Enrique fez 20 anos e a universidade da cidade virou o paraíso pessoal dele. Alto, moreno, com um sorriso que prometia pecado e um corpo que as minas devoravam com o olhar. A gangue dele era famosa: Marco, o tatuado e forte; Diego, o moreno intenso; Raúl, o doido das brincadeiras pesadas; Carlos, o que sempre trazia maconha; e Alex, o que colocava a música perfeita. Mas nunca iam sozinhos; sempre tinha um grupo de amigas que se juntava: Nayeli, a de buceta enorme; Elisa, a de peitos gigantes; Laura, a loira atrevida; e mais umas como Sofía e Valéria, que nunca se separavam. (Sofia)
A primeira noite que marcou tudo foi numa casa enorme do bairro Centro. Luzes vermelhas, reggaeton estourando pelas paredes, cheiro de cerveja derramada, suor e perfume doce. Enrique viu Nayeli dançando na cozinha enquanto se servia de comida; as amigas dela estavam do outro lado da bancada conversando, enquanto Nayeli mexia aquela bunda enorme como se soubesse exatamente o que provocava. Ele encurralou ela contra a bancada de mármore frio, enquanto Marco e Diego observavam da porta, rindo. —Porra, Nayeli… essa buceta tá me deixando louco desde que você entrou — ele rosnou no ouvido dela, levantando a saia curta e puxando a calcinha dela de uma vez só—. Olha como ela se mexe… vou fazer você gemer tão alto que a casa inteira vai saber que eu tô te arrombando. Nayeli arqueou as costas, empurrando a bunda contra ele. —Então me arromba, filho da puta… enfia tudo e me faz gritar seu nome — ela ofegou, olhando pra ele por cima do ombro. Ele meteu de uma vez, seco e fundo. A bunda de Nayeli quicava a cada estocada brutal: pá… pá… pá. O som molhado de carne batendo em carne se misturava com a música e as risadas lá fora. Marco e Diego batiam palmas da porta. —Mais forte! Arromba minha buceta! Quero sentir você até o fundo, Enrique! — Nayeli gritava, arranhando o mármore, as pernas tremendo de tesão. (Nayeli)





Enrique puxava o cabelo comprido dela, mordia o pescoço suado e acelerava igual um bicho. Nayeli gozava gritando, apertando ele por dentro, e ele se esvaziava dentro com um rugido, deixando o esperma quente escorrer pelas coxas dela enquanto ela ainda ofegava contra a bancada. —É assim que você gosta, né? Fala que quer que eu arrebente essa bunda enorme. —Sim, filho da puta! Dá mais tapa mais forte enquanto me fode! Quero que me deixe marca! —ela ofegou, virando a cabeça pra olhar ele com olhos vidrados de tesão. Ele meteu de uma vez, fundo, sentindo a buceta quente e molhada apertar ele na hora. A bunda da Nayeli batia contra a pélvis dele a cada estocada: plaf… plaf… plaf. O som era obsceno, molhado, misturado com o reggaeton que tocava lá fora. O suor começou a escorrer pelas costas dos dois. Enrique puxou o cabelo comprido dela, mordeu o pescoço e acelerou, mas depois diminuiu de propósito pra torturar ela. —Que gostosa você tá… você tá escorrendo, Nayeli. Sente como eu te encho? Fala que ninguém te comeu tão forte que nem eu. —Ninguém… ninguém, porra! Mais rápido agora! Quero que me faça gritar! —ela implorou, empurrando pra trás, os peitos esmagados contra o mármore frio. Ele mudou o ritmo: tirou quase tudo e meteu de novo brutal, uma vez e outra. Enfiou uma mão entre as pernas dela e esfregou o clitóris enquanto comia ela. Nayeli tremia, as pernas falhavam. —Vou gozar! Não para, Enrique! Me enche toda! —ela gritou. Gozou com espasmos fortes, apertando ele por dentro, gritando o nome dele. Enrique sentiu o calor líquido em volta do pau e não aguentou mais. Se esvaziou dentro com jorros quentes e fundos, grunhindo contra o pescoço dela, mordendo o ombro enquanto o esperma escorria pelas coxas dela. Eles ficaram uns segundos grudados, ofegando. Da porta, Marco levantou a cerveja dele e gritou rindo: —Porra, Enrique, que máquina! Essa bunda quicava igual gelatina. Cê vai deixar a gente provar depois ou vai guardar só pra