Cielo Riveros é iniciada sexualmente pelo pai e pela mãe.
Saí do escritório quase às onze da noite. O trabalho tinha acumulado e não tive escolha a não ser ficar e terminar as tarefas do dia. Tô metido num projeto idiota, complexo pra caralho. Os últimos meses foram exaustivos e, por algumas semanas, me senti acabado de cansaço. Entrei no carro, liguei e fui pra casa. Quando cheguei, tudo apagado, subi as escadas e só saía uma luz fraca do quarto de casal, onde minha esposa dormia tranquilamente. Entrei e dei um beijo na bochecha dela, que mal deve ter sentido, virando de lado enquanto se aninhava na cama. A puta só tava de calcinha. Cobri o corpo dela com o lençol e fui pro quarto da minha filhinha.Céu Riveros, de 18 anos, deitada na cama de solteiro dela. Ela era tão gostosa. O sono dela era doce e um sorriso suave aparecia no rostinho infantil dela. Eu a amava pra caralho. Ela era nossa única filha e a gente tinha colocado todo o nosso amor nela. Fiquei olhando por uns minutos, beijei a bochecha dela e desci pra sala. Derramei um pouco de vinho numa taça e sentei no sofá. Precisava relaxar. Peguei o controle e liguei a TV. Um filme de terror. Aff. Apertei o botão várias vezes e fui passando os canais até que uma cena me chamou a atenção. Um filme pornô. Mmmmm. Era promissor.
As cenas eram contínuas, mas ardentes, e de gole em gole eu terminava meu copo. Peguei a garrafa e me servi o segundo. As coisas estavam melhorando. Um garoto transando com uma garota, montando nela com paixão. Gemidos e mais gemidos. Mmmm. Meu pau começou a ficar duro debaixo da calça e eu não queria tirar os olhos da tela. Que delícia. Minhas mãos tocaram o volume entre minhas pernas. Estava duro demais debaixo do tecido. Abri o zíper da calcinha, empurrei a calcinha para o lado e tirei ele pra fora. Primeira carícia. Fenomenal. Virei para as escadas. Nada. Tudo escuro. Tudo estava tranquilo. Outro gole de vinho e outra apertada no meu pau. O filme ficou mais interessante. Quero bater uma. Por causa do trabalho, faz vários dias que não toco na minha esposa. Esperma acumulado, desejos latentes. Mas tenho que ter certeza antes de começar a me masturbar. Me arrumo, abro o zíper e subo as escadas para garantir que Mirian Caballero, minha esposa, ainda esteja dormindo. Abro a porta e olho para fora. Continuo na mesma posição. Roncos leves. Respiração suave e profunda. Sem problema.
Desço de novo e me acomodo no sofá macio. Mais uma bebida. Na tela, as coisas ficaram ainda mais interessantes. O cara tava metendo uma parte dela. Ele enfiou o pau no cu dela e a mina gritou que nem uma louca. Aqueles gritos me incendiaram. O macho deu um tapa na bunda dela enquanto atacava sem parar, entrando e saindo do cu feminino. De novo, meu amiguinho sentiu o efeito da visão porque endureceu outra vez. Desci minhas mãos e apertei ele. Já tá durão demais. Abro o zíper de novo e tiro pra fora. Minhas mãos apertam, acariciam, puxam a pele pra cima e pra baixo devagar. Aparece uma gota de porra na ponta inchada. Mmmmm. Delicioso. Delicioso. Jorros de porra. Outro marco. Os gritos da mina me esquentam, eu gosto, me excitam. Continuo tocando meu pau por fora. Outra olhada pra escada. Nada. Tudo em silêncio. As luzes apagadas. Só o brilho vívido da TV brilhando e mudando rápido. Cenas pesadas, quentes demais, que me excitam. Esfrego ele pra cima e pra baixo na minha mão, apertando sem parar em volta do tronco ereto. Que delícia.
De repente, ouço a voz da minha filhinha Cielo Riveros do meu lado. Ela tá parada ao lado do sofá. Fiquei surpreso. Como é que não percebi que ela desceu as escadas? Me cubro rapidamente com as mãos. Ela tá sonolenta, meio dormindo. Dá pra ver os olhinhos dela se fechando de sono. Alguma coisa deve ter acordado ela. Ela quase sempre gosta que eu embale ela, que durma nos meus braços. Mas por causa do trabalho, não tenho conseguido ficar com ela ultimamente. Ela tá parada do meu lado, mas tenho certeza de que não notou nada. O quarto tá escuro. Ela nem tá olhando pra TV. Sei que ela não sacou nada, mas prefiro mudar de canal. Ela me diz com voz cansada:
"Papai... Não consigo dormir...
Mas gostosa... cê tava dormindo profundamente quando cheguei...
— Sim, mas acordei. Senti teu beijo.
— Ah. Vem cá. Quer que o papai te ponha pra dormir no colo dele?
— Quero.
— Tá bem. Vou fazer isso. Vamos, sobe.
Cielo Riveros sobe nas minhas pernas. Tô com o zíper aberto. Do melhor jeito que consigo, enfio meu pau dentro da calça enquanto ela senta em cima de mim. Ela tá de camisola. É curta. Tecido de flanela com bonequinhos da Walt Disney estampados. Arranjo bom. Minha filhinha se aninha no meu colo. Abraço ela. Logo pega no sono. Fico admirando a carinha de anjo dela. É lindo. As perninhas curtas e gordinhas pendem dos lados das minhas pernas. Escuto a respiração suave e calma dela. Vejo os olhos dela. Nada. Dorme profundamente.
Pego a taça de vinho e bebo. Pego o controle remoto. Ligo a TV de novo. O mesmo filme. Ele tá no auge. A garota agora chupa com gosto uma rola bem grande. Não sei como pode ter pau tão grande. O meu é normal, padrão. Invejo aquele filho da puta. Queria ter igual a ele. As cenas tão cada vez mais quentes. O homem monta de novo, mas com as pernas no ombro. Me imagino sendo eu quem tá comendo aquela gostosa. Tô ficando excitado de novo. Caralho! Sim, tô pegando fogo. Sinto a rola começando a endurecer de novo. Vou mudar de canal. Gosto disso. Não quero mudar. Quero continuar vendo o filme. Mas e a Cielo Riveros? Depende de mim. Você vai notar. Fico olhando ela. Ela tá dormindo. As cenas tão cada vez mais quentes e me abraçaram mais. Meu pau tá mais duro do que nunca. Preciso me tocar. Preciso esfregar com as mãos. Mas e a Cielo Riveros? Ela tá dormindo. Sem problema, não vai perceber se eu fizer com cuidado. Me ajeito de um jeito que consigo enfiar a mão dentro da calça, porque o zíper tá aberto. Empurro o corpo dormido da minha filhinha pro lado. Enfio a mão. Tiro de novo. Mal consigo mexer. A Cielo Riveros tá no meu caminho. Me reorganizo e tiro a rola pra fora. Pronto. Ela tá bem dura, tremenda, inchada. Como nunca antes. Filme muito bom.
As cenas tão no auge. Sinto meu rosto quente. Tá calor. É verão e eu tô suando. Não consigo tirar os olhos da tela. Começo a puxar a pele do meu pau pra cima e pra baixo de novo. O tronco tá morno, quase quente. Sinto ele queimando na minha mão enquanto com a outra tenho a Cielo Riveros me abraçando. Tô suando e ela também. Sinto ela suada e molhada nos meus braços. Olho pra baixo. Ela dorme tranquila. Sem problema. O filme continua rolando. Acho que tá quase acabando. Passam uns minutos e eu continuo puxando. Puta merda! Acabou! E eu ainda tô do mesmo jeito, puto. Porra! Queria bater uma vendo aqueles dois filhos da puta transando. De jeito nenhum. Sinto que de repente minha filha se mexe e fica perto de mim. Ela roça no meu pau com o corpinho dela. Não deu pra evitar o roçar. Me viro pro lado. Com o movimento dela, ela quase ficou em cima dele. Vejo a carinha dela. Ela continua dormindo profundamente. Tô puto demais. Preciso tirar esse veneno. Não posso ficar assim. Minhas bolas vão doer se eu não descarregar. Agora a TV tá passando notícias. Que merda! Não quero ver isso. Repito a busca ansiosa de canal em canal. Nada. Só programa sem graça. Cielo Riveros se mexe de novo. Vejo os olhinhos dela. Aos poucos, ela vai abrindo eles. Ela me diz, sonolenta:
- Papai, estou com muito calor.
