Vizinho negro convida pra festa

Quase chegamos ao final dessa história.
espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo




OBRIGADO PELOS SEUS PONTOS


E PELOS COMENTÁRIOS DELA










Aquele domingo mudou nossa vida e nossa relação. Flor nunca mais foi a mesma, e eu também não. Na terça-feira, Samuel nos surpreendeu. A atitude dele era bem diferente, a típica atitude do macho dominante que, sem nenhum pudor, se apossou da minha mulher bem na minha frente. Era óbvio que Jamal tinha contado tudo. Eu estava destinado a perder de novo, coisa que dessa vez eu queria evitar, mas como a própria Flor tinha dito muito bem, eu nasci pra ser um perdedor, e olha se eu perdi. Sozinho, me deixei vencer por aquele preto feio que, com muita força, segurou minha boca e depois se tornou dono da minha mulher. Ele não se escondeu, muito pelo contrário, pegou ela na minha frente, enquanto eu só conseguia me masturbar, admitindo o quão patético eu era diante das aberrações que os dois me diziam. Quando Samuel terminou de comer ela, me obrigou a limpar o gozo dele da minha mulher. Parece que queria ver eu engolir tudo, e depois pensei que era a vez de limpar o pau do Samuel, mas ele não deixou. Me disse que, se eu quisesse o pau dele, tinha que pedir. E, com a insistência da Flor e da minha nova paixão por chupar pau, eu pedi. Pedi com tanta vontade quanto o macho Samuel queria, e só assim ele deixou eu chupar o pau dele. Embora desse pra perceber demais meu desejo de ser comido igual minha esposa tinha sido por um macho daqueles, pra isso eu tinha que implorar e me arrastar na frente dele. Era humilhante demais, mas meu tesão não se importou em fazer isso. Eu implorei, implorei de todo jeito até que, depois de muito tempo, consegui. Consegui que aquele preto nojento se tornasse dono do meu cu, e olha se não fez. De novo, senti como me destruíam, e não consegui evitar chorar de novo. E, sem me importar com o que acontecesse, implorei pra ele ir mais devagar. Reconheci que doía pra caralho, e isso só fez o preto se encarnar mais em me dar pelo cu. Cada súplica minha era um orgasmo pro preto, e nem preciso dizer pra minha mulher, que o incentivava a ser ainda mais duro comigo. Quando finalmente terminou, ele se apossou de Flor de novo. Pensei que flor, no final das contas, tinha deixado o negão seco, mas eu me enganei, o garanhão tinha muito mais pra dar e deu pra mim. Saí da casa dele mancando, acho que no trem todo mundo percebeu. Desde aquele momento eu já tinha dois problemas, e foi disso que a gente conversou com a flor quando chegou em casa.


Bueno flor, tá na hora de acabar com isso, olha como a gente tá.


Flor ainda não, meu amor, ainda falta o melhor, você não pode deixar de provar a pica do Joan, se você acha que já te arrebentaram, tá enganada.


Mas não, amor, não acho que vou aguentar, com minha bunda já não seguro quando preciso cagar, o tolete sai sozinho e não tem como evitar.


Flor, comigo acontece a mesma coisa, corno. Mas me diz que não é lindo quando aquele tolete sai duro e você sente aquele prazer de ele estar te arrombando o cu?


Bom, é, você tem razão, mas essa vai ser a última vez. No domingo a gente se encontra com meu pai, era isso que você queria, não é verdade?


Flor claro que sim, meu amor, embora eu queira mais encontrar o Jamal. Além disso, a gente precisa de grana, minha vida. O Samuel não pagou nada e isso é meio culpa sua, não pode ser tão piranha dada, amor. Você viu como você implorava pro Samuel arrebentar sua buceta? Nem eu faço isso, céu, então se controla um pouco.


Não sei o que tá rolando comigo, bebê, juro que não sei, mas tava pensando que talvez meu velho dê uma força pra gente.


Flor, isso a gente vê, mas amanhã vamos na casa do Joan e domingo na do Jamal, teu velho pode esperar.


No dia seguinte, fomos na casa do Joan. Parece que todo mundo já sabia que eu tinha sido submetido, que no fim das contas eu tinha virado um puta dum entregue e não podia fazer nada. Joan passou a tarde toda comendo a Flor. Ver minha mulher se contorcendo com o pau dele me deu um pouco de medo, sabia que ele ia me destruir de verdade e, mesmo assim, eu desejava aquilo, não tava nem aí pro que ia sofrer. Mas não rolou. Joan fez questão de me deixar na vontade, por mais que eu implorasse. A coitada da Flor mal conseguia andar, mas segundo ela valeu a pena porque Joan pagou uma grana boa pra ela. A gente tomou banho e a pobrezinha da minha esposa só conseguiu deitar, me deixando responsável por lavar a roupa, limpar o banheiro e preparar o jantar, que levei pra ela na cama. Depois de lavar a louça, me deitei, mas Flor não deixou eu ficar do lado dela. Segundo ela, eu tava de castigo e uma empregada como eu tem que dormir que nem uma puta, deitada no chão. Sábado chegou e fomos na casa do Jamal. As humilhações não demoraram nem um minuto. Jamal me mandou colocar um avental e, assim, pelado só com o avental, tive que limpar a casa inteira enquanto via eles trepando. Flor tava no reino do prazer, aproveitando o pau do macho dela enquanto os dois me davam ordens de um jeito humilhante. Até que finalmente foram descansar. Aí eu tive meu consolo: limpar com a boca os restos de porra que minha esposa tinha, pra depois servir tudo pra eles.


Jamal, amanhã tenho uma reunião.


Flor, seus amigos vão vir?


Jamal e mais alguns também, por isso preciso que você venha, mas sem a puta.


Flor, amor, eu sozinha não vou dar conta de todo mundo. Deixa a putinha me ajudar, céu.


Claro, só não me faz perder esse evento, te imploro.


Jamal, vocês pediram isso, depois não venham me encher o saco, vadia.


Juro que não vou te cobrar nada, amor.


Jamal vai ser divertido então ver como zuam o corno, agora vão pra casa de vocês, espero vocês dois amanhã e que essa puta cuide bem do churrasco, outra coisa, se quiser ajuda, por que não traz também aquela puta que você tem de amiga?


Flor, sério, você quer mesmo comer a Laura? E pra mim, o que você vai dar então?


Jamal, tem para as duas, piranha minha.


Foi assim que voltamos pra casa, a Flor foi buscar a Laura, a gorda peituda tava mais que ansiosa pra participar da festinha e, como era um feriado longo, a festa ia render pra caralho.


Laura é uma gostosa, mas e se eu levar a Normita?


Cê tá de brincadeira? Não vai ser demais pra mina da sua filha?


A Laura, a normie, curte mais a pica do que eu. Já transamos umas duas vezes juntas.


Flor, se for assim, então traz ela, mas eu não me responsabilizo.


Laura, para de ser trouxa. Ela já é maior de idade, mas desde novinha que é bem putinha, só espero que não tenha só bebida.


Flor, claro que não, a gente vai se divertir, já vai ver.

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