Eu tava deitada na cama do quarto de hóspedes com o Thiago, numa baita euforia pós-sexo. Meu sogro tinha me dado a foda que eu tanto queria: apaixonada, cheia de energia, suja e ardente. Depois de adotarmos juntos o estilo de vida nudista e termos uma relação sexual aberta, os próximos dias sozinhos iam ser uma diversão danada.
Eu tava com toda a intenção de voltar pro quarto principal pra passar a noite, mas naquele momento, ficar ali deitada me fazia feliz pra caralho. Aí, ouvi meu celular tocar na sala. Levantei num pulo pra pegar e vi que era meu marido, Bryan, ligando.
—Ei, como foi a viagem? — perguntei com a voz meio sonolenta.
—Mmmh, deu tudo certo. Tá tudo em casa? Meu pai tá se adaptando bem? — ela perguntou.
—Sim, já se sente em casa — "Mais do que você imagina", pensei.
—Ele não tá... — fez uma pausa — te deixando desconfortável, né?
Pra ser sincera, sim, eu tava desconfortável. No meio do ato, pedi pra ele me penetrar com tanta força que acabei bem dolorida. No futuro, provavelmente devíamos ir com mais calma. Resolvi me fazer de sonsa.
—Desconfortável, como assim?
—Ficar pelado o tempo todo — respondeu.
—Ah, isso. Não, tá de boa. Na verdade, pra gente é super normal ficar pelado. — "Será que devia ter dito isso?" pensei.
—Gente? Você também fica pelada? — percebi confusão, quase uma gozação na voz dela.
—Talvez um pouco — falei — É que acho estranho ser tão careta, quando a única coisa que preciso é pegar uma toalha no armário da roupa de cama. Desculpa, tá?
—Acho que não me incomoda, só é meio estranho minha esposa e meu pai andarem pelados juntos. — Teve uma pausa sem graça — Ele fica de pau duro?
—Bryan!
—Tá bom, tá bom, só tava me perguntando se precisa tirar as coisas das prateleiras, se ele fica balançando com a mão estendida — brincou.
—Quão grande você acha que ele fica? — perguntei de forma sedutora.
—Era só uma piada! Não quero nem imaginar! Acho que se tivesse ereções, teria na praia com todas aquelas gostosas por perto — respondeu exaltado.
—E eu, não sou gostosa? — perguntei, agora magoada e com vontade de provocar.
—Bom, já que você quer tanto saber, agora a gente fica praticamente pelado o tempo todo, e sim, às vezes ele fica meio duro. A gente só ignora. Passa sozinho.
Isso era mentira, claro. Ele ficava duro quando eu me masturbava na frente dele, e o gozo escorrendo pela minha coxa era prova de que não passava sozinho.
—Bom, toma cuidado pra não arrancar um olho nem nada do tipo.
— E eu chamo o médico se durar mais de duas horas.
— Provavelmente você pode ajudar ele a resolver isso do outro quarto.
— É, uma situação onde todo mundo fica de mão no pau.
Isso fez a gente rir pra caralho, os dois.
— Vocês esperam que eu também fique pelado com vocês dois?
— Não espero que você faça, mas acho que você ia curtir pra cacete.
Teve uma pausa.
— Você entende que isso pode me deixar meio envergonhado?
— Por quê? Porque seu pau é menor? Que diferença faz? — falei — Adoro sentir você dentro de mim, é uma rola de marido do caralho.
— Diferente de uma rola deboi? — respondeu.
— Quer falar sobre isso agora? — perguntei.
Uns meses atrás, Bryan e eu vimos pornô juntos. Nós dois sentimos atração por cenas de ménage: duas mulheres com um homem, dois homens com uma mulher. Depois, a gente falou putaria e fantasiou, e ficamos curiosos em incluir outra pessoa se rolasse a ocasião certa. Mas Bryan ficou meio nervoso com a ideia de ter outro homem e se ele ia dar conta. Eu disse que provavelmente seria comparável. Na hora, me perguntei em voz alta como seria sentir uma piroca enorme e grossa. Bryan ficou desconfortável e mudou de assunto; eu não insisti.
— Quando a gente tava brincando na outra noite, te deixei desconfortável? — perguntei.
— Acho que um pouco — ele disse.
— Desculpa se foi o caso. Eu ter perguntado como seria sentir uma rola grandetouroIsso não significa que eu queira te abandonar. E se a gente tem curiosidade de dar um toque picante nas coisas com outra pessoa, não significa que eu não queira viver minha vida contigo. Não me importa o que você faz quando está fora, sei que você volta pra casa.
—É, só não imaginava que a outra pessoa seria meu pai.
—A gente pode falar sobre isso quando você estiver em casa?
—Claro. Desculpa, sei que é tarde aí. Boa noite.
—Boa noite, te amo.
Desliguei o telefone e fiquei pensando no que estava fazendo com o Bryan e o pai dele. Não me importei muito, então naquela noite não voltei pra minha cama. Em vez disso, na manhã seguinte, acordei abraçada com meu sogro, que estava acariciando meu peito. Instintivamente, comecei a esfregar minha bunda na ereção matinal dele.
—Mmm... bom dia — ele disse, ainda meio sonolento.
—Bom dia pra você também — respondi, com um tom meio excitado.
—Não lembro da última vez que acordei com uma ereção tão forte — ele falou.
Ele sussurrou algo no meu ouvido. Então, me virando na cama pra olhar pra ele, comecei a acariciar suavemente o pau dele ereto.
—Quais são seus planos pra hoje? — perguntei.
—Nada planejado. Se você quiser fazer alguma coisa, já sabe... o que for... tô dentro — ele respondeu.
—Ah, claro — falei com expectativa —. Por que não estaria?
Teve uma pausa na conversa, e finalmente Thiago criou coragem pra tocar no assunto desconfortável que a gente tava evitando.
—Como tá o Bryan? — ele perguntou.
Senti uma pontada de culpa. Soltei o pau dele e coloquei as mãos no peito dele.
—Ele tá bem... Falei com ele ontem à noite, não tem problema nenhum.
—É, te ouvi no telefone. Do que vocês estavam falando exatamente?
Pensei por uns segundos na melhor forma de responder. Não queria trair a confiança dele mais do que já tinha traído, mas não sabia até onde Thiago tinha ouvido a conversa. Decidi manter a calma.
—Ah, só isso e aquilo, viagens; ele perguntou como eu tava.
—Hmmm. Então, O que é um pau deDesculpe, não posso traduzir essa palavra isolada sem contexto. Você poderia fornecer a frase ou o texto completo em espanhol?Fiquei tensa.
—Você estava me espionando?
—Você estava bem do lado de fora da porta, querida. E não exatamente em silêncio.
—É, é meio difícil descrever o que é — falei, respondendo à pergunta original dele.
—Temos tempo, a menos que você prefira que não.
—Não. Não, tá tudo bem. Só... sem julgamentos, ok?
—Você tava gritando pra eu te foder como uma puta. Acho que já passamos da fase de julgamentos.
Não consegui evitar rir com aquilo.
—Tá bom, você já ouviu falar de um cuck?
—É onde o marido deixa outro homem transar com a esposa dele?
—Mais ou menos, sim. Esse "outro homem" geralmente é chamado de "bull", e costumam ser bem maiores que o marido, então... você sabe.
—Isso é algo que você e Bryan curtem?
Agora era o Thiago que estava tenso. Em que situação bizarra ele tinha se metido agora?
—Ah, não, na verdade não. A gente só tava conversando sobre, bem, ménage. Outra garota; talvez, outro cara. É algo que a gente fantasia de um jeito sexy e mútuo, não de uma forma "humilhante pra outra pessoa" como no caso do cuck.
—Nossa, vocês tão fazendo cada loucura ultimamente.
Thiago se sentiu meio aliviado com o que eu disse, mas preferia parar de falar do filho dele em termos tão íntimos.
—Qual é a fantasia mais doida que você já teve? — perguntei.
—Ah, bem mais leve que isso! Quase me dá vergonha de falar agora.
—Ah, vai lá!
—Você já fez... ao ar livre?
—Não... acho que você também não.
—Ah, não! Helen nunca aceitaria isso. Mas, sei lá, a gente já tá praticamente pelado junto aqui fora, por que não tentar?
—Seria muito tesão! Quer tentar mais tarde hoje?
Thiago hesitou. Até onde ele estava disposto a ir com um comportamento novo e arriscado? No fim, pensou que o tempo que passaria comigo durante essa estadia seria a aventura que ele lembraria pra sempre, então por que não aproveitar enquanto podia?
—Acho que a gente pode. Arrumar um momento pra fazer isso" — ele respondeu.
Ficamos ali mais um tempo, abraçados. Finalmente, levantei da cama, enquanto Thiago foi tomar banho.
Aproveitamos nosso café da manhã e o café matinal na varanda dos fundos. A conversa fluía entre vários assuntos, sem importância, com pausas pra curtir o calor do sol que aquecia nossos corpos nus. No fim, Thiago se retirou e pegou o livro dele pra ler um pouco, enquanto eu relaxava mexendo no celular.
Depois de um tempo, quebrei o silêncio.
— Não tá na hora da gente passar protetor solar? — perguntei.
— Provavelmente é uma boa ideia — ele respondeu.
Entrei e peguei o frasco. Entreguei pra Thiago e me deitei de bruços no chão.
—Pode cobrir minhas costas? — perguntei.
Ele topou. Ele passou um pouco nos meus ombros e começou a me massagear. Devagar, foi descendo as mãos até a parte de baixo das minhas costas. Depois, com as mãos fortes e firmes, massageou minhas costas. Admirou minha pele quente, lisa mas ao mesmo tempo flexível.
— No meu rabo também, por favor.
Acho que sei onde isso vai dar, pensei comigo. Ele começou a passar o protetor solar nas minhas nádegas, acariciando e esfregando bem. E aí, bem devagar, desceu as mãos até minhas coxas. Segurou firme, aplicando pressão enquanto eu me mexia pra cima e pra baixo. Meus músculos cederam à força dele e a tensão sumiu do meu corpo. Brincou com as carícias pra cima e pra baixo, chegando cada vez mais perto da minha intimidade. Eu, instintivamente, comecei a mexer os quadris, me movendo pra dar ao meu clitóris, que tava crescendo, a pressão certa. Então, com o movimento mais sutil, deslizou um dedo pelos meus lábios da buceta.
Eu soltei um gemido e falei de novo.
— Ah, por favor, continua.
Em resposta, com movimentos suaves, roçou o dedo pra cima e pra baixo na minha fenda, deixando minha lubrificação aumentar. Me movi pra cima, pressionando contra a mão dele. Minha excitação se espalhava da minha buceta, provocando um arrepio de prazer pelo corpo todo. Um dedo brincava sem parar na minha entrada, e devagar, ele enfiou pra dentro.
— Porra. Preciso de você dentro de mim, agora.
Me levantei de repente.
— Deita — ordenei com um tom seco, mas carinhoso.
Ele obedeceu.
Agora concentrei minha atenção no pau dele. Ainda não tava totalmente duro, então comecei a brincar de leve com ele.
— Deus, adoro seu corpo — ele disse, me olhando de cima a baixo.
— É? Não acha que sou gorda demais? — perguntei com sinceridade na voz.
— Deus, não. Você tem peitos e bunda, mas fora isso, é uma gostosa. Adorei ver você quicando em cima de mim ontem à noite.
— É, tenho que quicar bem alto pra subir e descer em você — falei, enquanto deslizava um dedo pelo pau dele. —Pra ser sincero, ter uma piroca grande sempre me deixou meio desconfortável na hora do sexo —ele disse, num momento de sinceridade.
—Entendo —respondi—, mas você devia se orgulhar. É maravilhoso e único. E você também é muito gostoso. Forte, sofisticado, elegante... pode deixar qualquer mulher maluca. Eu te queria dentro de mim, mesmo se fosse metade do tamanho.
O pau dele continuou crescendo nas minhas mãos.
—Porra, você é boa nisso pra caralho —ele grunhiu, enquanto eu continuava acariciando.
—Parece que agora ele tá grande e duro —falei com tesão.
Montei nele, encostando meus lábios da buceta no pau dele. Depois beijei ele fundo e demorado, enquanto ele segurava minha bunda. Devagar, fui me mexendo de um lado pro outro, deixando meu corpo se abrir, minha lubrificação aumentar e minha excitação chegar no auge. Gemi de prazer.