- Sim, minha filha, está calor demais.
- Não consigo dormir, estou suando pra caralho.
- Sim, já vi. Quer que eu tire sua camisola?
- Quero.
Ela se senta com os olhos meio fechados sobre as minhas pernas. Levanto a roupa e tiro ela suavemente por cima. Minha filha só fica de calcinha. Vejo o corpinho dela sob o brilho da televisão. Minha menina é linda. Ela volta pro meu colo e se acomoda de novo. Ufa. Sem dúvida. Ela ficou em cima do meu pau. Sinto o pau inchado quase dobrando. A pressão é intensa. Eu gosto. Por mais quente que esteja, isso é uma delícia. O corpinho dela pressiona meu falo firme contra minhas pernas. Está bem em cima dele. Sinto que fica mais duro do que nunca. Continua subindo, incha cada vez mais. Sentir o corpo de Cielo Riveros no meu pau dá um resultado inesperado. Não aguento mais.
Debaixo dos meus olhos. Minha filhinha dorme docemente. Fico olhando fixamente por alguns minutos. Vejo o corpo todo dela nu, só de calcinha. A visão me excita demais, me enlouquece. Meus pensamentos se chocam dentro da minha mente. Mas é preciso agir. Preciso gozar. Mas já não estão passando filmes. Olho pra minha filha. Ela está dormindo. Minha pica ainda tá dura debaixo do corpo dela. Já tá no ponto, bem durona e parada. Não aguento mais. Olho escada acima. Silêncio. Escuridão. Só o brilho da TV iluminando o corpo lindo e perturbador da Cielo Riveros que está deitada em cima de mim. Fico observando ela com atenção. Os bracinhos dela estão levantados. As perninhas dela caem pro lado. A bunda dela, coberta só pela calcinha, tá posicionada bem em cima da minha pica dura. Ah! É um prazer sentir assim. Finalmente decido.
Olho pra cima, pra escada. Quero ter certeza que minha esposa não vai descer. Tudo em silêncio. Escuridão. Levanto um pouco o corpo da minha filhinha. Tiro a pica de onde tava presa. Livre finalmente! Pego meu pau e começo a acariciar ele em silêncio. Não diminuiu o inchaço, não. Pelo contrário. Sentir a pele da Cielo Riveros em cima dele deixou ele mais inflamado. Continuo tocando minha pica com tesão. Levanto a mão e levo até a casa da minha filha. Começo a tocar ela devagar e suavemente. Ela dorme. Mantenho as pontas dos meus dedos nos peitinhos dela, indo de pontinha em pontinha. Os minutos passam. Continuo tocando meu pau ereto. Volto a contemplar o corpo lindo e pequeno da Cielo Riveros, que tá completamente à minha disposição. Deixo as meninas e desço minha mão até a beirada da minha cueca.
Toco e acaricio a pele da dobrinha das portinhas de menina dela. Exploro a pele das pernas dela e da calcinha suada. A Cielo Riveros sua, e eu também. Os dois tão completamente suados. Tá calor. É verão.
As calcinhas dela tão todas molhadas de suor. Eu inspiro o cheiro doce que o corpinho lindo e pelado dela exala. Minhas mãos levantam a borda da calcinha de algodão. Enfio meus dedos lá. Apresento eles na bucetinha lisa dela. A carícia me transporta. Isso sim é uma delícia. Nunca imaginei. Passo meu dedo indicador devagar por cima da fenda dela. A pererequinha dela tá molhada de suor. Tiro a mão e levo o dedo indicador até a ponta do meu nariz. Quero saber qual é o cheiro da coisinha dela. Mmmm. Cheiro extraordinário, simplesmente divino. Que cheirinho gostoso essa coisinha de menina! É extremamente excitante, especialmente nessa idade. Inspiro mais uma vez a fragrância única. Eu gosto, eu amo. Tem gosto de céu. É um aroma com uma mistura meio azeda, igual sempre chega a bucetinha das meninas. Uma mistura de xixi e cebola. Maravilhoso. Nunca me canso de cheirar meu dedo. Coloco ele de novo na ponta do meu nariz. Inspiro de novo o cheiro delicioso. Mmmmm. Minha outra mão tá colocando meu pau duro. Quase gozo. Quase me vinguei. Preciso segurar. Não posso gozar agora que tenho a Cielo Riveros na minha mão. Preciso demorar mais antes de soltar a porra. Soltei meu pau pra não aumentar a sensação e aguentar a gozada. Abaixo minha mão até a calcinha da minha filha. Levantei a barra da calça. Coloquei minha mão de novo debaixo do pano de algodão suado. Parece que tava molhado. Tá muito úmido. Tá calor demais. Meu dedo indicador roça de novo a fendinha dela, em cima dos lábios minúsculos. É macio. E muito suado. Fico brincando ali. Passo meu dedo devagar ao longo da fenda pequenininha. Ainda tô ali, colado nela, acariciando, explorando, me deliciando com a bocetinha dela. Me delicio ao máximo com o toque. Me sinto indescritível.
prazer. Não sei como ainda não vim, porque tô puto demais. Tô tremendo. Tremo igual criança. Tudo treme, até minhas pernas tremem de tesão e desejo. Estendi minha mão. Eu é que mando. Pego a cueca dele pela parte de cima do elástico. A barriga dele tá molhada de suor. Começo a puxar a cueca dele devagar. De leve. Não quero que ele acorde. Aos poucos vou tirando aquela peça pequena. A curva da bunda dele me para. A bunda empinada dele não deixa eu tirar a cueca. Acho. Preciso levantar um pouco o corpinho dele. Coloco minha outra mão debaixo das costas dele. Levanto ele uns centímetros. Minha outra mão puxa de leve o pano suado. Pronto! A cueca finalmente cede e desce devagar até os joelhos dele. Coloco o corpinho dele de volta em cima de mim. Tiro a cueca dele de vez. Tá toda molhada de suor. Cheiro ela; enfio no meu nariz. Mmmmm. Cheiro delicioso. Meto na boca e chupo igual um louco. Amo especialmente a parte que gruda na coisinha dele. Gosto rançoso, misturado, suor, xixi e cebola. Agora o Cielo Riveros tá pelado. Não tem mais nada atrapalhando. Fico admirando o corpinho dele sem roupa, que agora é todo meu. Meu bebê é lindo. Pego uma das pernas dele e abro um pouco. Preciso de espaço pra mexer. Já tá aberto, igual uma tesoura. Vejo a pequena bucetinha dele meio aberta e exposta na minha frente. Tô queimando de tesão. Desço a mão e começo a acariciar de novo devagar. Meu dedo desliza pelo pubisinho lisinho dele. A montanha de Vênus dele é bem pequena. É definida e aparece como uma elevação que se destaca entre as pernas dele, tipo uma duninha de areia macia no deserto. É divino.
