Penetrando o cu quente da Caro

Conheci a Carolina na universidade, no primeiro dia de aula do meu curso. No começo, a gente não era amigo, porque andava em grupos diferentes, mas se cumprimentava de vez em quando e fazia as mesmas matérias. Depois, acabei conhecendo ela bem, já que comecei a sair com a melhor amiga dela, a Inês, que também estudava o mesmo curso que eu. No início, quando comecei a conviver com a Carolina, ela não me chamava a atenção nem um pouco, e as coisas continuaram assim por muito tempo, praticamente durante toda a minha faculdade. Mesmo assim, viramos grandes amigos.

Pouco antes de nos formarmos, terminei com a Inês e parei de ver a Carolina, porque todo mundo sabe que as mulheres ficam com as amigas do mesmo gênero quando um relacionamento acaba. Cada um seguiu seu rumo. Até que, quatro anos depois, quando comecei uns cursos de pós-graduação, me surpreendi ao descobrir que ela também ia fazer os mesmos estudos e que, mais uma vez, a gente ia dividir as salas de aula.

Mas o que mais me chamou a atenção não foi o fato de a gente voltar a estudar junto, e sim o quanto a Carolina tinha ficado gostosa nesse tempo que passei sem vê-la. Ela se refinou pra caralho, comprou roupas elegantes que caíam super bem nela, emagreceu (não que antes fosse gorda) e até fez um tratamento de ortodontia que, sem dúvida, ajudou a melhorar o visual dela.

Pra vocês terem uma ideia da gostosa que tô falando, vou descrevê-la. É uma mulher de 26 anos, não muito alta (mais baixinha, deve ter pouco menos de 1,65 m), cabelo preto bem liso e um pouco acima dos ombros, magra mas com "carne onde pegar", pele morena, traços meio indígenas mas atraentes, lábios finos mas provocantes e umas pernas muito lindas.

Mas o que mais me impactou nesse "segundo encontro" com a Carolina foi a qualidade da bunda dela. Definitivamente, a melhor que já vi na vida. É difícil traduzir em palavras o Deliciosa imagem oferecida por aquelas duas nádegas de tamanho perfeito, com uma firmeza que desafiava a gravidade. Duas montanhas de carne túrgida que davam vontade de mergulhar por um bom tempo, para poder explorá-las até o fundo.

O único "defeito" que Carolina tinha é que era bem fraquinha no quesito peitos (não eram grande coisa, dava pra ver de longe, embora não fosse totalmente chata), mas com uma raba daquela e o seu charme geral, quem ligava pro resto?

Desde aquele dia em que a vi de novo, surgiu em mim uma determinação firme de comer ela. A aproximação não foi difícil, porque já tínhamos uma amizade antes, então surgiu naturalmente a ideia de fazer trabalhos e estudar juntos, oportunidades pra ficar junto que eu buscava sob qualquer pretexto.

Num sábado à tarde, parti pra uma alternativa mais ousada. Liguei pra casa dela e convidei ela pra sair naquela noite. Ela topou e combinamos que eu passaria pra buscá-la às oito. Cheguei na hora certa e apertei o interfone do apartamento dela.

Quando ela desceu e eu a vi, fiquei duro na hora, e a coisa aumentou quando dei uma olhada naquele rabo fantástico no momento em que abri a porta do carro pra ela entrar. Ela estava usando uma calça branca bem justa, que valorizava aquela bunda magnífica, deixando adivinhar que estava de calcinha fio dental. Não sei como consegui disfarçar e não pular em cima dela.

De resto, estava muito bem vestida. Usava uma camisa preta, também bem justa, de manga comprida, o cabelo preso e umas sandálias de salto médio que deixavam à mostra os pés mais bonitos e bem cuidados que já vi numa mulher. Além disso, cheirava uma delícia, o que só aumentava minha excitação.

A gente tinha combinado de ir tomar alguma coisa num lugar tranquilo, pra poder conversar.