—Hoje vou com mais calma; ontem você me deixou dolorida.
—Meu Deus, desculpa!
—Não, era o que eu queria, e vou querer de novo logo, só que um pouco mais devagar, só isso.
As mãos dele acariciaram minhas costas de cima a baixo, até chegarem nos meus peitos macios. Massageou um por um, até beliscar de leve cada mamilo. Minha buceta molhou o pau dele enquanto eu o provocava com movimentos suaves.
—Preciso estar dentro de você —ele disse.
—Você não gosta que eu te provoque assim? —perguntei com um sorriso safado.
—Agora não, só preciso estar dentro de você —ele falou, quase num grunhido.
Dei um tapinha no peito dele.
—Já volto, preciso pegar uma coisa.
Ele esperou, deitado na grama fresca, com o pau duro esperando atenção. Saí de casa, com uma mão segurando uma garrafa e na outra meu vibrador.
—Pra que essas coisas? —ele perguntou.
Sorri pra ele.
—Pra eu me aquecer. Fica aí.
Montei nele de novo, encostando meus lábios ainda molhados no pau dele. Comecei a balançar de um lado pro outro, explorando os vinte e três centímetros dele. Depois, peguei meu vibrador, liguei e comecei a roçar ele de leve no meu clitóris. O plástico frio contra minhas partes mais sensíveis me fez tremer, mas aos poucos, as vibrações suaves percorreram meu corpo e me deram um calor gostoso. Apertei ele com mais força contra mim, dando ao meu clitóris a atenção que ele pedia.
Thiago ficou intrigado, ouvindo o zumbido do aparelho e meus gemidos suaves, sentindo o pau dele implorando pra entrar em mim, meu corpo vibrando de prazer.
—Toma, segura isso — apontei, girando o cabo do aparelho.
Ele, obediente, pegou e apertou contra mim. Com a mão livre, apoiei as duas nos ombros dele e comecei a rebolar de novo. Aí, senti minha buceta completamente relaxada e pronta pra ser preenchida.
Peguei o vibrador da mão dele e larguei no chão. Depois, peguei o vidro de lubrificante e joguei um pouco direto no pau dele. Comecei a massagear de cima pra baixo, preparando o corpo dele. Thiago não sabia bem o que era aquela substância, mas confiava. Era refrescante e o atrito era gostoso.
Segurei o pau dele duro na minha mão e deixei a ponta separar meus lábios. Thiago suspirou aliviado ao sentir minha buceta envolver a cabeça do pauzão dele. Devagar, deslizei por todo o comprimento dele, gemendo ao me soltar. Quando ele ficou totalmente dentro, parei ali.
—Vou ficar aqui um pouco, deixa eu me acostumar com você — falei, enquanto meu corpo se mexia em cima dele.
Minhas mãos começaram a acariciar suavemente o torso dele, de cima pra baixo, até que devagar rodearam o peito dele. Aí, ele mexeu o quadril, mas coloquei as mãos no peito dele em sinal de protesto.
—Não se mexe ainda, isso é sobre mim agora — falei —. Olha, deixa eu virar.
Desci de cima dele e virei meu corpo até ficar de quatro, tipo cowgirl reversa. Ele adorava ver minha bunda grande montada nele. Me joguei pra trás, apoiando os braços no corpo dele pra que o pau dele estimulasse meu ponto G. Devagar, comecei a rebolar em cima dele, gemendo a cada estocada.
—Porra! — gritou uma voz estranha do canto.
Um entregador desavisado tava procurando uma assinatura; Thiago tinha pedido umas caixas de vinho que precisavam de confirmação na hora da entrega. O motoboy tentou tocar a campainha várias vezes na porta. principal, mas logo ouviu barulhos no quintal. O que ele não sabia era que a dona da casa estava ali, numa posição complicada. Ao virar a esquina, me viu em todo o meu esplendor, montada no Thiago.
Thiago ficou paralisado de pânico, mas eu tive a presença de espírito de manter a calma.
— Com licença, posso ajudar? — perguntei.
Pelo menos tive a sensatez de parar de me mexer em cima dele.
— Preciso que alguém assine o recebimento do vinho, mas, porra, posso voltar mais tarde.
— Tudo bem. Você se importa de vir até aqui? Não quero descer dele.
Nervoso, ele largou a caixa e se aproximou arrastando os pés, evitando contato visual, mas tentando me olhar disfarçadamente. Quando chegou perto o suficiente, estendi a mão para pegar a prancheta. Assinei o formulário rapidinho e devolvi, mas o entregador parecia atordoado demais pra perceber.
— Qual é? Tá esperando pra entrar na brincadeira? — Thiago meteu o bedelho.
O encanto se quebrou e o entregador recuperou a prancheta.
Olhei pra ele com um sorriso safado.
— Thiago, o que você tá me propondo...?
— Quem sabe ele também pode tentar?
— É melhor ele tomar cuidado... Não tô tomando pílula...
O entregador levantou as mãos e gritou:
— Tá bom, já vou!
E saiu correndo.
Assim que perdemos ele de vista, caímos na gargalhada, histéricos.
— Você tava falando sério sobre não tomar pílula? — ele perguntou.
Devagar, comecei a me balançar de novo em cima dele. Fiz um pouco de timidez.
— Sim... não gosto do que ela me causa, e talvez eu e Bryan queiramos ter um filho.
— Isso não é meio arriscado? — ele perguntou.
— Ah, acho que não, tô a uma semana do período fértil. Se te incomodar, pode sempre tirar na hora.
— Não faço isso desde os dezenove anos.
— Continua funcionando do mesmo jeito — respondi.
Ele me segurou firme pelos quadris.
— Então talvez eu possa tentar, reviver a juventude.
— Vai ser difícil fazer isso com você por cima de mim, cê acha que consegue? Agüentar?" — perguntei.
— Sem problema! — respondeu.
Deitei sobre o pau dele, esfregando ele dentro de mim pra estimular meu ponto G, me apoiando de novo. Eu me mexia, me esfregava, me deixando levar pela sensação. O membro dele pulsava dentro de mim, me enchendo de sensações novas e pressão a cada movimento. Acelerei o ritmo, balançando no compasso do prazer do meu corpo.
— Pega o vibrador — falei entre gemidos.
Ele obedeceu. Com uma mão livre, direcionei a ponta do vibrador pro meu clitóris.
— Segura ele aí enquanto eu me mexo.
Ele fez o que pedi, pressionando contra mim. A estimulação foi intensa, avassaladora, incrivelmente sensível, mas eu queria aquilo, ansiava por isso: que cada nervo da minha buceta respondesse àquele instante. Senti como meu corpo, minha excitação, crescia, e então uma pressão profunda lá dentro se soltou. Mais fundo que um orgasmo, senti a umidade jorrar de mim, o sinal inequívoco de que eu tinha gozado.
Sorri, desmontei e caminhei até a casa pra pegar uma toalha. Ao virar a esquina, levemente escondida pelos arbustos, vi uma figura e reconheci na hora: era o entregador. Acho que resolveu ficar um tempinho pra ver o show, pensei. Também consegui ver que ele estava com a calça desabotoada e que, sem dúvida, estava se masturbando.
Virei pra ele, olhei nos olhos dele e tentei fazer uma pose sedutora.
— Gostou do que viu? — perguntei pro cara.
Ele murmurou:
— Porra.
Ouvi o barulho de uma calça tentando fechar.
— Tá de boa. Vai lá, termina o que tava fazendo, a menos que precise de ajuda.
Ouvi uns gemidos baixinhos, que provavelmente significavam que ele tinha batido uma. Aí, o mais rápido que pôde, abotoou a calça e saiu correndo.
Voltei com uma toalha na mão.
Enquanto eu limpava ele, o Thiago perguntou:
— Cê tava falando com alguém lá?
Sorri.
— É, nosso entregador não tinha ido embora, só tava olhando de lá. Isso te incomoda? — perguntei com preocupação sincera.
— Não... na real, eu gosto de me sentir meio sujo assim.
Meu rosto iluminou.
— Sabia! Quanto mais tempo a gente passa junto, mais à vontade fico pra encarar uns tabus novos, e é bem empolgante.
Ele me lançou um olhar safado.
— O que cê esperava que o entregador fizesse?
Fiquei tímida.
— Sei lá... talvez ele pudesse voltar e ver o que o dia nos reserva. — Olhei pra ele—. E você, o que esperava?
— Se vocês duas começassem a fazer besteira... eu ia ficar olhando.
Acariciei suavemente o pau dele, que já tinha voltado a ficar duro com a atenção.
— Cê não acha que isso ia intimidar ele?
— Talvez, é isso que eu quero.
— Ah, cê é malvado — falei, dando um sorrisinho safado.
— Sei lá, é errado que toda essa sua conversa sobre compartilhar e cuckold tenha me dado uma curiosidade de experimentar um dia?
— Não, não é errado. Fantasia é só fantasia. E se todo mundo concordar, então vai fundo.
— Bom, acho que eu seria o bull, né?
Dei um sorriso cúmplice.
— Óbvio — respondi.
Deitei no chão de pernas abertas.
— Me fode com essa pica de bull que você tem — falei num tom sedutor, mas firme.
Ele se colocou por cima de mim na posição missionária. Gemi enquanto ele me penetrava, balançando devagar.
— Então... maior é melhor? — perguntou com uma Sorriso. —Não sei se vou conseguir responder isso quando você estiver dentro de mim. —Experimenta. —Quer dizer, sim, o tamanho ajuda. Mas o mais importante é como o homem usa, e você é foda. —Então você gosta que seja grande? —Adoro. O ritmo constante dele acelerou, perdido no próprio prazer. Dava pra sentir que ele estava chegando lá. Lembrei da nossa conversa anterior sobre gozar fora, mas naquele momento, outras ideias passavam pela cabeça dele. Essa era a esposa de outro homem, gemendo e rebolando, curtindo e desejando a piroca grande que sempre o envergonhou. Anos de piadas e comentários putos dos amigos sobre o tamanho dele; dificuldades nos relacionamentos e o desconforto que causou na esposa ao longo dos anos; uma parte dele que ele meio que escondia com vergonha. Ali, debaixo dele, essa mulher precisava dele, talvez até mais do que do marido dela. Não importava que fosse a própria nora, era uma mulher que precisava dele. Na luxúria bruta, ele queria se deixar levar pela fantasia.
— Cê gosta dessa piroca grande? — ele rosnou pra mim.
— Adoro, você me preenche.
— Você precisa disso, né?
Olhei fixo nos olhos dele.
— Eu anseio por isso.
— Cê precisa de uma piroca de touro pra gozar, hein?
Adorei a expressão no rosto dele. Não era o mesmo de sempre, doce e tímido. Era apaixonado, safado, até... um homem forte e poderoso que sentia um prazer perverso em me foder. Sabia que ele tava se libertando, deixando pra trás décadas de sexo reprimido e descobrindo uma perversão profunda. No fundo, todo homem ama o próprio pau; toca, brinca com ele, na esperança de um dia encontrar uma parceira que ame tanto quanto ele. E ter um grande... bom, talvez eu tivesse exposto ele a pensamentos e fantasias que nunca tinha considerado antes, e agora ele podia amar ainda mais aquele membro glorioso. Eu tinha dado asas à fantasia dele.
— Sim, preciso da piroca de um homem de verdade pra gozar.
— Então pega!
Agora ele se movia violentamente pra dentro e pra fora de mim num ritmo constante, me socando por dentro a cada estocada. Me segurava firme pelos quadris pra potencializar as investidas e aumentar a força. Se eu tivesse consciente, teria percebido que aquele movimento repetitivo ia me deixar dolorida no dia seguinte. Mas na hora não tava nem aí, ou não podia ligar. Outro orgasmo tava se formando dentro de mim.
— Cê também precisa da piroca de um homem de verdade pra engravidar?
— Sim — gemei.
— Vou gozar dentro de você.
— Me dá! Quero tudo, quero seu leite no meu corpo jovem e fértil! Preciso da sua piroca grande pra me engravidar! — gritei.
Num último empurrão, ele enfiou o pau inteiro dentro de mim e gritou. Senti o esperma subindo pelo membro dele e entrando na minha buceta. Instintivamente, levei a mão ao clitóris e comecei a me esfregar.
