As mulheres estavam no quarto com a minha mãe. Tudo era um silêncio longo, raramente interrompido por um suspiro ou respiração pesada, até que minha tia Hilda falou, baixo mas firme. — Delia… Sério? Com meu marido? Minha mãe sentou na cama, ainda com o rosto vermelho e o biquíni todo desajeitado (ela tinha puxado rápido pra se cobrir). Baixou o olhar. — Não sei como aconteceu… Eu tava procurando o protetor solar pro meu compadre Roberto e quando me virei, ele tava pelado com uma ereção… Aí chegou meu compadre Rafa… E eu fui fraca… Meu Deus, me perdoa. Minha tia Hilda e minha madrinha não disseram nada, só baixaram o olhar. Minha tia Lili tava de pé, de braços cruzados. — Ai, rainha… você sempre foi a mais certinha de todas nós… que que deu em você? — Não sei, Lili… acho que não pensei muito. Foi tudo no calor do momento… Fez silêncio. Minha tia Celia, meio tímida, falou. — E… você gostou? As outras olharam pra ela com cara de “como é que pergunta isso?!?”. Minha mãe olhou pro chão e demorou pra responder. — Sim… gostei mais do que quero admitir… Ficar no meio de dois homens… Deus, me perdoa, mas foi gostoso pra caralho. Muito gostoso. Todas olharam pra ela espantadas com a confissão. — Ai, Delia… — completou minha tia Maria — Olha, melhor deixar isso por aqui por enquanto… Se veste e descansa, que você vai ter que dar explicações pro seu filho e pro seu marido quando voltarem. Minha mãe concordou com a cabeça e minhas tias saíram do quarto e foram pra casa da Maria. Eu, claro, segui elas e fiquei escutando da janela da cozinha. Todas estavam sentadas na sala. Hilda: — O que a gente vai fazer? — disse ela, suspirando e esfregando as têmporas — Maldito Rafa! Vou matar ele! Laura: — Calma, Hilda… Minha madrinha colocou a mão no ombro dela e minha tia Hilda levantou. Hilda: — Como é que você quer que eu fique calma, Laura?!? Meu marido me traiu com a minha irmã! Você também devia estar furiosa! Seu marido fez a mesma coisa! Minha madrinha suspirou e respondeu com calma. Laura: — Tô puta… mas de certo modo entendo porque Roberto fez o que fez… fez... Todas ficaram em silêncio esperando minha madrinha se explicar. Laura: Olha... Roberto e eu não transamos com frequência e a verdade é que eu não tenho querido. Acho que era questão de tempo até ele encontrar algo ou alguém pra matar a vontade... Hilda: Pois é, mas não com a Delia! Celia: Mesmo assim, não justifica ele ter transado com a Delia, Laura. Como esposa, você devia atender às necessidades dele pra evitar esse tipo de coisa. Minha madrinha ficou meio na defensiva com o comentário da Celia. Laura: Ah, e você dá conta do seu marido? Minha tia Celia ficou vermelha e cruzou os braços. Celia: Eh... esse não é o caso! Meu Ernesto nunca faria o que seu marido e o Rafa fizeram! Hilda: Isso é o que você pensa... A tensão aumentou. Maria: Ai, meninas, já chega de briga. Discutir não vai resolver nada. Melhor respirar, tomar uma água ou algo... estamos todas nervosas. As outras se acalmam um pouco, sentam de novo. Silêncio constrangedor outra vez. Hilda: (suspirando, mais calma mas ainda irritada) Você tem razão, Maria... Mas é que ferve meu sangue. Rafa vive cheio de vontade, e eu... pois é, às vezes não tô a fim. Mas com minha própria irmã? Isso não. Laura: (suave) Eu também não tô muito a fim ultimamente... por isso entendo ele. Mas a Celia tem razão numa coisa: se a gente não atende, o outro procura. Não é desculpa, mas acontece. Celia: (Já mais calma, resolve confessar detalhes da intimidade com meu tio) Eu, sinceramente, tento dar conta do Ernesto... mas ele sempre quer coisas... mais pesadas. Eu não sou assim. Prefiro o normal, o de sempre. Hilda: (olhando pra ela com curiosidade) Coisas mais pesadas? Tipo o quê? Celia: (baixando a voz, envergonhada) Bom... ele pede pra eu ficar de quatro como uma qualquer. Eu recuso, tenho vergonha. As outras riram baixinho, aliviando a tensão. Não imaginavam que transar de quatro fosse algo pesado pra tia Celia. Maria: Ai, Celia, todas nós já passamos por isso. Lili: (que tinha ficado quieta, falando pela primeira vez desde que se acalmaram) O Juan também... Ela sempre volta com o mesmo assunto. Diz que quer me provar… por trás. Anal, sabe como é. Mas eu não quero. Tenho medo, dói, sei lá. Falo que não e ele parece não ficar bravo, mas sempre puxa o assunto na hora do sexo. Fica um silêncio. Todas olham pra ela, curiosas.