Sentamos numa mesa de um lugar que tava bem na moda e pedimos umas taças de vinho e comemos umas besteiras. Ficamos lá por duas horas. batendo um papo sobre os velhos tempos da faculdade. A gente já tinha bebido um pouco além da conta e, por acaso, chegamos em assuntos bem mais picantes. Falando por acaso do meu antigo relacionamento com a Inês, a Carolina, solta pelo álcool, me disse:
– Vocês como casal eram uma merda e passavam o dia inteiro brigando, mas pelo que a Inês me contava, na cama iam maravilhosamente bem. Ela dizia que você era um puta fodedor.
Não consegui evitar ficar vermelho e, depois de engolir seco, respondi:
– Então é assim? Vocês duas ficavam fofocando sobre nossa vida sexual? Olha só, olha só. – Ah, vai se fazer de bobo e dizer que não sabe que a gente, mulher, conta essas coisas umas pras outras.
– Bom, pra falar a verdade, lembro que a Inês me contava umas coisas suas, Carolina. Ela me contou como o Federico, o namorado que você tinha na época, te comeu no estacionamento de um shopping e depois foram descobertos pelos seguranças porque você começou a gritar que nem uma louca.
Dessa vez quem ficou vermelha foi ela, mas na hora disse, sorrindo:
– O que acontece é que uma das minhas fantasias era transar num lugar público, sentindo o perigo de ser descoberta…
E depois de uma pausa rápida, me perguntou, com malícia:
– E as suas fantasias, quais são?
Naquele momento, decidi me jogar de vez e inventei uma resposta que com certeza era mentira, mas que ajudaria nos meus planos:
– Minha maior fantasia na faculdade foi fazer um menage com você e com a Inês…
Achei que na hora ela fosse me dar um tapa, mas a resposta dela foi um olhar sugestivo, e depois disse, com uma voz sedutora:
– A verdade é que não sei se a gente pode contar com a Inês pra realizar isso, mas se você se contentar comigo, pussy, acho que podemos passar um momento inesquecível. Não pense que não percebi as olhadas que você tem me dado ultimamente.
Minha resposta foi que cinco minutos depois eu já tinha pago a conta e a gente tava no meu carro, indo pra um motel bem exótico – e caro – da cidade. com pretensões de ser um cenário das Mil e Uma Noites. O lugar era perto, então em pouco tempo a gente já tava se beijando feito loucos num quarto decorado com temas orientais, uma cama redonda, um espelho no teto e uma espécie de cavalete pra testar umas posições doidas.Penetrando o cu quente da CaroAssim que demos o primeiro beijo, comecei a explorar toda a anatomia dela, ainda por cima da roupa, e o primeiro toque das minhas mãos naquela bunda preciosa foi incrível. Era melhor do que eu podia ter sonhado, e ainda tinha muita coisa pela frente. Com frenesi, tirei a camisa dela e comecei a acariciar os peitos por cima do sutiã. Eram pequenos, como eu esperava, mas os bicos eram bem grandinhos e estavam duros e bem empinados.
De repente, ela pediu pra pararmos, e eu aceitei de má vontade depois que ela prometeu que o que viria ia me agradar pra caralho. Ela mandou eu tirar a roupa, ficar só de cueca e deitar na cama. Obedeci. De repente, ela ligou o som do quarto e colocou uma música suave. Ainda estava de sutiã e calça. Já tinha tirado as sandálias e soltado o cabelo.
No ritmo da música, começou uma dança bem provocante, rebolando a cintura igual a uma gata no cio. Tava na cara que ia fazer um strip-tease. Meu pau tava quase explodindo. Primeiro, ela tirou o sutiã e os peitos ficaram livres. E aí, sabendo que aquilo ia me matar, virou de costas pra mim e começou a descer a calça.analDiante dos meus olhos atônitos, ficou exposta a bunda maravilhosa dela, sem imperfeições, com nádegas firmes de pele morena que pediam para ser tocadas, chupadas e aproveitadas. O fio dental branco que ela usava se enterrava deliciosamente na rachadura. As pernas também eram espetaculares, lindamente torneadas. Lentamente, ela tirou a calcinha e ficou à minha vista a bucetinha dela, completamente depilada, e depois se aproximou de mim e montou na cama. Eu estava no paraíso diante de uma visão tão apetitosa.