— Isso, isso! Me enche! — gritei, enquanto chegava ao orgasmo, gemendo e me mexendo contra ele — Preciso de cada gota do seu leite.
Ele ficou firme ao meu lado, deixando as últimas forças se esvaírem, e então desabou ao meu lado.
Ficamos ali deitados, deixando o sol acariciar nossos corpos depois do ato e o ar refrescar nossa pele.
Quando a euforia do momento passou, o Thiago revisou mentalmente tudo o que a gente tinha acabado de fazer.
—Espero que isso tudo não tenha sido demais pra você — ele disse.
—Demais como? — perguntei.
—Você... precisando da minha piroca grande e tal.
—Ah, sem problema, também foi divertido pra mim interpretar um pouco o papel.
—Então você não tava falando sério?
—Ah, não tudo. Não me entenda mal, você é incrível, sua piroca é incrível; só não é tudo quando se trata de sexo, né?
O Thiago pensou um pouco e percebeu que provavelmente era assim mesmo. O pau dele provavelmente não tinha sido um problema tão grande nos relacionamentos passados quanto ele achava, nem uma vantagem agora, mas só uma ideia divertida pra experimentar.
—Então — ele perguntou —, como foi sua primeira vez ao ar livre?
—Maravilhosa — falei —, mas você falou sério quando disse que seria divertido "me compartilhar"? — perguntei.
De novo, ele voltou à realidade e percebeu tudo o que tinha rolado no calor do momento.
—Podia ser divertido. Foi muito gostoso te ver se tocando na outra noite. Fico imaginando como seria com outro cara.
Eu ri.
—Bom, talvez eu fique com vontade de comida tailandesa de novo.
—Ah, Wendy, o que você tá fazendo com esse pobre coitado? — o Thiago perguntou.
—Como assim?
—Provocar ele desse jeito tá deixando ele todo pirado.
—Ah, não preciso "deixar" ele assim.
Ele riu.
—Que tal se, quando ele voltar, eu der uma ajuda? — perguntei.
—Talvez sim... — ele respondeu.
Como a gente tinha planejado mais tarde naquele dia, pedimos comida na esperança de ver de perto aquele entregador que tinha ficado com vontade de provar um pouco de mim naquele dia. Quando finalmente Tocaram a campainha. Espiei pela cortina.
—É o mesmo cara! —exclamei, toda feliz.
Abri a porta de uma vez, completamente pelada.
—Oi! —falei com entusiasmo.
Ele ficou parado ali por um momento, com um sorriso idiota que achava elegante.
—Olha você de novo! Nossa, que corpaço você tem.
Sorri em resposta.
—Bom, valeu. Acho que já tá tudo certo com o cartão de crédito.
—Sim, você precisa assinar pra receber a gorjeta.
—Só me oferece a gorjeta? Esperava algo mais — falei com um sorriso provocador.
—O quê?
Ele ficou em choque. Será que aquele desconhecido tava me propondo algo?
Arqueei meus peitos na direção dele.
—Quer apalpar?
O sorriso idiota dele voltou. Um arrepio percorreu as costas dele quando as mãos dele acariciaram e massagearam meus peitos.
—E fiquem à vontade pra explorar.
Ao olhar por cima do meu ombro, o entregador viu o Thiago.
—Ele tá de boa com isso? — perguntou.
—Sim, tranquilo.
Enquanto ele me explorava com as mãos, desci as minhas até a fivela do cinto dele.
—Se importa...? — perguntei, e devagar desabotoei a calça dele.
Ela caiu no chão. Enfiei a mão na cueca dele, puxei o pau dele e comecei a acariciar. Por fim, minha mão desceu até meus lábios da buceta e, depois de algumas apalpadas, o polegar dele encontrou meu clitóris.
—Pode lamber, se quiser.
A expressão dele se transformou num olhar intenso e ele caiu de joelhos. Com as mãos, separou minhas pernas e a boca dele foi direto na minha buceta. Lambeu, meio sem jeito no começo, mas mesmo assim foi um oral bem decente, pensei. Me esfreguei na língua dele, aumentando meus gemidos pra incentivar aquele cara.
Então, ele fez algo que eu não esperava. Se levantou, me agarrou pela cintura, me virou e me empurrou pra baixo, sem me dar outra opção a não ser apoiar as mãos na parede. E, caso não fosse óbvio o que ele tinha em mente, senti a ponta do pau dele duro contra minha buceta.
— Quer que eu meta?
Fiquei chocada. Que cara de pau! Não tinha pedido por isso. Thiago, que estava de olho, se levantou e chegou mais perto. Percebi que ele e o entregador trocaram olhares. Aí eu também olhei pra ele, pedindo permissão.
— O que você acha, Thiago?
Ele sorriu pra mim e concordou com a cabeça.
— Você tá limpo, né? — perguntei.
— Sim. Quer que eu coloque camisinha?
— Se você tiver uma, claro.
— Como?
Decidi seguir em frente com a situação. Mas não me sentia confortável com a ideia de ter o gozo de um completo estranho dentro de mim. Ofereci algo que tinha certeza de que ele aceitaria:
— Tudo bem. Só não goza dentro de mim, pode terminar onde quiser.
Ele meteu. Por sorte, não era muito grande, então entrou fácil. Começou a se mover com movimentos rápidos e desajeitados. Sabia que nunca ia curtir daquele jeito, então falei.
— Dá pra ir um pouco mais devagar?
— Desculpa, assim?
— Perfeito.
Ele diminuiu um pouco o ritmo, mas logo voltou ao normal. Com aqueles movimentos desajeitados e rápidos, era bem óbvio que aquilo não ia ser um sexo gostoso. Na cabeça dele, provavelmente o melhor era acabar logo com aquilo. A cada estocada sem jeito, eu soltava um gemido de filme pornô e frases feitas tipo: "Ah, sim, gostoso, assim mesmo"; "Ah, me dá"; "Ah, sim, me fode". Daí a pouco, os gemidos dele ficaram mais altos.
Ele parou os movimentos.
—Onde você quer que eu goze?
—Em qualquer lugar. Na minha boca?
—Sim, claro — respondeu ele.
Eu me ajoelhei rápido e recebi. Nunca tinha provado meu próprio fluido num pau antes; achava aquilo muito sujo. Logo ele me segurou pela cabeça e começou a me penetrar fundo. Quando chegou ao orgasmo, prendeu minha cabeça e gozou na minha garganta. Não tive escolha a não ser engolir o esperma dele pela primeira vez.
Nenhum dos dois tinha percebido, mas Thiago se aproximou de nós com o pau duro na mão. Quando o entregador se afastou do meu rosto, Thiago o afastou de leve e apontou o pau pra mim. Ele se acariciou com uma mão e colocou a outra na minha testa. Adivinhando o que Thiago queria, estendi as duas mãos pra acariciá-lo e fechei os olhos, esperando a gozada na cara. O esperma dele explodiu no meu rosto, deixando longos rastros nas minhas bochechas e boca. Continuei acariciando ele pra garantir que fosse profanada o máximo possível.
Enquanto eu e Thiago nos abraçávamos naquele instante, o entregador escapuliu.
Limpei o sêmen dos meus olhos.
— Gosta de marcar território, hein?
Ele riu.
— Mais ou menos isso.
— Como é me ver com outro cara?
— Na verdade, foi meio excitante. Mas... ele era especialmente ruim na cama, né?
— Sim, comecei a fingir pra ele terminar mais rápido. Universitários, sabe como é.
— Bom — ele disse —, acho que devemos começar o jantar, depois do aperitivo que ele te serviu.
Me encolhi um pouco com a piada dele, mas sorri educadamente.
Depois do jantar e de uma noite tranquila, nós dois fomos pro quarto de hóspedes. Enquanto estávamos lá, meu celular vibrou: era o Bryan de novo. Escapei pro quarto principal antes de atender.
— Oi, amor... o que cê tá fazendo? — ele perguntou com a voz meio arrastada.
— Nada demais, só pensando em me preparar pra dormir.
— Cê tá pelada? — respondeu, tentando fazer uma voz sedutora, mas saindo meio ridícula por causa da bebedeira.
— Cê tá bêbado?
— Só quero me divertir um pouco.
Sabia o que aquilo significava. Ele sempre voltava assim de algum clube de strip. Por algum motivo, era muito mais obsceno no telefone do que pessoalmente, sem contar que tava com o pau duro e bêbado.
— Por quê? Seu pau tá bem duro? — falei num sussurro sedutor.
— ...talvez... — ele respondeu, com um leve soluço.
— E cê quer acariciar ele pra mim?
Ouvi um gemido baixo pelo telefone.
— Sua buceta fica molhada só de pensar?
Liguei meu vibrador e segurei ele perto do telefone por um instante pra Bryan saber o que tava rolando. Ele grunhiu em resposta.
— Ah, meu Deus, tô tão molhada e pronta pra você — gemi de volta.
— Porra, quero estar dentro de você — ele disse.
Deslizei a ponta do vibrador sobre meus lábios da buceta, parando perto da entrada.
— Ah, esse vibrador não faz jus a você.
Thiago percebeu que eu Tinha ido e foi investigar. Ao ouvir os gemidos que ecoavam no corredor, se aproximou do quarto principal, mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa. Me viu num estado parecido com o da noite anterior, com um vibrador dentro e me masturbando ao mesmo tempo. Dessa vez, porém, tava com os fones sem fio e sussurrei: "Bryan".
— Como é que o meu se compara com o dele?
— O quê?
— Qual é... sei que você não consegue resistir a ver aquela coisa balançando. Qual é a sensação?
— Bryan... eu não...
— Vai, entra na brincadeira.
Não sabia o que fazer. O que o Bryan queria? Será que tava buscando uma fantasia de traição com o próprio pai? Ou será que tava mais afim de uma parada de dominação e submissão? Pensei que o mais seguro era assumir a segunda opção.
— Bom, é uma sensação fantástica, tão grande e grosso — falei pro Bryan.
Thiago fez um gesto com as mãos, como se perguntando se devia ir embora. Balancei a cabeça e sussurrei:
— Fica.
Sinceramente, Bryan não sabia o que tava rolando com ele. No começo, a ideia de um homem trair a esposa parecia nojenta pra ele. Mas quanto mais pensava, mais ficava intrigado. Ela era tão fogosa nos momentos íntimos, até onde os desejos dela iam? Até que ponto ela se deixava levar? Como seria o encontro sexual perfeito dela? E... será que ele podia participar?
— Como é que você consegue enfiar esse monstro dentro de você?
— Fico molhadinha só de olhar pra ele, e aí ele simplesmente... — prolonguei as próximas palavras —... bem devagar... vai colocando... centímetro por centímetro.
— E ele te faz gozar?
— Assim que me acostumo com aquele touro dentro de mim, ele se mexe um pouquinho... e eu vou às nuvens.
— Como ele te come?
— Igual um garanhão. Me dobra e me come por trás. Depois, quando me faz gozar, eu monto nele até ele me encher de leite.
— Isso, aposto que você engole todo o leite dele.
— Ah, amor, preciso de uma rola dentro de mim. Ele tá aqui... posso, por favor?
— Sobe em cima dele, quero foder sua boca enquanto você monta.
Rapidamente Eu mandei o Thiago deitar, e fiquei acariciando o pau dele várias vezes até ele ficar todo duro. Aí montei por cima, olhando na cara dele. Peguei no pau dele e esfreguei a ponta no meu clitóris.
—Tô pronta pra meter. Ah, que bom que ele tá aqui antes de você ir, preciso de uma boa foda.
—Vai devagar, quero deixar ele louco.
Fiz o que ele mandou. Ficava gemendo sem parar enquanto descia.
—Ah, porra, é enorme —falei sem fôlego.
—Enfia tudo —disse o Bryan.
Me excitava a safadeza e a força do Bryan. Era como se dois caras controlassem meu corpo, e eu controlasse o deles ao mesmo tempo. Era uma mulher que deixava a putaria tomar conta, e permitia que os dois fizessem o que quisessem com meu corpo. Eu balançava devagar, me entregando a cada centímetro do pau pulsante dele. Quando minha buceta apertou o pau dele, ele respondeu na mesma hora, inchando e flexionando a cabeça, enquanto as mãos dele massageavam minhas costas com força.
