Meu Sogro Nudista 3

Eu estava deitada na cama do quarto de hóspedes com o Thiago, num estado de euforia pós-coito. Meu sogro tinha me dado a foda que eu tanto desejava: apaixonada, energética, safada e quente. Depois de adotarmos juntos o estilo de vida nudista e termos um relacionamento aberto, os próximos dias sozinhos podiam ser muito divertidos.

Eu tinha toda a intenção de voltar pro quarto principal pra passar a noite, mas naquele momento, me deixava feliz ficar deitada ali. Foi quando ouvi meu celular tocando na sala. Levantei num pulo pra atender e vi que era meu marido, o Bryan, ligando.Meu Sogro Nudista 3—E aí, como foi a viagem? —perguntei com uma voz meio sonolenta.

—Mmm, tudo correu bem. Tudo certo em casa? Meu pai tá se adaptando bem? —ele perguntou.

—Sim, já tá se sentindo em casa— "Mais do que você imagina", pensei.

—Ele não tá... —houve uma pausa—. Te deixando desconfortável, né?

Pra ser sincera, sim, tinha ficado desconfortável. No meio do ato, pedi pra ele me penetrar com tanta força que acabei bem dolorida. No futuro, a gente provavelmente devia ir com mais calma. Decidi fazer de boba.

—Desconfortável, como assim?

—Andar pelado o tempo todo —ele respondeu.

—Ah, isso. Não, tá tudo bem. Na verdade, pra nós é completamente normal ficar pelado. —"Será que eu devia ter falado isso?" pensei.

—Nós? Você também fica pelada?— Percebi desconcerto, quase deboche, na voz dele.

—Talvez um pouco —falei—. É que acho estranho ser tão recatada, quando tudo que eu preciso é pegar uma toalha no armário de roupa de cama. Desculpa, tá tudo bem?

—Acho que não me incomoda, só é um pouco estranho minha esposa e meu pai andando pelados juntos. —Houve uma pausa constrangedora—. Ele fica meio duro?

—Bryan!—

—Tá bom, tá bom, só tava me perguntando se precisa tirar coisa das prateleiras, se ele tá balançando com a mão esticada.— ele brincou.

—Quão grande você acha que fica?— perguntei de forma sedutora.

—Era só uma piada! Nem quero imaginar! Acho que se ele tivesse ereções, seria nas praias com todas aquelas mulheres gostosas por perto— respondeu exaltado.

—E eu não sou gostosa?— perguntei, agora magoada e sentindo a necessidade de provocá-lo.

—Bom, se você tá tão interessada em saber, agora a gente fica praticamente pelado o tempo todo, e sim, às vezes ele fica meio ereto. A gente simplesmente ignora. Passa sozinho.

Isso era mentira, claro. Ele ficava duro quando eu me masturbava na frente dele, e o gozo escorrendo pela minha coxa era a prova de que não passava sozinho.

—Bem, Toma cuidado pra ele não te arrancar um olho nem nada do tipo.

— E eu vou chamar o médico se durarem mais de duas horas.

— Provavelmente você pode ajudar a resolver isso da outra sala.

— É, uma situação em que todo mundo tem a mão no pau.

Isso fez a gente rir muito, os dois.

— Vocês tão esperando que eu fique pelado com vocês dois também?

— Não tô esperando que você faça, mas acho que você ia curtir muito.

Teve uma pausa.

— Você entende que isso poderia me deixar um pouco constrangido?

— Por quê? Porque seu pau é menor? Que que importa? — eu disse — Eu adoro sentir você dentro de mim, é um pau de marido maravilhoso.

— Diferente de um pau de umtouro— replicou.

— Você quer falar sobre isso agora? — perguntei.

Alguns meses atrás, Bryan e eu assistimos pornô juntos. Ambos nos sentimos atraídos por cenas de ménage: duas mulheres com um homem, dois homens com uma mulher. Depois, conversamos de forma picante e fantasiamos, e ficamos curiosos sobre incluir outra pessoa se as circunstâncias fossem adequadas. No entanto, Bryan ficou um pouco nervoso com a ideia de ter outro homem e se ele estaria à altura. Eu disse que provavelmente seria comparável. Na hora, pensei em voz alta como seria sentir um pau grande e enorme. Bryan ficou desconfortável e mudou de assunto; eu não insisti.

— Quando estávamos brincando na outra noite, eu te deixei desconfortável? — perguntei.

— Acho que um pouco — ele disse.

— Sinto muito se fiz isso. Eu me perguntar como seria uma rola grande detouronão significa que eu queira te abandonar. E se a gente tiver curiosidade de apimentar as coisas com outra pessoa, não significa que eu não queira viver minha vida com você. Não me importo com o que você faça quando estiver fora, sei que você vai voltar pra casa.

—É, só não imaginava que a outra pessoa seria meu pai.

—Podemos conversar sobre isso quando você estiver em casa?

—Claro. Desculpa, sei que está tarde aí. Boa noite.

—Boa noite, te amo.

Desliguei o telefone e fiquei pensando no que estava fazendo com o Bryan envolvendo o pai dele. Não me importei muito, então naquela noite não voltei pra minha cama. Em vez disso, na manhã seguinte acordei abraçada com meu sogro, que estava acariciando meus seios. Instintivamente, comecei a esfregar minhas nádegas na ereção matinal dele.

—Mmm... bom dia —ele disse, meio sonolento.

—Bom dia pra você também —respondi, com um tom meio excitado.

—Não lembro da última vez que acordei com uma ereção tão forte —ele falou.

Ele sussurrou algo no meu ouvido. Depois, me virando na cama pra encará-lo, comecei a acariciar suavemente o pau duro dele.

—Quais são os planos pra hoje? —perguntei.

—Nada planejado. Se você quiser fazer alguma coisa, já sabe... o que for... tô dentro —ele respondeu.

—Ah, com certeza —falei cheia de expectativa—. Por que não estaria?

Houve uma pausa na conversa, e finalmente o Thiago se animou pra tocar no assunto desconfortável que a gente tava evitando.

—Como tá o Bryan? —ele perguntou.

Senti uma pontada de culpa. Soltei o pau dele e coloquei as mãos no peito dele.

—Ele tá bem... Falei com ele ontem à noite, não tem problema nenhum.

—É, ouvi você no telefone. Do que exatamente vocês estavam falando?