Já não tenho dúvidas. Tô muito excitado e com o sangue fervendo. Sinto meu pau escorrendo e vazando aquela coisa grossa e esbranquiçada. Minha mão continua deslizando devagar pela fenda dela. A fendinha dela sua e sua por causa do calorão. Isso ajuda meus toques, porque o atrito constante do meu dedo criou uma espécie de líquido cremoso, tipo vaselina, que desliza maravilhosamente sobre a bucetinha dela. Com uma mão, começo a abrir delicadamente os lábios da periquita dela. Abro devagar a porta da região proibida. O cheiro bate na minha cara. É algo incrivelmente especial. A buceta das meninas tem um cheiro diferente. Sim, sem dúvida, cheira bem. Cheira a paraíso. Isso me deixa ainda mais excitado. A entrada da bocetinha dela agora está aberta entre meus dedos. Consigo ver pelos reflexos da televisão. Meu dedo começa a entrar. Devagar... suavemente. Tô enfiando com maestria. Tenho que entrar devagar e só com a ponta. Ela é apertada demais. É estreita demais. Continuo entrando lentamente. A ponta do dedo já entrou. Agora sinto calor lá dentro. E suado, bem molhadinho. Ela aperta. Começo a mexer. O ritmo do suor ajuda; deixa a massagem mais macia. Com uma mão, toco ela, e com a outra, volto a acariciar meu pau. Sinto como se a porra fosse jorrar. Soltei meu pau com desgosto, mas não quero gozar. A porra tá quase na cabeça da glande. Minha ponta tá colorida, bem dura e inchada. Quero cheirar a bocetinha dela, mas tenho medo de que ela acorde. Fico pensando em como agir. Mas a vontade de sentir o cheiro é mais forte que a prudência. Olho pra cima, na direção da escada. Nada. Tudo escuro. Minha esposa deve estar dormindo como uma pedra. A única luz é o brilho da televisão. Mas já basta pra admirar as delícias escondidas da minha princesinha.
Crio coragem e passo minhas mãos por baixo das costas dela. Levanto ela devagar, viro de lado e coloco no sofá. Nada. Ela ainda tá dormindo. Isso é bom. Me ajoelho no chão. Abro as pernas dela de novo. A bucetinha dela tá bem na minha cara. Quero sentir o cheiro ali no meio. Preciso sentir o cheiro da frestinha dela. Quero o cheiro da buceta de menina virgem grudado na ponta do meu nariz. Enterro meu nariz entre as perninhas abertas dela. Começo a inspirar. Mmmmmmmm... que delícia. Não tem palavras. É uma maravilha. É demais. Cheiro divino. Confirmado. Uma mistura de suor com cebola e xixi. Mostro a língua e encosto a ponta na frestinha dela. Começo a lamber devagarzinho. De vez em quando levanto a cabeça pra ver o rosto dela. Cielo Riveros tá dormindo. Continuo chupando e bebendo a papaiinha linda dela. A porra já tá quase saindo do meu pau. Não quero gozar ainda. Tenho que aguentar mais. Preciso prolongar o momento o máximo que der. Por vários minutos fico chupando a coisinha dela. Ela tá suada e agora cheia da minha baba. Minha língua roça os lábios pequeninos da buceta dela. Não consigo enfiar tudo pra dentro. É estreito demais, apertado demais. Me delicio com suor e saliva que têm gosto de mel de virgem. Não aguento mais. Quase gozei. Levanto do chão. Dou outra olhada pra escada. Tudo tranquilo. Tudo em silêncio. Escuridão. Escadas. Tudo tranquilo. Tudo é silêncio. Escuridão.
Me sento e coloco de volta seu corpinho, dormindo e pelado, na poltrona. Quero que sua bucetinha fique no limite; que me mantenha no clima. Abro novamente suas pernas em forma de V e me posiciono com cuidado entre elas. Olho para baixo. Meu pau parece duro. A cabeça inchada da minha glande está brilhante e melada com líquido leitoso. Pego meu pau ereto e coloco no meio de seus pelinhos. Me ajusto bem até ficar colado no seu púbis. Já estou na posição. Com o pau numa mão, começo a esfregá-lo suavemente sobre sua linda buceta suada. A porra que escorre ajuda muito. O pau começa a rolar e deslizar macio como se tivesse vaselina na sua coisinha. É o sêmen que tenho na cabeça do meu pau e o que sai aos poucos da abertura. Não aguento mais. Me sinto como se estivesse derramando. Aperto a glande dura contra sua fenda suada. A cabeça do meu pau foi meio encaixada dentro da sua fenda, na parte de cima. Tudo isso é delírio. O primeiro jato de porra sai violentamente e banha todo seu cuzinho. Imediatamente surge outro jato mais forte que enche sua perereca e seu púbis inchado com líquido esbranquiçado. E depois vem outra corrente mais densa. E mais uma. Ufff, tanta porra! Estou ficando muito gostoso com suas delicadas vulvinhas sem pelo. Sinto outro jato de sêmen saindo do meu saco e pulando poderosamente. Sua bucetinha já está branca, toda inundada de elixir marrom e esbranquiçado. Mas no meu pau os espasmos da morte não param. A porra continua escorrendo, agora mais devagar, banhando a virilha de Cielo Riveros. Vejo que até sua barriga está toda lambuzada de porra. Finalmente os espasmos começam a diminuir; por fim, a pressão começa a aliviar. Gozei sobre minha filha de 18 anos. Hmmmm. Delicioso!
Olho pra trás, pras escadas. Tudo em silêncio. Como tô todo sujo, vou pro banheiro da sala. Pego um rolo de papel higiênico e começo a limpar o corpinho dela inteiro. Tenho que deixar ela como tava, limpinha, sem nenhum resquício de porra. Faço isso com todo cuidado. A luz da TV me ajuda. Não quero que minha esposa perceba. Quando termino de limpar ela, me limpo também. Fico com meu pau, que agora tá meio mole. Não sobrou nem uma gota de porra dentro. Derramei tudo no triângulo proibido da Cielo Riveros. Levanto o zíper. Pego a calcinha de algodão do sofá e começo a vestir com todo cuidado. Não quero que ela acorde. Dá um trabalhinho, mas consigo sem problemas. Pego ela no colo, subo as escadas e levo pro quarto dela. Lá, deito ela na cama. A Cielo Riveros dorme como um anjinho. Dou um último beijo nela enquanto deixo o camisolinho dela de lado na cama. Ela ainda tá suando. Saio do quarto dela, fecho a porta e entro no meu, que é do lado. Vejo que minha esposa tá dormindo. Os ronquinhos leves me acalmam. Tô sem coberta. Tá quente demais. É verão. Um verão quente pra caralho.
Quando acordo, ainda é cedo. Entro no chuveiro e tomo um banho frio. O dia amanheceu quente. Verão quente. E o tempo todo achei que as chuvas iam chegar. Nada disso. Olho o relógio. Tô atrasado. Minha esposa me espera lá embaixo com torradas, geleia e um copo de suco de laranja. Ela tá de camisola. Admiro por baixo da roupinha a beleza delicada das curvas dela e a brancura perfeita da pele. Penso na Cielo Riveros. Quando crescer, vai ser tão gostosa quanto a mãe. Começo a comer rápido. Se não me apressar, vou chegar tarde na porra do escritório. Minha esposa me pergunta:
Ah, Aldo... Nem senti você chegar... Que horas eram?"
"Umas onze. Ou talvez um pouco mais tarde."
"Ah, amor... Você trabalha demais. Mal descansa..."
"É. Mas não tenho escolha. Tem muita coisa pra fazer."
"Isso vai durar quanto tempo? A gente mal se vê.
— Não sei. Dois meses, talvez três.
— Hummm... mas tudo bem, de jeito nenhum; o que a gente vai fazer.
— Preciso terminar esse projeto. Você sabe disso, Mirian Caballero.
— Sim, eu sei. Mas a Cielo Riveros sente sua falta... e eu também...
— Uhum. Vou tentar descansar esse fim de semana.
— Isso é bom. Conhece o Aldo? Preciso tanto de você...
— Eu também, gostosa.
Quando a gente vai fazer...?" — minha esposa me diz com o rosto animado de tesão —
— Não sei. Talvez no fim de semana.
— Hmm... bom, vou ter que esperar.
— É. Preciso ir agora... Tchau.
— Se cuida.
Chego no escritório. As pilhas de papéis e documentos bagunçados já estão me esperando. Dou um oi e entro na minha sala. Começo a trabalhar. Malditos papéis, que não servem pra nada. Mas fazer o quê, me pagam um salário pra isso. De jeito nenhum. Mal percebo o relógio andar. Horas passam sem sentir. Tenho que descer pra comer. Levanto da cadeira e saio da sala privada. Desço pro refeitório. Tá lotado. Procuro uma mesa. Vejo uns amigos e sento com eles. Pra variar, todo mundo só fala de trabalho. Que maravilha! Como se não houvesse outros assuntos. Nem preciso comentar. Esse é o mundo. Terminamos o almoço. Subo pro escritório. Pego minha escova de dente, passo pasta e vou pro banheiro. Enquanto escovo os dentes, penso na Cielo Riveros. Que gostosa! Que delícia! Amo ela pra caralho.
