Na pracinha da cidade, a festa anual de São Pedro tava bombando. O ar cheirava a fumaça de fogueira, linguiça assada e cerveja derramada. As luzinhas penduradas piscavam fraco na pista improvisada do salão comunitário, um galpão véio com parede de tijolo à mostra e chão de cimento empoeirado. A banda local tocava cumbia e reggaeton num ritmo contagiante, daqueles que fazem você mexer os pés sem nem pensar. O povo ria, brindava e dançava em casais desiguais, mas pra Ana e Sofia, a noite tinha começado meio solitária.
Ana, de saia jeans desfiada nas bordas e uma blusa preta com estampas de corrente e rosa dourada, tinha chegado sozinha depois de uma semana cansativa na loja da família. Ela era morena, com cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que iluminava o rosto redondo. Já Sofia, tava usando um vestido rosa acetinado que colava nas curvas dela como uma segunda pele, com alcinhas finas que deixavam os ombros bronzeados e as costas à mostra. A juba longa e ondulada dela caía como uma cascata de chocolate, e os olhos escuros brilhavam com uma safadeza que ninguém na cidade parecia notar naquela noite. As duas tinham lá seus vinte e poucos anos, amigas de infância que se viam de vez em quando, mas naquela noite, os caras da cidade pareciam ocupados com suas próprias conquistas ou bêbados demais pra chamar elas pra dançar.
Que porra, ninguém tá ligando pra gente?", disse Ana rindo, enquanto tomava um gole da cerveja quente. Sofia deu de ombros, rebolando no ritmo da música que explodia nas caixas de som. "Então a gente dança sozinha, ué? Essa música é viciante, não vou ficar sentada feito besta".
Elas se deram as mãos e entraram na pista. No começo, foi brincadeira: giravam, pulavam, imitavam passos ridículos de cumbia que aprenderam quando crianças. A música era contagiante, um reggaeton lento com grave profundo que vibrava no peito, fazendo o corpo se mexer sozinho. Ana levantou os braços, e Sofia a seguiu, os corpos se roçando sem querer no vai e vem. O calor da multidão, o suor na pele, o atrito dos tecidos... tudo começou a ficar diferente.
Ana sentiu um arrepio na nuca quando o braço de Sofia roçou sua cintura. "Tá dançando como se quisesse matar alguém", brincou Sofia, com a respiração quente perto do ouvido de Ana. Mas não era brincadeira de verdade. O ritmo acelerou, e elas se aproximaram mais, quadris se chocando, peitos se esfregando através do tecido fino. Ana percebeu como o cetim rosa de Sofia grudava na pele molhada, marcando cada curva, e um calor inesperado subiu pela barriga dela. Sofia, por sua vez, sentiu o pulso acelerado de Ana sob os dedos, o cheiro de baunilha do perfume misturado com suor, e algo acendeu dentro dela, um formigamento que descia do peito até as pernas.
Aos poucos, sem falar nada, elas se moveram para a borda da pista, onde as luzes eram mais fracas, sombras alongadas pelas mesas e cadeiras empilhadas. O pessoal ao redor já tava meio bêbado: risadas altas, casais se beijando sem vergonha, copos batendo. Ninguém tava prestando atenção nelas; o álcool tinha transformado a festa num caos feliz onde cada um vivia seu próprio mundinho. Ana e Sofia dançavam agora mais coladas, mãos nos quadris, rostos próximos. O roçar virou intencional: Sofia deslizou a mão pelas costas de Ana. de Ana, sentindo o tecido jeans áspero contra a palma da mão, e Ana respondeu pressionando a coxa contra a de Sofia, um movimento que mandou ondas de calor pelos corpos delas.
