse um dia, só eu e você?
"Sim... Quero ver ela com você, tia...
"Tá bom..." Vou te falar o que a gente vai fazer... Quando a gente estiver sozinha, eu vou alugar o filme e a gente assiste juntas... Beleza?
— Sim, tia...
— Então tá... mas você já sabe... Nem uma palavra pra ninguém sobre isso, hein?
"Claro, tia... Eu sei.YamilePerfeito, lindo..." sabe?.. Eu te amo demais...
"Oh, tia... Eu também te amo muito... De verdade...

Entre conversas, chegamos em casa.

“Os dias passaram rápido e finalmente surgiu a tão esperada oportunidade, já que meus pais tiveram que sair da cidade para um compromisso social, me deixando como sempre aos cuidados da minha tia. Saímos os dois para nos despedir deles na garagem até vermos o carro sumindo na rua. Sabendo que era a hora certa, minha tia me puxou pelo braço para dentro de casa e logo comentou:

'Linda... Lembra do que te contei sobre o filme?'
'Claro, tia... Lembro perfeitamente...'
'Muito bem... mas me diz... Quer que a gente vá logo?... Se não for agora, acho que vai ser difícil seus pais saírem de novo por várias horas... Entende?'
'Sim, tia... Entendo...'
'Tá bom... então espera aqui... Vou na locadora alugar ele...'
'Sim, tia... Mas não demora muito, tá?'
'Não, meu pequeno... Só torce pra não ter fila.'

Eu concordei com a cabeça. Ela pegou a bolsa, se despediu de mim e, fechando a porta, foi embora. Um tempinho depois voltou com uma caixinha na mão. Sem falar nada, ligou o videocassete e a TV e colocou a fita. Depois me pegou pelas mãos e me levou até o sofá da sala. Logo as primeiras cenas do filme que eu tanto queria ver começaram a rolar na tela. Senti meus lábios secos e minha respiração acelerada. Mas ela ainda mais, porque vi seus olhos brilhando com aquele fogo que eu conhecia tão bem. Ela deve ter lembrado que esqueceu de fazer algo, porque ao apertar o botão de pausa no controle, a imagem parou e ela me disse:Exclusiva da RiverosEspera, Elsi... Vou trancar bem a porta e fechar as cortinas... Não quero que ninguém perceba.
-Sim, tia.
Depois de garantir nossa privacidade, ela se sentou novamente bem perto de mim e disse:
'Agora sim, gostosa...' nada mais pode nos interromper.
Quando o dispositivo foi ligado novamente, as imagens foram projetadas de novo. 'O que vi me deixou sem palavras e chocado'
-Que filme era esse, mami?...
'Era Branca de Neve e os Sete Anões, querida.
'Mas—' você já não tinha assistido no cinema?
'Sim... mas esse era de outro tipo... digamos que eram desenhos animados... mas com pequenas brincadeiras como as que fazemos com seu pai, linda...
- oh... não me diga... Existem filmes assim, mami?
-Sim, pequena... Te garanto que existem...porno facial— Ah, mamãe... e elas são lindas?
"São muito bonitas, minha filha..."
— Ah, mamãe, e você gosta delas?
— Claro que eu gosto... e muito...
— Como você se sente quando vê eles, mamãe?
"Muito gostoso..." a gente fica excitada... dá vontade de mijar, Rubicita.
— Ah, mamãe... Eu queria ver um...
"Sim, linda..." Você vai ver, vamos ver bem em breve.
— Tá bom, mamãe... Mas agora continua me contando, tá?
"Sim..." Vou continuar.