Sinto um leve formigamento na região da buceta. Tô tendo dificuldade pra lembrar o que rolou ontem à noite. Ah, que noite maravilhosa! Queria repetir. Hoje à noite vou tentar de novo com ela. Sim, hoje à noite.
Voltei pro trabalho. Tô vendo da janela do meu escritório as sombras cobrindo as ruas da cidade. Olho pro meu relógio de pulso. Dez horas em ponto. Pô! Hoje queria ter chegado mais cedo pra brincar mais tempo com a minha pequena. Minha esposa, a dorminhoca, como sempre, já deve estar no quinto dos infernos. Ele sempre vai pra cama às nove. E a maldita mulher tem um sono pesadão. Mas como os bastardos da Mirian Caballero são bons. Tenho orgulho dela ser minha esposa. Ela tem um corpo tão lindo, tão bem-feito, tão curvilíneo, tão excitante, tão gostoso. Ufa. E quando a gente transa. Pô! Eu tenho umas delícias com a Mirian Caballero. E ela também curte. É quente demais. Isso é bom. Paro meus pensamentos. Tô atrasada. Penso na Cielo Riveros. A bucetinha quente e suada dela tá me esperando. Tenho que ir agora. Jogo os papéis que tô segurando em cima da mesa. Dou uma última olhada. É um porco completo. De jeito nenhum, deixa minha secretária resolver isso amanhã. Levanto e saio do meu escritório. Pego o elevador e desço pra garagem. Abro o carro e entro. Ligo o motor e dirijo pelas ruas. Enquanto dirijo, a lembrança do corpinho nu da Cielo Riveros não me deixa em paz. Que gostosa que é minha menina! E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero... E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero... E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero...
Ela não precisa saber disso. Tenho que ser muito cuidadoso. Sinto o volume começando a crescer entre minhas pernas. O tecido da calça tá apertado. Olho pra baixo e vejo a barraca do circo armada. Caralho, tô muito excitado! Dobro a esquina e vejo minha casa lá na frente. Olho pra cima. Tem luz no nosso quarto. Porra, que merda! Minha esposa deve estar acordada. Que azar! Essa noite não vai dar. De jeito nenhum. Vai ser amanhã. Chego no estacionamento do prédio onde a gente mora. Estaciono o carro. Saio e caminho até a porta do apartamento. Meto a mão no bolso da calça. Nada! Cadê as porras das chaves de casa? Caralho! Deixei no escritório. Porra! Vou ter que bater na porta da Mirian Caballero. Mas não quero incomodar. Paro pra pensar. Volto pra pegar as chaves? Melhor bater na porta da Mirian Caballero. Mas não, isso também não. Quero te surpreender. De repente lembro que posso entrar pela porta da cozinha. Isso aí, é isso. Vou lá. Chego e levanto as persianas da janela de vidro. Meto a mão e pego o interior da maçaneta da porta. Giro a alavanca. Pronto! A porta abre. Entro em silêncio. Quero surpreender a Mirian Caballero.
e minha filhinha. Não vou poder ter a Cielo Riveros hoje à noite, mas a Mirian Caballero não me escapa. Ainda tô nervoso com meu pau, que tá meio duro aqui dentro da sunga. Vai ser uma surpresa pra minha esposa me ver chegar mais cedo. Essa noite vou dar uma surra nela de tanto medo da puta da minha esposa! Mas quero chegar de surpresa. Tiro os sapatos e jogo debaixo da mesa da sala. De meia, vou até a sala de estar. Tem luz na escada. Não quero que minha esposa me veja. Vou te dar uma surpresa. Começo a subir a escada. Não faço nenhum barulho. Chego no topo que dá pros quartos. Escuto sons de palavras, tipo sussurros na minha respiração. Com quem será que a Mirian Caballero tá falando? Será que a Cielo Riveros tá acordada? O telefone tá lá embaixo, na sala.
As vozes e os sussurros continuam chegando no meu ouvido. Vou devagar, na ponta dos pés. Chego na porta do quarto da minha filhinha. Tá entreaberta e a luz acesa. Espio. A cama dela tá vazia.
Ainda dá pra ouvir o barulho leve das vozes. Dou uns passos e sigo em frente. Acho que minha esposa tá vestindo a menina com o pijama dela. Chego do lado da porta do quarto que divido com a Mirian Caballero. Tá fechada. Não é à toa que as vozes não tão claras. Coloco meu ouvido na madeira trabalhada. Os sussurros continuam. Agora dá pra ouvir risadinhas abafadas. Meu ouvido vai se acostumando e começo a entender o que tão falando lá dentro. Presto atenção antes de abrir a porta. Quero saber do que tão falando. Algo me diz que devo ouvir primeiro antes de entrar de surpresa. Escuto o que minha esposa fala baixinho pra Cielo Riveros, como se quisesse esconder o assunto da conversa:
— Sim, minha filhinha... é tão gostoso... também adoro muito.
— Sim, mamãe?
— Sim.
— Ah, mamãe... Continua... Quero que você faça comigo o que fez da outra vez.
— Você gosta que eu faça isso por você, querida?...
— "Sim..." Gosto muito.
— Ah, pequena... mas seu pai não deve demorar muito pra chegar.
— "E ele não pode saber, né?"
— "Não, minha filha..." Ele nunca pode saber. Lembra que eu sempre te falei isso.
— Por que, mamãe?
— Por que você nunca... conta pra ela, se é a Cielo Riveros? Senão, não vou mais poder fazer isso em você.
— Sim, mamãe... Não vou contar... mas vamos... Faz em mim, mesmo que seja só por um pouquinho, tá?
"Você gosta de se meter debaixo da minha saia, Cielo Riveros?"
"Sim..." Gosto muito.
— Tá bom, minha filha... Vamos... Entra... Mas só por um pouquinho, tá?
Quando escuto o diálogo estranho, fico na dúvida. O que elas tão fazendo? Será que ouvi direito? Espero um pouco com a mão na maçaneta da porta. Só se ouvem uns gritinhos e sussurros. Continuo com o ouvido colado na madeira e escuto as vozes de novo.
"Você gosta, minha filhinha?
— Sim, mamãe... Eu gosto muito.
"Tá vendo direitinho minha calcinha pequena?"
"Sim... e cheira bem... cheira a xixi..."
"Você gosta do cheirinho da calcinha, Cielo Riveros?"
— Ah, sim... Gosto muito...
"Quer mais?"
— Sim, mamãe... Quero mais...
"Quer colocar sua mãozinha por baixo?"
— Sim, mamãe... igual da outra vez.
—Beleza, vamos. Coloca ele pra dentro.
Agora eu não tinha mais dúvida do que tava rolando. O volume subiu de novo, inquieto, por baixo da minha calça. Pego minha mão ali e me toco. Não consigo evitar apertar ele firme por cima do tecido. Mas preciso espiar pra dentro. Viro a maçaneta devagar. Não posso fazer barulho. A porta abre em silêncio. Só o necessário. Minha esposa e minha filha tão tão vidradas no que tão fazendo que nem percebem. Um raio de luz escapa pela fresta. Dá pra ver a cena inteira. Vejo minha esposa com a camisola curtinha subida até a cintura. Minha filha tem a carinha enfiada entre as pernas dela. Percebo como Cielo Riveros chupa e chupa a buceta da minha linda esposa. Agora a menina enfia a mão por baixo da calcinha de Mirian Caballero. Encontra a moita de pelos por baixo da calcinha branca. Cielo Riveros começa a apalpar aquele tesouro escondido. A mãozinha dela se move devagar. O tecido da calcinha dela sobe, formando um volume por cima da mão pequenina.
