Enrique fez 20 anos e a universidade da cidade virou o paraĂso pessoal dele. Alto, moreno, com um sorriso que prometia pecado e um corpo que as minas devoravam com o olhar. A gangue dele era famosa: Marco, o tatuado e forte; Diego, o moreno intenso; RaĂşl, o doido das brincadeiras pesadas; Carlos, o que sempre trazia maconha; e Alex, o que colocava a mĂşsica perfeita. Mas nunca iam sozinhos; sempre tinha um grupo de amigas que se juntava: Nayeli, a de buceta enorme; Elisa, a de peitos gigantes; Laura, a loira atrevida; e mais umas como SofĂa e ValĂ©ria, que nunca se separavam. (Sofia)
A primeira noite que marcou tudo foi numa casa enorme do bairro Centro. Luzes vermelhas, reggaeton estourando pelas paredes, cheiro de cerveja derramada, suor e perfume doce. Enrique viu Nayeli dançando na cozinha enquanto se servia de comida; as amigas dela estavam do outro lado da bancada conversando, enquanto Nayeli mexia aquela bunda enorme como se soubesse exatamente o que provocava. Ele encurralou ela contra a bancada de mármore frio, enquanto Marco e Diego observavam da porta, rindo. —Porra, Nayeli… essa buceta tá me deixando louco desde que você entrou — ele rosnou no ouvido dela, levantando a saia curta e puxando a calcinha dela de uma vez só—. Olha como ela se mexe… vou fazer você gemer tão alto que a casa inteira vai saber que eu tô te arrombando. Nayeli arqueou as costas, empurrando a bunda contra ele. —Então me arromba, filho da puta… enfia tudo e me faz gritar seu nome — ela ofegou, olhando pra ele por cima do ombro. Ele meteu de uma vez, seco e fundo. A bunda de Nayeli quicava a cada estocada brutal: pá… pá… pá. O som molhado de carne batendo em carne se misturava com a música e as risadas lá fora. Marco e Diego batiam palmas da porta. —Mais forte! Arromba minha buceta! Quero sentir você até o fundo, Enrique! — Nayeli gritava, arranhando o mármore, as pernas tremendo de tesão. (Nayeli)





Enrique puxava o cabelo comprido dela, mordia o pescoço suado e acelerava igual um bicho. Nayeli gozava gritando, apertando ele por dentro, e ele se esvaziava dentro com um rugido, deixando o esperma quente escorrer pelas coxas dela enquanto ela ainda ofegava contra a bancada. —É assim que vocĂŞ gosta, nĂ©? Fala que quer que eu arrebente essa bunda enorme. —Sim, filho da puta! Dá mais tapa mais forte enquanto me fode! Quero que me deixe marca! —ela ofegou, virando a cabeça pra olhar ele com olhos vidrados de tesĂŁo. Ele meteu de uma vez, fundo, sentindo a buceta quente e molhada apertar ele na hora. A bunda da Nayeli batia contra a pĂ©lvis dele a cada estocada: plaf… plaf… plaf. O som era obsceno, molhado, misturado com o reggaeton que tocava lá fora. O suor começou a escorrer pelas costas dos dois. Enrique puxou o cabelo comprido dela, mordeu o pescoço e acelerou, mas depois diminuiu de propĂłsito pra torturar ela. —Que gostosa vocĂŞ tá… vocĂŞ tá escorrendo, Nayeli. Sente como eu te encho? Fala que ninguĂ©m te comeu tĂŁo forte que nem eu. —NinguĂ©m… ninguĂ©m, porra! Mais rápido agora! Quero que me faça gritar! —ela implorou, empurrando pra trás, os peitos esmagados contra o mármore frio. Ele mudou o ritmo: tirou quase tudo e meteu de novo brutal, uma vez e outra. Enfiou uma mĂŁo entre as pernas dela e esfregou o clitĂłris enquanto comia ela. Nayeli tremia, as pernas falhavam. —Vou gozar! NĂŁo para, Enrique! Me enche toda! —ela gritou. Gozou com espasmos fortes, apertando ele por dentro, gritando o nome dele. Enrique sentiu o calor lĂquido em volta do pau e nĂŁo aguentou mais. Se esvaziou dentro com jorros quentes e fundos, grunhindo contra o pescoço dela, mordendo o ombro enquanto o esperma escorria pelas coxas dela. Eles ficaram uns segundos grudados, ofegando. Da porta, Marco levantou a cerveja dele e gritou rindo: —Porra, Enrique, que máquina! Essa bunda quicava igual gelatina. CĂŞ vai deixar a gente provar depois ou vai guardar sĂł pra vocĂŞ? Ficou