Hilda: (com um sorrisinho malicioso, já mais relaxada) E por que não, Lili? Se não dói tanto quanto falam… com calma e lubrificante, né…
Lili: (balançando a cabeça, mas corada) Não, não… é que o Juan tem uma grande. Muito grande. Morro de medo de me rasgar ou algo assim. Toda vez que ele mete normal já sinto que me preenche toda, imagina por trás…
Laura: (rindo baixinho, mas com os olhos brilhando de curiosidade) Grande como? Conta pra gente… O Roberto também não é pequeno, mas se é tão grande quanto você diz…
Lili: (rindo nervosa, tapando o rosto por um segundo) Ai, não sei como explicar… é comprido e grosso, tipo… uma latinha de refrigerante? Quando fica dura, parece assustador. Juro que ele tem descendência afro… – ri nervosa – Por isso que falo não pro anal. Imagino que doeria pra caralho.
Maria: (rindo mais abertamente) Não me diga, Lili! E você aguenta isso normal? Benza-te Deus, rainha. O Juan deve ser abençoado… ou amaldiçoado, depende do dia.
Hilda: Pois se não quer anal, deixa pra outra… tipo pra gente, hahaha. Brincadeira… ou não. Mas sério, se você tem curiosidade mas medo, começa com um dedo, lubrificante… muitas de nós curtem depois. O Rafa adora me comer pela porta dos fundos e eu adoro. Ou adorava…
Lili: Sei lá… talvez um dia. Mas por enquanto, não. Embora… ouvir o que aconteceu com a Delia com dois ao mesmo tempo… me deu um arrepio, pra ser sincera. Como será que é fazer com dois ao mesmo tempo?
Celia: Cunhada! Pelo amor de Deus! Não pensa nessas coisas!
Todas riram e continuaram falando um pouco mais sobre o assunto. Decidi voltar pro apartamento com minha mãe. Ela não saiu mais pelo resto da tarde. Quando chegou a hora de dormir, eu me deitei no chão como sempre e ela na cama.