Saí do escritório quase às onze da noite. O trabalho tinha acumulado e não tive escolha a não ser ficar e terminar as tarefas do dia. Tô metido num projeto idiota, complexo pra caralho. Os últimos meses foram exaustivos e, por algumas semanas, me senti acabado de cansaço. Entrei no carro, liguei e fui pra casa. Quando cheguei, tudo apagado, subi as escadas e só saía uma luz fraca do quarto de casal, onde minha esposa dormia tranquilamente. Entrei e dei um beijo na bochecha dela, que mal deve ter sentido, virando de lado enquanto se aninhava na cama. A puta só tava de calcinha. Cobri o corpo dela com o lençol e fui pro quarto da minha filhinha.Céu Riveros, de 18 anos, deitada na cama de solteiro dela. Ela era tão gostosa. O sono dela era doce e um sorriso suave aparecia no rostinho infantil dela. Eu a amava pra caralho. Ela era nossa única filha e a gente tinha colocado todo o nosso amor nela. Fiquei olhando por uns minutos, beijei a bochecha dela e desci pra sala. Derramei um pouco de vinho numa taça e sentei no sofá. Precisava relaxar. Peguei o controle e liguei a TV. Um filme de terror. Aff. Apertei o botão várias vezes e fui passando os canais até que uma cena me chamou a atenção. Um filme pornô. Mmmmm. Era promissor.
As cenas eram contínuas, mas ardentes, e de gole em gole eu terminava meu copo. Peguei a garrafa e me servi o segundo. As coisas estavam melhorando. Um garoto transando com uma garota, montando nela com paixão. Gemidos e mais gemidos. Mmmm. Meu pau começou a ficar duro debaixo da calça e eu não queria tirar os olhos da tela. Que delícia. Minhas mãos tocaram o volume entre minhas pernas. Estava duro demais debaixo do tecido. Abri o zíper da calcinha, empurrei a calcinha para o lado e tirei ele pra fora. Primeira carícia. Fenomenal. Virei para as escadas. Nada. Tudo escuro. Tudo estava tranquilo. Outro gole de vinho e outra apertada no meu pau. O filme ficou mais interessante. Quero bater uma. Por causa do trabalho, faz vários dias que não toco na minha esposa. Esperma acumulado, desejos latentes. Mas tenho que ter certeza antes de começar a me masturbar. Me arrumo, abro o zíper e subo as escadas para garantir que Mirian Caballero, minha esposa, ainda esteja dormindo. Abro a porta e olho para fora. Continuo na mesma posição. Roncos leves. Respiração suave e profunda. Sem problema.
Desço de novo e me acomodo no sofá macio. Mais uma bebida. Na tela, as coisas ficaram ainda mais interessantes. O cara tava metendo uma parte dela. Ele enfiou o pau no cu dela e a mina gritou que nem uma louca. Aqueles gritos me incendiaram. O macho deu um tapa na bunda dela enquanto atacava sem parar, entrando e saindo do cu feminino. De novo, meu amiguinho sentiu o efeito da visão porque endureceu outra vez. Desci minhas mãos e apertei ele. Já tá durão demais. Abro o zíper de novo e tiro pra fora. Minhas mãos apertam, acariciam, puxam a pele pra cima e pra baixo devagar. Aparece uma gota de porra na ponta inchada. Mmmmm. Delicioso. Delicioso. Jorros de porra. Outro marco. Os gritos da mina me esquentam, eu gosto, me excitam. Continuo tocando meu pau por fora. Outra olhada pra escada. Nada. Tudo em silêncio. As luzes apagadas. Só o brilho vívido da TV brilhando e mudando rápido. Cenas pesadas, quentes demais, que me excitam. Esfrego ele pra cima e pra baixo na minha mão, apertando sem parar em volta do tronco ereto. Que delícia.
De repente, ouço a voz da minha filhinha Cielo Riveros do meu lado. Ela tá parada ao lado do sofá. Fiquei surpreso. Como é que não percebi que ela desceu as escadas? Me cubro rapidamente com as mãos. Ela tá sonolenta, meio dormindo. Dá pra ver os olhinhos dela se fechando de sono. Alguma coisa deve ter acordado ela. Ela quase sempre gosta que eu embale ela, que durma nos meus braços. Mas por causa do trabalho, não tenho conseguido ficar com ela ultimamente. Ela tá parada do meu lado, mas tenho certeza de que não notou nada. O quarto tá escuro. Ela nem tá olhando pra TV. Sei que ela não sacou nada, mas prefiro mudar de canal. Ela me diz com voz cansada: "Papai... Não consigo dormir...
Mas gostosa... cê tava dormindo profundamente quando cheguei... — Sim, mas acordei. Senti teu beijo.
— Ah. Vem cá. Quer que o papai te ponha pra dormir no colo dele?
— Quero.
— Tá bem. Vou fazer isso. Vamos, sobe.
Cielo Riveros sobe nas minhas pernas. Tô com o zíper aberto. Do melhor jeito que consigo, enfio meu pau dentro da calça enquanto ela senta em cima de mim. Ela tá de camisola. É curta. Tecido de flanela com bonequinhos da Walt Disney estampados. Arranjo bom. Minha filhinha se aninha no meu colo. Abraço ela. Logo pega no sono. Fico admirando a carinha de anjo dela. É lindo. As perninhas curtas e gordinhas pendem dos lados das minhas pernas. Escuto a respiração suave e calma dela. Vejo os olhos dela. Nada. Dorme profundamente.
Pego a taça de vinho e bebo. Pego o controle remoto. Ligo a TV de novo. O mesmo filme. Ele tá no auge. A garota agora chupa com gosto uma rola bem grande. Não sei como pode ter pau tão grande. O meu é normal, padrão. Invejo aquele filho da puta. Queria ter igual a ele. As cenas tão cada vez mais quentes. O homem monta de novo, mas com as pernas no ombro. Me imagino sendo eu quem tá comendo aquela gostosa. Tô ficando excitado de novo. Caralho! Sim, tô pegando fogo. Sinto a rola começando a endurecer de novo. Vou mudar de canal. Gosto disso. Não quero mudar. Quero continuar vendo o filme. Mas e a Cielo Riveros? Depende de mim. Você vai notar. Fico olhando ela. Ela tá dormindo. As cenas tão cada vez mais quentes e me abraçaram mais. Meu pau tá mais duro do que nunca. Preciso me tocar. Preciso esfregar com as mãos. Mas e a Cielo Riveros? Ela tá dormindo. Sem problema, não vai perceber se eu fizer com cuidado. Me ajeito de um jeito que consigo enfiar a mão dentro da calça, porque o zíper tá aberto. Empurro o corpo dormido da minha filhinha pro lado. Enfio a mão. Tiro de novo. Mal consigo mexer. A Cielo Riveros tá no meu caminho. Me reorganizo e tiro a rola pra fora. Pronto. Ela tá bem dura, tremenda, inchada. Como nunca antes. Filme muito bom.
As cenas tão no auge. Sinto meu rosto quente. Tá calor. É verão e eu tô suando. Não consigo tirar os olhos da tela. Começo a puxar a pele do meu pau pra cima e pra baixo de novo. O tronco tá morno, quase quente. Sinto ele queimando na minha mão enquanto com a outra tenho a Cielo Riveros me abraçando. Tô suando e ela também. Sinto ela suada e molhada nos meus braços. Olho pra baixo. Ela dorme tranquila. Sem problema. O filme continua rolando. Acho que tá quase acabando. Passam uns minutos e eu continuo puxando. Puta merda! Acabou! E eu ainda tô do mesmo jeito, puto. Porra! Queria bater uma vendo aqueles dois filhos da puta transando. De jeito nenhum. Sinto que de repente minha filha se mexe e fica perto de mim. Ela roça no meu pau com o corpinho dela. Não deu pra evitar o roçar. Me viro pro lado. Com o movimento dela, ela quase ficou em cima dele. Vejo a carinha dela. Ela continua dormindo profundamente. Tô puto demais. Preciso tirar esse veneno. Não posso ficar assim. Minhas bolas vão doer se eu não descarregar. Agora a TV tá passando notícias. Que merda! Não quero ver isso. Repito a busca ansiosa de canal em canal. Nada. Só programa sem graça. Cielo Riveros se mexe de novo. Vejo os olhinhos dela. Aos poucos, ela vai abrindo eles. Ela me diz, sonolenta:
- Papai, estou com muito calor. - Sim, minha filha, está calor demais.