O coração de Ana batia forte, como o grave da música. Ela sentia a pele arrepiar por baixo da blusa, os biquinhos endurecendo contra o tecido, e um pulsar molhado entre as pernas que a fazia apertar as coxas. Sofia mordeu o lábio inferior, percebendo como o vestido subia um pouco a cada giro, mostrando mais pele, e o toque da mão de Ana na sua cintura a fazia imaginar coisas que nunca tinha dito em voz alta. "Isso tá ficando... interessante", murmurou Sofia, a voz rouca de tanto desejo. Ana só concordou com a cabeça, os olhos fixos nos lábios de Sofia, e num impulso, puxou ela pra mais perto, os corpos se fundindo numa dança que já não era só dança.
Elas se beijaram pela primeira vez naquela esquina escura, um beijo hesitante no começo, lábios se roçando como quem testa o terreno, mas depois profundo, línguas se enroscando com gosto de cerveja e paixão guardada. As mãos exploravam: Ana subiu pelas costas de Sofia, sentindo a maciez do cetim e o calor da pele por baixo; Sofia enfiou os dedos no cabelo de Ana, puxando de leve, o que arrancou um gemido abafado. O calor entre elas era palpável, um fogo que queimava no baixo ventre, fazendo a respiração acelerar. Ninguém viu, ou se viu, não importou; a festa seguia seu rumo caótico.
"Não aguento mais", ofegou Sofia, rompendo o beijo. "Vamos pra minha casa, é perto". Ana, com as bochechas coradas e o corpo tremendo de ansiedade, concordou. Elas saíram do salão na surdina, o ar fresco da noite contrastando com o calor da pele. Andaram pelas ruas de paralelepípedo da vila, de mãos dadas, rindo nervosas feito adolescentes. O caminho foi curto, mas cada passo aumentava a tensão: Ana sentia a calcinha molhada, um formigamento constante no clitóris; Sofia notava como os biquinhos roçavam o vestido, mandando faíscas de prazer.
Chegaram na casa da Sofia, uma casinha modesta com quintal nos fundos e um quarto no segundo andar. Trancaram a porta com chave e, mal entraram, se atracaram uma na outra. Beijos famintos no corredor, mãos puxando as roupas. Subiram as escadas tropeçando, rindo entre os beijos, e entraram no quarto da Sofia, iluminado só pela lua que entrava pela janela.
Chegaram ao quarto ofegantes, com o coração batendo tão forte que parecia ecoar nas paredes. A luz da lua entrava pela janela entreaberta, banhando a cama num tom prateado suave, o suficiente para ver as silhuetas e os contornos dos corpos sem revelar tudo de uma vez. O quarto da Sofia cheirava ao perfume doce dela misturado com o aroma fresco dos lençóis limpos e um toque de lavanda da vela que ela tinha deixado apagada na mesinha.
Sofia empurrou Ana suavemente contra a cama, mas sem força, com uma urgência contida. Ana caiu de costas no colchão, os lençóis amassando debaixo do corpo dela. A saia jeans já estava desabotoada, pendurada frouxa nos quadris. Sofia montou nela, de pernas abertas, os joelhos de cada lado das coxas de Ana, o vestido rosa acetinado subindo até a cintura e deixando à mostra as coxas bronzeadas e a borda de uma calcinha preta de renda que já estava molhada no meio.
Se olharam por um segundo, respirações ofegantes, olhos brilhando de desejo. Sofia desceu devagar, apoiando as mãos dos lados da cabeça de Ana, e beijou ela de novo, dessa vez mais lento, mais fundo. As línguas se enroscaram com calma no começo, explorando, saboreando o gosto de cerveja e saliva quente. Ana levantou as mãos e enfiou por baixo do vestido de Sofia, acariciando as costas nuas dela, sentindo a pele macia e quente, os músculos que se tensionavam a cada movimento. Desceu até a bunda dela, apertando com força, cravando os dedos na carne firme, o que fez Sofia gemer contra a boca dela.
"Tira isso", murmurou Ana, puxando o vestido para cima. Sofia se levantou um pouco, tirou pela cabeça num movimento fluido e jogou no chão. Ficou só de calcinha e sutiã combinando, os peitos grandes e redondos subindo e descendo com a respiração acelerada, os bicos duros marcando o tecido preto. Ana também se sentou e desabotoou o sutiã dela. Dedos trêmulos. Quando caiu, pegou um dos peitos na mão, sentindo o peso, a maciez, o mamilo ereto roçando a palma. Beliscou de leve, depois mais forte, e Sofia arqueou as costas, soltando um "ai, sim..." rouco.
