16 marcas de las sissy(abandono)

16 marcas de las sissy(abandono)Eu era um bibliotecário com uma vida chata, sem graça, zero empolgante, era uma pessoa realmente muito sem sal, apagada e medrosa, não tinha muito o que fazer da minha vida, vivia trabalhando naquela biblioteca monótona, sem vida, em silêncio, sem nenhum susto nunca, era a rotina em pessoa, um cara tranquilo, de óculos, vivia vestido de camisa xadrez e era uma pessoa muito pouco sociável, tímido e até antipático, sempre no seu mundinho, refugiado numa biblioteca fria, literalmente não tinha amigos, aquela biblioteca era tudo pra ele, mas ao mesmo tempo o matava, não queria sair dali, mas também não conseguia, já não sabia mais o que fazer em outro lugar, tinha passado tanto tempo lá dentro que já não sabia como socializar com as pessoas, não tinha nenhuma habilidade social, era o ser mais introvertido do mundo, aquela biblioteca era seu monumento ao desânimo, cheia de livros sobre gente gostosa e bem-sucedida, contos de fantasia, romance, tudo que ele no fundo desejava, ele consumia em livros, deixando a imaginação voar pra aquele lugar.

Franco, ou como os velhos leitores frequentes da biblioteca o chamavam, Franquito, por ser tão magrinho, baixinho e fraquinho que parecia, vivia assim, como se todo dia acordasse pra morrer, seu jeito de andar, até sua cara do dia a dia expressava pura desânimo.

Um dia, enquanto estava lá vegetando, vi um cartaz nele, promovendo um novo programa chamado (Gender Change Male to Female), fiquei pensando, O que era aquilo? Me intrigou. Comecei a pesquisar sobre o assunto, era realmente muito complicado, não tinha quase nenhuma informação, então estava bem limitado no tema. Procurei livros, informações em sites duvidosos e até recorri à deep web pra buscar dados, mas não consegui nada, era impressionante como aquele programa parecia misterioso, muita gente falava dele, mas não tinha informação, era tipo uma crença popular, mas a sorte bate na porta, parece coisa do destino, que naquela Na biblioteca, dois caras tavam falando sobre isso. Franco ficou de ouvido e escutou do que se tratava, como era o procedimento. Depois, deu uma olhada nas câmeras pra ver se conseguia achar o endereço que ele tinha anotado num papel. Pra sorte dele, conseguiu. Então já tinha tudo, agora só faltava tomar a decisão: se queria cortar de vez com a vida dele ou continuar do mesmo jeito. Ele imaginava uma mudança radical — sendo mulher, poderia ter outros tipos de atividades, talvez um cara se aproximasse pra conversar e ele finalmente teria um romance, daqueles de filme e ficção literária. Então teve que decidir. Ele ansiava por mudar de vida, ter um pouco de emoção, um pouco de felicidade, quem sabe.vadiaSem pensar muito, se jogou de cabeça no programa, saiu de lá transformada numa gostosa, uma mulher de menos de 1,60, com um peito normal, puxando pra grandão, ali carregava sua marca de maldição, a do abandono, de óculos e com uma bunda grande e bem feita, uma mulher muito linda, gata e com toda cara de submissa, embora possa ser que não seja só aparência.

Ao se sentir perdida, assustada e horrorizada, vira um afrodisíaco fortíssimo, essa ia ser sua maldição, embora não tenha terminado muito desgostoso.

Depois de se transformar em mulher, voltou a trabalhar na biblioteca, já que não tinha outro lugar, era aquele seu trampo e pensava em continuar ali, mas agora como Flávia. Voltei pra aquela biblioteca, fria, desconfortável, deserta, extremamente desanimada, cada minuto ali era uma tortura, o que um dia foi meu lugar seguro, hoje era meu lugar do horror, mas não tinha opção, não tinha outro lugar pra ir, fiquei ali, sem saber que a cada segundo que passava minha marca me fazia sentir, como eu ali não tava confortável, aos poucos, meu corpo ia esquentando, minha libido subia, estar ali me transformava numa puta.

O tempo passava ali e meu corpo ia pegando um tesão, no começo nem percebi, mas chegou num ponto que tava me queimando, meus mamilos estavam duros, minha buceta tava molhada, dilatada e pulsando, eu tava com vontade de pica, isso não era como nos livros, naquele momento tava no cio, por causa da marca da maldição, depois de ficar 5 dias trancada ali, parecia que não levantava suspeita, até que um homem veio falar comigo, perguntando o que tinha acontecido com o anterior e por que agora uma mulher linda tava atendendo, será que tava me cantando? Conversamos por um tempo, era estranho, muito pouca gente falava comigo antes quando eu era homem, por que agora como mulher já falaram vários comigo? E esse parecia que tinha outras intenções, nas quais eu caí, quer dizer, meu corpo caiu, já que não conseguia pensar em outra coisa que não fosse pica.bibliotecaLevei ele pro meu escritório, me ajoelhei e comecei a chupar o pau dele. Não sabia como fazer, mas meu corpo agiu sozinho, o movimento era natural. Será que era uma habilidade que eu tinha ganhado agora que era mulher? De cócoras, com as tetas de fora, comecei a chupar com gosto, eu precisava daquilo, tava ansiosa pra provar uma rola, até o sabor eu gostei. Chupei com muita dedicação, até ficar bem babada, não precisava de mais nada.marcasO desconhecido se deitou na mesa, enquanto eu subi em cima dele e comecei, bem devagarinho, a enfiar a pica dentro da minha nova buceta, eu precisava apagar o fogo da minha xota. Foi entrando aos poucos, eu tava muito molhada e a pica dele tava bem lubrificada. Enquanto entrava, eu tinha que me segurar pra não gemer, não podia fazer muito barulho, já que aquilo era uma biblioteca e, pra piorar, eu tava no meu turno.