- Não consigo dormir, estou suando pra caralho.
- Sim, já vi. Quer que eu tire sua camisola?
- Quero.
Ela se senta com os olhos meio fechados sobre as minhas pernas. Levanto a roupa e tiro ela suavemente por cima. Minha filha só fica de calcinha. Vejo o corpinho dela sob o brilho da televisão. Minha menina é linda. Ela volta pro meu colo e se acomoda de novo. Ufa. Sem dúvida. Ela ficou em cima do meu pau. Sinto o pau inchado quase dobrando. A pressão é intensa. Eu gosto. Por mais quente que esteja, isso é uma delícia. O corpinho dela pressiona meu falo firme contra minhas pernas. Está bem em cima dele. Sinto que fica mais duro do que nunca. Continua subindo, incha cada vez mais. Sentir o corpo de Cielo Riveros no meu pau dá um resultado inesperado. Não aguento mais.
Debaixo dos meus olhos. Minha filhinha dorme docemente. Fico olhando fixamente por alguns minutos. Vejo o corpo todo dela nu, só de calcinha. A visão me excita demais, me enlouquece. Meus pensamentos se chocam dentro da minha mente. Mas é preciso agir. Preciso gozar. Mas já não estão passando filmes. Olho pra minha filha. Ela está dormindo. Minha pica ainda tá dura debaixo do corpo dela. Já tá no ponto, bem durona e parada. Não aguento mais. Olho escada acima. Silêncio. Escuridão. Só o brilho da TV iluminando o corpo lindo e perturbador da Cielo Riveros que está deitada em cima de mim. Fico observando ela com atenção. Os bracinhos dela estão levantados. As perninhas dela caem pro lado. A bunda dela, coberta só pela calcinha, tá posicionada bem em cima da minha pica dura. Ah! É um prazer sentir assim. Finalmente decido.Olho pra cima, pra escada. Quero ter certeza que minha esposa não vai descer. Tudo em silêncio. Escuridão. Levanto um pouco o corpo da minha filhinha. Tiro a pica de onde tava presa. Livre finalmente! Pego meu pau e começo a acariciar ele em silêncio. Não diminuiu o inchaço, não. Pelo contrário. Sentir a pele da Cielo Riveros em cima dele deixou ele mais inflamado. Continuo tocando minha pica com tesão. Levanto a mão e levo até a casa da minha filha. Começo a tocar ela devagar e suavemente. Ela dorme. Mantenho as pontas dos meus dedos nos peitinhos dela, indo de pontinha em pontinha. Os minutos passam. Continuo tocando meu pau ereto. Volto a contemplar o corpo lindo e pequeno da Cielo Riveros, que tá completamente à minha disposição. Deixo as meninas e desço minha mão até a beirada da minha cueca.
Toco e acaricio a pele da dobrinha das portinhas de menina dela. Exploro a pele das pernas dela e da calcinha suada. A Cielo Riveros sua, e eu também. Os dois tão completamente suados. Tá calor. É verão.
As calcinhas dela tão todas molhadas de suor. Eu inspiro o cheiro doce que o corpinho lindo e pelado dela exala. Minhas mãos levantam a borda da calcinha de algodão. Enfio meus dedos lá. Apresento eles na bucetinha lisa dela. A carícia me transporta. Isso sim é uma delícia. Nunca imaginei. Passo meu dedo indicador devagar por cima da fenda dela. A pererequinha dela tá molhada de suor. Tiro a mão e levo o dedo indicador até a ponta do meu nariz. Quero saber qual é o cheiro da coisinha dela. Mmmm. Cheiro extraordinário, simplesmente divino. Que cheirinho gostoso essa coisinha de menina! É extremamente excitante, especialmente nessa idade. Inspiro mais uma vez a fragrância única. Eu gosto, eu amo. Tem gosto de céu. É um aroma com uma mistura meio azeda, igual sempre chega a bucetinha das meninas. Uma mistura de xixi e cebola. Maravilhoso. Nunca me canso de cheirar meu dedo. Coloco ele de novo na ponta do meu nariz. Inspiro de novo o cheiro delicioso. Mmmmm. Minha outra mão tá colocando meu pau duro. Quase gozo. Quase me vinguei. Preciso segurar. Não posso gozar agora que tenho a Cielo Riveros na minha mão. Preciso demorar mais antes de soltar a porra. Soltei meu pau pra não aumentar a sensação e aguentar a gozada. Abaixo minha mão até a calcinha da minha filha. Levantei a barra da calça. Coloquei minha mão de novo debaixo do pano de algodão suado. Parece que tava molhado. Tá muito úmido. Tá calor demais. Meu dedo indicador roça de novo a fendinha dela, em cima dos lábios minúsculos. É macio. E muito suado. Fico brincando ali. Passo meu dedo devagar ao longo da fenda pequenininha. Ainda tô ali, colado nela, acariciando, explorando, me deliciando com a bocetinha dela. Me delicio ao máximo com o toque. Me sinto indescritível.
prazer. Não sei como ainda não vim, porque tô puto demais. Tô tremendo. Tremo igual criança. Tudo treme, até minhas pernas tremem de tesão e desejo. Estendi minha mão. Eu é que mando. Pego a cueca dele pela parte de cima do elástico. A barriga dele tá molhada de suor. Começo a puxar a cueca dele devagar. De leve. Não quero que ele acorde. Aos poucos vou tirando aquela peça pequena. A curva da bunda dele me para. A bunda empinada dele não deixa eu tirar a cueca. Acho. Preciso levantar um pouco o corpinho dele. Coloco minha outra mão debaixo das costas dele. Levanto ele uns centímetros. Minha outra mão puxa de leve o pano suado. Pronto! A cueca finalmente cede e desce devagar até os joelhos dele. Coloco o corpinho dele de volta em cima de mim. Tiro a cueca dele de vez. Tá toda molhada de suor. Cheiro ela; enfio no meu nariz. Mmmmm. Cheiro delicioso. Meto na boca e chupo igual um louco. Amo especialmente a parte que gruda na coisinha dele. Gosto rançoso, misturado, suor, xixi e cebola. Agora o Cielo Riveros tá pelado. Não tem mais nada atrapalhando. Fico admirando o corpinho dele sem roupa, que agora é todo meu. Meu bebê é lindo. Pego uma das pernas dele e abro um pouco. Preciso de espaço pra mexer. Já tá aberto, igual uma tesoura. Vejo a pequena bucetinha dele meio aberta e exposta na minha frente. Tô queimando de tesão. Desço a mão e começo a acariciar de novo devagar. Meu dedo desliza pelo pubisinho lisinho dele. A montanha de Vênus dele é bem pequena. É definida e aparece como uma elevação que se destaca entre as pernas dele, tipo uma duninha de areia macia no deserto. É divino.