Pensei por alguns segundos na melhor forma de responder. Não queria trair a confiança dele mais do que já tinha, mas não sabia até onde o Thiago tinha ouvido a conversa. Decidi manter a calma.

—Ah, só umas coisas, viagens; ele perguntou como eu tava.

—Hmmm. Então, o que é um pau detouroFiquei tensa.

— Você estava me espionando?

— Você estava bem do lado de fora da porta, querida. E não exatamente em silêncio.

— É, é meio difícil descrever o que é — falei, respondendo à pergunta original dele.

— Temos tempo, a menos que você prefira que não.

— Não. Não, tudo bem. Só, sem julgamentos, ok?

— Você estava gritando para eu te foder como uma puta. Acho que já passamos da fase de eu ficar julgando.

Não consegui evitar de rir com isso.

— Tá bom, você já ouviu falar de cuckold?

— É quando um marido deixa outro homem transar com a esposa dele?

— Mais ou menos isso, sim. Esse "outro homem" normalmente é chamado de "touro", e eles costumam ser bem maiores que o marido, então... você sabe.

— Isso é algo que você e o Bryan gostam?

Agora era o Thiago que estava tenso. Em que situação distorcida ele tinha se metido?

— Ah, não, na verdade não. A gente só estava falando sobre, bem, ménage. Outra garota; talvez, outro cara. É algo que a gente fantasia de um jeito sexy e mútuo, não de uma forma "humilhante pra outra pessoa" como o cuckold implica.

— Nossa, gente, vocês estão fazendo todo tipo de loucura ultimamente.

Thiago ficou um pouco aliviado com o que eu disse, mas preferia parar de falar do filho dele em termos tão íntimos.

— Qual é a fantasia mais maluca que você já teve? — perguntei.

— Ah, muito mais leve que isso! Quase tenho vergonha de falar agora.

— Ah, vai lá!

— Você já fez... ao ar livre?

— Não... acho que você também não.

— Ah, não! A Helen nunca aceitaria isso. Mas, bom, a gente já fica praticamente pelado junto lá fora mesmo, por que não tentar?

— Seria muito gostoso! Quer experimentar mais tarde hoje?

Thiago hesitou. Até onde ele estava disposto a ir com um comportamento novo e arriscado? No final, ele pensou que o tempo que passaria comigo durante essa estadia seria a aventura que ele lembraria pra sempre, então por que não aproveitar enquanto podia?

— Acho que podemos — Vamos achar um momento para fazer isso — ele respondeu.

Ficamos ali mais um tempo, abraçados. Por fim, levantei da cama, enquanto Thiago foi tomar banho.

Aproveitamos nosso café da manhã e café matinal na varanda dos fundos. A conversa fluiu por assuntos variados, sem importância, com pausas para curtir o calor do sol aquecendo nossos corpos nus. Finalmente, Thiago se recolheu e pegou seu livro para ler um pouco, enquanto eu relaxava olhando meu celular.

Depois de um tempo, quebrei o silêncio.

— Não tá na hora de passarmos protetor solar? — perguntei.

— Provavelmente é uma boa ideia — ele respondeu.

Entrei e peguei o frasco. Entreguei para Thiago e deitei de bruços no chão.esposa—Você pode me dar cobertura? —perguntei.infielEle aceitou. Borrifou um pouco nos meus ombros e começou a me massagear. Lentamente, desceu as mãos até a parte inferior das minhas costas. Depois, com suas mãos fortes e firmes, massageou minhas costas. Admirou minha pele quente, lisa mas ao mesmo tempo flexível.

—Na minha bunda também, por favor

Acho que sei onde isso vai parar, pensei comigo mesmo. Ele começou a massagear o protetor solar nas minhas nádegas, acariciando e esfregando bem. E então, muito lentamente, desceu as mãos até minhas coxas. Segurou-as com força, aplicando pressão enquanto eu me movia para cima e para baixo. Meus músculos cederam à sua força e a tensão abandonou meu corpo. Ele brincou com suas carícias para cima e para baixo, chegando cada vez mais perto da minha intimidade. Eu, instintivamente, comecei a mover os quadris, me mexendo para dar ao meu clitóris, que estava crescendo, a pressão adequada. Então, com o mais sutil dos movimentos, deslizou um dedo pelos meus lábios vaginais.

Eu suspirei e falei de novo.

—Ah, por favor, continua fazendo isso.

Em resposta, com movimentos suaves, passou o dedo para cima e para baixo na minha fenda, permitindo que minha umidade aumentasse. Eu me movi para cima, pressionando contra sua mão. Minha excitação se espalhava da minha vagina, provocando um arrepio de prazer por todo o meu corpo. Um dedo brincava continuamente com minha abertura, e lentamente, ele o introduziu dentro de mim.

—Porra. Eu preciso de você dentro de mim, agora mesmo.

Me levantei de repente.

—Deita —ordenei com tom cortante, embora gentil.

Ele aceitou.

Agora concentrei minha atenção no seu pau. Ainda não estava completamente ereto, então comecei a brincar suavemente com ele.

—Deus, eu adoro seu corpo —ele disse, me olhando de cima a baixo.

—É? Você não acha que eu estou muito gorda? —perguntei com sinceridade na voz.

—Deus, não. Você tem peitos e bunda, mas tirando isso, você está gostosa pra caralho. Adorei te ver pulando em cima de mim ontem à noite.

—É, eu tenho que pular bem alto para subir e descer em você —disse, enquanto deslizava um dedo pelo seu membro. —Pra ser sincero, ter um pauzão sempre me deixou meio desconfortável na hora do sexo —ele disse, num momento de sinceridade.

—Entendo —respondi—, mas você devia se orgulhar. É maravilhoso e único. E você também é muito atraente. Forte, sofisticado, elegante... pode deixar qualquer mulher louca. Eu te queria dentro de mim, mesmo se fosse metade desse tamanho.

O membro dele continuou crescendo nas minhas mãos.

—Porra, você é muito boa nisso —ele gemeu, enquanto eu continuava acariciando.

—Parece que agora ele tá bem grande e duro —falei, com desejo na voz.

Subi por cima dele, apoiando meus lábios na rola. Então o beijei fundo e demoradamente, enquanto ele agarrava minha bunda. Devagar, comecei a me mover de um lado pro outro, deixando meu corpo se abrir, minha buceta ficar mais molhada e a excitação aumentar. Gemi de prazer.