você? Ficou de plantão a noite toda? Diego soltou uma gargalhada e bateu a cerveja dele na de Marco: —Porra, mano, dava pra ouvir o plaf daqui. Nayeli, amanhã tu vai andar torta, hein? Saúde pro rei da cozinha! Os três riram enquanto Nayeli vestia a calcinha ainda tremendo, e Enrique arrumava a calça com um sorriso de vitorioso. Mais tarde... Raúl deu um gole longo e falou rindo: —Ei, viram como o Enrique levou a Nayeli na cozinha outro dia? A buceta dessa mina quicava que nem bola. Ainda tenho o som na cabeça: plaf, plaf, plaf. Carlos soltou uma gargalhada e levantou a cerveja: —Kkkk, sim, mano. E o Marco e o Diego lá parados que nem cachorro olhando. O Enrique é um puta animal. Quantas tu comeu esse mês, filho da puta? Umas cinco? Seis? Alex entrou na conversa, acendendo um baseado: —Mais de seis, com certeza. Mas a que me deixa doido é a Elisa… aqueles peitões gigantes. Se o Enrique não pegar ela hoje, eu vou atrás. Diego sorriu e bateu a cerveja: —Saúde pros peitos da Elisa. Se quicarem metade do que eu imagino, vai ser uma noite épica. Enrique tava bem ali ouvindo, rindo junto, quando a Elisa chegou, pegou na mão dele e arrastou ele pra um quartinho de serviço no fundo do terraço. O quarto cheirava a madeira velha e um pouco de cloro. Uma única lâmpada vermelha iluminava tudo. Ela fechou a porta, tirou o top devagar e soltou aqueles peitões enormes, pesados, brilhando de suor sob a luz vermelha. (Elisa)






—Olha bem pra elas, Enrique —disse ela com a voz rouca, apertando os peitos na cara dele, fazendo eles pularem sozinhos—. Quer me foder enquanto essas tetas pulam que nem loucas pra você? Quero que você agarre elas com força e faça quicar enquanto me arrebenta. Jogou ela no colchão velho. Cada estocada fazia as tetas pularem selvagemente, hipnóticas, batendo uma na outra. O som da carne quicando se misturava com a música que entrava pela janela entreaberta. —Porra, mãe, que tetas perfeitas! —gemeu ele, agarrando elas com as duas mãos, apertando até deixar marcas vermelhas—. Quica mais… assim… quero que batam na minha cara enquanto te encho. Elisa arqueou as costas, suando, a pele quente e escorregadia. —Isso, Enrique! Me fode mais forte! Aperta elas até doer! Quero gozar gritando enquanto você chupa elas! Mete mais fundo, filho da puta! Ele chupou, mordeu, apertou e lambeu elas enquanto metia sem piedade. Elisa gozou duas vezes seguidas, tremendo, gritando, antes dele se esvaziar dentro com um grunhido de animal. As festas continuaram sem parar e cada uma era diferente. Na balada do centro, numa noite de reggaeton pesado e luz estroboscópica, ele levou Laura pro banheiro enquanto o grupo esperava lá fora. Fodeu ela contra a porta, com a música estralando, enquanto ela gemia: “Mais rápido, filho da puta! Quero que me encha antes de sermos descobertos!”. Na praia de Cancún, num fim de semana doido, o grupo inteiro fez uma fogueira. Enrique acabou com Nayeli e Sofia ao mesmo tempo numa canga na areia: uma montava ele enquanto a outra beijava o pescoço dele e dizia “Olha como sua amiga te olha… quer que eu chupe enquanto ela te cavalga?”. O som das ondas se misturava com os gemidos delas. Outra noite, num motel barato depois de um porre, ele comeu Valeria e Elisa juntas: as duas de joelhos, se revezando pra chupar ele enquanto se beijavam entre si e sussurravam “Qual de nós você gosta mais?”