– Filho… vem, quero vou te falar uma coisa antes de você dormir. Subi na cama com ela. Ela tava sentada, encostada na cabeceira. —Me abraça um pouquinho… Obedeci e passei o braço em volta dela. A luz do quarto de lavanderia entrava pelas cortinas e dava pra ver um pouco do decote dela. —O que aconteceu de tarde… prefiro te contar eu mesma antes que suas tias façam isso… ou o que rolou foi que eu tava transando com seu padrinho e seu tio Rafa… Fiquei ouvindo em silêncio. —Quero que você saiba que não foi planejado… eu não sou assim… só fui fraca naquele momento… —Tá bom, mãe, cê não precisa explicar nada se não quiser. —Mas eu gostei pra caralho… me dá vergonha te falar isso porque você é meu filho e espero que me perdoe… mas quando senti o pau do seu tio Rafa e depois o do seu padrinho… Me surpreendeu ouvir minha mãe me dando esses detalhes. Ela contava com tanta empolgação e culpa que fez eu ficar de pau duro. —Ai, filho… sério, me desculpa por te contar essas coisas… Tava pensando em ficar calado, mas lembrar de tudo aquilo me deixou bem excitado, então resolvi arriscar e contar que vi ela. —Mãe… posso te falar uma coisa? —O quê? —Vi quando meu padrinho e meu tio tavam te comendo e eu bati uma… também vi quando você chupou o pau do meu tio Ernesto no banheiro. Ela se afastou. —Você me viu mesmo…? Que vergonha. —Sim… Ela parecia agitada, mas respirou fundo e se acalmou um pouco. —Sabe o quê, filho? Já não importa mais… —Não? —Não vale a pena continuar me sentindo envergonhada. O que aconteceu, aconteceu. —Nesse caso… —ela tirou minha pijama, deixando à mostra minha ereção pulsante e poderosa de 15 centímetros— você me deixa te comer? Ela ficou agitada de novo ao ver meu pau e se levantou. —O quê? Não! Você é meu filho! —Meu tio Ernesto é seu irmão! —Sim, mas isso… é diferente! —Ai, mãe, claro que não é diferente! Vai… dessa vez ninguém vai ficar sabendo! Minha tia Hilda tá no quarto dela e as outras tão dormindo na casa da tia Maria. Minha mãe pensou, mas aceitou, tirando a blusa da pijama e deixando eu ver os peitos dela. —Vou masturbar você e vou chupar seu pau, mas só isso! —Ok… Ela subiu junto. Eu e ela me envolveu com o braço. — Enquanto isso, pode tocar e chupar meus peitos, mas com cuidado porque estão sensíveis. Ela agarrou meu pau com firmeza e começou a bater uma num ritmo constante. Era óbvio que queria me fazer gozar rápido. Da minha parte, eu chupava os peitos dela como um recém-nascido. — Mmmph… te falei pra ter cuidado… meus mamilos estão sensíveis, filho… A porra do pré-gozo não demorou a sair. Minha mãe batia uma com gosto, lubrificando minha glande com o próprio pré-gozo até fazer aquele barulhinho molhado. Eu apertava a bunda pra não gozar. — Mãe… cê podia chupar ele pra mim..? Acho que ela esperava que eu já tivesse gozado, porque me olhou pensativa, mordendo o lábio. — Tá bom… — suspira — mas eu também quero sentir gostoso… Ela tirou a pijama e a calcinha fio dental. — Também quero que você chupe a minha… Ela se ajeitou em cima de mim, quase pressionando a bunda contra minha cara. Ela tava inclinada, segurando meu pau perto da boca dela. A respiração dela fazia ele pulsar. — Lambe tudo, filho… Agarrei as nádegas dela e enfiei a cara no meio, coloquei minha língua no cu dela. — Uh… ai, filho… que direto, hein… ai… Ela começou a chupar meu pau. Passava a língua pela glande e depois descia até a base. — Mmmmmph…. hrrrk… que gostoso… mmmph! — ela tentava falar com o pau na boca. A saliva escorria pelos cantos da boca dela. Depois de explorar o cu dela com a língua, resolvi passar pra buceta dela. Enfiei os dedos e comecei a chupar os lábios dela, que já estavam super molhados. — Mmmm!… sim…. mmmph!