A relação com a Diana tá indo muito bem, tô ganhando a confiança dela cada vez mais, a ponto de ela me convidar no final de abril de 2021 pra um casamento na cidade dela. Mas ela me disse que ia me apresentar como namorado oficial, pra evitar que a família dela enchesse o saco por ela estar tão à vontade com alguém que era só amigo. Eu aceitei; afinal, era mais um passo pra convencer ela a realizar o trio com a Maggy. Quando ela me apresentou pra família, uma das tias dela, prima da mãe dela, chamada Ângela, chamou minha atenção. Ela tinha me dito que a tia tinha casado muito nova e sido mãe aos 16 anos, então agora devia ter uns 40. Era muito gostosa, pintava o cabelo com mechas loiras (típico de coroa nessa idade), olhos escuros, uns peitos que pareciam firmes e uma bunda linda demais, cuja forma desenhava perfeitamente no vestido branco que ela tava usando.
Fiquei impressionado quando vi ela, tava muito gostosa e ainda mais sabendo que tinha casado com alguém 15 anos mais velho que ela. Depois da apresentação na casa da Diana, prepararam um almoço que a gente teve antes do casamento da prima dela. Enquanto o dia foi passando, durante a comida, comecei a conversar com vários parentes, e claro que aproveitei a chance pra conhecer um pouco mais a Angela. Me surpreendi de novo com a confiança da senhora, porque rapidinho, enquanto os outros estavam ocupados com os últimos detalhes do casamento, ela tava super relaxada e até meio afastada da bagunça. Enquanto a gente conversava na sala, Angela, com toda sinceridade e sem nenhuma vergonha de falar de certos assuntos, me disse que se sentia sozinha e que não se sentia parte daquela família há um tempo. Falou que, mesmo tendo 3 filhos, o marido dela tinha parado de dar atenção a ela nos últimos 3 anos. Nesse tempo que ele não a satisfez, isso fez ela se sentir insegura com o corpo e desconfiar do marido. Ela acha que ele pode ter uma amante, porque pra ela a sexualidade no casal é muito importante e, sem isso, ela pensa que é rejeitada pelo corpo ou por alguém mais nova que ela. Eu quase comecei a ficar nervoso quando a Diana apareceu na sala, toda arrumadinha e linda demais. Ela veio me buscar porque a gente ia pra casa da prima dela (a noiva), já que iam terminar de se organizar, já que ela era uma das damas de honra. Depois disso, na mesma noite, a gente tava com muita vontade de transar, então fui com a Diana pro campo no meu carro, até um terreno vazio onde não passava ninguém. Enquanto comia ela, não conseguia tirar a tia dela da cabeça, imaginando ela pelada no banco do meu carro, me pedindo pra não parar e pra fazer ela gozar de um jeito que o corno do marido dela nunca tinha conseguido. Foi realmente excitante. Deixei a buceta da Diana cheia de porra e também gozei na boca dela. Durante a festa, conforme a noite ia passando, a Ângela ficava se insinuando pra mim, com olhares provocativos e um par de vezes que me pediu pra dançar com ela, coisa que a Diana mandou eu fazer pra não desfeitar a tia dela (elas se davam super bem). Durante a dança, ela roçava na minha virilha e chegava bem perto do meu pescoço, falou que tava com muito tesão e que queria uma boa "sacudida" pra passar o calor. Eu, pra evitar problema com a Diana e a família dela, falei pra ela aproveitar a oportunidade e o álcool que ela e o marido tinham bebido pra se reconciliar — só pra me livrar dela por causa da situação em que a gente tava. Se fosse outra ocasião, eu não teria perdido a chance, mas naquela noite quem tirou minha vontade de transar foi a Diana. Aproveitamos que a família dela ainda ficou na festa, e quando chegamos na casa dela, curtimos o tempo da melhor forma. Meti uma boa pirocada na buceta dela, e ela deu uns sentões deliciosos.
