Emprestei meu marido pra minha mãe

Me chamo Sônia, sou uma mulher casada muito feliz, tenho 25 anos e meu marido Mário, 29. Somos um casal de mente aberta, não colocamos limites na hora dos nossos encontros íntimos, com brinquedos, lingerie, etc. Já fantasiamos várias vezes em fazer um ménage, tanto para satisfazê-lo com outra garota quanto para mim com um membro novo, coisa que não tinha acontecido até este momento que vou contar.
Aqui no Chile, a gente costuma comemorar o Dia das Mães no dia 10 de maio, e foi nessa data que tudo rolou. Acordei cedo porque a gente ia fazer um almoço pra minha mãe, que tava vindo de outra cidade, a cidade dele. Então aproveitei a manhã pra ir no supermercado comprar carne pra fazer um churrasco. Comprei a carne, carvão, e pra beber, cerveja e pisco.
Ele ficou em casa pra arrumar nosso quintal entre o churrasco e a pérgola que a gente tem, onde também colocamos música, tinha que deixar tudo livre. Quando cheguei em casa, ele, todo atencioso, veio abrir a porta do táxi pra mim, sempre faz isso mesmo quando a gente vai junto e nunca perdeu chance de olhar minhas pernas. Naquele dia eu tava com uma saia curtinha e, ao descer, ela levantou um pouco mais que o normal. Vi os olhos dele arregalados, coitado, só por isso fingi que não vi nada. Até senti o olhar do motorista por trás, grudado na minha bunda. Deixei ele ver um pouco mais, me levantei devagar, empinando a cintura.
Quando cheguei em casa, ela já estava terminando de arrumar as mesas e cadeiras, colocando os enfeites alusivos à festa. Lá pelas 3 da tarde, começaram a chegar as convidadas, que claro, eram a mãe dela, as irmãs dela e as minhas, junto com minha mãezinha. Todas estavam bem arrumadas, mas não pude deixar de notar que meu marido observava minha mãe com muita atenção. Não dei muita importância, porque ele sempre foi de olho vivo. Ele serviu pisco sour pra todas, pra celebrar, já que disse que era meu dia e de todas as mães. Ainda falou que eu não devia fazer nada, que nossos filhos ajudavam junto com os primos a servir a gente toda. Então eu pensei: "pois bem, pra mim e pra todas nós, é só aproveitar.
Chegou a hora da comida, ele estava mais atento à minha mãe, que nessa ocasião vestiu um decote bem ousado pra idade dela. Ela tem 54 anos, não aparenta muito, mas o que realmente chamava atenção eram os peitos dela, que o Sérgio, meu marido, não parava de olhar. Bom, a noite foi seguindo assim até que minhas cunhadas levaram a mãe delas embora, já que moram perto, mas a minha mãe não, ela ia ficar na nossa casa. Já de noite, nossos filhos também foram dormir. A ideia era nos acomodar: eu e minha mãe no quarto de casal, e o Mário ficaria no quarto de hóspedes.
Eu queria aproveitar o tempo com a minha mãe, já que fazia 2 anos que não a via. Então, no meu quarto, começamos uma conversa com temas entre lembranças e nostalgia. Ela saiu do banheiro que temos no nosso quarto, vestindo uma camisola de dormir bem gostosa, porque era semi transparente, enquanto eu, que estava completamente pelada, arrumava os travesseiros e os lençóis para me deitar. Ela comentou que na costa é muito quente e por isso usava aquela roupa que era bem leve, e me diz:
-…”Coloca a sua!”pijama),…respondi pra ela-…"não uso, mãe, sempre durmo pelada, é costume"… "mas se não te incomoda, eu visto meu shortE foi assim que eu fiz, no final fiquei de peitos de fora na frente dela.
Pra refrescar a noite, minha mãe me pediu se eu podia chamar o Mario pra trazer uns piscosour, que ela achou uma delícia. Já tinha tomado umas 5 doses pelo que consegui contar, então já tava com álcool no corpo, mas não dei importância.