—Hoje vou com mais calma; ontem você me deixou dolorida.

—Nossa, desculpa!

—Não, eu quis assim, e vou querer de novo logo, só que um pouco mais devagar, só isso.

As mãos dele percorreram minhas costas, de cima a baixo, até chegar nos meus peitos macios. Ele massageou um por um, até dar uma leve apertada em cada bico. Minha buceta molhou o pau dele enquanto eu o excitava com meus movimentos suaves.

—Preciso estar dentro de você —ele disse.

—Não gosta que eu provoque assim? —perguntei, com um sorriso safado.

—Agora não, só preciso estar dentro de você —falou, quase rosnando.

Dei um tapinha no peito dele.

—Já volto, preciso beber algo.

Ele ficou esperando, deitado na grama fresca, com o pau duro esperando atenção. Saí de casa, com uma mão segurando uma garrafa e na outra meu vibrador.

—Pra que essas coisas? —ele perguntou.

Sorri pra ele.

—Pra eu esquentar. Fica aí onde está.

Subi nele de novo, apoiando meus lábios ainda molhados no pau dele. Comecei a balançar de um lado pro outro, explorando seus vinte e três centímetros. Então, peguei meu vibrador, liguei e comecei a esfregá-lo suavemente no meu clitóris. O plástico frio contra minhas partes mais sensíveis me fez estremecer, mas aos poucos, as vibrações suaves percorreram meu corpo e me deram um calor gostoso. Apertei com mais força contra mim, dando ao meu clitóris a atenção que ele tanto queria.cuckThiago estava deitado, intrigado, ouvindo o zumbido do aparelho e meus gemidos suaves, sentindo o pênis dele implorando para entrar em mim, meu corpo vibrando de prazer.

—Aqui, segura isso —indiquei, girando a alça do vibrador.

Ele, obedientemente, agarrou e pressionou contra mim. Com a mão livre, apoiei ambas as mãos nos ombros dele e comecei a cavalgar nele de novo. Então, senti minha buceta completamente relaxada e pronta para ser preenchida.

Peguei o vibrador da mão dele e deixei no chão. Depois, agarrei a garrafa de lubrificante e borrifei um pouco diretamente no pênis dele. Comecei a massagear de cima a baixo, preparando o corpo dele. Thiago não tinha certeza do que era aquela substância, mas confiava. Era fresco e o atrito era gostoso.

Segurei o pênis ereto dele na minha mão e deixei a cabecinha separar meus lábios. Thiago suspirou aliviado ao sentir minha buceta envolver a cabeça do pênis grande dele. Lentamente, desci por todo o comprimento dele, gemendo ao me libertar. Uma vez que ele estava completamente dentro, parei ali.

—Vou ficar aqui um pouco, deixa eu me acostumar com você —disse, enquanto meu corpo se movia sobre ele.

Minhas mãos começaram a acariciar suavemente o torso dele, de cima a baixo, até que lentamente cercaram o peito dele. Então, ele moveu os quadris, mas coloquei as mãos no peito dele em sinal de protesto.

—Não se mexe ainda, que isso agora é sobre mim —disse—. Olha, deixa eu virar.

Desci dele e girei meu corpo até adotar a posição de cowgirl invertida. Ele adorava ver minha bunda grande cavalgando nele. Me inclinei para trás, apoiando os braços no corpo dele para que o membro estimulasse meu ponto G. Lentamente, comecei a cavalgar nele, gemendo a cada enfiada.

—Caralho! —gritou uma voz desconhecida do canto.

Um entregador desavisado procurava uma assinatura; Thiago tinha pedido umas caixas de vinho que precisavam de assinatura na entrega. O mensageiro tentou tocar a campainha várias vezes na porta. principal, mas logo ouviu barulhos no quintal. O que ele não sabia era que a dona da casa estava lá, numa posição embaraçosa. Ao virar a esquina, ela me viu em todo meu esplendor, montada em cima do Thiago.

Thiago ficou paralisado de pânico, mas eu tive a esperteza de manter a calma.

— Desculpe, posso ajudá-la? — perguntei.

Pelo menos tive o bom senso de parar de me mexer em cima dele.

— Preciso que alguém assine pelo vinho, mas caralho, posso voltar mais tarde.

— Tudo bem. Se importaria de vir até aqui? Não quero descer dele.

Nervosa, ela largou a caixa e se aproximou arrastando os pés, evitando contato visual, mas tentando disfarçadamente me observar. Quando chegou perto o suficiente, estendi a mão para que ela pegasse a prancheta. Assinei rapidamente o formulário e devolvi, mas a entregadora parecia estar atordoada demais para perceber.

— O que foi? Tá esperando pra se juntar? — interveio Thiago.

O feitiço se quebrou e a entregadora recuperou sua prancheta.

Olhei para ela com um sorriso malicioso.

— Thiago, o que você tá propondo...?

— Talvez ela também possa experimentar?

— É melhor ela ter cuidado... Não tô tomando a pílula...

A entregadora levantou as mãos e gritou:

— Tá bom, vou embora!

E saiu correndo.

Assim que ela sumiu de vista, explodimos em gargalhadas histéricas.

— Você quis dizer isso, sobre não tomar a pílula? — perguntou ele.

Lentamente, comecei a me mover contra ele de novo. Fiquei um pouco tímida.

— É... não gosto do que me causa, e talvez Bryan e eu queiramos ter um filho.

— Isso não é meio arriscado? — perguntou.

— Ah, acho que não, tô a uma semana do período fértil. Se te incomoda, sempre pode se retirar a tempo.

— Não faço isso desde os dezenove anos.

— Ainda funciona do mesmo jeito — respondi.

Ele me agarrou firme pelos quadris.

— Então talvez eu possa tentar, reviver minha juventude.

— Vai ser difícil fazer isso quando eu tiver em cima de você, acha que vai conseguir Aguentar?" — perguntei.

— Sem problema! — ele respondeu.

Deitei sobre o pau dele, esfregando-o dentro de mim para estimular meu ponto G, me apoiando novamente. Eu me movia, me esfregava, me deixando levar pela sensação. O membro dele pulsava dentro de mim, me enchendo de novas sensações e pressão a cada movimento. Acelerei o ritmo, balançando no compasso do prazer do meu corpo.

— Pega o vibrador — falei entre ofegos.