Comecei a acelerar o ritmo.
—Ai, meu Deus, que delícia! —gemi.
—Se toca também —ele respondeu.
Me esfreguei o clitóris com força. Queria gozar gostoso em cima dele, pra porra do Thiago explodir dentro de mim, e meu marido, do outro lado do país, também gozar. Dava pra ouvir o coro de gemidos do Thiago lá embaixo, do Bryan sussurrando no meu ouvido e os meus também.
—Quer gozar? —perguntou o Bryan.
—Sim! —gritei.
—Então fode... —mas o Bryan não terminou a frase, gozou, espirrando leite por todo o corpo nu dele estirado na cama do hotel.
Isso desencadeou uma reação em cadeia em mim, soltando toda a tensão e meu corpo, tendo um orgasmo como se meus nervos explodissem.
O Thiago respondeu do mesmo jeito, gozando fundo dentro de mim, gritando:
—Porra!
Tanto o pai quanto a esposa ficamos meio perdidos no momento; nenhum dos dois pensou em se Bryan podia ter ouvido isso do outro lado da linha.
Quando desci, senti o corpo do Thiago ainda tremendo.
—Isso, dá tudo o seu leite, Thiago.
Esse comentário pareceu real demais pro Bryan, e no estado de bebedeira e orgasmo dele, ele jurou que ouviu o gemido de outro homem do outro lado da linha. Mas ele afastou esse pensamento da mente.
—Meu Deus, que tesão —disse o Bryan.
—Fico feliz que você gostou, eu com certeza amei —respondi.
—Quer saber o que imaginei quando gozei? —ele disse.
—O quê? —respondi, meio tímida.
—Vou só gozar na sua carinha linda —ele disse.
—kkkk —respondi—. Sabe que isso é proibido. Mas, quem sabe um dia eu engula seu leite, se você se comportar.
—Amor —ele disse—, se eu deixo você foder com o pauzão do meu pai, não tem chance de eu parar de te chupar.
Eu ri.
—Touché —respondi.
Olhei pra ele. O pauzão do Thiago tava duro, enquanto ele continuava dormindo tranquilão. Enquanto pensava no impacto de tudo que rolou, sem perceber estendi a mão e comecei a acariciar o pau dele. Aos poucos, o Thiago foi acordando.
—Bom dia —ele disse, ainda sonolento.
—Bom dia pra você também —respondi.
—Senti falta de acordar com alguém.
Tive que admitir que era uma fofura. Apesar dos tabus sexuais dos últimos dias, ele ainda era um cara solitário que queria o abraço de outra pessoa. Devagar, deslizei minha mão pelo corpo dele e comecei a percorrer o contorno do peito, acariciando a pele com os dedos.
—Fico feliz que a gente teve esse tempo... mas... —falei, fazendo uma pausa antes de dar a notícia triste—. O Bryan volta hoje à noite.
—Acha que a gente devia vestir alguma coisa quando ele chegar? —perguntou o Thiago.
—Não, o Bryan sabe que a gente é assim. Não quero que ele desconfie.
A palavra "desconfiar" deixou tudo claro. Já não era mais uma aventura inocente; agora precisava de enganação.
—É, é, o Elefante na sala" —disse Thiago.
—Então é assim que você chama seu pau? —respondi entre risadinhas.
Thiago soltou uma gargalhada.
—Não vou sentir falta só do sexo, mas também do seu humor safado.
—Foi divertido, e você é um amante incrível, mas talvez já seja hora de você sair e encontrar alguém —respondi.
Ele me olhou com amor e carinho sinceros.
—Você é incrível por si só, me mostrou coisas que eu não achava possíveis. Não consigo imaginar outra mulher que possa competir com você.
A exclusividade do desejo dele era encantadora, mas uma parte de mim queria que ele pudesse continuar explorando a sexualidade recém-descoberta.
—Talvez mais tarde a gente possa fazer algo, mas uma pausa pequena não faria mal.
Agora ele me envolveu com o braço, aspirando meu cheiro, deixando a gente se fundir num só ser pela última vez. Era tão suave, sensual, de corpo voluptuoso mas ao mesmo tempo atlético e em forma. Será que essa era realmente a última vez que a gente ficaria junto assim?
Então Thiago lembrou dos acontecimentos da noite anterior, e o diabo despertou dentro dele.
—Você acha que... Bryan realmente quer te dividir? —perguntou com um tom direto mas diabólico.
Refleti. Eu também tinha me perguntado a mesma coisa. Bryan não estava brincando nem zoando, mas sim buscando uma experiência intensa e profunda de troca de casais. E ele não hesitou nem um segundo; a fantasia dele foi se detalhando cada vez mais conforme a noite avançava.
—Sinceramente, não sei, foi um momento impactante, né? Mas a realidade é diferente da fantasia. Por quê? Você acha que conseguiria agir assim? —respondi.
Um sorriso leve apareceu no rosto de Thiago.
—Tenho um pouco de vergonha de admitir o quanto eu curti.
—Sei como é —falei, também com uma risadinha.
Ali a gente ficava, os dois fantasiando com a mesma coisa, sem se falar. Instintivamente, desci a mão e agarrei a ereção firme dele.
—Ei, isso foi divertido, mas acho que nós dois a gente sabe.
—Pode ser que nunca mais aconteça —concluiu Thiago.
Eu assenti.
—Pelo menos posso continuar te vendo assim e me lembrar de você —disse Thiago.
—Eu também —respondi.
E fosse por culpa ou pela tristeza de perder um amante assim, meus olhos se encheram d'água.
—Que tal um boquete pra viagem? —perguntei.
Thiago sorriu e me beijou com paixão. Enquanto a língua dele explorava minha boca, eu acariciava o pau dele.
Deslizei pelo corpo dele e beijei suavemente a ponta do pau dele. Passei a língua no membro poderoso dele de cima a baixo, me deliciando com cada centímetro até o último. A facilidade com que eu conseguia manipular aquele pau descomunal até me surpreendeu. Comecei a fazer um boquete carinhoso e amoroso, deixando ele gozar na minha boca. Engoli o leite dele e o beijei, talvez pela última vez.
Era começo de noite quando Bryan voltava do aeroporto de carro. Não tinha certeza se o pai dele e eu estaríamos pelados na chegada dele, ainda curtindo juntos um estilo de vida nudista.
Thiago e eu estávamos no sofá, nus, quando Bryan chegou. Ao ouvir a porta abrindo, pulei pra cumprimentá-lo.
Abracei ele.
— Que bom ter você em casa.
— Como é bom estar em casa. Sabe, esse negócio de nudismo ainda é novo pra mim, mas que jeito de ser recebido!
Bryan se admirou do meu corpo pela primeira vez em muito tempo. Claro, eu já não era tão magra nem tão firme como antes, mas meus peitos continuavam magníficos. Ele se deliciou com minha cintura fina, meus quadris largos e minha pele macia e jovem. E que rabo estupendo. Os olhos dele percorreram meu corpo até minha buceta. Em algum momento dos últimos dias, eu tinha depilado tudo por completo. Aquilo era meio perturbador e excitante pra ele. No passado, ele tinha mencionado que gostava de como uma buceta totalmente depilada ficava, mas eu nunca tinha aceitado a sugestão dele. Agora, o pai dele tinha tido tempo de sobra pra me ver como nunca antes. Que outras coisas novas ela estaria experimentando?
Então Bryan viu o pai dele, pelado, sentado no sofá. Quando os olhares se cruzaram, ele se levantou e se aproximou. Bryan não conseguiu evitar olhar pra baixo. Devia ter uns vinte centímetros mole, e eu já tinha visto ele duro. Quão grande podia ficar? E como...? Bryan afastou esse pensamento.
Estendendo a mão pra cumprimentar, Thiago perguntou:
—Viagem tranquila? —como se nada tivesse acontecido.
—Sim, sem problemas. Tá se sentindo à vontade por aqui também, hein? —perguntou Bryan.
Me abraçando de lado, Thiago respondeu:
—Sim, a Wendy me fez sentir super à vontade.
Me esforcei pra não mostrar nenhum sinal de culpa, enquanto meu rosto ficava vermelho.
—Você devia se juntar a nós assim —falei—. É muito menos estranho do que você imagina.
—Acho que por enquanto vou ficar aqui —respondeu Bryan.
—Claro, aposto que vocês dois querem um tempo sozinhos, então vou deixar vocês em paz.
Thiago e o pinto grotescamente grande dele se retiraram.
—Então vocês dois vão ficar pelados o dia inteiro?
Eu hesitei um pouco, então ele completou:
—Não tô julgando, só tô curioso.
Tive que mudar minha mentalidade. Essa nudez não era sexual, pensei, tentando me convencer.
—Sim, diria que sim. Na real, às vezes eu esqueço que não tô vestida —respondi o mais natural possível.
—E eu percebi que você também se depilou —disse Bryan, apontando pra minha buceta.
Olhei pra baixo rapidamente.
—Ah, sim, só testando algo novo.
—Sabe, sempre curti esse visual —falou Bryan—, fico meio com inveja do meu pai ter visto antes de mim.
—Desculpa! Não quero te deixar com ciúmes! —respondi.
Bryan sorriu.
—Ah, sem problemas; ciúme é divertido.
Eu sentia um nó no estômago. Como é que o Bryan ia levar essa conversa?
—E você disse que às vezes ele fica duro? Quando isso acontece? —perguntou.
Desviei o olhar.
—Bom, às vezes. Não tô na cabeça dele, então não sei ao certo; talvez a mente dele... divaga um pouco.
Ele deu um passo em minha direção e ergueu a mão para roçar suavemente meu quadril nu.
— Você também se distrai às vezes? — perguntou.
Eu não queria trair nada, mas não havia mais volta. Bryan queria que a coisa ficasse sexual, então me inclinei em direção a ele.
— Sinceramente, depois de ontem à noite, minha mente tem divagado — respondi, tentando projetar um certo grau de sensualidade.
Na mente de Bryan, a represa se rompeu. Não havia mais volta, ele ia ser completamente sincero. Colocou as duas mãos nas minhas nádegas.
— Ah, é? Fico feliz que você tenha curtido o role-play. Tava preocupado que você se sentisse desconfortável — disse.
Ela tocou o peito dele, deslizando as mãos para cima e para baixo, acariciando-o.
— Ah, de jeito nenhum, foi divertido fantasiar com você! Foi excitante imaginar a gente fazendo algo tão ousado.
Ele se aproximou mais e sussurrou no ouvido dela:
— É algo que você gostaria de tentar um dia?
Da minha posição, fiquei feliz que ele não pudesse ver meu rosto agora. Eu estava perspicaz, surpreso, culpado e excitado.
— Você quer dizer... com seu pai?
— Ele está aqui, não está? — ela respondeu.
Eu fiz uma pausa, pensando cuidadosamente nos próximos passos. Apoiando a cabeça no ombro dele, disse:
— Poderia ser divertido abrir nosso casamento, né?
— Você não pensaria mal de mim? — ele perguntou.
Dei um passo para trás, mantendo as mãos nos ombros dele. Queria que ele visse a honestidade naquele momento.
— Por que eu pensaria?
Bryan desviou o olhar.
— Não é óbvio que me excita ver você sendo comida por um pau muito maior? Que eu não sou homem o suficiente pra fazer isso sozinho?
Com preocupação sincera, perguntei:
— Você se importa com o tamanho?
Ele baixou o olhar.
— Sim, não, não sei. Sempre tive essa fantasia, mas tinha vergonha.
Puxei ele para perto e o abracei com ternura.
— Você não precisa ter vergonha. Cada um tem suas esquisitices. Você é um amante incrível e atencioso, e impressionante por si só. Talvez seja só sobre... Um papel que você teve que interpretar por uma noite.
Ficamos num abraço quente por um minuto, deixando a cena se desenrolar nas nossas mentes.
— Quando esses sentimentos começaram? — perguntei.
— Ah, acho que sempre foi uma fantasia: dividir minha mulher com outro. Vê-la... beijar e acariciar outro — ele engasgou com a palavra —... pinto. Que ela sinta um prazer intenso com outro.
Era a luz verde que eu tanto queria. A validação da minha aventura de uma semana, a resolução da minha culpa. Podia voltar pro Thiago. Bryan tinha se mostrado tão vulnerável naquele momento, e senti que precisava me mostrar vulnerável também. Revelar alguma verdade da semana passada.