Ana abaixou a boca e lambeu o mamilo, girando a língua em volta, chupando com força enquanto a outra mão massageava o outro peito. Sofia enroscou os dedos no cabelo de Ana, puxando um pouco, guiando ela, curtindo como a língua quente e molhada a fazia tremer. Enquanto isso, Ana deslizou a mão livre pela barriga de Sofia, descendo até meter os dedos por baixo do elástico da calcinha. Encontrou a buceta já toda molhada, os lábios inchados e escorregadios. Passou os dedos por cima do clitóris, esfregando em círculos lentos, sentindo ele endurecer mais sob o toque.
Sofia ofegou forte, mexendo a bunda contra a mão de Ana. "Me toca mais fundo", implorou, e Ana obedeceu: meteu dois dedos de uma vez, sentindo as paredes quentes e apertadas se contraindo em volta. Moveu devagar no começo, curvando os dedos pra roçar aquele ponto sensível que fez Sofia arquear e gemer mais alto. "Assim, bem aí... não para".
Ana aproveitou pra tirar a calcinha dela com a outra mão, puxando pra baixo. Sofia se levantou um segundo pra ajudar, ficando completamente pelada em cima dela. Depois ajudou Ana a tirar a blusa e o sutiã, liberando os peitos médios mas firmes, com mamilos escuros e sensíveis. Se inclinou e beijou eles, lambendo um enquanto beliscava o outro, fazendo Ana se contorcer de prazer.
Se deitaram de vez, corpos colados pele com pele. Sofia beijava o pescoço de Ana, mordiscando de leve, descendo pelo peito, pela barriga, até chegar na buceta. Abriu as pernas de Ana com as mãos, olhando com fome: depilada, lábios rosados e inchados, brilhando de tesão. Abaixou a cabeça e passou a língua de baixo pra cima, saboreando todo o melado. Ana gritou. afogada, agarrando os lençóis. Sofia separou os lábios com os dedos e enfiou a língua pra dentro, fodendo ela com a boca, enquanto o polegar esfregava o clitóris em círculos rápidos.
Ana não aguentou muito: os quadris se mexiam sozinhos, empurrando contra a boca de Sofia. "Vou gozar... não para, chupa minha buceta assim". Sofia sugou o clitóris com força, metendo três dedos pra dentro, movendo eles rápido. Ana explodiu, o corpo se contorcendo, um jorro quente molhando o queixo de Sofia, que não parou de lamber até os tremores passarem.
Depois se viraram. Ana colocou Sofia de barriga pra cima, abriu as pernas dela e se posicionou entre elas. Abaixou a boca na buceta de Sofia, lambendo com gula, saboreando o próprio suco misturado com o dela. Enfiou a língua fundo, depois tirou pra chupar o clitóris, alternando com dedos que entravam e saíam. Sofia gemia sem controle, as mãos na cabeça de Ana, empurrando ela mais pra perto. "Me fode com os dedos... mais forte". Ana obedeceu, enfiando quatro dedos, esticando ela, movendo eles rápido até Sofia gozar gritando, a buceta apertando forte em volta dos dedos, as pernas tremendo.
Exaustas mas não saciadas, se colocaram em tesoura: pernas entrelaçadas, bocetas coladas, molhadas e quentes. Começaram a se mexer devagar no começo, esfregando clitóris contra clitóris, sentindo o atrito elétrico, a umidade escorregadia facilitando tudo. Aceleraram o ritmo, quadris girando, gemidos sincronizados. "Adoro como sua buceta se sente contra a minha", ofegou Sofia, agarrando a bunda de Ana pra apertar ela mais. Ana respondeu empurrando mais forte, o prazer subindo como uma onda. Gozaram juntas, corpos tremendo, um orgasmo compartilhado que deixou elas sem fôlego, suadas, grudadas uma na outra.