de plantĂŁo a noite toda? Diego soltou uma gargalhada e bateu a cerveja dele na de Marco: —Porra, mano, dava pra ouvir o plaf daqui. Nayeli, amanhĂŁ tu vai andar torta, hein? SaĂşde pro rei da cozinha! Os trĂŞs riram enquanto Nayeli vestia a calcinha ainda tremendo, e Enrique arrumava a calça com um sorriso de vitorioso. Mais tarde... RaĂşl deu um gole longo e falou rindo: —Ei, viram como o Enrique levou a Nayeli na cozinha outro dia? A buceta dessa mina quicava que nem bola. Ainda tenho o som na cabeça: plaf, plaf, plaf. Carlos soltou uma gargalhada e levantou a cerveja: —Kkkk, sim, mano. E o Marco e o Diego lá parados que nem cachorro olhando. O Enrique Ă© um puta animal. Quantas tu comeu esse mĂŞs, filho da puta? Umas cinco? Seis? Alex entrou na conversa, acendendo um baseado: —Mais de seis, com certeza. Mas a que me deixa doido Ă© a Elisa… aqueles peitões gigantes. Se o Enrique nĂŁo pegar ela hoje, eu vou atrás. Diego sorriu e bateu a cerveja: —SaĂşde pros peitos da Elisa. Se quicarem metade do que eu imagino, vai ser uma noite Ă©pica. Enrique tava bem ali ouvindo, rindo junto, quando a Elisa chegou, pegou na mĂŁo dele e arrastou ele pra um quartinho de serviço no fundo do terraço. O quarto cheirava a madeira velha e um pouco de cloro. Uma Ăşnica lâmpada vermelha iluminava tudo. Ela fechou a porta, tirou o top devagar e soltou aqueles peitões enormes, pesados, brilhando de suor sob a luz vermelha. (Elisa)






—Olha bem pra elas, Enrique —disse ela com a voz rouca, apertando os peitos na cara dele, fazendo eles pularem sozinhos—. Quer me foder enquanto essas tetas pulam que nem loucas pra vocĂŞ? Quero que vocĂŞ agarre elas com força e faça quicar enquanto me arrebenta. Jogou ela no colchĂŁo velho. Cada estocada fazia as tetas pularem selvagemente, hipnĂłticas, batendo uma na outra. O som da carne quicando se misturava com a mĂşsica que entrava pela janela entreaberta. —Porra, mĂŁe, que tetas perfeitas! —gemeu ele, agarrando elas com as duas mĂŁos, apertando atĂ© deixar marcas vermelhas—. Quica mais… assim… quero que batam na minha cara enquanto te encho. Elisa arqueou as costas, suando, a pele quente e escorregadia. —Isso, Enrique! Me fode mais forte! Aperta elas atĂ© doer! Quero gozar gritando enquanto vocĂŞ chupa elas! Mete mais fundo, filho da puta! Ele chupou, mordeu, apertou e lambeu elas enquanto metia sem piedade. Elisa gozou duas vezes seguidas, tremendo, gritando, antes dele se esvaziar dentro com um grunhido de animal. As festas continuaram sem parar e cada uma era diferente. Na balada do centro, numa noite de reggaeton pesado e luz estroboscĂłpica, ele levou Laura pro banheiro enquanto o grupo esperava lá fora. Fodeu ela contra a porta, com a mĂşsica estralando, enquanto ela gemia: “Mais rápido, filho da puta! Quero que me encha antes de sermos descobertos!”. Na praia de CancĂşn, num fim de semana doido, o grupo inteiro fez uma fogueira. Enrique acabou com Nayeli e Sofia ao mesmo tempo numa canga na areia: uma montava ele enquanto a outra beijava o pescoço dele e dizia “Olha como sua amiga te olha… quer que eu chupe enquanto ela te cavalga?”. O som das ondas se misturava com os gemidos delas. Outra noite, num motel barato depois de um porre, ele comeu Valeria e Elisa juntas: as duas de joelhos, se revezando pra chupar ele enquanto se beijavam entre si e sussurravam “Qual de nĂłs vocĂŞ gosta mais?”