sumisa por el sobrino de mi marido.

Era 2016 e meu marido recebeu uma ligação da irmã dele. Ela tinha se casado em 94 com um alemão, mas era super viciada em drogas e ele a abandonou, e ela nunca se recuperou, só piorou. O que ele não sabia é que ela estava grávida de quatro meses quando ele foi embora. Naquela época só tinha celular pra se comunicar, então ele nunca mais teve notícias. Depois, tiraram a criança dela por causa das drogas, e ela viveu num abrigo de menores. Eu soube dessa história quando comecei a namorar o Martín; depois nos casamos e sempre quisemos adotar o menino, mas o sistema é uma burocracia do inferno e coloca mil obstáculos. Em 2017, o Martín recebeu uma ligação no celular. Ele me contou que era um primo dele que tinha encontrado o Javier (o sobrinho) na rua, que estava com ele em casa, mas não podia ficar mais lá. Então o Martín me perguntou se a gente podia trazê-lo. Eu disse que não, porque temos uma filha pequena e fiquei com medo, mas ele insistiu e brigou muito comigo. Jogou na minha cara que ele trabalha e que o dinheiro é praticamente dele, então no final trouxe o menino pra morar com a gente. Quando ele chegou, era um garoto loiro de olhos azuis com um olhar super frio. O Martín tem 1,79m e esse garoto devia ter uns 1,90m e era de um porte mais forte, impunha muito respeito. Ele vinha feliz até me ver. Ele me cumprimentou de longe, meio sem vontade, mas quando viu minha filha, sorriu e tratou ela super bem. Imediatamente eles se deram bem, e isso me tranquilizou. Naquele dia, almoçamos e o Martín foi trabalhar e minha filhinha foi pra escola. Eu estava ajudando a fazer a cama dele, quando senti que ele pulou em mim por trás. Eu não sabia o que fazer, falei "Javier, não" e gritei, mas a gente mora num terreno afastado da cidade. Eu sabia o que ele queria e estava com medo, então ele desabotoou minha calça, puxou minha calcinha e me penetrou. Ele deu quatro estocadas, ainda lembro, e tirou o pau e colocou na minha bochecha e gozou em cima de mim. Meu cabelo estava no rosto por causa dos movimentos e da vergonha, e ele disse: "Vadia preta, não mexe nas minhas coisas". Aí eu entendi. que tinha me discriminado, porque sou um pouco morena, mas só um pouco, Martín e minha filha são brancos, por isso foi tão indiferente comigo, eu não sabia o que fazer, se subia as calças ou o quê, porque tinha toda minha bunda com sêmen, mas ele me pediu pra sair quase gritando e sem olhar pra ele subi as calças porque não queria que ele visse minha bunda, então fui pra banheira, tranquei com trinco e comecei a assimilar o que tinha acontecido, naquele dia ia contar pro Martín o que aconteceu, mas fiquei com vergonha, porque por alguma razão sentia uma pressão agora, tipo uma tensão que me incomodava e tinha medo que ele não acreditasse ou fizesse algo comigo, passaram uns dias e eu tinha decidido contar pro Martín, quando de manhã Martín foi com minha filha que ia deixar na escola antes do trabalho, ouço alguém entrar no quarto e sabia que era ele, mas não queria que ele fizesse nada comigo,