Ficaram assim por um tempo, respirando ofegantes, mãos acariciando as costas, o cabelo, as coxas. A lua continuava iluminando seus corpos entrelaçados, e naquela quietude, elas souberam que aquela noite tinha mudado tudo.
Ana, de saia jeans desfiada nas bordas e uma blusa preta com estampas de corrente e rosa dourada, tinha chegado sozinha depois de uma semana cansativa na loja da família. Ela era morena, com cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que iluminava o rosto redondo. Já Sofia, tava usando um vestido rosa acetinado que colava nas curvas dela como uma segunda pele, com alcinhas finas que deixavam os ombros bronzeados e as costas à mostra. A juba longa e ondulada dela caía como uma cascata de chocolate, e os olhos escuros brilhavam com uma safadeza que ninguém na cidade parecia notar naquela noite. As duas tinham lá seus vinte e poucos anos, amigas de infância que se viam de vez em quando, mas naquela noite, os caras da cidade pareciam ocupados com suas próprias conquistas ou bêbados demais pra chamar elas pra dançar.
Que porra, ninguém tá ligando pra gente?", disse Ana rindo, enquanto tomava um gole da cerveja quente. Sofia deu de ombros, rebolando no ritmo da música que explodia nas caixas de som. "Então a gente dança sozinha, ué? Essa música é viciante, não vou ficar sentada feito besta".Elas se deram as mãos e entraram na pista. No começo, foi brincadeira: giravam, pulavam, imitavam passos ridículos de cumbia que aprenderam quando crianças. A música era contagiante, um reggaeton lento com grave profundo que vibrava no peito, fazendo o corpo se mexer sozinho. Ana levantou os braços, e Sofia a seguiu, os corpos se roçando sem querer no vai e vem. O calor da multidão, o suor na pele, o atrito dos tecidos... tudo começou a ficar diferente.
Ana sentiu um arrepio na nuca quando o braço de Sofia roçou sua cintura. "Tá dançando como se quisesse matar alguém", brincou Sofia, com a respiração quente perto do ouvido de Ana. Mas não era brincadeira de verdade. O ritmo acelerou, e elas se aproximaram mais, quadris se chocando, peitos se esfregando através do tecido fino. Ana percebeu como o cetim rosa de Sofia grudava na pele molhada, marcando cada curva, e um calor inesperado subiu pela barriga dela. Sofia, por sua vez, sentiu o pulso acelerado de Ana sob os dedos, o cheiro de baunilha do perfume misturado com suor, e algo acendeu dentro dela, um formigamento que descia do peito até as pernas.
Aos poucos, sem falar nada, elas se moveram para a borda da pista, onde as luzes eram mais fracas, sombras alongadas pelas mesas e cadeiras empilhadas. O pessoal ao redor já tava meio bêbado: risadas altas, casais se beijando sem vergonha, copos batendo. Ninguém tava prestando atenção nelas; o álcool tinha transformado a festa num caos feliz onde cada um vivia seu próprio mundinho. Ana e Sofia dançavam agora mais coladas, mãos nos quadris, rostos próximos. O roçar virou intencional: Sofia deslizou a mão pelas costas de Ana. de Ana, sentindo o tecido jeans áspero contra a palma da mão, e Ana respondeu pressionando a coxa contra a de Sofia, um movimento que mandou ondas de calor pelos corpos delas.
