Me virei pra ver o que tinha acontecido, ouvi ela falando com o marido dela.
L: Não posso ir embora assim, me espera.
C: O que você vai fazer?
L: Só mais um pouquinho. Disse enquanto fechava a porta do carro ao descer.
C: Mas "L" já passou o fim de semana inteiro com você.
Ele falou enquanto a via trotar na frente do carro dele em minha direção. Ela não respondeu, mas estendeu o braço pra me dar a mão. Segurei a dela e ela praticamente me arrastou correndo pra dentro. Com a mão livre, consegui empurrar a porta da minha casa quase sem força, e por sorte ela fechou.
Eu: Que foi? Perguntei enquanto chegávamos na sala de jantar.
L: Não posso ir embora assim, vou sentir muita saudade de você.
Começou a me beijar com a língua lá no fundo da minha boca, enfiou a mão dentro da minha cueca e, entre gemidos, me pediu: "me come, por favor me come uma última vez antes de eu ir". Óbvio que meu pau reagiu na hora e ela não demorou pra se ajoelhar e chupar ele por uns minutinhos, só pra garantir que deixasse bem molhado.
Enquanto se levantava, foi tirando o short e, quando terminou de ficar de pé, já estava de fio dental. Nós dois estávamos desesperados porque queríamos nos sentir.
Eu: Onde?
L: Onde que?
Eu: Onde você quer que eu te coma?
L: Em qualquer lugar, só aqui mesmo.
Empurrei ela contra uma parede perto dali, puxei a tanga pro lado, mostrei a raba e esperei. Me posicionei por trás, segurei a cintura dela e meu pau pra meter. Quando sentiu ele dentro, gemeu, e eu não parei de me mexer, metendo sem parar, forte. Ela apoiou o rosto de lado na parede, fechou os olhos e se deixou levar pelo prazer.
L: Isso, me dá assim.
Dei um tapa na bunda dela.
L: Adoro quando você me bate.
Mais uma palmada, e outra, e depois mais uma.
Queria mudar de posição, queria ver ela de frente, queria ver o rostinho dela, as caras que fazia, a boca dela gemendo e falando comigo. Peguei ela pelo braço e puxei rápido contra a mesa, empurrei os ombros dela como quem diz pra se deitar nela, abri as pernas dela e me preparei pra chupar aquela pussy. Com um cotovelo ela ficou apoiada, de um jeito que a cabeça dela ficasse alta e pudesse me ver, com a outra mão agarrou meu cabelo, devagar foi deixando as pernas dela cada vez mais no ar.
L: Que gostosa.
Não tire a boca, pelo contrário, continue.
L: Ou o... o cu... chupa meu cu.
Que gostoso quando te pedem isso no meio de uma chupada. Eu tava com as duas mãos atrás dos joelhos dela, levantando a cintura dela da mesa, ajudando a deixar a bunda dela mais confortável pra eu chupar. Enfiei minha língua o mais fundo que pude nos dois buracos dela, o gosto era uma delícia, mas meu pau tava implorando pra eu fazer alguma coisa com ela.
Eu: Vou te comer, não aguento mais essa pica
L: Então, meu amor, me come.
Eu: Onde você quer ela?
L: Onde você quiser, tô toda aberta pra você.
Eu: Então um pouco e um pouco.
Meu pau foi no cu dela, entrou sem dificuldade, depois de 3 ou 4 bombadas eu tirei e meti na buceta dela, repeti esse processo várias vezes, cada vez ela gemia mais e mais alto. Até que ela se levantou enquanto eu tava comendo ela, segurou meu pescoço e ficou me olhando fixo nos olhos enquanto gemia e mordia os lábios.
Eu: Seu marido vai te ouvir, ele tá na porta.
L: Não tô nem aí, cê acha que ela não sabe que você tá me comendo?
Como pude, levantei a camiseta dela e o sutiã, não queria perder tempo tirando. Apertava os peitos dela, macios de pele lisinha mas durinhos, ela abria a boca dando tragadas de ar entre um gemido e outro.
L: Me dá mais, não para, não para.
Dei um chupão no pescoço dela.
Eu: Pra que teu marido veja essa marca e lembre que tu é minha.
L: Que filho da puta você é, cara.
Fiz outro numa das tetas dela.
L: Você vai me marcar toda.
Eu: Porque você é toda minha.
L: Quero leite, não para, por favor.
Eu continuei.
L: Você vai se lembrar de mim enquanto eu estiver de férias?
Eu: Capaz que sim. Falei brincando.
L: Vou garantir que você não esqueça, vou te mandar fotos todo dia. Pra quando eu voltar, você me acabar.
Eu: Que putinha gostosa você é, mal posso esperar pra te ver de novo.