. apertadinha?". Assim se passaram três anos de pura adrenalina, sexo sem culpa e risadas sem fim. Mulheres e amigas iam e vinham, mas o desejo sempre estava ali. Num verão, chegou a viagem em família para o rancho do tio. O ar era quente e seco, cheirava a terra recém-revolvida, a capim seco e a fumaça de lenha. O tio — um homem grande, de bigode grosso, divorciado e com fama de mulherengo — recebeu todo mundo com abraços fortes e gargalhadas. A família se reuniu em volta da mesa comprida de madeira debaixo de um telhado de zinco. O sol se punha alaranjado, tingindo tudo de fogo. A carne assada começou no fim da tarde. A fumaça grossa da churrasqueira subia, misturada com o cheiro de tortilhas quentes, molho apimentado, cerveja gelada e suor da pele. As brasas crepitavam, os grilos cantavam e o vento trazia o aroma das árvores próximas. Todo mundo ria, conversava e bebia. Mas o tio não conseguia disfarçar. O olhar dele se fixava na irmã do Enrique, que ajudava na cozinha aberta. Ela tinha uns peitões grandes, pesados, e cada vez que se inclinava para mexer o molho ou cortar cebola, aquelas tetas balançavam debaixo da blusa leve e suada. O tio se aproximou "pra ajudar", roçando a cintura dela com a mão grande e calejada. (Alexandra, irmã do Enrique)






—Que molho gostoso você tá fazendo, sobrinha… —disse com a voz baixa e rouca, se aproximando mais um pouco, deixando o peito roçar nas costas dela—. Adoro como tudo se mexe quando você cozinha. Essas tetas… porra, tão me deixando louco. Olha como elas balançam cada vez que você mexe a panela. Ela corou, mas não se afastou. Em vez disso, virou um pouco a cabeça e respondeu baixinho, provocante: —Tio… não seja tão sem vergonha. A família tá aqui. Mas… se você gosta tanto delas, por que não me ajuda a “mexer” em outra coisa mais tarde? O tio soltou uma risada grossa e se aproximou ainda mais, o hálito quente no pescoço dela, cheirando a cerveja e tabaco. —Porque se eu te ajudar agora, não vou conseguir parar. Imagina minhas mãos nessas tetas grandes enquanto te como em cima dessa mesma mesa… você ia gostar, hein? Sempre gostei de peitos grandes e pesados como os seus. Dá vontade de chupar eles até você gemer. A irmã sentiu um arrepio e apertou as pernas. O suor escorria entre os peitos dela. Continuou mexendo o molho, mas a voz saiu mais rouca: —Você é um safado… mas gosto do jeito que você me olha. Se a família não tivesse aqui, eu deixava você fazer tudo o que quiser com eles. O tio colocou a mão na cintura dela, apertando de leve, e baixou ainda mais a voz: —Hoje à noite, quando todo mundo dormir, vou no seu quarto. Vou tirar essa blusa suada e chupar essas tetas até você me implorar. Você vai deixar, sobrinha? Me diz que sim. Ela mordeu o lábio inferior e sussurrou: —Sim, tio… vem. Mas não faz barulho. Durante o jantar inteiro, a provocação continuou: o tio servia cerveja pra ela roçando o braço, sussurrava piadas safadas no ouvido dela (“Se esse molho é tão gostoso, imagina como é sua buceta”), olhava pro decote dela sem vergonha enquanto o suor brilhava entre os peitos. O calor do fogo, o cheiro de carne queimando, o gosto apimentado na língua e a tensão sexual no ar faziam o jantar parecer elétrico e proibido. Quando todo mundo foi dormir, o tio entrou de mansinho no quarto da irmã. Trancou a porta e acordou ela tapando a boca com a mão grande. —Shhh… não faz barulho, sobrinha —sussurrou rouco de desejo—. Passei a noite toda imaginando isso. Arrancou a blusa suada dela de um puxão. O cheiro de suor feminino e perfume barato encheu o quarto. Agarrou os peitos grandes dela com as duas mãos, apertando, sentindo o peso quente e macio. —Porra… que peitão gostoso. Tão pesados, tão macios… sempre sonhei em chupar eles assim. Meteu um por um na boca, chupando forte, lambendo os bicos duros e suados enquanto ela arqueava as costas e gemia contra a mão dele. O som molhado da língua na pele se misturava com os grilos lá fora. —Mais… chupa mais forte, tio —implorou ela baixinho, a voz trêmula. Ele jogou ela na cama, abriu as pernas dela e baixou a cabeça. O cheiro de tesão feminino era forte e doce. Lambeu a buceta devagar, fundo, saboreando cada gota de umidade. —Tá toda molhada… que gostosa você é —rosnou contra a pele dela—. Vou te foder até não aguentar mais andar. Subiu em cima, baixou a calça e meteu de uma vez, devagar mas fundo. A sensação era