O coração de Ana batia forte, como o grave da música. Ela sentia a pele arrepiar por baixo da blusa, os biquinhos endurecendo contra o tecido, e um pulsar molhado entre as pernas que a fazia apertar as coxas. Sofia mordeu o lábio inferior, percebendo como o vestido subia um pouco a cada giro, mostrando mais pele, e o toque da mão de Ana na sua cintura a fazia imaginar coisas que nunca tinha dito em voz alta. "Isso tá ficando... interessante", murmurou Sofia, a voz rouca de tanto desejo. Ana só concordou com a cabeça, os olhos fixos nos lábios de Sofia, e num impulso, puxou ela pra mais perto, os corpos se fundindo numa dança que já não era só dança.Elas se beijaram pela primeira vez naquela esquina escura, um beijo hesitante no começo, lábios se roçando como quem testa o terreno, mas depois profundo, línguas se enroscando com gosto de cerveja e paixão guardada. As mãos exploravam: Ana subiu pelas costas de Sofia, sentindo a maciez do cetim e o calor da pele por baixo; Sofia enfiou os dedos no cabelo de Ana, puxando de leve, o que arrancou um gemido abafado. O calor entre elas era palpável, um fogo que queimava no baixo ventre, fazendo a respiração acelerar. Ninguém viu, ou se viu, não importou; a festa seguia seu rumo caótico.
"Não aguento mais", ofegou Sofia, rompendo o beijo. "Vamos pra minha casa, é perto". Ana, com as bochechas coradas e o corpo tremendo de ansiedade, concordou. Elas saíram do salão na surdina, o ar fresco da noite contrastando com o calor da pele. Andaram pelas ruas de paralelepípedo da vila, de mãos dadas, rindo nervosas feito adolescentes. O caminho foi curto, mas cada passo aumentava a tensão: Ana sentia a calcinha molhada, um formigamento constante no clitóris; Sofia notava como os biquinhos roçavam o vestido, mandando faíscas de prazer.
Chegaram na casa da Sofia, uma casinha modesta com quintal nos fundos e um quarto no segundo andar. Trancaram a porta com chave e, mal entraram, se atracaram uma na outra. Beijos famintos no corredor, mãos puxando as roupas. Subiram as escadas tropeçando, rindo entre os beijos, e entraram no quarto da Sofia, iluminado só pela lua que entrava pela janela.
Chegaram ao quarto ofegantes, com o coração batendo tão forte que parecia ecoar nas paredes. A luz da lua entrava pela janela entreaberta, banhando a cama num tom prateado suave, o suficiente para ver as silhuetas e os contornos dos corpos sem revelar tudo de uma vez. O quarto da Sofia cheirava ao perfume doce dela misturado com o aroma fresco dos lençóis limpos e um toque de lavanda da vela que ela tinha deixado apagada na mesinha.Sofia empurrou Ana suavemente contra a cama, mas sem força, com uma urgência contida. Ana caiu de costas no colchão, os lençóis amassando debaixo do corpo dela. A saia jeans já estava desabotoada, pendurada frouxa nos quadris. Sofia montou nela, de pernas abertas, os joelhos de cada lado das coxas de Ana, o vestido rosa acetinado subindo até a cintura e deixando à mostra as coxas bronzeadas e a borda de uma calcinha preta de renda que já estava molhada no meio.
Se olharam por um segundo, respirações ofegantes, olhos brilhando de desejo. Sofia desceu devagar, apoiando as mãos dos lados da cabeça de Ana, e beijou ela de novo, dessa vez mais lento, mais fundo. As línguas se enroscaram com calma no começo, explorando, saboreando o gosto de cerveja e saliva quente. Ana levantou as mãos e enfiou por baixo do vestido de Sofia, acariciando as costas nuas dela, sentindo a pele macia e quente, os músculos que se tensionavam a cada movimento. Desceu até a bunda dela, apertando com força, cravando os dedos na carne firme, o que fez Sofia gemer contra a boca dela.
"Tira isso", murmurou Ana, puxando o vestido para cima. Sofia se levantou um pouco, tirou pela cabeça num movimento fluido e jogou no chão. Ficou só de calcinha e sutiã combinando, os peitos grandes e redondos subindo e descendo com a respiração acelerada, os bicos duros marcando o tecido preto. Ana também se sentou e desabotoou o sutiã dela. Dedos trêmulos. Quando caiu, pegou um dos peitos na mão, sentindo o peso, a maciez, o mamilo ereto roçando a palma. Beliscou de leve, depois mais forte, e Sofia arqueou as costas, soltando um "ai, sim..." rouco.