… hrrk! Nunca imaginei que a primeira buceta que eu fosse lamber seria a da minha mãe. Ficamos nos chupando por uns dez minutos. Nem eu sei como aguentei tanto. Até que de repente a porta se abriu de uma vez. — Mmmph — Porra! — ela tirou o pau da boca — José! Era meu pai, visivelmente bêbado, quando acendeu a luz. — Ai, Delia… Minha mãe engatinhou pra frente e sentou na beira da cama. Meu pau roçou a pele e a buceta dela antes disso. — José…! Pensei que você não ia vir dormir… Eu só quis tirar a vontade do nosso filho.. -Shhh... Nessa altura você não precisa me explicar nada -Mas amor...- Meu pai abaixou a calça e começou a se acariciar. -Vocês continuem na sua...deixa ele te comer de quatro, Délia. Minha mãe hesitou, mas subiu na cama e ficou de quatro, olhando pro meu pai. Eu fiquei olhando pra ela por um instante. -Não fica só olhando...come a sua mãe como a puta gostosa que ela é... Me aproximei e devagar comecei a meter na buceta dela. Não consegui evitar um arrepio quando meu pau deslizou pra dentro. -Não me chama assim, José...sou sua esposa... Comecei a me mexer. Tentei não fazer nem muito devagar nem muito rápido. -Minha esposa que é comida pelos meus compadres...! -Foi sem querer...mmph...só aconteceu...ah... O pau do meu pai foi ficando mais duro enquanto ele batia uma. -E agora quem tá te comendo é nosso filho...Isso também foi sem querer? Me agarrei na cintura dela pra meter mais rápido. Era estranho, meu pai reclamava da minha mãe mas sem parar de bater uma. -Como é que é te comer a sua mãe? -Eh...é bom, pai... Meu pai batia uma devagar, observando a gente. -Isso mesmo, filho...come ela com força... -Ah...ai...ai...mmmph-José....ah...ah... Meu pai se aproximou e beijou ela na boca. -Não fala nada, amor...quanto mais cedo você aceitar que adora pau, mais cedo vai parar de se sentir culpada. Vai, fala que você adora pau. -Mmmph!....ai....e-eu adoro...adoro pau...amo...ah! Juro que quando ouvi minha mãe falar tudo aquilo, queria gozar. Não sei como aguentei tanto. -Você gostou de ser comida pelos compadres? Meti na minha mãe mais rápido e comecei a dar tapas na bunda dela. Os peitos dela balançavam pra frente e pra trás, e meu pai pegava um com uma mão enquanto batia uma com a outra. -Mmm...sim...me comeram bem gostoso...ah...ai...o compadre Rafa...ai...tinha um pau bem gostoso... -E você chupou ele todo, né? -Sim...sim, amor...chupei o pau dele todinho... Meu pai colocou o pau na frente dela e minha mãe abriu a boca. Ele meteu de uma vez e segurou a cabeça dela com as duas mãos. -Mmmm isso, chupa meu pau igual você chupou o do Rafa... -Mmmmph....glrk...glrk...mmmph... Ficamos com a minha mãe de pernas abertas por um bom tempo. A pica do meu pai abafava os gemidos dela. Era um pouco maior que a minha… queria ter herdado esses centímetros extras. — Vou te falar uma coisa, love… — Mmph… glrk? — Faz umas noites, a gente, os compadres, tava conversando e todos tão afim de te comer… até nosso filho disse que queria pegar todas as tias e você… — Mmph… Ah… filho!… — meu pai enfiou a pica de novo na boca dela — hrrk… glrk… mmph… — Não fica brava com ele, Delia… o negócio é que todos querem comer a mulher do outro… a Lili, a Maria, a Hilda… a Laura… a Celia… — MMMPH!… — Ia ser uma delícia te ver de novo empalada na pica de um desses filhos da puta… Não aguentei e gozei dentro da minha mãe. Coloquei as mãos na bunda dela enquanto meu esperma saía quase a pressão, enchendo a buceta dela. — Uh… olha só! Não se preocupa, filho! Sua mãe não pode engravidar!