Com atitude decidida, Carolina me tirou a roupa de baixo e começou a me punhetar devagar, fazendo uma quantidade generosa de líquido pré-seminal sair do meu pau. Depois, enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de cinema. Lamber, chupar, enfiar o pau até a garganta. Não tinha nada que ela não soubesse fazer com aquela boquinha maravilhosa. De repente, pedi para trocarmos de posição e fazermos um 69.gostosas de rabaoEnquanto ela continuava me chupando o pau divinamente, eu comecei a passar minha língua pela buceta depilada dela. O cheiro da xereca era incrível, exalava um aroma especial que lembrava pêssego, e os sucos eram doces. Comecei a chupar o clitóris dela com frenesi e a meter a língua na sua fenda. Gozamos juntos, ela soltando uns gritos bem altos enquanto eu jorrava três jatos de porra na boca dela, que ela engoliu tudinho.gostosasEnquanto nos recuperávamos, ficamos nos abraçando, nos beijando e explorando nossos corpos com uma impaciência ardente. Quando consegui que ele subisse de novo (o que não foi difícil), fui pegar as camisinhas, porque não ia perder mais tempo sem comer ela. Ela disse que não precisava, que tomava pílula e queria fazer no pelo. Sem pensar duas vezes, obedeci, abri as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e enfiei meus 19 centímetros de carne até o fundo da buceta dela.universitariasEla gritou de prazer. Comecei a bombar ela devagar, com penetrações profundas. Depois comecei a meter bem forte e ela gemia, soltava gritos e dizia, enquanto cravava as unhas nas minhas costas:
– Sim, siiiiiim, pussy papi, arrebenta minha buceta!

Eu aumentei o ritmo e estava claro que Carolina estava prestes a gozar, porque da pussy dela jorravam jatos de líquido quente. O orgasmo dela foi monstruoso e barulhento. As pernas tremiam de tanto que ela estava gostando.

Eu estava com o pau duro como um ferro incandescente, mas ainda não queria gozar. Tinha um manjar que eu esperava saborear antes do fim da noite: o cu dela. O problema é que, pelo que eu sabia, Carolina era resistente a praticar sexo anal. Pelo menos, durante os anos de faculdade, ela ficou horrorizada quando a Inês contou que eu comia ela pelo cu.

A oportunidade de pedir pra ela me dar o cuzinho apareceu logo depois que eu tirei meu pau da buceta dela. Ela disse com tesão:
– Papi, que foda gostosa. Em compensação, tô disposta a fazer o que você quiser.

Eu não esperei pra responder:
– Então, mami, adoraria meter nesse cu deusa que você tem!

Ela hesitou uns momentos, mas acho que estava tão excitada que topou. Só que me avisou que era a primeira vez dela por ali, então eu tinha que ser delicado.

Perguntei se ela tinha algum creme na bolsa e ela disse que tinha um pote de hidratante. Falei que servia. Pra dar mais tesão na parada, levantei ela da cama e coloquei na frente do cavalete, apoiando o tronco e deixando em pé e à mostra as bundas lindas dela.

A primeira coisa que fiz foi chupar um pouco o buraquinho do cu dela. Isso deu um puta prazer nela, o que facilitou meus primeiros tries de dilatação, enfiando um e depois dois dedos no ânus. Quando já consegui deixar bem aberto, passei um pouco de creme no meu cock e coloquei a cabeça na entrada do cu dela. Ela estava um pouco nervosa, mas também muito tesuda.reencontrosComecei a enfiar milímetro por milímetro, sentindo a resistência dela ceder. Pouco tempo depois, já tinha tudo lá dentro. Carolina soltou um berro, mistura de dor e prazer. A visão daquele cuzão à mercê do meu pau era fenomenal.Penetrando o cu quente da CaroDepois de deixar ela se acostumar um pouco com aquele pedaço de carne enfiado no cu dela, comecei o vai e vem, primeiro devagar e depois mais rápido. Carolina estava com os olhos virados e a respiração ofegante, mas não pedia pra eu tirar, então continuei firme, castigando com meu pau o cu dela, que até então era virgem.
De repente, ela começou a gritar: «Arrebenta meu cu, filho da puta! Arrebenta, arrebenta!». Os desejos dela eram ordens, e eu comecei a meter com fúria.
Ela gritava cada vez mais alto, enquanto com uma das mãos eu estimulava o clitóris dela. Aquilo deixou ela a mil. Ela começou a tremer, e eu também tava perto do meu orgasmo. Não demorou muito até meu pau explodir e eu encher o cu dela de porra, enquanto ela gritava: «Porraaaaaaa, que bagulho bom!».analQuando tirei o pau do cu dela, tava cheio de um pouco de sangue. A real é que eu tinha maltratado ela um pouco, mas ela não reclamava e tinha se divertido pra caralho. Depois de nos acariciarmos um tempo e conversarmos, caímos no sono exaustos. Lá pras quatro da manhã, ela me acordou e pediu pra eu levar ela pra casa dela, onde deixei ela.
Espero que esse encontro se repita logo, porque desde então a imagem do cu da Carolina não me deixa dormir.

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