Ele obedeceu. Com uma mão livre, direcionei a ponta do vibrador para o meu clitóris.

— Segura aí enquanto eu me mexo.

Ele fez o que pedi, pressionando contra mim. A estimulação foi intensa, avassaladora, incrivelmente sensível, mas eu queria, ansiava por isso: que cada nervo da minha feminilidade respondesse naquele instante. Senti meu corpo, minha excitação, crescendo, e então uma pressão profunda dentro de mim se soltou. Mais profundo que um orgasmo, senti a umidade jorrando de mim, o sinal inconfundível de que tinha gozado.

Sorri, desci e caminhei até a casa para pegar uma toalha. Ao virar a esquina, levemente escondida pelos arbustos, vi uma figura e a reconheci na hora: era o entregador. Acho que ele decidiu ficar um tempinho para ver o espetáculo, pensei. Também consegui notar que ele estava com a calça aberta e que, sem dúvida, estava se masturbando.

Me virei para ele, olhei nos seus olhos e tentei adotar uma pose sedutora.nora— Gostou do que tá vendo? — perguntei ao homem.

Ele murmurou:

— Caralho.

Ouvi o som de uma calça tentando ser fechada.

— Tudo bem. Vai lá, termina o que tá fazendo, a não ser que precise de ajuda.

Ouvi uns grunhidos baixos, que provavelmente significavam que ele tinha batido uma. Depois, rápido como pôde, abotoou a calça e saiu correndo.

Voltei com uma toalha na mão.

Enquanto limpava, Thiago perguntou:

— Tava conversando com alguém lá atrás?

Sorri.

— Sim, nosso entregador não tinha ido embora, só tava espiando de lá. Isso te incomoda? — perguntei com preocupação genuína.

— Não... na verdade, eu gosto de me sentir meio sujinho assim.

Meu rosto se iluminou.

— Eu sei! Quanto mais tempo a gente passa junto, mais confortável eu fico encarando tabus novos, e é bem excitante.

Ele me lançou um olhar esperto.

— O que você esperava que o entregador fizesse?

Fiquei tímida.

— Sei lá... talvez ele podia voltar e ver o que o dia nos reserva. — Joguei um olhar pra ele —. E você, o que esperava?

— Se vocês dois começassem a fazer besteira... eu ficaria olhando.

Acariciei suavemente o pau dele, que já estava totalmente duro de novo com a atenção.

— Você não acha que isso ia intimidar ele?

— Talvez, e é isso que eu quero.

— Ah, você é mau — disse, dando um sorriso safado.

— Não sei, será que é errado toda essa sua conversa sobre compartilhar e corno manso ter me deixado com um pouquinho de curiosidade de experimentar um dia?

— Não, não é errado. Fantasia é só fantasia. E se todas as partes concordam, então vai fundo.

— Bom, acho que eu seria o touro, né?

Dei um sorriso cúmplice.

— Óbvio — respondi.

Deitei no chão com as pernas abertas.

— Me fode com esse pau de touro que você tem — disse com um tom sedutor, mas firme.

Ele se posicionou sobre mim na posição papai e mamãe. Gemi quando ele entrou, indo e vindo devagar.

— Então... maior é melhor? — perguntou com uma sorriso.

—Não sei se vou conseguir responder isso quando você estiver dentro de mim.

—Tenta.

—Quer dizer, sim, o tamanho ajuda. Mas o mais importante é como um homem usa, e você é incrível.

—Então você gosta que seja grande?

—Adoro.

O ritmo constante dele se acelerou, perdido no próprio prazer. Dava pra sentir que ele estava chegando perto. Lembrou da nossa conversa anterior sobre ele gozar fora, mas naquele momento, outras ideias passavam pela cabeça dele. Aquela era a esposa de outro homem, gemendo e gritando, curtindo e desejando o pauzão que sempre o tinha envergonhado. Anos de piadas e comentários maldosos dos amigos sobre o tamanho; dificuldades nos relacionamentos e o desconforto que tinha causado pra esposa dele ao longo dos anos; uma parte dele que sempre o deixou meio envergonhado. E ali, debaixo dele, essa mulher precisava daquilo, talvez até mais do que do próprio marido. Não importava que fosse a própria nora dele, era uma mulher que precisava. Na luxúria pura, ele queria se entregar à fantasia.sogro—Você gosta desse pauzão? —ele rosnou.

—Eu adoro, você me enche todinha.

—Você precisa dele, não é?

Olhei fixamente nos olhos dele.

—Eu desejo.

—Você precisa de um pau de touro para gozar, hein?

Adorei a expressão no rosto dele. Não era a de sempre, doce e tímida. Era apaixonada, luxuriosa, até... um homem forte e poderoso que estava perversamente gostando de me foder. Sabia que ele estava se soltando, deixando para trás décadas de sexo restritivo e descobrindo uma perversão profunda. No fundo, todo homem ama seu pênis; toca, brinca com ele, na esperança de que um dia encontre uma parceira que o ame tanto quanto ele. E ter um grande... bem, talvez eu tivesse exposto ele a pensamentos e fantasias que nunca havia considerado antes, e agora ele podia amar ainda mais esse membro glorioso. Eu tinha dado rédea solta à fantasia dele.

—Sim, preciso do pau de um homem de verdade para gozar.

—Então pega!

Agora ele se movia violentamente dentro e fora de mim com um ritmo constante, me batendo por dentro a cada enfiada. Ele me segurava firme pelos quadris para potencializar as enfiadas e aumentar a força. Se eu estivesse consciente, teria percebido que aquele tipo de movimento repetitivo me deixaria dolorida no dia seguinte. Mas naquele momento eu não me importava, ou não podia me importar. Outro orgasmo se formava dentro de mim.

—Você também precisa do pau de um homem de verdade para engravidar?

—Sim —eu gemei.

—Vou gozar dentro de você.

—Me dá! Quero tudo, quero seu sêmen no meu corpo jovem e fértil! Preciso do seu pauzão para me engravidar! —gritei.

Em um último empurrão, ele enfiou o pênis completamente dentro de mim e gritou. Senti o sêmen dele subir pelo membro e entrar na minha buceta. Instintivamente, levei a mão ao clitóris e comecei a esfregar.

—Isso, assim! Me enche! —gritei, enquanto chegava ao orgasmo, gemendo e me contorcendo contra ele—. Preciso de cada gota do seu sêmen.esposa putaEle ficou firme ao meu lado, deixando suas últimas forças se esvaírem, e então desabou perto de mim.