. apertadinha?". Assim se passaram trĂŞs anos de pura adrenalina, sexo sem culpa e risadas sem fim. Mulheres e amigas iam e vinham, mas o desejo sempre estava ali. Num verĂŁo, chegou a viagem em famĂlia para o rancho do tio. O ar era quente e seco, cheirava a terra recĂ©m-revolvida, a capim seco e a fumaça de lenha. O tio — um homem grande, de bigode grosso, divorciado e com fama de mulherengo — recebeu todo mundo com abraços fortes e gargalhadas. A famĂlia se reuniu em volta da mesa comprida de madeira debaixo de um telhado de zinco. O sol se punha alaranjado, tingindo tudo de fogo. A carne assada começou no fim da tarde. A fumaça grossa da churrasqueira subia, misturada com o cheiro de tortilhas quentes, molho apimentado, cerveja gelada e suor da pele. As brasas crepitavam, os grilos cantavam e o vento trazia o aroma das árvores prĂłximas. Todo mundo ria, conversava e bebia. Mas o tio nĂŁo conseguia disfarçar. O olhar dele se fixava na irmĂŁ do Enrique, que ajudava na cozinha aberta. Ela tinha uns peitões grandes, pesados, e cada vez que se inclinava para mexer o molho ou cortar cebola, aquelas tetas balançavam debaixo da blusa leve e suada. O tio se aproximou "pra ajudar", roçando a cintura dela com a mĂŁo grande e calejada. (Alexandra, irmĂŁ do Enrique)






—Que molho gostoso vocĂŞ tá fazendo, sobrinha… —disse com a voz baixa e rouca, se aproximando mais um pouco, deixando o peito roçar nas costas dela—. Adoro como tudo se mexe quando vocĂŞ cozinha. Essas tetas… porra, tĂŁo me deixando louco. Olha como elas balançam cada vez que vocĂŞ mexe a panela. Ela corou, mas nĂŁo se afastou. Em vez disso, virou um pouco a cabeça e respondeu baixinho, provocante: —Tio… nĂŁo seja tĂŁo sem vergonha. A famĂlia tá aqui. Mas… se vocĂŞ gosta tanto delas, por que nĂŁo me ajuda a “mexer” em outra coisa mais tarde? O tio soltou uma risada grossa e se aproximou ainda mais, o hálito quente no pescoço dela, cheirando a cerveja e tabaco. —Porque se eu te ajudar agora, nĂŁo vou conseguir parar. Imagina minhas mĂŁos nessas tetas grandes enquanto te como em cima dessa mesma mesa… vocĂŞ ia gostar, hein? Sempre gostei de peitos grandes e pesados como os seus. Dá vontade de chupar eles atĂ© vocĂŞ gemer. A irmĂŁ sentiu um arrepio e apertou as pernas. O suor escorria entre os peitos dela. Continuou mexendo o molho, mas a voz saiu mais rouca: —VocĂŞ Ă© um safado… mas gosto do jeito que vocĂŞ me olha. Se a famĂlia nĂŁo tivesse aqui, eu deixava vocĂŞ fazer tudo o que quiser com eles. O tio colocou a mĂŁo na cintura dela, apertando de leve, e baixou ainda mais a voz: —Hoje Ă noite, quando todo mundo dormir, vou no seu quarto. Vou tirar essa blusa suada e chupar essas tetas atĂ© vocĂŞ me implorar. VocĂŞ vai deixar, sobrinha? Me diz que sim. Ela mordeu o lábio inferior e sussurrou: —Sim, tio… vem. Mas nĂŁo faz barulho. Durante o jantar inteiro, a provocação continuou: o tio servia cerveja pra ela roçando o braço, sussurrava piadas safadas no ouvido dela (“Se esse molho Ă© tĂŁo gostoso, imagina como Ă© sua buceta”), olhava pro decote dela sem vergonha enquanto o suor brilhava entre os peitos. O calor do fogo, o cheiro de carne queimando, o gosto apimentado na lĂngua e a tensĂŁo sexual no ar faziam o jantar parecer elĂ©trico e proibido. Quando todo mundo foi dormir, o tio entrou de mansinho no quarto da irmĂŁ. Trancou a porta e acordou ela tapando a boca com a mĂŁo grande. —Shhh… nĂŁo faz barulho, sobrinha —sussurrou rouco de desejo—. Passei a noite toda imaginando isso. Arrancou a blusa suada dela de um puxĂŁo. O cheiro de suor feminino e perfume barato encheu o quarto. Agarrou os peitos grandes dela com as duas mĂŁos, apertando, sentindo o peso quente e macio. —Porra… que peitĂŁo gostoso. TĂŁo pesados, tĂŁo macios… sempre sonhei em chupar eles assim. Meteu um por um na boca, chupando forte, lambendo os bicos duros e suados enquanto ela arqueava as costas e gemia contra a mĂŁo dele. O som molhado da lĂngua na pele se misturava com os grilos lá fora. —Mais… chupa mais forte, tio —implorou ela baixinho, a voz trĂŞmula. Ele jogou ela na cama, abriu as pernas dela e baixou a cabeça. O cheiro de tesĂŁo feminino era forte e doce. Lambeu a buceta devagar, fundo, saboreando cada gota de umidade. —Tá toda molhada… que gostosa vocĂŞ Ă© —rosnou contra a pele dela—. Vou te foder atĂ© nĂŁo aguentar mais andar. Subiu em cima, baixou a calça e meteu de uma vez, devagar mas fundo. A sensação era