Pedi pro Mário uma rodada dos coquetéis que ele tava fazendo, trazendo uns copos com aquele licor que eu amo e pra minha mãe também um copo delicioso de piscosour, bem caprichado. Quando ele entrou, Mário passou os copos pra gente e eu percebi que ele ficou olhando fixo pra minha mãe. Ela, ao notar, se cobriu, porque não lembrava que tava usando aquele pijama bem, mas bem leve. E o cara, que não é de ficar de olho, ainda mais por causa das bebidas que já tinha no sangue, com aquela visão da minha mãe semi nua na cama dela, eu notei que o pau dele ficou duro — dava pra ver por cima da calça. Só pra constar, ele é bem dotado. Percebi a ereção dele e, todo envergonhado, ele saiu do quarto. Minha mãe, meio sem graça, virou pra mim e disse:
-…Que vergonha, ele viu esse corpo de velha, ai não que ruim".
Respondi na hora pra ela -…Pois pra ele não pareceu desagradar o que viu da mamãe, pelo contrário, cê não viu como ele ficou besta te olhando e depois a reação dele ao te dar o copo? Não me diga que você não percebeu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela me diz: -…Então não era minha imaginação, dava pra ver mesmo um negócio entre as pernas dela, né?
—…Claro, mamãe, você não é tão velha assim a ponto de não agradar um homem como o meu Mário. Melhor ainda, a gente termina essas aqui, eu peço mais umas e vemos o que a gente inventa pra ele te ver por acaso e você perceber que ainda desperta paixões.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Minha intenção era que ela se sentisse gostosa, mesmo que não acreditasse, e que qualquer homem que quisesse podia conquistar ela, já que tava há muitos anos viúva. Apesar de eu e minhas irmãs incentivarmos ela a seguir com a vida, ela era muito teimosa e não se dava a chance de conhecer alguém novo. Eu sabia que na época de casada ela era bem fogosa, porque sempre ouvia ela gritar de prazer, gemer deliciosamente, mesmo que naquela época, quando eu era adolescente, não desse importância.
—..."Mas filha, como é que você acha que é seu marido?
-…”E isso que mamãe, se isso ajuda na sua autoestima, eu faço com gosto. Você topa?,,,,,
-…” tá bom, vê o que você inventa……”
Então, mãos à obra. Esperamos uns minutos e mandei um WhatsApp pedindo mais uns copos. Mamãe foi pro banheiro e, quando o Mario chegou com as bebidas, ela saiu. O Mario, ao se virar, deu de cara com aquela imagem: a querida sogra semi-nua, só coberta pelo pijama transparente que deixava ver, por entre o tecido, os mamilos escuros e a buceta quase transparente por entre a renda do pano.
Ele ficou parado, olhando fixamente pra ela, ainda mais quando ela passou por ele de costas, os olhos dele grudaram na bunda redonda dela quase nua, sem saber o que dizer. Aproveitei o momento, me coloquei atrás dela e, sem dar tempo pra reagir, desci minha mão até tocar o pau dele por cima da calça, dizendo pra ele
—..."E isso por quê, será que uma mulher madura como minha mãe te excita?
ela diz:—…“Que os homens não gostam de buceta grande assim”
Mário só conseguiu balançar a cabeça, concordando.
Eu desço o zíper e tiro o pau dele, falando pra mamãe.—..."Olha o que um corpo maduro causa num homem, imagina se te visse completamente peladaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela respondeu; -…NÃOOOO, como é que você acha? Eu ia ficar com muita vergonha.…ela, corada,
Mário todo paralisado, escaneando cada centímetro do corpo da minha mãe, parando o olhar nos peitos dela.
Enquanto eu continuava massageando a rola dura por cima da calça, falei pra mim mesma: é agora ou nunca. Já tava doida pra cheirar, provar e ver a buceta da mamãe desde que encontrei o Mario cheirando a calcinha dela na última vez que fomos na casa dele.
Sem hesitar, puxei o zíper da calça dele (ele não tava de cueca) e o pau já saltou pra fora, inteirão, no ar. Minha mãe agora era quem tinha ficado hipnotizada com o tamanho que tava na frente dos olhos dela, até passou a língua molhando os lábios, numa cena lasciva e quente. Aproveitei o momento e me meti entre os dois, soltei o laço que amarrava a camisola da mamãe, puxei pra baixo e ela só arregalava os olhos, feito pires. Aquela cena me deixava louca de tesão, sentia minha buceta molhada, ver meu marido de pau duro enquanto eu tirava a camisola da mamãe. Quando virei pra olhar ele, tava babando pelo pau enquanto minha mãe se cobria com as mãos, aí o Mário reagiu.