Ana abaixou a boca e lambeu o mamilo, girando a língua em volta, chupando com força enquanto a outra mão massageava o outro peito. Sofia enroscou os dedos no cabelo de Ana, puxando um pouco, guiando ela, curtindo como a língua quente e molhada a fazia tremer. Enquanto isso, Ana deslizou a mão livre pela barriga de Sofia, descendo até meter os dedos por baixo do elástico da calcinha. Encontrou a buceta já toda molhada, os lábios inchados e escorregadios. Passou os dedos por cima do clitóris, esfregando em círculos lentos, sentindo ele endurecer mais sob o toque.
Sofia ofegou forte, mexendo a bunda contra a mão de Ana. "Me toca mais fundo", implorou, e Ana obedeceu: meteu dois dedos de uma vez, sentindo as paredes quentes e apertadas se contraindo em volta. Moveu devagar no começo, curvando os dedos pra roçar aquele ponto sensível que fez Sofia arquear e gemer mais alto. "Assim, bem aí... não para".
Ana aproveitou pra tirar a calcinha dela com a outra mão, puxando pra baixo. Sofia se levantou um segundo pra ajudar, ficando completamente pelada em cima dela. Depois ajudou Ana a tirar a blusa e o sutiã, liberando os peitos médios mas firmes, com mamilos escuros e sensíveis. Se inclinou e beijou eles, lambendo um enquanto beliscava o outro, fazendo Ana se contorcer de prazer.
Se deitaram de vez, corpos colados pele com pele. Sofia beijava o pescoço de Ana, mordiscando de leve, descendo pelo peito, pela barriga, até chegar na buceta. Abriu as pernas de Ana com as mãos, olhando com fome: depilada, lábios rosados e inchados, brilhando de tesão. Abaixou a cabeça e passou a língua de baixo pra cima, saboreando todo o melado. Ana gritou. afogada, agarrando os lençóis. Sofia separou os lábios com os dedos e enfiou a língua pra dentro, fodendo ela com a boca, enquanto o polegar esfregava o clitóris em círculos rápidos.
Ana não aguentou muito: os quadris se mexiam sozinhos, empurrando contra a boca de Sofia. "Vou gozar... não para, chupa minha buceta assim". Sofia sugou o clitóris com força, metendo três dedos pra dentro, movendo eles rápido. Ana explodiu, o corpo se contorcendo, um jorro quente molhando o queixo de Sofia, que não parou de lamber até os tremores passarem.
Depois se viraram. Ana colocou Sofia de barriga pra cima, abriu as pernas dela e se posicionou entre elas. Abaixou a boca na buceta de Sofia, lambendo com gula, saboreando o próprio suco misturado com o dela. Enfiou a língua fundo, depois tirou pra chupar o clitóris, alternando com dedos que entravam e saíam. Sofia gemia sem controle, as mãos na cabeça de Ana, empurrando ela mais pra perto. "Me fode com os dedos... mais forte". Ana obedeceu, enfiando quatro dedos, esticando ela, movendo eles rápido até Sofia gozar gritando, a buceta apertando forte em volta dos dedos, as pernas tremendo.
Exaustas mas não saciadas, se colocaram em tesoura: pernas entrelaçadas, bocetas coladas, molhadas e quentes. Começaram a se mexer devagar no começo, esfregando clitóris contra clitóris, sentindo o atrito elétrico, a umidade escorregadia facilitando tudo. Aceleraram o ritmo, quadris girando, gemidos sincronizados. "Adoro como sua buceta se sente contra a minha", ofegou Sofia, agarrando a bunda de Ana pra apertar ela mais. Ana respondeu empurrando mais forte, o prazer subindo como uma onda. Gozaram juntas, corpos tremendo, um orgasmo compartilhado que deixou elas sem fôlego, suadas, grudadas uma na outra.
Ficaram assim por um tempo, respirando ofegantes, mãos acariciando as costas, o cabelo, as coxas. A lua continuava iluminando seus corpos entrelaçados, e naquela quietude, elas souberam que aquela noite tinha mudado tudo.
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