nuestro vecino negro y mi falta de trabajo

Nosso vizinho preto continua fazendo estrago com minha esposa, tudo porque eu não consigo um emprego.


Espero que vocês curtam essa história.


OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS


E PELOS PONTOS DELA












Quando chegaram em casa, o corno tava felizão, tinha uma grana boa. A Flor tomou um banho, ele também, e depois prepararam o jantar. Ela comprou um vinho pra ele, sabia que isso deixava ele contente, e enquanto jantavam, foram conversando.


A verdade é que seu plano deu certo, amorzinho. Acho que vou ter mais trabalho na casa do Jamal.


Flor, eu vou cuidar pra que seja assim. Amanhã, quando for na casa dela pra terminar o que você fez hoje, vou propor fazer alguma coisa no fundo. Deu pra ver que ela tem o quintal bem largado.


Seria uma delícia, mas toma cuidado com ele, vi como ele te olhava.


Flor, tem bebê? Por que você acha que eu fui vestida assim? Mas vou te falar uma coisa, o Jamal é um verdadeiro cavalheiro, várias vezes elogiou o seu jeito de trabalhar.


Sério? Que bom


Flor, ele me dizia que queria ter a sua habilidade. Sabe que tem uma piscina lá atrás? Vou perguntar se ela não quer que você cuide de limpá-la, aí a gente pode usar.


Pois é, claro, já começou o verão e ter a piscina e não usar seria um pecado.


Flor e isso que você não viu o quincho, bebê, é enormeee, a sujeira que deve ter e com o inútil que é o Jamal, com certeza vai precisar muito de você


Se for assim, nos fins de semana a gente vai passar mais na casa do Jamal do que na nossa, amor.


A puta da Flor tinha tudo planejado, não queria perder a pica do negão, e olha que não era pra menos, o Jamal tinha deixado a buceta dela inchada e o cu ainda doía, só de pensar naquela pica ela já ficava molhada e sabia que o corno do marido não ia sacar nada. Naquela noite, o chifrudo quis comer ela, Flor hesitou pra caralho, mas como o corno tinha uma pica de só 14 centímetros, ela se fez de difícil mas no fim deixou ele fazer, total que mal ia sentir. Mesmo assim, fingiu que gozava, gemendo de vez em quando pra deixar o marido corno feliz e não levantar suspeita. No dia seguinte, esperou o chifrudo sair pra fazer aquele trampo e foi na hora pra casa do Jamal, dessa vez só de vestido, ele já tava esperando.


Jamal, você veio? Pensei que o corno ia vir, será que ele não percebeu o que a gente fez?


Flor pra nada, pelo contrário, ela tava feliz e quer continuar vindo fazer coisas na sua casa.


Jamal, não acredito nisso.


Flor, falei pra ela que talvez esse fim de semana eu pudesse limpar a piscina que você tem no fundo e também limpar e arrumar aquele quiosque.


Jamal, os chifres do teu marido vão chegar até as nuvens.


Flor, o negócio é que ela não pode descobrir, por isso tem que fazer direito. Acho que tu devia virar amigo dela.


Jamal, te falei que vou dar trabalho pra ele só se ele vier com você. Do resto, eu cuido.


Flor, não precisa falar isso pra ele. Ele gosta que você venha com ele, só precisa deixar ele à vontade. Sei lá, talvez quando ele terminar de trabalhar, tomar um vinho.
 
Jamal, então vou fazer algo melhor. Que tal convidar vocês dois pro churrasco que vou fazer domingo em casa pra uns amigos?


Flor seria uma gostosa, você não tem ideia de como meu marido faz um churrasco bom, e ainda por cima as saladas são as melhores, ele não só sabe cozinhar, como também pode servir de garçom.


Jamal, nem precisa falar mais, vamos comemorar, mas dessa vez na minha cama.


A surra que o Jamal deu na puta foi mais que tremenda. A primeira coisa que a Flor fez foi chupar a rola dele, mas depois o Jamal tomou o controle. Mandou ela sentar em cima dele e assim partiu a buceta dela no meio. A puta da Flor não parava de gemer, parecia uma boneca inflável. Quando o Jamal estava prestes a gozar, tirou ela de cima e enfiou a rola na boca dela. A puta teve que tomar todo o leite e começar a chupar como se fosse um sorvete, até que ficasse duro que nem pedra. "Agora teu cu", disse o Jamal. Flor, obediente, virou de costas e esperou o negão abrir o cu dela. Não conseguiu evitar de se contorcer quando aquela rola monstra devastou o rabo dela. Flor não sabia o que fazer, se agarrava nos lençóis enquanto reclamava da força com que o negão a penetrava. Assim, entre soluços, pedia que ele finalmente gozasse, mas o grande macho preto não tinha pena dela, só queria se satisfazer. Quando finalmente terminou, mandou ela limpar tudo. A paixão que a Flor colocou nessa tarefa foi descomunal. A cara dela ficou com alguns restos de leite que o Jamal não deixou limpar. Só disse que no domingo ela seria a puta dele e dos amigos dele, e deu permissão pra ela ir pra casa. Flor vestiu o vestido e, do jeito que estava, saiu andando, enquanto pelo caminho tentava limpar o rosto. Qualquer um que visse a Flor andando não duvidaria que tinham acabado de arrebentar o cu dela em dois. Por sorte pra ela, quando chegou em casa, o marido não estava. A primeira coisa que fez foi tomar um banho, tentando que a água fria acalmasse a irritação que tinha no cu, enquanto dizia pra si mesma que não podia perder aquele churrasco por nada desse mundo. O Jamal tinha tratado ela como se trata uma vagabunda desprezível, e isso a Flor adorava.

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