quente, apertada, escorregadia. Começou a se mexer devagar, saboreando cada centĂmetro. —Sente como eu te encho, sobrinha… todo meu pau dentro de vocĂŞ. Tá gostando? —TĂ´, sim, tio! Mais fundo! Me fode mais forte! —gemeu ela, cravando as unhas nas costas dele. Ele acelerou, socando forte. O som de carne batendo em carne (ploc… ploc… ploc) enchia o quarto. O suor dos dois se misturava, escorrendo nos lençóis. O cheiro de sexo, de cerveja e de carne assada ainda grudada na pele era forte. Agarrou os peitos dela enquanto chupava e mordia, deixando marcas vermelhas. —Esses peitos sĂŁo meus hoje Ă noite… olha como eles quicam enquanto eu arrebento sua buceta —rosnou ele, ofegante. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele por dentro com um gemido abafado. Ele continuou fodendo sem parar, mais rápido, mais brutal, atĂ© que Sentiu que explodia. —Vou te encher… toma todo meu sĂŞmen, sobrinha —rosnou baixinho. Gozou dentro com jorros quentes e profundos, grunhindo contra o pescoço dela enquanto o corpo tremia. Ficou por cima dela um tempĂŁo, ofegante, ainda dentro, sentindo o sĂŞmen quente escorrendo devagar entre as coxas dela. No dia seguinte… Acordou devagar, como se o corpo pesasse mais que o normal. A primeira mudança que sentiu foi o cabelo: algo longo e sedoso caĂa sobre os ombros e roçava no rosto. Franzindo a testa, ainda meio sonolento, levantou uma mĂŁo para afastá-lo. A mĂŁo… era menor, mais delicada, com unhas mais compridas. O coração disparou. Sentou-se na cama. O lençol escorregou e sentiu um peso estranho no peito. Olhou para baixo e ficou paralisado. Dois peitos grandes, redondos, pesados, perfeitos. A pele macia e levemente bronzeada, os mamilos escuros e já endurecidos pelo atrito do lençol. Eram enormes, muito maiores que os da irmĂŁ. Balançavam a cada respiração, pesados, macios, hipnĂłticos. Enrique (ou o que restava dele) tocou-os com dedos trĂŞmulos. O contato foi elĂ©trico: um calor doce e profundo percorreu o corpo inteiro. Os mamilos endureceram ainda mais sob as pontas dos dedos, mandando descargas diretas entre as pernas. (Sandra/Enrique)






— Que… porra… —sussurrou, e a voz que saiu nĂŁo era a dele. Era mais aguda, mais suave, feminina. Rouca de surpresa. Pulou de uma vez. As tetas balançaram com o movimento, pesadas, puxando ele pra frente. Correu pro espelho do banheiro. A imagem que viu deixou ele sem fĂ´lego. Cabelo preto comprido, brilhante, caindo em ondas atĂ© o meio das costas. Rosto mais delicado: maçãs do rosto altas, lábios carnudos, olhos grandes e expressivos. Pescoço fino. Ombros estreitos. Cintura marcada. Quadris largos. Pernas longas e torneadas. E embaixo… nada. SĂł um monte suave, uns lábios inchados e rosados, e um clitĂłris que já começava a pulsar. Se tocou entre as pernas. Os dedos deslizaram sobre uma umidade quente e escorregadia que nunca tinha sentido. O clitĂłris era sensĂvel, inchado, e sĂł roçar nele arrancou um gemido involuntário. Os joelhos fraquejaram. Se apoiou na pia enquanto se explorava mais fundo: enfiou um dedo, depois dois, sentindo as paredes quentes e apertadas que se contraĂam em volta dos dedos. O prazer era diferente, mais profundo, mais envolvente. As tetas balançavam a cada movimento da mĂŁo. O suor começou a escorrer entre os peitos. — Isso… nĂŁo pode ser real — ofegou, mas o corpo nĂŁo mentia. Tava molhada, excitada, tremendo. Beliscou um mamilo com a outra mĂŁo e um raio de prazer desceu direto pro ventre. Gozou em pĂ©, contra a pia, com um gemido longo e feminino que surpreendeu ela mesma. As pernas tremeram, a buceta se contraiu em volta dos dedos e um jatinho quente escorreu pela coxa. Ficou se olhando no espelho por minutos eternos: respirando ofegante, tetas subindo e descendo, cara corada, lábios entreabertos. O medo e a confusĂŁo se misturavam com uma excitação brutal, nova, viciante. Já nĂŁo era mais Enrique. Era ela. E o corpo pedia mais.