… Me afastei da minha mãe com a pica meio mole, pulsando e cheia de porra. Meu pai também se afastou e fez minha mãe deitar de costas, abrindo as pernas. — Vocês são uns bêbados porcos! Olha só falar assim das próprias esposas! Os pelos pubianos da minha mãe estavam lambuzados com os fluidos dela, e o esperma começou a escorrer pelas dobras. Meu pai enfiou a pica devagar. — Mas bem que você gostou de ser comida… Minha mãe apoiou as pernas nos ombros do meu pai, que já começava a comer ela rápido. Dava pra ouvir a pica dele batendo minha porra dentro dela. — Ah… ai… mas agora eu… gosto que é você me comendo… ah… ai… ai Eu me virei de lado, acariciando meu soldado exausto, vendo os peitos da minha mãe balançarem. Ela tava ficando mais tesuda, e não pude evitar sentir uma vibe de reconciliação, sabe? — Ah… ah!… ai!… love… e… você… qual das minhas irmãs… quer comer…? Ele começou a meter com força. Dava pra ouvir o squish molhado da buceta dela. — Todas! … E também sua prima Laura… Mas tô morrendo de vontade de comer minha comadre Hilda… Ela começou a se masturbar. — É…? Ah… ah… assim gostosa que você vai comer Hilda…? Mmmm! Ah! Ah! Meu pai aumentou a velocidade a tal ponto que toda a mistura de fluidos na buceta da minha mãe fez espuminha. — Sim… vou meter o pau em todas…! E vou ver como os outros te metem o pau em você, amor! — AH! AYY! amor! amor! AY! AYYYY! SIM! Minha mãe começou a gozar jorrando. Meu pai não parou de meter até ele parar e apertar os peitos dela, porque também estava gozando. — Ai, Delia… ah… Os espasmos dos dois pararam e meu pai tirou o pau, que até gotejava um pouco de sêmen e o squirt da minha mãe. — Mmmm… que gostoso sentir o gozo dos dois homens da casa dentro da minha buceta… — disse minha mãe passando os dedos devagar pelas dobras dela, espalhando o sêmen que começava a sair do buraco dela — Ai, amor… quando você comer a Hilda, também pode gozar dentro… até porque ela também é operada… Meu pai sentou ao lado dela. — Então me dá permissão pra comer a Hilda? — Sim… só precisa convencer ela… na verdade, vou ver se consigo convencer todas a trocar de marido… até vou deixar nosso filho participar. Ela se levantou e pegou um lenço de papel pra limpar a buceta. — Vamos ver o que acontece amanhã… Um tempo depois, fomos dormir. Talvez eu continue… Deixo outro capítulo sobre minha fantasia da orgia familiar 🙂 espero que gostem e obrigado por lerem.
Hilda: (com um sorrisinho malicioso, já mais relaxada) E por que não, Lili? Se não dói tanto quanto falam… com calma e lubrificante, né…
Lili: (balançando a cabeça, mas corada) Não, não… é que o Juan tem uma grande. Muito grande. Morro de medo de me rasgar ou algo assim. Toda vez que ele mete normal já sinto que me preenche toda, imagina por trás…
Laura: (rindo baixinho, mas com os olhos brilhando de curiosidade) Grande como? Conta pra gente… O Roberto também não é pequeno, mas se é tão grande quanto você diz…
Lili: (rindo nervosa, tapando o rosto por um segundo) Ai, não sei como explicar… é comprido e grosso, tipo… uma latinha de refrigerante? Quando fica dura, parece assustador. Juro que ele tem descendência afro… – ri nervosa – Por isso que falo não pro anal. Imagino que doeria pra caralho.
Maria: (rindo mais abertamente) Não me diga, Lili! E você aguenta isso normal? Benza-te Deus, rainha. O Juan deve ser abençoado… ou amaldiçoado, depende do dia.
Hilda: Pois se não quer anal, deixa pra outra… tipo pra gente, hahaha. Brincadeira… ou não. Mas sério, se você tem curiosidade mas medo, começa com um dedo, lubrificante… muitas de nós curtem depois. O Rafa adora me comer pela porta dos fundos e eu adoro. Ou adorava…
Lili: Sei lá… talvez um dia. Mas por enquanto, não. Embora… ouvir o que aconteceu com a Delia com dois ao mesmo tempo… me deu um arrepio, pra ser sincera. Como será que é fazer com dois ao mesmo tempo?