Mas não adiantou, a pica dele era muito comprida, custei a enfiar até o fundo e, quando entrou, escaparam alguns gemidos meus. Era uma sensação indescritível, puro prazer, a pica dele deslizando dentro de mim. Eu pensei que ia doer, mas foi o contrário, nem me incomodou.bibliotecariaClaro que isso não ia ficar assim, porque o homem ia tomar o controle. Ele me deixou me divertir um pouco, mas agora era a vez dele. Ele me colocou de frente pra mesa, com uma perna levantada, e começou a me empurrar com força, com muita energia e dureza, me socando contra o escritório enquanto me segurava pelas cadeiras e arrebentava minha pussy. Claramente ali eu não aguentei e comecei a gemer, tentava me segurar, mas era difícil com o jeito forte que ele me dava.

A gente transou por um bom tempo, até que ele gozou dentro de mim, apagou meu fogo literalmente, me enchendo de porra. Eu me assustei na hora, xinguei ele e fui embora, já tinha perdido a vontade. Ele era um idiota, gozar dentro de mim, eu podia engravidar. Me troquei e saí, tinha pouca gente, alguns não ouviram nada, outros me olharam feio. Fui um tempo da biblioteca comprar uma pílula do dia seguinte por precaução, e pra sair um pouco da vergonha de terem me ouvido, mas não deu em nada, felizmente.

Mas depois os dias iam passar e o resultado ia ser o mesmo, a biblioteca já tinha me cansado, me fazia passar mal. Eu não queria ir, custava a me levantar pra ir pra lá, enrolava, me desgastava, me deixava de saco cheio, o que ia virar um ciclo, porque eu sempre ia e estar lá me deixava com tesão.

Outro dia um homem aproveitou. Era de manhã cedo, quando pisei lá já fiquei muito mal porque não dormi e levantei da cama desanimado, pensando "não quero ir trabalhar", o que disparou meu desejo sexual nas alturas. Eram só 8 da manhã, fazia muito frio e parecia que ninguém ia aparecer, até que chegou um estudante de faculdade, não tinha nem 20 anos, pra pegar uns livros pra estudar. Enquanto ele tava nas estantes, percebi que eu tava olhando muito pra ele, parece que isso o excitou e sem perder nem um segundo ele me chamou pra pedir ajuda.Traducao para o portugues braA ajuda não era pra procurar livros, era pra atender ele, no auge da juventude, uma energia bruta do cara, na hora nem fomos pro escritório, no meio da biblioteca mesmo, fiquei de quatro e ele começou a me comer, não era rápido, mas as estocadas eram bem fortes, ele me comeu por um bom tempo, até que o cara, muito ousado, quis tentar outra coisa, e sem medo nenhum tirou a rola e encostou no meu cu, se entrar entrou, ele deve ter pensado, mas eu não ia falar nada, pelo contrário, por que você parou? Foi minha resposta, então o cara, cheio de gozo, enfiou bem fundo no meu cu e começou a me comer como uma puta bibliotecária de quatro, anal no chão às 9 da manhã.troca de corpoAli naquela biblioteca eu ficava com tesão, era uma mulher fogosa, como se estivesse no cio, com muito desejo sexual, então quando alguém dava em cima de mim eu caía, tava trocando olhares com um gostoso do outro lado da mesa, quando ele me lançou uns olhares provocantes, aí eu respondi, ficando de peitos de fora e mostrando eles, ia provocar ele.mudanca de generoPassei por debaixo da mesa e fui direto pra ele. Mal cheguei lá embaixo, ele já tinha sacado o recado, porque já estava com o pau pra fora e sem vergonha nenhuma, disfarçando das pessoas ao redor, concentradas no seu mundinho. Comecei a chupar ele, ele fingiu que estava lendo, segurando a vontade de fazer qualquer barulho pra não ser descoberto, enquanto eu estava debaixo dele dando um boquete impecável, chupando igual uma puta faminta, no meio da biblioteca, sem medo de ser vista. Na verdade, isso me dava um pouco de medo, e nesse estado, isso aumentava ainda mais minha libido, me tornando ainda mais puta.Desculpe nao posso ajudar comNaquele dia, não bastou só aquilo, eu fiquei com mais vontade, porque foi só uma chupada e o cara foi embora, meu tesão continuava, mas ninguém mais me comeu, até eu fechar. Um homem, bem másculo, veio direto pra mim, me beijou e falou no meu ouvido que sabia que eu era uma putinha e que ia me dar muita pica. Então ele arrancou minha roupa e me jogou contra as prateleiras pra me foder como um touro. Eu, óbvio, me deixei seduzir por ele, ele me comeu a noite toda, bem forte e pesado, do jeito que eu gostava. Naquele dia, eu tinha que fechar às 20:00, voltei pra casa às 23:00, com a buceta escorrendo porra e as pernas tremendo da bruta foda que eu tinha levado.De homem pra mulher
   Aunque la voz ya se corrió no siempre iba a coger con alguien, ya que todos los días estaba caliente y no siempre alguien me encaraba, así que para esos días me conseguí un dildo y después de cerrar, o en mi descanso me ponía a cabalgarlo en la silla, para satisfacer mi interminable deseo sexual que tenía ahí en esa biblioteca.
   Lo que una vez se había convertido en mi todo, ahora era mi estrés diario, ya la pasaba mal, se potenciaba, está maldita biblioteca me amargaba la vida, pero al mismo tiempo me generaba un deseo sexual tan grande al que me volví adicta, así que era una doble trampa, iba, la pasaba mal, tenía ganas de coger, cogía y repetía, lo que antes era mi lugar seguro, se volvió mi lugar del sexo. Fin.


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