Ficamos deitados ali, deixando o sol acariciar nossos corpos depois do ato e o ar refrescar nossa pele.

Quando a euforia do momento passou, Thiago reviu mentalmente tudo que havíamos acabado de fazer.

— Espero que isso tudo não tenha sido demais pra você — disse ele.

— O que exatamente? — perguntei.

— Você... precisando do meu pauzão e tudo mais.

— Ah, tranquilo, pra mim também foi divertido fazer um pouco de roleplay.

— Então você não tava falando sério?

— Ah, nem tudo. Não me entenda mal, você é incrível, seu pau é incrível; só que não é tudo quando o assunto é sexo, né?

Thiago refletiu um momento e percebeu que provavelmente era isso mesmo. Seu membro provavelmente não tinha sido um obstáculo tão grande nos relacionamentos passados como ele pensava, nem uma vantagem agora, mas só uma ideia divertida pra experimentar.

— Então — ele perguntou —, como foi sua primeira vez ao ar livre?

— Foi ótimo — respondi —, mas você tava falando sério, quando disse que seria divertido "me compartilhar"? — perguntei.

De novo, ele voltou à realidade e se deu conta de tudo que tinha acontecido no calor do momento.

— Poderia ser divertido. Foi muito gostoso te ver se tocando naquela noite. Fico imaginando como seria com outro homem.

Eu ri.

— Bom, talvez eu fique com vontade de comida tailandesa de novo.

— Ah, Wendy, o que você tá fazendo com aquele coitado? — perguntou Thiago.

— Como assim?

— Provocando ele assim, você tá dando um nó na cabeça dele.

— Ah, mas eu não preciso "deixar ele" assim.

Ele riu.

— Que tal se, quando ele voltar, eu der uma ajudinha? — sugeri.

— Talvez... — ele respondeu.

Como a gente já tinha planejado, mais tarde naquele dia pedimos comida, na esperança de ver de perto aquele entregador que tinha ficado com vontade de experimentar um pouco de mim naquele dia, quando finalmente tocaram a campainha. Espiei pela cortina. —É o mesmo cara! —exclamei, animada. Abri a porta de uma vez, completamente pelada.Nora gostosa—Oi! —disse com entusiasmo.

Ele ficou ali um momento, com um sorriso bobo que achava elegante.

—Opa, de novo! Nossa, você tem um corpão.

Sorri em resposta.

—Ah, obrigada. Acho que já está tudo certo com o cartão.

—É, precisa assinar pra receber a gorjeta.

—Só vai me oferecer a gorjeta? Esperava mais —disse com um sorriso provocante.

—Como assim?

Ele estava em choque. Será que aquele estranho estava me propondo algo?

Arqueei meus peitos na direção dele.

—Quer tocar?

Aquele sorriso bobo voltou. Um arrepio percorreu suas costas quando suas mãos acariciaram e massagearam meus seios.

—E fiquem à vontade pra explorar.

Ao olhar por cima do meu ombro, o entregador viu o Thiago.

—Ele tá de acordo com isso? —perguntou.

—Sim, super de boa.

Enquanto ele me explorava com as mãos, eu baixei as minhas até a fivela do cinto dele.

—Você se importa...? —perguntei, e lentamente desabotoei a calça.

Ela caiu no chão. Enfiei a mão na cueca dele, puxei o pau dele pra fora e comecei a acariciar. Por fim, minha mão desceu até meus lábios e, depois de algumas tentativas, o polegar dele encontrou meu clitóris.

—Pode lamber, se quiser.

A expressão dele se transformou num olhar intenso e ele caiu de joelhos. Com as mãos, separou minhas pernas e sua boca foi direto pra minha buceta. Lambeu, meio sem jeito no começo, mas ainda assim foi um oral bem decente, pensei. Esfreguei-me contra sua língua, aumentando meus gemidos para incentivar aquele homem.Meu Sogro Nudista 3Então, ele fez algo que eu não esperava. Levantou-se, agarrou-me pelos quadris, virou-me e empurrou-me para baixo, sem me deixar outra opção senão apoiar as mãos na parede. E, caso não fosse óbvio o que ele tinha em mente, senti a ponta do seu pênis ereto contra minha buceta.

—Quer que eu meta?

Fiquei atônita. Que descaramento! Não foi isso que eu pedi. Thiago, que estava à espreita, levantou-se e aproximou-se um pouco mais. Percebi que ele e o entregante trocaram olhares. Então eu também olhei para ele, buscando sua permissão.

—O que você acha, Thiago?

Ele sorriu e acenou com a cabeça.

—Você está limpo, né? —perguntei.

—Sim. Quer que eu ponha uma camisinha?

—Se tiver uma, claro.

—Como?

Decidi seguir em frente com a situação. No entanto, não me sentia confortável com a ideia de ter o sêmen de um completo desconhecido dentro de mim. Ofereci algo que tinha certeza de que ele aceitaria:

—Tudo bem. Só não goza dentro de mim, pode terminar onde quiser.

Ele meteu. Por sorte, não era muito grande, então entrou facilmente. Começou a se mover com movimentos rápidos e desengonçados. Sabia que nunca iria gostar daquilo, então falei.

—Você poderia ir um pouco mais devagar?

—Assim, tá bom?

—Ótimo.

Ele diminuiu um pouco a velocidade, mas rapidamente voltou ao seu ritmo habitual. Com aqueles movimentos desengonçados e rápidos, era bem óbvio que aquilo não ia ser um sexo prazeroso. Na cabeça dele, provavelmente o melhor era acabar com tudo o mais rápido possível. A cada investida desajeitada, eu soltava um gemido de filme pornô e frases feitas tipo: "Ah, isso, gata, assim mesmo"; "Ah, me dá"; "Ah, isso, me fode". Em pouco tempo, os gemidos dele ficaram mais altos.esposaEle parou os movimentos.

— Onde você quer que eu goze?

— Em qualquer lugar. Na minha boca?

— Sim, claro — ele respondeu.

Me ajoelhei rapidamente e o recebi. Nunca tinha provado meus próprios fluidos num pau antes; achava algo muito sujo. Imediatamente, ele me agarrou pela cabeça e começou a me penetrar profundamente. Ao chegar ao orgasmo, segurou minha cabeça e gozou na minha garganta. Não tive escolha a não ser engolir a porra dele pela primeira vez.