Em silêncio, levei ele até o sofá.CONTINUA...
A aventura tá só começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem pra mais :D
Eu tava com toda a intenção de voltar pro quarto principal pra passar a noite, mas naquele momento, ficar ali deitada me fazia feliz pra caralho. Aí, ouvi meu celular tocar na sala. Levantei num pulo pra pegar e vi que era meu marido, Bryan, ligando.
—Ei, como foi a viagem? — perguntei com a voz meio sonolenta. —Mmmh, deu tudo certo. Tá tudo em casa? Meu pai tá se adaptando bem? — ela perguntou.
—Sim, já se sente em casa — "Mais do que você imagina", pensei.
—Ele não tá... — fez uma pausa — te deixando desconfortável, né?
Pra ser sincera, sim, eu tava desconfortável. No meio do ato, pedi pra ele me penetrar com tanta força que acabei bem dolorida. No futuro, provavelmente devíamos ir com mais calma. Resolvi me fazer de sonsa.
—Desconfortável, como assim?
—Ficar pelado o tempo todo — respondeu.
—Ah, isso. Não, tá de boa. Na verdade, pra gente é super normal ficar pelado. — "Será que devia ter dito isso?" pensei.
—Gente? Você também fica pelada? — percebi confusão, quase uma gozação na voz dela.
—Talvez um pouco — falei — É que acho estranho ser tão careta, quando a única coisa que preciso é pegar uma toalha no armário da roupa de cama. Desculpa, tá?
—Acho que não me incomoda, só é meio estranho minha esposa e meu pai andarem pelados juntos. — Teve uma pausa sem graça — Ele fica de pau duro?
—Bryan!
—Tá bom, tá bom, só tava me perguntando se precisa tirar as coisas das prateleiras, se ele fica balançando com a mão estendida — brincou.
—Quão grande você acha que ele fica? — perguntei de forma sedutora.
—Era só uma piada! Não quero nem imaginar! Acho que se tivesse ereções, teria na praia com todas aquelas gostosas por perto — respondeu exaltado.
—E eu, não sou gostosa? — perguntei, agora magoada e com vontade de provocar.
—Bom, já que você quer tanto saber, agora a gente fica praticamente pelado o tempo todo, e sim, às vezes ele fica meio duro. A gente só ignora. Passa sozinho.
Isso era mentira, claro. Ele ficava duro quando eu me masturbava na frente dele, e o gozo escorrendo pela minha coxa era prova de que não passava sozinho.
—Bom, toma cuidado pra não arrancar um olho nem nada do tipo.
— E eu chamo o médico se durar mais de duas horas.
— Provavelmente você pode ajudar ele a resolver isso do outro quarto.
— É, uma situação onde todo mundo fica de mão no pau.
Isso fez a gente rir pra caralho, os dois.
— Vocês esperam que eu também fique pelado com vocês dois?
— Não espero que você faça, mas acho que você ia curtir pra cacete.
Teve uma pausa.
— Você entende que isso pode me deixar meio envergonhado?
— Por quê? Porque seu pau é menor? Que diferença faz? — falei — Adoro sentir você dentro de mim, é uma rola de marido do caralho.
— Diferente de uma rola deboi? — respondeu.
— Quer falar sobre isso agora? — perguntei.
Uns meses atrás, Bryan e eu vimos pornô juntos. Nós dois sentimos atração por cenas de ménage: duas mulheres com um homem, dois homens com uma mulher. Depois, a gente falou putaria e fantasiou, e ficamos curiosos em incluir outra pessoa se rolasse a ocasião certa. Mas Bryan ficou meio nervoso com a ideia de ter outro homem e se ele ia dar conta. Eu disse que provavelmente seria comparável. Na hora, me perguntei em voz alta como seria sentir uma piroca enorme e grossa. Bryan ficou desconfortável e mudou de assunto; eu não insisti.
— Quando a gente tava brincando na outra noite, te deixei desconfortável? — perguntei.
— Acho que um pouco — ele disse.
— Desculpa se foi o caso. Eu ter perguntado como seria sentir uma rola grandetouroIsso não significa que eu queira te abandonar. E se a gente tem curiosidade de dar um toque picante nas coisas com outra pessoa, não significa que eu não queira viver minha vida contigo. Não me importa o que você faz quando está fora, sei que você volta pra casa.
—É, só não imaginava que a outra pessoa seria meu pai.
—A gente pode falar sobre isso quando você estiver em casa?
—Claro. Desculpa, sei que é tarde aí. Boa noite.
—Boa noite, te amo.
Desliguei o telefone e fiquei pensando no que estava fazendo com o Bryan e o pai dele. Não me importei muito, então naquela noite não voltei pra minha cama. Em vez disso, na manhã seguinte, acordei abraçada com meu sogro, que estava acariciando meu peito. Instintivamente, comecei a esfregar minha bunda na ereção matinal dele.
—Mmm... bom dia — ele disse, ainda meio sonolento.
—Bom dia pra você também — respondi, com um tom meio excitado.
—Não lembro da última vez que acordei com uma ereção tão forte — ele falou.
Ele sussurrou algo no meu ouvido. Então, me virando na cama pra olhar pra ele, comecei a acariciar suavemente o pau dele ereto.
—Quais são seus planos pra hoje? — perguntei.
—Nada planejado. Se você quiser fazer alguma coisa, já sabe... o que for... tô dentro — ele respondeu.
—Ah, claro — falei com expectativa —. Por que não estaria?
Teve uma pausa na conversa, e finalmente Thiago criou coragem pra tocar no assunto desconfortável que a gente tava evitando.
—Como tá o Bryan? — ele perguntou.
Senti uma pontada de culpa. Soltei o pau dele e coloquei as mãos no peito dele.
—Ele tá bem... Falei com ele ontem à noite, não tem problema nenhum.
—É, te ouvi no telefone. Do que vocês estavam falando exatamente?
Pensei por uns segundos na melhor forma de responder. Não queria trair a confiança dele mais do que já tinha traído, mas não sabia até onde Thiago tinha ouvido a conversa. Decidi manter a calma.
—Ah, só isso e aquilo, viagens; ele perguntou como eu tava.
—Hmmm. Então, O que é um pau deDesculpe, não posso traduzir essa palavra isolada sem contexto. Você poderia fornecer a frase ou o texto completo em espanhol?Fiquei tensa.
—Você estava me espionando?
—Você estava bem do lado de fora da porta, querida. E não exatamente em silêncio.
—É, é meio difícil descrever o que é — falei, respondendo à pergunta original dele.
—Temos tempo, a menos que você prefira que não.
—Não. Não, tá tudo bem. Só... sem julgamentos, ok?
—Você tava gritando pra eu te foder como uma puta. Acho que já passamos da fase de julgamentos.
Não consegui evitar rir com aquilo.
—Tá bom, você já ouviu falar de um cuck?
—É onde o marido deixa outro homem transar com a esposa dele?
—Mais ou menos, sim. Esse "outro homem" geralmente é chamado de "bull", e costumam ser bem maiores que o marido, então... você sabe.
—Isso é algo que você e Bryan curtem?
Agora era o Thiago que estava tenso. Em que situação bizarra ele tinha se metido agora?
—Ah, não, na verdade não. A gente só tava conversando sobre, bem, ménage. Outra garota; talvez, outro cara. É algo que a gente fantasia de um jeito sexy e mútuo, não de uma forma "humilhante pra outra pessoa" como no caso do cuck.
—Nossa, vocês tão fazendo cada loucura ultimamente.
Thiago se sentiu meio aliviado com o que eu disse, mas preferia parar de falar do filho dele em termos tão íntimos.
—Qual é a fantasia mais doida que você já teve? — perguntei.
—Ah, bem mais leve que isso! Quase me dá vergonha de falar agora.
—Ah, vai lá!
—Você já fez... ao ar livre?
—Não... acho que você também não.
—Ah, não! Helen nunca aceitaria isso. Mas, sei lá, a gente já tá praticamente pelado junto aqui fora, por que não tentar?
—Seria muito tesão! Quer tentar mais tarde hoje?
Thiago hesitou. Até onde ele estava disposto a ir com um comportamento novo e arriscado? No fim, pensou que o tempo que passaria comigo durante essa estadia seria a aventura que ele lembraria pra sempre, então por que não aproveitar enquanto podia?
—Acho que a gente pode. Arrumar um momento pra fazer isso" — ele respondeu.
Ficamos ali mais um tempo, abraçados. Finalmente, levantei da cama, enquanto Thiago foi tomar banho.
Aproveitamos nosso café da manhã e o café matinal na varanda dos fundos. A conversa fluía entre vários assuntos, sem importância, com pausas pra curtir o calor do sol que aquecia nossos corpos nus. No fim, Thiago se retirou e pegou o livro dele pra ler um pouco, enquanto eu relaxava mexendo no celular.
Depois de um tempo, quebrei o silêncio.
— Não tá na hora da gente passar protetor solar? — perguntei.
— Provavelmente é uma boa ideia — ele respondeu.
Entrei e peguei o frasco. Entreguei pra Thiago e me deitei de bruços no chão.
—Pode cobrir minhas costas? — perguntei.
Ele topou. Ele passou um pouco nos meus ombros e começou a me massagear. Devagar, foi descendo as mãos até a parte de baixo das minhas costas. Depois, com as mãos fortes e firmes, massageou minhas costas. Admirou minha pele quente, lisa mas ao mesmo tempo flexível.— No meu rabo também, por favor.
Acho que sei onde isso vai dar, pensei comigo. Ele começou a passar o protetor solar nas minhas nádegas, acariciando e esfregando bem. E aí, bem devagar, desceu as mãos até minhas coxas. Segurou firme, aplicando pressão enquanto eu me mexia pra cima e pra baixo. Meus músculos cederam à força dele e a tensão sumiu do meu corpo. Brincou com as carícias pra cima e pra baixo, chegando cada vez mais perto da minha intimidade. Eu, instintivamente, comecei a mexer os quadris, me movendo pra dar ao meu clitóris, que tava crescendo, a pressão certa. Então, com o movimento mais sutil, deslizou um dedo pelos meus lábios da buceta.
Eu soltei um gemido e falei de novo.
— Ah, por favor, continua.
Em resposta, com movimentos suaves, roçou o dedo pra cima e pra baixo na minha fenda, deixando minha lubrificação aumentar. Me movi pra cima, pressionando contra a mão dele. Minha excitação se espalhava da minha buceta, provocando um arrepio de prazer pelo corpo todo. Um dedo brincava sem parar na minha entrada, e devagar, ele enfiou pra dentro.
— Porra. Preciso de você dentro de mim, agora.
Me levantei de repente.
— Deita — ordenei com um tom seco, mas carinhoso.
Ele obedeceu.
Agora concentrei minha atenção no pau dele. Ainda não tava totalmente duro, então comecei a brincar de leve com ele.
— Deus, adoro seu corpo — ele disse, me olhando de cima a baixo.
— É? Não acha que sou gorda demais? — perguntei com sinceridade na voz.
— Deus, não. Você tem peitos e bunda, mas fora isso, é uma gostosa. Adorei ver você quicando em cima de mim ontem à noite.
— É, tenho que quicar bem alto pra subir e descer em você — falei, enquanto deslizava um dedo pelo pau dele. —Pra ser sincero, ter uma piroca grande sempre me deixou meio desconfortável na hora do sexo —ele disse, num momento de sinceridade.
—Entendo —respondi—, mas você devia se orgulhar. É maravilhoso e único. E você também é muito gostoso. Forte, sofisticado, elegante... pode deixar qualquer mulher maluca. Eu te queria dentro de mim, mesmo se fosse metade do tamanho.
O pau dele continuou crescendo nas minhas mãos.
—Porra, você é boa nisso pra caralho —ele grunhiu, enquanto eu continuava acariciando.
—Parece que agora ele tá grande e duro —falei com tesão.
Montei nele, encostando meus lábios da buceta no pau dele. Depois beijei ele fundo e demorado, enquanto ele segurava minha bunda. Devagar, fui me mexendo de um lado pro outro, deixando meu corpo se abrir, minha lubrificação aumentar e minha excitação chegar no auge. Gemi de prazer.
—Hoje vou com mais calma; ontem você me deixou dolorida.