L: Você vai se tocar por mim?
Eu: Vou bater uma punheta todo dia por você, com suas fotos.
L: Mmm que gostoso, quero ver isso também.
Ela colocou uma mão no meu peito, me fazendo afastar do corpo dela enquanto descia da mesa e, assim, me levou até uma cadeira que estava a cerca de um metro, me fazendo sentar nela. Subiu em cima de mim e começou a pular no meu pau, se segurando nos meus ombros, os peitos dela balançavam e batiam no ar enquanto a bunda dela enchia o quarto de barulho, batendo em mim.
Eu: Que gostosa você é, tá fortona pra caralho.
Ela sorriu, levou as duas mãos à cabeça e prendeu o cabelo para cima, mordendo o lábio inferior.
L: Te parece?
Eu: Pra caralho, tu me deixa muito excitado.
L: E você pra mim também, seu corpo, sua pica, o quão safado você é.
Disse de má vontade, como com raiva, se movendo agora pra frente e pra trás, forte e bem colada no meu corpo, com intenção de gozar, enquanto gemia cada vez mais alto.
Eu: Assim mesmo, sua putinha, quero que teu marido te ouça.
L: Aaaay SIIMM!! Que pijinha gostosa!! Me enche, me enche todinhaa!!
Eu: Tá vindo, tá vindo….aaaahhh
Enchi a buceta dela de porra, enquanto ela não parava de se mexer.
L: Que porra gostosa, bem quentinha, você me encheu toda...
Não conseguiu terminar a frase, mas gozou bem colada em mim. A gente respirou, sorriu e se deu um baita beijo, enquanto eu ainda tava dentro dela. Aos poucos ela se levantou e umas gotas caíram no chão antes de se vestir, nem se preocupou em se limpar, queria ir embora assim, cheia de porra.
Voltamos pra fora pra que dessa vez ele fosse embora de vez. O marido tava com uma cara que mostrava o quanto tava puto e humilhado, mas não falou nada. Ele entrou no carro, enquanto o marido dava a partida, me mandou um beijo, que eu respondi com um sorriso.
Eu: Cuidem dela, hein!. Falei pro marido.
C: Sim. Disse, sem ter escolha.
L: Depois te mando umas fotos, amor, assim você não sente minha falta.
Eu: Vou esperar elas. Falei segurando só a rola por cima da calça.
Depois disso, elas foram embora.
L: Não posso ir embora assim, me espera.
C: O que você vai fazer?
L: Só mais um pouquinho. Disse enquanto fechava a porta do carro ao descer.
C: Mas "L" já passou o fim de semana inteiro com você.
Ele falou enquanto a via trotar na frente do carro dele em minha direção. Ela não respondeu, mas estendeu o braço pra me dar a mão. Segurei a dela e ela praticamente me arrastou correndo pra dentro. Com a mão livre, consegui empurrar a porta da minha casa quase sem força, e por sorte ela fechou.
Eu: Que foi? Perguntei enquanto chegávamos na sala de jantar.
L: Não posso ir embora assim, vou sentir muita saudade de você.
Começou a me beijar com a língua lá no fundo da minha boca, enfiou a mão dentro da minha cueca e, entre gemidos, me pediu: "me come, por favor me come uma última vez antes de eu ir". Óbvio que meu pau reagiu na hora e ela não demorou pra se ajoelhar e chupar ele por uns minutinhos, só pra garantir que deixasse bem molhado.
Enquanto se levantava, foi tirando o short e, quando terminou de ficar de pé, já estava de fio dental. Nós dois estávamos desesperados porque queríamos nos sentir.
Eu: Onde?
L: Onde que?
Eu: Onde você quer que eu te coma?
L: Em qualquer lugar, só aqui mesmo.
Empurrei ela contra uma parede perto dali, puxei a tanga pro lado, mostrei a raba e esperei. Me posicionei por trás, segurei a cintura dela e meu pau pra meter. Quando sentiu ele dentro, gemeu, e eu não parei de me mexer, metendo sem parar, forte. Ela apoiou o rosto de lado na parede, fechou os olhos e se deixou levar pelo prazer.
L: Isso, me dá assim.
Dei um tapa na bunda dela.
L: Adoro quando você me bate.
Mais uma palmada, e outra, e depois mais uma.
Queria mudar de posição, queria ver ela de frente, queria ver o rostinho dela, as caras que fazia, a boca dela gemendo e falando comigo. Peguei ela pelo braço e puxei rápido contra a mesa, empurrei os ombros dela como quem diz pra se deitar nela, abri as pernas dela e me preparei pra chupar aquela pussy. Com um cotovelo ela ficou apoiada, de um jeito que a cabeça dela ficasse alta e pudesse me ver, com a outra mão agarrou meu cabelo, devagar foi deixando as pernas dela cada vez mais no ar.