A gente tava tão na pista por causa das cervejas e do mezcal que a gente tinha tomado, que ela deixou eu abrir a bunda dela pela primeira vez. Foi incrível entrar na buceta quente dela pela primeira vez. Depois de umas 15 minutos de quatro, deixei o cu dela cheio de porra. Foi uma das melhores gozadas que tive com a Diana, o tesão de estrear o rabo dela e ainda estar excitado por causa da puta da tia dela.
No dia seguinte que nos despedimos da família da Diana pra voltar pra minha casa e a Diana pro apê dela, a Ângela chegou perto de mim e pediu desculpa pela situação do casamento do sobrinho dela. Ela me pediu pra não falar nada, não queria que virasse fofoca na família. Eu falei que de boa, que foi só um mal-entendido, coisa do momento, e pronto. Ela agradeceu e ainda pediu meu número de telefone pra ficar em contato por "qualquer emergência com a sobrinha". No caminho, fui conversando com a Diana sobre a festa e qual foi minha impressão da família dela. Além disso, ela disse que curtiu pra caralho a experiência anal e queria repetir na minha casa, com mais calma e espaço, pra poder gritar e gemer à vontade. Percebi que a Diana era uma putinha em potencial e que eu ia me divertir pra cacete com ela e a tia dela 😈🔥. Na semana seguinte, a Ângela me mandou mensagem no WhatsApp: "Oi, sobrinho, lembrei de você. Como cê tá??" Fiquei surpreso, porque nunca pensei que ela fosse me procurar depois do que rolou, mas me animei pra responder quando vi a foto de perfil dela.
Conversamos por uns 2 dias seguidos sobre vários assuntos, até que ela me convidou pra tomar um café e bater um papo, já que ia vir pra cidade resolver uns documentos. Ela é professora e queria aproveitar a viagem pra gente se ver, me conhecer melhor e saber com quem a sobrinha dela tava se envolvendo, segundo ela, pra cuidar da menina. Diana não sabia de nada até aquele momento. Por coincidência, eu tava de folga no trabalho naquele dia e não tinha compromisso com ninguém, já que a Diana tinha trabalho da faculdade e a Maggy tava ocupada com a filha dela. Aceitei pra não ficar em casa. Ela me chamou pra um restaurante às 2 da tarde, pra gente conversar e se conhecer melhor, segundo ela.
Apareci lá na hora combinada, entramos no restaurante e começamos a conversar. Ela perguntou quais eram minhas ideias/intenções com a sobrinha dela. Quando vi que ela tava insistindo muito em perguntar sobre planos futuros com a Diana, fui honesto com ela e falei que não tinha nada sério com a Diana, que ela mesma me pediu pra fingir de namorado pra agradar a família, mas na verdade éramos amigos com benefícios, que a gente se divertia junto e que por enquanto era o melhor, já que nenhum dos dois queria algo sério. Ela fingiu que ficou "surpresa", mas sabia muito bem por que a sobrinha queria me ter como amigo com benefícios. Ela disse que não apoiava as decisões da sobrinha, mas que não ia falar nada em troca porque eu não contei nada do que aconteceu naquele dia no casamento da sobrinha dela. Continuamos conversando e foi aí que ela se abriu de novo, falando que tava há muito tempo sem se sentir mulher e que adoraria uma boa rola pra aliviar a vontade. Quando ela falou isso, eu reagi com o olhar e ela logo percebeu que eu tava de olho nas pernas dela. Além disso, ela também notou que por baixo da minha calça tinha um pau durasso, querendo sair, e disse que a sobrinha dela tinha muita sorte de ter um amigo com uma rola tão grande quanto a que ela tava vendo. De repente, ela colocou a mão esquerda no meu volume e, ao sentir a dureza, disse que tinha vindo pra confirmar que eu também tava afim dela. Aí completou falando pra aproveitarmos a oportunidade e que, por favor, eu tirasse a vontade acumulada que ela tava de uma boa foda e de chupar rola. Segundos depois, pediu a conta pra gente ir embora. Saímos do restaurante pra ir pra um motel. Já no estacionamento, como ela tava com a caminhonete dela e eu com meu carro, ela pediu pra irmos no meu carro e que ela deixaria a caminhonete num shopping que fica no caminho do motel. Quando chegamos no shopping, ela entrou no meu carro e fomos pro motel. Chegando lá, ela logo abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão depois de acariciar meu pau, ela tirou ele pra fora, foi aí que começou um boquete delicioso, dava pra ver a experiência e o tempo sem provar um pau bom, depois de um tempo tirei a calça e sentei no sofá, e ela continuou logo com o boquete, uns 10 minutos depois, ela levantou, tirou a blusa e o sutiã, e me mostrou os peitos dela.