quente, apertada, escorregadia. Começou a se mexer devagar, saboreando cada centímetro. —Sente como eu te encho, sobrinha… todo meu pau dentro de você. Tá gostando? —Tô, sim, tio! Mais fundo! Me fode mais forte! —gemeu ela, cravando as unhas nas costas dele. Ele acelerou, socando forte. O som de carne batendo em carne (ploc… ploc… ploc) enchia o quarto. O suor dos dois se misturava, escorrendo nos lençóis. O cheiro de sexo, de cerveja e de carne assada ainda grudada na pele era forte. Agarrou os peitos dela enquanto chupava e mordia, deixando marcas vermelhas. —Esses peitos são meus hoje à noite… olha como eles quicam enquanto eu arrebento sua buceta —rosnou ele, ofegante. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele por dentro com um gemido abafado. Ele continuou fodendo sem parar, mais rápido, mais brutal, até que Sentiu que explodia. —Vou te encher… toma todo meu sêmen, sobrinha —rosnou baixinho. Gozou dentro com jorros quentes e profundos, grunhindo contra o pescoço dela enquanto o corpo tremia. Ficou por cima dela um tempão, ofegante, ainda dentro, sentindo o sêmen quente escorrendo devagar entre as coxas dela. No dia seguinte… Acordou devagar, como se o corpo pesasse mais que o normal. A primeira mudança que sentiu foi o cabelo: algo longo e sedoso caía sobre os ombros e roçava no rosto. Franzindo a testa, ainda meio sonolento, levantou uma mão para afastá-lo. A mão… era menor, mais delicada, com unhas mais compridas. O coração disparou. Sentou-se na cama. O lençol escorregou e sentiu um peso estranho no peito. Olhou para baixo e ficou paralisado. Dois peitos grandes, redondos, pesados, perfeitos. A pele macia e levemente bronzeada, os mamilos escuros e já endurecidos pelo atrito do lençol. Eram enormes, muito maiores que os da irmã. Balançavam a cada respiração, pesados, macios, hipnóticos. Enrique (ou o que restava dele) tocou-os com dedos trêmulos. O contato foi elétrico: um calor doce e profundo percorreu o corpo inteiro. Os mamilos endureceram ainda mais sob as pontas dos dedos, mandando descargas diretas entre as pernas. (Sandra/Enrique)






— Que… porra… —sussurrou, e a voz que saiu não era a dele. Era mais aguda, mais suave, feminina. Rouca de surpresa. Pulou de uma vez. As tetas balançaram com o movimento, pesadas, puxando ele pra frente. Correu pro espelho do banheiro. A imagem que viu deixou ele sem fôlego. Cabelo preto comprido, brilhante, caindo em ondas até o meio das costas. Rosto mais delicado: maçãs do rosto altas, lábios carnudos, olhos grandes e expressivos. Pescoço fino. Ombros estreitos. Cintura marcada. Quadris largos. Pernas longas e torneadas. E embaixo… nada. Só um monte suave, uns lábios inchados e rosados, e um clitóris que já começava a pulsar. Se tocou entre as pernas. Os dedos deslizaram sobre uma umidade quente e escorregadia que nunca tinha sentido. O clitóris era sensível, inchado, e só roçar nele arrancou um gemido involuntário. Os joelhos fraquejaram. Se apoiou na pia enquanto se explorava mais fundo: enfiou um dedo, depois dois, sentindo as paredes quentes e apertadas que se contraíam em volta dos dedos. O prazer era diferente, mais profundo, mais envolvente. As tetas balançavam a cada movimento da mão. O suor começou a escorrer entre os peitos. — Isso… não pode ser real — ofegou, mas o corpo não mentia. Tava molhada, excitada, tremendo. Beliscou um mamilo com a outra mão e um raio de prazer desceu direto pro ventre. Gozou em pé, contra a pia, com um gemido longo e feminino que surpreendeu ela mesma. As pernas tremeram, a buceta se contraiu em volta dos dedos e um jatinho quente escorreu pela coxa. Ficou se olhando no espelho por minutos eternos: respirando ofegante, tetas subindo e descendo, cara corada, lábios entreabertos. O medo e a confusão se misturavam com uma excitação brutal, nova, viciante. Já não era mais Enrique. Era ela. E o corpo pedia mais.