Já não tenho dúvidas. Tô muito excitado e com o sangue fervendo. Sinto meu pau escorrendo e vazando aquela coisa grossa e esbranquiçada. Minha mão continua deslizando devagar pela fenda dela. A fendinha dela sua e sua por causa do calorão. Isso ajuda meus toques, porque o atrito constante do meu dedo criou uma espécie de líquido cremoso, tipo vaselina, que desliza maravilhosamente sobre a bucetinha dela. Com uma mão, começo a abrir delicadamente os lábios da periquita dela. Abro devagar a porta da região proibida. O cheiro bate na minha cara. É algo incrivelmente especial. A buceta das meninas tem um cheiro diferente. Sim, sem dúvida, cheira bem. Cheira a paraíso. Isso me deixa ainda mais excitado. A entrada da bocetinha dela agora está aberta entre meus dedos. Consigo ver pelos reflexos da televisão. Meu dedo começa a entrar. Devagar... suavemente. Tô enfiando com maestria. Tenho que entrar devagar e só com a ponta. Ela é apertada demais. É estreita demais. Continuo entrando lentamente. A ponta do dedo já entrou. Agora sinto calor lá dentro. E suado, bem molhadinho. Ela aperta. Começo a mexer. O ritmo do suor ajuda; deixa a massagem mais macia. Com uma mão, toco ela, e com a outra, volto a acariciar meu pau. Sinto como se a porra fosse jorrar. Soltei meu pau com desgosto, mas não quero gozar. A porra tá quase na cabeça da glande. Minha ponta tá colorida, bem dura e inchada. Quero cheirar a bocetinha dela, mas tenho medo de que ela acorde. Fico pensando em como agir. Mas a vontade de sentir o cheiro é mais forte que a prudência. Olho pra cima, na direção da escada. Nada. Tudo escuro. Minha esposa deve estar dormindo como uma pedra. A única luz é o brilho da televisão. Mas já basta pra admirar as delícias escondidas da minha princesinha.
Crio coragem e passo minhas mãos por baixo das costas dela. Levanto ela devagar, viro de lado e coloco no sofá. Nada. Ela ainda tá dormindo. Isso é bom. Me ajoelho no chão. Abro as pernas dela de novo. A bucetinha dela tá bem na minha cara. Quero sentir o cheiro ali no meio. Preciso sentir o cheiro da frestinha dela. Quero o cheiro da buceta de menina virgem grudado na ponta do meu nariz. Enterro meu nariz entre as perninhas abertas dela. Começo a inspirar. Mmmmmmmm... que delícia. Não tem palavras. É uma maravilha. É demais. Cheiro divino. Confirmado. Uma mistura de suor com cebola e xixi. Mostro a língua e encosto a ponta na frestinha dela. Começo a lamber devagarzinho. De vez em quando levanto a cabeça pra ver o rosto dela. Cielo Riveros tá dormindo. Continuo chupando e bebendo a papaiinha linda dela. A porra já tá quase saindo do meu pau. Não quero gozar ainda. Tenho que aguentar mais. Preciso prolongar o momento o máximo que der. Por vários minutos fico chupando a coisinha dela. Ela tá suada e agora cheia da minha baba. Minha língua roça os lábios pequeninos da buceta dela. Não consigo enfiar tudo pra dentro. É estreito demais, apertado demais. Me delicio com suor e saliva que têm gosto de mel de virgem. Não aguento mais. Quase gozei. Levanto do chão. Dou outra olhada pra escada. Tudo tranquilo. Tudo em silêncio. Escuridão. Escadas. Tudo tranquilo. Tudo é silêncio. Escuridão.
Me sento e coloco de volta seu corpinho, dormindo e pelado, na poltrona. Quero que sua bucetinha fique no limite; que me mantenha no clima. Abro novamente suas pernas em forma de V e me posiciono com cuidado entre elas. Olho para baixo. Meu pau parece duro. A cabeça inchada da minha glande está brilhante e melada com líquido leitoso. Pego meu pau ereto e coloco no meio de seus pelinhos. Me ajusto bem até ficar colado no seu púbis. Já estou na posição. Com o pau numa mão, começo a esfregá-lo suavemente sobre sua linda buceta suada. A porra que escorre ajuda muito. O pau começa a rolar e deslizar macio como se tivesse vaselina na sua coisinha. É o sêmen que tenho na cabeça do meu pau e o que sai aos poucos da abertura. Não aguento mais. Me sinto como se estivesse derramando. Aperto a glande dura contra sua fenda suada. A cabeça do meu pau foi meio encaixada dentro da sua fenda, na parte de cima. Tudo isso é delírio. O primeiro jato de porra sai violentamente e banha todo seu cuzinho. Imediatamente surge outro jato mais forte que enche sua perereca e seu púbis inchado com líquido esbranquiçado. E depois vem outra corrente mais densa. E mais uma. Ufff, tanta porra! Estou ficando muito gostoso com suas delicadas vulvinhas sem pelo. Sinto outro jato de sêmen saindo do meu saco e pulando poderosamente. Sua bucetinha já está branca, toda inundada de elixir marrom e esbranquiçado. Mas no meu pau os espasmos da morte não param. A porra continua escorrendo, agora mais devagar, banhando a virilha de Cielo Riveros. Vejo que até sua barriga está toda lambuzada de porra. Finalmente os espasmos começam a diminuir; por fim, a pressão começa a aliviar. Gozei sobre minha filha de 18 anos. Hmmmm. Delicioso!
Olho pra trás, pras escadas. Tudo em silêncio. Como tô todo sujo, vou pro banheiro da sala. Pego um rolo de papel higiênico e começo a limpar o corpinho dela inteiro. Tenho que deixar ela como tava, limpinha, sem nenhum resquício de porra. Faço isso com todo cuidado. A luz da TV me ajuda. Não quero que minha esposa perceba. Quando termino de limpar ela, me limpo também. Fico com meu pau, que agora tá meio mole. Não sobrou nem uma gota de porra dentro. Derramei tudo no triângulo proibido da Cielo Riveros. Levanto o zíper. Pego a calcinha de algodão do sofá e começo a vestir com todo cuidado. Não quero que ela acorde. Dá um trabalhinho, mas consigo sem problemas. Pego ela no colo, subo as escadas e levo pro quarto dela. Lá, deito ela na cama. A Cielo Riveros dorme como um anjinho. Dou um último beijo nela enquanto deixo o camisolinho dela de lado na cama. Ela ainda tá suando. Saio do quarto dela, fecho a porta e entro no meu, que é do lado. Vejo que minha esposa tá dormindo. Os ronquinhos leves me acalmam. Tô sem coberta. Tá quente demais. É verão. Um verão quente pra caralho.Quando acordo, ainda é cedo. Entro no chuveiro e tomo um banho frio. O dia amanheceu quente. Verão quente. E o tempo todo achei que as chuvas iam chegar. Nada disso. Olho o relógio. Tô atrasado. Minha esposa me espera lá embaixo com torradas, geleia e um copo de suco de laranja. Ela tá de camisola. Admiro por baixo da roupinha a beleza delicada das curvas dela e a brancura perfeita da pele. Penso na Cielo Riveros. Quando crescer, vai ser tão gostosa quanto a mãe. Começo a comer rápido. Se não me apressar, vou chegar tarde na porra do escritório. Minha esposa me pergunta:
Ah, Aldo... Nem senti você chegar... Que horas eram?" "Umas onze. Ou talvez um pouco mais tarde."
"Ah, amor... Você trabalha demais. Mal descansa..."
"É. Mas não tenho escolha. Tem muita coisa pra fazer."
"Isso vai durar quanto tempo? A gente mal se vê.
— Não sei. Dois meses, talvez três. — Hummm... mas tudo bem, de jeito nenhum; o que a gente vai fazer.
— Preciso terminar esse projeto. Você sabe disso, Mirian Caballero.
— Sim, eu sei. Mas a Cielo Riveros sente sua falta... e eu também...
— Uhum. Vou tentar descansar esse fim de semana.
— Isso é bom. Conhece o Aldo? Preciso tanto de você...
— Eu também, gostosa.
Quando a gente vai fazer...?" — minha esposa me diz com o rosto animado de tesão — — Não sei. Talvez no fim de semana.
— Hmm... bom, vou ter que esperar.
— É. Preciso ir agora... Tchau.
— Se cuida.
Chego no escritório. As pilhas de papéis e documentos bagunçados já estão me esperando. Dou um oi e entro na minha sala. Começo a trabalhar. Malditos papéis, que não servem pra nada. Mas fazer o quê, me pagam um salário pra isso. De jeito nenhum. Mal percebo o relógio andar. Horas passam sem sentir. Tenho que descer pra comer. Levanto da cadeira e saio da sala privada. Desço pro refeitório. Tá lotado. Procuro uma mesa. Vejo uns amigos e sento com eles. Pra variar, todo mundo só fala de trabalho. Que maravilha! Como se não houvesse outros assuntos. Nem preciso comentar. Esse é o mundo. Terminamos o almoço. Subo pro escritório. Pego minha escova de dente, passo pasta e vou pro banheiro. Enquanto escovo os dentes, penso na Cielo Riveros. Que gostosa! Que delícia! Amo ela pra caralho.Sinto um leve formigamento na região da buceta. Tô tendo dificuldade pra lembrar o que rolou ontem à noite. Ah, que noite maravilhosa! Queria repetir. Hoje à noite vou tentar de novo com ela. Sim, hoje à noite.