Eram perfeitas, tinham os mamilos marrons e bem durinhos. Passei minhas mãos neles, acariciei e belisquei aqueles bicos grandes e duros. Depois, deslizei minhas mãos até a minissaia dela, que tirei sem nenhum esforço, puxei a calcinha fio dental e ela ficou completamente pelada pra mim. Também me despi, e ela pôde admirar minha rola em todo o seu esplendor. Começou a me dar beijos no abdômen, agarrou minha pica e, aos poucos, foi enfiando na boca dela. Que gostoso sentir a língua dela brincando com meu pau, e os dentes mordiscando minha cabeça, me dando um puta prazer. Quando tirou da boca, eu já tava quase gozando. Depois, ela parou e pediu pra eu chupar a buceta dela. Comecei a brincar com os lábios e o clitóris dela, e senti o gosto salgado dos sucos que a xereca dela soltava.
Depois de dar um boquete gostoso, coloquei ela de quatro no sofá, encostei meu pau na entrada da buceta dela e fiquei brincando, enfiando só a cabecinha, fazendo com que ela quisesse cada vez mais ter ele todo dentro. Quando enfiei tudo de uma vez, ela pediu pra eu não parar e meter com toda a força. Ela se jogava pra trás, gemendo forte, e eu continuava metendo o pau bem gostoso. Trocamos de posição e ela pediu pra montar em mim. Ficamos uns 15 minutos assim até que eu jorrei todo o meu leite dentro dela, bem no momento em que ela gozou. Continuei penetrando ela por mais um tempo até não aguentar mais. Ela ficou mais que satisfeita, cheia de porra e bem comida, então voltou feliz pra casa. Como ela tinha que voltar pra casa, a gente não continuou transando, mas combinamos de nos ver de novo quando ela voltar pra cidade, já que ela vem mais ou menos a cada 10 dias por causa das coisas das aulas. Foi uma experiência maravilhosa, ela vivia me mandando fotos safadas, pelada e se masturbando.





Continua...
Fiquei impressionado quando vi ela, tava muito gostosa e ainda mais sabendo que tinha casado com alguém 15 anos mais velho que ela. Depois da apresentação na casa da Diana, prepararam um almoço que a gente teve antes do casamento da prima dela. Enquanto o dia foi passando, durante a comida, comecei a conversar com vários parentes, e claro que aproveitei a chance pra conhecer um pouco mais a Angela. Me surpreendi de novo com a confiança da senhora, porque rapidinho, enquanto os outros estavam ocupados com os últimos detalhes do casamento, ela tava super relaxada e até meio afastada da bagunça. Enquanto a gente conversava na sala, Angela, com toda sinceridade e sem nenhuma vergonha de falar de certos assuntos, me disse que se sentia sozinha e que não se sentia parte daquela família há um tempo. Falou que, mesmo tendo 3 filhos, o marido dela tinha parado de dar atenção a ela nos últimos 3 anos. Nesse tempo que ele não a satisfez, isso fez ela se sentir insegura com o corpo e desconfiar do marido. Ela acha que ele pode ter uma amante, porque pra ela a sexualidade no casal é muito importante e, sem isso, ela pensa que é rejeitada pelo corpo ou por alguém mais nova que ela. Eu quase comecei a ficar nervoso quando a Diana apareceu na sala, toda arrumadinha e linda demais. Ela veio me buscar porque a gente ia pra casa da prima dela (a noiva), já que iam terminar de se organizar, já que ela era uma das damas de honra. Depois disso, na mesma noite, a gente tava com muita vontade de transar, então fui com a Diana pro campo no meu carro, até um terreno vazio onde não passava ninguém. Enquanto comia ela, não