A primeira noite que marcou tudo foi numa casa enorme do bairro Centro. Luzes vermelhas, reggaeton estourando pelas paredes, cheiro de cerveja derramada, suor e perfume doce. Enrique viu Nayeli dançando na cozinha enquanto se servia de comida; as amigas dela estavam do outro lado da bancada conversando, enquanto Nayeli mexia aquela bunda enorme como se soubesse exatamente o que provocava. Ele encurralou ela contra a bancada de mármore frio, enquanto Marco e Diego observavam da porta, rindo. —Porra, Nayeli… essa buceta tá me deixando louco desde que você entrou — ele rosnou no ouvido dela, levantando a saia curta e puxando a calcinha dela de uma vez só—. Olha como ela se mexe… vou fazer você gemer tão alto que a casa inteira vai saber que eu tô te arrombando. Nayeli arqueou as costas, empurrando a bunda contra ele. —Então me arromba, filho da puta… enfia tudo e me faz gritar seu nome — ela ofegou, olhando pra ele por cima do ombro. Ele meteu de uma vez, seco e fundo. A bunda de Nayeli quicava a cada estocada brutal: pá… pá… pá. O som molhado de carne batendo em carne se misturava com a música e as risadas lá fora. Marco e Diego batiam palmas da porta. —Mais forte! Arromba minha buceta! Quero sentir você até o fundo, Enrique! — Nayeli gritava, arranhando o mármore, as pernas tremendo de tesão. (Nayeli)





Enrique puxava o cabelo comprido dela, mordia o pescoço suado e acelerava igual um bicho. Nayeli gozava gritando, apertando ele por dentro, e ele se esvaziava dentro com um rugido, deixando o esperma quente escorrer pelas coxas dela enquanto ela ainda ofegava contra a bancada. —É assim que você gosta, né? Fala que quer que eu arrebente essa bunda enorme. —Sim, filho da puta! Dá mais tapa mais forte enquanto me fode! Quero que me deixe marca! —ela ofegou, virando a cabeça pra olhar ele com olhos vidrados de tesão. Ele meteu de uma vez, fundo, sentindo a buceta quente e molhada apertar ele na hora. A bunda da Nayeli batia contra a pélvis dele a cada estocada: plaf… plaf… plaf. O som era obsceno, molhado, misturado com o reggaeton que tocava lá fora. O suor começou a escorrer pelas costas dos dois. Enrique puxou o cabelo comprido dela, mordeu o pescoço e acelerou, mas depois diminuiu de propósito pra torturar ela. —Que gostosa você tá… você tá escorrendo, Nayeli. Sente como eu te encho? Fala que ninguém te comeu tão forte que nem eu. —Ninguém… ninguém, porra! Mais rápido agora! Quero que me faça gritar! —ela implorou, empurrando pra trás, os peitos esmagados contra o mármore frio. Ele mudou o ritmo: tirou quase tudo e meteu de novo brutal, uma vez e outra. Enfiou uma mão entre as pernas dela e esfregou o clitóris enquanto comia ela. Nayeli tremia, as pernas falhavam. —Vou gozar! Não para, Enrique! Me enche toda! —ela gritou. Gozou com espasmos fortes, apertando ele por dentro, gritando o nome dele. Enrique sentiu o calor líquido em volta do pau e não aguentou mais. Se esvaziou dentro com jorros quentes e fundos, grunhindo contra o pescoço dela, mordendo o ombro enquanto o esperma escorria pelas coxas dela. Eles ficaram uns segundos grudados, ofegando. Da porta, Marco levantou a cerveja dele e gritou rindo: —Porra, Enrique, que máquina! Essa bunda quicava igual gelatina. Cê vai deixar a gente provar depois ou vai guardar só pra você? Ficou de plantão a noite toda? Diego soltou uma gargalhada e bateu a cerveja dele na de Marco: —Porra, mano, dava pra ouvir o plaf daqui. Nayeli, amanhã tu vai andar torta, hein? Saúde pro rei da cozinha! Os três riram enquanto Nayeli vestia a calcinha ainda tremendo, e Enrique arrumava a calça com um sorriso de vitorioso. Mais tarde... Raúl deu um gole longo e falou rindo: —Ei, viram como o Enrique levou a Nayeli na cozinha outro dia? A