—Meu Deus, desculpa!
—Não, era o que eu queria, e vou querer de novo logo, só que um pouco mais devagar, só isso.
As mãos dele acariciaram minhas costas de cima a baixo, até chegarem nos meus peitos macios. Massageou um por um, até beliscar de leve cada mamilo. Minha buceta molhou o pau dele enquanto eu o provocava com movimentos suaves.
—Preciso estar dentro de você —ele disse.
—Você não gosta que eu te provoque assim? —perguntei com um sorriso safado.
—Agora não, só preciso estar dentro de você —ele falou, quase num grunhido.
Dei um tapinha no peito dele.
—Já volto, preciso pegar uma coisa.
Ele esperou, deitado na grama fresca, com o pau duro esperando atenção. Saí de casa, com uma mão segurando uma garrafa e na outra meu vibrador.
—Pra que essas coisas? —ele perguntou.
Sorri pra ele.
—Pra eu me aquecer. Fica aí.
Montei nele de novo, encostando meus lábios ainda molhados no pau dele. Comecei a balançar de um lado pro outro, explorando os vinte e três centímetros dele. Depois, peguei meu vibrador, liguei e comecei a roçar ele de leve no meu clitóris. O plástico frio contra minhas partes mais sensíveis me fez tremer, mas aos poucos, as vibrações suaves percorreram meu corpo e me deram um calor gostoso. Apertei ele com mais força contra mim, dando ao meu clitóris a atenção que ele pedia.
Thiago ficou intrigado, ouvindo o zumbido do aparelho e meus gemidos suaves, sentindo o pau dele implorando pra entrar em mim, meu corpo vibrando de prazer.—Toma, segura isso — apontei, girando o cabo do aparelho.
Ele, obediente, pegou e apertou contra mim. Com a mão livre, apoiei as duas nos ombros dele e comecei a rebolar de novo. Aí, senti minha buceta completamente relaxada e pronta pra ser preenchida.
Peguei o vibrador da mão dele e larguei no chão. Depois, peguei o vidro de lubrificante e joguei um pouco direto no pau dele. Comecei a massagear de cima pra baixo, preparando o corpo dele. Thiago não sabia bem o que era aquela substância, mas confiava. Era refrescante e o atrito era gostoso.
Segurei o pau dele duro na minha mão e deixei a ponta separar meus lábios. Thiago suspirou aliviado ao sentir minha buceta envolver a cabeça do pauzão dele. Devagar, deslizei por todo o comprimento dele, gemendo ao me soltar. Quando ele ficou totalmente dentro, parei ali.
—Vou ficar aqui um pouco, deixa eu me acostumar com você — falei, enquanto meu corpo se mexia em cima dele.
Minhas mãos começaram a acariciar suavemente o torso dele, de cima pra baixo, até que devagar rodearam o peito dele. Aí, ele mexeu o quadril, mas coloquei as mãos no peito dele em sinal de protesto.
—Não se mexe ainda, isso é sobre mim agora — falei —. Olha, deixa eu virar.
Desci de cima dele e virei meu corpo até ficar de quatro, tipo cowgirl reversa. Ele adorava ver minha bunda grande montada nele. Me joguei pra trás, apoiando os braços no corpo dele pra que o pau dele estimulasse meu ponto G. Devagar, comecei a rebolar em cima dele, gemendo a cada estocada.
—Porra! — gritou uma voz estranha do canto.
Um entregador desavisado tava procurando uma assinatura; Thiago tinha pedido umas caixas de vinho que precisavam de confirmação na hora da entrega. O motoboy tentou tocar a campainha várias vezes na porta. principal, mas logo ouviu barulhos no quintal. O que ele não sabia era que a dona da casa estava ali, numa posição complicada. Ao virar a esquina, me viu em todo o meu esplendor, montada no Thiago.
Thiago ficou paralisado de pânico, mas eu tive a presença de espírito de manter a calma.
— Com licença, posso ajudar? — perguntei.
Pelo menos tive a sensatez de parar de me mexer em cima dele.
— Preciso que alguém assine o recebimento do vinho, mas, porra, posso voltar mais tarde.
— Tudo bem. Você se importa de vir até aqui? Não quero descer dele.
Nervoso, ele largou a caixa e se aproximou arrastando os pés, evitando contato visual, mas tentando me olhar disfarçadamente. Quando chegou perto o suficiente, estendi a mão para pegar a prancheta. Assinei o formulário rapidinho e devolvi, mas o entregador parecia atordoado demais pra perceber.
— Qual é? Tá esperando pra entrar na brincadeira? — Thiago meteu o bedelho.
O encanto se quebrou e o entregador recuperou a prancheta.
Olhei pra ele com um sorriso safado.
— Thiago, o que você tá me propondo...?
— Quem sabe ele também pode tentar?
— É melhor ele tomar cuidado... Não tô tomando pílula...
O entregador levantou as mãos e gritou:
— Tá bom, já vou!
E saiu correndo.
Assim que perdemos ele de vista, caímos na gargalhada, histéricos.
— Você tava falando sério sobre não tomar pílula? — ele perguntou.
Devagar, comecei a me balançar de novo em cima dele. Fiz um pouco de timidez.
— Sim... não gosto do que ela me causa, e talvez eu e Bryan queiramos ter um filho.
— Isso não é meio arriscado? — ele perguntou.
— Ah, acho que não, tô a uma semana do período fértil. Se te incomodar, pode sempre tirar na hora.
— Não faço isso desde os dezenove anos.
— Continua funcionando do mesmo jeito — respondi.
Ele me segurou firme pelos quadris.
— Então talvez eu possa tentar, reviver a juventude.
— Vai ser difícil fazer isso com você por cima de mim, cê acha que consegue? Agüentar?" — perguntei.
— Sem problema! — respondeu.
Deitei sobre o pau dele, esfregando ele dentro de mim pra estimular meu ponto G, me apoiando de novo. Eu me mexia, me esfregava, me deixando levar pela sensação. O membro dele pulsava dentro de mim, me enchendo de sensações novas e pressão a cada movimento. Acelerei o ritmo, balançando no compasso do prazer do meu corpo.
— Pega o vibrador — falei entre gemidos.
Ele obedeceu. Com uma mão livre, direcionei a ponta do vibrador pro meu clitóris.
— Segura ele aí enquanto eu me mexo.
Ele fez o que pedi, pressionando contra mim. A estimulação foi intensa, avassaladora, incrivelmente sensível, mas eu queria aquilo, ansiava por isso: que cada nervo da minha buceta respondesse àquele instante. Senti como meu corpo, minha excitação, crescia, e então uma pressão profunda lá dentro se soltou. Mais fundo que um orgasmo, senti a umidade jorrar de mim, o sinal inequívoco de que eu tinha gozado.
Sorri, desmontei e caminhei até a casa pra pegar uma toalha. Ao virar a esquina, levemente escondida pelos arbustos, vi uma figura e reconheci na hora: era o entregador. Acho que resolveu ficar um tempinho pra ver o show, pensei. Também consegui ver que ele estava com a calça desabotoada e que, sem dúvida, estava se masturbando.
Virei pra ele, olhei nos olhos dele e tentei fazer uma pose sedutora.
— Gostou do que viu? — perguntei pro cara. Ele murmurou:
— Porra.
Ouvi o barulho de uma calça tentando fechar.
— Tá de boa. Vai lá, termina o que tava fazendo, a menos que precise de ajuda.
Ouvi uns gemidos baixinhos, que provavelmente significavam que ele tinha batido uma. Aí, o mais rápido que pôde, abotoou a calça e saiu correndo.
Voltei com uma toalha na mão.
Enquanto eu limpava ele, o Thiago perguntou:
— Cê tava falando com alguém lá?
Sorri.
— É, nosso entregador não tinha ido embora, só tava olhando de lá. Isso te incomoda? — perguntei com preocupação sincera.
— Não... na real, eu gosto de me sentir meio sujo assim.
Meu rosto iluminou.
— Sabia! Quanto mais tempo a gente passa junto, mais à vontade fico pra encarar uns tabus novos, e é bem empolgante.
Ele me lançou um olhar safado.
— O que cê esperava que o entregador fizesse?
Fiquei tímida.
— Sei lá... talvez ele pudesse voltar e ver o que o dia nos reserva. — Olhei pra ele—. E você, o que esperava?
— Se vocês duas começassem a fazer besteira... eu ia ficar olhando.
Acariciei suavemente o pau dele, que já tinha voltado a ficar duro com a atenção.
— Cê não acha que isso ia intimidar ele?
— Talvez, é isso que eu quero.
— Ah, cê é malvado — falei, dando um sorrisinho safado.
— Sei lá, é errado que toda essa sua conversa sobre compartilhar e cuckold tenha me dado uma curiosidade de experimentar um dia?
— Não, não é errado. Fantasia é só fantasia. E se todo mundo concordar, então vai fundo.
— Bom, acho que eu seria o bull, né?
Dei um sorriso cúmplice.
— Óbvio — respondi.
Deitei no chão de pernas abertas.
— Me fode com essa pica de bull que você tem — falei num tom sedutor, mas firme.
Ele se colocou por cima de mim na posição missionária. Gemi enquanto ele me penetrava, balançando devagar.
— Então... maior é melhor? — perguntou com uma Sorriso. —Não sei se vou conseguir responder isso quando você estiver dentro de mim. —Experimenta. —Quer dizer, sim, o tamanho ajuda. Mas o mais importante é como o homem usa, e você é foda. —Então você gosta que seja grande? —Adoro. O ritmo constante dele acelerou, perdido no próprio prazer. Dava pra sentir que ele estava chegando lá. Lembrei da nossa conversa anterior sobre gozar fora, mas naquele momento, outras ideias passavam pela cabeça dele. Essa era a esposa de outro homem, gemendo e rebolando, curtindo e desejando a piroca grande que sempre o envergonhou. Anos de piadas e comentários putos dos amigos sobre o tamanho dele; dificuldades nos relacionamentos e o desconforto que causou na esposa ao longo dos anos; uma parte dele que ele meio que escondia com vergonha. Ali, debaixo dele, essa mulher precisava dele, talvez até mais do que do marido dela. Não importava que fosse a própria nora, era uma mulher que precisava dele. Na luxúria bruta, ele queria se deixar levar pela fantasia.
— Cê gosta dessa piroca grande? — ele rosnou pra mim.— Adoro, você me preenche.
— Você precisa disso, né?
Olhei fixo nos olhos dele.
— Eu anseio por isso.
— Cê precisa de uma piroca de touro pra gozar, hein?
Adorei a expressão no rosto dele. Não era o mesmo de sempre, doce e tímido. Era apaixonado, safado, até... um homem forte e poderoso que sentia um prazer perverso em me foder. Sabia que ele tava se libertando, deixando pra trás décadas de sexo reprimido e descobrindo uma perversão profunda. No fundo, todo homem ama o próprio pau; toca, brinca com ele, na esperança de um dia encontrar uma parceira que ame tanto quanto ele. E ter um grande... bom, talvez eu tivesse exposto ele a pensamentos e fantasias que nunca tinha considerado antes, e agora ele podia amar ainda mais aquele membro glorioso. Eu tinha dado asas à fantasia dele.
— Sim, preciso da piroca de um homem de verdade pra gozar.
— Então pega!
Agora ele se movia violentamente pra dentro e pra fora de mim num ritmo constante, me socando por dentro a cada estocada. Me segurava firme pelos quadris pra potencializar as investidas e aumentar a força. Se eu tivesse consciente, teria percebido que aquele movimento repetitivo ia me deixar dolorida no dia seguinte. Mas na hora não tava nem aí, ou não podia ligar. Outro orgasmo tava se formando dentro de mim.
— Cê também precisa da piroca de um homem de verdade pra engravidar?
— Sim — gemei.
— Vou gozar dentro de você.
— Me dá! Quero tudo, quero seu leite no meu corpo jovem e fértil! Preciso da sua piroca grande pra me engravidar! — gritei.
Num último empurrão, ele enfiou o pau inteiro dentro de mim e gritou. Senti o esperma subindo pelo membro dele e entrando na minha buceta. Instintivamente, levei a mão ao clitóris e comecei a me esfregar.
— Isso, isso! Me enche! — gritei, enquanto chegava ao orgasmo, gemendo e me mexendo contra ele — Preciso de cada gota do seu leite.