conseguia tirar a tia dela da cabeça, imaginando ela pelada no banco do meu carro, me pedindo pra não parar e pra fazer ela gozar de um jeito que o corno do marido dela nunca tinha conseguido. Foi realmente excitante. Deixei a buceta da Diana cheia de porra e também gozei na boca dela. Durante a festa, conforme a noite ia passando, a Ângela ficava se insinuando pra mim, com olhares provocativos e um par de vezes que me pediu pra dançar com ela, coisa que a Diana mandou eu fazer pra não desfeitar a tia dela (elas se davam super bem). Durante a dança, ela roçava na minha virilha e chegava bem perto do meu pescoço, falou que tava com muito tesão e que queria uma boa "sacudida" pra passar o calor. Eu, pra evitar problema com a Diana e a família dela, falei pra ela aproveitar a oportunidade e o álcool que ela e o marido tinham bebido pra se reconciliar — só pra me livrar dela por causa da situação em que a gente tava. Se fosse outra ocasião, eu não teria perdido a chance, mas naquela noite quem tirou minha vontade de transar foi a Diana. Aproveitamos que a família dela ainda ficou na festa, e quando chegamos na casa dela, curtimos o tempo da melhor forma. Meti uma boa pirocada na buceta dela, e ela deu uns sentões deliciosos.
A gente tava tão na pista por causa das cervejas e do mezcal que a gente tinha tomado, que ela deixou eu abrir a bunda dela pela primeira vez. Foi incrível entrar na buceta quente dela pela primeira vez. Depois de umas 15 minutos de quatro, deixei o cu dela cheio de porra. Foi uma das melhores gozadas que tive com a Diana, o tesão de estrear o rabo dela e ainda estar excitado por causa da puta da tia dela.
No dia seguinte que nos despedimos da família da Diana pra voltar pra minha casa e a Diana pro apê dela, a Ângela chegou perto de mim e pediu desculpa pela situação do casamento do sobrinho dela. Ela me pediu pra não falar nada, não queria que virasse fofoca na família. Eu falei que de boa, que foi só um mal-entendido, coisa do momento, e pronto. Ela agradeceu e ainda pediu meu número de telefone pra ficar em contato por "qualquer emergência com a sobrinha". No caminho, fui conversando com a Diana sobre a festa e qual foi minha impressão da família dela. Além disso, ela disse que curtiu pra caralho a experiência anal e queria repetir na minha casa, com mais calma e espaço, pra poder gritar e gemer à vontade. Percebi que a Diana era uma putinha em potencial e que eu ia me divertir pra cacete com ela e a tia dela 😈🔥. Na semana seguinte, a Ângela me mandou mensagem no WhatsApp: "Oi, sobrinho, lembrei de você. Como cê tá??" Fiquei surpreso, porque nunca pensei que ela fosse me procurar depois do que rolou, mas me animei pra responder quando vi a foto de perfil dela.
Conversamos por uns 2 dias seguidos sobre vários assuntos, até que ela me convidou pra tomar um café e bater um papo, já que ia vir pra cidade resolver uns documentos. Ela é professora e queria aproveitar a viagem pra gente se ver, me conhecer melhor e saber com quem a sobrinha dela tava se envolvendo, segundo ela, pra cuidar da menina. Diana não sabia de nada até aquele momento. Por coincidência, eu tava de folga no trabalho naquele dia e não tinha compromisso com ninguém, já que a Diana tinha trabalho da faculdade e a Maggy tava ocupada com a filha dela. Aceitei pra não ficar em casa. Ela me chamou pra um restaurante às 2 da tarde, pra gente conversar e se conhecer melhor, segundo ela.
