Olá, muito prazer, meu nome é Emília, atualmente tenho 24 anos, mas queria contar uma história que realmente não podia contar em outro lugar por medo de ser julgada. Bom, desde que me lembro, tenho uma boa relação com minha mãe. Desde que me lembro, eu costumava brincar muito com ela, enchia o saco dela ou era muito "grudenta", mas o detalhe aqui é que tinha uma coisa que minha mãe fazia para me irritar quando já estava meio brava: colocar os pés dela na minha cara. Ela fazia isso porque sabia que, depois de passar o dia inteiro limpando a casa, o pé dela estaria meio suado e cheiroso (para dar uma ideia melhor, minha mãe na época tinha uns 26 anos e eu 60 ao contrário, ela sempre foi magra e, sinceramente, os pés dela eram macios e quentinhos). No começo, era algo que me dava "nojo", mas com o tempo fui me acostumando, a ponto de que, às vezes, quando ela colocava os pés em mim, eu lambia eles. Tudo isso era normal para mim, nada de outro mundo, mas eu percebia que minha mãe estava colocando os pés em mim com menos frequência, e eu já sentia uma certa... necessidade de cheirá-los quase todo dia, sentir o suor grudar no meu nariz e dar uma lambidinha safada. Eu tinha medo de pedir para ela continuar fazendo isso porque... entendia que pedir aquilo seria muito estranho, e também não era algo que eu pudesse conversar com alguém para pedir conselhos. Então, fiz algo que talvez pudesse dar uma indireta de que queria continuar sentindo os pés dela. Um dia, quando saí da escola, comprei um creme para massagem nos pés e esperava que isso fosse uma boa desculpa para continuar sentindo os pés da minha mãe. E, relaxa, funcionou. Exatamente naquele dia, à tarde, vi minha mãe sentada no sofá e fui dizer que ela parecia cansada. Ela respondeu que sim, que era um dia quente e que tinha passado o dia todo cozinhando e em pé. Foi nesse momento que eu disse para ela deixar eu dar uma massagem nos pés dela. Para ela, foi um pedido normal, ela riu um pouco e disse que estava bem, ainda mais sentindo o cheiro do creme de massagem que tinha um... um aroma sutil de frutas e sabia que ela ia gostar, sentei num banquinho na frente dela e pedi pra ela colocar os pés nas minhas pernas, ela colocou aquelas solinhas lindas na minha cara, tão macias que podiam ser até iguais às minhas naquela época, ela era jovem então os pés dela eram muito macios. Comecei massageando primeiro sem o creme, o que a deixou confusa porque ela achava que eu ia usar desde o começo. — Filha, por que não usou o creme? Não era pra massagem? — Mãe! Primeiro quero massagear assim, o cheiro ia sumir se eu usasse o creme — Meu cheiro? Aii, não seja porca, minhas patas fedem só suor. A conversa tava normal, mas por causa dos hormônios e porque eu não sabia se teria outra chance de ter os pés da minha mãe por perto de novo, criei coragem pra falar o que sentia, que naquele momento era só algo "gostoso", eu ainda não entendia por que gostava tanto, mas a gente vai chegar lá. — E daí? Cê acha que eu ligo pro seu suor? Desde que me lembro, quando você coloca seus pés na minha cara, eu lambo o suor e nunca reclamei. Ela ficou vermelha, era óbvio que tava com vergonha da conversa, e eu fiquei olhando pra ela como se pedisse uma resposta com o olhar — Eu sei! Por isso parei de fazer, é nojento, querida. — Mãe! Pra mim não… eu gosto dos seus pés e do cheiro deles, me deixa feliz. Eu ainda era inocente, mas dava pra ver minha mãe bem desconfortável, parecia que na cabeça dela passavam mil cenários que ela tentava processar e entender. As duas ficamos em silêncio e ela só baixou os pés das minhas coxas e me olhou séria — Filha, por que você fala essas coisas? O que que tá acontecendo com você? — Ué, e daí? Só tô falando que gosto dos seus pés, mãe, mesmo sabendo que é estranho e por isso guardei como meu segredo, nem pras minhas amigas contei. — O quê? Elas sabem dos pés? — Não, mãe! Ninguém sabe porque eu tinha vergonha de falar. — Ai, filha, você me deixou cheia de perguntas… não sei o que te dizer ou pensar… Sabia que tinha falado algo errado, não queria perder ela, então me levantei e abracei ela. Com força, ela era pequena e muito chorona, então comecei a chorar um pouco com aquele abraço forte que dei e escondi meu rosto na barriga dela — Mamãe! Me perdoa, eu só quero continuar cheirando seus pés, não achei que isso fosse errado, me perdoa, mas não fica brava comigo. Minha mãe estava ainda mais nervosa, ao abraçá-la eu sentia o coração dela batendo que nem louco, por isso fiquei confusa e virei pra olhar pra ela, e ela só estava olhando nos meus olhos com a cara tão vermelha quanto a minha — Filha, já chega, não fica assim… olha… Aii… sei lá… Bom… vou deixar você cheirar o quanto quiser meus pés, mas… isso fica entre nós, nem pro seu pai você vai contar, ok? — Sério, mamãe? Tá falando sério? — Sim… mas por favor, nem uma palavra, ok? Fiquei tão emocionada que, sem pedir, me agachei rápido pra colocar meu nariz entre os pés dela. O cheiro dessa vez era mais forte porque, com toda a conversa, ela tinha ficado tão nervosa que os pés dela suaram muito. Aquele mesmo suor escorria pelo meu rosto, e talvez por causa dessa mesma emoção, não hesitei em beijá-los suavemente, mas dessa vez minha mãe não se importou. Pelo contrário, ela levantou os pés e me deixou beijá-los por mais um tempo até eu me acalmar. Como prometemos, assim que terminei de beijá-los, só agradeci e fui embora sem falar mais no assunto até o dia seguinte, quando depois da escola pedi pra beijá-los de novo. Ela só corou, provavelmente porque achava que eu não ia pedir de novo, mas ela só tirou as chinelas e me deixou cheirá-los. Parecia que ela já entendia que nada ia me parar de fazer isso, embora dessa vez algo fosse diferente. Enquanto eu cheirava, minha mãe moveu um dos pés dela pro meu rosto; colou a sola inteira na minha cara. Aquele movimento tão simples, mas que ela nunca tinha feito, me deixou calada e parada. Gostei de sentir ela colocando os pés em mim e pedi pra ela fazer um pouco mais forte, e ela fez. Quando colou, o calor tomou conta do meu rosto inteiro, e meu nariz grudou na calça dela como nunca, fazendo com que eu só sentisse o cheiro do pé dela. Parecia que As duas gostaram porque a gente riu um pouco e eu continuei como sempre até me acalmar. Querem que eu continue a história? Aliás, vou adicionar uma foto dos pés da minha mãe naquela época.
1 comentários - Los pies de mamá