Celia: Cunhada! Pelo amor de Deus! Não pensa nessas coisas!
Todas riram e continuaram falando um pouco mais sobre o assunto. Decidi voltar pro apartamento com minha mãe. Ela não saiu mais pelo resto da tarde. Quando chegou a hora de dormir, eu me deitei no chão como sempre e ela na cama.
– Filho… vem, quero vou te falar uma coisa antes de você dormir. Subi na cama com ela. Ela tava sentada, encostada na cabeceira. —Me abraça um pouquinho… Obedeci e passei o braço em volta dela. A luz do quarto de lavanderia entrava pelas cortinas e dava pra ver um pouco do decote dela. —O que aconteceu de tarde… prefiro te contar eu mesma antes que suas tias façam isso… ou o que rolou foi que eu tava transando com seu padrinho e seu tio Rafa… Fiquei ouvindo em silêncio. —Quero que você saiba que não foi planejado… eu não sou assim… só fui fraca naquele momento… —Tá bom, mãe, cê não precisa explicar nada se não quiser. —Mas eu gostei pra caralho… me dá vergonha te falar isso porque você é meu filho e espero que me perdoe… mas quando senti o pau do seu tio Rafa e depois o do seu padrinho… Me surpreendeu ouvir minha mãe me dando esses detalhes. Ela contava com tanta empolgação e culpa que fez eu ficar de pau duro. —Ai, filho… sério, me desculpa por te contar essas coisas… Tava pensando em ficar calado, mas lembrar de tudo aquilo me deixou bem excitado, então resolvi arriscar e contar que vi ela. —Mãe… posso te falar uma coisa? —O quê? —Vi quando meu padrinho e meu tio tavam te comendo e eu bati uma… também vi quando você chupou o pau do meu tio Ernesto no banheiro. Ela se afastou. —Você me viu mesmo…? Que vergonha. —Sim… Ela parecia agitada, mas respirou fundo e se acalmou um pouco. —Sabe o quê, filho? Já não importa mais… —Não? —Não vale a pena continuar me sentindo envergonhada. O que aconteceu, aconteceu. —Nesse caso… —ela tirou minha pijama, deixando à mostra minha ereção pulsante e poderosa de 15 centímetros— você me deixa te comer? Ela ficou agitada de novo ao ver meu pau e se levantou. —O quê? Não! Você é meu filho! —Meu tio Ernesto é seu irmão! —Sim, mas isso… é diferente! —Ai, mãe, claro que não é diferente! Vai… dessa vez ninguém vai ficar sabendo! Minha tia Hilda tá no quarto dela e as outras tão dormindo na casa da tia Maria. Minha mãe pensou, mas aceitou, tirando a blusa da pijama e deixando eu ver os peitos dela. —Vou masturbar você e vou chupar seu pau, mas só isso! —Ok… Ela subiu junto. Eu e ela me envolveu com o braço. — Enquanto isso, pode tocar e chupar meus peitos, mas com cuidado porque estão sensíveis. Ela agarrou meu pau com firmeza e começou a bater uma num ritmo constante. Era óbvio que queria me fazer gozar rápido. Da minha parte, eu chupava os peitos dela como um recém-nascido. — Mmmph… te falei pra ter cuidado… meus mamilos estão sensíveis, filho… A porra do pré-gozo não demorou a sair. Minha mãe batia uma com gosto, lubrificando minha glande com o próprio pré-gozo até fazer aquele barulhinho molhado. Eu apertava a bunda pra não gozar. — Mãe… cê podia chupar ele pra mim..? Acho que ela esperava que eu já tivesse gozado, porque me olhou pensativa, mordendo o lábio. — Tá bom… — suspira — mas eu também quero sentir gostoso… Ela tirou a pijama e a calcinha fio dental. — Também quero que você chupe a minha… Ela se ajeitou em cima de mim, quase pressionando