então virei e disse: não, Javier, vou chamar a polícia, chega! Já contei pro Martín. E ele se aproximou e me disse: se contou, por que ainda tô morando aqui? Será que você quer que eu coma sua mulher? E eu disse: sou esposa dele; e ele disse que eu era uma negra e uma puta e que ia me provar isso, subiu na cama e me jogou na cama e tentou me beijar, mas não deixei, e aí conseguiu me virar e eu me resignei, e ele desceu até minhas nádegas e começou a amassar e a cheirar como se estivesse curtindo, beijava e lambia. eu já resignada lembro o que ele disse quando enfiou um dedo na minha vagina e era verdade, "tá molhada"; viu que você gosta e é uma puta, começou a me masturbar e a dar beijos, eu tentava pensar em outra coisa, mas estava me excitando, a sensação era horrível, não queria dar esse prazer a ele, mas ele fez e enfiou seu pênis fundo e chegou a umas camadas que há muito tempo ninguém alcançava e me senti muito excitada, tentava disfarçar, mas às vezes pelo peso dele e a excitação escapavam uns gemidos e dava muita vergonha, ele me pregava na cama e dizia: "sabe o que os espanhóis faziam com as mulatas brasileiras quando eram comidas" eu não disse nada e aí ele saca o pinto e coloca na entrada do meu cu e me diz isso: e gozou na minha bunda e me fala, não existiam camisinhas na época, então onde não eram dignas de ficar com eles, metiam no cu.
Daí ele foi embora e eu fiquei na cama em choque, tinha que ficar com ele praticamente o dia todo, todos os dias, eu não tinha coragem de contar pro meu marido porque era verdade que ele se aproveitou de mim, mas também é certo que quando a gente tava naquilo... eu gostava, aconteceu a mesma coisa sempre que ele queria, eu só resignada deixava ele me fazer dele, uma vez quase nos pegam porque fomos acampar os 4, e dormimos na mesma parte os 3 e nossa filhinha em outra seção da barraca, nós estávamos deitados dormindo mas no meio da noite ele começou a me tocar e a baixar minha calça e bem, ele entrou direto no cu, eu já estava acostumada, ele tava com a gente há mais de um ano e muitas vezes ele metia por ali e ali ele gozava dentro de mim, e aí meu marido acorda mais carinhoso que o normal e procurou minha boca, eu estava de frente pra ele e eu desviei e falei baixinho "tem mais gente, não seja sem noção", ele insistiu e me beijou e começou a procurar minha buceta e achou e começou a me masturbar e atrás tinha o sobrinho dele que estava congelado mas metido atrás, foi uma sensação de merda muito gostosa, aí meu marido sobe minha camisola e começou a lamber meus peitos enquanto tocava meu clitóris e eu comecei a gozar mas tinha que manter a compostura, só tremia e o sobrinho dele começou a gozar dentro e tudo isso no escuro... fiquei molhada pra caralho, destruída. Era já fim de 2017 e o sobrinho dele ia sair de casa no fim do ano, praticamente todos os dias ele me comia de um jeito ou de outro, eu já não resistia, também não mostrava entusiasmo, mas também era porque sabia que ia ter ele dentro todos os dias, mas já tava acabando, ele ia embora e ia acabar, e tinha uma confusão dentro de mim, não sabia o que queria, mas da última vez que ele fez isso, eu quis experimentar algo, então fui até o quarto dele, só de calcinha. ele me olhou, eu subi por cima e nos beijamos, e comecei a cavalgar nele... desci e chupei, dei pela primeira vez em mais de um ano um boquete, e ele gozou na minha boca e eu nunca parei de chupar, queria vê-lo sofrer dominado por mim, ele tentava sair porque doía de tanto que eu mamava, mas não deixei e quando terminei de sugar tudo, subi de cavalinho e comecei a rebolando, aí ele se recupera e me vira, me põe de quatro e diz "não vou deixar você ter o controle, você é uma puta e uma vadia", e tirou da minha buceta e meteu no meu cu. e sim, já me sentia uma puta, só queria que ele me desse como quisesse e eu submissa, ele acabou me fazendo uma puta, gozamos juntos... depois fizemos de novo no outro dia e ele foi embora... depois a faculdade acabou e ele casou... hoje tem um menino, sim, casou com uma garota branca e loira, eu, sempre serei sua mulata, sua puta, nunca mais tive uma aventura como essa e hoje já com quarenta anos sinto falta dessa relação intensa que tive.

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