Voltei pro trabalho. Tô vendo da janela do meu escritório as sombras cobrindo as ruas da cidade. Olho pro meu relógio de pulso. Dez horas em ponto. Pô! Hoje queria ter chegado mais cedo pra brincar mais tempo com a minha pequena. Minha esposa, a dorminhoca, como sempre, já deve estar no quinto dos infernos. Ele sempre vai pra cama às nove. E a maldita mulher tem um sono pesadão. Mas como os bastardos da Mirian Caballero são bons. Tenho orgulho dela ser minha esposa. Ela tem um corpo tão lindo, tão bem-feito, tão curvilíneo, tão excitante, tão gostoso. Ufa. E quando a gente transa. Pô! Eu tenho umas delícias com a Mirian Caballero. E ela também curte. É quente demais. Isso é bom. Paro meus pensamentos. Tô atrasada. Penso na Cielo Riveros. A bucetinha quente e suada dela tá me esperando. Tenho que ir agora. Jogo os papéis que tô segurando em cima da mesa. Dou uma última olhada. É um porco completo. De jeito nenhum, deixa minha secretária resolver isso amanhã. Levanto e saio do meu escritório. Pego o elevador e desço pra garagem. Abro o carro e entro. Ligo o motor e dirijo pelas ruas. Enquanto dirijo, a lembrança do corpinho nu da Cielo Riveros não me deixa em paz. Que gostosa que é minha menina! E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero... E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero... E ela só tem 18 anos. Mas não importa, contanto que eu possa aproveitar. Talvez mais pra frente, quando ela crescer, não dê pra fazer o mesmo. Mas a Mirian Caballero...
Ela não precisa saber disso. Tenho que ser muito cuidadoso. Sinto o volume começando a crescer entre minhas pernas. O tecido da calça tá apertado. Olho pra baixo e vejo a barraca do circo armada. Caralho, tô muito excitado! Dobro a esquina e vejo minha casa lá na frente. Olho pra cima. Tem luz no nosso quarto. Porra, que merda! Minha esposa deve estar acordada. Que azar! Essa noite não vai dar. De jeito nenhum. Vai ser amanhã. Chego no estacionamento do prédio onde a gente mora. Estaciono o carro. Saio e caminho até a porta do apartamento. Meto a mão no bolso da calça. Nada! Cadê as porras das chaves de casa? Caralho! Deixei no escritório. Porra! Vou ter que bater na porta da Mirian Caballero. Mas não quero incomodar. Paro pra pensar. Volto pra pegar as chaves? Melhor bater na porta da Mirian Caballero. Mas não, isso também não. Quero te surpreender. De repente lembro que posso entrar pela porta da cozinha. Isso aí, é isso. Vou lá. Chego e levanto as persianas da janela de vidro. Meto a mão e pego o interior da maçaneta da porta. Giro a alavanca. Pronto! A porta abre. Entro em silêncio. Quero surpreender a Mirian Caballero.
e minha filhinha. Não vou poder ter a Cielo Riveros hoje à noite, mas a Mirian Caballero não me escapa. Ainda tô nervoso com meu pau, que tá meio duro aqui dentro da sunga. Vai ser uma surpresa pra minha esposa me ver chegar mais cedo. Essa noite vou dar uma surra nela de tanto medo da puta da minha esposa! Mas quero chegar de surpresa. Tiro os sapatos e jogo debaixo da mesa da sala. De meia, vou até a sala de estar. Tem luz na escada. Não quero que minha esposa me veja. Vou te dar uma surpresa. Começo a subir a escada. Não faço nenhum barulho. Chego no topo que dá pros quartos. Escuto sons de palavras, tipo sussurros na minha respiração. Com quem será que a Mirian Caballero tá falando? Será que a Cielo Riveros tá acordada? O telefone tá lá embaixo, na sala.As vozes e os sussurros continuam chegando no meu ouvido. Vou devagar, na ponta dos pés. Chego na porta do quarto da minha filhinha. Tá entreaberta e a luz acesa. Espio. A cama dela tá vazia.
Ainda dá pra ouvir o barulho leve das vozes. Dou uns passos e sigo em frente. Acho que minha esposa tá vestindo a menina com o pijama dela. Chego do lado da porta do quarto que divido com a Mirian Caballero. Tá fechada. Não é à toa que as vozes não tão claras. Coloco meu ouvido na madeira trabalhada. Os sussurros continuam. Agora dá pra ouvir risadinhas abafadas. Meu ouvido vai se acostumando e começo a entender o que tão falando lá dentro. Presto atenção antes de abrir a porta. Quero saber do que tão falando. Algo me diz que devo ouvir primeiro antes de entrar de surpresa. Escuto o que minha esposa fala baixinho pra Cielo Riveros, como se quisesse esconder o assunto da conversa:
— Sim, minha filhinha... é tão gostoso... também adoro muito.
— Sim, mamãe? — Sim.
— Ah, mamãe... Continua... Quero que você faça comigo o que fez da outra vez.
— Você gosta que eu faça isso por você, querida?...
— "Sim..." Gosto muito.
— Ah, pequena... mas seu pai não deve demorar muito pra chegar.
— "E ele não pode saber, né?"
— "Não, minha filha..." Ele nunca pode saber. Lembra que eu sempre te falei isso.
— Por que, mamãe? — Por que você nunca... conta pra ela, se é a Cielo Riveros? Senão, não vou mais poder fazer isso em você.
— Sim, mamãe... Não vou contar... mas vamos... Faz em mim, mesmo que seja só por um pouquinho, tá?
"Você gosta de se meter debaixo da minha saia, Cielo Riveros?"
"Sim..." Gosto muito.
— Tá bom, minha filha... Vamos... Entra... Mas só por um pouquinho, tá?
Quando escuto o diálogo estranho, fico na dúvida. O que elas tão fazendo? Será que ouvi direito? Espero um pouco com a mão na maçaneta da porta. Só se ouvem uns gritinhos e sussurros. Continuo com o ouvido colado na madeira e escuto as vozes de novo.
"Você gosta, minha filhinha?
— Sim, mamãe... Eu gosto muito. "Tá vendo direitinho minha calcinha pequena?"
"Sim... e cheira bem... cheira a xixi..."
"Você gosta do cheirinho da calcinha, Cielo Riveros?"
— Ah, sim... Gosto muito...
"Quer mais?"
— Sim, mamãe... Quero mais...
"Quer colocar sua mãozinha por baixo?"
— Sim, mamãe... igual da outra vez.
—Beleza, vamos. Coloca ele pra dentro.Agora eu não tinha mais dúvida do que tava rolando. O volume subiu de novo, inquieto, por baixo da minha calça. Pego minha mão ali e me toco. Não consigo evitar apertar ele firme por cima do tecido. Mas preciso espiar pra dentro. Viro a maçaneta devagar. Não posso fazer barulho. A porta abre em silêncio. Só o necessário. Minha esposa e minha filha tão tão vidradas no que tão fazendo que nem percebem. Um raio de luz escapa pela fresta. Dá pra ver a cena inteira. Vejo minha esposa com a camisola curtinha subida até a cintura. Minha filha tem a carinha enfiada entre as pernas dela. Percebo como Cielo Riveros chupa e chupa a buceta da minha linda esposa. Agora a menina enfia a mão por baixo da calcinha de Mirian Caballero. Encontra a moita de pelos por baixo da calcinha branca. Cielo Riveros começa a apalpar aquele tesouro escondido. A mãozinha dela se move devagar. O tecido da calcinha dela sobe, formando um volume por cima da mão pequenina.
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