A primeira noite que marcou tudo foi numa casa enorme do bairro Centro. Luzes vermelhas, reggaeton estourando pelas paredes, cheiro de cerveja derramada, suor e perfume doce. Enrique viu Nayeli dançando na cozinha enquanto se servia de comida; as amigas dela estavam do outro lado da bancada conversando, enquanto Nayeli mexia aquela bunda enorme como se soubesse exatamente o que provocava. Ele encurralou ela contra a bancada de mármore frio, enquanto Marco e Diego observavam da porta, rindo. —Porra, Nayeli… essa buceta tá me deixando louco desde que você entrou — ele rosnou no ouvido dela, levantando a saia curta e puxando a calcinha dela de uma vez só—. Olha como ela se mexe… vou fazer você gemer tão alto que a casa inteira vai saber que eu tô te arrombando. Nayeli arqueou as costas, empurrando a bunda contra ele. —Então me arromba, filho da puta… enfia tudo e me faz gritar seu nome — ela ofegou, olhando pra ele por cima do ombro. Ele meteu de uma vez, seco e fundo. A bunda de Nayeli quicava a cada estocada brutal: pá… pá… pá. O som molhado de carne batendo em carne se misturava com a música e as risadas lá fora. Marco e Diego batiam palmas da porta. —Mais forte! Arromba minha buceta! Quero sentir você até o fundo, Enrique! — Nayeli gritava, arranhando o mármore, as pernas tremendo de tesão. (Nayeli)





Enrique puxava o cabelo comprido dela, mordia o pescoço suado e acelerava igual um bicho. Nayeli gozava gritando, apertando ele por dentro, e ele se esvaziava dentro com um rugido, deixando o esperma quente escorrer pelas coxas dela enquanto ela ainda ofegava contra a bancada. —É assim que vocĂŞ gosta, nĂ©? Fala que quer que eu arrebente essa bunda enorme. —Sim, filho da puta! Dá mais tapa mais forte enquanto me fode! Quero que me deixe marca! —ela ofegou, virando a cabeça pra olhar ele com olhos vidrados de tesĂŁo. Ele meteu de uma vez, fundo, sentindo a buceta quente e molhada apertar ele na hora. A bunda da Nayeli batia contra a pĂ©lvis dele a cada estocada: plaf… plaf… plaf. O som era obsceno, molhado, misturado com o reggaeton que tocava lá fora. O suor começou a escorrer pelas costas dos dois. Enrique puxou o cabelo comprido dela, mordeu o pescoço e acelerou, mas depois diminuiu de propĂłsito pra torturar ela. —Que gostosa vocĂŞ tá… vocĂŞ tá escorrendo, Nayeli. Sente como eu te encho? Fala que ninguĂ©m te comeu tĂŁo forte que nem eu. —NinguĂ©m… ninguĂ©m, porra! Mais rápido agora! Quero que me faça gritar! —ela implorou, empurrando pra trás, os peitos esmagados contra o mármore frio. Ele mudou o ritmo: tirou quase tudo e meteu de novo brutal, uma vez e outra. Enfiou uma mĂŁo entre as pernas dela e esfregou o clitĂłris enquanto comia ela. Nayeli tremia, as pernas falhavam. —Vou gozar! NĂŁo para, Enrique! Me enche toda! —ela gritou. Gozou com espasmos fortes, apertando ele por dentro, gritando o nome dele. Enrique sentiu o calor lĂquido em volta do pau e nĂŁo aguentou mais. Se esvaziou dentro com jorros quentes e fundos, grunhindo contra o pescoço dela, mordendo o ombro enquanto o esperma escorria pelas coxas dela. Eles ficaram uns segundos grudados, ofegando. Da porta, Marco levantou a cerveja dele e gritou rindo: —Porra, Enrique, que máquina! Essa bunda quicava igual gelatina. CĂŞ vai deixar a gente provar depois ou vai guardar sĂł pra vocĂŞ? Ficou de plantĂŁo a noite toda? Diego soltou uma gargalhada e bateu a cerveja dele na de Marco: —Porra, mano, dava pra ouvir o plaf daqui. Nayeli, amanhĂŁ tu vai andar torta, hein? SaĂşde pro rei da cozinha! Os trĂŞs riram enquanto Nayeli vestia a calcinha ainda tremendo, e Enrique arrumava a calça com um sorriso de vitorioso. Mais tarde... RaĂşl deu um gole longo e falou rindo: —Ei, viram como o Enrique levou a Nayeli na cozinha outro dia? A buceta dessa