Não consigo descrever o intenso tesão que senti de novo ao ouvir as confissões quentes da minha esposa para a criança. E se no dia anterior eu já tinha me masturbado várias vezes como um louco, dessa vez jorrou em abundância ao escutar os segredos mais íntimos de Mirian Caballero, revelados pela primeira vez para Cielo Riveros e para mim. Não sei dizer se o fogo absurdo que essas conversas me causaram foi por ouvi-las escondido; ou por saber que foi minha própria filha pequena que ouviu essas revelações; ou pela paixão extraordinária com que minha esposa enfatizou suas próprias confissões. A verdade é que, mesmo tendo gozado várias vezes, meu pau ainda pedia mais apertos, que não parei de dar com avidez. Escutei quando Mirian Caballero continuou contando para Cielo Riveros sobre sua experiência quente.Cielo Riveros é iniciada pelos paisPude admirar quando a Branca de Neve, lindamente desenhada, se perdeu na floresta e lamentou sua desgraça. De repente apareceram vários anões e a levaram com eles para uma casinha escondida na imensidão do campo. Dentro dela havia outros anões que logo se juntaram aos demais e começaram a despir ela. Branca de Neve, no início, se recusou a ser despojada de seu longo e bonito vestido. Mas não pude evitá-lo diante da multidão de homenzinhos que logo se atiraram sobre ele. Entre todos conseguiram tirar sua roupa até deixá-la completamente nua. Branca de Neve parecia tão linda que até encontrei certa semelhança com minha tia Rebe, porque tinham quase a mesma idade e competiam em graça e beleza. Os anões começaramsexoa se aconchegar no meio de uma grande algazarra enquanto a garota bonita os observava horrorizada. Mas quando começou a ver o tamanho dos paus que sobressaíam da puba de cada um dos homenzinhos, desmaiou de medo. Será que talvez ela nunca tinha visto um pau, muito menos de um tamanho tão colossal como os que os liliputianos lhe mostraram? Eu também, ao ver as tremendas dimensões daqueles paus grossos e enormes que pendiam como badalos, fiquei assustada e perguntei à minha tia Rebe:
"Tia... Por que os anões têm uma coisa tão comprida e grande?..."
"Oh, que bonitinho..." Você tem que lembrar que é só um filme... uma fantasia...
"Mas—" é que eles têm muito grande... e o meu pai não é tão grande assim...
"Não me diga—e o meu cunhado, quão grande é?"... vamos, Elsi... Me conta.
"Bem, muito menor..." é muito menor que aqueles...
— Mais ou menos, quão grande será?
"Não sei... talvez do tamanho do seu dedo mais comprido... ou um pouco mais...
— Mmmm.... Pensei que...
"É verdadelatinae, mana... Tô te falando que eu vi bem quando a gente joga basquete ou quando ele me toca e me derruba... lembra que eu te falei?
"Sim, gata... Lembro bem... Mas você tem certeza disso?
— Sim, claro... por isso que eu fiquei impressionada com o tamanho dessas coisas que a gente tá vendo agora...
— É, bom... Mas vamos continuar vendo o filme, tá?
— Tá.KatherineVoltamos a olhar para a tela da televisão. Agora um dos anões estava montado sobre a jovem Branca de Neve, que já tinha as pernas abertas. Fios de pelos pubianos loiros apareciam sobre sua bucetinha bem desenvolvida. O homenzinho que estava em cima dela já empunhava seu enorme mastro nas mãos. Imediatamente subiu sobre ela e levou o pedaço de carne ao centro da fenda de sua virilha. A garota gritou de dor ao se sentir penetrada com tremenda força por aquele pau delirante que logo se perdeu no breve buraco. Estando assim perfurada, já não podia escapar do desejo e do rugido, e logo começou a se mover com deleite, empurrando cadencialmente seus quadris de um lado para o outro, como se estivesse gostando da tremenda penetração a que estava submetida. Seus olhos permaneceram fechados e por isso não percebeu quando outro dos homenzinhos se aproximou de seu rosto e levou seu longo pau à boca. Sentindo a cabeça daquele pênis batendo na porta de seus lábios carnudos, a garota decidiu cooperar, abrindo a boca o máximo que pôde, enquanto o pedaço peludo de nervos venosos entrava em sua cavidade. O anão começou a empurrar sua piroca para dentro enquanto ela lambia a cabeça do instrumento real.pauzaocom a língua. Os outros cinco anões esperavam ansiosos por sua vez, rindo e aproveitando o espetáculo inesperado diante deles, enquanto agarravam seus longos paus com prazer. O homenzinho que a penetrava ainda estava sobre ela, movendo-se rapidamente dentro da pequena abertura da Branca de Neve, agora desflorada para sempre, que soltava gritos de prazer enquanto engasgava com a outra rola ereta presa no fundo de sua garganta. Após alguns minutos de bombada constante, o anão gritou e se derramou na fenda da garota, despejando jatos enormes de porra em seu cozinho apertado. Pude notar perfeitamente porque, quando tirei seu pau da buceta inundada da Branca de Neve, pingou grossas lascas de material leitoso. Assim que ele abandonou a prisão úmida da menina,ceuoutro dos anões tomou seu lugar. Este último, mais proveitoso que seu companheiro, imediatamente levantou as longas e belas pernas da donzela e as abriu para os lados como se fossem as folhas de uma janela, enquanto colocava a ponta de seu bastão em seu epicentro e a penetrava com crueldade e selvageria. A jovem loira gritou novamente, mas eu não tinha tanta certeza se era de dor ou de alegria, porque começava a surgir em sua boca uma espécie de sorriso agradável que me cativava. A algazarra que estourou dentro da pequena cabana foi estridente. Tanto minha tia quanto eu adoramos aproveitar aquelas imagens animadas estupendas que nos fizeram ter que

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