buceta dessa mina quicava que nem bola. Ainda tenho o som na cabeça: plaf, plaf, plaf. Carlos soltou uma gargalhada e levantou a cerveja: —Kkkk, sim, mano. E o Marco e o Diego lá parados que nem cachorro olhando. O Enrique é um puta animal. Quantas tu comeu esse mês, filho da puta? Umas cinco? Seis? Alex entrou na conversa, acendendo um baseado: —Mais de seis, com certeza. Mas a que me deixa doido é a Elisa… aqueles peitões gigantes. Se o Enrique não pegar ela hoje, eu vou atrás. Diego sorriu e bateu a cerveja: —Saúde pros peitos da Elisa. Se quicarem metade do que eu imagino, vai ser uma noite épica. Enrique tava bem ali ouvindo, rindo junto, quando a Elisa chegou, pegou na mão dele e arrastou ele pra um quartinho de serviço no fundo do terraço. O quarto cheirava a madeira velha e um pouco de cloro. Uma única lâmpada vermelha iluminava tudo. Ela fechou a porta, tirou o top devagar e soltou aqueles peitões enormes, pesados, brilhando de suor sob a luz vermelha. (Elisa)






—Olha bem pra elas, Enrique —disse ela com a voz rouca, apertando os peitos na cara dele, fazendo eles pularem sozinhos—. Quer me foder enquanto essas tetas pulam que nem loucas pra você? Quero que você agarre elas com força e faça quicar enquanto me arrebenta. Jogou ela no colchão velho. Cada estocada fazia as tetas pularem selvagemente, hipnóticas, batendo uma na outra. O som da carne quicando se misturava com a música que entrava pela janela entreaberta. —Porra, mãe, que tetas perfeitas! —gemeu ele, agarrando elas com as duas mãos, apertando até deixar marcas vermelhas—. Quica mais… assim… quero que batam na minha cara enquanto te encho. Elisa arqueou as costas, suando, a pele quente e escorregadia. —Isso, Enrique! Me fode mais forte! Aperta elas até doer! Quero gozar gritando enquanto você chupa elas! Mete mais fundo, filho da puta! Ele chupou, mordeu, apertou e lambeu elas enquanto metia sem piedade. Elisa gozou duas vezes seguidas, tremendo, gritando, antes dele se esvaziar dentro com um grunhido de animal. As festas continuaram sem parar e cada uma era diferente. Na balada do centro, numa noite de reggaeton pesado e luz estroboscópica, ele levou Laura pro banheiro enquanto o grupo esperava lá fora. Fodeu ela contra a porta, com a música estralando, enquanto ela gemia: “Mais rápido, filho da puta! Quero que me encha antes de sermos descobertos!”. Na praia de Cancún, num fim de semana doido, o grupo inteiro fez uma fogueira. Enrique acabou com Nayeli e Sofia ao mesmo tempo numa canga na areia: uma montava ele enquanto a outra beijava o pescoço dele e dizia “Olha como sua amiga te olha… quer que eu chupe enquanto ela te cavalga?”. O som das ondas se misturava com os gemidos delas. Outra noite, num motel barato depois de um porre, ele comeu Valeria e Elisa juntas: as duas de joelhos, se revezando pra chupar ele enquanto se beijavam entre si e sussurravam “Qual de nós você gosta mais?”. apertadinha?". Assim se passaram três anos de pura adrenalina, sexo sem culpa e risadas sem fim. Mulheres e amigas iam e vinham, mas o desejo sempre estava ali. Num verão, chegou a viagem em família para o rancho do tio. O ar era quente e seco, cheirava a terra recém-revolvida, a capim seco e a fumaça de lenha. O tio — um homem grande, de bigode grosso, divorciado e com fama de mulherengo — recebeu todo mundo com abraços fortes e gargalhadas. A família se reuniu em volta da mesa comprida de madeira debaixo de um telhado de zinco. O sol se punha alaranjado, tingindo tudo de fogo. A carne assada começou no fim da tarde. A fumaça grossa da churrasqueira subia, misturada com o cheiro de tortilhas quentes, molho apimentado, cerveja gelada e suor da pele. As brasas crepitavam, os grilos cantavam e o vento trazia o aroma das árvores próximas. Todo mundo ria, conversava e bebia. Mas o tio não conseguia disfarçar. O olhar dele se fixava na irmã do Enrique, que ajudava na cozinha aberta. Ela tinha uns peitões grandes, pesados, e cada vez que se inclinava para mexer o molho ou cortar cebola, aquelas tetas balançavam debaixo da blusa leve e suada. O tio se aproximou "pra ajudar", roçando a cintura dela com a mão grande e calejada. (Alexandra, irmã do Enrique)