mina quicava que nem bola. Ainda tenho o som na cabeça: plaf, plaf, plaf. Carlos soltou uma gargalhada e levantou a cerveja: —Kkkk, sim, mano. E o Marco e o Diego lá parados que nem cachorro olhando. O Enrique Ă© um puta animal. Quantas tu comeu esse mĂŞs, filho da puta? Umas cinco? Seis? Alex entrou na conversa, acendendo um baseado: —Mais de seis, com certeza. Mas a que me deixa doido Ă© a Elisa… aqueles peitões gigantes. Se o Enrique nĂŁo pegar ela hoje, eu vou atrás. Diego sorriu e bateu a cerveja: —SaĂşde pros peitos da Elisa. Se quicarem metade do que eu imagino, vai ser uma noite Ă©pica. Enrique tava bem ali ouvindo, rindo junto, quando a Elisa chegou, pegou na mĂŁo dele e arrastou ele pra um quartinho de serviço no fundo do terraço. O quarto cheirava a madeira velha e um pouco de cloro. Uma Ăşnica lâmpada vermelha iluminava tudo. Ela fechou a porta, tirou o top devagar e soltou aqueles peitões enormes, pesados, brilhando de suor sob a luz vermelha. (Elisa)






—Olha bem pra elas, Enrique —disse ela com a voz rouca, apertando os peitos na cara dele, fazendo eles pularem sozinhos—. Quer me foder enquanto essas tetas pulam que nem loucas pra vocĂŞ? Quero que vocĂŞ agarre elas com força e faça quicar enquanto me arrebenta. Jogou ela no colchĂŁo velho. Cada estocada fazia as tetas pularem selvagemente, hipnĂłticas, batendo uma na outra. O som da carne quicando se misturava com a mĂşsica que entrava pela janela entreaberta. —Porra, mĂŁe, que tetas perfeitas! —gemeu ele, agarrando elas com as duas mĂŁos, apertando atĂ© deixar marcas vermelhas—. Quica mais… assim… quero que batam na minha cara enquanto te encho. Elisa arqueou as costas, suando, a pele quente e escorregadia. —Isso, Enrique! Me fode mais forte! Aperta elas atĂ© doer! Quero gozar gritando enquanto vocĂŞ chupa elas! Mete mais fundo, filho da puta! Ele chupou, mordeu, apertou e lambeu elas enquanto metia sem piedade. Elisa gozou duas vezes seguidas, tremendo, gritando, antes dele se esvaziar dentro com um grunhido de animal. As festas continuaram sem parar e cada uma era diferente. Na balada do centro, numa noite de reggaeton pesado e luz estroboscĂłpica, ele levou Laura pro banheiro enquanto o grupo esperava lá fora. Fodeu ela contra a porta, com a mĂşsica estralando, enquanto ela gemia: “Mais rápido, filho da puta! Quero que me encha antes de sermos descobertos!”. Na praia de CancĂşn, num fim de semana doido, o grupo inteiro fez uma fogueira. Enrique acabou com Nayeli e Sofia ao mesmo tempo numa canga na areia: uma montava ele enquanto a outra beijava o pescoço dele e dizia “Olha como sua amiga te olha… quer que eu chupe enquanto ela te cavalga?”. O som das ondas se misturava com os gemidos delas. Outra noite, num motel barato depois de um porre, ele comeu Valeria e Elisa juntas: as duas de joelhos, se revezando pra chupar ele enquanto se beijavam entre si e sussurravam “Qual de nĂłs vocĂŞ gosta mais?”. apertadinha?". Assim se passaram trĂŞs anos de pura adrenalina, sexo sem culpa e risadas sem fim. Mulheres e amigas iam e vinham, mas o desejo sempre estava ali. Num verĂŁo, chegou a viagem em famĂlia para o rancho do tio. O ar era quente e seco, cheirava a terra recĂ©m-revolvida, a capim seco e a fumaça de lenha. O tio — um homem grande, de bigode grosso, divorciado e com fama de mulherengo — recebeu todo mundo com abraços fortes e gargalhadas. A famĂlia se reuniu em volta da mesa comprida de madeira debaixo de um telhado de zinco. O sol se punha alaranjado, tingindo tudo de fogo. A carne assada começou no fim da tarde. A fumaça grossa da churrasqueira subia, misturada com o cheiro de tortilhas quentes, molho apimentado, cerveja gelada e suor da pele. As brasas crepitavam, os grilos cantavam e o vento trazia o aroma das árvores prĂłximas. Todo mundo ria, conversava e bebia. Mas o tio nĂŁo conseguia disfarçar. O olhar dele se fixava na irmĂŁ do Enrique, que ajudava na cozinha aberta. Ela tinha uns peitões grandes, pesados, e cada vez que se inclinava para mexer o molho ou cortar cebola, aquelas tetas balançavam debaixo da blusa leve e suada. O tio se aproximou "pra ajudar", roçando a cintura dela com a mĂŁo grande e calejada. (Alexandra, irmĂŁ do Enrique)