Nenhum de nós tinha percebido, mas Thiago se aproximou de nós com o pau ereto na mão. Quando o entregador se afastou do meu rosto, Thiago o afastou gentilmente e apontou o pau para mim. Ele se masturbou com uma mão e colocou a outra na minha testa. Intuindo o que Thiago queria, estendi as duas mãos para acariciá-lo e fechei os olhos, antecipando a gozada no rosto. A porra dele explodiu no meu rosto, deixando longos fios nas minhas bochechas e boca. Continuei acariciando para ter certeza de que seria profanada o máximo possível.infielEnquanto Thiago e eu nos abraçávamos naquele momento, o entregador escapuliu.

Limpei a porra dos meus olhos.

—Gosta de marcar seu território, hein?

Ele riu.

—Mais ou menos isso.

—Como foi me ver com outro homem?

—Na verdade, foi um pouco excitante. Mas... ele era particularmente ruim na cama, né?

—Sim, comecei a fingir pra ele terminar mais rápido. Garotos universitários, sabe como é?

—Bom — ele disse —, acho que devemos começar a jantar, depois do aperitivo que ele te serviu.

Me encolhi um pouco com a piada dele, mas sorri educadamente.

Depois do jantar e de uma noite tranquila, nos recolhemos ao quarto de hóspedes. Enquanto estávamos lá, meu celular vibrou: era Bryan de novo. Escapei para o quarto principal antes de atender.

—Oi, amor... o que você tá fazendo? — perguntou com a voz levemente arrastada.

—Nada de especial, só pensando em me preparar pra dormir.

—Você tá pelada? — respondeu, tentando uma melodia sedutora, mas soando desajeitado pela embriaguez.

—Você tá bêbado?

—Só querendo me divertir um pouco.

Eu sabia o que aquilo significava. Ele sempre voltava assim de algum clube de strip. Por alguma razão, ele sempre conseguia ser muito mais obsceno por telefone do que pessoalmente, sem falar que estava com tesão e bêbado.

—Por quê? Seu pau tá bem duro? — sussurrei sedutoramente.

—...talvez... — respondeu, com um leve soluço.

—E quer bater uma pra mim?

Ouvi um leve grunhido pelo telefone.

—Sua buceta tá ficando molhada só de pensar?

Liguei meu vibrador e o segurei rapidamente perto do telefone para Bryan saber o que estava acontecendo. Ele gemeu em resposta.

—Ai, Deus, eu tô tão molhada e pronta pra você — gemei em resposta.

—Porra, quero estar dentro de você — ele disse.

Deslizei a ponta do vibrador pelos meus lábios vaginais, parando perto da entrada.

—Ah, esse vibrador não te faz justiça.

Thiago percebeu que eu Eu tinha ido e fui investigar. Ao ouvir os gemidos que ecoavam pelo corredor, ele se aproximou do quarto principal, mais por curiosidade do que qualquer outra coisa. Ele me viu num estado parecido com o da noite anterior, com um vibrador dentro e me masturbando ao mesmo tempo. Dessa vez, porém, eu estava com os fones de ouvido sem fio e sussurrei: "Bryan".

— Como o meu se compara com o dele?

— O quê?

— Vamos... eu sei que você não consegue resistir a ver aquela coisa balançando. Como é a sensação?

— Bryan... eu não...

— Vamos, entra na brincadeira.

Eu não sabia o que fazer. O que Bryan estava buscando? Será que ele queria uma fantasia de traição com o próprio pai? Ou ele estava mais interessado numa relação de dominação e submissão? Achei que o mais prudente era presumir a segunda opção.

— Bom, é uma sensação incrível, tão grande e grosso — eu disse para Bryan.

Thiago fez um gesto com as mãos, como se perguntasse se devia ir embora. Eu balancei a cabeça e sussurrei:

— Fica.

Sinceramente, Bryan não sabia o que estava acontecendo com ele. No começo, a ideia de um homem traindo a esposa era desagradável. Mas quanto mais ele pensava, mais intrigado ficava. Ela era tão apaixonada nos momentos íntimos, até onde seus desejos iriam? O quanto ela se deixaria levar? Como seria o encontro sexual definitivo dela? E... será que ele poderia participar?

— Como ele consegue meter aquele monstro dentro de você?

— Eu fico molhada só de olhar, e aí ele simplesmente... — alonguei as próximas palavras —... bem devagar... vai entrando... centímetro por centímetro.

— E ele te faz gozar?

— Depois que eu me acostumo com esse touro que tenho dentro, ele mexe só um pouquinho... e eu já vou.

— Como ele te come?

— Como um garanhão. Ele me dobra e me come por trás. Depois, quando me faz gozar, eu monto nele até ele me encher de porra.

— É, aposto que você engole toda a porra dele.

— Ai, meu bem, eu preciso de um pau dentro de mim. Ele está aqui... posso, por favor?

— Sobe em cima dele, eu quero meter na sua boca enquanto você monta. Indiquei ao Thiago que se deitasse, e acariciei seu membro várias vezes até que ele ficou completamente ereto. Depois subi por cima, encarando-o de frente. Peguei seu pênis e esfreguei a ponta no meu clitóris.

— Estou pronta pra enfiar. Ah, tô tão feliz que você tá aqui quando você for embora, preciso de uma boa fudida.

— Vai devagar, quero deixar ele maluco.

Fiz o que ele disse. Eu gemia continuamente enquanto deslizava pra baixo.

— Ah, porra, é enorme — falei sem fôlego.

— Enfia tudo — disse o Bryan.

A franqueza e a força do Bryan me excitavam. Era como se dois homens controlassem meu corpo, e eu controlasse o deles ao mesmo tempo. Eu era uma mulher que deixava sua sexualidade dominá-la, e que permitia que os dois fizessem o que quisessem com seu corpo. Balancei devagar, me deixando levar por cada centímetro do membro latejante dele. Quando minha buceta apertou o pênis dele, ele respondeu da mesma forma, inchando e flexionando a cabeça, enquanto as mãos dele massageavam minhas costas com firmeza.

Comecei a acelerar o ritmo.

— Ai, meu Deus, é tão gostoso! — gemei.

— Se toca também — ele respondeu.