Apareci lá na hora combinada, entramos no restaurante e começamos a conversar. Ela perguntou quais eram minhas ideias/intenções com a sobrinha dela. Quando vi que ela tava insistindo muito em perguntar sobre planos futuros com a Diana, fui honesto com ela e falei que não tinha nada sério com a Diana, que ela mesma me pediu pra fingir de namorado pra agradar a família, mas na verdade éramos amigos com benefícios, que a gente se divertia junto e que por enquanto era o melhor, já que nenhum dos dois queria algo sério. Ela fingiu que ficou "surpresa", mas sabia muito bem por que a sobrinha queria me ter como amigo com benefícios. Ela disse que não apoiava as decisões da sobrinha, mas que não ia falar nada em troca porque eu não contei nada do que aconteceu naquele dia no casamento da sobrinha dela. Continuamos conversando e foi aí que ela se abriu de novo, falando que tava há muito tempo sem se sentir mulher e que adoraria uma boa rola pra aliviar a vontade. Quando ela falou isso, eu reagi com o olhar e ela logo percebeu que eu tava de olho nas pernas dela. Além disso, ela também notou que por baixo da minha calça tinha um pau durasso, querendo sair, e disse que a sobrinha dela tinha muita sorte de ter um amigo com uma rola tão grande quanto a que ela tava vendo. De repente, ela colocou a mão esquerda no meu volume e, ao sentir a dureza, disse que tinha vindo pra confirmar que eu também tava afim dela. Aí completou falando pra aproveitarmos a oportunidade e que, por favor, eu tirasse a vontade acumulada que ela tava de uma boa foda e de chupar rola. Segundos depois, pediu a conta pra gente ir embora. Saímos do restaurante pra ir pra um motel. Já no estacionamento, como ela tava com a caminhonete dela e eu com meu carro, ela pediu pra irmos no meu carro e que ela deixaria a caminhonete num shopping que fica no caminho do motel. Quando chegamos no shopping, ela entrou no meu carro e fomos pro motel. Chegando lá, ela logo abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão depois de acariciar meu pau, ela tirou ele pra fora, foi aí que começou um boquete delicioso, dava pra ver a experiência e o tempo sem provar um pau bom, depois de um tempo tirei a calça e sentei no sofá, e ela continuou logo com o boquete, uns 10 minutos depois, ela levantou, tirou a blusa e o sutiã, e me mostrou os peitos dela.
Eram perfeitas, tinham os mamilos marrons e bem durinhos. Passei minhas mãos neles, acariciei e belisquei aqueles bicos grandes e duros. Depois, deslizei minhas mãos até a minissaia dela, que tirei sem nenhum esforço, puxei a calcinha fio dental e ela ficou completamente pelada pra mim. Também me despi, e ela pôde admirar minha rola em todo o seu esplendor. Começou a me dar beijos no abdômen, agarrou minha pica e, aos poucos, foi enfiando na boca dela. Que gostoso sentir a língua dela brincando com meu pau, e os dentes mordiscando minha cabeça, me dando um puta prazer. Quando tirou da boca, eu já tava quase gozando. Depois, ela parou e pediu pra eu chupar a buceta dela. Comecei a brincar com os lábios e o clitóris dela, e senti o gosto salgado dos sucos que a xereca dela soltava.
Depois de dar um boquete gostoso, coloquei ela de quatro no sofá, encostei meu pau na entrada da buceta dela e fiquei brincando, enfiando só a cabecinha, fazendo com que ela quisesse cada vez mais ter ele todo dentro. Quando enfiei tudo de uma vez, ela pediu pra eu não parar e meter com toda a força. Ela se jogava pra trás, gemendo forte, e eu continuava metendo o pau bem gostoso. Trocamos de posição e ela pediu pra montar em mim. Ficamos uns 15 minutos assim até que eu jorrei todo o meu leite dentro dela, bem no momento em que ela gozou. Continuei penetrando ela por mais um tempo até não aguentar mais. Ela ficou mais que satisfeita, cheia de porra e bem comida, então voltou feliz pra casa. Como ela tinha que voltar pra casa, a gente não continuou transando, mas combinamos de nos ver de novo quando ela voltar pra cidade, já que ela vem mais ou menos a cada 10 dias por causa das coisas das aulas. Foi uma experiência maravilhosa, ela vivia me mandando fotos safadas, pelada e se masturbando.





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5 comentários - A Tia Gostosa da Diana