L: Que gostosa.
Não tire a boca, pelo contrário, continue.
L: Ou o... o cu... chupa meu cu.
Que gostoso quando te pedem isso no meio de uma chupada. Eu tava com as duas mãos atrás dos joelhos dela, levantando a cintura dela da mesa, ajudando a deixar a bunda dela mais confortável pra eu chupar. Enfiei minha língua o mais fundo que pude nos dois buracos dela, o gosto era uma delícia, mas meu pau tava implorando pra eu fazer alguma coisa com ela.
Eu: Vou te comer, não aguento mais essa pica
L: Então, meu amor, me come.
Eu: Onde você quer ela?
L: Onde você quiser, tô toda aberta pra você.
Eu: Então um pouco e um pouco.
Meu pau foi no cu dela, entrou sem dificuldade, depois de 3 ou 4 bombadas eu tirei e meti na buceta dela, repeti esse processo várias vezes, cada vez ela gemia mais e mais alto. Até que ela se levantou enquanto eu tava comendo ela, segurou meu pescoço e ficou me olhando fixo nos olhos enquanto gemia e mordia os lábios.
Eu: Seu marido vai te ouvir, ele tá na porta.
L: Não tô nem aí, cê acha que ela não sabe que você tá me comendo?
Como pude, levantei a camiseta dela e o sutiã, não queria perder tempo tirando. Apertava os peitos dela, macios de pele lisinha mas durinhos, ela abria a boca dando tragadas de ar entre um gemido e outro.
L: Me dá mais, não para, não para.
Dei um chupão no pescoço dela.
Eu: Pra que teu marido veja essa marca e lembre que tu é minha.
L: Que filho da puta você é, cara.
Fiz outro numa das tetas dela.
L: Você vai me marcar toda.
Eu: Porque você é toda minha.
L: Quero leite, não para, por favor.
Eu continuei.
L: Você vai se lembrar de mim enquanto eu estiver de férias?
Eu: Capaz que sim. Falei brincando.
L: Vou garantir que você não esqueça, vou te mandar fotos todo dia. Pra quando eu voltar, você me acabar.
Eu: Que putinha gostosa você é, mal posso esperar pra te ver de novo.
L: Você vai se tocar por mim?
Eu: Vou bater uma punheta todo dia por você, com suas fotos.
L: Mmm que gostoso, quero ver isso também.
Ela colocou uma mão no meu peito, me fazendo afastar do corpo dela enquanto descia da mesa e, assim, me levou até uma cadeira que estava a cerca de um metro, me fazendo sentar nela. Subiu em cima de mim e começou a pular no meu pau, se segurando nos meus ombros, os peitos dela balançavam e batiam no ar enquanto a bunda dela enchia o quarto de barulho, batendo em mim.
Eu: Que gostosa você é, tá fortona pra caralho.
Ela sorriu, levou as duas mãos à cabeça e prendeu o cabelo para cima, mordendo o lábio inferior.
L: Te parece?
Eu: Pra caralho, tu me deixa muito excitado.
L: E você pra mim também, seu corpo, sua pica, o quão safado você é.
Disse de má vontade, como com raiva, se movendo agora pra frente e pra trás, forte e bem colada no meu corpo, com intenção de gozar, enquanto gemia cada vez mais alto.
Eu: Assim mesmo, sua putinha, quero que teu marido te ouça.
L: Aaaay SIIMM!! Que pijinha gostosa!! Me enche, me enche todinhaa!!
Eu: Tá vindo, tá vindo….aaaahhh
Enchi a buceta dela de porra, enquanto ela não parava de se mexer.
L: Que porra gostosa, bem quentinha, você me encheu toda...
Não conseguiu terminar a frase, mas gozou bem colada em mim. A gente respirou, sorriu e se deu um baita beijo, enquanto eu ainda tava dentro dela. Aos poucos ela se levantou e umas gotas caíram no chão antes de se vestir, nem se preocupou em se limpar, queria ir embora assim, cheia de porra.
Voltamos pra fora pra que dessa vez ele fosse embora de vez. O marido tava com uma cara que mostrava o quanto tava puto e humilhado, mas não falou nada. Ele entrou no carro, enquanto o marido dava a partida, me mandou um beijo, que eu respondi com um sorriso.
Eu: Cuidem dela, hein!. Falei pro marido.
C: Sim. Disse, sem ter escolha.
L: Depois te mando umas fotos, amor, assim você não sente minha falta.
Eu: Vou esperar elas. Falei segurando só a rola por cima da calça.
Depois disso, elas foram embora.
8 comentários - Milf da banca gostosa