A pegada das mãos dela desce e ele disse -…Que corpo gostoso, deixa eu admirar você
Minha mãe, com o rostinho vermelho de vergonha, desceu as mãos até tocar no pau duro e começou a esfregar. Ele aproveitou pra passar a mão nos peitos dela, que claro, não são firmes, mas também não estavam tão caídos. Ela se sentiu mais segura e se deixou tocar. Mario já tinha as duas tetas nas mãos, acariciando elas. Eu tava hipnotizada com aquele momento: minha mãe pelada da cintura pra cima, meu marido com o pau duro pra fora, e eu de short com os bicos endurecidos. Tirei o short, fiquei completamente nua. Mais calma, entreguei o copo pra ela, que deu um gole. E ali foi o começo. Mario fala pra ela…
—…Sogra… deixa eu provar esse licor aí".
-…”claro, genro, tem”Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—..."Não do copo dos seus lábios, pega um pouco e deixa eu provar seus lábios com esse gosto.
-…” filha, não vai te incomodar”.
—"se você quiser fazer, eu te agrado, gostosa, vamos nessa, faz isso.
Ela dá um gole no piscosour, eu vejo ela se aproximar do meu marido e, com uma mistura de ciúmes, excitação e desejo, vejo quando ele a pega pelo pescoço e beija ela na boca. Senti minha buceta pulsando, molhada, muito molhada. De repente, sinto que me puxam para perto deles. Não podia acreditar: minha mãe me convidava para a gente se beijar os três. Era minha fantasia, mas com qualquer outra mulher. Ver a mamãe com meu marido e ela me puxar foi uma loucura. Me animei e, pela primeira vez, beijei uma mulher. Foi sublime. Os lábios dela junto com os do meu marido me beijando — eu estava em choque.
Estávamos no meu quarto, minha mãe, meu marido e eu, nos beijando e nos acariciando. Mario e minha mãe enroscavam as línguas de uma boca na outra, enquanto eu observava e o tesão subia dentro de mim, sentindo que queimava.
Minha mãe começa a acariciar meus peitos, tocava de leve meus mamilos, e me diz:
-…Que lindos assim eu tinha na sua idade: médios, macios, firmes, com o mamilo pequeno e a auréola moreninha.
Respondi; -…”Mamãe, como é que você sabe que eles estão macios e firmes se você não tocou neles nem quando eu parei de amamentar meus filhos?
-…Se veem filha, e acho que não vai me deixar na mão sem deixar eu tocar neles.
Dizendo isso, ela estica as mãos e toca meus dois peitos. O movimento nos meus mamilos fez eu sentir uma descarga elétrica que percorreu todo o meu ser, fazendo eu fechar os olhos e aproveitar aquele momento que é mais que proibido pela sociedade hipócrita. Eu só me deixei levar.
Nunca imaginei que minha mãe fosse fazer o que um dia imaginei que outra mulher poderia fazer comigo: beijar meus seios. Ela os beijava com ternura e muito desejo, eu sentia ela tremer. E Mario, sem perder tempo, se colocou atrás dela, se ajoelhou e realizou seu sonho: sentir o cheiro e provar pela primeira vez a buceta da sogra. Minha mãe, assim como eu, estava de olhos fechados. Por instinto, eu desci minhas mãos e toquei timidamente os peitos da mamãe, que soltou um suspiro de prazer. Não pensei duas vezes: tirei a boca dela dos meus peitos, dos meus mamilos, e agora retribuí com lambidas e beijos no mamilo dela. Eu adoro mordiscar com cuidado, e foi assim que fiz com ela, que só se contorcia de prazer. Quando Mario se levantou de trás da mamãe, me agarrou e me deu um beijo com os fluidos vaginais da minha mãe. Mmmmmmm, que delícia, ele me disse.-…É verdade que é melhor assim do que cheirar a calcinha dela… Mamãe abre os olhos e pergunta como é que é, nem tempo demos pra ela reclamar de mais nada, eu me abaixei pra provar por mim mesma aquela delícia e meu marido beijou ela com mais frenesi do que no começo, derrubamos todas as barreiras dela, se é que ainda tinha alguma, o que veio depois foi ainda mais quente.

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