—Que molho gostoso você tá fazendo, sobrinha… —disse com a voz baixa e rouca, se aproximando mais um pouco, deixando o peito roçar nas costas dela—. Adoro como tudo se mexe quando você cozinha. Essas tetas… porra, tão me deixando louco. Olha como elas balançam cada vez que você mexe a panela. Ela corou, mas não se afastou. Em vez disso, virou um pouco a cabeça e respondeu baixinho, provocante: —Tio… não seja tão sem vergonha. A família tá aqui. Mas… se você gosta tanto delas, por que não me ajuda a “mexer” em outra coisa mais tarde? O tio soltou uma risada grossa e se aproximou ainda mais, o hálito quente no pescoço dela, cheirando a cerveja e tabaco. —Porque se eu te ajudar agora, não vou conseguir parar. Imagina minhas mãos nessas tetas grandes enquanto te como em cima dessa mesma mesa… você ia gostar, hein? Sempre gostei de peitos grandes e pesados como os seus. Dá vontade de chupar eles até você gemer. A irmã sentiu um arrepio e apertou as pernas. O suor escorria entre os peitos dela. Continuou mexendo o molho, mas a voz saiu mais rouca: —Você é um safado… mas gosto do jeito que você me olha. Se a família não tivesse aqui, eu deixava você fazer tudo o que quiser com eles. O tio colocou a mão na cintura dela, apertando de leve, e baixou ainda mais a voz: —Hoje à noite, quando todo mundo dormir, vou no seu quarto. Vou tirar essa blusa suada e chupar essas tetas até você me implorar. Você vai deixar, sobrinha? Me diz que sim. Ela mordeu o lábio inferior e sussurrou: —Sim, tio… vem. Mas não faz barulho. Durante o jantar inteiro, a provocação continuou: o tio servia cerveja pra ela roçando o braço, sussurrava piadas safadas no ouvido dela (“Se esse molho é tão gostoso, imagina como é sua buceta”), olhava pro decote dela sem vergonha enquanto o suor brilhava entre os peitos. O calor do fogo, o cheiro de carne queimando, o gosto apimentado na língua e a tensão sexual no ar faziam o jantar parecer elétrico e proibido. Quando todo mundo foi dormir, o tio entrou de mansinho no quarto da irmã. Trancou a porta e acordou ela tapando a boca com a mão grande. —Shhh… não faz barulho, sobrinha —sussurrou rouco de desejo—. Passei a noite toda imaginando isso. Arrancou a blusa suada dela de um puxão. O cheiro de suor feminino e perfume barato encheu o quarto. Agarrou os peitos grandes dela com as duas mãos, apertando, sentindo o peso quente e macio. —Porra… que peitão gostoso. Tão pesados, tão macios… sempre sonhei em chupar eles assim. Meteu um por um na boca, chupando forte, lambendo os bicos duros e suados enquanto ela arqueava as costas e gemia contra a mão dele. O som molhado da língua na pele se misturava com os grilos lá fora. —Mais… chupa mais forte, tio —implorou ela baixinho, a voz trêmula. Ele jogou ela na cama, abriu as pernas dela e baixou a cabeça. O cheiro de tesão feminino era forte e doce. Lambeu a buceta devagar, fundo, saboreando cada gota de umidade. —Tá toda molhada… que gostosa você é —rosnou contra a pele dela—. Vou te foder até não aguentar mais andar. Subiu em cima, baixou a calça e meteu de uma vez, devagar mas fundo. A sensação era quente, apertada, escorregadia. Começou a se mexer devagar, saboreando cada centímetro. —Sente como eu te encho, sobrinha… todo meu pau dentro de você. Tá gostando? —Tô, sim, tio! Mais fundo! Me fode mais forte! —gemeu ela, cravando as unhas nas costas dele. Ele acelerou, socando forte. O som de carne batendo em carne (ploc… ploc… ploc) enchia o quarto. O suor dos dois se misturava, escorrendo nos lençóis. O cheiro de sexo, de cerveja e de carne assada ainda grudada na pele era forte. Agarrou os peitos dela enquanto chupava e mordia, deixando marcas vermelhas. —Esses peitos são meus hoje à noite… olha como eles quicam enquanto eu arrebento sua buceta —rosnou ele, ofegante. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele por dentro com um gemido abafado. Ele continuou fodendo sem parar, mais rápido, mais brutal, até que Sentiu que explodia. —Vou te encher… toma todo meu sêmen, sobrinha —rosnou baixinho. Gozou dentro com jorros quentes e profundos, grunhindo contra o pescoço dela enquanto o corpo tremia. Ficou por cima dela um tempão, ofegante, ainda dentro, sentindo o sêmen quente escorrendo devagar entre as coxas dela. No dia seguinte… Acordou devagar, como se o corpo pesasse mais que o normal. A primeira mudança que sentiu foi o cabelo: algo longo e sedoso caía sobre os ombros e roçava no rosto. Franzindo a testa, ainda meio sonolento, levantou uma mão para afastá-lo. A mão… era menor, mais delicada, com unhas mais compridas. O coração disparou. Sentou-se na cama. O lençol escorregou e sentiu um peso estranho no peito. Olhou para baixo e ficou paralisado. Dois peitos grandes, redondos, pesados, perfeitos. A pele macia e levemente bronzeada, os mamilos escuros e já endurecidos pelo atrito do lençol. Eram enormes, muito maiores que os da irmã. Balançavam a cada respiração, pesados, macios, hipnóticos. Enrique (ou o que restava dele) tocou-os com dedos trêmulos. O contato foi elétrico: um calor doce e profundo percorreu o corpo inteiro. Os mamilos endureceram ainda mais sob as pontas dos dedos, mandando descargas diretas entre as pernas. (Sandra/Enrique)






— Que… porra… —sussurrou, e a voz que saiu não era a dele. Era mais aguda, mais suave, feminina. Rouca de surpresa. Pulou de uma vez. As tetas balançaram com o movimento, pesadas, puxando ele pra frente. Correu pro espelho do banheiro. A imagem que viu deixou ele sem fôlego. Cabelo preto comprido, brilhante, caindo em ondas até o meio das costas. Rosto mais delicado: maçãs do rosto altas, lábios carnudos, olhos grandes e expressivos. Pescoço fino. Ombros estreitos. Cintura marcada. Quadris largos. Pernas longas e torneadas. E embaixo… nada. Só um monte suave, uns lábios inchados e rosados, e um clitóris que já começava a pulsar. Se tocou entre as pernas. Os dedos deslizaram sobre uma umidade quente e escorregadia que nunca tinha sentido. O clitóris era sensível, inchado, e só roçar nele arrancou um gemido involuntário. Os joelhos fraquejaram. Se apoiou na pia enquanto se explorava mais fundo: enfiou um dedo, depois dois, sentindo as paredes quentes e apertadas que se contraíam em volta dos dedos. O prazer era diferente, mais profundo, mais envolvente. As tetas balançavam a cada movimento da mão. O suor começou a escorrer entre os peitos. — Isso… não pode ser real — ofegou, mas o corpo não mentia. Tava molhada, excitada, tremendo. Beliscou um mamilo com a outra mão e um raio de prazer desceu direto pro ventre. Gozou em pé, contra a pia, com um gemido longo e feminino que surpreendeu ela mesma. As pernas tremeram, a buceta se contraiu em volta dos dedos e um jatinho quente escorreu pela coxa. Ficou se olhando no espelho por minutos eternos: respirando ofegante, tetas subindo e descendo, cara corada, lábios entreabertos. O medo e a confusão se misturavam com uma excitação brutal, nova, viciante. Já não era mais Enrique. Era ela. E o corpo pedia mais.
1 comentários - Sandra a putinha 🍑🍒 parte 1