Esfreguei meu clitóris com força em resposta. Queria gozar forte em cima dele, pra que a porra do Thiago explodisse dentro de mim, e meu marido, do outro lado do país, gozasse também. Dava pra ouvir o coro de gemidos do Thiago embaixo, do Bryan sussurrando no meu ouvido e os meus próprios também.

— Quer gozar? — perguntou o Bryan.

— Quero! — gritei.

— Então fode... — mas o Bryan não terminou a frase, gozou, jorrando porra por todo o corpo nu dele deitado na cama do hotel.

Isso desencadeou uma reação em cadeia em mim, liberando minha tensão e meu corpo, tendo um orgasmo como se meus nervos estivessem explodindo.

O Thiago respondeu da mesma forma, gozando fundo dentro de mim, gritando:

— Porra!

Tanto o pai quanto a esposa estávamos um pouco absortos no momento; nenhum de nós pensou se Bryan deve ter ouvido isso do outro lado da linha.

Ao descer, pude sentir o corpo de Thiago ainda tremendo.

—Isso, me dá todo o seu leite, Thiago.

Esse comentário pareceu muito real para Bryan, e em seu estado de embriaguez e orgasmo, ele acreditou ter ouvido com certeza o gemido de outro homem do outro lado da linha. Mas ele afastou esse pensamento da mente.

—Meu Deus, que tesão —disse Bryan.

—Fico feliz que você tenha gostado, eu com certeza adorei —respondi.

—Quer saber o que eu imaginei quando gozei? —disse ele.

—O quê? —respondi timidamente.

—Vou simplesmente gozar na sua carinha linda —disse ele.

—Hahaha —repliquei—. Você sabe que isso é proibido. Mas, talvez um dia eu engula seu leite, se você se comportar.

—Amor —disse ele—, se eu deixar você foder com meu pai de pauzão, não tem como eu parar de te fazer um oral.

Eu ri.

—Touché —respondi.

Olhei para ele. O pauzão do Thiago estava duro, enquanto ele continuava dormindo tranquilamente. Enquanto refletia sobre o impacto de tudo que havia acontecido, inconscientemente estiquei a mão e comecei a acariciar seu pau. Pouco a pouco, Thiago voltou a si.

—Bom dia —disse ele, ainda sonolento.

—Bom dia para você também —respondi.

—Senti falta de acordar com alguém.

Tive que admitir como isso era fofo. Apesar dos tabus sexuais dos últimos dias, ele ainda era um homem solitário que desejava o abraço de outra pessoa. Lentamente, deslizei minha mão pelo corpo dele e comecei a percorrer o contorno de seu peito, acariciando sua pele com os dedos.

—Fico feliz que tenhamos tido esse tempo... mas... —disse, fazendo uma pausa antes de dar a triste notícia—. Bryan volta hoje à noite.

—Você acha que devemos vestir alguma roupa quando ele chegar? —perguntou Thiago.

—Não, Bryan sabe que somos assim. Não quero que ele desconfie.

A palavra "desconfie" deixou tudo evidente. Já não podia ser uma aventura inocente; agora era necessário fingir.

—Sim, sim, o elefante na sala — disse Thiago. —Então é assim que você chama seu pau? — respondi entre risadinhas. Thiago soltou uma gargalhada. —Não vou sentir falta só do sexo, mas também do seu humor picante. —Foi divertido, e você é um amante incrível, mas talvez já esteja na hora de você sair e encontrar alguém — respondi. Ele me olhou com amor e carinho sinceros. —Você é incrível por si só, me mostrou coisas que eu não achava possíveis. Não consigo imaginar outra mulher que possa competir com você. A exclusividade do desejo dele era encantadora, mas uma parte de mim desejava que ele pudesse continuar explorando sua sexualidade recém-descoberta. —Talvez mais tarde a gente possa fazer alguma coisa, mas uma pausinha não cairia mal. Agora ele me envolveu com o braço, aspirando meu cheiro, deixando que nos fundíssemos em um só ser pela última vez. Ele era tão macio, sensual, de corpo volumoso mas ao mesmo tempo atlético e em forma. Será que essa seria realmente a última vez que estaríamos juntos assim? Então Thiago lembrou dos acontecimentos da noite anterior, e o diabo despertou dentro dele. —Você acha que... o Bryan realmente quer dividir você? — perguntou com um tom direto, mas diabólico. Pensei. Eu também tinha me perguntado a mesma coisa. Bryan não estava brincando nem fazendo graça, mas buscando uma experiência intensa e profunda de troca de casais. E ele não hesitou nem por um instante; sua fantasia foi ficando cada vez mais detalhada conforme a noite avançava. —A verdade é que não sei, foi um momento impactante, né? Mas a realidade é diferente da fantasia. Por quê? Você acha que conseguiria agir assim? — respondi. Um leve sorriso surgiu no rosto de Thiago. —Me dá um pouco de vergonha admitir como me diverti. —Sei como é — disse, também com uma leve risadinha. Ali estávamos deitados, os dois fantasiando com a mesma coisa, sem trocar palavra. Instintivamente, desci a mão e agarrei sua ereção firme. —Olha, isso foi divertido, mas acho que nós dois a gente sabe.

—Pode ser que não aconteça de novo — concluiu Thiago.

Eu concordei.

—Pelo menos ainda posso te ver assim e me lembrar de você — disse Thiago.

—Eu também — respondi.

E fosse pela culpa ou pela tristeza de perder um amante daqueles, meus olhos se encheram de lágrimas.

—Que tal um boquete para viagem? — perguntei.

Thiago sorriu e me beijou com paixão. Enquanto a língua dele explorava minha boca, eu acariciava o pau dele.

Deslizei pelo corpo dele e beijei suavemente a ponta do seu pênis. Passei a língua pelo membro poderoso dele de cima a baixo, saboreando cada centímetro até o último. A facilidade com que eu conseguia manipular aquela piroca enorme me surpreendeu até a mim mesma. Continuei fazendo um boquete carinhoso e amoroso, deixando ele gozar na minha boca. Engoli a porra dele e o beijei, talvez pela última vez.cuckEra início da noite quando Bryan voltava do aeroporto de carro. Ele não tinha certeza se o pai dele e eu estaríamos nus na sua chegada, ainda curtindo juntos um estilo de vida nudista.

Thiago e eu estávamos no sofá, pelados, quando Bryan chegou. Ao ouvir a porta abrindo, levantei num pulo para cumprimentá-lo.