a bunda contra minha cara. Ela tava inclinada, segurando meu pau perto da boca dela. A respiração dela fazia ele pulsar. — Lambe tudo, filho… Agarrei as nádegas dela e enfiei a cara no meio, coloquei minha língua no cu dela. — Uh… ai, filho… que direto, hein… ai… Ela começou a chupar meu pau. Passava a língua pela glande e depois descia até a base. — Mmmmmph…. hrrrk… que gostoso… mmmph! — ela tentava falar com o pau na boca. A saliva escorria pelos cantos da boca dela. Depois de explorar o cu dela com a língua, resolvi passar pra buceta dela. Enfiei os dedos e comecei a chupar os lábios dela, que já estavam super molhados. — Mmmm!… sim…. mmmph!… hrrk! Nunca imaginei que a primeira buceta que eu fosse lamber seria a da minha mãe. Ficamos nos chupando por uns dez minutos. Nem eu sei como aguentei tanto. Até que de repente a porta se abriu de uma vez. — Mmmph — Porra! — ela tirou o pau da boca — José! Era meu pai, visivelmente bêbado, quando acendeu a luz. — Ai, Delia… Minha mãe engatinhou pra frente e sentou na beira da cama. Meu pau roçou a pele e a buceta dela antes disso. — José…! Pensei que você não ia vir dormir… Eu só quis tirar a vontade do nosso filho.. -Shhh... Nessa altura você não precisa me explicar nada -Mas amor...- Meu pai abaixou a calça e começou a se acariciar. -Vocês continuem na sua...deixa ele te comer de quatro, Délia. Minha mãe hesitou, mas subiu na cama e ficou de quatro, olhando pro meu pai. Eu fiquei olhando pra ela por um instante. -Não fica só olhando...come a sua mãe como a puta gostosa que ela é... Me aproximei e devagar comecei a meter na buceta dela. Não consegui evitar um arrepio quando meu pau deslizou pra dentro. -Não me chama assim, José...sou sua esposa... Comecei a me mexer. Tentei não fazer nem muito devagar nem muito rápido. -Minha esposa que é comida pelos meus compadres...! -Foi sem querer...mmph...só aconteceu...ah... O pau do meu pai foi ficando mais duro enquanto ele batia uma. -E agora quem tá te comendo é nosso filho...Isso também foi sem querer? Me agarrei na cintura dela pra meter mais rápido. Era estranho, meu pai reclamava da minha mãe mas sem parar de bater uma. -Como é que é te comer a sua mãe? -Eh...é bom, pai... Meu pai batia uma devagar, observando a gente. -Isso mesmo, filho...come ela com força... -Ah...ai...ai...mmmph-José....ah...ah... Meu pai se aproximou e beijou ela na boca. -Não fala nada, amor...quanto mais cedo você aceitar que adora pau, mais cedo vai parar de se sentir culpada. Vai, fala que você adora pau. -Mmmph!....ai....e-eu adoro...adoro pau...amo...ah! Juro que quando ouvi minha mãe falar tudo aquilo, queria gozar. Não sei como aguentei tanto. -Você gostou de ser comida pelos compadres? Meti na minha mãe mais rápido e comecei a dar tapas na bunda dela. Os peitos dela balançavam pra frente e pra trás, e meu pai pegava um com uma mão enquanto batia uma com a outra. -Mmm...sim...me comeram bem gostoso...ah...ai...o compadre Rafa...ai...tinha um pau bem gostoso... -E você chupou ele todo, né? -Sim...sim, amor...chupei o pau dele todinho... Meu pai colocou o pau na frente dela e minha mãe abriu a boca. Ele meteu de uma vez e segurou a cabeça dela com as duas mãos. -Mmmm isso, chupa meu pau igual você chupou o do Rafa... -Mmmmph....glrk...glrk...mmmph... Ficamos com a minha mãe de pernas abertas por um bom tempo. A pica do meu pai abafava os gemidos dela. Era um pouco maior que a minha… queria ter herdado esses centímetros extras. — Vou te falar uma coisa, love… — Mmph… glrk? — Faz umas noites, a gente, os compadres, tava conversando e todos tão afim de te comer… até nosso filho disse que queria pegar todas as tias e você… — Mmph… Ah… filho!