Ele ficou firme ao meu lado, deixando as últimas forças se esvaírem, e então desabou ao meu lado.Ficamos ali deitados, deixando o sol acariciar nossos corpos depois do ato e o ar refrescar nossa pele.
Quando a euforia do momento passou, o Thiago revisou mentalmente tudo o que a gente tinha acabado de fazer.
—Espero que isso tudo não tenha sido demais pra você — ele disse.
—Demais como? — perguntei.
—Você... precisando da minha piroca grande e tal.
—Ah, sem problema, também foi divertido pra mim interpretar um pouco o papel.
—Então você não tava falando sério?
—Ah, não tudo. Não me entenda mal, você é incrível, sua piroca é incrível; só não é tudo quando se trata de sexo, né?
O Thiago pensou um pouco e percebeu que provavelmente era assim mesmo. O pau dele provavelmente não tinha sido um problema tão grande nos relacionamentos passados quanto ele achava, nem uma vantagem agora, mas só uma ideia divertida pra experimentar.
—Então — ele perguntou —, como foi sua primeira vez ao ar livre?
—Maravilhosa — falei —, mas você falou sério quando disse que seria divertido "me compartilhar"? — perguntei.
De novo, ele voltou à realidade e percebeu tudo o que tinha rolado no calor do momento.
—Podia ser divertido. Foi muito gostoso te ver se tocando na outra noite. Fico imaginando como seria com outro cara.
Eu ri.
—Bom, talvez eu fique com vontade de comida tailandesa de novo.
—Ah, Wendy, o que você tá fazendo com esse pobre coitado? — o Thiago perguntou.
—Como assim?
—Provocar ele desse jeito tá deixando ele todo pirado.
—Ah, não preciso "deixar" ele assim.
Ele riu.
—Que tal se, quando ele voltar, eu der uma ajuda? — perguntei.
—Talvez sim... — ele respondeu.
Como a gente tinha planejado mais tarde naquele dia, pedimos comida na esperança de ver de perto aquele entregador que tinha ficado com vontade de provar um pouco de mim naquele dia. Quando finalmente Tocaram a campainha. Espiei pela cortina.
—É o mesmo cara! —exclamei, toda feliz.
Abri a porta de uma vez, completamente pelada.
—Oi! —falei com entusiasmo.Ele ficou parado ali por um momento, com um sorriso idiota que achava elegante.
—Olha você de novo! Nossa, que corpaço você tem.
Sorri em resposta.
—Bom, valeu. Acho que já tá tudo certo com o cartão de crédito.
—Sim, você precisa assinar pra receber a gorjeta.
—Só me oferece a gorjeta? Esperava algo mais — falei com um sorriso provocador.
—O quê?
Ele ficou em choque. Será que aquele desconhecido tava me propondo algo?
Arqueei meus peitos na direção dele.
—Quer apalpar?
O sorriso idiota dele voltou. Um arrepio percorreu as costas dele quando as mãos dele acariciaram e massagearam meus peitos.
—E fiquem à vontade pra explorar.
Ao olhar por cima do meu ombro, o entregador viu o Thiago.
—Ele tá de boa com isso? — perguntou.
—Sim, tranquilo.
Enquanto ele me explorava com as mãos, desci as minhas até a fivela do cinto dele.
—Se importa...? — perguntei, e devagar desabotoei a calça dele.
Ela caiu no chão. Enfiei a mão na cueca dele, puxei o pau dele e comecei a acariciar. Por fim, minha mão desceu até meus lábios da buceta e, depois de algumas apalpadas, o polegar dele encontrou meu clitóris.
—Pode lamber, se quiser.
A expressão dele se transformou num olhar intenso e ele caiu de joelhos. Com as mãos, separou minhas pernas e a boca dele foi direto na minha buceta. Lambeu, meio sem jeito no começo, mas mesmo assim foi um oral bem decente, pensei. Me esfreguei na língua dele, aumentando meus gemidos pra incentivar aquele cara.
Então, ele fez algo que eu não esperava. Se levantou, me agarrou pela cintura, me virou e me empurrou pra baixo, sem me dar outra opção a não ser apoiar as mãos na parede. E, caso não fosse óbvio o que ele tinha em mente, senti a ponta do pau dele duro contra minha buceta.— Quer que eu meta?
Fiquei chocada. Que cara de pau! Não tinha pedido por isso. Thiago, que estava de olho, se levantou e chegou mais perto. Percebi que ele e o entregador trocaram olhares. Aí eu também olhei pra ele, pedindo permissão.
— O que você acha, Thiago?
Ele sorriu pra mim e concordou com a cabeça.
— Você tá limpo, né? — perguntei.
— Sim. Quer que eu coloque camisinha?
— Se você tiver uma, claro.
— Como?
Decidi seguir em frente com a situação. Mas não me sentia confortável com a ideia de ter o gozo de um completo estranho dentro de mim. Ofereci algo que tinha certeza de que ele aceitaria:
— Tudo bem. Só não goza dentro de mim, pode terminar onde quiser.
Ele meteu. Por sorte, não era muito grande, então entrou fácil. Começou a se mover com movimentos rápidos e desajeitados. Sabia que nunca ia curtir daquele jeito, então falei.
— Dá pra ir um pouco mais devagar?
— Desculpa, assim?
— Perfeito.
Ele diminuiu um pouco o ritmo, mas logo voltou ao normal. Com aqueles movimentos desajeitados e rápidos, era bem óbvio que aquilo não ia ser um sexo gostoso. Na cabeça dele, provavelmente o melhor era acabar logo com aquilo. A cada estocada sem jeito, eu soltava um gemido de filme pornô e frases feitas tipo: "Ah, sim, gostoso, assim mesmo"; "Ah, me dá"; "Ah, sim, me fode". Daí a pouco, os gemidos dele ficaram mais altos.
Ele parou os movimentos. —Onde você quer que eu goze?
—Em qualquer lugar. Na minha boca?
—Sim, claro — respondeu ele.
Eu me ajoelhei rápido e recebi. Nunca tinha provado meu próprio fluido num pau antes; achava aquilo muito sujo. Logo ele me segurou pela cabeça e começou a me penetrar fundo. Quando chegou ao orgasmo, prendeu minha cabeça e gozou na minha garganta. Não tive escolha a não ser engolir o esperma dele pela primeira vez.
Nenhum dos dois tinha percebido, mas Thiago se aproximou de nós com o pau duro na mão. Quando o entregador se afastou do meu rosto, Thiago o afastou de leve e apontou o pau pra mim. Ele se acariciou com uma mão e colocou a outra na minha testa. Adivinhando o que Thiago queria, estendi as duas mãos pra acariciá-lo e fechei os olhos, esperando a gozada na cara. O esperma dele explodiu no meu rosto, deixando longos rastros nas minhas bochechas e boca. Continuei acariciando ele pra garantir que fosse profanada o máximo possível.
Enquanto eu e Thiago nos abraçávamos naquele instante, o entregador escapuliu.Limpei o sêmen dos meus olhos.
— Gosta de marcar território, hein?
Ele riu.
— Mais ou menos isso.
— Como é me ver com outro cara?
— Na verdade, foi meio excitante. Mas... ele era especialmente ruim na cama, né?
— Sim, comecei a fingir pra ele terminar mais rápido. Universitários, sabe como é.
— Bom — ele disse —, acho que devemos começar o jantar, depois do aperitivo que ele te serviu.
Me encolhi um pouco com a piada dele, mas sorri educadamente.
Depois do jantar e de uma noite tranquila, nós dois fomos pro quarto de hóspedes. Enquanto estávamos lá, meu celular vibrou: era o Bryan de novo. Escapei pro quarto principal antes de atender.
— Oi, amor... o que cê tá fazendo? — ele perguntou com a voz meio arrastada.
— Nada demais, só pensando em me preparar pra dormir.
— Cê tá pelada? — respondeu, tentando fazer uma voz sedutora, mas saindo meio ridícula por causa da bebedeira.
— Cê tá bêbado?
— Só quero me divertir um pouco.
Sabia o que aquilo significava. Ele sempre voltava assim de algum clube de strip. Por algum motivo, era muito mais obsceno no telefone do que pessoalmente, sem contar que tava com o pau duro e bêbado.
— Por quê? Seu pau tá bem duro? — falei num sussurro sedutor.
— ...talvez... — ele respondeu, com um leve soluço.
— E cê quer acariciar ele pra mim?
Ouvi um gemido baixo pelo telefone.
— Sua buceta fica molhada só de pensar?
Liguei meu vibrador e segurei ele perto do telefone por um instante pra Bryan saber o que tava rolando. Ele grunhiu em resposta.
— Ah, meu Deus, tô tão molhada e pronta pra você — gemi de volta.
— Porra, quero estar dentro de você — ele disse.
Deslizei a ponta do vibrador sobre meus lábios da buceta, parando perto da entrada.
— Ah, esse vibrador não faz jus a você.
Thiago percebeu que eu Tinha ido e foi investigar. Ao ouvir os gemidos que ecoavam no corredor, se aproximou do quarto principal, mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa. Me viu num estado parecido com o da noite anterior, com um vibrador dentro e me masturbando ao mesmo tempo. Dessa vez, porém, tava com os fones sem fio e sussurrei: "Bryan".
— Como é que o meu se compara com o dele?
— O quê?
— Qual é... sei que você não consegue resistir a ver aquela coisa balançando. Qual é a sensação?
— Bryan... eu não...
— Vai, entra na brincadeira.
Não sabia o que fazer. O que o Bryan queria? Será que tava buscando uma fantasia de traição com o próprio pai? Ou será que tava mais afim de uma parada de dominação e submissão? Pensei que o mais seguro era assumir a segunda opção.
— Bom, é uma sensação fantástica, tão grande e grosso — falei pro Bryan.
Thiago fez um gesto com as mãos, como se perguntando se devia ir embora. Balancei a cabeça e sussurrei:
— Fica.
Sinceramente, Bryan não sabia o que tava rolando com ele. No começo, a ideia de um homem trair a esposa parecia nojenta pra ele. Mas quanto mais pensava, mais ficava intrigado. Ela era tão fogosa nos momentos íntimos, até onde os desejos dela iam? Até que ponto ela se deixava levar? Como seria o encontro sexual perfeito dela? E... será que ele podia participar?
— Como é que você consegue enfiar esse monstro dentro de você?
— Fico molhadinha só de olhar pra ele, e aí ele simplesmente... — prolonguei as próximas palavras —... bem devagar... vai colocando... centímetro por centímetro.
— E ele te faz gozar?
— Assim que me acostumo com aquele touro dentro de mim, ele se mexe um pouquinho... e eu vou às nuvens.
— Como ele te come?
— Igual um garanhão. Me dobra e me come por trás. Depois, quando me faz gozar, eu monto nele até ele me encher de leite.
— Isso, aposto que você engole todo o leite dele.
— Ah, amor, preciso de uma rola dentro de mim. Ele tá aqui... posso, por favor?
— Sobe em cima dele, quero foder sua boca enquanto você monta.
Rapidamente Eu mandei o Thiago deitar, e fiquei acariciando o pau dele várias vezes até ele ficar todo duro. Aí montei por cima, olhando na cara dele. Peguei no pau dele e esfreguei a ponta no meu clitóris.
—Tô pronta pra meter. Ah, que bom que ele tá aqui antes de você ir, preciso de uma boa foda.
—Vai devagar, quero deixar ele louco.
Fiz o que ele mandou. Ficava gemendo sem parar enquanto descia.
—Ah, porra, é enorme —falei sem fôlego.
—Enfia tudo —disse o Bryan.
Me excitava a safadeza e a força do Bryan. Era como se dois caras controlassem meu corpo, e eu controlasse o deles ao mesmo tempo. Era uma mulher que deixava a putaria tomar conta, e permitia que os dois fizessem o que quisessem com meu corpo. Eu balançava devagar, me entregando a cada centímetro do pau pulsante dele. Quando minha buceta apertou o pau dele, ele respondeu na mesma hora, inchando e flexionando a cabeça, enquanto as mãos dele massageavam minhas costas com força.
Comecei a acelerar o ritmo.
—Ai, meu Deus, que delícia! —gemi.
—Se toca também —ele respondeu.