—Que molho gostoso vocĂŞ tá fazendo, sobrinha… —disse com a voz baixa e rouca, se aproximando mais um pouco, deixando o peito roçar nas costas dela—. Adoro como tudo se mexe quando vocĂŞ cozinha. Essas tetas… porra, tĂŁo me deixando louco. Olha como elas balançam cada vez que vocĂŞ mexe a panela. Ela corou, mas nĂŁo se afastou. Em vez disso, virou um pouco a cabeça e respondeu baixinho, provocante: —Tio… nĂŁo seja tĂŁo sem vergonha. A famĂlia tá aqui. Mas… se vocĂŞ gosta tanto delas, por que nĂŁo me ajuda a “mexer” em outra coisa mais tarde? O tio soltou uma risada grossa e se aproximou ainda mais, o hálito quente no pescoço dela, cheirando a cerveja e tabaco. —Porque se eu te ajudar agora, nĂŁo vou conseguir parar. Imagina minhas mĂŁos nessas tetas grandes enquanto te como em cima dessa mesma mesa… vocĂŞ ia gostar, hein? Sempre gostei de peitos grandes e pesados como os seus. Dá vontade de chupar eles atĂ© vocĂŞ gemer. A irmĂŁ sentiu um arrepio e apertou as pernas. O suor escorria entre os peitos dela. Continuou mexendo o molho, mas a voz saiu mais rouca: —VocĂŞ Ă© um safado… mas gosto do jeito que vocĂŞ me olha. Se a famĂlia nĂŁo tivesse aqui, eu deixava vocĂŞ fazer tudo o que quiser com eles. O tio colocou a mĂŁo na cintura dela, apertando de leve, e baixou ainda mais a voz: —Hoje Ă noite, quando todo mundo dormir, vou no seu quarto. Vou tirar essa blusa suada e chupar essas tetas atĂ© vocĂŞ me implorar. VocĂŞ vai deixar, sobrinha? Me diz que sim. Ela mordeu o lábio inferior e sussurrou: —Sim, tio… vem. Mas nĂŁo faz barulho. Durante o jantar inteiro, a provocação continuou: o tio servia cerveja pra ela roçando o braço, sussurrava piadas safadas no ouvido dela (“Se esse molho Ă© tĂŁo gostoso, imagina como Ă© sua buceta”), olhava pro decote dela sem vergonha enquanto o suor brilhava entre os peitos. O calor do fogo, o cheiro de carne queimando, o gosto apimentado na lĂngua e a tensĂŁo sexual no ar faziam o jantar parecer elĂ©trico e proibido. Quando todo mundo foi dormir, o tio entrou de mansinho no quarto da irmĂŁ. Trancou a porta e acordou ela tapando a boca com a mĂŁo grande. —Shhh… nĂŁo faz barulho, sobrinha —sussurrou rouco de desejo—. Passei a noite toda imaginando isso. Arrancou a blusa suada dela de um puxĂŁo. O cheiro de suor feminino e perfume barato encheu o quarto. Agarrou os peitos grandes dela com as duas mĂŁos, apertando, sentindo o peso quente e macio. —Porra… que peitĂŁo gostoso. TĂŁo pesados, tĂŁo macios… sempre sonhei em chupar eles assim. Meteu um por um na boca, chupando forte, lambendo os bicos duros e suados enquanto ela arqueava as costas e gemia contra a mĂŁo dele. O som molhado da lĂngua na pele se misturava com os grilos lá fora. —Mais… chupa mais forte, tio —implorou ela baixinho, a voz trĂŞmula. Ele jogou ela na cama, abriu as pernas dela e baixou a cabeça. O cheiro de tesĂŁo feminino era forte e doce. Lambeu a buceta devagar, fundo, saboreando cada gota de umidade. —Tá toda molhada… que gostosa vocĂŞ Ă© —rosnou contra a pele dela—. Vou te foder atĂ© nĂŁo aguentar mais andar. Subiu em cima, baixou a calça e meteu de uma vez, devagar mas fundo. A sensação era quente, apertada, escorregadia. Começou a se mexer devagar, saboreando cada centĂmetro. —Sente como eu te encho, sobrinha… todo meu pau dentro de vocĂŞ. Tá gostando? —TĂ´, sim, tio! Mais fundo! Me fode mais forte! —gemeu ela, cravando as unhas nas costas dele. Ele acelerou, socando forte. O som de carne batendo em carne (ploc… ploc… ploc) enchia o quarto. O suor dos dois se misturava, escorrendo nos lençóis. O cheiro de sexo, de cerveja e de carne assada ainda grudada na pele era forte. Agarrou os peitos dela enquanto chupava e mordia, deixando marcas vermelhas. —Esses peitos sĂŁo meus hoje Ă noite… olha como eles quicam enquanto eu arrebento sua buceta —rosnou ele, ofegante. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele por dentro com um gemido abafado. Ele continuou fodendo sem parar, mais rápido, mais brutal, atĂ© que Sentiu que explodia. —Vou te encher… toma todo meu sĂŞmen, sobrinha —rosnou baixinho. Gozou dentro com jorros quentes e profundos, grunhindo contra o pescoço dela enquanto o corpo tremia. Ficou por cima dela um tempĂŁo, ofegante, ainda dentro, sentindo o sĂŞmen quente escorrendo devagar entre as coxas dela. No dia seguinte… Acordou devagar, como se o corpo pesasse mais que o normal. A primeira mudança que sentiu foi o cabelo: algo longo e sedoso caĂa sobre os ombros e roçava no rosto. Franzindo a testa, ainda meio sonolento, levantou uma mĂŁo para afastá-lo. A mĂŁo… era menor, mais delicada, com unhas mais compridas. O coração disparou. Sentou-se na cama. O lençol escorregou e sentiu um peso estranho no peito. Olhou para baixo e ficou paralisado. Dois peitos grandes, redondos, pesados, perfeitos. A pele macia e levemente bronzeada, os mamilos escuros e já endurecidos pelo atrito do lençol. Eram enormes, muito maiores que os da irmĂŁ. Balançavam a cada respiração, pesados, macios, hipnĂłticos. Enrique (ou o que restava dele) tocou-os com dedos trĂŞmulos. O contato foi elĂ©trico: um calor doce e profundo percorreu o corpo inteiro. Os mamilos endureceram ainda mais sob as pontas dos dedos, mandando descargas diretas entre as pernas. (Sandra/Enrique)






— Que… porra… —sussurrou, e a voz que saiu nĂŁo era a dele. Era mais aguda, mais suave, feminina. Rouca de surpresa. Pulou de uma vez. As tetas balançaram com o movimento, pesadas, puxando ele pra frente. Correu pro espelho do banheiro. A imagem que viu deixou ele sem fĂ´lego. Cabelo preto comprido, brilhante, caindo em ondas atĂ© o meio das costas. Rosto mais delicado: maçãs do rosto altas, lábios carnudos, olhos grandes e expressivos. Pescoço fino. Ombros estreitos. Cintura marcada. Quadris largos. Pernas longas e torneadas. E embaixo… nada. SĂł um monte suave, uns lábios inchados e rosados, e um clitĂłris que já começava a pulsar. Se tocou entre as pernas. Os dedos deslizaram sobre uma umidade quente e escorregadia que nunca tinha sentido. O clitĂłris era sensĂvel, inchado, e sĂł roçar nele arrancou um gemido involuntário. Os joelhos fraquejaram. Se apoiou na pia enquanto se explorava mais fundo: enfiou um dedo, depois dois, sentindo as paredes quentes e apertadas que se contraĂam em volta dos dedos. O prazer era diferente, mais profundo, mais envolvente. As tetas balançavam a cada movimento da mĂŁo. O suor começou a escorrer entre os peitos. — Isso… nĂŁo pode ser real — ofegou, mas o corpo nĂŁo mentia. Tava molhada, excitada, tremendo. Beliscou um mamilo com a outra mĂŁo e um raio de prazer desceu direto pro ventre. Gozou em pĂ©, contra a pia, com um gemido longo e feminino que surpreendeu ela mesma. As pernas tremeram, a buceta se contraiu em volta dos dedos e um jatinho quente escorreu pela coxa. Ficou se olhando no espelho por minutos eternos: respirando ofegante, tetas subindo e descendo, cara corada, lábios entreabertos. O medo e a confusĂŁo se misturavam com uma excitação brutal, nova, viciante. Já nĂŁo era mais Enrique. Era ela. E o corpo pedia mais.
1 comentários - Sandra a putinha 🍑🍒 parte 1