Abracei ele.

— Que bom ter você em casa.

— Que bom estar em casa. Sabe, esse negócio de nudismo ainda é novo pra mim, mas que jeito de ser recebido!

Bryan admirou meu corpo pela primeira vez em muito tempo. Claro, eu não estava mais tão magra nem tão firme como antes, mas meus peitos continuavam magníficos. Ele se deliciou com minha cinturinha e minha pele macia e jovial. E que bunda maravilhosa. Seus olhos percorreram meu corpo até minha buceta. Em algum momento dos últimos dias, eu tinha raspado completamente o púbis. Algo nisso era um pouco perturbador e excitante pra ele. No passado, ele tinha mencionado que gostava de como um púbis totalmente depilado ficava, mas eu nunca tinha aceitado a sugestão dele. Agora, o pai dele tinha tido tempo de sobra pra me ver como nunca antes. Que outras coisas novas eu estaria experimentando?noraEntão Bryan viu seu pai, pelado, sentado no sofá. Quando os olhares se cruzaram, ele se levantou e se aproximou. Bryan não conseguiu evitar baixar os olhos. Devia ter uns vinte centímetros mole, e eu já tinha visto ele duro. Quão grande ele poderia ficar? E como...? Bryan afastou esse pensamento.

Estendendo a mão para um aperto, Thiago perguntou:

—Viagem tranquila? —como se nada tivesse acontecido.

—Sim, sem problemas. Você tá bem à vontade por aqui também, hein? —perguntou Bryan.

Me abraçando pela lateral, Thiago respondeu:

—Sim, a Wendy me deixou muito à vontade.

Me esforcei para não mostrar nenhum sinal de culpa, enquanto meu rosto ficava vermelho.

—Você devia se juntar à gente assim —eu disse—. É muito menos estranho do que você imagina.

—Acho que por enquanto vou ficar aqui —respondeu Bryan.

—Claro, aposto que vocês dois querem ficar sozinhos um pouco, então vou deixar vocês em paz.

Thiago e seu pau grotescamente grande se retiraram.

—Então vocês dois vão ficar pelados o dia todo?

Hesitei um pouco, então ele acrescentou:

—Não tô julgando, só tô curioso.

Tive que mudar minha mentalidade. Essa nudez não era sexual, pensei, tentando me convencer.

—Sim, diria que sim. Pra falar a verdade, às vezes até esqueço que tô sem roupa —respondi da forma mais natural possível.

—E eu percebi que você também depilou —disse Bryan, apontando para minha buceta.

Baixei o olhar rapidamente.

—Ah, sim, só tô testando algo novo.

—Sabe, sempre gostei desse visual —disse Bryan—, dá até uma invejinha que meu pai viu antes de mim.

—Desculpa! Não quero te deixar com ciúmes! —respondi.

Bryan sorriu.

—Ah, relaxa; ciúmes até que são divertidos.

Senti um nó no estômago. Como Bryan ia levar essa conversa?

—E você diz que às vezes ele fica duro? Quando que isso acontece? —perguntou.

Desviei o olhar.

—Bom, às vezes. Não tô na cabeça dele, então não sei ao certo; talvez a mente dele viaja um pouco.

Ele deu um passo na minha direção e levantou a mão para tocar suavemente meu quadril desnudo.

—Você também se distrai às vezes? —perguntou.

Eu não queria trair nada, mas não havia mais volta. Bryan queria que as coisas ficassem sexuais, então me inclinei para ele.

—Sinceramente, depois de ontem à noite, minha mente tem viajado —respondi, tentando projetar um certo grau de sensualidade.

Na mente de Bryan, a represa se rompeu. Não havia mais volta, ele ia ser completamente sincero. Ele colocou as duas mãos nas minhas nádegas.

—Ah, é? Fico feliz que você tenha curtido o roleplay. Eu estava preocupado que você se sentisse desconfortável —disse.

Ela tocou o peito dele, movendo as mãos para cima e para baixo, acariciando.

—Ah, nem pensar, foi divertido fantasiar com você! Foi excitante imaginar a gente fazendo algo tão ousado.

Ele se aproximou mais e sussurrou no meu ouvido:

—É algo que você gostaria de tentar algum dia?

Da minha posição, fiquei feliz que ele não pudesse ver meu rosto agora. Eu estava perspicaz, surpreso, culpado e excitado.

—Você quer dizer... com seu pai?

—Ele está aqui, não está? —respondeu.

Fiz uma pausa, pensando cuidadosamente nos meus próximos passos. Apoiando a cabeça no ombro dele, disse:

—Pode ser divertido abrir nosso casamento, né?

—Você não pensaria pior de mim? —perguntou.

Dei um passo para trás, mantendo as mãos nos ombros dele. Queria que ele visse a honestidade naquele momento.

—Por que eu pensaria?

Bryan desviou o olhar.

—Não é óbvio que me excita a ideia de você ser comida por um pau muito maior? Que eu não sou homem o suficiente para fazer isso sozinho?

Com sincera preocupação, perguntei:

—O tamanho importa para você?

Ele baixou o olhar.

—É, não, sei lá. Sempre tive essa fantasia, mas tinha vergonha.

Puxei ele para perto e o abracei com ternura.

—Você não precisa ter vergonha. Cada um tem suas taras. Você é um amante incrível e atencioso, e impressionante por si só. Talvez seja só uma questão de um papel que você teve que desempenhar por uma noite.

Ficamos em um abraço quente por um minuto, deixando a cena se desenrolar em nossas mentes.

— Quando esses sentimentos começaram? — perguntei.

— Ah, acho que sempre foi uma fantasia: compartilhar minha mulher com outro. Vê-la... beijar e acariciar outro — ele engasgou na palavra —... pênis. Que ela experimente um prazer intenso com outro.

Era o sinal verde que eu tanto desejava. A validação da minha aventura de uma semana, a resolução da minha culpa. Eu podia voltar para o Thiago. Bryan tinha se mostrado tão vulnerável naquele momento, e senti a necessidade de me mostrar vulnerável também. Revelar alguma verdade da semana passada.

Em silêncio, guiei-o até o sofá.CONTINUA...

A aventura mal começou, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil onde tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem para mais :D

3 comentários - Meu Sogro Nudista 3

Amigo, haz pensado en continuar otro relatos como este?: https://www.todorelatos.com/relato/157816/