Me esfreguei o clitóris com força. Queria gozar gostoso em cima dele, pra porra do Thiago explodir dentro de mim, e meu marido, do outro lado do país, também gozar. Dava pra ouvir o coro de gemidos do Thiago lá embaixo, do Bryan sussurrando no meu ouvido e os meus também.
—Quer gozar? —perguntou o Bryan.
—Sim! —gritei.
—Então fode... —mas o Bryan não terminou a frase, gozou, espirrando leite por todo o corpo nu dele estirado na cama do hotel.
Isso desencadeou uma reação em cadeia em mim, soltando toda a tensão e meu corpo, tendo um orgasmo como se meus nervos explodissem.
O Thiago respondeu do mesmo jeito, gozando fundo dentro de mim, gritando:
—Porra!
Tanto o pai quanto a esposa ficamos meio perdidos no momento; nenhum dos dois pensou em se Bryan podia ter ouvido isso do outro lado da linha.
Quando desci, senti o corpo do Thiago ainda tremendo.
—Isso, dá tudo o seu leite, Thiago.
Esse comentário pareceu real demais pro Bryan, e no estado de bebedeira e orgasmo dele, ele jurou que ouviu o gemido de outro homem do outro lado da linha. Mas ele afastou esse pensamento da mente.
—Meu Deus, que tesão —disse o Bryan.
—Fico feliz que você gostou, eu com certeza amei —respondi.
—Quer saber o que imaginei quando gozei? —ele disse.
—O quê? —respondi, meio tímida.
—Vou só gozar na sua carinha linda —ele disse.
—kkkk —respondi—. Sabe que isso é proibido. Mas, quem sabe um dia eu engula seu leite, se você se comportar.
—Amor —ele disse—, se eu deixo você foder com o pauzão do meu pai, não tem chance de eu parar de te chupar.
Eu ri.
—Touché —respondi.
Olhei pra ele. O pauzão do Thiago tava duro, enquanto ele continuava dormindo tranquilão. Enquanto pensava no impacto de tudo que rolou, sem perceber estendi a mão e comecei a acariciar o pau dele. Aos poucos, o Thiago foi acordando.
—Bom dia —ele disse, ainda sonolento.
—Bom dia pra você também —respondi.
—Senti falta de acordar com alguém.
Tive que admitir que era uma fofura. Apesar dos tabus sexuais dos últimos dias, ele ainda era um cara solitário que queria o abraço de outra pessoa. Devagar, deslizei minha mão pelo corpo dele e comecei a percorrer o contorno do peito, acariciando a pele com os dedos.
—Fico feliz que a gente teve esse tempo... mas... —falei, fazendo uma pausa antes de dar a notícia triste—. O Bryan volta hoje à noite.
—Acha que a gente devia vestir alguma coisa quando ele chegar? —perguntou o Thiago.
—Não, o Bryan sabe que a gente é assim. Não quero que ele desconfie.
A palavra "desconfiar" deixou tudo claro. Já não era mais uma aventura inocente; agora precisava de enganação.
—É, é, o Elefante na sala" —disse Thiago.
—Então é assim que você chama seu pau? —respondi entre risadinhas.
Thiago soltou uma gargalhada.
—Não vou sentir falta só do sexo, mas também do seu humor safado.
—Foi divertido, e você é um amante incrível, mas talvez já seja hora de você sair e encontrar alguém —respondi.
Ele me olhou com amor e carinho sinceros.
—Você é incrível por si só, me mostrou coisas que eu não achava possíveis. Não consigo imaginar outra mulher que possa competir com você.
A exclusividade do desejo dele era encantadora, mas uma parte de mim queria que ele pudesse continuar explorando a sexualidade recém-descoberta.
—Talvez mais tarde a gente possa fazer algo, mas uma pausa pequena não faria mal.
Agora ele me envolveu com o braço, aspirando meu cheiro, deixando a gente se fundir num só ser pela última vez. Era tão suave, sensual, de corpo voluptuoso mas ao mesmo tempo atlético e em forma. Será que essa era realmente a última vez que a gente ficaria junto assim?
Então Thiago lembrou dos acontecimentos da noite anterior, e o diabo despertou dentro dele.
—Você acha que... Bryan realmente quer te dividir? —perguntou com um tom direto mas diabólico.
Refleti. Eu também tinha me perguntado a mesma coisa. Bryan não estava brincando nem zoando, mas sim buscando uma experiência intensa e profunda de troca de casais. E ele não hesitou nem um segundo; a fantasia dele foi se detalhando cada vez mais conforme a noite avançava.
—Sinceramente, não sei, foi um momento impactante, né? Mas a realidade é diferente da fantasia. Por quê? Você acha que conseguiria agir assim? —respondi.
Um sorriso leve apareceu no rosto de Thiago.
—Tenho um pouco de vergonha de admitir o quanto eu curti.
—Sei como é —falei, também com uma risadinha.
Ali a gente ficava, os dois fantasiando com a mesma coisa, sem se falar. Instintivamente, desci a mão e agarrei a ereção firme dele.
—Ei, isso foi divertido, mas acho que nós dois a gente sabe.
—Pode ser que nunca mais aconteça —concluiu Thiago.
Eu assenti.
—Pelo menos posso continuar te vendo assim e me lembrar de você —disse Thiago.
—Eu também —respondi.
E fosse por culpa ou pela tristeza de perder um amante assim, meus olhos se encheram d'água.
—Que tal um boquete pra viagem? —perguntei.
Thiago sorriu e me beijou com paixão. Enquanto a língua dele explorava minha boca, eu acariciava o pau dele.
Deslizei pelo corpo dele e beijei suavemente a ponta do pau dele. Passei a língua no membro poderoso dele de cima a baixo, me deliciando com cada centímetro até o último. A facilidade com que eu conseguia manipular aquele pau descomunal até me surpreendeu. Comecei a fazer um boquete carinhoso e amoroso, deixando ele gozar na minha boca. Engoli o leite dele e o beijei, talvez pela última vez.
Era começo de noite quando Bryan voltava do aeroporto de carro. Não tinha certeza se o pai dele e eu estaríamos pelados na chegada dele, ainda curtindo juntos um estilo de vida nudista.Thiago e eu estávamos no sofá, nus, quando Bryan chegou. Ao ouvir a porta abrindo, pulei pra cumprimentá-lo.
Abracei ele.
— Que bom ter você em casa.
— Como é bom estar em casa. Sabe, esse negócio de nudismo ainda é novo pra mim, mas que jeito de ser recebido!
Bryan se admirou do meu corpo pela primeira vez em muito tempo. Claro, eu já não era tão magra nem tão firme como antes, mas meus peitos continuavam magníficos. Ele se deliciou com minha cintura fina, meus quadris largos e minha pele macia e jovem. E que rabo estupendo. Os olhos dele percorreram meu corpo até minha buceta. Em algum momento dos últimos dias, eu tinha depilado tudo por completo. Aquilo era meio perturbador e excitante pra ele. No passado, ele tinha mencionado que gostava de como uma buceta totalmente depilada ficava, mas eu nunca tinha aceitado a sugestão dele. Agora, o pai dele tinha tido tempo de sobra pra me ver como nunca antes. Que outras coisas novas ela estaria experimentando?
Então Bryan viu o pai dele, pelado, sentado no sofá. Quando os olhares se cruzaram, ele se levantou e se aproximou. Bryan não conseguiu evitar olhar pra baixo. Devia ter uns vinte centímetros mole, e eu já tinha visto ele duro. Quão grande podia ficar? E como...? Bryan afastou esse pensamento.Estendendo a mão pra cumprimentar, Thiago perguntou:
—Viagem tranquila? —como se nada tivesse acontecido.
—Sim, sem problemas. Tá se sentindo à vontade por aqui também, hein? —perguntou Bryan.
Me abraçando de lado, Thiago respondeu:
—Sim, a Wendy me fez sentir super à vontade.
Me esforcei pra não mostrar nenhum sinal de culpa, enquanto meu rosto ficava vermelho.
—Você devia se juntar a nós assim —falei—. É muito menos estranho do que você imagina.
—Acho que por enquanto vou ficar aqui —respondeu Bryan.
—Claro, aposto que vocês dois querem um tempo sozinhos, então vou deixar vocês em paz.
Thiago e o pinto grotescamente grande dele se retiraram.
—Então vocês dois vão ficar pelados o dia inteiro?
Eu hesitei um pouco, então ele completou:
—Não tô julgando, só tô curioso.
Tive que mudar minha mentalidade. Essa nudez não era sexual, pensei, tentando me convencer.
—Sim, diria que sim. Na real, às vezes eu esqueço que não tô vestida —respondi o mais natural possível.
—E eu percebi que você também se depilou —disse Bryan, apontando pra minha buceta.
Olhei pra baixo rapidamente.
—Ah, sim, só testando algo novo.
—Sabe, sempre curti esse visual —falou Bryan—, fico meio com inveja do meu pai ter visto antes de mim.
—Desculpa! Não quero te deixar com ciúmes! —respondi.
Bryan sorriu.
—Ah, sem problemas; ciúme é divertido.
Eu sentia um nó no estômago. Como é que o Bryan ia levar essa conversa?
—E você disse que às vezes ele fica duro? Quando isso acontece? —perguntou.
Desviei o olhar.
—Bom, às vezes. Não tô na cabeça dele, então não sei ao certo; talvez a mente dele... divaga um pouco.
Ele deu um passo em minha direção e ergueu a mão para roçar suavemente meu quadril nu.
— Você também se distrai às vezes? — perguntou.
Eu não queria trair nada, mas não havia mais volta. Bryan queria que a coisa ficasse sexual, então me inclinei em direção a ele.
— Sinceramente, depois de ontem à noite, minha mente tem divagado — respondi, tentando projetar um certo grau de sensualidade.
Na mente de Bryan, a represa se rompeu. Não havia mais volta, ele ia ser completamente sincero. Colocou as duas mãos nas minhas nádegas.
— Ah, é? Fico feliz que você tenha curtido o role-play. Tava preocupado que você se sentisse desconfortável — disse.
Ela tocou o peito dele, deslizando as mãos para cima e para baixo, acariciando-o.
— Ah, de jeito nenhum, foi divertido fantasiar com você! Foi excitante imaginar a gente fazendo algo tão ousado.
Ele se aproximou mais e sussurrou no ouvido dela:
— É algo que você gostaria de tentar um dia?
Da minha posição, fiquei feliz que ele não pudesse ver meu rosto agora. Eu estava perspicaz, surpreso, culpado e excitado.
— Você quer dizer... com seu pai?
— Ele está aqui, não está? — ela respondeu.
Eu fiz uma pausa, pensando cuidadosamente nos próximos passos. Apoiando a cabeça no ombro dele, disse:
— Poderia ser divertido abrir nosso casamento, né?
— Você não pensaria mal de mim? — ele perguntou.
Dei um passo para trás, mantendo as mãos nos ombros dele. Queria que ele visse a honestidade naquele momento.
— Por que eu pensaria?
Bryan desviou o olhar.
— Não é óbvio que me excita ver você sendo comida por um pau muito maior? Que eu não sou homem o suficiente pra fazer isso sozinho?
Com preocupação sincera, perguntei:
— Você se importa com o tamanho?
Ele baixou o olhar.
— Sim, não, não sei. Sempre tive essa fantasia, mas tinha vergonha.
Puxei ele para perto e o abracei com ternura.
— Você não precisa ter vergonha. Cada um tem suas esquisitices. Você é um amante incrível e atencioso, e impressionante por si só. Talvez seja só sobre... Um papel que você teve que interpretar por uma noite.
Ficamos num abraço quente por um minuto, deixando a cena se desenrolar nas nossas mentes.
— Quando esses sentimentos começaram? — perguntei.
— Ah, acho que sempre foi uma fantasia: dividir minha mulher com outro. Vê-la... beijar e acariciar outro — ele engasgou com a palavra —... pinto. Que ela sinta um prazer intenso com outro.
Era a luz verde que eu tanto queria. A validação da minha aventura de uma semana, a resolução da minha culpa. Podia voltar pro Thiago. Bryan tinha se mostrado tão vulnerável naquele momento, e senti que precisava me mostrar vulnerável também. Revelar alguma verdade da semana passada.
Em silêncio, levei ele até o sofá.CONTINUA...
A aventura tá só começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem pra mais :D
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