… — meu pai enfiou a pica de novo na boca dela — hrrk… glrk… mmph… — Não fica brava com ele, Delia… o negócio é que todos querem comer a mulher do outro… a Lili, a Maria, a Hilda… a Laura… a Celia… — MMMPH!… — Ia ser uma delícia te ver de novo empalada na pica de um desses filhos da puta… Não aguentei e gozei dentro da minha mãe. Coloquei as mãos na bunda dela enquanto meu esperma saía quase a pressão, enchendo a buceta dela. — Uh… olha só! Não se preocupa, filho! Sua mãe não pode engravidar!… Me afastei da minha mãe com a pica meio mole, pulsando e cheia de porra. Meu pai também se afastou e fez minha mãe deitar de costas, abrindo as pernas. — Vocês são uns bêbados porcos! Olha só falar assim das próprias esposas! Os pelos pubianos da minha mãe estavam lambuzados com os fluidos dela, e o esperma começou a escorrer pelas dobras. Meu pai enfiou a pica devagar. — Mas bem que você gostou de ser comida… Minha mãe apoiou as pernas nos ombros do meu pai, que já começava a comer ela rápido. Dava pra ouvir a pica dele batendo minha porra dentro dela. — Ah… ai… mas agora eu… gosto que é você me comendo… ah… ai… ai Eu me virei de lado, acariciando meu soldado exausto, vendo os peitos da minha mãe balançarem. Ela tava ficando mais tesuda, e não pude evitar sentir uma vibe de reconciliação, sabe? — Ah… ah!… ai!… love… e… você… qual das minhas irmãs… quer comer…? Ele começou a meter com força. Dava pra ouvir o squish molhado da buceta dela. — Todas! … E também sua prima Laura… Mas tô morrendo de vontade de comer minha comadre Hilda… Ela começou a se masturbar. — É…? Ah… ah… assim gostosa que você vai comer Hilda…? Mmmm! Ah! Ah! Meu pai aumentou a velocidade a tal ponto que toda a mistura de fluidos na buceta da minha mãe fez espuminha. — Sim… vou meter o pau em todas…! E vou ver como os outros te metem o pau em você, amor! — AH! AYY! amor! amor! AY! AYYYY! SIM! Minha mãe começou a gozar jorrando. Meu pai não parou de meter até ele parar e apertar os peitos dela, porque também estava gozando. — Ai, Delia… ah… Os espasmos dos dois pararam e meu pai tirou o pau, que até gotejava um pouco de sêmen e o squirt da minha mãe. — Mmmm… que gostoso sentir o gozo dos dois homens da casa dentro da minha buceta… — disse minha mãe passando os dedos devagar pelas dobras dela, espalhando o sêmen que começava a sair do buraco dela — Ai, amor… quando você comer a Hilda, também pode gozar dentro… até porque ela também é operada… Meu pai sentou ao lado dela. — Então me dá permissão pra comer a Hilda? — Sim… só precisa convencer ela… na verdade, vou ver se consigo convencer todas a trocar de marido… até vou deixar nosso filho participar. Ela se levantou e pegou um lenço de papel pra limpar a buceta. — Vamos ver o que acontece amanhã… Um tempo depois, fomos dormir. Talvez eu continue… Deixo outro capítulo sobre minha fantasia da orgia familiar 🙂 espero que gostem e obrigado por lerem.
3 comentários - Aventura em família 2 - fodo minha mãe